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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Centenário da Morte da Rainha Maria Pia (1847-1911) assinalado numa exposição a ocorrer no Palácio da Ajuda em 2011?




[ No ano do centenário da República, Isabel Silveira Godinho afirmou que a República “vilipendiou e disse muito mal da Família Real, como lhe competia, mas portou-se muito bem ao devolver todos os bens de carácter pessoal”. “A República portou-se muito bem ao devolver os livros, as jóias pessoais, as pratas, os móveis, os tapetes, os fatos, à sua custa, e é uma história que este palácio vai ter de contar um dia”, disse a responsável. Após a proclamação da República, o Paço da Ajuda, residência da Rainha Pia que, depois de enviuvar, “passou apenas a ocupar o piso térreo”, foi selado. “Uma comissão que integrava um representante da soberana fez um exaustivo inventário, desde pentes e móveis às pratas e jóias”, disse. Trata-se de uma listagem curiosa em que a cada sala corresponde uma letra do alfabeto “e quando se esgotou o alfabeto, repetiram-se as letras, sendo cada uma acompanhada de sinais diacríticos, A’; A’’ e por aí fora”, explicou. Dentro de cada sala “cada objecto foi numerado e referenciado” e ainda hoje serve “como um thesaurus”, rematou. No próximo ano cumpre-se o centenário da morte da Rainha Maria Pia (1847-1911), e o PNA prepara várias iniciativas com base em várias linhas de investigação. A responsável afirmou que “o palácio deve muito ao empenho da Rainha que era uma mulher fora da sua época”. As críticas republicanas aos gastos da mulher de D. Luís e mãe de D. Carlos, permitem que hoje o Palácio possua “riquíssimas colecções não só na qualidade e género como na quantidade”. A responsável projecta “fazer um dia” uma exposição em que se mostra as quantidades existentes de objectos de quotidiano que há no PNA. “A riqueza de uma casa afere-se também pela quantidade e é extraordinária. Não há dezenas de marcadores vermeil, há mais de uma centena, por exemplo”, disse. Referindo-se à Rainha, Isabel Silveira Godinho que dirige o PNA há 30 anos, afirmou que esta “sabia o que comprava, e a ela se deve muito da riqueza das actuais colecções”. A responsável afirmou que o assassinato do filho e do neto (D. Carlos e D. Luís Filipe) abalou muito Maria Pia. Referindo-se à citada demência da Rainha que o dramaturgo António Patrício na peça “O Fim” ilustra com a régia personagem a regar as flores do tapete do quarto, a directora do PNA argumentou: “julgo que não, mas é claro todos temos uns dias mais negros que outros”. “É natural que tivesse um desgosto grande. Ninguém pode ficar impávida e serena perante uma desgraça colossal como aquela foi [o assassinato do filho e do neto em Fevereiro de 1908]”, disse. “E a barbaridade como aquilo aconteceu – continuou - ninguém fica na mesma. A Rainha sofreu, tanto que ela que era uma personagem que sempre gostou de estar em público e de aparecer, e tinha uma pose real, nem precisava de usar jóias, nasceu de facto para ser Rainha, desistiu de estar em cena”. (ES). ]

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

"A Última Missão": Lançamento do livro sobre a guerra da autoria de José de Moura Calheiros [14 Dez |Coimbra]

[ «(…) Não se arrisca nada se se disser que A ÚLTIMA MISSÃO, com a sua boa escrita, amplo desenho, factos fortes e consistência, é a melhor peça memo rialística sobre a nossa última guerra. Assim, com este seu livro inaugural sobre a guerra que levou ao Fechamento, José de Moura Calheiros, rematando um arco de séculos, ajuda a fechar bem o trabalho iniciado pelos cronistas da Expansão. Mas o valor desta obra não se esgota no reforço da nossa debilitada tradição memorialística, reside também no facto de ser uma resposta da realidade real à altura da melhor realidade imaginada – Nó Cego, de Vale Ferraz, A Costa dos Murmúrios, de Lídia, e Jornada de África, de Alegre – sobre a Guerra Colonial, como a Esquerda lhe chama, ou Guerra do Ultramar, como a Direita prefere.» Do Ensaio prefacial, de Rui de Azevedo Teixeira. A sessão de lançamento do Livro "A Última Missão" de José Alberto de Moura Calheiros, publicado pela editora Caminhos Romanos, irá ter lugar no dia 14 de Dezembro, pelas 18 Horas, no auditório da Brigada de Intervenção, na Rua da Infantaria Nº23, em Coimbra. A obra será apresentada pelo professor Doutor António Barbosa de Melo.

"José Alberto de Moura Calheiros, nasceu em 1936 no Peso, Covilhã. Frequentou o Curso de Infantaria da Escola do Exército (1954-1957). Admitido nas Tropas Pára-quedistas em 1959, aí passou toda a sua vida militar. Cumpriu três comissões de serviço no Ultramar – Angola (1963-1965) e Moçambique(1967-1969) como comadante de Companhia de Pára-quedistas e Guiné (1971-1973) como 2º Comandante e Oficial de Operações do BCP12, COP4 e COP5 e Comandante do COP3. Em Tancos, foi Comandante do Batalhão de Instrução, Comandante do Regimento de Caçadores Pára-quedistas e Comandante da Escola de Tropas Pára-quedistas. Nos seus três últimos anos de actividade como militar (1977-1981) desempenhou funções de Chefe do Estado Maior do Corpo de Tropas Pára-quedistas. Passou à situação de Reserva em Fevereiro de 1981. Licenciado em Finanças pelo ISCEF – Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, passou então a desempenhar funções de técnico economista no Ministério da Indústria, IPE – Instituto de Participações do Estado e na Direcção Financeira de empresas. Mais tarde dedicou-se à gestão de empresas. Hoje está reformado e afastado de qualquer actividade profissional."]

"Fim do Império": Divulgação dos livros da autoria do coronel Rui Marcelino e coronel Manuel Barão da Cunha [ SHIP | 15 Dez ]

[ No dia 15 de Dezembro, 4.ª feira, às 18h00, irá ter lugar no Palácio da Independência em Lisboa, a SESSÃO DE DIVULGAÇÃO DOS 1.º e 2.º LIVROS DA COLECÇÃO FIM DO IMPÉRIO CRÓNICA DOS MEUS ÚLTIMOS DIAS DE TIMOR E OUTRAS HISTÓRIAS DE GUERRA da autoria do coronel dr. Rui Marcelino e TEMPO AFRICANO AQUELAS LONGAS HORAS EM 8 ANDAMENTOS da autoria do coronel dr. Manuel Barão da Cunha editados por DG Edições, com o patrocínio da Liga dos Combatentes, Comissão Portuguesa de História Militar e Câmara Municipal de Oeiras. A sessão contará com a presença dos autores, podendo o livro ser adquirido nessa altura a preço especial e autografado.]
SOCIEDADE HISTÓRICA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL:
WWW.ship.pt

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Lisboa antes do Terramoto 1755: Exposição Virtual no Museu da Cidade em Lisboa


[ Pergunta: como era Lisboa antes do Terramoto de 1755? Resposta: está numa exposição que o Museu da Cidade de Lisboa inaugura e que permite, como nos mostra o Alexandre Brito, uma viagem virtual. IN RTP ]

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Contadores de Histórias recebem diploma "Narrador da Memória" no Peso da Regua


[ Dezassete contadores de histórias recebem sexta feira, no Peso da Régua, o diploma de "Narrador da Memória", atribuído pelo Museu do Douro no âmbito de um projeto de inventariação do património imaterial da região duriense. A entrega destes certificados, iniciativa inédita no país, pretende reconhecer o papel importante destes contadores, a maior parte dos quais idosos, na "transmissão às novas gerações da memória cultural da sua comunidade". Em 2007, foram atribuídos pela primeira vez diplomas a nove narradores de Tabuaço. IN LUSA ]

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Mateus Ricci-Introdutor do Cristianismo na China: Conferência conduzida pelo Padre João Caniço [Museu Oriente 12 Nov]


[ Mateus Ricci foi um sacerdote jesuíta, filósofo, cartógrafo, astrónomo e matemático. Conhecido pelo nome chinês “Lì Mǎdòu, sobressaiu pela sua actividade missionária, fundada no diálogo, na China da dinastia Ming. Considerado o introdutor do cristianismo na China, a vida deste sacerdote está em destaque no Museu do Oriente, na conferência Mateus Ricci -Introdutor do Cristianismo na China-, conduzido pelo padre João Caniço, no dia 12 de Novembro, sexta-feira, pelas 18h. Neste encontro o tema de discussão é o percurso do sacerdote jesuíta Mateus Ricci, na sua actividade missionária fundamentada na sensibilização para a fé cristã na China. Mateus Ricci nasceu em Macerata, Itália, a 6 de Outubro de 1552 e morreu em Pequim, a 11 de Maio de 1610.]

Conferência: Mateus Ricci - Introdutor do cristianismo na China
Orador: Padre João Caniço, sj
12 Novembro - Museu do Oriente - 18H - Piso 4
Entrada livre

FONTES & VER+EM:
http://www.museudooriente.pt/1097/mateus-ricci---introdutor-do-cristianismo-na-china.htm

Matteo Ricci

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Estufa Real do Rei D. Luís: Visita Guiada à Estufa das Orquídeas [ 9 Out~Lisboa ]

[ Pensar Real~Pensar Portugal patrocina a visita guiada à Estufa Real de S.A.R. O Rei D.Luís I de Portugal, que se irá realizar no dia 9 de Outubro, pelas 14H30, na Calçada de Ajuda, em Lisboa. Promovido pela Presidente da Associação Portuguesa de Orquidofilia, Graziela Mesteir, o programa desta visita que está inserido nas festas do Outono do Jardim Botânico da Ajuda, iniciar-se-á a partir da Estufa das Orquídeas -Estufa do Rei D. Luis-, ao Jardim Botânico e à exposição de Orquídeas. O visitante irá receber uma pequeno folheto com informação detalhada do que foi a Estufa Real do Rei D. Luis, informações sobre os géneros expostos, conselhos adequados, tirar dúvidas de cultivo, comprar orquídeas e adquirir conhecimentos sobre a edificação daquela que é considerada como a mais importante instituição dedicada à cultura da história natural do País. Esta iniciativa dá-lhe a oportunidade de ver em Portugal, uma exposição de orquídeas organizada pela Associação Portuguesa de Orquidofilia. ]
INFORMAÇÕES & INSCRIÇÕES:
Contacto: 932 555 357

Estufa Real do Rei D. Luís I: "A grande inovação do Real Jardim Botânico!"

[ “Jardim do século XVIII, final do barroco, espaço de rigor geométrico, foi o primeiro jardim botânico português, devendo ser considerado como a primeira e a mais importante instituição dedicada à cultura da história natural do País." Após o terramoto de 1 de Novembro de 1755, o Marquês de Pombal mandara construir na Ajuda, nessa época subúrbio da capital, um edifício de madeira, abrigo e residência provisória da Família Real, que ficou conhecido pelo nome de «Paço Velho», e que, no reinado de D. Maria I, desapareceu devido a um incêndio. Para implantação do Real Jardim Botânico, no sítio de Nossa Senhora da Ajuda, D. José I comprou ao conde da Ponte a quinta que este possuía junto ao Paço da Ajuda. Inicialmente esta quinta destinou-se à cultura de frutas e hortaliças necessárias ao Palácio Real. Por influência de Miguel Franzini, professor dos príncipes D. José e D. João, netos do rei e filhos da que viria posteriormente a subir ao trono com o nome de D. Maria I, foi projectado o 15.º Jardim Botânico da Europa. Destinava-se o jardim, tal como o Museu de História Natural e o Gabinete de Física, instalados num edifício próximo, à educação dos príncipes, em particular a D. José, então com 15 anos e destinado a suceder a sua mãe, caso não tivesse falecido. Na Europa, já desde 1543 se vinham a construir jardins botânicos destinados a instruir todos os que quisessem estudar os enigmas do mundo vegetal, podendo citar-se, nomeadamente, os de Pisa, Pádua, Bolonha, Montpellier, Estrasburgo, Paris e Madrid. Inicialmente denominado "Real Jardim Botânico da Ajuda", chegou a receber plantas vivas e sementes dos jardins botânicos de todo o mundo, tendo coleccionado mais de 5000 espécies. Considerado um dos melhores exemplos que podem encontrar-se do que foram os jardins botânicos no século XVI e parte do XVII, o jardim e o museu foram abertos ao público por ordem de D. João VI. Mas a grande inovação do Real Jardim Botânico, ocorre no reinado de D. Luís I, com a edificação da Estufa das Orquideas! "A grande inovação desta estufa residia no facto de estar parcialmente enterrada. O isolamento dado pelo solo evitava as perdas de calor durante os meses mais frios e reduzia o aquecimento excessivo da estufa durante o Verão, conduzindo a baixas amplitudes térmicas ao longo do ano com importante economia de energia. Durante os anos de 1980, este mesmo princípio foi aplicado no desenvolvimento de uma estufa protótipo destinada ao cultivo de plantas ornamentais, em Almeria, Espanha, tendo então sido apresentada como grande inovação. Tinham entretanto passado cem anos desde a construção da Estufa das Orquídeas!" ]
ESTUFA DAS ORQUIDEAS:
http://www.jardimbotanicodajuda.com/1ojardim/14visitavirtual/
arquitectura/estufa_orq/Estufa_orq.html
JARDIM BOTÂNICO DA AJUDA:
http://www.isa.utl.pt/home/node/906
REI D.LUÍS I DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_I_de_Portugal

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Apresentação dos Selos e do Carimbo dos 200 Anos da Batalha do Bussaco [ Media ]

[ Inserido no Programa das Comemorações dos 200 Anos da Batalha do Bussaco, hoje decorrerá das 16h às 18Horas, a apresentação pública dos selos e do carimbo comemorativo dos 200 anos da Batalha do Bussaco, no Convento de Santa Cruz do Bussaco. O programa tem vindo a ser elaborado pela Câmara da Mealhada, em colaboração com o Estado-maior do Exército, a Academia Portuguesa de História, a Associação Napoleónica Portuguesa, a Fundação Mata do Buçaco e algumas associações locais.]
FONTES & VER+EM:

http://www.cm-mealhada.pt/200anosbussaco/index.php

Batalha do Bussaco: Recriação Histórica da Batalha de 1710 no Bussaco recriada por Associações Napoleónicas de seis países

[ Mais de centena e meia de elementos de diferentes associações napoleónicas de diversos países recriaram, no Buçaco (Mealhada), a batalha que, há 200 anos, opôs naquela serra tropas francesas e forças luso-britânicas. À recriação histórica, integrada nas comemorações do Bicentenário da Batalha do Buçaco, nas portas de Sula, o local onde em 27 de setembro de 1710 se travaram confrontos decisivos no conflito entre Portugal e França, assistiram alguns milhares de pessoas. "Não fazemos folclore", garantiu à agência Lusa, pouco antes do início da "batalha", Faria e Silva, presidente da Associação Napoleónica Portuguesa (ANP), organizadora do evento, em cooperação e com a participação das suas congéneres de Espanha, França, Reino Unido, Bélgica e Suíça e com o apoio da câmara da Mealhada e do Estado Maior do Exército. Do confronto, há 200 anos, entre as tropas luso-britânicas, lideradas por Wellington, e o exército francês, comandado por Massena, "há gravuras" que permitem a "reprodução fiel de vestuário e armamento" então utilizado, disse Faria e Silva. Essas gravuras e outros dados permitem que seja possível reconstituir protagonistas, materiais, equipamentos e cenários com elevado grau de fiabilidade. In LUSA ]

sábado, 25 de setembro de 2010

NA CORTE D’EL REI D. DINIS: Castelo de Leiria - Recriação Histórica [24 a 25 Set]

[ Numa representação dos Viv’Arte, o Castelo de Leiria recuará oito séculos, para que todos possam assistir às extraordinárias recriações históricas e assim conhecer um pouco mais da história de Leiria, do seu Castelo e D'El Rei Dom Dinis. Na Programação Cultural, este Sábado, dia 25, entre as 17 e as 24 horas, será dedicado a D. Dinis - O Agricultor e, domingo, dia 26, a partir das 15 e até às 24 horas, será dedicado a D. Dinis - O Trovador. O estacionamento deverá ter lugar junto às piscinas municipais e a entrada no Castelo efectuar-se-á através do acesso norte. Pensar Real~Pensar Portugal convida todos os interessados a participarem nesta iniciativa cultural que evoca "a nossa História"!... ]
A ENTRADA É LIVRE.
INFORMAÇÕES:
C.M.Leiria -Tel: 244 839 640
PROGRAMA:
25’SÁB‘17h00 - 24h00
26’DOM‘15h00 - 24h00
FONTES & VER+EM:
REI DOM DINIS:

Castelo de Leiria:Na Corte D'El Rei D.Dinis -"D. Dinis O Lavrador" [25 Set - Sábado]

[ Pensar Real~Pensar Portugal felicita a Câmara Municipal Leiria, pela iniciativa que irá realizar este fim de semana. O evento "Na Corte D'El Rei D. Dinis", está considerado como um dos maiores eventos jamais realizados no castelo de Leiria, não só pela importância que o mesmo representa para Leiria, mas e sobretudo pela dimensão humana que dará corpo a este fabuloso marco histórico. O site do Centro Histórico de Leiria acrescenta ainda que : "Recrear a nossa historia com todos os actores e no local certo, é pois já por si um sucesso antecipado. 120 artistas darão corpo a este fantástico cenário, que juntamente com o publico leiriense e convidados, irão interagir, viveremos pois, horas, onde o que respiramos é " nossa história ". Vamos a Leiria! ]
PROGRAMA: D. DINIS - O LAVRADOR
Sábado 25 Setembro das 17H às 24H

- 17h00 - Abertura oficial do mercado. Chegada de El rei D. Dinis e Cortejo Régio. Leitura do Edital e do Foral que El Rei D. Dinis manda outorgar a Leiria.
- 18h30 - Entrega de Pinheiros aos lavradores para a reflorestação dos campos de Leiria.
- 19h30 - Juízo de heréticos e de malfeitores.
- 20h00 - Arauto anuncia os termos do tratado de Alcanizes.
- 20h30 - Comeres e beberes nas Tabernas do Mercado.
- 21h00 - Danças e festejos do término da plantação do Pinhal de Leiria.
- 21h30 - Danças Mozarables e a arte do encantador de Serpentes.
- 22h00 - Concerto de música das três culturas com Eduardo Ramos na Igreja da Pena.
- 22h30 - Treino de armas pelos cavaleiros vilãos.
- 23h00 - Teatralização da lenda do Segovim.
- 23h30 - O Assalto do Saltimbanco da Charneca.
- 24h00 - A Lenda da Donzela Encantada.
ENTRADA GRÁTIS.
CENTRO HISTÓRICO LEIRIA:
http://centrohistoricoleiria.blogspot.com/2010/09/na-corte-del-rei-d-dinis.html

Castelo de Leiria:Na Corte D'El Rei D.Dinis "D. Dinis - Lavrador" [ Domingo~26 Set]

PROGRAMA~26 Domingo das 15h às 24 h
CENTRO HISTÓRICO LEIRIA
D. DINIS - O TROVADOR (Acto II)
- 15h00 - Os artesãos e mercadores iniciam as suas actividades.
- 16h00 - Visita do Almotacem e do Meirinho aos artesãos e mercadores. O homem da vara afere os pesos e medidas.
- 16h30 - O Arauto anuncia o édito que regulamenta a língua portuguesa, a qual passa a ser considerada a língua oficial na escritura de documentos.
- 17h00 - Demonstração de combates na Praça de armas.
- 18h00 - Recriação: “missa em latim na Igreja da Pena”.
- 19h00 - Cortejo e inscrição de cavaleiros para o torneio de armas em honra de D. Dinis.

- 20h00 - Torneio de armas em preito de vassalagem a El Rei D. Dinis.
- 21h00 - Comer e berer à tripa forra nas tabernas.
- 21h30 - Cantigas de amigo e de amor nos espaços do Castelo.
- 22h00 - Bufarinheiros e Vendedores da Banha da Cobra procuram ludibriar alguns labregos.
- 22h30 - Assalto ao Castelo de Leiria por uma mesnada de Castelhanos.
- 23h00 - Ensamble de todos os grupos de animadores do mercado.
- 24h00 - Encerramento do mercado.

ENTRADA GRÁTIS

terça-feira, 17 de agosto de 2010

China: Navio-Escola Sagres privado de atracar em Macau [Comemorações dos 500 Anos da Expansão Portuguesa no Oriente]


[ Integrada nas Comemorações dos 500 Anos da Expanção Portuguesa no Oriente, a viagem do Navio Sagres que se iniciou a 19 de Janeiro com a missiva de promover a Imagem de Portugal no Mundo e na formação dos alunos da escola Naval, ficou privado pelas autoridades Chinesas de atracar em Macau. Pensar Real~Pensar Portugal destaca a noticia da Lusa, publicada no Jornal Público: “Tínhamos a intenção de ir a Macau e pedimos, já há muitos meses, a autorização diplomática das autoridades de Pequim para o efeito, mas não nos foi concedida, porque em Macau não é permitida a visita de navios de guerra por se tratar de uma região chinesa com autonomia”, explicou à Lusa o comandante do navio, Proença Mendes. “O navio-escola ‘Sagres’ não deixa de ser um navio de guerra, pois pertence à Marinha”, recordou o comandante em declarações por telefone à Lusa quando o “Sagres” se aproxima da costa chinesa, depois de ter estado na Coreia do Sul. Proença Mendes lamenta a situação, “pois esta é a primeira volta ao mundo que o navio faz depois da transferência de administração de Macau, de Portugal para a China”, mas o capitão-de-fragata observou que “são as regras da região”. O navio vai ficar em Xangai até ao dia 23, de onde parte rumo à capital timorense de Díli, já que a paragem em Macau, no dia 28, não foi autorizada. Nesta viagem à volta do mundo, a primeira em 26 anos, o “Sagres” já visitou países como o Brasil, Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Equador, México, Estados Unidos, Japão e a Coreia do Sul, faltando agora China, Indonésia, Timor-Leste, Singapura, Tailândia, Malásia, Índia, Egipto e Argélia. “Temos sido muito bem recebidos em todo o lado, pois este é um navio espectacular. Por onde passa ganha amigos e todos estão encantados com esta forma de fazer diplomacia”, constatou o comandante Luís Proença Mendes. A viagem do Sagres para formar os alunos da Escola Naval e promover a imagem de Portugal no mundo, prolonga-se por 11 meses, estando prevista a sua chegada a Lisboa a 23 de Dezembro.]
FONTES & VER+EM:
http://www.publico.pt/Política/navioescola-sagres-impedido-de-atracar-em-macau_1451713

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Estoril: A primeira estância de turismo pensada de raiz em Portugal [Livros]

[ "Apesar de ter surgido como estância de veraneio no final do século XIX, o Estoril foi a primeira estância balnear em Portugal pensada e projectada para a actividade turística, com oferta hoteleira e imobiliária, campos de golfe, campos de ténis, termas, casino e, claro, a praia", afirma a historiadora Margarida de Magalhães Ramalho, autora do livro "Estoril, a vanguarda do turismo", recentemente editado pela By the Book. Em português e inglês, o livro é amplamente ilustrado com fotografias actuais e antigas, muitas das quais inéditas. "Durante o trabalho de pesquisa, encontrei mais de mil fotografias no Hotel Palácio que nunca foram publicadas, para além de outros documentos que nem se sabia que existiam, como o primeiro projecto do Hotel do Parque, que nunca chegou a ser construído", contou a investigadora ao DN. A historiadora, que já editou outros trabalhos sobre esta região, conta neste livro a história do turismo no Estoril desde os tempos da Monarquia até aos dias de hoje e dedica ainda o primeiro capítulo do livro aos últimos trinta anos do século XIX, período durante o qual o Rei D. Carlos e a aristocracia faziam longas temporadas em Cascais. A cada capítulo corresponde uma das grandes fases da evolução turística do Estoril: anos dourados, entre 1910 e 1945; de terra de exílio a praia de família, entre 1950 e 1974; à procura de si próprio, de 1974 à actualidade. O título do segundo capítulo, anos dourados, remete para o auge da estância balnear. Apesar de Fausto Figueiredo ter apresentado logo em 1914 o projecto de desenvolvimento do Estoril enquanto destino turístico, foi preciso esperar pelo final da Primeira Grande Guerra e pela visão de futuro de dois homens do Estado Novo - António Ferro e Duarte Pacheco - para que os projectos começassem a ser concretizados. No início dos anos 30, com a chegada do Sud Express e com a inauguração do Palace Hotel e do Casino, o Estoril ganha fama internacional e torna-se cosmopolita, atraindo destacadas figuras de Casas Reais Europeias, banqueiros, actores de cinema e espiões internacionais." ]
By The Book - 'Estoril, a vanguarda do turismo':
http://www.bythebook.pt

FONTES & VER+EM:
http://www.tvi.iol.pt/mediacenter.html?mul_id=13301276&load=3&pos=0
http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1642133&seccao=Livros

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Mapa de Portugal datado de 1561 foi adquirido pela Biblioteca Municipal

[ Quando D. Sebastião foi aclamado rei (1557), preparou-se uma embaixada a Roma, para tratar de importantes assuntos de Estado. O embaixador escolhido foi Lourenço Pires de Távora (1510-1573), que chegou a Roma em Junho de 1559. Em Roma residia um dos mais famosos humanistas Portugueses, Aquiles Estaço (1524-1581), notável latinista que redigiu a oração de obediência de D. Sebastião ao Papa e a leu perante Pio IV. Guido Sforza, cardeal protector de Portugal, terá então recebido de Estaço um particular presente: um mapa de Portugal, preparado por Fernando Álvares Seco(fl. 1560), cartógrafo de quem pouco ou nada se sabe. Do mapa manuscrito original não se conhece o paradeiro, mas, a partir dele, Sebastiano di Re gravou e Michele Tramezzino, conhecido editor veneziano, preparou uma versão reduzida, na escala de ca. 1: 1.340.000, impressa em Veneza mas difundida em Roma, com privilégio do Papa e do Senado de Veneza, datada de 20 de Maio de 1561. O exemplar, agora adquirido pela Biblioteca, foi impresso em Veneza a partir do manuscrito original de Fernandes Álvares Seco cujo paradeiro é desconhecido. Do mapa original "Sebastiano di Re gravou e Michele Tramezzino, conhecido editor veneziano, preparou uma versão reduzida (36x66 cm), na escala de cerca 1: 1.340.000, impressa em Veneza mas difundida em Roma, com privilégio do Papa e do Senado de Veneza, datada de 20 de maio de 1561", explica a mesma nota. O mapa original foi uma oferta do humanista português Aquiles Estaço ao cardeal Guido Sforza, em agradecimento pelo "seu empenho nos assuntos lusitanos". A oferta deu-se no reinado de D. Sebastião, quando o jovem Rei nomeou Lourenço Pires de Távora embaixador junto do Papa em 1559, tendo cabido a Estaço redigir e ler a oração de obediência do monarca ao Papa Pio IV. Do cartógrafo Fernando Álvares Seco "pouco ou nada se sabe" e do "mapa manuscrito original não se conhece o paradeiro". "Embora a primeira imagem cartográfica que representa Portugal isoladamente e no seu conjunto seja a de Álvares Seco, pouca atenção tem sido dada ao mapa. Constituem exceção os diversos estudos que Suzanne Daveau tem dedicado à obra", lê-se na mesma nota. Segundo a nota, "o que mais surpreende o leitor do mapa de Portugal de Álvares Seco é a sua orientação, com o oeste no topo. Observada de Leste (Roma), em perspetiva, a fachada ocidental da península, 'perde-se' no horizonte, para oeste. Sendo uma construção erudita, é natural que a sua orientação represente Portugal como 'cabeça' da Europa". A nota sublinha que o mapa "é a figuração de um Portugal apelidado de 'Lusitânia', província da Hispânia romana". Na dedicatória lê-se: "Guido Sforza: dedicamos-te, devido à proteção dispensada à nossa gente, a Lusitânia descrita pela arte de Fernando Alvares Seco...". ]
SITE BNP:
http://www.bnportugal.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=536:aquisicao-do-mais-antigo-mapa-de-portugal&catid=49:aquisicoes&Itemid=581
FONTES & VER+EM:
http://www.sic.sapo.pt/online/noticias/cartaz/Biblioteca+Nacional+adquire+exemplar+do+mapa+mais+antigo+de+Portugal.htm

terça-feira, 10 de agosto de 2010

RTP: Placa Evocativa do Regicídio no Roteiro Turistico da Cidade de Lisboa


[ Com o lema "São tesouros que não estão escondidos, mas que muitas vezes passam despercebidos", a RTP foi à procura das preciosidades da cidade de Lisboa, propondo um itinerário turistico. Pensar Real ~ Pensar Portugal congratula-se das referências Históricas e Arquitectónicas registadas à Praça do Terreiro do Paço, na reportagem realizada pela RTP que destaca e inscreve a Placa Evocativa do assassinato de S. M. El-Rei Dom Carlos I e do Príncipe Real Dom Luís Filipe (1 de Fevereiro de 1908), no roteiro turistico de Lisboa. ]
PLACA EVOCATIVA REGICÍDIO & INFORMAÇÕES:
Arte Pública- Lisboa Património Cultural
TRANSCRIÇÃO: "Neste local a 1 de Fevereiro de 1908, morreram pela pátria S. M. El-Rei Dom Carlos I e o Príncipe Real Dom Luís Filipe."
ACESSOS:
Autocarros – 36, 40, 44, 60, 91, 92, 706, 709, 711, 714, 732, 745, 759, 781, 790, 794
Metro: Linha Azul – Estação Praça do Comércio.
Barcos: Transtejo/Soflusa
LOCALIZAÇÂO:
Edifício do Terreiro do Paço, cunhal norte da ala poente, Terreiro do Paço, Freg. de S. Nicolau.
DESCRIÇÃO LISBOA PATRIMÓNIO CULTURAL:
"Esta placa evocativa provém da Real Associação de Lisboa realizada pela Câmara Municipal de Lisboa. Foi inaugurada no dia do Regicídio, data que fez 98 anos que foram assassinados o Rei D. Carlos I e o Príncipe Real D. Luís Filipe. Na cerimónia da sua inauguração estiveram presentes: o herdeiro da Casa Real Portuguesa, o Duque de Bragança D. Duarte Pio e do Presidente da Real Associação de Lisboa. Trata-se de um acontecimento marcante dentro da historiografia portuguesa contemporânea.
"

sábado, 7 de agosto de 2010

Televisionando Portugal: Museu de Braga recupera o Passado Arqueológico do País


[O Laboratório de Conservação e restauro do Museu Dom Diogo Sousa, em Braga, recupera peças encontradas por todo o País e até de outros museus. In RTP]

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Jovem Português conquista Prémio Melhor Trabalho de Aluno [SIGGRAPH 2010-USA]

Empires decline – revisited from Pedro M Cruz on Vimeo.

[ Um vídeo do estudante da Universidade de Coimbra Pedro Cruz conquistou o Prémio Melhor Trabalho de Aluno no maior evento mundial de computação gráfica, a conferência SIGGRAPH 2010, nos EUA. O vídeo “Visualizing Empires Decline” é um projecto de visualização de informação que narra o declínio de quatro grandes impérios marítimos dos séculos XIX e XX – Portugal, Espanha, França e Grã-Bretanha. Com cerca de três minutos de duração, a peça é uma animação em 2D, que integra 110 momentos históricos. O vídeo começa por mostrar quatro grandes manchas coloridas, que se vão dividindo à medida que as respectivas colónias ganham índependêndência e se afastam da mancha original para ocupar uma posição correspondente ao seu lugar no mapa-múndi. “O conceito e a execução valeram por si”, observou Pedro Cruz, estudante de mestrado, a propósito do vídeo, que diz ser uma “peça lúdica, que pode funcionar bem na sala de aula”, nomeadamente no ensino da história. O trabalho de Pedro Cruz foi também uma das 30 selecções do júri, escolhido num universo de 750 filmes dos mais diversos géneros, para exibição num festival que decorreu em paralelo à conferência. O premiado contou que, entre as 30 selecções para o festival, figuravam vídeos de profissionais de artes gráficas, videojogos, animação, cinema e efeitos visuais, alguns de grande produtoras de Hollywood, como segmentos dos filmes Avatar, Alice no País das Maravilhas, Príncipe da Pérsia e 2012. O galardão, foi atribuído na quinta-feira, em Los Angeles, entre 72 concorrentes ao prémio.]
FONTES & VER+EM:

http://www.publico.pt/Tecnologia/estudante-portugues-premiado-em-conferencia-mundial-de-computacao-grafica_1449903