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sábado, 6 de dezembro de 2008

Cinema Português:Realizador do filme - Amália - converte-se ao Fado no ecrã

[ Carlos Coelho da Silva, realizador de 'Amália - O Filme', admitiu em entrevista ao Jornal Correio da Manhã que a longa-metragem sobre a vida da fadista Amália Rodrigues levou-o a gostar mais do fado. 'Só ouvia em certas ocasiões', disse o realizador, que aprofundou o seu conhecimento desse género musical graças à pesquisa que fez da vida de Amália Rodrigues. "Senti esse gosto a crescer em mim à medida que ia ouvindo a voz dela". 'Acerca da rodagem, o também autor de 'O Crime do Padre Amaro' diz que 'Amália - O Filme' enfrentou 'algumas limitações', nomeadamente ter filmado em Portugal cenas passadas no Rio de Janeiro e em Paris. Nas salas portuguesas desde dia 4 de Dezembro, o filme que regista o percurso internacional da fadista Amália Rodrigues tem dispertado as mais diversas curiosidades na cultura portuguesa, onde no grande ecrã, para além da ficção e da Obra da artista: o Fado está sempre presente! ]
FONTES &VER+EM:
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=B2532EA2-CE73-4F55-A69E-FF9AF7902305&channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Fado Mulato & El FadVivo: Inauguram uma nova discográfica Portuguesa:"Grão"

[Os CD "Fado mulato", de Maria João Quadros, e "El FadVivo", de José Peixoto, inauguram uma nova discográfica, "Grão", que pretende ser uma alternativa às grandes editoras. "Escolhi o nome de `Grão` porque queria uma coisa que me desse ideia de mar, uma grão de areia por exemplo, sem que fosse uma lomba, mas também porque um grão tanto pode germinar aqui [em Portugal] como noutra qualquer parte do mundo", explicou à Lusa o poeta Tiago Torres da Silva, proprietário da nova discográfica. "A Grão é um alternativa ao esquema tradicional das grandes editoras, dando espaço a quem não encontra onde gravar", indicou. A nova discográfica tem "um pé em Portugal e outro no Brasil e o novo disco da fadista Maria João Quadros" conta com participações, entre outros, de Ivan Lins, Pedro Luís, Chico César, Zeca Baleeiro e Olívia Byington. Tiago Torres da Silva, que tem escrito para vários intérpretes nacionais e estrangeiros, como Teresa Tarouca, Beatriz da Conceição, Ney Matogrosso, Maria Bethânia e Elba Ramalho, confessou ter decidido iniciar uma nova editora de discos "por estar cansado do tradicional `não há dinheiro`, e o não pagarem, muitas vezes, os respectivos direitos"."Fado mulato" é um projecto idealizado e produzido pelo próprio Torres da Silva. "Não temos uma linha recta que vamos seguir, somos uma espaço de acolhimento de projectos criativos, aceitamos conforme podemos e achamos, mas não há uma catalogação", sublinhou. O CD "El FadVivo" é o exemplo de um projecto próprio de José Peixoto, que o músico apresentou e é editado pela etiqueta da Grão. O disco de Peixoto, produzido pelo próprio, foi gravado ao vivo em Dezembro do ano passado, em três espaços distintos, o Auditório Fernando Lopes Graça, em Almada, o Onda Jazz, em Lisboa, e o OTamborQfala, no Seixal. Também em projecto está uma "colaboração activa" com o Brasil, não só em termos de participações de músicos e intérpretes como de presença dos discos "Grão" do outro lado do Atlântico.]
FONTES & VER+EM:

Maria João Quadros: "Fado Mulato"

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Pessoa e Amália: Do Fado à História de Portugal - A paixão da Croata Jelena Radan

[ Jelena Radan enamorou-se do fado em 2000 ao ouvir um disco de Mísia. Como se tivesse encontrado um tesouro perdido, a cantora croata dedicou-se de corpo e alma ao fado e já tem dois discos gravados em português. No início de Novembro deste ano, cantou em Nova Iorque. Aprendeu fado de ouvido. Com a ajuda da Net e dos discos. Foi nos bastidores de um concerto em Split no ano 2000, onde fazia os coros de Goran Karan, um popular cantor croata influenciado pela música tradicional da Dalmácia. "Queria ficar sozinha e ouvir. Simplesmente ouvir. Sentia que tinha descoberto um tesouro perdido e queria escondê-lo." Tratava-se do disco Garras dos Sentidos, de Mísia, e o tema que "nunca" esquecerá chama-se "Dança de mágoas", em que Mísia canta Fernando Pessoa: "Como inútil taça cheia/que ninguém ergue da mesa/transborda de dor alheia/meu coração sem tristeza." Cantora profissional, o fado surgiu na sua vida como paixão íntima. Em 2005 decidiu começar a ensaiar com a sua banda, porque sentia necessidade de "expressar" os seus sentimentos através do fado, transformando-o "num caminho musical e profissional paralelo" . "Quando ouvi Amália Rodrigues penso que já estava pronta para esta aventura. Senti um enorme respeito. Havia nela qualquer coisa de nobre", explicou Jelena Radan, ao Portal do Fado. É com Dean Trdak, tradutor e professor de Português (que traduziu, entre outros, José Luís Peixoto para croata) com quem está a estudar não só a língua, como também a cultura, a música e a História de Portugal. Pensar Real~Pensar Portugal, que tanto defende a divulgação das Tradições Portuguesas, sublinha a importância da Internet na promoção dos artistas Portugueses, e das janelas que agora se abrem, a uma nova geração de seguidores nacionais e internacionais atentos: à Língua Portuguesa e à História de Portugal.]
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Croácia:Jelena Radan canta "Meu Fado Meu"

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Fado: Museu Renovado abre portas 2 Outubro.

[ O Edifício do Recinto da Praia, frente ao Largo do Chafariz de Dentro, porta de entrada para o histórico Bairro de Alfama, é o local onde está instalado o Museu do Fado, inaugurado a 25 de Setembro de 1998. O universo do Fado e da Guitarra Portuguesa - referência obrigatória da música tradicional portuguesa-, apresenta no dia 2 de Outubro, novos conteúdos expositivos, no Museu que agora renovado, contempla diversas áreas funcionais: um núcleo museológico com uma exposição permanente, um espaço de exposições temporárias, um Centro de Documentação, uma Loja, um Pequeno Auditório, uma Escola e um espaço de cafetaria. A aposta nas novas tecnologias é outra das características do "novo" Museu do Fado, disponibilizando postos de consulta que permitem o acesso ao seu espólio, nomeadamente, imagens, repertório, registos áudio, biografia, programas de espectáculos e até pautas, se existirem. "Vamos ter em depósito o quadro de José Malhoa que pertence às colecções municipais, a gravura do Rafael Bordalo Pinheiro que representa os fadistas de 1873, uma litografia também das colecções dos museus municipais, um quadro do Constantino Esteves, e obras do Júlio Pomar. Teremos uma tela do Cândido da Costa Pinto, e uma outra tela que até aqui nunca foi exposta, inédita, do Arnaldo Louro de Almeida de 1947", adiantou à Lusa, Sara Pereira, directora do Museu do Fado. Uma renovação que contou com a consultadoria do musicólogo Rui Vieira Nery e a "colaboração atenta" do Conselho do Fado, constituído pelos fadistas Vicente da Câmara e Carlos do Carmo, os músicos Luísa Amaro e António Chaínho, o construtor de guitarras Gilberto Grácio, a Associação Portuguesa dos Amigos do Fado, representada por Julieta Estrela e Luís de Castro, e a Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado, representada por Luís Penedo e Daniel Gouveia. ]
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sábado, 27 de setembro de 2008

1º festival Internacional de Cinema de Artes Performativas: Museu do Teatro/Portugal.

[ O 1º Festival Internacional de Cinema de Artes Performativas, dirigido por Frederico Corado, que decorre no Museu Nacional do Teatro, em Lisboa, até o próximo dia 28 de Setembro, reune filmes vindos de França, Estados Unidos da América, Canadá, Alemanha, Suiça, Argentina, Rússia, Espanha, Estónia, Austrália, Républica Checa, Índia, Holanda, Grécia, Polónia, Reino Unido e Brasil para a Selecção Oficial da Competição Internacional do FICAP 2008. A ideia é de reunir filmes onde o Teatro, a música, a dança ou o circo são o tema central. O Festival Internacional de Cinema de Artes Performativas quer transformar-se, no maior panorama internacional daquilo que se faz em cinema e vídeo, no que diz respeito à sua ligação às artes performativas, sendo assim um festival completamente à parte de todos os outros já existentes. Para a Competição Nacional, o festival conta com obras fortíssimas, oriundas dos mais diversos pontos do país, que retrata todas as formas de artes performativas que se fazem em Portugal. A entrega oficial dos Prémios, irá realizar-se no Domingo, dia 28 de Setembro, pelas 21h30, estando ainda previsto, a exibição dos respectivos filmes premiados, em trés sessões agendadas para a próxima segunda feira, dia 29 de Setembro, no Museu Nacional de Teatro em Lisboa. O Festival, contempla para este Sábado e Domingo, a exibição de 56 Filmes, cuja programação pode ser consultada através do Site: www.ficap.pt. Para celebrar os 60 anos da estreia do filme "Fado, História de uma Cantadeira", foi também integrado neste evento, uma sessão a que se chamou "FadoClip", que é uma mostra dos videosclip realizados nos últimos trés anos, organizados numa sessão em que o público pode votar no seu clip preferido, representado pelos artistas que dão voz à tradição portuguesa conhecida em todo o mundo: o Fado.]
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terça-feira, 16 de setembro de 2008

Amália Rodrigues em Digressão Mundial!

[ A Fundação Amália Rodrigues e a Fundação Berardo assinam hoje à tarde um protocolo para organizar uma exposição internacional sobre a fadista portuguesa Amália Rodrigues, segundo a agência Lusa. A exposição deve começar a digressão mundial em 2009, quando passam dez anos sobre a morte da fadista portuguesa. A mostra vai ser composta por “vestidos, fotografias, discos, galardões e elementos multimédia”. “Começa-se já a preparar mas só no próximo ano acontecerá”, frisou Américo Lourenço, sem adiantar qual será a primeira cidade a acolher a exposição. Amália Rodrigues actuou a primeira vez em Roma na década de 1950 no âmbito dos concertos do Plano Marshall. Na década de 1970 "obteve um extraordinário êxito com sucessivas digressões" em Itália, segundo o estudioso de teatro Vítor Pavão dos Santos. A fadista chegou a gravar em italiano, foi a primeira artista ligeira a actuar nas Termas de Caracalla, na década de 1990. Amália Rodrigues iniciou a sua carreira em 1939 no Retiro da Severa em Lisboa e actuou pela primeira vez no estrangeiro em 1940, em Madrid, a convite de Teotónio Pereira, embaixador de Portugal em Espanha. O espólio da fadista encontra-se, por vontade testamentária, à guarda da Fundação com o seu nome, que mantém aberta ao público a casa onde residiu, na Rua de S. Bento, em Lisboa. Criadora de vários êxitos e a primeira artista portuguesa a ultrapassar fronteiras, ganhou vários prémios, incluindo três MIDEM. Amália Rodrigues morreu em casa a 6 de Outubro de 1999. A Fundação Amália Rodrigues é uma fundação socio-cultural portuguesa, criada em 1999 por desígnio do testamento da Monárquica e Fadista, para viabilizar e continuar projectos de solidariedade social, promoção do fado e dos fadistas e apoio financeiro de instituiçõs como a Casa do Artista. A fundação gere hoje também a casa-museu de Amália Rodrigues, e concede anualmente vários galardões, incluindo o Prémio Internacional (já concedido a Mariza) e de Carreira (entre vários, Raul Nery e Argentina Santos). ]
FONTES & VER+EM:

Imagens Sonoras de Amália Rodrigues.