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[ "Os Conjurados XXI, juntamente com a Causa Real e a Real Associação de Lisboa, tem o Prazer de Convidar todos os Portugueses a participarem na maior festa alguma vez organizada em pleno Rio Tejo. Veste informal, de azul e branco, embarca connosco no São Jorge e diverte-se pela noite fora!..." [ Pensar Real~Pensar Portugal destaca a notícia que abriram os jornais da TV, e preencheram diversos recortes na imprensa escrita sobre o Movimento do 31 da Armada que hasteou ontem de madrugada uma bandeira da Monarquia na varanda da Câmara de Lisboa, uma iniciativa destinada a "restaurar a legitimidade monárquica". A colocação da bandeira azul e branca na varanda dos Paços do Concelho, reivindicada ao início da tarde pelos autores do blogue "31 da Armada", decorreu durante a noite "apesar da forte vigilância policial", e foi filmada pelo próprio movimento. Segundo o comunicado do grupo, divulgado a partir do seu "posto de comando", a "inédita acção de guerrilha ideológica" constituiu um contributo para as comemorações do centenário da República, a assinalar em 2010, e permitiu "restaurar a monarquia". "Há 99 anos atrás, no dia 05 de Outubro, um punhado de homens, contra a vontade da maioria dos portugueses, tinha feito a mesmíssima coisa proclamando a República. E o resto do país ficou a saber por telegrama", refere o 31 da Armada, acrescentando que a Internet foi agora o meio de divulgação escolhido. Numa comunicação posterior, perto das 16:00, o movimento referiu que a bandeira já tinha sido retirada, mas deixou um aviso: "Durante uma noite e uma manhã houve monarquia em Portugal. Não foi mau para início de conversa. Até 5 de Outubro de 2010 ainda têm muito que aturar". O "31 da Armada" sublinhou ainda que "quem retirou a bandeira azul e branca da varanda da Câmara incorre no crime de profanação de símbolo nacional". in Jornal Diário de Notícias. ]
FONTES & VER +EM:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1331117&seccao=Sul
[ " Manter o ritmo é a única saída para pôr de pé um espectáculo que é para o Teatro Experimental de Cascais um enorme desafio. Primeiro porque o texto "D. Carlos" de Teixeira de Pascoaes nunca foi representado depois porque a companhia decidiu transformar um parque de estacionamento em palco. O encenador Carlos Avillez afirma que, o espaço e o texto trazem inúmeras implicações: “É um espectáculo que tem muita gente, só de finalistas da Escola de Teatro de Cascais são onze e tem o elenco de todo o TEC". A produção é ambiciosa. Para além do elenco de 30 actores, 14 técnicos asseguram a manutenção da estrutura do palco, dos 52 canais de luz, 24 microfones e mesas de som. O equipamento é todo topo de gama, indicado para grandes espectáculos. Um espectáculo de luz e som a não perder, “com uma bela interpretação destes maravilhosos actores, coadjuvados por um som cuidado porque esta sala é muito difícil”, diz-nos Hugo Reis responsável pelo desenho de luz e som. Depois dos obstáculos contornados pela produção da companhia que contraria a ideia de que o texto de Teixeira de Pascoaes é irrepresentável, a peça, obra poética do autor, mostra-nos D. Carlos, como Rei Artista, pintor exímio apaixonado pelo país e pelo Povo. A charrete usada na peça e o guarda-roupa de época, vindo especialmente de Londres, asseguram um retrato fiel do ambiente vivido durante o Reinado de D. Carlos I. Considerado um dos mais belos textos poéticos da literatura portuguesa, D. Carlos, de Teixeira de Pascoaes, fica em cena no parque Marina Terra na Marina de Cascais, até 17 de Maio." ] In SIC -TV.
FONTES & VER+EM:
http://sic.aeiou.pt/online/noticias/cartaz/Teatro+Experimental+de+Cascais.htm