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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Dalai Lama e S.A.R.o Duque de Bragança: Mãos dadas para a Paz.

[ O XIV Dalai Lama não é apenas o dirigente espiritual e secular dos tibetanos, mas também um carismático embaixador da Paz de grande adesão e simpatia entre os membros de todas as religiões, partidos políticos e grupos sociais devido ao seu apaixonado comprometimento com os valores humanos como a compaixão, a não-violência e a tolerância. Dalai Lama representa um mundo espiritual e cultural com o qual Portugal estabeleceu relações pioneiras. Desde a Idade Média que conhecemos a versão cristianizada da vida de Buda, apresentado como um santo cristão – Josafate - , e foi Diogo do Couto o primeiro a identificá-lo. O Padre António de Andrade, em 1624, foi o primeiro ocidental a estabelecer uma missão no Tibete. O budismo tem interessado e apaixonado portugueses ilustres, como Antero de Quental, Wenceslau de Moraes, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. No livro "Dom Duarte e a Democracia" - Uma Biografia Portuguesa -, de Mendo Castro Henriques, (Bertrand Editora), pode-se ler o seguinte Testemunho de Dalai Lama, registo da visita a Portugal e ao Santuário de Fátima (2003), em que esteve com S.A.R. o Duque de Bragança: " O Rei de Portugal, Dom Duarte, poderá não ser Monarca Reinante, mas tem à semelhança do Dalai Lama, que também é Rei do Tibete, a difícil tarefa de manter vivo o espírito cultural da nação e isso é mais importante do que usar uma coroa..." Seguidamente alguém explica a S.S. o Dalai Lama que os Reis de Portugal da Casa de Bragança desde 1646 que não usavam Coroa, pelo facto que a mesma ter sido oferecida a N.S. da Conceição de Vila Viçosa e o Dalai Lama respondeu: " Está a ver o que eu digo, os Reis já tinham essa missão já nesse tempo."
Ricardo Abranches que fez parte da Comitiva que acompanhou S.A.R. o Duque de Bragança, ao Santuário de Fátima em 2003, no encontro das Religiões, recorda como muito agrado a sensação que lhe foi transmitida ao cumprimentar S.S. o Dalai Lama, e estar na presença de um Homem que na sua vida tem desde sempre incentivado: A Paz no Mundo e a libertação do seu Povo.]
FONTES & Ver + EM:
http://www.dalailamalisboa2007.com/buddhism/pt

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Pensar Portugal: Literatura em Destaque!

[ Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda para tempo de férias a leitura sobre o assassinato de Sua Majestade o Rei D. Carlos I e a Família Real, época essa que animada por impulsionadores de "Campanhas de Ódio" contra o Rei e a Família Real, teve o trágico desenlace no Regicídio (1908). Este trágico acontecimento da História de Portugal tem inspirado escritores, historiadores e investigadores que em torno das Letras, têm publicado suas Obras, realizado Conferências e Exposições sobre a vida de Sua Majestade o Rei D.Carlos I, trazendo ao conhecimento público, a sua dedicação ao País e posicionamento em prol da defesa da Independência de Portugal no Mundo. A "Comissão D. Carlos 100 Anos", constituída sob o alto patrocínio da Fundação D Manuel II, foi criada como objectivo de evocar a vida e obra do Rei D. Carlos, durante todo o ano de 2008, quando passam 100 anos sobre o seu desaparecimento, pretendendo divulgar outros aspectos da sua personalidade evidenciada tanto na investigação Oceanográfica como nas Artes e no Desporto. A série de iniciativas desenvolvidas por esta Comissão, visa ainda projectar o pensamento do Rei D. Carlos no presente, em áreas como a política, militar, ambiental e cientifica, cultural e desportiva e também no campo da lusofonia, lançando bases para o estudo alargado sobre a dimensão politica e diplomática do Rei no plano nacional e internacional. S.A.R. o Duque de Bragança, prevê desenvolver até 2013, um "Programa de Acções" que permitirá a evocação de um reinado através de uma reflexão aprofundada sobre Portugal e sobre o Projecto da Nação nos nossos dias.
PUBLICAÇÕES EM DESTAQUE:
- O Regicídio - "Um Crime Quase Perfeito" - António Ramalho de Alemeida - Fronteira do Caos ; Edicções.
- Duelos e Atentados - Eduardo Nobre - Quimera; Edicções.
- Regícidio de 1908 - "Uma Certa Agonia" - Anibal Pinto de Faria - Civilização Editora.
- Regicídio - Maria Alice e Rui Tavares - Tinta da China; Edicções.
- O Regicídio - Rocha Martins - Bonecos Rebeldes; Edicções.
- D. Carlos - Direcção Joaquim Vieira - Fotobiografia Séc. XXI - Terra&Debates; Edicções.
- "Dossier Regicídio"- Mendo de Castro de Henriques; Tribuna da História.
- "Regicidio - A Contagem Decrescente" - Jorge Morais; Zéfiro.
- O Drama de Um Rei - Henrique Barrilaro Ruas - Com o Prefácio de S. A. R. o Duque de Bragança - Occidentalis; Editora. Publicação com o Apoio da Real de Lisboa.]

Obra+Recente da História da Monarquia: Placa Evocativa Regicídio, Lisboa 2006.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Navio de exploração marinha está em Lisboa!

[ Está em Lisboa, um navio único pela sua tecnologia avançada, destinado à investigação, conservação e protecção da vida marinha, especialmente cetáceos. O barco encontra-se na Doca de Alcântara até ao dia 21 de Agosto. O "Song of the Whale" é propriedade do Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (International Fund for Animal Welfare – IFAW), com 22 metros de comprimento, cinco metros de largura e três metros de calado, o navio permite que o trabalho de pesquisa seja feito de uma forma não intrusiva, respeitando o habitat natural das baleias, golfinhos e outras espécies. Está equipado com computadores e todos os materiais utilizados nas acções de investigação. O "Song of the Whale" tem como missão gerar apoios políticos e públicos para a conservação das baleias, ao mesmo tempo que é utilizado como plataforma de estudo e pesquisa por cientistas e estudantes. A investigação visa o estudo dos sons produzidos pelas baleias de bico, um cetáceo do qual se conhecem, pelo menos, 20 espécies diferentes. A vinda do "Song of the Whale" a Portugal conta ainda com o apoio da Embaixada dos EUA. Os Monarcas portugueses seguiram o gosto pelo estudo da Oceanografia ficando na história bons exemplos. O Rei D. Luís I era principalmente um homem das ciências, e cultivou a sua paixão pela oceanografia. Investiu grande parte da sua fortuna no financiamento de projectos científicos e de barcos de pesquisa oceanográfica, que viajaram pelos oceanos em busca de espécimes. Hoje, seguindo a Imprensa em notícia, homenageamos os Monarcas pioneiros da Oceanografia Mundial. "O Rei D. Carlos I, que herdou de seu Pai o gosto pela oceanografia, tendo adquirido um iate, o Amélia, especificamente para se dedicar a campanhas oceanográficas, e da profunda amizade com Alberto I, Príncipe do Mónaco, igualmente um apaixonado pela oceanografia e as coisas do mar, cria o Aquário Vasco da Gama, que pretendia em Portugal desempenhar papel semelhante ao Museu Oceanográfico do Mónaco. Alguns trabalhos oceanográficos realizados por D. Carlos I, ou por ele patrocinados, foram pioneiros na oceanografia mundial. Honrando esta faceta do Monarca, a Armada Portuguesa opera actualmente um navio oceanográfico com o nome de D. Carlos I". Este ano em que se evoca os Cem Anos do Regicidio, o Grupo de Reflexão Monárquica, "Pensar Real~Pensar Portugal", deixa aqui este registo de Homenagem ao que foi sem dúvida um grande Rei e grande pioneiro na Oceanografia e Ciência Mundial. ]
FONTES & VER MAIS EM:

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Diogo Tomás:Ensinar Portugalidade é Preciso!

[Diogo Tomás tem 24 anos, nasceu no Porto, trabalha no Grupo Pestana na área de Hotelaria e Gestão e está a concluir a Licenciatura em Direito na Católica de Lisboa. É Membro do Concelho Nacional da Juventude Monárquica e faz parte da Juventude Monárquica do Porto. Veio para Lisboa, devido à sua actividade Política no Partido da Nova Democracia, onde desempenha o cargo de Porta Voz das Novas Gerações. Faz parte da Direcção Central no PND e gere ainda os núcleos distritais a nível nacional. "Estou na Política porque acredito em determinados valores e pretendo defendê-los nesse sentido. O meu objectivo é sensibilizar os Jovens para a vida partidária e para o Movimento que represento. Os Jovens em Portugal afastaram-se da vida Política por dois motivos: Num 1º tempo os Jovens lutaram pela Liberdade (Período até ao 25 Abril); e num 2º tempo (Período actual), os filhos desses que lutaram pela Liberdade tornaram-se apáticos sem necessidade de se afirmarem pois "essa" Liberdade lhes foi dada. Ensina-se mal a História de Portugal aos Jovens - O papel do Estado; As ferramentas da Política; O Parlamento-, temas a que estão alheios pelas falhas no sistema Educacional, o que foi durante muito tempo confortável para os Políticos instalados, pois doutro modo, Jovens instruídos sempre representaram uma força de exigência aos seus representantes Políticos". Diogo Tomás, acrescenta ainda que é urgente reformar o Ensino e que no 4ºAno de Escolaridade devia haver uma Cadeira de Educação Cívica sobre: Actualidade Política; As Estruturas e Actividades actuais com a importância devida. "Falta-nos ensinar a Portugalidade aos Jovens!" Leitor assíduo das Crónicas do jornalista Jorge Ferreira (ex-líder parlamentar do PP), não prescinde da leitura de Imprensa Nacional e Internacional. Acompanha os debates Políticos e tem na sua agenda dois Programas televisivos de mérito: "Pós e Contra" e o "Estado da Nação". Segue a série "Os Tudor" e lamenta que não se façam Filmes Históricos com qualidade sobre a nossa História e a dos Reis de Portugal. Destaca em Ler; Ver e Ouvir: Eça de Queiróz; Camões; Mariza; Amália Rodrigues; THE GIFT; GNR; Rui Veloso; Armanda Passos. Diogo Tomás é Católico e desempenha desde os 17 anos, acções de voluntariado como Animador e Monitor no Campo de Férias da Casa Pia. Da História de Portugal destaca duas actitudes e dois Reis: O Rei D. João II com a preparação dos "Descobrimentos"- Um Rei à frente do seu tempo -, e o Rei D. Luís I, pelo facto de ter recusado o convite para ser "Rei da hipotéctica Ibéria" - A Racionalidade à frente do Poder. Concentrado no futuro e na sua carreira Política, Diogo Tomás, prepara-se para o próximo combate político: as eleições de 2009. Como Monárquico, identifica-se com o Grupo de Reflexão Monárquica "Pensar Real~Pensar Portugal", e revê-se na Família Real Portuguesa.]

sábado, 26 de julho de 2008

S.A.R. o Duque de Bragança: Entrega Diplomas no Curso do IDP - "Master em Política".

[ Hoje às 21 Horas, inserido no paínel do Curso "Master de Verão em Política", vai realizar-se a Tertúlia sobre “Os jovens e a Política”, moderado por João Gomes, com representantes da JSD, da JS, com a jornalista e escritora, Filipa Martins, o Presidente da Juventude Monárquica de Lisboa, Joel Moedas Miguel, e um Representante da Quercus. Este “Master em Política” conta com uma equipa de docentes de excelência, sendo o primeiro curso no país a abranger todas as áreas do conhecimento político, desde da Filosofia Política, Ciência Política, passando pelas Técnicas de Liderança, o Marketing e Comunicação Política, os Aparelhos Partidários, as Relações Internacionais e Políticas de Ordenamento do Território. O quadro docente inclui nomes como o Professor Doutor José Adelino Maltez do Instituto Superior Ciências Socias e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, o Dr. Francisco Mendia, Manager da Cunha Vaz & Associados, o Dr. Francisco Brotas de Carvalho, o Mestre Rui Paulo Figueiredo, o Professor Doutor Mendo de Castro Henriques da Universidade Católica Portuguesa, Manuel Augusto Almeida, especialista e formador na área da Liderança, Ricardo Gomes da Silva, gestor de empresas e o Dr. Francisco Cunha Rego, investigador na área das Relações Internacionais.
No domingo, amanhã dia 27 de Julho, pelas 13 Horas, vai ser servido um Almoço Solene de Entrega dos Diplomas aos formandos por parte do Presidente Honorário do IDP: S.A.R. D. Duarte de Bragança.]

Nos Media: A Comitiva da Tourada Real !

[ Hoje na imprensa é notícia a "XI Tourada Real", também chamada a Corrida das Guitarras, porque tanto as lides como as pegas foram acompanhadas pelo som magnífico das guitarras portuguesas. O grande evento taurino tem a chancela da Revista Olá Semanário e já está nas bancas, a foto-reportagem da corrida que se realizou na arena D'Évora no Alentejo. No respectivo orgão de comunicação pode-se ler o seguinte:
"Foi uma noite fantástica na Arena d'Évora. Joaquim Bastinhas celebrava os 25 anos da sua alternativa e que melhor ocasião para apresentar em arena o seu filho e sucessor, Marcos Tenório Bastinhas, que, dias atrás, no Campo Pequeno, recebera alternativa das mãos de seu pai. Mas todo o quartel era soberbo. Para além de Bastinhas, estiveram em praça António Ribeiro Telles, Rui Salvador, João Moura Caetano, Marcos Tenório Bastinhas e o Jovem Tiago carreiras, sem dúvida a grande supresa da noite. Os toiros, magníficos, eram da ganadaria Murteira Grave. Este ano, mais uma vez, presidiu à Corrida Dom Henrique de Bragança, Duque de Coimbra, que se fez acompanhar por Ricardo Abranches e um grupo enorme de Jovens Monárquicos. Vamos então à Tourada!..."
Os Forcados de Évora dedicaram uma pega ao Infante Dom Henrique, Duque de Coimbra, e que no final, presidiu ainda à entrega dos Prémios "Seis Reis", ao melhor Forcado (Bernardo David, do grupo de Évora), e ao melhor Cavaleiro (Tiago Carreiras), sempre acompanhado por Jovens da sua Comitiva Real. O Grupo de Reflexão Monárquica "Pensar Real~Pensar Portugal", que acompanhou o Infante Dom Henrique, o Duque de Coimbra, para presidir à XI Tourada Real, congratula-se e agradece a excelente forma como todos os responsáveis deste grande evento Taurino, receberam a Comitiva Real. Antes da Tourada Real, a Olá e os seus convidados foram recebidos por um bufet tipicamente alentejano. A presença do numeroso grupo Jovens da Juventude Monárquica que integraram a Comitiva, foi sem dúvida marcante nesta XI Tourada Real, que se prolongou em Festa Real/Olá, no Monte das Flores. ]
VER+ EM:
Jornal Semanário Nº 1288 de 25 de Julho 2008.
(Á venda nas Bancas e bem perto de Si!)

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Há 900 anos Nascia:o I Rei de Portugal!

[El-Rei Dom Afonso Henriques nasceu no dia 25 de Julho de 1108, segundo a tradição, ou seja, há precisamente 900 anos! 25 de Julho é o dia litúrgico em que se comemora São Tiago Maior, “patrono na reconquista”, cuja devoção, a partir da Galiza, marcou a conquista cristã da Península e a formação do Reino de Portugal. O nascimento de Dom Afonso é indissociável do de Portugal. Sem a vontade expressa deste Rei, motivada pela sua , nunca teria existido Portugal, tal como nós hoje o conhecemos. Pensando no Fundador de Portugal, pensa-se naturalmente na fundação de Portugal, no seu passado, no seu presente e qual será o seu futuro. De facto a História de Portugal está marcada por um série de acontecimentos que foram marcando um caminho, um destino ao nosso país. A memória colectiva ficou indelevelmente marcada pela efeméride dos “Descobrimentos”. A partir desse período, que constituiu o apogeu de Portugal, desde a cultura à economia passando pela afirmação religiosa e politica, a fasquia ficou muito elevada. A herança deixada parece ter-se tornado não um bem mas antes um mal a suportar, um peso-morto constrangedor e castrador do nosso futuro. Mais nenhum período da história nacional conseguiu alcançar o mesmo nível, realizar os mesmos feitos, atingir os mesmos fins. No fundo é o “falta cumprir-se Portugal” de Mensagem, de Fernando Pessoa, que continua a dominar o subconsciente colectivo. É o “Quinto Império” profetizado pelo Padre António Vieira que deve ser construído e ainda não foi. É El-Rei Dom Sebastião que está para chegar e não chega… A glória do passado obriga a uma glória do presente e do futuro, que parece nunca mais se alcançar e que por essa razão nos faz passar de um “determinismo religioso” para um fatalismo do “não voltar a conseguir”. Construiu-se uma desesperança no futuro com base em falhas sucessivas no passado a pós Alcácer-Quibir, e que se repetem no presente. Contudo o nosso destino nunca foi algo predeterminado de forma irremediável, talvez por uma entidade superior ou pelo peso do passado, mas esteve sempre nas nossas mãos a sua construção, à força da nossa vontade, esta orientada para um fim, e animada por uma referência. A vontade é resultado da conjugação da razão e do pensamento com a liberdade que leva à acção. A vontade é fazer o que se quer, racionalmente, e não o que apetece, emocionalmente. Como refere o Papa Bento XVI, “ a liberdade do ser humano é sempre nova e deve sempre de novo tomar as suas decisões. Nunca podem ser tomadas por outro em nosso nome – neste caso, de facto, deixaríamos de ser livres. A liberdade pressupõe que, nas decisões fundamentais, cada pessoa, cada geração seja um novo inicio”. Na verdade cada geração deve ter a liberdade de decidir o seu presente e apesar de carregar consigo um passado, este deve ser condutor, impulsionador, e não castrador. De facto, na História de Portugal, vemos que as grandes realizações, desde a Fundação à Restauração, passando pela Expansão, foram acções pensadas destinadas a um fim, tomadas livremente pela geração de então. Talvez o que nos falta hoje é esta conjugação do pensamento à acção com vista a um fim. Ou talvez o fim que nos norteou sempre não seja o mesmo que nos norteia hoje. O Rei, a Monarquia, foi quem ao longo da nossa história sempre soube interpretar, da melhor forma, essa vontade de todo um povo. O Rei foi quem tomou a dianteira, foi a referência, no trilhar de uma caminho com vista à felicidade do seu Povo. Portugal encontra-se alienado, confuso, indeterminado. Cabe a esta geração demonstrar a sua vontade, escolher o caminho que marca a nossa identidade e dá sentido à existência de Portugal, cabe a esta geração dizer que Portugal sem Rei não é Portugal, porque sem Rei não se cumpre Portugal.
Joel Moedas Miguel tem 24 anos e é o Presidente da Juventude Monárquica de Lisboa. Licenciado em História e Docente da Escola Val do Rio está a concluir o Mestrado em Património. Colabora com Artigos de Opinião no nosso Blogue em matérias de História e Cultura, e é Membro do Grupo de Refexão Monárquica: "Pensar Real~Pensar Portugal". ]

terça-feira, 22 de julho de 2008

Tiago Tarré: Empreendedorismo Lusitano!

["Chegou-me recentemente às mãos um curioso estudo acerca da iniciativa empresarial em Portugal. Preparado pelo INE, este estudo permite-nos saber que o nosso empreendedor-tipo é homem, tem mais de 40 anos e, em termos de formação académica, não foi além do ensino básico. Quer isto significar que em Portugal transforma-se em empresário aquele que, sendo menos qualificado, não consegue a partir de um certa idade obter o emprego que desejaria?
Mais do que por uma questão de vocação, estes empresários parecem nascer antes do desespero, da falta de alternativa. São os empresários à força. Assim se compreende que a grande motivação que os leva a constituir empresas seja a perspectiva de ganhar mais dinheiro. Claro que do ponto de vista de quem investe, a motivação deverá ser sempre a criação de riqueza. Pior seria se alguém dissesse que investe para perder. Ora o que neste estudo nos parece realmente confrangedor é só 20% dos empresários considerarem a inovação do produto como factor de grande importância para o lançamento da sua empresa. Aliás, mais de 52% dos inquiridos chegaram mesmo a considerar esta componente como nada importante. Isto leva-nos a pensar que primeiro lança-se a empresa. Depois, quando tudo já estiver consumado, há-de se pensar na estratégia. A parte mais excitante deste estudo aparece no último capítulo onde são discutidos os obstáculos sentidos pelos empresários. Como já estávamos à espera, a culpa é do sistema. Economicamente falando, a culpa é da concorrência que, imagine-se, é demasiado agressiva. Esta história de atribuir constantemente a culpa aos outros, não só, já não convence ninguém, como é estéril em si mesma. A nossa economia só irá realmente crescer quando tivermos empresários como devem ser. Para tal, três sugestões. Primeiro, esta coisa de se ser empresário não é para quem precisa, mas para quem quer. Mas para querer é preciso ter vocação e para ter vocação é preciso estar aberto ao risco. Segundo, temos todos de perceber que sem a formação adequada não há sucesso. Temos de acreditar no Ensino como fonte criadora de valor para as empresas e o Ensino tem de acreditar nas empresas e estar orientado para estas. Terceiro, só faz sentido criar negócios que proporcionem objectivamente alguma mais-valia. É a chamada inovação com valor: valor para o cliente, valor para o accionista."
Aos 23 anos Tiago Tarré, licenciado em Gestão, é Docente da Universidade Católica Portuguesa e faz parte da Juventude Monárquica de Lisboa. Colabora no Blogue -"Pensar Real-Pensar Portugal"-, com artigos de opinião em matérias de Desenvolvimento Nacional, correspondendo às linhas estratégicas do projecto: "Eu Futuro"! ]

Azeite noTop:Do Packaging à Distribuição.

[O Brasil é actualmente o maior mercado do Azeite Português, representando uma quota de mercado de cerca de 60 por cento do total das exportações portuguesas do sector. A crescente preocupação dos chineses com a saúde fez disparar as importações de azeite nos últimos anos e abriu mercado para a entrada dos azeites portugueses na China. O azeite Português é já uma Marca de referência em todo o Mundo! O sucesso da produção de Azeite no nosso País, confirma a dedicação com que muitas empresas souberam dar continuidade ao seu projecto, adaptando-se às novas exigências do mercado no que respeita à qualidade, imagem e divulgação do seu produto, investindo no Packaging, nas embalagens e no cuidado da apresentação (garrafas e rótulos), matéria que em Portugal também tem muito que melhorar, sobretudo quando comparado a italianos e espanhóis. Juntamente com o vinho, o azeite é certamente o produto agro-alimentar português que mais tem evoluído nos últimos anos, apesar de termos produção há, literalmente, milénios. Nesta grande janela de negócio, a Bogaris Agriculture, empresa Espanhola, tem vindo desde 2003, a comprar Herdades no Alentejo para a produção de Azeite, pretendendo construír um dos maiores lagares europeus, com capacidade de moagem de 45 milhões de quilos. A empresa andaluza com este negócio, soma cerca de quatro mil hectares de olival no Alentejo, com rendimentos por campanha que poderão atingir os 19 milhões de euros. A produção do Azeite Nacional, em diversas regiões de Portugal, são imagem de excelência e Futuro da Economia Portuguesa. Dentro desta filosofia, destacamos a aposta do jovem João Paulo Morais e Castro, na criação do Azeite Alentejano "AZAL", onde membros do Grupo de Reflexão Monárquica "Pensar Real-Pensar Portugal", a convite do Jovem empresário, estiveram presentes no ano de 2006, em Lisboa, para o lançamento da Nova Marca, orgulhando-se do empreendedorismo que os Jovens Portugueses, têm dedicado a projectos que dignificam o nome de Portugal no Mundo. Na apresentação do novo produto, João Paulo Morais e Castro sublinhou que: "Para promover os azeites Azal, o plano de marketing da empresa visa desenvolver importantes vantagens competitivas, centrando-se deste modo nas seguintes actividades consideradas chave no primeiro ano de actividade: desenvolvimento de marca, análise competitiva, packaging, pricing e distribuição". É a nova geração a dar provas que Portugal, reune todas as condições para o seu crescimento económico e que mais empreendedorismo nacional e preparação académica: É Preciso!]

sábado, 19 de julho de 2008

Portugal Rural: Adquirir Mais é Preciso!

[ Elsa Neves é engenheira geógrafa e tem um genuíno gosto pelo que é português. Das intenções às palavras, empenhou-se num projecto já com mais de 10 anos, que deu origem à Loja" Portugal Rural", no Bairro de Campo de Ourique e que reune os sabores e saberes das várias regiões de Portugal. Hoje, são muitos os clientes que se dirigem à Loja de Elsa Neves, que está sempre disponível para receber o visitante, dando-lhe um acompanhamento personalizado e detalhado sobre as várias regiões e tradições existentes no nosso País. Entre o tradicional artesanato, servem também deliciosas criações gastronómicas tradicionais com um toque contemporâneo, as ervas de cheiro, o vinho português com certificados, as compotas, o pão, os diversos queijos, o azeite e os objectos de Alma nascidos pelas mãos dos artesãos tradicionais e contemporâneos. O Grupo de Reflexão Monárquica "Pensar Real~Pensar Portugal", aconselha vivamente a visita à Loja "Portugal Rural", onde as Marcas e os diversos Produtos Tradicionais Portugueses, nos são revelados através do Olhar e Paladar, num contexto de vanguarda e de modernidade que só dignificam Portugal.
Adquirir, Consumir e Apostar no que é genuinamente nascido pelas mãos dos artesãos de todo o nosso País é Realmente : Pensar + Portugal!... ]
SABER + Em:
http://www.portugal-rural.com/
Contacto: lojaportugalrural@mail.telepac.pt
Terça a Sexta das 10H às 21H - Sábado das 10H às 20H.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Moda Portuguesa na Expo Saragoça 08

[A jovem Estilista Portuguesa Lara Torres, admiradora de S.A.R. o Duque de Bragança, e que já arrebatou por duas vezes os lugares de 1º Prémio, nos anos de 2002 e 2003, está hoje presente na Exposição Internacional de Saragoça 2008, integrada na Moda Portuguesa e nos vários Criadores de Moda Nacionais representados no Pavilhão de Portugal. O evento internacional, conta com a exibição de um filme de 30 minutos, realizado por João Pedro Moreira, produzido pela ModaLisboa que estará em exibição na sala “Portugal Compartilha” do Pavilhão de Portugal na Expo Saragoça 2008, até ao final da Expo. O filme cruza imagens originais, associadas ao tema da Expo Saragoça 08 – “A Água e o Desenvolvimento Sustentável” – e imagens dos desfiles dos criadores, apresentados na ModaLisboa I Estoril, representativas das tendências de moda Verão 2008. Esta iniciativa ModaLisboa, integrada na Expo Saragoça 08, leva Portugal e a Moda Portuguesa a um evento internacional, que conta com a participação de 105 países, e que se estima que seja visitado por mais de 6,5 milhões de pessoas. Portugal demonstra que há uma nova geração com vontade própria de vencer além fronteiras! "Pensar Portugal" e revelar Portugueses de Talento Nacional é a Missão do nosso projecto: "Eu Futuro!" Pensar Realmente no valor Cultural do nosso Povo: É Preciso!]
VER Mais Em:
http://www.laratorres.com/
http://www.expozaragoza2008.es/

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Defesa do Artesanato Nacional: É preciso!

[ Promover os produtos típicos Portugueses em todo o mundo é já uma realidade que se processa através de novas Lojas de Design e locais da Internet para a venda de "gifts" de marca nacional, como estratégia de mercado alternativo. É em Defesa do Artesanato Português que diversas questões relativas aos materiais tradicionais e aos seus processos de fabrico, vão ser hoje discutidas no Parlamento, enquadrados num Plano de Trabalho que visa assegurar e analisar mais de 700 produtos artesanais Portugueses para que sejam adoptadas, normas de formação aos pequenos produtores sobretudo de produtos tradicionais, dando-lhes a formação necessária em matérias que abrangem métodos de Fabrico e fornecimento de produtos em menor escala. A criação de um Quadro Legal direccionado para este sector pela Comissão Europeia, pretende assim reduzir as penalisações aplicadas pela ASAE, de modo a que a promoção dos "nossos" produtos em locais turísticos ou áreas de serviços não tendam a desaparecer. Um bom exemplo é a "possibilidade de utilizar técnicas de produção naturais como a madeira, granito, xisto ou barro, que estavam fora do previsto pelo regulamento europeu", disse ao DN Ana Soeiro, engenheira especializada nestas matérias. O conceito das novas lojas de "Gift's" de produtos nacionais e tradicionais que surgiram recentemente no mercado português, têm como objectivo manter a tradição dos produtos tradicionais existentes, relançando novas estratégias estécticas, através da "recriação" de novas linhas com imagem de vanguarda. É a nova geração a apostar fortemente na defesa dos produtos nacionais! Um projecto de defesa dos produtos nacionais com sucesso é a loja de Catarina Portas, "A Vida Portuguesa", que é um autêntico museu do património e identidade nacionais, elaborado a partir do consumismo verificado ao longo de todo o século XX até aos dias de hoje. Perservar o Artesanato Português como imagem e identidade nacional: É Preciso! ]

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Dabate-se Mesmo o Estado da Nação?

[ Fala-se de Crise, de Economia, de Desemprego, de Saúde, de Educação, de Justiça, de Falências, de Pobreza, e de Pobreza Envergonhada... debate-se tudo mas pensa-se pouco. A Partidocracia e a Clubite, não ajudam quem governa nem quem é oposição a decidir na realidade, o que é melhor para a Nação, para a Pátria e para Portugal. Ataca-se e destrói-se a Classe Média e sem Classe Média não se pode levantar País algum. Há desigualdades gritantes e não se ajudam os mais desfavorecidos. A Nação também são valores, referências e Patriotismo: Há que Pensar Portugal! Temos que educar o Povo, ensinando-lhes que um Povo sem Memória é um Povo sem Futuro. Temos que devolver a auto-estima aos Portugueses, e que se assuma de uma vez por todas que existe uma Crise de Regime. Os interesses dos Partidos e os interesses Económicos confundem-se e prejudicam a Nação. Como Monárquico, revejo-me e aconselho o Ideário Monárquico. Há quem se ande a Servir em causa própria dando um mau exemplo, sejam Monárquicos ou Repúblicanos, e pergunta-se: O que é que "Portugal Faria" ou devia "Fazer" com esses tantos? Há que dizer: Basta! Há cada vez mais pessoas em Portugal a passar fome: o que é muito grave!
S.A.R. o Duque de Bragança, defendeu também nas Jornadas do Fundão, que o Estado deve-se preocupar em dar formação às famílias sobre a forma de gerir a economia doméstica, no contexto da Crise Alimentar.
Que se evoque a História. Que se corrija as desigualdades do Presente e que se prepare o Futuro.Viva a Nação! Viva Portugal! ]
Ricardo Abranches, in "Debate da Nação".
VER na RTP:

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Clara Esteves: Apostar Nacional é preciso!

[ Da sua aposta no cultivo de produtos biológicos, Clara Esteves, admiradora de S.A.R. o Duque de Bragança, criou a Marca "Culturas da Horta" Biológica de produtos frescos obtidos e certificados respeitando as normas europeias, que se baseiam numa produção sustentável protegendo o ambiente, utilizando práticas de conservação e melhoria da fertilidade do solo e da presevação da biodiversidade, bem como o respeito pelos ciclos naturais. Clara Esteves é membro da AGROBIO e fez toda a sua vida em Lisboa, sem no entanto perder o contacto com as suas raizes. À procura do sabor genuíno dos alimentos do tempo dos seus avós, decide fazer um Curso de Educação Ambiental e embarca na aventura cultivando três hectares na Chamusca, de produtos hortículas de forma como a natureza os previu. A sua persintência é grande e hoje fornece os produtos da sua Marca registada, para Mercados e Lojas-Gourmets, alastrando assim o seu mercado até à grande área de Lisboa. "A mensagem de uma alimentação saudável está a passar e já há clientes a procurar os nossos produtos. É uma pena que as pessoas se afastem dos tradicionais mercados de venda na banca, e se dispersem pelas grandes superfícies. Hoje, a área dos produtos biológicos é um mercado promissor e com futuro". A agricultura biológica consiste em produzir alimentos respeitando o meio ambiente, não usando fertilizantes ou outros produtos artificiais e semeando nas épocas próprias, regulada por normas comunitárias."A agricultura biológica está em grande expansão em diversos países da Europa, que promovem mercados e feiras deste tipo de produtos", afirma Clara Esteves que está mesmo apostada em encontrar outras formas de ajudar a cuidar do ambiente e promover o desenvolvimento rural na Chamusca. A sua missão consiste em aumentar a confiança dos consumidores nos produtos de agricultura biológica e implementar a Marca "Culturas da Horta" no mercado nacional. Clara Esteves, participa em visitas a quintas, degustações, palestras, mercados, feiras, provas de produtos e promoções à agricultura biológica.
Quanto ao Futuro: Conquistar consumidores e apostar em Marcas Nacionais é preciso! ]

terça-feira, 8 de julho de 2008

Nuno Gaspar:Restaurar Património é Preciso!

[Com 20 anos e no 2º Ano do Curso de Restauro e Conservação, em Tomar, Nuno Gaspar, da Arqueologia à Preservação do Património, dedica-se ainda à Escultura, Fotografia e Pintura. Voltar a pôr o "Velho"-"Novo" é a sua Missão. Foi conceituado, em 2008, com o 1º Prémio no Concurso de Fotografia de Tomar onde ainda obteve uma Menção Honrosa. Na Fotografia a Concurso que iniciou em 2004, obteve duas Menções Honrosas na exposição "Almada e As Gentes", patente no Museu da Cidade. Fascinado pela Psicologia da Cor, da Forma e dos Materiais, Nuno Gaspar, desenvolve trabalhos sobre: Tela; Madeira; Paiais; Mobiliário. "A minha paixão pela fotografia leva-me ao registo do Rosto dos Povos. É através da investigação da História dos Povos e seu Património, que me entrego à captação dum determinado registo pretendido. Fui para Tomar porque é a escola mais conceituada na vertente que escolhi e pela cidade em si. Cada vez que se faz hoje um buraco em Tomar (assente numa cidade Romana), conhecemos técnicos de todo o mundo que se deslocam para cá." Mergulhar no passado, recuperá-lo e trazê-lo à memória colectiva: é o seu objectivo de futuro. "A máquina fotográfica acompanha-me sempre para realizar registos do tecido envolvente, e para captar os Rostos dos seus habitantes. Sou fascinado pela diferença racial dos Povos! " Nuno Gaspar, tem como meta presente a "Especialização em Restauro", em Itália, integrado no "Programa Erasmos". Em LER, VER e OUVIR Destaca: Camões; Fernando Pessoa; Júlio Dinis; Júlio Verne; Eça de Queirós; Vitor Hugo; Ana Moura; Adriano Correia de Oliveira; Mariza; Carlos do Carmo; Paula Rego; Vieira da Silva;Francisco Simões; Manuel de Oliveira. A música levou-o à Tuna Académica Templária de Tomar da qual faz parte. É membro voluntário da CIRE,(Centro de Reabilitação e Integração de Tomar), colaborando em accções de Solidariedade e Campanhas de Sensibilização para a angariação de alimentos, vestuário e com animações culturais. "Portugal precisa do envolvimento de todos nós em causas nobres para o seu desenvolvimento. Perde-se muito tempo a dizer mal do vizinho e nada se faz por ele. É essa mudança de mentalidade que a minha geração quer fazer!" Numa prespectiva de futuro, Nuno Gaspar, está consciente do actual défice das políticas culturais, e na falta de Mecenato para a Preservação do Património Português. "Do muito que há a fazer: é preciso que se invista na criação de Micro Empresas detalhadas nesta área." Da ficção à realidade, Nuno Gaspar, admira a arte de Manuel Oliveira (o cineasta que Dustin Hoffman referiu recentemente com quem gostaria filmar), pela forma como capta o Património. Da História, o Rei que mais o marca é El-Rey D. Afonso Henriques: O Fundador de Portugal. Revê-se na Família Real Portuguesa, e na orientação do Ideário Monárquico transmitida pelo seu amigo Ricardo Abranches. Chegou à Monarquia pela mão do seu Pai e há três aspectos que o definem: História de Portugal; Monarquia e Restauração!...
Quanto ao Futuro: Valorizar o nosso Património é Preciso!]

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Tiago Esquetim: Exportar qualidade é preciso!

[ O Gestor Agrícola Tiago Esquetim, tem 28 anos e é o Representante da Juventude Monárquica em Elvas. Presentemente gere na mesma região, um projecto na área da Florestação e Olival. Licenciado em História, frequentou o Curso de Relações Internacionais, e optou por adquirir conhecimentos académicos nas áreas de Gestão de Micro e Pequenas Empresas para dar resposta a um projecto que tem vindo a desenvolver na área da Gestão Agrícola e Turística vocacionada para o Alentejo. De famílias alentejanas,Tiago Esquetim, divide-se entre Lisboa e Elvas porque a "política e o campo" estão no seu projecto de vida. No seu percurso político, concorreu já em eleições autárquicas como "Cabeça de Lista" à Junta de Freguesia de Santiago, em Lisboa pelo PSD. "A Juventude tem que ter voz e fazer-se ouvir! Para isso, temos que ter um papel activo na reforma das políticas actuais. Em matérias governativas, a Agricultura e o Alentejo em especial, têm estado sempre em patamares de segundo plano! Temos urgentemente que criar incentivos de desenvolvimento no interior do nosso País para não o desertificar. Para se contrariar os actuais índices de desenvolvimento, é preciso investir na criação de novas medidas para o sector da Gestão Agrícola e Turística, mas de modo responsável e com qualidade!" Além da paixão pela terra, a fotografia e as antiguidades,Tiago Esquetim, dedica-se ainda ao restauro de automóveis antigos. O seu interesse pela "arte de bem cavalgar", levou-o à Federação Equestre, onde pratica o seu desporto preferido. Em Ler, Ouvir e Ver, destaca: "As Pupilas do Senhor Reitor" de Júlio Dinis; "A Aparição" de Virgílio Ferreira; Madre Deus; GNR; Xutos & Pontapés; Maria João Pires, e o Arquitecto Português Raul Lino. Na sua análise como Gestor, Tiago Esquetim, afirma que para Portugal atingir os índices desejados de desenvolvimento, é preciso apostar na Criação de Marcas genuinamente Portuguesas e direcioná-las para a exportação de produtos e produções nacionais. "O Alentejo é Terra, e desta Terra exportamos com reconhecido sucesso Internacional: Azeite e Vinho para todo o Mundo!" Como Representante da Juventude Monárquica em Elvas, pretende desenvolver no Alentejo as linhas estratégicas do "Ideário Monárquico" transmitidas pelo seu amigo e referência Ricardo Abranches. Tiago Esquetim, faz parte da Juventude Monárquica de Lisboa, e revê-se na Família Real Portuguesa. O Rei da História de Portugal que mais o marca é El-Rey D. Carlos I, que para além das inúmeras qualidades que possuía era um Homem que adorava o campo e especialmente o Alentejo! Quanto ao Futuro: Exportar "Portugal" com qualidade é Preciso!]

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Francisco Moita Flores: Há mistérios que sobrepõem a razão!

[ Ontem, a Juventude Monárquica de Lisboa esteve presente em mais um Jantar Vá-Vádiando, cujo orador foi Francisco Moita Flores, actual Presidente da Câmara de Santarém. No tema apresentado, foram abordados os seus projectos premiados e adaptados para a Televisão Portuguesa, e o seu percurso como estudante e profissional da Polícia Judiciária. Moita Flores encantou o público presente com a sua experiência de vida que transmitiu a todos provocando tensões emocionais que oscilaram entre a "angústia" e o "cómico", através dos detalhes da sua vida como polícia, criminalista, escritor e pessoa. O alentejano que foi para polícia pela mão do seu cunhado, ao fazer públicamente o balanço da sua vida, arrancou de si e provocou nos outros: "O grande mistério da espiritualidade!" Os seus testemunhos e os casos a que esteve envolvido como detective, levaram-no ao encontro das grandes questões sobre a vida e a morte, ao que concluio emocionado que: A Vida vence sempre a Morte! Moita Flores, tem como sua grande paixão: a família. Eça de Queirós que lia aos 8 anos, levaram-no à escrita. Neste jantar, entre muitos conhecidos de várias áreas profissionais, o Presidente da Juventude Monárquica, Joel Moedas-Miguel e o Vice-Presidente da Juventude Monárquica, Duarte Calheiros, que ficaram à sua frente na mesa deste encontro, tiveram a oportunidade de trocar ideias e opiniões sobre aspectos gerais da política nacional, e das actividades dos Monárquicos na sociedade civil. Na análise sobre os anteriores oradores destas tertúlias, entre os presentes, foi destacado ainda Gonçalo Ribeiro Telles, como pessoa e pelo seu discurso direcionado para assuntos da actualidade nos problemáticos sectores do ambiente. Moita Flores em conversa com os Jovens Monárquicos, falou do Congresso da Causa Real realizada em Santarém em Janeiro deste ano, onde Paulo Teixeira Pinto foi eleito Presidente, e que foi uma honra em ter estado presente na sessão de encerramento onde fez questão de entregar pessoalmente a S.A.R. o Duque de Bragança, uma peça que escreveu sobre a Rainha D. Luísa de Gusmão casada com El-Rey D. João IV. Ontem, a Juventude Monárquica alargou a acção "Eu Futuro", através da sua presença em novos públicos, actuando como espectadores e intervenientes no "diálogo" que nos reune a todos nós, em torno dos diversos conceitos culturais nacionais.]