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quinta-feira, 12 de março de 2009

Portugal: Tradição e História no Programa "30 Minutos"ABC Repórter [Brasil~Media]

[ O Movimento Pensar Real ~Pensar Portugal destaca a peça jornalística do Programa "30 Minutos", apresentado pelo diretor do jornal ABC Repórter, Walter Estevam Jr, que ontem foi dedicado inteiramente a Portugal, com especial entrevista do diretor de Turismo de Portugal no Brasil, Paulo Machado. "Portugal reúne tradição e modernidade em um mesmo território. É um país magnífico e repleto de paisagens deslumbrantes", detalhou Machado. Berço do fado, Portugal conta com excelentes vinhos, castelos, a luz excepcional de Lisboa, a policromia dos azulejos, o café curto, a gastronomia, as ruas de pedras, os casarios, as festas populares, as aldeias históricas e muitas outras atrações. Tudo isso é Portugal. Hoje, o país é o segundo destino dos brasileiros na Europa e é o país que mantém a maior frequência semanal de vôos entre o Brasil e o continente europeu. O turista encontra completa infra-estrutura turística, além de bons preços e da hospitalidade portuguesa. Sem contar, a modernidade que boa parte do público brasileiro ainda desconhece. O Algarve, no Sul de Portugal, é por excelência um pólo turístico internacional, de muitos europeus, sobretudo britânicos. O clima e a temperatura da água são os principais factores que contribuem para o grande crescimento do turismo nesta região. Já Lisboa atrai muitos turistas pela história e pelo recheio de monumentos (como o Aqueduto das Águas Livres, a Sé Catedral, a Baixa Pombalina, a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos). Os seus grandes pontos turísticos são os museus nacionais de Arte Antiga, dos Coches e do Azulejo, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Centro Cultural de Belém e o Teatro Nacional de São Carlos. De destacar também o Oceanário de Lisboa, a diversão nocturna e toda a área envolvente ao recinto da Exposição Mundial de 1998. A Península de Setúbal tem várias características naturais e culturais destacando-se a Serra da Arrábida, as praias de Almada e Sesimbra, a baía natural do Seixal, as salinas de Alcochete, os moinhos de maré, as embarcações típicas do Tejo e Sado, as antigas vilas piscatórias e toda a fauna e flora ribeirinha". Pensar Real~Pensar Portugal, congratula-se de ver referênciado nos Media: o Património Cultural Real e as Tradições Portuguesas em destaque nos Media de cariz Internacional, onde a História de Portugal coloca o nosso País na rota do Turismo Cultural de Excelência.]
FONTES & VER+EM:

sábado, 21 de fevereiro de 2009

"Idanha-a-Velha Marialva": No Programa Encontros com o Património TSF [Arquivo]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal que hoje vai estar na Beira, dá destaque ao programa da antena TSF -"Encontros com o Património" -, emitido a 20 Novembro de 2007, dedicado à Aldeia Histórica: "Idanha-a-Velha. Sob o reinado de D. Afonso Henriques (1112-1185), o patrimônio fundiário da Ordem dos Templários estendeu-se até à Beira Baixa, com a doação de Idanha-a-Velha e de Monsanto, a D. Gualdim Pais, 6º Mestre da Ordem em Portugal, conforme Carta de Doação passada pelo soberano em 30 de Novembro de 1165: Afonso, notável rei do Condado Portucalense, filho de Henrique e da Rainha D. Teresa e neto do grande e ilustríssimo Imperador de Espanha, por nós ao mestre Galdino e a todos os Irmãos da Ordem dos Templários que estão no meu reino, faço uma vasta e fortíssima doação da região da Idanha[-a-Velha] e de Monsanto com os limites: Seguindo o curso da água do rio Erges e entre o meu reino e o de “Legiones” até entrar no [rio] Tejo e da outra parte seguindo o curso da água do [rio] Zêzere que igualmente entra no Tejo (...). Posteriormente, seu filho e sucessor, D. Sancho I (1185-1211), em 1197, confirmou a doação de Idanha-a-Velha ao 7° Mestre da Ordem, D. Lopo Fernandes, que complementou, em 1199, com a doação da Açafa. Constituiu-se assim um vasto domínio que se estendia do termo de Idanha até ao de Belver. Visando o seu povoamento e o reforço de sua defesa, o rei D. Sancho I (1185-1211) outorgou-lhe Carta de Foral (1201), tendo feito a doação dos seus domínios à Ordem do Templo. O seu sucessor, D. Afonso II (1211-1223), confirmou esta doação e o foral (1229), rebatizando a povoação com a atual toponímia (Idanha-a-Nova), para distinguí-la antiga Idanha (doravante Idanha-a-Velha), a Civitas Igaeditanorum romana, Egitânia dos Suevos e Visigodos, Eydaiá dos Muçulmanos, a dezoito quilômetros de distância. A vila de Idanha-a-Nova desenvolveu-se bastante desde então, ao mesmo tempo em que Idanha-a-Velha entrava em progressiva decadência. Em fins do século XV, D. Manuel I (1495-1521), admirou-se com a diferença do desenvolvimento das duas Idanhas (1496) e, em Junho de 1510, reconhecendo o progresso de Idanha-a-Nova, concedeu-lhe Foral Novo. O Castelo nos vários reinados e as Aldeias Históricas nos dias de hoje. ]
OUVIR O PROGRAMA TSF DEDICADO A IDANHA-A-VELHA:
http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=891122