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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Centenário da Morte da Rainha Maria Pia (1847-1911) assinalado numa exposição a ocorrer no Palácio da Ajuda em 2011?




[ No ano do centenário da República, Isabel Silveira Godinho afirmou que a República “vilipendiou e disse muito mal da Família Real, como lhe competia, mas portou-se muito bem ao devolver todos os bens de carácter pessoal”. “A República portou-se muito bem ao devolver os livros, as jóias pessoais, as pratas, os móveis, os tapetes, os fatos, à sua custa, e é uma história que este palácio vai ter de contar um dia”, disse a responsável. Após a proclamação da República, o Paço da Ajuda, residência da Rainha Pia que, depois de enviuvar, “passou apenas a ocupar o piso térreo”, foi selado. “Uma comissão que integrava um representante da soberana fez um exaustivo inventário, desde pentes e móveis às pratas e jóias”, disse. Trata-se de uma listagem curiosa em que a cada sala corresponde uma letra do alfabeto “e quando se esgotou o alfabeto, repetiram-se as letras, sendo cada uma acompanhada de sinais diacríticos, A’; A’’ e por aí fora”, explicou. Dentro de cada sala “cada objecto foi numerado e referenciado” e ainda hoje serve “como um thesaurus”, rematou. No próximo ano cumpre-se o centenário da morte da Rainha Maria Pia (1847-1911), e o PNA prepara várias iniciativas com base em várias linhas de investigação. A responsável afirmou que “o palácio deve muito ao empenho da Rainha que era uma mulher fora da sua época”. As críticas republicanas aos gastos da mulher de D. Luís e mãe de D. Carlos, permitem que hoje o Palácio possua “riquíssimas colecções não só na qualidade e género como na quantidade”. A responsável projecta “fazer um dia” uma exposição em que se mostra as quantidades existentes de objectos de quotidiano que há no PNA. “A riqueza de uma casa afere-se também pela quantidade e é extraordinária. Não há dezenas de marcadores vermeil, há mais de uma centena, por exemplo”, disse. Referindo-se à Rainha, Isabel Silveira Godinho que dirige o PNA há 30 anos, afirmou que esta “sabia o que comprava, e a ela se deve muito da riqueza das actuais colecções”. A responsável afirmou que o assassinato do filho e do neto (D. Carlos e D. Luís Filipe) abalou muito Maria Pia. Referindo-se à citada demência da Rainha que o dramaturgo António Patrício na peça “O Fim” ilustra com a régia personagem a regar as flores do tapete do quarto, a directora do PNA argumentou: “julgo que não, mas é claro todos temos uns dias mais negros que outros”. “É natural que tivesse um desgosto grande. Ninguém pode ficar impávida e serena perante uma desgraça colossal como aquela foi [o assassinato do filho e do neto em Fevereiro de 1908]”, disse. “E a barbaridade como aquilo aconteceu – continuou - ninguém fica na mesma. A Rainha sofreu, tanto que ela que era uma personagem que sempre gostou de estar em público e de aparecer, e tinha uma pose real, nem precisava de usar jóias, nasceu de facto para ser Rainha, desistiu de estar em cena”. (ES). ]

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

XXIV Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis|Museu História Natural Universidade de Lisboa [8 a 12 Dez]



[O Museu Nacional de História Natural da Universidade de Lisboa inaugura no dia 8 de Dezembro, a 24.ª edição da Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis que reúne coleccionadores e comerciantes de minerais, gemas e fósseis oriundos de vários países da Europa. O programa do certame inclui, entre outras iniciativas, conferências e actividades de divulgação científica. Entrada livre. ]
HORÁRIO:
8 de Dezembro - das 15h00 às 20h00
De 9 a 11 de Dezembro - das 10h00 às 20h00
12 de Dezembro - das 10h00 às 18h00
PROGRAMA:

http://www.ul.pt/pls/portal/docs/1/288378.PDF

INFORMAÇÕES:
Telefone 213 921 879 divulgacao@museus.ul.pt

http://www.mnhn.ul.pt/

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Museu de História Natural do Porto tem uma colecção de peças únicas


[ O antigo edifício da Faculdade de Ciências alberga hoje o Museu de História Natural do Porto. É um espaço com autênticos tesouros, variados e ainda pouco conhecidos. Destacam-se os módulos destinados à Zoologia e à Paleontologia. IN RTP ]

Lisboa antes do Terramoto 1755: Exposição Virtual no Museu da Cidade em Lisboa


[ Pergunta: como era Lisboa antes do Terramoto de 1755? Resposta: está numa exposição que o Museu da Cidade de Lisboa inaugura e que permite, como nos mostra o Alexandre Brito, uma viagem virtual. IN RTP ]

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Fórum do Património Imaterial do Douro: IIª Edição [ Museu do Douro | 26 de Nov ]

[ O Museu do Douro vai realizar no próximo dia 26 de Novembro de 2010, com início às 9h30, o II Fórum do Património Imaterial do Douro, subordinado ao tema «Como Documentar o Intangível? A Resposta dos Museus», e que se traduz na necessidade de preservar, valorizar e divulgar os testemunhos da cultura material e imaterial das populações que construíram a paisagem duriense. Como motor de uma nova energia em prol da cultura imaterial dos povos, através da salvaguarda do seu património, a UNESCO tem vindo a desafiar os Estados e as instituições a agirem com celeridade e com critério. Com celeridade, para resgatar a tempo o potencial dos "tesouros vivos" portadores naturais deste património, numa altura em que os avanços da modernidade e das tecnologias eliminam, irremediavelmente, os contextos e os rituais a que o património imaterial está associado; com critério, para garantir a qualidade e a genuinidade do espólio protegido e a sua relação efectiva com a identidade e memória cultural dos povos, abrigando-o de ousadas manipulações e aculturações. É neste quadro que toma forma o Plano de Inventariação do Património Imaterial do Douro (PCI), do qual a obra "Património Imaterial do Douro - Narrações Orais (Contos. Lendas. Mitos)" é apenas uma face visível. No 2º Volume apresenta-se uma vasta recolha e compilação das narrações orais dos concelhos de Carrazeda de Ansiães e Vila Flor, acompanhada de um estudo teórico-metodológico e interpretativo desse património. O programa inclui também o momento dos "Narradores da Memória", com entrega de diplomas a dezassete narradores dos concelhos de Carrazeda de Ansiães e Vila Flor e intervenção "ao vivo" da narradora D. Maria de Lurdes Dionísio Ala. Será ainda feita pela Pintora Graça Morais a apresentação da obra editada pelo Museu do Douro "Património Imaterial do Douro - Narrações Orais (Contos. Lendas. Mitos)", Vol. 2, da autoria do Escritor e Investigador Alexandre Parafita.]
FONTES & VER+EM:
http://www.museudodouro.pt/destaques,0,240.aspx

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Viana do Castelo: Museu da Marioneta celebra um ano


[ No Museu de Arte da Marioneta de Viana do Castelo há centenas de bonecos que contam histórias. O Museu foi criado no ano passado com o objectivo de preservar a história e a memória desta expressão artística. IN RTP ]

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Madrid: "Máscaras da Ásia" do Museu do Oriente expostas na Caja Duero de Madrid


[ O Museu do Oriente inaugura esta quinta-feira, no centro de Madrid, uma exposição com cerca de 70 "Máscaras da Ásia", naquela que será a primeira mostra fora da entidade desde a inauguração, em 2008. Em declarações hoje à agência Lusa, João Calvão, vogal do conselho de administração da Fundação Oriente, indicou que a exposição constitui "uma oportunidade para mostrar o acervo do museu" no quadro da semana da Mostra de Portugal em Espanha. O conjunto - com máscaras asiáticas tradicionais de vários materiais e finalidades, desde lúdica, religiosa e festiva, criadas nos séculos XIX e XX - vai estar exposto até 9 de dezembro num espaço da galeria da Caja Duero de Madrid.]
FONTES & VER-EM:
http://ww1.rtp.pt/noticias/?t=Museu-do-Oriente-expoe-pela-70-mascaras-asiaticas-em-Madrid.rtp&article=390556&visual=3&layout=10&tm=4

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Mateus Ricci-Introdutor do Cristianismo na China: Conferência conduzida pelo Padre João Caniço [Museu Oriente 12 Nov]


[ Mateus Ricci foi um sacerdote jesuíta, filósofo, cartógrafo, astrónomo e matemático. Conhecido pelo nome chinês “Lì Mǎdòu, sobressaiu pela sua actividade missionária, fundada no diálogo, na China da dinastia Ming. Considerado o introdutor do cristianismo na China, a vida deste sacerdote está em destaque no Museu do Oriente, na conferência Mateus Ricci -Introdutor do Cristianismo na China-, conduzido pelo padre João Caniço, no dia 12 de Novembro, sexta-feira, pelas 18h. Neste encontro o tema de discussão é o percurso do sacerdote jesuíta Mateus Ricci, na sua actividade missionária fundamentada na sensibilização para a fé cristã na China. Mateus Ricci nasceu em Macerata, Itália, a 6 de Outubro de 1552 e morreu em Pequim, a 11 de Maio de 1610.]

Conferência: Mateus Ricci - Introdutor do cristianismo na China
Orador: Padre João Caniço, sj
12 Novembro - Museu do Oriente - 18H - Piso 4
Entrada livre

FONTES & VER+EM:
http://www.museudooriente.pt/1097/mateus-ricci---introdutor-do-cristianismo-na-china.htm

Matteo Ricci

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Museu do Papel de Santa Maria da Feira: A Arte de Fazer Papel com mais de 300 Anos de História [ Semana Aberta até 31 Out ]


[ Até ao próximo domingo, 31 de Outubro, o Museu do Papel Terras de Santa Maria, em Paços de Brandão, promove visitas guiadas gratuitas aos diferentes espaços expositivos do Museu, num horário contínuo, das 10h00 às 21h00. "A criação de um museu monográfico dedicado à História do Papel, justifica-se pela importância que, desde 1708, a indústria do papel teve no concelho de Santa Maria da Feira e em vários concelhos vizinhos que integram uma vasta região da antiga Terra de Santa Maria. Inaugurado em 26 de Outubro de 2001, o Museu do Papel Terras de Santa Maria constitui o primeiro espaço museológico dedicado à História do Papel em Portugal. Simultaneamente, esta nova proposta museográfica dedicada à História do Papel veio preencher uma lacuna na Museologia Industrial Portuguesa. O Museu do Papel, sendo propriedade da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, está integrado na Divisão de Acção Cultural e Turismo da sua tutela." Mantendo viva a arte de fazer papel de uma região papeleira com mais de 300 anos de História, o Museu do Papel Terras de Santa Maria, foi visitado, desde a sua abertura em Outubro de 2001, por cerca de 100 mil pessoas.]
MUSEU DO PAPEL SANTA MARIA DA FEIRA:
http://www.museudopapel.org/pagina,1,1.aspx

Semana Aberta
ENTRADA LIVRE das 10h00 às 21h00
INFORMAÇÕES:
tel. 227 442 947
e-mail geral@museudopapel.org

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Estufa Real do Rei D. Luís: Visita Guiada à Estufa das Orquídeas [ 9 Out~Lisboa ]

[ Pensar Real~Pensar Portugal patrocina a visita guiada à Estufa Real de S.A.R. O Rei D.Luís I de Portugal, que se irá realizar no dia 9 de Outubro, pelas 14H30, na Calçada de Ajuda, em Lisboa. Promovido pela Presidente da Associação Portuguesa de Orquidofilia, Graziela Mesteir, o programa desta visita que está inserido nas festas do Outono do Jardim Botânico da Ajuda, iniciar-se-á a partir da Estufa das Orquídeas -Estufa do Rei D. Luis-, ao Jardim Botânico e à exposição de Orquídeas. O visitante irá receber uma pequeno folheto com informação detalhada do que foi a Estufa Real do Rei D. Luis, informações sobre os géneros expostos, conselhos adequados, tirar dúvidas de cultivo, comprar orquídeas e adquirir conhecimentos sobre a edificação daquela que é considerada como a mais importante instituição dedicada à cultura da história natural do País. Esta iniciativa dá-lhe a oportunidade de ver em Portugal, uma exposição de orquídeas organizada pela Associação Portuguesa de Orquidofilia. ]
INFORMAÇÕES & INSCRIÇÕES:
Contacto: 932 555 357

Estufa Real do Rei D. Luís I: "A grande inovação do Real Jardim Botânico!"

[ “Jardim do século XVIII, final do barroco, espaço de rigor geométrico, foi o primeiro jardim botânico português, devendo ser considerado como a primeira e a mais importante instituição dedicada à cultura da história natural do País." Após o terramoto de 1 de Novembro de 1755, o Marquês de Pombal mandara construir na Ajuda, nessa época subúrbio da capital, um edifício de madeira, abrigo e residência provisória da Família Real, que ficou conhecido pelo nome de «Paço Velho», e que, no reinado de D. Maria I, desapareceu devido a um incêndio. Para implantação do Real Jardim Botânico, no sítio de Nossa Senhora da Ajuda, D. José I comprou ao conde da Ponte a quinta que este possuía junto ao Paço da Ajuda. Inicialmente esta quinta destinou-se à cultura de frutas e hortaliças necessárias ao Palácio Real. Por influência de Miguel Franzini, professor dos príncipes D. José e D. João, netos do rei e filhos da que viria posteriormente a subir ao trono com o nome de D. Maria I, foi projectado o 15.º Jardim Botânico da Europa. Destinava-se o jardim, tal como o Museu de História Natural e o Gabinete de Física, instalados num edifício próximo, à educação dos príncipes, em particular a D. José, então com 15 anos e destinado a suceder a sua mãe, caso não tivesse falecido. Na Europa, já desde 1543 se vinham a construir jardins botânicos destinados a instruir todos os que quisessem estudar os enigmas do mundo vegetal, podendo citar-se, nomeadamente, os de Pisa, Pádua, Bolonha, Montpellier, Estrasburgo, Paris e Madrid. Inicialmente denominado "Real Jardim Botânico da Ajuda", chegou a receber plantas vivas e sementes dos jardins botânicos de todo o mundo, tendo coleccionado mais de 5000 espécies. Considerado um dos melhores exemplos que podem encontrar-se do que foram os jardins botânicos no século XVI e parte do XVII, o jardim e o museu foram abertos ao público por ordem de D. João VI. Mas a grande inovação do Real Jardim Botânico, ocorre no reinado de D. Luís I, com a edificação da Estufa das Orquideas! "A grande inovação desta estufa residia no facto de estar parcialmente enterrada. O isolamento dado pelo solo evitava as perdas de calor durante os meses mais frios e reduzia o aquecimento excessivo da estufa durante o Verão, conduzindo a baixas amplitudes térmicas ao longo do ano com importante economia de energia. Durante os anos de 1980, este mesmo princípio foi aplicado no desenvolvimento de uma estufa protótipo destinada ao cultivo de plantas ornamentais, em Almeria, Espanha, tendo então sido apresentada como grande inovação. Tinham entretanto passado cem anos desde a construção da Estufa das Orquídeas!" ]
ESTUFA DAS ORQUIDEAS:
http://www.jardimbotanicodajuda.com/1ojardim/14visitavirtual/
arquitectura/estufa_orq/Estufa_orq.html
JARDIM BOTÂNICO DA AJUDA:
http://www.isa.utl.pt/home/node/906
REI D.LUÍS I DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_I_de_Portugal

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Lisbon Mummy Project: Múmias do Museu de Arqueologia "Revelam Segredos"

[ "Pabasa, filho de Hor e sacerdote Semati, encarregue durante a vida de vestir a estátua do deus Min, foi a segunda múmia a entrar, hoje de manhã, nas salas do IMI (Imagens Médicas Integradas) para ser radiografada, primeiro, e em seguida submetida a uma TAC (Tomografia Axial Computorizada). Antes dela estivera nas mesmas salas uma múmia ptolemaica sem sarcófago e da qual se desconhece o nome, e a seguir a Pabasa entrou, para os exames médicos, o sarcófago de Irtieru, a múmia mais antiga da colecção do MNA, e da qual se sabe apenas o nome. Este estudo – inédito em Portugal –, baptizado como Lisbon Mummy Project, é resultado de uma parceria entre o IMI, que disponibiliza as instalações e a equipa de investigação coordenada por Carlos Prates, a Siemens, que patrocina o projecto e disponibiliza uma estação de trabalho de pós-processamento avançado da informação digital, o MNA, cujo director, Luís Raposo, é um dos coordenadores de uma equipa que integra ainda o egiptólogo Luís Araújo, do Instituto Oriental da Faculdade de Letras de Lisboa, e o arqueólogo Álvaro Figueiredo, do University College de Londres. Das três múmias, sabe-se apenas que uma delas (a de Pabasa) é proveniente da colecção da família Palmela e foi doada ao museu em meados do século XX. A origem das outras duas é desconhecida, embora Luís Araújo admita que possa a mesma da de Pabasa. O director do Museu, Luís Araújo, afirmou que os resultados dos exames passarão, "a seu tempo" a fazer parte da exposição de artefactos egípcios do museu, em formato de filme. "Através da análise detalhada podemos calcular a idade, possíveis patologias, doenças profissionais, estilo de vida", salientou. "Dentro de três meses, segundo as expectativas dos organizadores do Lisbon Mummy Project - que será tema de capa numa das próximas edições da revista National Geographic - haverá "dados preliminares" sobre os exames feitos.]
FONTES & VER+EM:
http://www.publico.pt/Cultura/mumias-do-museu-de-arqueologia-analisadas-ao-raio-x_1452397
MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA:
http://www.mnarqueologia-ipmuseus.pt/

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Prémio do Mar Rei D. Carlos 2010 : Candidatura até 15 Set [Museu do Mar]

[ Pensar Real~Pensar Portugal, divulga o Regulamento da 16ª Edicção do Prémio do Mar Rei D. Carlos, que está a ser publicitado nos Media.
REGULAMENTO 2010:
1. A Câmara Municipal de Cascais institui o Prémio do Mar Rei D. Carlos, pretendendo deste modo homenagear o estadista a quem a vila muito deve, e simultaneamente, o oceanógrafo e homem do mar que o monarca foi.
2. O Prémio do Mar Rei D. Carlos, de periodicidade anual, contemplará alternadamente trabalhos de investigação sobre a História Marítima, e estudos científicos no âmbito da Vida e Ambiente nos Oceanos.
2.1 Em 2010 o Prémio está aberto a trabalhos sobre Vida e Ambiente nos Oceanos.
3. Os trabalhos apresentados terão de ser inéditos, não sendo aceites os estudos e trabalhos encomendados por outras instituições, públicas ou privadas, cujos direitos de autor se encontrem registados por essas instituições.

4. Normas de apresentação: texto em língua portuguesa, fonte Times New Roman, corpo 12- espaçamento entre linhas 1/5, justificado, em folhas A4 numeradas, com margens superiores e inferiores de 2,5 cm, e margens laterais de 3 cm. Os originais, entregues em número de quatro exemplares, deverão ter o máximo de 350 páginas, incluindo eventuais anexos e uma página de resumo (abstract) em língua portuguesa e inglesa, e apresentar um mínimo de 15 e um máximo de 150 imagens ou fotografias. Deverão ainda obedecer à norma de citação bibliográfica NP 405.
5. Os originais deverão ser entregues ou enviados pelo correio ao Secretariado do Prémio do Mar Rei D. Carlos, Museu do Mar Rei D. Carlos, Câmara Municipal de Cascais, Praça 5 de Outubro, 2754 - 501 Cascais, sob pseudónimo, até 15 de Setembro de 2010.
6. Juntamente com os originais deverá ser apresentado um sobrescrito fechado, contendo no interior a identidade, endereço e contacto telefónico do concorrente ou do 1º autor (incluindo a ficha técnica da equipa, para trabalhos de equipa interdisciplinar), ostentando no exterior o pseudónimo escolhido.
6.1 Os originais e o envelope de identificação deverão ser entregues dentro de um único sobrescrito comum.
7. O Júri é constituído por três personalidades de reconhecido mérito científico em cada uma das modalidades.
8. O Júri pode decidir-se pela não atribuição do Prémio.
9. Não haverá recurso das decisões do Júri.
10. A Câmara Municipal de Cascais editará o trabalho galardoado.
11. O Prémio terá o valor de 2.500,00 euros (dois mil e quinhentos euros). Este montante é entendido como pagamento dos direitos de autor respeitantes à edição da obra premiada.
12. A entrega do Prémio será feita em sessão pública, a decorrer no Museu do Mar Rei D. Carlos.
13. Todos os sobrescritos ficarão na posse do Secretariado para serem devolvidos, juntamente com três cópias do trabalho premiado, quando solicitados, até um mês após o anúncio público do trabalho premiado. Apenas será entregue ao Júri o sobrescrito respeitante à obra premiada.
14. A Câmara Municipal de Cascais não se compromete a devolver os trabalhos concorrentes se estes não forem levantados até um mês depois de anunciado o Prémio.
15. A divulgação do Prémio, bem como do trabalho premiado, será feita através da Imprensa.
16. Os casos omissos não contemplados no presente regulamento serão solucionados pelo Júri.
17. As informações inerentes ao presente Prémio deverão ser solicitadas para o Secretariado do Prémio do Mar Rei D. Carlos, no Museu do Mar Rei D. Carlos, pelo telefone 21 481 59 54 e endereço electrónico museumar@cm-cascais.pt.

Rei D. Carlos: Colecção Oceanográfica "D. Carlos I"- Aquário Vasco da Gama [Museu]


[ Ao longo de doze anos de campanhas, D. Carlos foi reunindo uma colecção zoológica de incalculável valor histórico e científico que inclui animais conservados em meio líquido e naturalizados. Constituindo um valoroso contributo para o inventário faunístico da costa Portuguesa, esta colecção tem vindo a servir de base à realização de diversos estudos científicos, nomeadamente sobre peixes e crustáceos. A Colecção Oceanográfica D. Carlos I inclui ainda instrumentos oceanográficos utilizados durante as campanhas, bem como um extenso conjunto de documentação e bibliografia referentes à actividade científica desenvolvida pelo monarca. Inicialmente foi sendo guardada no Palácio das Necessidades, com vista à criação de um Museu Oceanográfico. Após a morte do monarca, as colecções foram entregues em Fevereiro de 1910 à Liga Naval Portuguesa, que inaugurou a Secção Oceanográfica D.Carlos I do então Museu de Marinha, situado no Palácio dos Duques de Palmela, ao Calhariz. Mais tarde, com a extinção da Liga Naval Portuguesa em 1929, a colecção transita para o Museu Condes de Castro Guimarães, em Cascais, sendo doada por escritura pública notarial e por decreto-lei de 11 de Junho de 1935, ao Aquário Vasco da Gama-Estação de Biologia Marítima. A Biblioteca Científica do Rei, incluindo verdadeiras preciosidades bibliográficas e constituindo um espólio de valor inimaginável, foi também oferecida nessa mesma altura. Desde então, o Aquário Vasco da Gama tem sido responsável pela conservação deste fantástico património, parcialmente em exposição permanente ao público visitante desde 20 de Maio de 1943, por ocasião do 45º aniversário desta instituição, altura em que reabriu ao público o Museu Oceanográfico D. Carlos I. A parte restante da Colecção mantém-se reservada, mas disponível para a consulta a efectuar por especialistas, com vista à realização de estudos científicos. As sucessivas transferências da Colecção, desde o primitivo Museu no Palácio das Necessidades até ao Aquário Vasco da Gama, contribuíram para o desaparecimento de um número significativo de exemplares e a deterioração de muitos outros. A parte da Colecção Oceanográfica D. Carlos I que hoje se encontra depositada nesta instituição, embora seja uma pálida amostra daquilo que deveria ter sido no tempo em que o monarca viveu, constitui um legado de incalculável valor histórico e científico, estreitamente ligado ao nascimento da moderna oceanografia em Portugal.]
S.M.F. EL-REI DOM CARLOS I DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_I_de_Portugal

FONTES & VER+EM:
http://aquariovgama.marinha.pt/PT/museu/Pages/coleccao_rei.aspx

Oceanografia:El-Rei D. Carlos de Portugal- "Um dos Pioneiros Mundiais na História da Oceanografia de mérito Internacional"

[ "D. Carlos nasceu em Lisboa, no Palácio da Ajuda, a 28 de Setembro de 1863. Filho de D. Maria de Sabóia e de D. Luís I, foi educado para ser rei, tendo revelado desde muito cedo uma forte aptidão para as artes, para o desporto e ainda para a observação da natureza. Herda de seu pai a paixão pelo mar que se irá reflectir na sua obra artística e científica. A 22 de Maio de 1886 casa com D. Amélia de Orleães, filha dos Condes de Paris, de quem teve dois filhos: o Príncipe D. Luís Filipe e o infante D. Manuel, que viria a ser o último rei de Portugal. Com a morte do pai, em 19 de Outubro de 1889, é confrontado com grandes dificuldades sociais e políticas que encara com coragem e lucidez. No entanto, apesar do destaque que adquiriu a nível científico, tanto nacional como internacionalmente, não foi capaz de resolver os graves problemas políticos resultantes, por um lado, de uma profunda crise interna, e por outro, pelo ambiente internacional, favorável ao desaparecimento das monarquias na Europa. A 1 de Fevereiro de 1908, quando a Família Real regressava de Vila Viçosa com destino a Lisboa, sofre um atentado em pleno Terreiro do Paço. D. Carlos é vitimado, bem como o seu filho mais velho, o Príncipe herdeiro D. Luís Filipe. D. Manuel, o segundo filho, é aclamado Rei de Portugal. Dois anos mais tarde é implantada a República e a Família Real abandona o país com destino a Inglaterra."
CAMPANHAS OCEANOGRÁFICAS:
D. Carlos de Bragança, Rei de Portugal entre 1889 e 1908, dedicou-se com assinalável sucesso a um conjunto diversificado de actividades de que se destacam a Arte e alguns ramos da Ciência, tal como a Ornitologia e a Oceanografia. Neste campo pode mesmo considerar-se como um dos pioneiros mundiais, tendo deixado uma obra de reconhecido mérito. Influenciado pelo crescente interesse do Homem pelo estudo do mar registado no século passado, D. Carlos decidiu explorar cientificamente o nosso mar. Depois de uma cuidadosa preparação, e auxiliado por um valoroso conjunto de colaboradores, de entre os quais se destaca Albert Girard, D. Carlos deu início, a 1 de Setembro de 1896, à primeira de doze Campanhas Oceanográficas (1896-1907) realizadas na costa portuguesa, com o objectivo principal de estudar a Fauna Marinha. O estudo dos peixes, mereceu desde logo particular atenção, dada a enorme importância económica da indústria piscatória em Portugal. A intensa actividade oceanográfica desenvolvida passa ainda por campos tão diversos como o estudo das correntes ou da topografia dos fundos marítimos, tendo inclusivamente chegado a reconhecer a existência de profundos vales submarinos próximo da costa, na região do Cabo Espichel.
DIVULGAÇÃO CIENTIFICA::
É de salientar o extraordinário papel desempenhado por D. Carlos no domínio da divulgação científica, fazendo chegar ao conhecimento público os resultados das suas campanhas oceanográficas, organizando exposições com o material zoológico recolhido ou ainda com istrumentos de uso corrente em oceanografia e aparelhos de pesca. D. Carlos publicou também diversas obras de reconhecido mérito científico, de entre as quais se destacam "Resultados das Investigações Scientificas feitas a bordo do Yacht "Amélia" . Pescas marítimas. I. - A Pesca do Atum no Algarve em 1898 e II- Esqualos obtidos nas campanhas de 1896 a 1903 efectuadas a bordo do "Yacht Amelia".
O mérito da sua obra foi internacionalmente reconhecido, como o demonstram os numerosos diplomas que lhe foram conferidos pelas mais prestigiadas instituições científicas da época. ]
SITE AQUÁRIO VASCO DA GAMA:
http://aquariovgama.marinha.pt/PT/museu/Pages/rei_carlos.aspx

sábado, 7 de agosto de 2010

Televisionando Portugal: Museu de Braga recupera o Passado Arqueológico do País


[O Laboratório de Conservação e restauro do Museu Dom Diogo Sousa, em Braga, recupera peças encontradas por todo o País e até de outros museus. In RTP]

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Recriação Histórica - Séc. XVIII: Sistema de Comunicações no tempo de D.João VI


[ O sistema de comunicações baseado num inovador telégrafo usado há 200 anos pelo exército luso-britânico nas Linhas de Torres Vedras, durante as invasões francesas, foi ontem recriado em Torres Vedras nas comemorações do bicentenário. "Entre o Forte de São Vicente (Torres Vedras) e a Serra de Socorro vamos colocar diversos postes com bandeiras, que permitiam transmitir na época mensagens recorrendo ao código semafórico", afirmou à agência lusa Arlindo Policarpo, do Agrupamento de Escuteiros da Silveira que organiza a atividade em conjunto com a Associação de Radioamadores do Oeste. O sistema de comunicações baseado em bandeiras (telégrafo óptico português) ou ponteiros foi criado no século XVIII para facilitar as comunicações entre Lisboa e o Rei D. João VI, quando estava no Palácio Nacional de Mafra e também pela marinha inglesa. O especialista Henrique Vieira, a fazer investigação para o doutoramento em logística e sistema de comunicações das Linhas de Torres, explicou que o telégrafo acabou por ser o meio adotado pelo general Wellington na altura da construção das Linhas de Torres Vedras. As Linhas de Torres é o nome dado ao conjunto das 152 fortificações construídas sob a orientação do general inglês Wellington, comandante das tropas luso-britânicas no período das invasões francesas, para defender Lisboa das tropas napoleónicas. Assim, foram construídos diversos postos de comunicações em pontos altos das várias linhas defensivas, onde em cada um deles existia um telégrafo óptico de bolas que, em função do número das que eram erguidas tal como as bandeiras e os ponteiros, transmitiam mensagens que eram captadas por via visual, através de monóculos. "As mensagens demoravam no máximo 10 minutos a serem veiculadas do posto mais recuado até Lisboa", explicou. Contudo, "a funcionalidade do sistema de comunicação não era muito grande, devido às condições climatéricas, sobretudo nevoeiro", acrescentou. Tendo em conta que as mesmas condições climatéricas subsistem, na recriação histórica do sistema de comunicações "vão ser usados dois emissores/receptores de televisão" em substituição dos monóculos, para facilitar a visualização das mensagens transmitidas em código, disse Arlindo Policarpo. Na recriação, vão participar mais de 30 soldados figurantes fardados à época". As Comemorações decorrem até Novembro de 2010. ]
FONTES & VER-EM:

www.linhasdetorresvedras.com

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Exposição:A Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana-Museu Arte Antiga, Lisboa [ 12 Junho a 12 Setembro]

[ Amanhã, dia 12 Junho, pelas 12H, no Museu Nacional de Arte Antiga, vai ter lugar a inauguração da exposição ‘A Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana’. A exposição reúne pela primeira vez em Portugal os quatro monumentais panos, tecidos em Tournai por encomenda de D. Afonso V, conservados na Colegiada de Pastrana desde o século XVI e recém-restaurados sob o patrocínio da Fundação Carlos de Amberes. Peças de extraordinária monumentalidade e absolutamente únicas em termos da produção borgonhesa, relatando as conquistas de Arzila e Tânger, a sua encomenda e produção — ainda envolta em sombras — enquadra-se num programa mais vasto, de construção mítica da História, que o conjunto de obras em seu redor agora reunidas procura enquadrar e problematizar.]

Itinerância das Tapeçarias de Pastrana

[ "As tapeçarias que agora se exibem no Museu Nacional de Arte Antiga, no quadro da exposição A Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana, puderam ver-se, a partir de Janeiro de 2010, nos Musées Royaux d’Art et d’Histoire de Bruxelas e no Palácio del Infantado de Guadalajara, no contexto da Presidência Espanhola e Belga da União Europeia, devendo seguidamente ser mostradas em Toledo e, finalmente, na Fundación Carlos de Amberes de Madrid. Para levar a cabo o restauro e a sua itinerância a Fundación Carlos de Amberes contou com a colaboração constante da Diocese de Sigüenza Guadalajara e o apoio de outras instituições: a Fundação Inbev-Baillet Latour, a Fundación Caja Madrid, a Fundación Juan Entrecanales de Azcárate, a Consejería de Cultura de Junta de Castilla-La Mancha e a Diputación Provincial de Guadalajara. A exposição destas tapeçarias em Lisboa, integrada nas comemorações do 25º Aniversário da Assinatura do Tratado de Adesão de Portugal e de Espanha às Comunidades Europeias, beneficiou do solidário apoio da Embaixada de Espanha em Portugal e, bem assim, das seguintes entidades: Câmara Municipal de Lisboa, Turismo de Portugal, Fundação Batalha de Aljubarrota, Ferroser Ferrovial, Carris, Metropolitano de Lisboa, Caja Duero, Caixa Geral de Depósitos, Banco Espirito Santo, Lusitânia - Grupo Montepio, RTP, RDP e Heritage Hotéis."]
FONTES & VER+EM:
http://www.mnarteantiga-ipmuseus.pt/pt-PT/destaques/ContentDetail.aspx?id=400