Mostrar mensagens com a etiqueta Concertos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Concertos. Mostrar todas as mensagens

sábado, 9 de janeiro de 2010

Capella Patriarchal: Concerto do Ano Novo do Patriarcado de Lisboa, apresenta obras portuguesas do Séc XVI ao XIX [ Hoje ]

[ Pensar Real~Pensar Portugal, destaca o grande concerto do Ano Novo que se realizará hoje, pelas 21H30, na Sé Patriarcal de Lisboa, a que assistirá o cardeal-patriarca, D. José Policarpo, realizado pela Capella Patriarchal, um agrupamento dirigido pelo organista João Vaz. O organista salientou em entrevista à Lusa, que "a maioria destas obras só muito recentemente foi descoberta", nomeadamente no Arquivo da Sé Patriarcal, como é o caso do hino "Crudelis Herodes", de frei José Marques da Silva, que tem a sua "primeira audição moderna". Além de João Vaz, constituem a Capella Patriarchal Mónica Santos e Marisa Figueira (sopranos), Carolina Figueiredo (contralto), João Moreira (tenor), Manuel Rebelo e Sérgio Silva (baixos) e Marta Vicente (contrabaixo). Os compositores escolhidos são frei Diogo da Conceição, frei António Carreira, Francisco António de Almeida, Carlos Seixas e frei José Marques da Silva. De frei Diogo serão tocadas as suas três obras conhecidas: "5 versos de 8º tom", "Meio registo de 2º tom" e "Batalha de 5º tom". O manuscrito com estas obras é, segundo João Vaz, "um dos mais importantes registos da intensa actividade organística que se desenvolveu no Norte de Portugal no século XVII". Referindo-se à peça "Meio registo", João Vaz afirmou que "explora uma característica típica do órgão ibérico: o teclado partido". O "teclado partido", explicou Vaz, "é dividido entre o Dó e o Dó sustenido centrais". Quanto à "batalha, era um género muito em voga no século XVII, procura descrever um combate verdadeiro, fazendo uso dos recursos do órgão ibérico, nomeadamente da trompetaria horizontal", afirmou. De frei Carreira, será interpretado "Missa", cujo manuscrito é conservado no Arquivo da Sé Patriarcal. Os outros dois compositores, Francisco António de Almeida e Carlos Seixas, revelam "a italianização que se fez sentir na música nacional". De Almeida será interpretado "Responsório Si quaeris miracula para a festa de Santo António" e de Seixas a Sonata para órgão em Sol Maior e o "Responsório Hodie nobis para a festa do Natal". Duas composições de Frei José Marques da Silva encerram o concerto. São elas o hino "Crudelis Herodes" para a festa dos Reis Magos e "Benedictus dominus Deus Israel". A Capella é um projecto musical que visa, explicou João Vaz, "divulgar os tesouros da música sacra portuguesa". Este é o terceiro ano consecutivo que se realiza o Concerto de Ano Novo do Patriarcado. ]
FONTES & VER+EM:

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

"Violinos": O Concerto no Palácio da Ajuda


[ A Orquestra de Câmara da Academia de Música de Lisboa e os "Violinhos" juntaram-se no Mosteiro dos Jerónimos no passado dia 20, para um concerto. A igreja do mosteiro foi palco de um espectáculo com música de Natal. Os "Violinos" voltam a tocar, no próximo dia 24 de Janeiro, no Palácio da Ajuda em Lisboa. In RTP ]

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Lisboa Film Orchestra: Aula Magna, em Lisboa - Concertos [ 18 e 19 Dez ]


[ Lisbon Film Orchestra, é um projecto que dedica-se a interpretar alguns dos trechos sonoros mais famosos da sétima arte. Único no género em todo o País, a Lisboa Film Orchestra apresenta-se entre hoje pelas 21H30, e amanhã às 11H30 e às 21H30, na Sala da Aula Magna, em Lisboa. O programa dos três concertos que estão agendados para os dias 18 e 19 de Dezembro, é composto por algumas das mais ricas e famosas bandas sonoras: "Guerra das Estrelas", "Missão Impossível", "Mamma Mia!", "Gladiador", "A Lista de Schindler", entre outras. Na manhã do dia 19 de Dezembro, os mais pequenos são brindados com um concerto Harry Potter ou Jack Sparrow ("Piratas das Caraíbas"). Além dos 80 músicos que compõem a Lisbon Film Orchestra, estarão em palco as 60 vozes do Coro do Conservatório de Música D. Dinis. A interpretação musical e vocal será acompanhada pela projecção de imagens alusivas aos filmes. O preço dos bilhetes varia entre: 20€ a 35€.]

SÍTIO OFICIAL
http://www.musinaction.pt

sábado, 12 de dezembro de 2009

Seis Órgãos mandados construir por D. João VI voltam a tocar para um Concerto de Natal na Basílica do Palácio de Mafra [ 19 Dez 09 ]


[ Pensar Real~Pensar Portugal, destaca a notícia publicada hoje no Jornal Público sobre a reparação dos Orgãos do Palácio de Mafra, que foram construídos a pedido de D. João VI, sucessor de D. João V. “Os seis órgãos deixaram de soar ao mesmo tempo desde o século XIX por causa de infiltrações causadas pela água que ainda hoje entra na Basílica e desde há dois séculos que não há registo de terem tocado em conjunto”, afirmou à agência Lusa o mestre Dinarte Machado. No dia 19, os seis órgãos vão tocar de forma experimental durante um concerto de Natal na Basílica do Palácio Nacional de Mafra, para que os técnicos possam perceber aspectos técnicos do som que produzem quando tocam em conjunto. “O público vem ouvir pela primeira vez o conjunto dos seis órgãos cuja reparação está na recta final e consiste em trabalhar o som de cada um deles”, explicou o especialista na Escola de Organaria Portuguesa do século XVIII, após ter concluído o restauro físico dos seis órgãos. “A diferença de ouvir um órgão ou seis órgãos a tocar em conjunto é como ouvir um coro de 20 vozes ou um coro de 120 vozes devidamente afinadas”, exemplificou. Após este concerto, a Basílica vai fechar até Maio para que os técnicos possam concretizar o trabalho e nessa altura reabre com um concerto inaugural dos seis órgãos totalmente reparados. O restauro dos seis órgãos foi iniciado em 1999 pelo mestre Dinarte Machado, envolvendo um investimento de um milhão de euros pagos pelo Ministério da Cultura e por outros mecenas. Os órgãos foram construídos em 1807 pelos organeiros António Xavier Machado e Cerveira e Joaquim António Peres Fontanes, a pedido de D. João VI, sucessor de D. João V que mandou construir o Palácio Nacional de Mafra. Ao longo dos séculos, os seis órgãos foram sofrendo várias reparações devido às infiltrações causadas pela água que ainda hoje entra na Basílica, por isso deixaram de funcionar todos em conjunto. Antes do início deste último restauro, “estavam inactivos”, à excepção de um dos órgãos da Capela-Mor. ]
FONTES & VER+EM:

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

"Dicionário do Canto Lírico" de Leonor Lucena: Conservatório Nacional [19 Nov]

[ Hoje, pelas 18H30, vai ter lugar na Escola de Música do Conservatório Nacional, o lançamento do “Dicionário do Canto Lírico”, da autoria da Professora Leonor de Lucena, no Salão Nobre do Conservatório Nacional, na Rua dos Caetanos, Nº 29, em Lisboa. A apresentação será precedida de um concerto por alunos da classe de canto da EMCN. ]
ESCOLA DE MÚSICA DO CONSERVATÓRIO NACIONAL:

terça-feira, 3 de novembro de 2009

"Trago Fado nos Sentidos": Homenagem a Amália Rodrigues, por Sasseti & Laginhas


[ Os pianistas Mário Laginha e Bernardo Sassetti apresentam hoje à noite pela primeira vez em Lisboa, na Aula Magna, um concerto de homenagem a Amália Rodrigues, intitulado “Trago Fado nos Sentidos”. Além da reinterpretação dos temas mais conhecidos de Amália Rodrigues, os dois pianistas compuseram duas peças originais, uma cada um, para este espectáculo que é, não só um tributo à fadista, no décimo aniversário da sua morte, como pretende angariar fundos para a reabilitação do Jardim Botânico da Universidade de Lisboa. ]
FONTES & VER+EM:
http://www.publico.pt/Cultura/mario-laginha-e-bernardo-sassetti-homenageiam-amalia-na-aula-magna_1408078

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Mafalda Arnauth em Madrid

[ Mafalda Arnauth, que hoje dá a ouvir em Madrid temas do seu mais recente álbum, "Flor de fado", tem "a voz mais arrebatadora entre as fadistas da nova geração", lê-se hoje no jornal madrileno El Pais. Lisboeta, 35 anos, a fadista deu ao jornal uma entrevista em que aparece descrita como "talentosa, bonita, resoluta, hipersensível" e apostada em "demonstrar que a poesia cantada constitui o melhor bálsamo para enfrentar o amargo e doce da existência". "Concebo o canto - disse - como uma forma de transmitir coisas boas. A voz é o veículo do coração. E cantar fado serviu-me para me reconhecer frágil e pequena. O fado ensina-nos que nada é seguro". Pensar Real~Pensar Portugal e Ricardo Abranches, relembram que por altura da Gala da UNESCO, convidou os fadistas Mafalda Arnauth e Camané, com a apresentação da conhecida jornalista Maria Elisa Domingues, para o espectáculo a favor das crianças de Moçambique no auditório da UNESCO em Paris, onde centenas de Portugueses aplaudiram os artistas e os convidados especiais, entre os quais se destacavam os Duques de Bragança, Senhor D. Duarte e Senhora Dona Isabel que foram recebidos pelo Secretário Geral da UNESCO, com honras de Chefe de Estado. ]

FONTES &VER+EM:

http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Mafalda-Arnauth-tem-a-voz-mais-arrebatadora-entre-as-fadistas-da-nova-geracao.rtp&article=290265&layout=10&visual=3&tm=4

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Folclore Português e Chinês: Concerto Rão Kyao e Yanan no Cinema São Jorge, Lisboa

[ O concerto inaugural do evento ‘Macau-China em Lisboa’ realiza-se hoje, às 21h00, no Cinema São Jorge, em Lisboa, e junta no mesmo palco os músicos Rão Kyao e Yanan num espectáculo intitulado ‘Porto Interior’. Yanan, além de música é também radialista e professora de mandarim num colégio do Porto. Um espectáculo a não perder! ]

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Pedro Eça e os Franco Atiradores: Fnac & o CD "Que a tua guerra seja a Paz" [Música]

[ Pensar Real ~ Pensar Portugal convida todos os interessados a estarem presentes hoje na FNAC de Almada pelas 22 Horas e no dia 31 de Julho na FNAC de Cascais para assistirem ao vivo à apresentação do novo CD "Que a tua guerra seja a Paz" da Banda Pedro Eça e os Franco Atiradores. Apelamos à participação e presença de todos aqueles que abraçam a cultura Portuguesa. A Banda Pedro Eça e os Franco Atiradores para o lançamento deste CD que se encontra à venda na rede da FNAC, actuaram já nas lojas do Chiado, Alfragide e Colombo. O artista Português, Pedro Eça é filho da nossa amiga Mariana Loll Eça de Queiroz e daqui fazemos uma saudação!... ]
PEDRO EÇA E OS FRANCO ATIRADORES:

sábado, 23 de maio de 2009

Programa das Comemorações do 148º Aniversário da SHIP - [ 22 a 25 de Maio]

[ Programa das Cerimónias Comemorativas do 148.º Aniversário da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.
Dia 22 de Maio
18h00 – Inauguração do Instituto D. Antão de Almada.
Dia 25 de Maio
17h00 – Espaço Fernando Pessoa - Abertura da exposição “D. Afonso Henriques e a sua época: de 1109 a 1185” no âmbito do 900.º aniversário do seu nascimento, da autoria de Manuel Ribeiro Rodrigues.
18h00 – No Salão Nobre - Sessão Solene com entrega dos Prémios Culturais e Desportivos, proclamação de Sócios de Mérito e assinatura de Protocolos de Cooperação.
Dia 26 de Maio
18h30 – No Salão Nobre - Concerto Coral, pelo Coro do Teatro Nacional de São Carlos.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Portugal:Concerto de Música Sacra-autoria do Cónego Ferreira dos Santos [29 Março]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal, destaca o Concerto "Portugal" que é um momento alto do programa da celebração dos duzentos anos passados sobre as invasões napoleónicas, e em particular sobre o desastre da Ponte das Barcas em 1809, e que irá contar com um variado leque de actividades na cidade do Porto. A 29 de Março de 1809, mais de quatro mil pessoas se afogavam nas águas do rio Douro. As tropas francesas do marechal Soult bombardeavam a cidade do Porto e a população, na ânsia da fuga à investida da cavalaria francesa, lançou-se na Ponte das Barcas na tentativa de alcançar a outra margem. A ponte, projectada por Carlos Amarante e constituída por vinte barcaças ligadas por cabos de aço, destruiu-se com o peso e o balanço dos populares, abrindo assim a “porta” a uma imensa tragédia. Duzentos anos depois, a cidade do Porto presta a sua homenagem às bravas gentes, vítimas de tão grande tragédia, com um concerto memorável. Escrito especialmente para o efeito pelo Pe. Ferreira dos Santos, o poema coral sinfónico “Portugal” é composto sobre poemas de “Mensagem” de Fernando Pessoa, a obra do grande poeta português que, "repleta de simbolismo, revisita a mitologia do passado heróico de Portugal e o predestina à inspiração e condução do Mundo ao advento do Quinto Império, um império de cultura, paz e harmonia entre os povos", como salienta o cónego Ferreira dos Santos, referência cimeira da música sacra portuguesa. A obra, "Portugal" é apresentada, em estreia absoluta, no âmbito das comemorações do Bicentenário das Invasões Francesas, estando prevista a actuação de duas orquestras e 500 coralistas.
CONCERTO: Direcção Musical Cesário Costa Solistas Dora Rodrigues e Marco Alves dos Santos Narração Prof. Júlio Couto Coro do Círculo Portuense de Ópera Coro Polifónico da Lapa 400 elementos de coros do Porto e Gaia Orquestra Clássica de Espinho Banda Sinfónica Portuguesa Classificação Etária M/3 ]
SITE COLISEU DO PORTO:
http://www.coliseudoporto.pt/net/desenvEvento.aspx?c=481&a=1713

Comemorações: "O Porto e as Invasões Francesas" - 200 Anos Passados [História]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal irá acompanhar o programa da celebração dos duzentos anos passados sobre as invasões napoleónicas, que para além das recriações históricas e em particular sobre o desastre da Ponte das Barcas em 1809, irá contar com um variado leque de actividades entre os quais: O descerramento de dois monumentos, um em Gaia e outro no Porto; Um concerto de música erudita, do tempo de D. João VI na Casa da Música e, na Biblioteca Municipal Almeida Garret; Uma exposição sobre a época das invasões napoleónicas e a apresentação do “mais cientificamente completo” livro sobre as invasões francesas e a guerra peninsular, intitulado «O Porto e as Invasões Francesas», que conta com a participação de investigadores nacionais, espanhóis, franceses e ingleses. Uma Missa de Requiem será celebrada, em memória dos mortos resultantes da guerra peninsular, sendo interpretado o Requiem de Camões, de Domingos Bontempo. No Coliseu do Porto será interpretado, o Requiem da Guerra, de Benjamim Britten. No final de Agosto e início de Setembro, será realizado na Alfândega do Porto o Congresso Anual da Comissão Internacional de História Militar, que dará especial atenção às Guerras Napoleónicas e à Guerra Peninsular. O presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio, salientou a “carga histórica pesada em relação àquilo que foram as invasões francesas”, que “não é proporcional ao conhecimento que existe da situação. A esmagadora maioria dos portuenses sabe que os franceses estiveram aqui, têm uma noção de quando foi, mas, por exemplo, já ouviram falar no desastre da Ponte das Barcas, e a maior parte das pessoas não liga o desastre às invasões francesas”, disse. Rui Rio salientou ainda a importância das invasões francesas para o Porto e para o País, sendo na sequência destas que D. Pedro IV dá início à revolução liberal. Sobre o livro, Rui Rio afirmou que “não vai haver nada em Portugal com tanta força científica como este livro”. Segundo uma nota de imprensa distribuída à comunicação social, o próprio Napoleão Bonaparte terá considerado, durante o seu exílio em Santa Elena, que foram as “contrariedades” que teve na Península Ibérica, e em particular com os Portugueses, que terão levado ao progressivo falhanço dos seus projectos. Napoleão terá mesmo afirmado que foi a Guerra Peninsular que o perdeu. “Todas as circunstâncias do meu desastre se vão ligar a esse nó fatal”, terá dito. A causa primeira do falhanço do bloqueio que Napoleão tentou impor aos portos do Continente Europeu, terá mesmo sido a resistência Portuguesa, que obteve sempre formas de o contornar. A primeira e falhada invasão francesa foi comandada por Junot em 1807 e a segunda, que “deixou uma marca profunda com o episódio da Ponte das Barcas", foi liderada por Soult em 1809. A terceira ocorreu em 1810, comandada por André Masséna. ]
FONTES & VER+EM:

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Basílica Real de Castro Verde: V Festival de Música Sacra no Baixo Alentejo [24 Jan]

[ Pensar Real ~ Pensar Portugal, faz questão de divulgar a todos os interessados em música erudita, o convite que recebeu, promovido pelo o Bispo de Beja, o Director da Arte das Musas e o Director do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja, participando a abertura do 5º Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo, "Terras Sem Sombra", que terá lugar na Basílica Real de Nossa Senhora da Conceição, em Castro Verde, no dia 24 de Janeiro de 2009, pelas 21h30. O Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo – «Terras sem Sombra» tem desde 2003, promovido uma programação de qualidade internacional de concertos de música erudita. Sob a temática «Do Velho ao Novo Mundo», esta 5ª edição apresenta um repertório centrado na História de Portugal e do Mundo, numa viagem pelo século XVIII e XIX. O concerto de abertura do festival, «Pedra Irregular: O nascimento do Barroco em Portugal», será interpretado pelo «Sete Lágrimas», um consort de músicos especializados em música antiga e contemporânea, que explora em cada programa a ténue fronteira entre a música erudita e as tradições seculares. Serão interpretados temas de alguns compositores barrocos como Carlos Seixas, Francisco António de Almeida, Diogo Dias Melgaz e António Teixeira. ]
SITE OFICIAL:

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Juventude Monárquica: O "Homem do Leme" e os 30 anos dos Xutos & Pontapés [Música]

[ Uma das mais carismáticas bandas de rock nacionais, os Xutos & Pontapés, celebram hoje, dia 13 de janeiro: 30 anos que subiram pela primeira vez ao palcos. Para comemorar as trés décadas de carreira, esta terça-feira, a banda, vai dar um concerto em Lisboa, com festa em que mostram o novo CD. A Juventude Monárquica de Lisboa, não quer deixar de felicitar aqui, os Xutos & Pontapés pelas três décadas de carreira e por cantarem em Português, promovendo a cultura Potuguesa não só a nível nacional, como em todo o Mundo. A música "Homem do Leme", reflete bem o espirito deste grupo que é também o espirito Português - saber ultrapassar os obstáculos e tempestades que vão surgindo na viagem. O "Homem do Leme" é a vontade de todo o Povo em sintonia com a vontade do seu Rei unidos na luta por um Portugal que se afirma no Mundo. Será que hoje a vontade do Povo Português se reflete nos seus governantes? E quem é hoje o "Homem do Leme"? Há 100 Anos que a Caravela Portuguesa está à deriva e um outro adamastror a atrai para o abismo negro do mar desconhecido. A Juventude Portuguesa quer um "rumo" e um "alguém" que leve o País a bom porto. Quer "alguém" que interprete realmente a vontade de todo um Povo com mais de 800 Anos. A Juventude quer um Futuro para Portugal. A Juventude quer um Rei! ]
Fernando Pessoa - Mensagem
O mostrengo que está no fim do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
À roda da nau voou trez vezes,
Voou trez vezes a chiar,
E disse, «Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?»
E o homem do leme disse, tremendo,
«El-Rei D. João Segundo!»
«De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?»
Disse o mostrengo, e rodou trez vezes,
Trez vezes rodou immudo e grosso,
«Quem vem poder o que só eu posso,
que moro onde nunca ninguem me visse
e escorro os medos do mar sem fundo?»
E o homem do leme tremeu, e disse,
«El-Rei D. João segundo!»
Trez vezes do leme as mãos ergueu,
Trez vezes ao leme as reprendeu,
E disse no fim de tremer trez vezes,
«Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um Povo que quere o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
De El-Rei D. João Segundo!»

In- "O MOSTRENGO"

FONTES & VER +EM:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1070811

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Patriarcado de Lisboa Promove: Concerto de Ano Novo na Sé de Lisboa [10 Jan.]

[ O Patriarcado de Lisboa, em parceria com a editora Altus, especializada em música antiga religiosa, promove o Concerto de Ano Novo, no dia 10 de Janeiro, às 21h30, na Sé Patriarcal de Lisboa. A primeira audição moderna do moteto "In dedicatione templi", de Francisco António de Almeida, preenche parte do programa do concerto de Ano Novo do Patriarcado, a realizar sábado na Sé de Lisboa. Além do moteto deste compositor português que viveu durante o reinado de D. João V serão ouvidas peças de Johann Sebastian Bach. O organista João Vaz disse ter escolhido Bach, por o concerto se realizar na Sé e o órgão do templo "corresponder melhor" à música do compositor germânico. Os concertos de Ano Novo realizam-se desde há cinco anos na igreja de S. Vicente de Fora, mas obras em curso nesta obrigaram a transferir o deste ano para a Sé, o que acontece pela primeira vez. Além de João Vaz participa no concerto a Capella Patriarchal, por si dirigida, e que é constituída por Mónica Santos e Susana Duarte (sopranos, Carolina Figueiredo (contralto), João Rodrigues (tenor), Manuel Rebelo e Sérgio Silva (baixos) e a instrumentista Marta Vicente (contrabaixo). João Vaz tocará de Bach: "Prelúdio e fuga em Ré maior", (BWV 532), os prelúdios de coral "Meine Seele erhebt den Herren" (BWV 648), "Nun komm, der Heiden Heiland" (BWV 659), e "Das alte Jahr vergangen ist" (BWV 614), e ainda "Pastoral" (BWV 590) e a fuga "Sopra il Magnificat" (BWV 733). Do compositor português Francisco António de Almeida, "que foi um dos que estudaram em Itália a mando de D. João V, no âmbito de uma política de italianização da música nacional", serão tocados: os motetos "O quam suavis est Domine", e "Justus ut palma". Além destas peças, de Francisco António Almeida será igualmente interpretado "Siquaeris miracula". Depois de ter estudado em Roma (1720/1726), onde estreou, entre outras, a oratória "La Giuditta", Francisco António Almeida apresentou nos Paços da Ribeira, em Lisboa, no Carnaval de 1733, a ópera "La Pazienza di Sócrate", tendo sido a primeira ópera em estilo italiano cantada em Portugal. Compôs inúmeras obras de carácter religioso, algumas das quais se perderam no terramoto de 1755, data em que morreu. Algumas dessas obras, explicou João Vaz, Francisco António de Almeida compô-las especificamente para o espaço da Sé. Assistirá ao concerto o cardeal patriarca de Lisboa, D. José Policarpo. Pensar Real Pensar Portugal, deixa aqui a todos interessados, este excelente programa cultural que a Sé de Lisboa apresenta amanhã, sábado. ]
FONTES & VER+EM: