[ A Viagem Medieval em Terra de Santa Maria que em 2009 arrecadou o prémio “Melhor Evento Cultural”, na terceira edição da Gala dos Eventos, realizada a 1 de Junho, no Porto Sheraton Hotel, introduz na edição de 2010: a apresentação de novos espectaculos e cerca de 135 horas de animação durante o evento. A produção da Viagem Mediaval em Terra de Santa Maria 2010, conta com a presença de 490 elementos na animação; 36 grupos de animação circulante; 41 associações envolvidas; A criação de 14 novos espectáculos, inspirados no contexto histórico local e nacional; A criação de 8 novas áreas temáticas, com apresentação de novos espectáculos, dinamizados por novos grupos; A criação da figura do ‘narrador" (dois actores feirenses na contextualização dos espectáculos no espaço e no tempo); A criação de imagem cinematográfica para o cartaz de promoção. A frase -"No final do séc. XI, é criada uma nova entidade política: o Condado Portucalense"-, serve de mote à recriação histórica e época da Fundação de Portugal, que envolve cerca de duas centenas de actores e figurantes, que prometem surpreender os visitantes durante 11 dias de programação. O evento começou ontem com a apresentação das personagens e decorrerá até dia 8 de Agosto. Recorde-se que, em 2008, a Viagem Medieval também foi distinguida com uma menção honrosa, na terceira edição dos Prémios Turismo de Portugal (categoria “Animação”), que decorreu na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL).]
SITE OFICIAL & PROGRAMA:
http://www.viagemmedieval.com/index.php
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Viagem Medieval Santa Maria da Feira 2010: Do Condado ao Reino [29 Jul a 8 Agosto]
segunda-feira, 26 de julho de 2010
"Passos à Volta da Memória": Itinerário Histórico dinamiza a cidade da Guarda
[ Até 18 de Setembro há visitas guiadas ao coração da cidade mais alta, numa iniciativa da Culturguarda EM e da Câmara Municipal da Guarda. Trata-se de uma visita encenada ao centro histórico da cidade guiada por Álvaro Gil Cabral (alcaide da Guarda nos finais do séc. XIV). As visitas decorrem todas as sextas e sábados e ainda no primeiro domingo dos meses de Agosto e Setembro. Um passeio pela memória, pela história e pelo património cultural que tem por ponto de partida a Praça Velha. As visitas guiadas serão feitas em dois horários distintos: às 10h e às 17h30. De referir ainda que a primeira visita ao centro histórico realizou-se no dia 22 de Julho, pelas 17h30. Uma oportunidade única para conhecer a cidade através dos olhos de uma figura ilustre da Guarda e seu alcaide em finais do século XIV. "Passos à volta da memória" é um projecto com a coordenação geral de Américo Rodrigues, o texto é da autoria de António Godinho, a encenação é de António Terrinha, a interpretação é de João Ventura e conta ainda com os figurantes Carlos Gil, Carlos Morgado, Elisabete Fernandes, Luís Paulo e Maria Miguel Figueiredo. Trata-se de uma actividade levada a cabo no âmbito do Projecto Teatralização do Centro Histórico, fruto da candidatura “Parcerias para a Regeneração Urbana Eixo 2 - Desenvolvimento das Cidades e dos Sistemas Urbanos” e através do Programa Mais Centro do Quadro de Referência Estratégico Nacional.]
FONTES & VER+EM:
http://teatromunicipaldaguarda.blogspot.com/2010/07/visita-encenada-ao-centro-historico-da.html
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Recriação Histórica - Séc. XVIII: Sistema de Comunicações no tempo de D.João VI
[ O sistema de comunicações baseado num inovador telégrafo usado há 200 anos pelo exército luso-britânico nas Linhas de Torres Vedras, durante as invasões francesas, foi ontem recriado em Torres Vedras nas comemorações do bicentenário. "Entre o Forte de São Vicente (Torres Vedras) e a Serra de Socorro vamos colocar diversos postes com bandeiras, que permitiam transmitir na época mensagens recorrendo ao código semafórico", afirmou à agência lusa Arlindo Policarpo, do Agrupamento de Escuteiros da Silveira que organiza a atividade em conjunto com a Associação de Radioamadores do Oeste. O sistema de comunicações baseado em bandeiras (telégrafo óptico português) ou ponteiros foi criado no século XVIII para facilitar as comunicações entre Lisboa e o Rei D. João VI, quando estava no Palácio Nacional de Mafra e também pela marinha inglesa. O especialista Henrique Vieira, a fazer investigação para o doutoramento em logística e sistema de comunicações das Linhas de Torres, explicou que o telégrafo acabou por ser o meio adotado pelo general Wellington na altura da construção das Linhas de Torres Vedras. As Linhas de Torres é o nome dado ao conjunto das 152 fortificações construídas sob a orientação do general inglês Wellington, comandante das tropas luso-britânicas no período das invasões francesas, para defender Lisboa das tropas napoleónicas. Assim, foram construídos diversos postos de comunicações em pontos altos das várias linhas defensivas, onde em cada um deles existia um telégrafo óptico de bolas que, em função do número das que eram erguidas tal como as bandeiras e os ponteiros, transmitiam mensagens que eram captadas por via visual, através de monóculos. "As mensagens demoravam no máximo 10 minutos a serem veiculadas do posto mais recuado até Lisboa", explicou. Contudo, "a funcionalidade do sistema de comunicação não era muito grande, devido às condições climatéricas, sobretudo nevoeiro", acrescentou. Tendo em conta que as mesmas condições climatéricas subsistem, na recriação histórica do sistema de comunicações "vão ser usados dois emissores/receptores de televisão" em substituição dos monóculos, para facilitar a visualização das mensagens transmitidas em código, disse Arlindo Policarpo. Na recriação, vão participar mais de 30 soldados figurantes fardados à época". As Comemorações decorrem até Novembro de 2010. ]
FONTES & VER-EM:
www.linhasdetorresvedras.com
sábado, 26 de junho de 2010
D. Afonso Henriques: Criada sociedade em Viseu para preservar a memória do Fundador de Portugal
http://www.destak.pt/artigo/68166
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Exposição:A Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana-Museu Arte Antiga, Lisboa [ 12 Junho a 12 Setembro]
[ Amanhã, dia 12 Junho, pelas 12H, no Museu Nacional de Arte Antiga, vai ter lugar a inauguração da exposição ‘A Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana’. A exposição reúne pela primeira vez em Portugal os quatro monumentais panos, tecidos em Tournai por encomenda de D. Afonso V, conservados na Colegiada de Pastrana desde o século XVI e recém-restaurados sob o patrocínio da Fundação Carlos de Amberes. Peças de extraordinária monumentalidade e absolutamente únicas em termos da produção borgonhesa, relatando as conquistas de Arzila e Tânger, a sua encomenda e produção — ainda envolta em sombras — enquadra-se num programa mais vasto, de construção mítica da História, que o conjunto de obras em seu redor agora reunidas procura enquadrar e problematizar.]Itinerância das Tapeçarias de Pastrana
FONTES & VER+EM:
http://www.mnarteantiga-ipmuseus.pt/pt-PT/destaques/ContentDetail.aspx?id=400
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Caravelas: Jogo sobre os Descobrimentos Portugueses vai estar à venda na Alemanha
[ Jogo de tabuleiro "Caravelas" produzido em Portugal vai ser colocado à venda na Alemanha. Um grupo de Portugueses apaixonados pela História de Portugal, conceberam o primeiro jogo de tabuleiro sobre os Descobrimentos Portugueses. Chama-se Caravelas! Segundo o mentor do projecto "Os temas históricos são uma exigência para quem aprende brincando".
segunda-feira, 15 de março de 2010
Animação em 3D dá a conhecer a cidade de Lisboa antes do Terramoto de 1755
FONTES & VER+EM:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=165851
http://www.museudacidade.pt/investigacao/projectos/Paginas/Projecto1.aspx
quarta-feira, 3 de março de 2010
Marvão: Prémio Vasco Vilalva 09 atribuído às Ruinas Romanas da Cidade Ammaia
[ Um projecto sobre a recuperação e valorização das ruínas romanas da Cidade de Ammaia, em Marvão (Portalegre), foi o vencedor da edição de 2009 do Prémio Vasco Vilalva, que é atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian. O projecto, promovido pela Fundação Cidade de Ammaia, foi escolhido por unanimidade, tendo o júri destacado “a grande relevância histórica, patrimonial e técnico-científica do projecto de recuperação e valorização de um sítio arqueológico ímpar no panorama nacional”. Atribuído anualmente pela Fundação Calouste Gulbenkian para distinguir ações meritórias na área da defesa do património, o Prémio Vasco Vilalva, no valor de 50 mil euros, será entregue a 09 de março, no Auditório do Parque Natural da Serra de São Mamede, em Marvão. Considerada como um dos exemplares mais significativos da civilização romana na região, a cidade romana de Ammaia, situada a curta distância da vila de Marvão, terá sido fundada em finais do século I a.C. e terá sobrevivido enquanto unidade urbana durante seis séculos. ]
FONTES & VER+EM:
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Praça do Terreiro do Paço estará pronta para receber Missa Papal a 11 Maio 2010
http://www.publico.pt/Local/terreiro-do-paco-estara-pronto-para-missa-papal_1418771
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Lendas Portuguesas que continuam a ser narradas na América do Sul, dão lugar a um Congresso Internacional em Portugal
[ Entre os dias 14 e 16 de Maio, Chaves irá receber especialistas oriundos de Portugal, Espanha, Brasil, Panamá, México, para um congresso internacional, intitulado "Releituras do fenómeno mítico-lendário no espaço ibero-americano", organizado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em conjunto com o Observatório da Literatura Infanto-Juvenil (OBLIJ) e Câmara de Chaves. As Lendas medievais que se extinguiram em Portugal continuam a ser narradas na tradição oral de países da América do Sul, um fenómeno que estará em debate num congresso que juntará, em Chaves, especialistas espanhóis, brasileiros ou mexicanos. O investigador de literatura oral tradicional Alexandre Parafita disse hoje à Agência Lusa que "grande parte das lendas medievais portuguesas e espanholas ajudou a construir, durante séculos, o imaginário mítico-lendário dos países da América Latina". Nas declarações, Alexandre Parafita explicou que muitas tradições, em Portugal estão já desfiguradas em relação às lendas originais, tal como é o caso das festas dos "Caretos", dos "Reinados", da "Bugiada" ou dos "Sécios", que continuam em algumas zonas do Brasil, para onde foram levadas pelos portugueses, recebendo aí, entre outros, os nomes de "Cavalhadas", "Cheganças", "Alardo" e também "Mouramas". ]
sábado, 16 de janeiro de 2010
Fragata D. Fernando II e Glória: Baptizada em homenagem ao Casal Real Português - o Museu Navio encontra-se em Exposição
Contactos: Tlm.: 91 784 11 49 (Fragata)
FONTES & VER+EM:
http://museu.marinha.pt/Museu/Site/PT/Exposicoes/FragataDFernandoII/
Fragata Dom Fernando II e Glória:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fragata_portuguesa_Dom_Fernando_II_e_Gl%C3%B3ria
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
500 Anos Fernão Mendes Pinto: Uma Viagem de cinco Séculos sobre a Obra "Peregrinação"
[ Inserido nas Comemorações 500 Anos Fernão Mendes Pinto, começa hoje o ciclo de conferências intitulado “Que o Mar Fosse Tinta e o Céu Papel”, na Biblioteca Municipal Afonso Duarte, em Montemor-o-Velho, e visa «ler a “Peregrinação”, ler algumas leituras da “Peregrinação” e ler cinco séculos do mundo através dos grandes temas» da obra de Fernão Mendes Pinto. A sessão sobre “Literatura, Viagens, Literatura como Viagem”, conta hoje às 21h00, com as presenças de Vasco Graça Moura e do escritor Gonçalo Cadilhe, que inauguram o ciclo, que se prolonga até ao próximo dia 6 de Outubro. Nascido em Montemor-o-Velho, Fernão Mendes Pinto «é um vulto da história portuguesa conhecido mundialmente, não só pelo seu livro “Peregrinação”, mas também porque se confunde com o período em que o seu país - Portugal - deu novos mundos ao mundo. Este viajante encontra-se indelevelmente ligado aos primeiros contactos ocorridos entre o Oriente e o Ocidente», lê-se numa nota da organização. Um dos pontos altos das comemorações, que se prolongam até 2011, é um espectáculo em Julho na zona histórica da vila, envolvendo dez grupos teatrais do concelho, numa co-produção de O Teatrão e da autarquia de Montemor-o-Velho. ]FERNÃO MENDES PINTO:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fern%C3%A3o_Mendes_Pinto
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
580º Aniversário de Isabel de Portugal e Filipe, o Bom, Duque de Borgonha, Conde de Flandres: "As relações Luso-Flamengas"
http://orfeu.blogs.sapo.pt/
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
"Réu da República: O Missionário António Barroso- Bispo do Porto" & as Liberdades da 1º Repúlica [ Livros ]
[ "Há um livro recente que tem um título curioso e que vale a pena ler. Chama-se Réu da República: o Missionário D. António Barroso, Bispo do Porto (Alêtheia, 2009). Os autores, Carlos Azevedo e Amadeu Araújo, contam a história de um homem – D. António Barroso – e da época em que ele viveu, entre 1854 e 1918. Na história desse homem e dessa época estão contidos alguns dos grandes equívocos que em Portugal – bem como na generalidade das culturas europeias continentais – foram associados ao conceito de liberdade. Foi em nome desses equívocos que se cometeram, e por vezes ainda cometem, gravíssimos atentados contra a liberdade". PARADOXO DA LIBERDADE: A história da perseguição da Primeira República a D. António Barroso ilustra o paradoxo que consiste na perseguição à liberdade em nome da liberdade. Esse paradoxo domina a história política moderna da Europa continental desde, pelo menos, a Revolução Francesa de 1789 – essa «doença infecciosa», como lhe chamou Edmund Burke. Em Portugal, esse paradoxo esteve gritantemente patente na Primeira República, entre 1910 e 1926. A grande questão política e filosófica que a perseguição ao bispo do Porto levanta é saber por que razão a Primeira República perseguiu a Igreja Católica em nome da liberdade. Porque a Igreja se opunha à liberdade? Ou porque os republicanos usavam a palavra «liberdade» para designar uma coisa muito diferente da liberdade propriamente dita? DOIS CONCEITOS DE LIBERDADE: Quando Afonso Costa declarou que a República acabaria com o catolicismo em duas gerações, forneceu um sinal importante para compreender a natureza autoritária do seu entendimento do conceito de liberdade e de República. Para ele, liberdade não era o conceito clássico, a que chamamos negativo, de ausência de coerção intencional por terceiros. Para ele, liberdade queria dizer libertação de concepções que ele considerava erradas e opressoras, como a religião católica. Afonso Costa subscrevia o conceito positivo de liberdade, tal como este foi descrito por Isaiah Berlin no seu ensaio clássico, Two Concepts of Liberty: a liberdade positiva, em contraste com a negativa, é entendida como a capacidade ou o poder de emancipação pessoal relativamente a tradições, crenças, superstições que os advogados da liberdade positiva consideram opressoras. No caso português, os advogados desta liberdade em sentido positivo sempre consideraram o catolicismo a principal fonte de opressão. (...) Hoje, publicamos parte da análise de João Carlos Espada, ao livro "Réu da República: O missionário António Barroso Bispo do Porto" editada no Jornal i, de 19 de Dezembro de 2009, e que poderá ser consultada na integra no Blogue da Alêthêia Editores. ]http://aletheiaeditores.blogspot.com/2009/12/liberdade-ou-conformidade-o-caso-de-d.html
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