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terça-feira, 27 de abril de 2010

Assim vai a República nas Palavras de Francisco Moita Flores [Media]

[ "O povo republicano está na praia e o ritual cumpre-se mais por obrigação do que por afeição". Frase de Francisco Moita Flores, em artigo de opinião publicado no Jornal "Correio da Manhã", no dia 25 Abril de 2010.]
FONTES & VER+EM:
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelID=00000093-0000-0000-0000-000000000093&contentID=4751EE24-13C3-4DBC-A18B-6B193A46D28C

quarta-feira, 3 de junho de 2009

UE:Tauromarquia & Políticos: À defesa da bela Arte do Toureio e da Tradição Portuguesa!

[ O Movimento Pensar Real~Pensar Portugal, defensor das Tradições Portuguesas e da Arte do Toureiro, faz uma chamada de atenção para o artigo de opinião de Maurício do Vale, publicado hoje no Jornal Correio da Manhã. "Entre os políticos espanhóis e portugueses, em relação à tauromaquia, há diferenças que fazem entender muita coisa. Não há muito tempo, o rei de Espanha entregou alguns prémios das Belas Artes e das Ciências na arena da Real Maestranza de Sevilha. E quando os entregou a um toureiro antigo e a outro moderno, disse-lhes: “A vós, que defendem com ciência a bela arte do toureio!” Significativo... Todos os anos a tauromaquia é premiada oficialmente em Espanha. E quase sempre as mais altas individualidades presidem aos actos de entrega. Políticos com personalidade e auto-estima defendem valores do país com serenidade. Tentam em Bruxelas contra “globalistas cegos ou abusivos” e, ao defenderem Espanha, defendem a tauromaquia de Portugal, ao contrário de alguns dos nossos... Recentemente, o rei e o primeiro-ministro José Luis Zapatero participaram num jantar de gala em honra do presidente francês Nicolas Sarkozy. Lá estavam três protagonistas taurinos: os franceses Simon Casas (empresário) e Sebastián Castella (matador) e o retirado Curro Romero, em representação do toureio espanhol! E por cá? Têm medo de quê? Vergonha de ser portugueses? Que falta nos fazem as convicções e personalidades de alguns políticos espanhóis!..." in Maurício do Vale - Jornal Correio da Manhã.]

terça-feira, 5 de maio de 2009

"Encontro do Aficionado": Praça de Toiros do Campo Pequeno em Lisboa [ 7 Maio ]

[ No dia 7 de Maio abre a temporada de 2009 na Praça de Toiros do Campo Pequeno em Lisboa. Após as solicitadas manifestações de apoio à Festa dos Toiros dirigidas ao Governo Civil de Lisboa e que se vai realizar junto da Praça de Toiros do Campo Pequeno, este “Encontro do Aficionado” será a forma actual mais dignificante de todos os aficionados Portugueses exprimirem a sua Aficion. É no contexto da Tradição Portuguesa que, convidamos todos os aficionados para, no dia 7 de Maio, a partir das 19H00, começarem a juntar-se em frente à Praça de Toiros do Campo Pequeno que, pelas 20H00, terá o seu grande momento. Em todas as datas de corridas do Campo Pequeno, pretendemos expressar desta forma a nossa Aficion. O "Encontro do Aficionado" conta com a colaboração da: AMVAT (Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas), ANGF (Associação Nacional de Grupos de Forcados), APCTL (Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide), APET (Associação Portuguesa de Empresários Taurinos), SNTP (Sindicato Nacional de Toureiros Portugueses) e a Empresa Toirolindo. Se és pela Festa dos Toiros passem mensagem juntos dos vossos amigos para marcarmos presença neste "Encontro do Aficionado". Sabemos que os anti-taurinos marcaram para as 19H30 uma manifestação junto da porta dos artistas (porta de entrada dos cavalos). O Movimento Pensar Real ~Pensar Portugal e a Juventude Monárquica, pedem a todos os aficionados para não darem qualquer tipo de relevo à manifestação que os anti-taurinos agendaram para a mesma data. Todos os aficionados não se devem envolver ou dar qualquer importância a tal facto, de modo, a dignificar todos aqueles que defendem e promovem o "Encontro do Aficionado".]
João Embaixador - Membro da Juventude Monárquica.

segunda-feira, 2 de março de 2009

363 Anos da Coroação de Nossa Senhora da Conceição:Rainha de Portugal[25 Março 2009]

[ Em 1646, Portugal ajoelhou por inteiro aos pés da sua Rainha, a Imaculada Conceição. Esse gesto de então foi feito em perfeita comunhão nacional, a uma só voz, como se de uma só pessoa se tratasse. Em 2009, 363 anos depois, abre-se como medida de um círculo um novo ciclo de tempo. Não se repetindo a História, parece, contudo, repetir-se similar atmosfera de incerteza e de angústia... Vivemos hoje tão absolutamente subjugados ao domínio do relativismo e da tecnologia, que quase tomamos o Divino como inexistente e a natureza como adjacente. Neste vazio dificilmente imaginamos os Portugueses do nosso tempo abertos e confiantes no gesto admirável dos de outrora. Nao se repetindo, é certo, a História, pode, todavia, cada um de nós, em seu íntimo e como decisão vital, tornar-se fiel filho/servo da mesma Mãe/Rainha Imaculada, tal como há 363 anos o fez D. João IV. Ao fazê-lo, cada um ampliará num eco e na infinitude do seu coração o infinito amor a Nossa Senhora da Conceição, amor que os nossos antepassados semearam em nós. Agora, não sendo Portugal que se levanta como um só, é cada um que se levanta como sendo Portugal. Que se abra, pois, o nosso coração na terra fértil onde possam crescer livremente as flores que Maria Santíssima, por Jesus Cristo Nosso Senhor, deposita no trono do Pai Celeste. Portugal, na sua Gloriosa História, sempre defendeu a Conceição Imaculada de Nossa Senhora. Floresceu esta particular devoção no séc. XIII, e já no séc. XIV, em 1320, foi introduzida a festa da Imaculada Conceição por D. Raimundo, Bispo de Coimbra. Com a morte do Cardeal-Rei D. Henrique, em 1580 sobe ao trono durante um mês D. António, o Prior do Crato, que foi derrotado na Batalha de Alcântara, pelo exército enviado por Filipe II de Espanha, ficando Portugal sob o dominio espanhol durante quase 60 anos. Em 1639, começa-se a “preparar terreno” para a ascenção da Casa de Bragança ao trono, assim, após a revolução de 1 de Dezembro de 1640, D. João, Duque de Bragança, desloca-se para Lisboa onde foi aclamado Rei e logo depois manda celebrar na Capela Real, a 8 de Dezembro, imponente solenidade em honra de Maria Santíssima. O Rei “Restaurador” sentia o desejo de engradecer a Mãe de Deus por tantas graças concedidas a Portugal por Sua intercessão e, assim, no dia 25 de Março de 1646, estanto as cortes reunidas com o seu soberano, foi lida pelo secretário de Estado (depois de joelhos pelo Monarca) a Provisão Régia onde El-Rei consagrava Rainha de Portugal Nossa Senhora, desta forma os Monarcas Portugueses acharam por bem abdicarem da coroa nas suas cabeças, passando a serem representados ao lado da mesma. Mais tarde, no reinado de D. Pedro II, o Papa Clemente X respondeu ao pedido de D. João IV que a Imaculada Conceição fosse a “Senhora das terras Lusitanas”. O Papa enviou um breve Apostólico: “Exima dilectissima”, dado a 8 de Maio de 1671, confirmando a eleição de Nossa Senhora da Conceição como Padroeira principal de Portugal. No proximo dia 25 de Março, Vila Viçosa, o altar da Pátria Portuguesa, volta a enfeitar-se em trono florido, sob o manto azulíssimo de Maria Rainha, qual céu protector, ao qual ajoelhe cada Português e que ao erguer-se, se saiba semente fértil e flor pequenina, flor aberta para sempre à Majestade e Grandeza Paternal e Amorosa de Deus. ]
Seminarista Tiago Pacheco Pinto
Artigo de Opinião

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Política: Juventude Monárquica de Lisboa - "O Fermento do Futuro!"

[ Ontem, teve lugar em Lisboa a abertura do ciclo mensal de Jantar/Debate, que irá ocorrer durante a agenda de 2009 da Juventude Monárquica de Lisboa, sob o tema "O Rei: O Rosto de um País" proferido por o Orador Convidado Ricardo Abranches, além dos jovens presentes reuniu alguns convidados surpresa. Dos conteúdos que estiveram em cima da mesa, foram abordados momentos marcantes da História de Portugal, centralizando-se principalmente na figura do Rei como o rosto que marca a imagem de um País. Com o desagrado da Juventude Monárquica de Lisboa, o ano 2008 ficou marcado pelos défices na presença das actividades socio-culturais, que até então foram desenvolvidas nos anteriores anos. Duarte Calheiros - Vice Presidente da Juventude Monárquica de Lisboa-, lamentou profundamente que alguns elementos sem créditos culturais evidenciados na praça pública, tentem destruir o esforço desenvolvido ao longo dos anos, "o mesmo que nos posicionou e nos fez alcançar diversas actividades culturais na agenda da cidade de Lisboa, e nos cadernos da Sociedade e Política dos Media a nível nacional". O "Vazio" dos conteúdos culturais e académicos de tais elementos que nada têm a acrescentar, à cidadania e em geral aos portugueses, "são factos que nada correspondem aos objectivos e preocupações que nos motiva para continuar a trilhar o nosso caminho", acrescentou. A Juventude Monárquica de Lisboa fala da "Obra" realizada e do "Trabalho do Rosto", junto do Povo e das elites intelectuais que levam o nome de Portugal além fronteiras. "Falamos da expressão cultural, que nas suas mais diversas vertentes a nossa geração tem vindo a contribuir para destacar Portugal como forte promissora nas áreas culturais. Quebradas as barreiras que nos levaram tantas décadas ao esquecimento das nossas actividades e linhas estratégicas do pensamento Monárquico junto do Povo Português e nos Media, a Juventude continuará o seu caminho de forma independente, crentes que o caminho que nos fez chegar aqui, é o que devemos seguir de modo a fazer passar a nossa mensagem para um público mais abrangente". No alinhamento da nossa agenda estão previstas ocorrerem até 2010, actividades e acções públicas que promovam e divulguem a cultura portuguesa . Estamos preparados para escamutiar todas as armadilhas e desafios que o futuro nos reserva, e sempre reservou na história da Humanidade. A Juventude Monárquica de Lisboa, deixou claro que pretende avançar com uma agenda própria de actividades vocacionadas para assuntos da actualidade, seguindo: "o espiríto dos Conjurados." "Quais as melhores armas para esta luta?..." foi a pergunta que ficou em aberto, terminando desta forma o encontro na voz do Presidente da Juventude Monárquica de Lisboa, Joel Moedas Miguel.]
Por Ema Quintas

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Juventude Monárquica: O "Homem do Leme" e os 30 anos dos Xutos & Pontapés [Música]

[ Uma das mais carismáticas bandas de rock nacionais, os Xutos & Pontapés, celebram hoje, dia 13 de janeiro: 30 anos que subiram pela primeira vez ao palcos. Para comemorar as trés décadas de carreira, esta terça-feira, a banda, vai dar um concerto em Lisboa, com festa em que mostram o novo CD. A Juventude Monárquica de Lisboa, não quer deixar de felicitar aqui, os Xutos & Pontapés pelas três décadas de carreira e por cantarem em Português, promovendo a cultura Potuguesa não só a nível nacional, como em todo o Mundo. A música "Homem do Leme", reflete bem o espirito deste grupo que é também o espirito Português - saber ultrapassar os obstáculos e tempestades que vão surgindo na viagem. O "Homem do Leme" é a vontade de todo o Povo em sintonia com a vontade do seu Rei unidos na luta por um Portugal que se afirma no Mundo. Será que hoje a vontade do Povo Português se reflete nos seus governantes? E quem é hoje o "Homem do Leme"? Há 100 Anos que a Caravela Portuguesa está à deriva e um outro adamastror a atrai para o abismo negro do mar desconhecido. A Juventude Portuguesa quer um "rumo" e um "alguém" que leve o País a bom porto. Quer "alguém" que interprete realmente a vontade de todo um Povo com mais de 800 Anos. A Juventude quer um Futuro para Portugal. A Juventude quer um Rei! ]
Fernando Pessoa - Mensagem
O mostrengo que está no fim do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
À roda da nau voou trez vezes,
Voou trez vezes a chiar,
E disse, «Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?»
E o homem do leme disse, tremendo,
«El-Rei D. João Segundo!»
«De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?»
Disse o mostrengo, e rodou trez vezes,
Trez vezes rodou immudo e grosso,
«Quem vem poder o que só eu posso,
que moro onde nunca ninguem me visse
e escorro os medos do mar sem fundo?»
E o homem do leme tremeu, e disse,
«El-Rei D. João segundo!»
Trez vezes do leme as mãos ergueu,
Trez vezes ao leme as reprendeu,
E disse no fim de tremer trez vezes,
«Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um Povo que quere o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
De El-Rei D. João Segundo!»

In- "O MOSTRENGO"

FONTES & VER +EM:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1070811

segunda-feira, 28 de julho de 2008

A Preocupação Ambientalista dos Reis de Portugal e o Dia Nacional da Conservação da Natureza.

[ Hoje dia 28 de Julho, é o Dia Nacional da Conservação da Natureza, data consagrada por deliberação do Governo em 1998, por ocasião do quinquagésimo aniversário da Liga para a Protecção da Natureza (LPN): A Associação de Defesa do Ambiente mais antiga da Península Ibérica. Nas Comemorações deste dia, recordamos El-Rey D. Afonso V : O "Africano". No seu Reinado passou-se o Equador, descobriram-se as Ilhas, incrementou-se os Descobrimentos, fizeram-se importantes Reformas e Legislou-se em Benefício da Conservação da Natureza! Amante do Renascimento da Caça e da Música, Melomano e Senhor de uma excelente Voz de Tenor, D. Afonso V foi o 12 Rei de Portugal. Em facetas da História que a História pouco conhece, salientamos hoje, no Dia Nacional da Conservação da Natureza, a importância relevante em que já no seu tempo El-Rey D. Afonso V, destacava na sua agenda política: Matérias relativas às preocupações Ambientalistas e determinantes da Defesa da Natureza. Hoje, o nosso Príncipe e nosso Rei, S.A.R. o Duque de Bragança, defende e dá Voz à Defesa da Natureza para que os Portugueses possam ter uma melhor qualidade de vida. Gonçalo Ribeiro Telles, uma grande referência de todos nós, tem também tido um papel importante, na Defesa Nacional da Conservação da Natureza e nas questões Ambientais, através do seu percurso e desempenho na vida política portuguesa.]
Viva Portugal!
Viva a Defesa do Ambiente!
Ricardo Abranches in:"A Preocupação Ambientalista dos Reis de Portugal e o Dia Nacional da Conservação da Natureza".
Sobre El-Rey D. Afonso V, pode-se ler na Wikipedia o seguinte:
"D. Afonso V, cognominado o Africano pelas conquistas que fez no norte de África, décimo segundo Rei de Portugal (terceiro da dinastia de Avis), nasceu em Sintra a 15 de Janeiro de 1432 e morreu na mesma vila a 28 de Agosto de 1481. Era filho do rei Duarte de Portugal e de sua mulher, a princesa Leonor de Aragão. Afonso V sucedeu a seu pai em 1438, com apenas seis anos. (...) Em 1442, D. Afonso torna-se no homem mais poderoso de Portugal e num dos mais ricos da Europa. D. Afonso V concentrou-se na expansão no Norte de África, iniciada em 1415 com a conquista de Ceuta. O cognome de “Africano” decorre das campanhas no Norte de África, em resposta ao apelo do Papa Calisto III à cruzada, na sequência da queda de Constantinopla em 1453 e consequente avanço turco na Europa; em 1458, conquistou Alcácer Ceguer e, em 1471, Arzila e Tânger, passando então a usar o título de Rei de Portugal e dos Algarves, de aquém e de além-mar em África. O seu reinado fica assinalado pela protecção das artes e das letras, tendo ainda sido publicadas as Ordenações Afonsinas, a primeira compilação de Leis do reino." (...)
FONTES:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_V_de_Portugal
http://dn.sapo.pt/2008/07/28/sociedade/pioneiros_defesa_natureza_homenagead.html
http://www.lpn.pt/site.html#35-PT

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Dabate-se Mesmo o Estado da Nação?

[ Fala-se de Crise, de Economia, de Desemprego, de Saúde, de Educação, de Justiça, de Falências, de Pobreza, e de Pobreza Envergonhada... debate-se tudo mas pensa-se pouco. A Partidocracia e a Clubite, não ajudam quem governa nem quem é oposição a decidir na realidade, o que é melhor para a Nação, para a Pátria e para Portugal. Ataca-se e destrói-se a Classe Média e sem Classe Média não se pode levantar País algum. Há desigualdades gritantes e não se ajudam os mais desfavorecidos. A Nação também são valores, referências e Patriotismo: Há que Pensar Portugal! Temos que educar o Povo, ensinando-lhes que um Povo sem Memória é um Povo sem Futuro. Temos que devolver a auto-estima aos Portugueses, e que se assuma de uma vez por todas que existe uma Crise de Regime. Os interesses dos Partidos e os interesses Económicos confundem-se e prejudicam a Nação. Como Monárquico, revejo-me e aconselho o Ideário Monárquico. Há quem se ande a Servir em causa própria dando um mau exemplo, sejam Monárquicos ou Repúblicanos, e pergunta-se: O que é que "Portugal Faria" ou devia "Fazer" com esses tantos? Há que dizer: Basta! Há cada vez mais pessoas em Portugal a passar fome: o que é muito grave!
S.A.R. o Duque de Bragança, defendeu também nas Jornadas do Fundão, que o Estado deve-se preocupar em dar formação às famílias sobre a forma de gerir a economia doméstica, no contexto da Crise Alimentar.
Que se evoque a História. Que se corrija as desigualdades do Presente e que se prepare o Futuro.Viva a Nação! Viva Portugal! ]
Ricardo Abranches, in "Debate da Nação".
VER na RTP:

segunda-feira, 30 de junho de 2008

João Nunes Oliveira: Mensagem à Juventude!

[ Escrever para um público, seguramente tão diverso como é o deste "blog" não é tarefa fácil, no entanto, habituei-me ao longo de seis décadas a aceitar desafios, assumir as minhas ideias e tentar transmitir aos vindouros os princípios em que fui educado, são eles:- Amar Portugal e a sua (e minha) Família Real; Respeito pela palavra dada; Verticalidade nos actos; Perdoar e ajudar o meu semelhante! Não é fácil viver com estes princípios, num mundo cada vez mais individualista, em que é mais importante o "ter" que o "ser", mas, desde muito cedo optei e bem, pelos valores que defendo. Compete à Juventude de hoje, (é para ela que escrevo) optar pelos difíceis princípios que escolhi, ou integrar-se numa sociedade de vendidos e comprados. Ao optar por esta, a Juventude deixa de ter opinião, (porque foi comprada) sobre as coisas mais importantes que afligem Portugal, tais como: a Chefia do Estado, o Ambiente, o Património, a Qualidade de Vida, a Saúde, o Ensino, a Justiça, e.t.c. O meu avô materno, (trabalhador rural) foi o mentor desta minha forma de estar na vida, e, na sua condição de pouco letrado, dizia-me: "Tudo começa com uma faculdade que Deus deu ao homem; a curiosidade. Sem curiosidade, não se aprende, não se analisa, logo, não há opinião formada". Dizia-me ainda, para não levar muitos a sério os iluminados, nomeadamente, os que se dizem muito inteligentes, uma vez que a inteligência, tem como principal aplicação diária, combater a esperteza. E a vida diz-nos, que há mais espertos que inteligentes. Para terminar quero deixar mais um testemunho do meu grande professor, a todos os jovens do meu país. Dizia-me antes de me deixar: "A única mágoa com que parto, é não ver o meu Portugal com o meu Rei! "
Por mim, tudo farei para não partir com a mesma mágoa.
João Nunes Oliveira - Vice-Presidente da Real de Lisboa.]

sexta-feira, 27 de junho de 2008

"A Camarilha"

[Historicamente os últimos anos da Monarquia, não foram anos fáceis. No Reinado de D. Luís, tudo se preparava para um tempo muito eficaz no campo do progresso e da modernidade, mas infelizmente o Rei não teve junto de si, conselheiros competentes. Nesse tempo foram morrendo os últimos melhores Homens de Época, tais como, Saldanha, Herculano, Sá da Bandeira, Sampaio, Fontes e outros. Só Oliveira Martins, Arnoso, Mafra e poucos mais, eram figuras gradas ou emergentes da Nação. A estrutura e algumas figuras medíocres da Época, envolviam-se em tertúlias de janotas e snobs, que se passeavam no passeio das vaidades, das intrigas e do divisionismo, que penalizaram fortemente o Regime o Rei e a Nação. No Reinado de D.Carlos, este também foi vítima dessa "Camarilha" como na Época lhe chamavam, e dizia-se à "boca cheia" que o "Bragança" estava só. Em 1910, entre os piores perseguidores dos Monárquicos e do Regime, foram "Membros" dessa "Camarilha", que vindos de Partidos Monárquicos se tornaram ferozes perseguidores dos seus antigos pares. (Exemplo: José Maria de Alpoim, entre outros.) Os Monárquicos ainda hoje, se dividem em lutas, desavenças e intrigas, não no campo do adversário, mas no terreno dos próprios corregilionários. Hoje, há quem não tenha aprendido com a História e, se esquece que acima de tudo, devemos estar unidos pela Fé, Dever e Lealdade, em torno do Chefe da Casa Real.
Viva Dom Duarte, Viva o Rei, Viva Portugal! ]
Ricardo Abranches.

Rifão Popular:"Quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele!"