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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Batalha do Bussaco: Recriação Histórica da Batalha de 1710 no Bussaco recriada por Associações Napoleónicas de seis países

[ Mais de centena e meia de elementos de diferentes associações napoleónicas de diversos países recriaram, no Buçaco (Mealhada), a batalha que, há 200 anos, opôs naquela serra tropas francesas e forças luso-britânicas. À recriação histórica, integrada nas comemorações do Bicentenário da Batalha do Buçaco, nas portas de Sula, o local onde em 27 de setembro de 1710 se travaram confrontos decisivos no conflito entre Portugal e França, assistiram alguns milhares de pessoas. "Não fazemos folclore", garantiu à agência Lusa, pouco antes do início da "batalha", Faria e Silva, presidente da Associação Napoleónica Portuguesa (ANP), organizadora do evento, em cooperação e com a participação das suas congéneres de Espanha, França, Reino Unido, Bélgica e Suíça e com o apoio da câmara da Mealhada e do Estado Maior do Exército. Do confronto, há 200 anos, entre as tropas luso-britânicas, lideradas por Wellington, e o exército francês, comandado por Massena, "há gravuras" que permitem a "reprodução fiel de vestuário e armamento" então utilizado, disse Faria e Silva. Essas gravuras e outros dados permitem que seja possível reconstituir protagonistas, materiais, equipamentos e cenários com elevado grau de fiabilidade. In LUSA ]

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Berna56: Tinteiro de prata pertencente ao Rei D. Carlos em exposição num edifício projectado pelo arquitecto espanhol Bofill

[ Um tinteiro de prata com as Armas da Família Real Portuguesa - Casa de Bragança - pertencente ao Rei D. Carlos de Portugal, foi apresentado por João Alexandre Taborda (Antiguidades) na festa de lançamento e inauguração oficial de vendas do edificio residencial de luxo Berna 56 do grupo Fibeira. A inauguração que ocorreu no dia 21 de Setembro com a participação interventiva de artistas Portugueses e marcas nacionais nos apartamentos do edificío, poderá ser visitada até dia 3 de Outubro. Situado na Avenida de Berna em Lisboa, frente aos jardins e entrada da Fundação Gulbenkian, o edifício Berna 56 nasceu pelo traço do arquitecto Espanhol Ricardo Bofill. A associação de Ricardo Bofill ao Grupo Fibeira foi anteriormente premiada através da concepção do edificio Atrium Saldanha – melhor empreendimento do ano (1997), Prémio Ambelis (1997) e Prémio Valmor e Municipal de Arquitectura (2001). A nível internacional, o arquitecto catalão Ricardo Bofill já deixou o seu traço na concepção das sedes da Dior, Cartier, Rochas, JCDecaux, Axa … a que se juntam outras obras de enorme projecção, como o Centro de Congressos de Madrid, o Teatro Nacional da Catalunha e o Aeroporto de Barcelona. O Berna 56 é um edifício de habitação de luxo, composto por 21 apartamentos e 3 lojas. Com o apoio de elementos do grupo Pensar Real~Pensar Portugal, para o evento foram convidados a participar nesta iniciativa: Maria João Bahia - Babel - SIGMETUM - Adega Mayor – Delta Q - Fernando Sanchez Salvador e Margarida Grácio Nunes - Lara Torres - João Alexandre Taborda - Lourenço de Almada - Sofrau - HDMC - Galeria Pedro Cera - Francisco Torres - Maria Sobral Mendonça. ]
SITE BERNA56:

sábado, 7 de agosto de 2010

Televisionando Portugal: Museu de Braga recupera o Passado Arqueológico do País


[O Laboratório de Conservação e restauro do Museu Dom Diogo Sousa, em Braga, recupera peças encontradas por todo o País e até de outros museus. In RTP]

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Recriação Histórica - Séc. XVIII: Sistema de Comunicações no tempo de D.João VI


[ O sistema de comunicações baseado num inovador telégrafo usado há 200 anos pelo exército luso-britânico nas Linhas de Torres Vedras, durante as invasões francesas, foi ontem recriado em Torres Vedras nas comemorações do bicentenário. "Entre o Forte de São Vicente (Torres Vedras) e a Serra de Socorro vamos colocar diversos postes com bandeiras, que permitiam transmitir na época mensagens recorrendo ao código semafórico", afirmou à agência lusa Arlindo Policarpo, do Agrupamento de Escuteiros da Silveira que organiza a atividade em conjunto com a Associação de Radioamadores do Oeste. O sistema de comunicações baseado em bandeiras (telégrafo óptico português) ou ponteiros foi criado no século XVIII para facilitar as comunicações entre Lisboa e o Rei D. João VI, quando estava no Palácio Nacional de Mafra e também pela marinha inglesa. O especialista Henrique Vieira, a fazer investigação para o doutoramento em logística e sistema de comunicações das Linhas de Torres, explicou que o telégrafo acabou por ser o meio adotado pelo general Wellington na altura da construção das Linhas de Torres Vedras. As Linhas de Torres é o nome dado ao conjunto das 152 fortificações construídas sob a orientação do general inglês Wellington, comandante das tropas luso-britânicas no período das invasões francesas, para defender Lisboa das tropas napoleónicas. Assim, foram construídos diversos postos de comunicações em pontos altos das várias linhas defensivas, onde em cada um deles existia um telégrafo óptico de bolas que, em função do número das que eram erguidas tal como as bandeiras e os ponteiros, transmitiam mensagens que eram captadas por via visual, através de monóculos. "As mensagens demoravam no máximo 10 minutos a serem veiculadas do posto mais recuado até Lisboa", explicou. Contudo, "a funcionalidade do sistema de comunicação não era muito grande, devido às condições climatéricas, sobretudo nevoeiro", acrescentou. Tendo em conta que as mesmas condições climatéricas subsistem, na recriação histórica do sistema de comunicações "vão ser usados dois emissores/receptores de televisão" em substituição dos monóculos, para facilitar a visualização das mensagens transmitidas em código, disse Arlindo Policarpo. Na recriação, vão participar mais de 30 soldados figurantes fardados à época". As Comemorações decorrem até Novembro de 2010. ]
FONTES & VER-EM:

www.linhasdetorresvedras.com

quinta-feira, 15 de julho de 2010

S.A.R. O Duque de Bragança: Programação Cultural na Cidade Évora [ 9 e 10 de Julho]

[ Pensar Real~Pensar Portugal destaca o artigo publicado no jornal Diario do Sul, na ocasião das nossas actividades realizadas nos dias 9 e 10 de Julho, na cidade de Évora, que contou com a seguinte programação: Descerramento de uma placa no Mar De Ar Aqueduto e outra na Praça de Toiros de Évora; Entrega pública de um quadro à Vereadora da Cultura do Municipio; Visita guiada a "Évora Desaparecida"; Jantar aos Convidados e a XIII Tourada Real, na presença de S.A.R. O Duque de Bragança, os Príncipes de Liechtenstein, membros da Juventude Monárquica, Director da Fundação Amália Rodrigues, Prof. Carmona Rodrigues, Ana Castro Freire, Ricardo D'Abranches, João Nunes Oliveira, Conde de Almada, entre mui ilustres convidados. No inicio da programação cultural do dia 9 de Julho, dois quadros da pintora Maria Sobral Mendonça ficaram instalados em dois sítios distintos, o município local e o Hotel M'Ar de Ar Aqueduto. De acordo com Carlos Pegado, responsável da empresa Terra Brava, "a entrega destes quadros esteve relacionada com a exposição "Arte & Toiros" que promovemos o ano passado de Maria Sobral Mendonça, por altura da XII Tourada Real, no M'Ar de Ar Aqueduto durante dois meses". A obra que ficou no Hotel M'Ar de Ar Aqueduto foi "O Canto da Seara" e que, segundo Maria Sobral Mendonça, surgiu do "desafio de fazer um quadro emblemático para a recepção do hotel. O tema teria de estar relacionado com o Alentejo e com as muralhas". A esse respeito, a pintora explicou que foi buscar aquilo que, na sua opinião, "diferencia o Alentejo, que é o seu chão. Ao falarmos de chão, estamos a falar daquilo que a terra dá. E o chão do Alentejo vence pelo pão. Por isso desenvolvi um quadro que tem a ver com a seara. É o canto porque tem uma série de personagens, no fundo o povo alentejano, que estão a dançar, estando também relacionado com os cantares". À Câmara Municipal de Évora (CME) foi entregue "um dos quadros que esteve na exposição do ano passado, mediante a escolha do senhor presidente e da senhora vereadora." O director-geral dos Hotéis M'Ar de Ar, Diogo Fonseca e Silva, mostrou-se satisfeito com o resultado, reforçando que "é aquilo que nós queríamos, uma peça marcante para a recepção do hotel".
Na altura da entrega do quadro à autarquia, a vereadora da CME, assumiu as dúvidas que ainda existiam acerca do local onde o quadro vai ficar exposto. Para Cláudia Sousa Pereira, "acolher este género de iniciativas na cidade é um motivo para que todos os eborenses perceberem que de facto Évora é uma pérola da Humanidade", lembrando que "é muito comum quem está longe apreciar mais do que quem está perto". S.A.R. O Duque de Bragança, na ocasião de descerrar uma placa alusiva à primeira iniciativa cultural desta programação, confessou que "gosto muito das obras da pintora", classificando este quadro em particular ("O Canto da Seara") como "muito bonito e interessante". Na sua perspectiva, "com a arte contemporânea há sempre um problema muito difícil que é saber quem define se é ou não bonito. Por vezes, há coisas completamente disparatadas que são consideradas como muito boas pelos críticos", frisou D. Duarte, afirmando que, "muitas vezes, o critério tem mais a ver com a personalidade do artista, do que com a obra em si". Em relação a Évora, disse que "o mais importante é mostrar o exemplo de uma cidade que tem conseguido salvar o seu património e cuja área histórica conseguiu ser preservada. Por fora já não digo o mesmo. Era mais interessante que a nova arquitectura fora da cidade fosse de algum modo uma continuidade da arquitectura da cidade, em vez de ser a 'chapa três' que está no computador do arquitecto e que é igual em todo o lado", concluiu.]
FONTES & VER+EM:

http://diariodosul.com.pt/index.php/cultura/3675-quadros-de-maria-sobral-mendonca-na-camara-de-evora-e-no-hotel-mar-de-ar-aqueduto-

quarta-feira, 14 de julho de 2010

450 anos da Confraria da Rainha Santa Isabel:Exposição Sala D.João III [Coimbra]


[ A Sala D. João III do Arquivo da Universidade de Coimbra, irá receber no dia 15 de Julho, pelas 16 horas, a inauguração da exposição documental "450 Anos da Confraria da Rainha Santa Isabel", que estará aberta ao público até dia 29 de Outubro. A exposição documental e bibliográfica dá a conhecer cerca de 60 documentos e obras valiosas da Confraria, do Arquivo da Universidade de Coimbra, da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra e do Museu Nacional de Machado de Castro. "O espólio em exposição, constituído por documentos, em papel e em pergaminho, códices, ícones, medalhas, artefactos, fotografias, obras impressas e cartazes está organizada em seis temáticas: antigo e o novo Mosteiro de Santa Clara, o Culto à Rainha Santa Isabel, a Real Confraria da Rainha Santa Isabel, a Confraria e os Confrades, a Assistência Social da Confraria, a produção editorial sobre a Rainha Santa e a Confraria. Salientamos a descrição da primeira abertura do túmulo da Rainha Santa, onde os médicos presentes narram as suas impressões sobre o excelente estado de conservação em que encontraram o corpo; os primeiros estatutos da Confraria da Rainha Santa Isabel, publicados em 1560; as assinaturas autógrafas dos Reis D. Luís, D. Maria Pia, de D. Carlos, D. Amélia e de D. Manuel II no livro de honra da Confraria; uma carta do escultor Teixeira Lopes a informar, em Janeiro de 1896, que continua a trabalhar na “estátua” da Rainha Santa e um Missal do séc. XVII forrado com parte do veludo que serviu de cobertura ao rosto da Rainha Santa depois da primeira abertura." A Entrada é Livre! ]
FONTES & VER-EM:

http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=80623

terça-feira, 22 de junho de 2010

Rei D.Carlos I:Exposição de Fotografias de autoria de S.M.El Rei D. Carlos de Portugal [Castelo de Vila Viçosa até Setembro 2010]


[ Está patente até Setembro, na sala de exposições temporárias do Castelo de Vila Viçosa, uma exposição de fotografia, designada "D. Carlos I, Fotógrafo amador”, registadas por S. M. El Rei D.Carlos I de Portugal. "O Arquivo Fotográfico do Paço Ducal de Vila Viçosa é constituído por um núcleo de cerca de cinquenta álbuns de família (cerca de 2000 fotos), muitos deles organizados pelo próprio Rei a bordo do Yacht Amélia. Deve mencionar-se ainda um conjunto de maços com fotografias de D. Carlos I, perto de mil, em que muitas são idênticas, com o objectivo de serem oferecidas, pois estão coladas no cartão, identificadas, datadas e assinadas. Além disto, existem os álbuns e os maços das visitas reais, das fotografias oficiais e das cerimónias protocolares (cerca de 7000), oferecidas pelos melhores fotógrafos da época. Nas vitrinas estão expostos alguns jornais e revistas da época, assinados pelo Rei, bem como dois álbuns, um de D. Luís Filipe e outro de D. Carlos I. Do espólio da mostra faz igualmente parte uma lanterna mágica, antecessora do projector de diapositivos; e um estereoscópio que permite ver em simultâneo duas imagens para se obter uma única." ]

sábado, 12 de junho de 2010

Olivença: I Edição das "Lusofonías" [Hoje]

[ Hoje, com uma programação que preencherá todo o dia, acontece em Olivença, a primeira edição das "Lusofonias"- um espaço dedicado à cultura do âmbito dos Países de Língua Portuguesa. As "Lusofonias" nascem com a vocação de ser um ponto de encontro e difusão das mais diversas manifestações culturais das quais poder fruir, vitalizando as raízes Portuguesas de Olivença e fomentando a aproximação a Portugal e aos Países de herança Lusa. Organizado pela associação cultural "Além Guadiana" com a colaboração da Câmara Municipal de Olivença, a Aderco (Associação para o Desenvolvimento Rural da Comarca de Olivença) e a Junta da Estremadura, terá lugar no Passeio Grande (antigo Terreiro do Chão Salgado) e contará com actividades de teatro, música, literatura e animação de rua, entre outras, que se desenvolverão ao longo do dia até a meia-noite. Paralelamente e ao longo de toda a jornada, haverá uma zona expositiva reservada a artesãos, à gastronomia e a instituições do espaço lusófono, bem como trabalhos ao vivo e animação por parte de agrupações musicais de Portel. ]

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Exposição:A Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana-Museu Arte Antiga, Lisboa [ 12 Junho a 12 Setembro]

[ Amanhã, dia 12 Junho, pelas 12H, no Museu Nacional de Arte Antiga, vai ter lugar a inauguração da exposição ‘A Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana’. A exposição reúne pela primeira vez em Portugal os quatro monumentais panos, tecidos em Tournai por encomenda de D. Afonso V, conservados na Colegiada de Pastrana desde o século XVI e recém-restaurados sob o patrocínio da Fundação Carlos de Amberes. Peças de extraordinária monumentalidade e absolutamente únicas em termos da produção borgonhesa, relatando as conquistas de Arzila e Tânger, a sua encomenda e produção — ainda envolta em sombras — enquadra-se num programa mais vasto, de construção mítica da História, que o conjunto de obras em seu redor agora reunidas procura enquadrar e problematizar.]

Itinerância das Tapeçarias de Pastrana

[ "As tapeçarias que agora se exibem no Museu Nacional de Arte Antiga, no quadro da exposição A Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana, puderam ver-se, a partir de Janeiro de 2010, nos Musées Royaux d’Art et d’Histoire de Bruxelas e no Palácio del Infantado de Guadalajara, no contexto da Presidência Espanhola e Belga da União Europeia, devendo seguidamente ser mostradas em Toledo e, finalmente, na Fundación Carlos de Amberes de Madrid. Para levar a cabo o restauro e a sua itinerância a Fundación Carlos de Amberes contou com a colaboração constante da Diocese de Sigüenza Guadalajara e o apoio de outras instituições: a Fundação Inbev-Baillet Latour, a Fundación Caja Madrid, a Fundación Juan Entrecanales de Azcárate, a Consejería de Cultura de Junta de Castilla-La Mancha e a Diputación Provincial de Guadalajara. A exposição destas tapeçarias em Lisboa, integrada nas comemorações do 25º Aniversário da Assinatura do Tratado de Adesão de Portugal e de Espanha às Comunidades Europeias, beneficiou do solidário apoio da Embaixada de Espanha em Portugal e, bem assim, das seguintes entidades: Câmara Municipal de Lisboa, Turismo de Portugal, Fundação Batalha de Aljubarrota, Ferroser Ferrovial, Carris, Metropolitano de Lisboa, Caja Duero, Caixa Geral de Depósitos, Banco Espirito Santo, Lusitânia - Grupo Montepio, RTP, RDP e Heritage Hotéis."]
FONTES & VER+EM:
http://www.mnarteantiga-ipmuseus.pt/pt-PT/destaques/ContentDetail.aspx?id=400

terça-feira, 18 de maio de 2010

Dia Internacional dos Museus [18 Maio]


[ Para comemorar o Dia Internacional dos Museus, a 18 de Maio, o Instituto dos Museus e da Conservação (ICM) propõe várias actividades nos museus e palácios sob a sua tutela, por todo o país. "Em Lisboa, o Museu de Arte Popular, Museu do Chiado, Museu Nacional do Azulejo e Museu Nacional de Etnologia organizam ateliers para crianças. O Museu Nacional do Traje e o Museu Bordalo Pinheiro organizam visitas temáticas. O Palácio Nacional da Ajuda vai projectar filmes e documentários. Também o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian abre as suas portas até à meia-noite, com o DJ Mr. Mitsuhirato vai passar música dos anos 1920 até hoje. Também se juntam à iniciativa o Paço dos Duques de Bragança (Guimarães), Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa (Braga), Museu de Aveiro, Museu Grão Vasco (Viseu), Museu Monográfico de Conímbriga, Casa-Museu de Leal da Câmara, Museu Anjos Teixeira e Museu do Ar (Sintra), Museu de Arte Sacra e de Etnologia (Fátima), Museu de Cerâmica e Museu de José Malhoa (Caldas da Rainha), Museu de Évora, Museu de Angra do Heroísmo (Açores), Museu da Quinta das Cruzes (Madeira), Palácio Nacional de Mafra, Palácio Nacional de Queluz e Palácio Nacional de Sintra, entre outros." ]
SITE OFICIAL DOS MUSEUS:
http://www.imc-ip.pt/

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Xangai 2010: Fado assinala Cinco Séculos de presença Histórica de Portugal na China [Comemorações do Dia de Portugal]


[ O fado estará em destaque na programação cultural da participação Portuguesa na Exposição Universal 2010 Xangai, centrada em torno do Dia de Portugal no certame, que se comemora a 06 de junho. O Pavilhão de Portugal na Expo 2010 Xangai, que decorre entre 01 de maio e 31 de Outubro, cujo objetivo é, através dos seus conteúdos e programação, «afirmar simultaneamente a identidade cultural Portuguesa, projectar a contemporaneidade do país e ainda assinalar os Cinco Séculos da sua presença Histórica na China», escolheu o fado como protagonista da sua programação cultural por ser «a expressão musical portuguesa por excelência», indica a organização em comunicado enviado à Lusa. Uma opção que aponta como «tanto mais importante quanto se anuncia para 2011 a classificação pela UNESCO do fado como Património Imaterial da Humanidade, pelo que este programa participa assim na sua promoção diplomática, projectando o fado naquele que será o maior evento internacional com componente cultural de 2010». ]
FONTES & VER+EM:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=446056

segunda-feira, 15 de março de 2010

Animação em 3D dá a conhecer a cidade de Lisboa antes do Terramoto de 1755

[ O projecto de 3D baseia-se numa reconstituição virtual rigorosa da maqueta física exposta no Museu da Cidade de Lisboa, feita nos anos 50, por Ticiano Violante para a exposição. O utilizador ou visitante poderá conhecer, circular e visitar os vários Monumentos da época anterior ao Terramoto que abalou a cidade de Lisboa. A representação de Lisboa reconstitui 23 pontos, muitos deles desaparecidos ou alterados na sequência do Terramoto de 1755: Terreiro do Paço, Paço da Ribeira, Alfândega, Terreiro do Trigo, Palácio Corte Real, Rossio, Palácio dos Estáus, Hospital Real de Todos os Santos, Igreja de S.Roque, Casa dos Bicos, Chafariz del Rei, Chafariz de Dentro, Sé, Igreja de Sta Engrácia, Palácio das Necessidades e Rua Nova dos Ferros. Também é possível visitar os conventos de S.Domingos, de S.Francisco da Cidade, de Santo Antão o Novo, do Carmo, de S. Bento da Saúde, da Graça e de S. Vicente. Além da reconstituição 3D da totalidade da maqueta, com criação de panorâmicas, e da criação de circuitos pré-definidos por estes pontos em destaque a animação apresentará ainda em 3D cenas históricas ou momentos do quotidiano do século XVIII. ]
FONTES & VER+EM:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=165851
http://www.museudacidade.pt/investigacao/projectos/Paginas/Projecto1.aspx

sexta-feira, 12 de março de 2010

ModaLisboa 2010 & Criadores Portugueses na Lisboa Fashion Week [11 a 14 Março]

[ A ModaLisboa reencontra-se com a capital, depois de cinco edições em Cascais, para dar a conhecer as colecções de Inverno 2011 dos criadores nacionais. A "opening session" que ocorreu no dia 11 de Março, esteve a cargo de The Legendary Tiger Man, com um "show-case", de abertura à Lisboa Fashion Week. Até ao dia 14 de Março, e em dois espaços, o do Pátio da Galé (Terreiro Paço) e o do Museu do Design e da Moda (Mude), a ModaLisboa volta a acolher 19 importantes nomes da Moda Portuguesa: aforestdesign; Aleksandar Protic; Alexandra Moura; Alves/Gonçalves; Ana Salazar; Dino Alves; Filipe Faísca; Katty Xiomara; Lara Torres; Luís Buchinho; Miguel Vieira; Nuno Baltazar; Nuno Gama; Pedro Pedro; Ricardo Andrez (uma estreia na ModaLisboa); Ricardo Dourado; Ricardo Preto; Vítor e White Tent. Este ano há três convidados externos: as portuguesas TM Collection e Salsa e a angolana Mental by Shunnoz e Tekasala. Pensar Real~Pensar Portugal, irá estar presente na apresentação da colecção da jovem Monárquica e criadora Portuguesa, Lara Torres, no sábado dia 13 de Março, pelas 15 H, no MUDE - Museu do Design e da Moda, em Lisboa. ]
SITE MODALISBOA:
http://www.modalisboa.pt/
FONTES & VER+EM:
http://www.visitlisboa.com/Conteudos/Eventos/2010/Marco/ModaLisboa---34%C2%AA-Edicao.aspx

terça-feira, 9 de março de 2010

"Suroeste- Relações literárias e artísticas entre Portugal e Espanha" [Exposição-Badajoz]

[O “Museo Extremeño e Ibero-americano de Arte Contemporânea” (MEIAC) inaugura, na próxima quinta-feira, uma exposição que reúne 400 peças de arte em torno das relações literárias e artísticas entre os modernistas Portugueses e Espanhóis, de 1890 a 1936. “Suroeste - Relações literárias e artísticas entre Portugal e Espanha” reúne 400 obras de arte, oferecendo um panorama geral e multidisciplinar da história da Modernidade nos dois países. A mostra vai estar patente desde o dia 11 de Março a 16 de Maio de 2010, no “Museo Extremeño e Ibero-americano de Arte Contemporânea” (MEIAC), em Badajoz, rumando depois para Lisboa e outras cidades da Península Ibérica, revelou esta segunda-feira a “Junta da Extremadura". Organizada pela “Sociedad Estatal de Conmemoraciones Culturales e pela Junta da Extremadura”, a iniciativa apresenta ainda obras inéditas de autores modernistas de ambas as nacionalidades. O MEIAC, instalado no edifício da antiga prisão preventiva e correccional de Badajoz e aberto desde 1995, possui a maior colecção de artistas Portugueses fora de Portugal, além do seu espólio integrar também obras de autores espanhóis e latino-americanos.]
FONTES & VER+EM:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1514190
SITE MEIAC:
http://www.meiac.es/

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Rota de Sabores & Gastronomia Alentejana


[ Receita do Século XVIII integra o menu da Rota de Sabores, em Évora. "São 42 restaurantes que promovem a gastronomia regional alentejana. Entre as iguarias deste ano está a "escorcioneira" um doce que parecia perdido desde os anos 50 e que agora faz crescer água na boca a quem vai ao Alentejo." In RTP ]

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Comemorações dos 500 Anos do Museu do Azulejo: Homenagem à Rainha D. Leonor


[ Fundado pela Rainha Dona Leonor, o Museu Nacional do Azulejo celebra 500 anos, com uma exposição que está patente no antigo convento da Madre de Deus. In RTP ]

sábado, 23 de janeiro de 2010

"Luso In Cat": 20 artistas Portugueses expõem em Barcelona [Comunidades]

[ Cerca de vinte artistas portugueses residentes em Barcelona exibem até 30 de Janeiro, na exposição «Luso in Cat», o olhar que têm sobre a arte e a cultura da Catalunha. Raquel Martins, uma das coordenadoras do projecto, explicou à Lusa que, “Partindo do princípio que nunca um português expôs em Barcelona, era importante desenvolver um projecto de integração cultural entre Portugal e a Catalunha”, aproveitando o programa Inov-Arte do Ministério da Cultura. Até ao próximo dia 30 de Janeiro, a Gracia Arts Project exibe as diferentes técnicas de expressão, designadamente fotografia, instalação, performance, ilustração e pintura. Os criativos lusos convidados para participar nesta exposição compartilham “experiências pessoais vividas numa região tão multicultural e globalizada como a Catalunha”. Na exposição, entre outras coisas, “é possível desfrutar de uma fusão de fotografia e arte digital capaz de transmitir as semelhanças e as diferenças entre Portugal e a Catalunha” através de elementos identificativos parecidos, como a Torre de Belém e a Sagrada Família. Música, contos, provas de vinhos e workshops sobre bijutaria em papel e cartão são algumas das actividades complementares que oferece a Luso in Cat.]
SITE GARCIA ARTS PROJECT:
FONTES & VER+EM:

sábado, 16 de janeiro de 2010

Fragata D. Fernando II e Glória: Baptizada em homenagem ao Casal Real Português - o Museu Navio encontra-se em Exposição

[ A Fragata "D. Fernando II e Glória" que se encontra em Cacilhas, no Largo Alfredo Diniz, junto ao terminal fluvial, está em exposição e os visitantes são recebidos pelo Comandante José António Rocha e Abreu. Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda a visita à Fragata D. Fernando II e Glória, que foi o último navio de guerra inteiramente à vela da Marinha Portuguesa. Construída em Damão, na Índia Portuguesa, sob a supervisão do engenheiro construtor naval Gil José da Conceição, e por uma equipa de operários indianos e portugueses, liderados pelo mouro Yadó Semogi. Na sua construção foi usada madeira de teca de Nagar-Aveli. Depois do lançamento ao mar, em 22 de outubro de 1843, o navio foi rebocado para Goa onde foi aparelhado. O navio foi baptizado em homenagem ao Casal Real Português, o rei-consorte D. Fernando II e a Rainha D. Maria II, cujo nome próprio era Maria da Glória. O "Glória" do seu nome também se referia à sua santa protetora, Nossa Senhora da Glória de especial devoção entre os Goeses. "A Dom Fernando II e Glória foi uma fragata à vela da Marinha Portuguesa, que navegou entre 1845 e 1878. Atualmente é um navio museu, na dependência do Museu da Marinha e classificada como Unidade Auxiliar da Marinha (UAM 203)". ]
Horário de visitas: Das 10.00 às 17.00h todos os dias com excepção da Segunda feira e dias Feriados Nacionais.
Preços: Adultos 3 €; Dos 6 aos 17 anos e Estudantes 1,5 €; Maiores de 65 anos 1,5 €; Grupos escolares ( 25 pessoas ) 25 €; Lisboa Card 2,25 €; Tours turisticos + de 15 pessoas , 2,25 € por pessoa; Menores de 6 anos Grátis.
Contactos: Tlm.: 91 784 11 49 (Fragata)
FONTES & VER+EM:
http://museu.marinha.pt/Museu/Site/PT/Exposicoes/FragataDFernandoII/
Fragata Dom Fernando II e Glória:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fragata_portuguesa_Dom_Fernando_II_e_Gl%C3%B3ria

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Azulejos Portugueses: Cinco Séculos da Arte Cerâmica Portuguesa no Museu Oscar Niemeyer, Brasil [ Exposição até Abril 10]

[ Até Abril de 2010, 90 painéis de Azulejos Portugueses que traçam a história da arte cerâmica entre o século XVI e a actualidade, podem ser vistos pelo público no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná. Provenientes do acervo do Museu Nacional do Azulejo, os painéis são exemplares da herança da cultura árabe em Portugal e traçam um panorama da história da arte da cerâmica portuguesa, do século XVI até a actualidade. A exposição, intitulada «Figuras e Padrões - A encomenda do azulejo em Portugal do século XVI à actualidade», apresenta exemplares das encomendas que eram feitas pela Igreja, pela nobreza e pelo público em geral. “As peças refazem um pedaço da história que remonta aos fatos bíblicos”, informam os organizadores. A mostra reúne exemplares que retratam as encomendas feitas pela igreja, pela nobreza, pelo público e por novos clientes, até à actualidade com a produção de artistas contemporâneos. A utilização de revestimentos azulejares em Portugal data do início do século XVI, com a utilização de azulejos de padrão, de matriz islâmica, fabricados em Sevilha, na Espanha. Desde então, o azulejo tem sido utilizado ininterruptamente, em uma renovação permanente de gostos e estéticas, aqui ilustrada por trabalhos de artistas contemporâneos ao longo de toda a mostra. "O Azulejo é uma das expressões mais fortes da Cultura em Portugal e uma das contribuições mais originais do génio dos portugueses para a Cultura Universal. Aqui, o Azulejo ultrapassou largamente a mera função utilitária ou o seu destino de Arte Ornamental e atingiu o estatuto transcendente de Arte, enquanto intervenção poética na criação das arquitecturas e das cidades. " In Canal História-TV. ]

FONTES &VER+EM:

http://www.mundoportugues.org/content/1/6210/brasil-museu-curitiba-expoe-cinco-seculos-azulejaria-portuguesa/