Mostrar mensagens com a etiqueta Família Real Portuguesa. Publicações. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Família Real Portuguesa. Publicações. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 14 de abril de 2010

D. Amélia: A rainha exilada que deixou o coração em Portugal - O Novo Romance Histórico de Isabel Stilwell [ Livros ]

[ Pensar Real~Pensar Portugal, irá estar presente na apresentação do romance Histórico "D. Amélia" de Isabel Stilwell, que se realizará hoje pelas 18h30, na livraria Buchholz, em Lisboa. Após a apresentação do seu novo romance histórico, a autora estará disponível para responder às questões dos leitores. Convidamos todos os nossos interessados a estarem presentes.
SINOPSE DO LIVRO "D. AMÉLIA":
"Uma rainha não foge, não vira costas ao seu destino, ao seu país. D. Amélia de Orleãs e Bragança era uma mulher marcada pela tragédia quando embarcou, em Outubro de 1910, na Ericeira rumo ao exílio. Essa palavra maldita que tinha marcado a sua família e a sua infância. O povo acolheu-a com vivas, anos antes, quando chegou a Lisboa. Admirou a sua beleza, comentou como era alta e ficou encantado com o casamento de amor a que assistiu na Igreja de São Domingos. A princesa sentia-se uma mulher feliz. Mas cedo começou a sentir o peso da tragédia. O povo que a aclamou agora criticava os seus gestos, mesmo quando eram em prol dos mais desfavorecidos. O marido, aos poucos, afastava-se do seu coração, descobriu-lhe traições e fraquezas e nem o amor dos seus dois filhos conseguiu mitigar a dor. Nos dias mais tristes passava os dedos pelo colar de pérolas que D. Carlos lhe oferecera, 671 pérolas, cada uma símbolo dos momentos felizes que teimava em não esquecer. Isabel Stilwell, autora best-seller de romances históricos, traz-nos a história da última rainha de Portugal. D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados ao pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola. De nada lhe valeu o ramo de rosas que tinha na mão e com o qual tentou afastar o assassino. Outras mortes a perseguiriam... D. Amélia regressou em 1945 a convite de António de Oliveira Salazar com quem mantinha correspondência e por quem tinha uma declarada admiração. Morreu seis anos depois em França, seu país natal, na cama que Columbano havia pintado para ela. Na cabeceira estavam desenhadas as armas dos Bragança."

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Leilão de Moedas dos Reinados de: D.João V; D. Jose I; D. Miguel; D.Pedro II e D.Luís

[ O Movimento Pensar Real ~Pensar Portugal destaca o octogésimo leilão que a Numisma promove hoje, no hotel Tiara Park Hotel, em Lisboa, com um lote de moedas de ouro portuguesas e brasileiras dos séculos XVIII e XIX, além de meia macuta, moeda angolana cunhada em 1851. Segundo disse à Agência Lusa o director da Numisma, Javier Salgado, o principal interesse do leilão vai para as moedas de ouro do Brasil e de Portugal, batidas entre os reinados de D. Pedro II e D. Luís, princípios do século XVIII até finais de XIX, que têm sempre muita saída. A Numisma, empresa fundada em 1976 e que a partir de 1989 se lançou na organização de leilões de moedas em Portugal, realiza entre quatro a cinco leilões por ano. Uma moeda de meia macuta de Angola em cobre, do tempo de D. Miguel (1831), vai à praça, com um preço base de 25 000 euros, no leilão da Numisma. A moeda está classificada pelos especialistas como sendo da mais alta raridade. São apenas conhecidos três exemplares. A macuta foi uma unidade monetária introduzida em Angola por D. José I, foi cunhada em prata e cobre circulou até 1928. O catálogo do 80º leilão da Numisma apresenta uma centena de lotes de moedas de ouro batidas nos reinados de D. João V e D. José I, dos quais se destaca o Dobrão de 1724, que tem valor de licitação de 10 000 euros. ]
REIS DE PORTUGAL:
FONTES & VER+EM:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=391982
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=6137B867-99E4-4B5C-86FA-67150C07BC71&channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013
http://www.angonoticias.com/full_headlines.php?id=23849

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Publicações:"Entre a Corte e a Cidade - O Rio de Janeiro no Tempo do Rei" [Brasil]

[ A encerrar o ciclo das celebrações do bicentenário da ida da Família Real Portuguesa para o Brasil, o livro “Entre a Corte e a Cidade: O Rio de Janeiro no tempo do Rei” fala das transformações da cidade no centro do Império português.“Ainda há influência dos portugueses no Rio de Janeiro, há hábitos que estão muito arreigados, a memória ainda é muito clara”, disse à Lusa Sérgio Barra, autor da publicação, sublinhando que a tradição cultural do carioca lembra a cidade do século XIX. Resultado de uma dissertação de mestrado, o livro “Entre a Corte e a Cidade” (publicado pela Editora José Olympio) aborda o período de instalação da Corte Portuguesa no Rio, a transformação da capital da colónia em sede do Império lusitano e a “difusão de uma Civilização” com a imposição de novos padrões de comportamento. Para o historiador, especialista em património cultural pelo Instituto do Património Histórico Nacional (Iphan), é “fundamental” entender o período de D. João, a transferência da Corte para o Rio e observar as transformações urbanas.“O Rio de Janeiro ainda tem tanta coisa de cidade portuguesa, cosmopolita e aberta a influências outras. O carioca ainda tem uma mentalidade de Corte que vem do século XIX”, destacou. Sérgio Hamilton da Silva Barra é mestre em História Social da Cultura pela Universidade Católica do Rio de Janeiro. ]
FONTES & VER +EM:

segunda-feira, 4 de maio de 2009

"Salazar e o Rei ( que não foi): Lançamento do Livro de Fernando Amaro Monteiro

[ A Livros do Brasil apresentou no passado dia 29 de Abril o livro “Salazar e o Rei (que não foi)”, de Fernando Amaro Monteiro, no Salão Nobre da Associação Comercial de Lisboa, onde estivemos presentes. "Salazar e o Rei" é mais um grande livro do Professor Fernando Amaro Monteiro. No lançamento para além de S.A.R.,O Duque de Bragança - autor do preâmbulo-, estiveram muitos participantes, a apresentação coube ao Professor Mendes Henriques que como nos habitou: foi brilhante! Sobre a Sinopse do Livro: "Salazar e o Rei (que não foi) é a história secreta da relação de amor/ódio que existiu entre os monárquicos portugueses e o Estado Novo. É por isso uma obra cheia de surpresas e revelações. Quando um dia se escrever a crónica melancólica da monarquia e dos monárquicos portugueses do século XX e, mais do que isso, quando for possível descrever com verdade o que o próprio salazarismo representou, este livro de Fernando Amaro Monteiro virá decerto a constituir uma fonte fundamental para ambas as empresas. Não houve episódio significativo de que o autor não desse notícia, documento que não investigasse, intriga ou mistério que não procurasse esclarecer. E os leitores conhecerão, ao lê-lo, toda a panóplia dos sentimentos possíveis: admirar-se-ão algumas vezes, indignar-se-ão outras, acontecer-lhes-á mesmo rir ou comover-se. A imagem de Salazar, olhada do ponto de vista da monarquia, é na verdade muito curiosa e, sob vários aspectos, devastadora. É certo que não encerra os lugares comuns do ditador facínora, culpado de todos os males passados, presentes e futuros do país, mas deixa, em pequenas pinceladas, o retrato de um homem seco, que acreditava em poucas coisas e em ainda menos pessoas, e que se dispunha a enganar uns e outros para ganhar o direito de permanecer. Com a sua extraordinária capacidade de dar a ver algumas cenas que ficam como verdadeiros momentos simbólicos, com a sua determinação de deixar «falar» os documentos, este novo livro de Fernando Amaro Monteiro não é apenas mais um trabalho sobre uma época reconhecidamente controversa – é uma obra que permite olhar esse período a uma luz completamente nova, é em suma um livro que fará data. "]
EDITORA LIVROS DO BRASIL:
FONTES & VER+EM:

quarta-feira, 11 de março de 2009

"O Rei Que Espionou Napoleão": Um Romance Histórico sobre a última Dinastia dos Bragança, de Val Beauchamp [Publicações]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal divulga o lançamento do Livro "O Rei Que Espionou Napoleão"- Um romance histórico sobre a última dinastia dos Bragança-, da escritora luso-brasileira Val Beauchamp, que irá ter lugar no dia 12 de Março, às 19h30 no Instituto Camões em Brasília, no Brasil. O livro pode ser adquirido via internet na página da Editora Thesaurus. Sobre a Obra: "Um importante período da História do Brasil e de Portugal, em narrativa ágil, plena de episódios, abarca as últimas décadas do século XVIII até a primeira metade do século XIX. Lucas, o camponês vinhateiro, criado palaciano, narra os fatos, a partir dos vinhedos do Douro, das ogivas em estilo “gótico manuelino” de igrejas e mosteiros, as alegrias, pesares e intrigas ao redor de várias gerações da família real portuguesa, nas entrelinhas onde perpassam as colorações e os aromas do vinho do Porto. A sombra de Bonaparte pairando sobre a Europa, a iminência de anexação de Portugal aos vastos domínios conquistados pelo corso, a luz esperançosa representada pelo Brasil, ensejaram uma viagem estratégica e apressada. Surpreendente manobra do príncipe-regente, D. João, uma vitória sobre o imperador francês, que outros reis não lograram impor. A autora segue pelos meandros de um significativo romance histórico e apresenta, com a elegância de seu estilo, algumas filigranas de uma artimanha política sofisticada e que asseguraria a permanência da dinastia de Bragança, em Portugal e no Brasil." Por: Josélia Costandrade da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte .]
LINK THESAURUS EDITORA:
http://www.thesaurus.com.br/livro/1876/o-rei-que-espionou-napoleao

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Reis de Portugal

Reis de Portugal: Evocar a História [DVD]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal e a Juventude Monárquica de Lisboa, recomenda a aquisição da Colecção: Reis de Portugal, em dvd. A obra é composta por 36 DVD’s produzidos na integra em registo de vídeo de alta definição (HDV), com uma duração de 70 a 80 minutos cada, contendo esclarecedores mapas, gráficos e animações 3D que pormenorizam acontecimentos marcantes, em particular viagens marítimas e operações militares. Da fundação de Portugal, com D. Afonso Henriques, até ao derrube da monarquia, a 5 de Outubro de 1910, a chefia do Estado foi sucessivamente exercida por 35 Reis, representando Quatro Dinastias. Esta excepcional edição em DVD apresenta a biografia de cada soberano, as etapas fulcrais do seu reinado, as figuras e os factos mais relevantes na sua época. Toda a informação é complementada com opiniões de personalidades de reconhecido prestígio na investigação histórica, a par de comentários de outros Especialistas consagrados em diferentes áreas académicas e científicas. Para esta excepcional colecção foram recolhidas imagens não só em Portugal continental e nas ilhas açorianas, como em diversos pontos do Mundo – com destaque para o Reino Unido, Espanha, Marrocos e Brasil – que se encontram estreitamente ligados a iniciativas políticas, diplomáticas ou militares conduzidas por alguns dos nossos monarcas e decisivas na nossa História. A colecção "Reis De Portugal" tem a coordenação científica do Prof. Joaquim Veríssimo Serrão, apresentação do Coronel Fernandes Henriques, com a participação e Comentários de S.A.R. o Duque de Bragança.]
www.marinaeditores.com/
Marina Editores, Lda. Editores e Distribuidores de Livros.
Rua Ocidental do Convento, nº 19, Lj 6 - Parque Residencial S. Francisco
2900 - 514 Setúbal - Portugal.
Email: marinaeditores@clix.pt
Tel: (+351) 265 539 800

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Literatura: Infanta de Portugal e Rainha de Inglaterra, de Isabel Stilwell [Livros]

[ Hoje, em destaque na Literatura Contemporânea Portuguesa do Século XXI, Pensar Real~Pensar Portugal, faz referência ao Livro "Catarina de Bragança", de Isabel Stilwell, editado pela Esfera dos Livros - 2008. D. Catarina Henriqueta de Bragança (Vila Viçosa, 25 de novembro de 1638 — Lisboa, 31 de Dezembro de 1705) foi Princesa de Portugal e Rainha consorte de Inglaterra e Escócia por seu casamento com o rei Carlos II da casa de Stuart. Filha do Rei D. João IV de Portugal e da sua mulher a Rainha D. Luísa de Gusmão. Depois da morte da irmã mais velha, a Princesa D. Joana, assumiu o título de Princesa da Beira. Seus irmãos foram os monarcas D. Afonso VI e D. Pedro II de Portugal. Sinopse: "Com 23 anos a infanta Catarina de Bragança, filha de D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, deixou para trás tudo o que lhe era querido e próximo para navegar rumo a uma vida nova. No coração um misto de tristeza e alegria. Saudades da sua Lisboa, de Vila Viçosa, do cheiro a laranjas, dos seus irmãos que já haviam partido deste mundo e dos que ficavam em Portugal a lutar pelo poder. Mas os seus olhos escuros deixavam perceber o entusiasmo pelo casamento com o homem dos seus sonhos, Charles de Inglaterra, um príncipe encantado que Catarina amava perdidamente ainda antes de o conhecer.Por ele sofreu num país do qual desconhecia a língua, os costumes e onde a sua religião era condenada. Assistiu às infidelidades do marido, ao nascimento dos seus filhos bastardos enquanto o seu ventre permanecia liso e seco, incapaz de gerar o tão desejado herdeiro. Catarina não conseguiu cumprir o único objectivo que como mulher e rainha lhe era exigido. Se ao menos não o amasse tanto!, pensava nas noites mais longas e tristes..."]
D. CATARINA DE BRAGANÇA:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Catarina_de_Bragan%C3%A7a
O LIVRO & VER+EM:
http://www.portaldaliteratura.com/livros.php?livro=4467

Literatura: "Filipa de Lencastre: A Rainha que mudou Portugal",Isabel Stilwell [Livros]

[ Pensar Real~Pensar Portugal, assinala também e da mesma autora Isabel Stilwell, o romance : "Filipa de Lencantre: A Rainha que Mudou Portugal", da Editora Esfera dos Livros - 2007. D. Filipa de Lencastre (Leicester, 1359 - Lisboa, 19 de Julho de 1415) foi uma Princesa inglesa da casa dos Plantagenetas, filha de João de Gant, 1º Duque de Lencastre, pela sua mulher Branca de Lencastre. Tornou-se Rainha consorte de Portugal através do casamento com o Rei D. João I, celebrado em 1387 na cidade do Porto. Este casamento foi acordado no âmbito da Aliança Luso-Inglesa, contra o eixo França-Castela. Foi-lhe atribuída a distinção inglesa da Ordem da Jarreteira. Sinopse do Livro: "Filipa de Portugal morreu de peste negra, tal como a sua mãe, a 15 de Julho de 1415. Com 55 anos. No dia 25 partiam de Lisboa 240 embarcações e um exército de 20 mil homens, entre os quais D. Duarte, o Infante D. Henrique e D. Pedro. A Praça de Ceuta caía cerca de um mês depois. D. Filipa não esperaria outra coisa dos seus filhos… Mulher de uma fé inabalável, conhecida pela sua generosidade, empreendedora e determinada a mudar os usos e costumes de uma corte tão diferente da sua, Filipa de Lencastre deu à luz, aos 29 anos, o primeiro dos seus oito filhos. A chamada Ínclita Geração, que um dia, como ela, partiria em busca de novos mundos e mudaria para sempre os destinos da nação. Frei John, o tutor já tinha previsto o seu destino nas estrelas. Nasceu Phillipa of Lancaster, filha primogénita de John of Gaunt, mas aos 29 anos deixou para trás a sua querida Inglaterra para se casar com D. João I de Portugal. A 11 de Fevereiro de 1387 o povo invadiu as ruas da cidade do Porto para aclamar carinhosamente D. Filipa de Lencastre, Rainha de Portugal. Num romance baseado numa investigação histórica cuidada, Isabel Stilwell conta-nos a vida de uma das mais importantes rainhas de Portugal. Desde a sua infância em Inglaterra, onde conhecemos a corte do século XIV, à sua chegada de barco a Portugal onde somos levados numa vertigem de sentimentos e afectos, aventuras e intrigas. "]
D. FILIPA DE LENCASTRE-RAINHA E PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Filipa_de_Lencastre
O LIVRO & VER+EM:
http://www.portaldaliteratura.com/livros.php?livro=4098

terça-feira, 4 de novembro de 2008

"Instituição Régia era viável em Portugal"- afirma: Investigador não Monárquico!...

[ O estudioso e investigador José Brandão, que editou já cerca de uma dezena de títulos centrados na I República (1910-1926), não sendo monárquico, afirmou hoje, em declarações à agência Lusa, que a instituição régia "era viável em Portugal, bastando ver que os países mais avançados no mundo são monarquias constitucionais". O Livro "A vida dramática dos Reis de Portugal", tem a chancela do Ministério dos Livros e tem a seguinte sinopse: "Esta é a História de Portugal contada de modo diferente. Diferente porque é uma selecção descomplexada de alguns dos piores factos que a História regista. Diferente porquanto ousa apresentar como abomináveis alguns dos maiores vultos que marcaram o tempo histórico de Portugal. Através dos trinta reis e das duas rainhas, que nasceram portugueses e estiveram à frente dos destinos de Portugal durante quase oito séculos, mostra-se o lado menos reluzente do trajecto histórico de uma velha Nação castigada por tragédias que teimam em perseguir o seu destino. É uma história que começa com um rei que luta contra a mãe numa batalha em S. Mamede e termina com outro rei que vê matarem-lhe o pai num atentado no Terreiro do Paço". Sobre o autor, pode-se ler o seguinte: José Brandão nasceu em Algés, Oeiras, em 14 de Março de 1948. Em 1969 foi para a tropa com mobilização para a guerra em Moçambique de onde regressou em finais de 1971. Virá a ser preso pela PIDE em princípios de 1973 acusado de pertencer a uma organização ligada ao PCP, a ARA. Ligado ao mundo sindical e político, adere em 1979 às teses da UGT e do PS atingindo lugares de relevo nestas organizações. Actualmente encontra-se sem qualquer filiação política ou sindical. Tem uma vasta série de artigos publicados entre 1983 e 1995 em jornais como o Expresso, Diário de Notícias e o Diário de Lisboa. "Sidónio - Contribuição para a História do Presidencialismo", foi o seu primeiro título, seguindo-se-lhe outros como "Carbonária - o Exército secreto da República" ou "Portugal trágico - O Regicídio".]
FONTES & VER+EM:
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/6535192bbcb8e9e3cde17e.html

sábado, 11 de outubro de 2008

Rainhas de Portugal:Da Fundação até ao Séc. XIX,vistas por Helena Sacadura Cabral.

[ Pensar Real~Pensar Portugal vai estar presente no lançamento do livro "As nove magníficas - O fascínio do poder", de Helena Sacadura Cabral, editado pela Esfera dos Livros, e que será apresentado pela deputada Teresa Caeiro no dia 14 de Outubro, às 18H30, no Corte Inglês, em Lisboa. Relativamente aos objectivos do livro, Helena Sacadura Cabral afirmou à Lusa: "O que eu gostaria é que houvesse uma campainha na cabeça das pessoas, homens e mulheres, que dissesse: curioso, estudámos isto, mas esquecemos que esta mulher fez isto e isto", sublinhou. Helena Sacadura Cabral escolheu nove Rainhas, desde a Fundação de Portugal até ao século XIX, que biografou em curtos ensaios. O livro tem a seguinte Sinopse: Sobre o papel das mulheres na construção do país que somos, reina o silêncio. Se é indiscutível que a História de Portugal foi erigida com uma importante influência feminina, também é verdade que este contributo tem sido lamentavelmente minorado ou mesmo esquecido pela grande maioria dos historiadores. Exaltamos os nossos reis, as suas qualidades, os jogos de poder em que estiveram envolvidos, as vitórias que alcançaram. Mas as suas consortes são quase sempre vistas como meros peões deste jogo. Neste livro, Helena Sacadura Cabral surpreende-nos ao recuperar a história de nove magníficas mulheres que souberam deixar a sua marca e influenciar decisivamente a vida nacional. O que têm em comum D. Teresa, a primeira rainha de Portugal, Santa Isabel, a pacificadora, D. Leonor Teles, a licenciosa, D. Filipa de Lencastre, a mãe da Ínclita Geração, D. Catarina de Áustria, a centralizadora, Luísa de Gusmão, uma regente poderosa, D. Carlota Joaquina, a política irreverente, D. Maria, a única mulher a ocupar, por direito próprio, a chefia do Estado português já num ordenamento constitucional e D. Amélia, que viu morrer nos seus braços o marido e o seu filho, o príncipe herdeiro? Foram rainhas, regentes, mães, esposas dedicadas, diplomatas de calibre, políticas argutas e quase todas elas sentiram esse imenso fascínio que o poder parece desencadear. Através das suas alegrias e tristezas, dos encantos e desencantos, das ambições e dos fracassos, das acções políticas ou mesmo do seu quotidiano, Helena Sacadura Cabral relata nove séculos de História do nosso país através do olhar e do destino que a vida reservou a estas surpreendentes mulheres.]
FONTES & VER+EM:

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

S.A.R. o Duque de Bragança: No "Palácio do Ser" e "Obra" do Presidente da Causa Real!

[ S. A. R. o Duque de Bragança esteve ontem na apresentação do Livro dos 99 poemas do Presidente da Causa Real, Paulo Teixeira Pinto, que ocorreu no anfiteatro de química, do Museu de Ciência da Universidade de Lisboa. Os convidados fizeram de alunos e assistiram às análises estruturais do "Verbo" e à "arquitectura lógica dos poemas", que combinados com o universo dos "números", deram origem à primeira Obra de Paulo Teixeira Pinto. António Emiliano, professor universitário e Vasco Graça Moura, escritor e ensaísta, falaram da mensagem e da construção dos 99 poemas do livro. O primeiro dirigindo-se a Sua Alteza, deu assim início ao seu discurso sobre "este livro estranho, onde a maior parte das coisas não são formalmente poesia". O segundo debruçou-se sobre a numerologia ao longo da História, fraseando passagens do livro. Os jornalistas Mário Crespo e Nicolau Santos leram poemas do Presidente da Causa Real, Paulo Teixeira Pinto, agora editor poeta e pintor. No anfiteatro repleto de figuras notáveis da cultura, política, muitos monárquicos, amigos e convidados: juntaram uma plateia de 3 gerações. Pedro Abrunhosa declamou e musicou os poemas, dando "corpo" ao "verbo" e ao "número" dos poemas, que Paulo Teixeira Pinto, considera ser: "as duas ferramentas do pensamento". Numa plateia lotada e rendida à forma e apresentação da Obra, que reflecte o espírito atento do autor, às "fusões" das novas linguagens de expressão cultural, Paulo Teixeira Pinto supreendeu e cativou o público presente. O registo das imagens em video ficou a cargo do realizador João Botelho que vai oferecer ao autor e amigo. O Presidente da Causa Real, Paulo Teixeira Pinto, agradeceu aos presentes revelando as "nove razões" para o lançamento da Obra, expressando gratidão ao apoio no passado de Eduardo Prado Coelho, Orlando Vitorino e Rui de Albuquerque. Entre as figuras conhecidas estiveram: Isabel Pires de Lima, Pedro Roseta, Pedro Avilez, Rui Emiliano, José Pedro Paço D'Arcos, José Carlos Ramalho, Margarida Rebelo Pinto, Joaquim Figueiredo Lobo, Ricardo Abranches, João Matos e Silva, Carlos Magno e muitos outros. Membros do grupo Pensar Real~Pensar Portugal em conversa com a ex-Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, que irá no Porto, realizar a apresentação da Obra no mesmo formato, salientou "a importância de se dar a conhecer as outras dimensões que existem em todos nós, e que por vezes não são reveladas. Neste caso, Paulo Teixeira Pinto deu-nos a conhecer, as suas multiplas capacidades intelectuais. O que para mim foi uma agradável supresa", disse. Pensar Real~Pensar Portugal, orgulha-se de ter cada vez mais e junto do seu ciclo, personalidades que ligadas à cultura portuguesa, não só elevam a dimensão do nosso movimento, como mantêm vivo o espírito: do "Ser Português".]
FONTES & VER+EM:
http://dn.sapo.pt/2008/10/10/artes/paulo_teixeira_pinto_lanca_poemas.html

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Ideias para Ler em Tempo de Férias.

[ Professor Dom Thomáz de Mello Breyner - Conde de Mafra (1866-1933) - foi um notável médico da Coroa e grande amigo do Rei D.Carlos e da Família Real. Homem de grande cultura e senhor de um carácter inabalável, leal ao seu Rei e à sua Pátria, foi sem dúvida nenhuma: Um grande Homem da sua Época! O Livro " Diário de um Monárquico", é um documento Histórico escrito sem preocupações literárias, em estilo de relato e diário, com apreciações registadas dia a dia, através de notas e apontamentos, onde fica expresso o seu sentir, paixões e o jogo dos interesses disputados na época em que viveu. Dos nove cadernos de apontamentos e de "notas de viagens e mais cousas" que escreveu, conta com um diário de trinta e seis anos escrito por quem viveu por dentro de acontecimentos que refletem o ambiente da vida social e política do País. Publicou também vários trabalhos científicos sobre a sua especialidade que após a sua morte foram entregues à Faculdade de Medicina de Lisboa. Esta edicção de 284 Páginas, reune seis anos dos trinta e seis do "Diário de um Monárquico" da autoria do Professor Thomáz de Mello Breyner - Conde de Mafra -, com a transcrição, selecção, anotações e nota prévia de Gustavo de Mello Breyner Andresen, acrescentando ainda que para a imagem de capa deste Livro, selecionou a "Cor verde esperança, com a reprodução dos retratos de Sua Majestade o Rei D. Manuel II de Portugal e da Rainha Augusta Victória". Em Nota Prévia do livro, Gustavo de Mello Breyner Andresen, conclue do seguinte modo:
"...quantos e quantos portugueses, em defesa do seu ideal - Deus, Pátria e Rei - morreram em combate, foram gravemente feridos, foram presos e mal tratados, assassinados, andaram a monte, perderam os seus empregos, tiveram que partir para o exílio e muitos e muitos se arruinaram.
Aqui lhes rendo as minhas homenagens.
Depois......veio o mar e levou tudo."
Praia da Granja, 11 de Agosto de 1994.
"Pensar Real ~ Pensar Portugal", promete que brevemente irá realizar a devida homenagem a este grande servidor da Causa do Rei.]