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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Viagem Medieval Santa Maria da Feira 2010: Do Condado ao Reino [29 Jul a 8 Agosto]


[ A Viagem Medieval em Terra de Santa Maria que em 2009 arrecadou o prémio “Melhor Evento Cultural”, na terceira edição da Gala dos Eventos, realizada a 1 de Junho, no Porto Sheraton Hotel, introduz na edição de 2010: a apresentação de novos espectaculos e cerca de 135 horas de animação durante o evento. A produção da Viagem Mediaval em Terra de Santa Maria 2010, conta com a presença de 490 elementos na animação; 36 grupos de animação circulante; 41 associações envolvidas; A criação de 14 novos espectáculos, inspirados no contexto histórico local e nacional; A criação de 8 novas áreas temáticas, com apresentação de novos espectáculos, dinamizados por novos grupos; A criação da figura do ‘narrador" (dois actores feirenses na contextualização dos espectáculos no espaço e no tempo); A criação de imagem cinematográfica para o cartaz de promoção. A frase -"No final do séc. XI, é criada uma nova entidade política: o Condado Portucalense"-, serve de mote à recriação histórica e época da Fundação de Portugal, que envolve cerca de duas centenas de actores e figurantes, que prometem surpreender os visitantes durante 11 dias de programação. O evento começou ontem com a apresentação das personagens e decorrerá até dia 8 de Agosto. Recorde-se que, em 2008, a Viagem Medieval também foi distinguida com uma menção honrosa, na terceira edição dos Prémios Turismo de Portugal (categoria “Animação”), que decorreu na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL).]
SITE OFICIAL & PROGRAMA:
http://www.viagemmedieval.com/index.php

segunda-feira, 26 de julho de 2010

"Passos à Volta da Memória": Itinerário Histórico dinamiza a cidade da Guarda



[ Até 18 de Setembro há visitas guiadas ao coração da cidade mais alta, numa iniciativa da Culturguarda EM e da Câmara Municipal da Guarda. Trata-se de uma visita encenada ao centro histórico da cidade guiada por Álvaro Gil Cabral (alcaide da Guarda nos finais do séc. XIV). As visitas decorrem todas as sextas e sábados e ainda no primeiro domingo dos meses de Agosto e Setembro. Um passeio pela memória, pela história e pelo património cultural que tem por ponto de partida a Praça Velha. As visitas guiadas serão feitas em dois horários distintos: às 10h e às 17h30. De referir ainda que a primeira visita ao centro histórico realizou-se no dia 22 de Julho, pelas 17h30. Uma oportunidade única para conhecer a cidade através dos olhos de uma figura ilustre da Guarda e seu alcaide em finais do século XIV. "Passos à volta da memória" é um projecto com a coordenação geral de Américo Rodrigues, o texto é da autoria de António Godinho, a encenação é de António Terrinha, a interpretação é de João Ventura e conta ainda com os figurantes Carlos Gil, Carlos Morgado, Elisabete Fernandes, Luís Paulo e Maria Miguel Figueiredo. Trata-se de uma actividade levada a cabo no âmbito do Projecto Teatralização do Centro Histórico, fruto da candidatura “Parcerias para a Regeneração Urbana Eixo 2 - Desenvolvimento das Cidades e dos Sistemas Urbanos” e através do Programa Mais Centro do Quadro de Referência Estratégico Nacional.]
VISITAS ~CENTRO HISTÓRICO DA GUARDA:
Às 1oH e às 17H30 - Sextas e Sábados;
1º Domingo de Agosto e Setembro

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Recriação Histórica - Séc. XVIII: Sistema de Comunicações no tempo de D.João VI


[ O sistema de comunicações baseado num inovador telégrafo usado há 200 anos pelo exército luso-britânico nas Linhas de Torres Vedras, durante as invasões francesas, foi ontem recriado em Torres Vedras nas comemorações do bicentenário. "Entre o Forte de São Vicente (Torres Vedras) e a Serra de Socorro vamos colocar diversos postes com bandeiras, que permitiam transmitir na época mensagens recorrendo ao código semafórico", afirmou à agência lusa Arlindo Policarpo, do Agrupamento de Escuteiros da Silveira que organiza a atividade em conjunto com a Associação de Radioamadores do Oeste. O sistema de comunicações baseado em bandeiras (telégrafo óptico português) ou ponteiros foi criado no século XVIII para facilitar as comunicações entre Lisboa e o Rei D. João VI, quando estava no Palácio Nacional de Mafra e também pela marinha inglesa. O especialista Henrique Vieira, a fazer investigação para o doutoramento em logística e sistema de comunicações das Linhas de Torres, explicou que o telégrafo acabou por ser o meio adotado pelo general Wellington na altura da construção das Linhas de Torres Vedras. As Linhas de Torres é o nome dado ao conjunto das 152 fortificações construídas sob a orientação do general inglês Wellington, comandante das tropas luso-britânicas no período das invasões francesas, para defender Lisboa das tropas napoleónicas. Assim, foram construídos diversos postos de comunicações em pontos altos das várias linhas defensivas, onde em cada um deles existia um telégrafo óptico de bolas que, em função do número das que eram erguidas tal como as bandeiras e os ponteiros, transmitiam mensagens que eram captadas por via visual, através de monóculos. "As mensagens demoravam no máximo 10 minutos a serem veiculadas do posto mais recuado até Lisboa", explicou. Contudo, "a funcionalidade do sistema de comunicação não era muito grande, devido às condições climatéricas, sobretudo nevoeiro", acrescentou. Tendo em conta que as mesmas condições climatéricas subsistem, na recriação histórica do sistema de comunicações "vão ser usados dois emissores/receptores de televisão" em substituição dos monóculos, para facilitar a visualização das mensagens transmitidas em código, disse Arlindo Policarpo. Na recriação, vão participar mais de 30 soldados figurantes fardados à época". As Comemorações decorrem até Novembro de 2010. ]
FONTES & VER-EM:

www.linhasdetorresvedras.com

sábado, 26 de junho de 2010

D. Afonso Henriques: Criada sociedade em Viseu para preservar a memória do Fundador de Portugal

[ Pensar Real~Pensar Portugal, destaca a notícia sobre a criação da sociedade que defende que D. Afonso Henriques nasceu em Viseu, publicada pela Lusa. "A tese de que D. Afonso Henriques nasceu em Viseu surgiu, curiosamente, depois de, em 1990, ter sido posta em causa a “tradição” de que Guimarães foi o “berço” do fundador da nacionalidade, com o aparecimento da hipótese de Coimbra. Júlio Cruz, um dos sócios fundadores da Sociedade Histórica Afonso Henriques, disse aos jornalistas hoje é raro o historiador que não aceite a tese de Almeida Fernandes e, portanto, Viseu tem de assumir este seu filho dilecto”. “Para isso, foi criada esta associação que é, nem mais nem menos, o motor das actividades que levam a preservar a memória de Afonso Henriques”, justificou. Avançou que todos os anos haverá em Viseu encontros afonsinos (o primeiro a 20 de Novembro), para os quais “vão ser convidados quatro investigadores que tenham feito os últimos trabalhos sobre a vida e obra ou a época do D. Afonso Henriques”. No dia seguinte, haverá sempre uma visita a uma cidade afonsina (este ano Zamora) e será editada uma revista “que vai reproduzir os encontros e tudo o que houver de novo”. “Queremos aprofundar a vida e obra de D. Afonso Henriques. Se amanhã aparecer uma tese a dizer que foi noutro sítio tudo bem”, acrescentou. Júlio Cruz garantiu que o objectivo não é entrar em polémica com Guimarães.“Não queremos nada dos outros, mas não enjeitamos nada do que é de Viseu”, frisou, afirmando que “Guimarães é o berço da nacionalidade, mas o berço de Afonso Henriques é Viseu”. A constituição da Sociedade Histórica Afonso Henriques tinha sido um desafio deixado num congresso realizado no ano passado no âmbito das comemorações dos 900 anos do seu nascimento em Viseu. A cerimónia aconteceu ontem à tarde nos claustros da Sé, onde se encontra a única imagem de D. Afonso Henriques na cidade (retratado nuns azulejos num encontro com S. Teotónio).]

D. Afonso Henriques: História Essencial Portugal: Hermano Saraiva [Serie TV]

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Exposição:A Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana-Museu Arte Antiga, Lisboa [ 12 Junho a 12 Setembro]

[ Amanhã, dia 12 Junho, pelas 12H, no Museu Nacional de Arte Antiga, vai ter lugar a inauguração da exposição ‘A Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana’. A exposição reúne pela primeira vez em Portugal os quatro monumentais panos, tecidos em Tournai por encomenda de D. Afonso V, conservados na Colegiada de Pastrana desde o século XVI e recém-restaurados sob o patrocínio da Fundação Carlos de Amberes. Peças de extraordinária monumentalidade e absolutamente únicas em termos da produção borgonhesa, relatando as conquistas de Arzila e Tânger, a sua encomenda e produção — ainda envolta em sombras — enquadra-se num programa mais vasto, de construção mítica da História, que o conjunto de obras em seu redor agora reunidas procura enquadrar e problematizar.]

Itinerância das Tapeçarias de Pastrana

[ "As tapeçarias que agora se exibem no Museu Nacional de Arte Antiga, no quadro da exposição A Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana, puderam ver-se, a partir de Janeiro de 2010, nos Musées Royaux d’Art et d’Histoire de Bruxelas e no Palácio del Infantado de Guadalajara, no contexto da Presidência Espanhola e Belga da União Europeia, devendo seguidamente ser mostradas em Toledo e, finalmente, na Fundación Carlos de Amberes de Madrid. Para levar a cabo o restauro e a sua itinerância a Fundación Carlos de Amberes contou com a colaboração constante da Diocese de Sigüenza Guadalajara e o apoio de outras instituições: a Fundação Inbev-Baillet Latour, a Fundación Caja Madrid, a Fundación Juan Entrecanales de Azcárate, a Consejería de Cultura de Junta de Castilla-La Mancha e a Diputación Provincial de Guadalajara. A exposição destas tapeçarias em Lisboa, integrada nas comemorações do 25º Aniversário da Assinatura do Tratado de Adesão de Portugal e de Espanha às Comunidades Europeias, beneficiou do solidário apoio da Embaixada de Espanha em Portugal e, bem assim, das seguintes entidades: Câmara Municipal de Lisboa, Turismo de Portugal, Fundação Batalha de Aljubarrota, Ferroser Ferrovial, Carris, Metropolitano de Lisboa, Caja Duero, Caixa Geral de Depósitos, Banco Espirito Santo, Lusitânia - Grupo Montepio, RTP, RDP e Heritage Hotéis."]
FONTES & VER+EM:
http://www.mnarteantiga-ipmuseus.pt/pt-PT/destaques/ContentDetail.aspx?id=400

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Caravelas: Jogo sobre os Descobrimentos Portugueses vai estar à venda na Alemanha


[ Jogo de tabuleiro "Caravelas" produzido em Portugal vai ser colocado à venda na Alemanha. Um grupo de Portugueses apaixonados pela História de Portugal, conceberam o primeiro jogo de tabuleiro sobre os Descobrimentos Portugueses. Chama-se Caravelas! Segundo o mentor do projecto "Os temas históricos são uma exigência para quem aprende brincando".
Pensar Real~Pensar Portugal, felicita os criativos! ]

segunda-feira, 15 de março de 2010

Animação em 3D dá a conhecer a cidade de Lisboa antes do Terramoto de 1755

[ O projecto de 3D baseia-se numa reconstituição virtual rigorosa da maqueta física exposta no Museu da Cidade de Lisboa, feita nos anos 50, por Ticiano Violante para a exposição. O utilizador ou visitante poderá conhecer, circular e visitar os vários Monumentos da época anterior ao Terramoto que abalou a cidade de Lisboa. A representação de Lisboa reconstitui 23 pontos, muitos deles desaparecidos ou alterados na sequência do Terramoto de 1755: Terreiro do Paço, Paço da Ribeira, Alfândega, Terreiro do Trigo, Palácio Corte Real, Rossio, Palácio dos Estáus, Hospital Real de Todos os Santos, Igreja de S.Roque, Casa dos Bicos, Chafariz del Rei, Chafariz de Dentro, Sé, Igreja de Sta Engrácia, Palácio das Necessidades e Rua Nova dos Ferros. Também é possível visitar os conventos de S.Domingos, de S.Francisco da Cidade, de Santo Antão o Novo, do Carmo, de S. Bento da Saúde, da Graça e de S. Vicente. Além da reconstituição 3D da totalidade da maqueta, com criação de panorâmicas, e da criação de circuitos pré-definidos por estes pontos em destaque a animação apresentará ainda em 3D cenas históricas ou momentos do quotidiano do século XVIII. ]
FONTES & VER+EM:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=165851
http://www.museudacidade.pt/investigacao/projectos/Paginas/Projecto1.aspx

quarta-feira, 3 de março de 2010

Marvão: Prémio Vasco Vilalva 09 atribuído às Ruinas Romanas da Cidade Ammaia

[ Um projecto sobre a recuperação e valorização das ruínas romanas da Cidade de Ammaia, em Marvão (Portalegre), foi o vencedor da edição de 2009 do Prémio Vasco Vilalva, que é atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian. O projecto, promovido pela Fundação Cidade de Ammaia, foi escolhido por unanimidade, tendo o júri destacado “a grande relevância histórica, patrimonial e técnico-científica do projecto de recuperação e valorização de um sítio arqueológico ímpar no panorama nacional”. Atribuído anualmente pela Fundação Calouste Gulbenkian para distinguir ações meritórias na área da defesa do património, o Prémio Vasco Vilalva, no valor de 50 mil euros, será entregue a 09 de março, no Auditório do Parque Natural da Serra de São Mamede, em Marvão. Considerada como um dos exemplares mais significativos da civilização romana na região, a cidade romana de Ammaia, situada a curta distância da vila de Marvão, terá sido fundada em finais do século I a.C. e terá sobrevivido enquanto unidade urbana durante seis séculos. ]

FONTES & VER+EM:

http://www.portalalentejano.com/?p=13643

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Praça do Terreiro do Paço estará pronta para receber Missa Papal a 11 Maio 2010


[A Praça do Terreiro do Paço, considerada elemento central do projecto de reabilitação da frente ribeirinha da Baixa Pombalina de Lisboa, estará requalificada a tempo da celebração da missa do Papa Bento XVI, em Lisboa, a 11 de Maio. Será a única obra do vasto plano de trabalhos a cargo da sociedade Frente Tejo que não só estará pronta a tempo dessa visita, como até verá a sua conclusão antecipada em relação ao calendário inicialmente previsto. Segundo uma porta-voz daquela sociedade, "a Frente Tejo assumiu o compromisso de ter os trabalhos concluídos na praça central a tempo da visita do Papa, e de fazer todo o possível para reduzir cada vez mais os constrangimentos ao público para a fruição da mesma". Fica certo, porém, que as arcadas dos edifícios ministeriais que ladeiam a praça só ficarão com as empreitadas concluídas em Outubro, mas a disponibilidade da praça, segundo o desenho do arquitecto Bruno Soares, está marcada para Maio. O chefe da igreja católica é aguardado em Lisboa no dia 11 desse mês e celebrará missa naquele espaço, a partir das 18h15. O seu antecessor, João Paulo II, também presidiu à eucaristia na capital, em 1982, mas fê-lo a partir do alto do Parque Eduardo VII. ]
FONTES & VER+EM:
http://www.publico.pt/Local/terreiro-do-paco-estara-pronto-para-missa-papal_1418771

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Lendas Portuguesas que continuam a ser narradas na América do Sul, dão lugar a um Congresso Internacional em Portugal



[ Entre os dias 14 e 16 de Maio, Chaves irá receber especialistas oriundos de Portugal, Espanha, Brasil, Panamá, México, para um congresso internacional, intitulado "Releituras do fenómeno mítico-lendário no espaço ibero-americano", organizado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em conjunto com o Observatório da Literatura Infanto-Juvenil (OBLIJ) e Câmara de Chaves. As Lendas medievais que se extinguiram em Portugal continuam a ser narradas na tradição oral de países da América do Sul, um fenómeno que estará em debate num congresso que juntará, em Chaves, especialistas espanhóis, brasileiros ou mexicanos. O investigador de literatura oral tradicional Alexandre Parafita disse hoje à Agência Lusa que "grande parte das lendas medievais portuguesas e espanholas ajudou a construir, durante séculos, o imaginário mítico-lendário dos países da América Latina". Nas declarações, Alexandre Parafita explicou que muitas tradições, em Portugal estão já desfiguradas em relação às lendas originais, tal como é o caso das festas dos "Caretos", dos "Reinados", da "Bugiada" ou dos "Sécios", que continuam em algumas zonas do Brasil, para onde foram levadas pelos portugueses, recebendo aí, entre outros, os nomes de "Cavalhadas", "Cheganças", "Alardo" e também "Mouramas". ]
FONTES & VER+EM:

sábado, 16 de janeiro de 2010

Fragata D. Fernando II e Glória: Baptizada em homenagem ao Casal Real Português - o Museu Navio encontra-se em Exposição

[ A Fragata "D. Fernando II e Glória" que se encontra em Cacilhas, no Largo Alfredo Diniz, junto ao terminal fluvial, está em exposição e os visitantes são recebidos pelo Comandante José António Rocha e Abreu. Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda a visita à Fragata D. Fernando II e Glória, que foi o último navio de guerra inteiramente à vela da Marinha Portuguesa. Construída em Damão, na Índia Portuguesa, sob a supervisão do engenheiro construtor naval Gil José da Conceição, e por uma equipa de operários indianos e portugueses, liderados pelo mouro Yadó Semogi. Na sua construção foi usada madeira de teca de Nagar-Aveli. Depois do lançamento ao mar, em 22 de outubro de 1843, o navio foi rebocado para Goa onde foi aparelhado. O navio foi baptizado em homenagem ao Casal Real Português, o rei-consorte D. Fernando II e a Rainha D. Maria II, cujo nome próprio era Maria da Glória. O "Glória" do seu nome também se referia à sua santa protetora, Nossa Senhora da Glória de especial devoção entre os Goeses. "A Dom Fernando II e Glória foi uma fragata à vela da Marinha Portuguesa, que navegou entre 1845 e 1878. Atualmente é um navio museu, na dependência do Museu da Marinha e classificada como Unidade Auxiliar da Marinha (UAM 203)". ]
Horário de visitas: Das 10.00 às 17.00h todos os dias com excepção da Segunda feira e dias Feriados Nacionais.
Preços: Adultos 3 €; Dos 6 aos 17 anos e Estudantes 1,5 €; Maiores de 65 anos 1,5 €; Grupos escolares ( 25 pessoas ) 25 €; Lisboa Card 2,25 €; Tours turisticos + de 15 pessoas , 2,25 € por pessoa; Menores de 6 anos Grátis.
Contactos: Tlm.: 91 784 11 49 (Fragata)
FONTES & VER+EM:
http://museu.marinha.pt/Museu/Site/PT/Exposicoes/FragataDFernandoII/
Fragata Dom Fernando II e Glória:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fragata_portuguesa_Dom_Fernando_II_e_Gl%C3%B3ria

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

500 Anos Fernão Mendes Pinto: Uma Viagem de cinco Séculos sobre a Obra "Peregrinação"

[ Inserido nas Comemorações 500 Anos Fernão Mendes Pinto, começa hoje o ciclo de conferências intitulado “Que o Mar Fosse Tinta e o Céu Papel”, na Biblioteca Municipal Afonso Duarte, em Montemor-o-Velho, e visa «ler a “Peregrinação”, ler algumas leituras da “Peregrinação” e ler cinco séculos do mundo através dos grandes temas» da obra de Fernão Mendes Pinto. A sessão sobre “Literatura, Viagens, Literatura como Viagem”, conta hoje às 21h00, com as presenças de Vasco Graça Moura e do escritor Gonçalo Cadilhe, que inauguram o ciclo, que se prolonga até ao próximo dia 6 de Outubro. Nascido em Montemor-o-Velho, Fernão Mendes Pinto «é um vulto da história portuguesa conhecido mundialmente, não só pelo seu livro “Peregrinação”, mas também porque se confunde com o período em que o seu país - Portugal - deu novos mundos ao mundo. Este viajante encontra-se indelevelmente ligado aos primeiros contactos ocorridos entre o Oriente e o Ocidente», lê-se numa nota da organização. Um dos pontos altos das comemorações, que se prolongam até 2011, é um espectáculo em Julho na zona histórica da vila, envolvendo dez grupos teatrais do concelho, numa co-produção de O Teatrão e da autarquia de Montemor-o-Velho. ]
500 ANOS FERNÃO MENDES PINTO:
FONTES & VER+EM:
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=5754&Itemid=135
FERNÃO MENDES PINTO:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fern%C3%A3o_Mendes_Pinto

"Fernão Mendes Pinto: uma vida em Peregrinação" - Filme elaborado no ambito da inauguração do Museu do Oriente [P1]

"Fernao Mendes Pinto: uma Vida em Peregrinação"- Filme elaborado no ambito da inauguração do Museu do Oriente [P2]

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

580º Aniversário de Isabel de Portugal e Filipe, o Bom, Duque de Borgonha, Conde de Flandres: "As relações Luso-Flamengas"

[ No dia 16 de Janeiro, sábado – organizado pela Câmara de Comércio Belgo-Portuguesa, em Bruges, está em agenda: A comemoração do 580.º aniversário do casamento de Isabel de Portugal, filha de D. João I, e de Filipe, o Bom, duque de Borgonha e conde da Flandres. A começar às 14H30, o programa conta com uma visita guiada aos locais "portugueses" de Bruges; conferência do Professor da Eddy Stols, da Universidade Católica de Leuven, sob o tema “O casamento de Isabel de Portugal e Filipe, o Bom - sua importância nas relações luso-flamengas na primeira globalização”, que terá lugar na Sala Gótica do Hotel de Ville de Bruges; um cocktail comemorativo no gabinete do presidente da C. Municipal de Bruges; e um jantar na famosa Casa João Vasques (secretário particular da princesa Isabel), edifício do século XV que alberga hoje o conhecido restaurante Cafedraal (com autocarro Bruxelas-Bruges, das 13.30 às 23 horas). ]
Inscrições:
ISABEL DE PORTUGAL ,Duquesa da Borgonha:
FILIPE III-Duque de Borgonha:

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

"Réu da República: O Missionário António Barroso- Bispo do Porto" & as Liberdades da 1º Repúlica [ Livros ]

[ "Há um livro recente que tem um título curioso e que vale a pena ler. Chama-se Réu da República: o Missionário D. António Barroso, Bispo do Porto (Alêtheia, 2009). Os autores, Carlos Azevedo e Amadeu Araújo, contam a história de um homem – D. António Barroso – e da época em que ele viveu, entre 1854 e 1918. Na história desse homem e dessa época estão contidos alguns dos grandes equívocos que em Portugal – bem como na generalidade das culturas europeias continentais – foram associados ao conceito de liberdade. Foi em nome desses equívocos que se cometeram, e por vezes ainda cometem, gravíssimos atentados contra a liberdade". PARADOXO DA LIBERDADE: A história da perseguição da Primeira República a D. António Barroso ilustra o paradoxo que consiste na perseguição à liberdade em nome da liberdade. Esse paradoxo domina a história política moderna da Europa continental desde, pelo menos, a Revolução Francesa de 1789 – essa «doença infecciosa», como lhe chamou Edmund Burke. Em Portugal, esse paradoxo esteve gritantemente patente na Primeira República, entre 1910 e 1926. A grande questão política e filosófica que a perseguição ao bispo do Porto levanta é saber por que razão a Primeira República perseguiu a Igreja Católica em nome da liberdade. Porque a Igreja se opunha à liberdade? Ou porque os republicanos usavam a palavra «liberdade» para designar uma coisa muito diferente da liberdade propriamente dita? DOIS CONCEITOS DE LIBERDADE: Quando Afonso Costa declarou que a República acabaria com o catolicismo em duas gerações, forneceu um sinal importante para compreender a natureza autoritária do seu entendimento do conceito de liberdade e de República. Para ele, liberdade não era o conceito clássico, a que chamamos negativo, de ausência de coerção intencional por terceiros. Para ele, liberdade queria dizer libertação de concepções que ele considerava erradas e opressoras, como a religião católica. Afonso Costa subscrevia o conceito positivo de liberdade, tal como este foi descrito por Isaiah Berlin no seu ensaio clássico, Two Concepts of Liberty: a liberdade positiva, em contraste com a negativa, é entendida como a capacidade ou o poder de emancipação pessoal relativamente a tradições, crenças, superstições que os advogados da liberdade positiva consideram opressoras. No caso português, os advogados desta liberdade em sentido positivo sempre consideraram o catolicismo a principal fonte de opressão. (...) Hoje, publicamos parte da análise de João Carlos Espada, ao livro "Réu da República: O missionário António Barroso Bispo do Porto" editada no Jornal i, de 19 de Dezembro de 2009, e que poderá ser consultada na integra no Blogue da Alêthêia Editores. ]
ALÊTHEIA EDITORES
Rua do Século,13-1200-433 Lisboa, Portugal.
Tel.:(+351) 210 939 748/9Fax: 210 964 826
aletheia@aletheia.pt

sábado, 9 de janeiro de 2010

Capella Patriarchal: Concerto do Ano Novo do Patriarcado de Lisboa, apresenta obras portuguesas do Séc XVI ao XIX [ Hoje ]

[ Pensar Real~Pensar Portugal, destaca o grande concerto do Ano Novo que se realizará hoje, pelas 21H30, na Sé Patriarcal de Lisboa, a que assistirá o cardeal-patriarca, D. José Policarpo, realizado pela Capella Patriarchal, um agrupamento dirigido pelo organista João Vaz. O organista salientou em entrevista à Lusa, que "a maioria destas obras só muito recentemente foi descoberta", nomeadamente no Arquivo da Sé Patriarcal, como é o caso do hino "Crudelis Herodes", de frei José Marques da Silva, que tem a sua "primeira audição moderna". Além de João Vaz, constituem a Capella Patriarchal Mónica Santos e Marisa Figueira (sopranos), Carolina Figueiredo (contralto), João Moreira (tenor), Manuel Rebelo e Sérgio Silva (baixos) e Marta Vicente (contrabaixo). Os compositores escolhidos são frei Diogo da Conceição, frei António Carreira, Francisco António de Almeida, Carlos Seixas e frei José Marques da Silva. De frei Diogo serão tocadas as suas três obras conhecidas: "5 versos de 8º tom", "Meio registo de 2º tom" e "Batalha de 5º tom". O manuscrito com estas obras é, segundo João Vaz, "um dos mais importantes registos da intensa actividade organística que se desenvolveu no Norte de Portugal no século XVII". Referindo-se à peça "Meio registo", João Vaz afirmou que "explora uma característica típica do órgão ibérico: o teclado partido". O "teclado partido", explicou Vaz, "é dividido entre o Dó e o Dó sustenido centrais". Quanto à "batalha, era um género muito em voga no século XVII, procura descrever um combate verdadeiro, fazendo uso dos recursos do órgão ibérico, nomeadamente da trompetaria horizontal", afirmou. De frei Carreira, será interpretado "Missa", cujo manuscrito é conservado no Arquivo da Sé Patriarcal. Os outros dois compositores, Francisco António de Almeida e Carlos Seixas, revelam "a italianização que se fez sentir na música nacional". De Almeida será interpretado "Responsório Si quaeris miracula para a festa de Santo António" e de Seixas a Sonata para órgão em Sol Maior e o "Responsório Hodie nobis para a festa do Natal". Duas composições de Frei José Marques da Silva encerram o concerto. São elas o hino "Crudelis Herodes" para a festa dos Reis Magos e "Benedictus dominus Deus Israel". A Capella é um projecto musical que visa, explicou João Vaz, "divulgar os tesouros da música sacra portuguesa". Este é o terceiro ano consecutivo que se realiza o Concerto de Ano Novo do Patriarcado. ]
FONTES & VER+EM:

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Portugal & as 7 Maravilhas Naturais


[ Existem 323 candidaturas para a candidatura das 7 Maravilhas Naturais em Portugal. A votação estará aberta ao público a partir de 7 de Março, mas serão apenas 21 as maravilhas naturais a ir a votos. IN RTP ]