[ O Museu do Pão, em Seia, comemora este sábado o Mês do Coração, que decorre em Maio, com um jantar de gala só com comida saudável, disse à Lusa António Quaresma, responsável por aquela empresa. A ideia é apresentar um jantar requintado só com alimentos amigos da saúde: "Queremos mostrar que é possível fazer uma refeição luxuosa, com pratos na linha da 'nouvelle cusine', somente com produtos saudáveis", adiantou António Quaresma. Com esta iniciativa o empresário pretende "desmistificar a ideia de que comer saudável é comer com menos requinte". A organização do evento conta com a colaboração da Fundação Portuguesa de Cardiologia e com a Associação Protetora dos Diabéticos Portugueses. A nutricionista Maria Pais do Amaral integra o projecto e, em conjunto com o chefe Flávio, elaborou um menu saudável e inovador com produtos regionais. Horário do Museu: das 10h às 18hs. Encerra às segundas-feiras. Sextas e Sábados estamos abertos até às 22horas. ] SITE MUSEU DO PÃO SEIA: http://www.museudopao.pt/
[ Para comemorar o Dia Internacional dos Museus, a 18 de Maio, o Instituto dos Museus e da Conservação (ICM) propõe várias actividades nos museus e palácios sob a sua tutela, por todo o país. "Em Lisboa, o Museu de Arte Popular, Museu do Chiado, Museu Nacional do Azulejo e Museu Nacional de Etnologia organizam ateliers para crianças. O Museu Nacional do Traje e o Museu Bordalo Pinheiro organizam visitas temáticas. O Palácio Nacional da Ajuda vai projectar filmes e documentários. Também o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian abre as suas portas até à meia-noite, com o DJ Mr. Mitsuhirato vai passar música dos anos 1920 até hoje. Também se juntam à iniciativa o Paço dos Duques de Bragança (Guimarães), Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa (Braga), Museu de Aveiro, Museu Grão Vasco (Viseu), Museu Monográfico de Conímbriga, Casa-Museu de Leal da Câmara, Museu Anjos Teixeira e Museu do Ar (Sintra), Museu de Arte Sacra e de Etnologia (Fátima), Museu de Cerâmica e Museu de José Malhoa (Caldas da Rainha), Museu de Évora, Museu de Angra do Heroísmo (Açores), Museu da Quinta das Cruzes (Madeira), Palácio Nacional de Mafra, Palácio Nacional de Queluz e Palácio Nacional de Sintra, entre outros." ] SITE OFICIAL DOS MUSEUS: http://www.imc-ip.pt/
[ Museu de Portimão foi eleito o melhor do ano pelo Conselho da Europa. O prémio, no valor cinco mil euros e a estatueta em bronze são o reconhecimento pelo trabalho realizado desde os anos 80. In RTP. ]
[ Em declarações à agência Lusa na inauguração da recuperação do Lagar do Azeite, o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, disse que esta é "mais uma peça" do que virá a ser o Parque Temático do Marquês de Pombal. Com este Parque, que surgia como uma das prioridades eleitorais do autarca, pretende-se criar "um espaço que permitirá fazer uma viagem ao tempo". Da Quinta do Marquês, a autarquia prevê restaurar a azenha de três rodas, o alambique (também do século XVIII), a Casa da Pesca da Estação Agronómica Nacional e a adega, "com capacidade para 900 pipas". De momento, a autarquia "está a tratar de questões quase arqueológicas, de recuperação dos espaços", depois passará para esses "elementos de interpretação do Marquês de Pombal". Isaltino Morais afirmou ainda que "a riqueza que a antiga Quinta do Marquês tinha, com esta intervenção, vai trazer mais pessoas a Oeiras". Depois de ter estado encerrado durante 50 anos, a autarquia comprou o Lagar em 2003. Apesar de "o objectivo ter sido sempre a sua recuperação", o espaço serviu de galeria de exposições até à data. Hoje, após uma recuperação que custou cerca de 140 mil euros, o Lagar vai receber escolas e recriar o processo de produção de azeite, já que "é possível dar (explicando o processo de produção de azeite) todas as aulas de física e química do programa do nono ano letivo", explicou um dos cientistas responsáveis pelo restauro.] FONTES & VER+EM: http://www.guiadeportugal.pt/
[ A Covilhã vai ter um museu interativo dedicado à cor na rede de espaços museológicos que a autarquia vai implementar a partir deste ano, disse à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal local, Carlos Pinto. O Museu da Cor deverá estar pronto a ser inaugurado em 2011 e vai nascer junto à galeria Tinturaria, um antigo imóvel industrial que foi recuperado pelo município no Rossio do Rato. "Será um museu muito interativo sobre o fenómeno da cor e a sua relação com as pessoas", referiu Carlos Pinto. Vai ser possível compor efeitos e projectar diferentes cores sobre a roupa que cada um traz vestida ou até "ligar a temperatura do corpo e as emoções a uma palete de cores". A rede de museus do município contará ainda com um Museu do Queijo, igualmente recheado de áreas interativas, um Museu do Operariado e um Museu da Cidade. No caso do Museu do Queijo, vai ser instalado na freguesia de Peraboa, como forma de homenagear a dedicação ao fabrico de lacticínios, e onde será criado um circuito temático dedicado ao queijo, desde a confeção até à degustação. ]
[ O projecto de 3D baseia-se numa reconstituição virtual rigorosa da maqueta física exposta no Museu da Cidade de Lisboa, feita nos anos 50, por Ticiano Violante para a exposição. O utilizador ou visitante poderá conhecer, circular e visitar os vários Monumentos da época anterior ao Terramoto que abalou a cidade de Lisboa. A representação de Lisboa reconstitui 23 pontos, muitos deles desaparecidos ou alterados na sequência do Terramoto de 1755: Terreiro do Paço, Paço da Ribeira, Alfândega, Terreiro do Trigo, Palácio Corte Real, Rossio, Palácio dos Estáus, Hospital Real de Todos os Santos, Igreja de S.Roque, Casa dos Bicos, Chafariz del Rei, Chafariz de Dentro, Sé, Igreja de Sta Engrácia, Palácio das Necessidades e Rua Nova dos Ferros. Também é possível visitar os conventos de S.Domingos, de S.Francisco da Cidade, de Santo Antão o Novo, do Carmo, de S. Bento da Saúde, da Graça e de S. Vicente. Além da reconstituição 3D da totalidade da maqueta, com criação de panorâmicas, e da criação de circuitos pré-definidos por estes pontos em destaque a animação apresentará ainda em 3D cenas históricas ou momentos do quotidiano do século XVIII. ] FONTES & VER+EM: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=165851 http://www.museudacidade.pt/investigacao/projectos/Paginas/Projecto1.aspx
[O “Museo Extremeño e Ibero-americano de Arte Contemporânea” (MEIAC) inaugura, na próxima quinta-feira, uma exposição que reúne 400 peças de arte em torno das relações literárias e artísticas entre os modernistas Portugueses e Espanhóis, de 1890 a 1936.“Suroeste - Relações literárias e artísticas entre Portugal e Espanha” reúne 400 obras de arte, oferecendo um panorama geral e multidisciplinar da história da Modernidade nos dois países. A mostra vai estar patente desde o dia 11 de Março a 16 de Maio de 2010, no “Museo Extremeño e Ibero-americano de Arte Contemporânea” (MEIAC), em Badajoz, rumando depois para Lisboa e outras cidades da Península Ibérica, revelou esta segunda-feira a “Junta da Extremadura". Organizada pela “Sociedad Estatal de Conmemoraciones Culturales e pela Junta da Extremadura”, a iniciativa apresenta ainda obras inéditas de autores modernistas de ambas as nacionalidades. O MEIAC, instalado no edifício da antiga prisão preventiva e correccional de Badajoz e aberto desde 1995, possui a maior colecção de artistas Portugueses fora de Portugal, além do seu espólio integrar também obras de autores espanhóis e latino-americanos.]
[ Um projecto sobre a recuperação e valorização das ruínas romanas da Cidade de Ammaia, em Marvão (Portalegre), foi o vencedor da edição de 2009 do Prémio Vasco Vilalva, que é atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian. O projecto, promovido pela Fundação Cidade de Ammaia, foi escolhido por unanimidade, tendo o júri destacado “a grande relevância histórica, patrimonial e técnico-científica do projecto de recuperação e valorização de um sítio arqueológico ímpar no panorama nacional”. Atribuído anualmente pela Fundação Calouste Gulbenkian para distinguir ações meritórias na área da defesa do património, o Prémio Vasco Vilalva, no valor de 50 mil euros, será entregue a 09 de março, no Auditório do Parque Natural da Serra de São Mamede, em Marvão. Considerada como um dos exemplares mais significativos da civilização romana na região, a cidade romana de Ammaia, situada a curta distância da vila de Marvão, terá sido fundada em finais do século I a.C. e terá sobrevivido enquanto unidade urbana durante seis séculos. ]
[ A directora do Museu da Fundação da Casa de Bragança, Maria Monge, referiu em entrevista à Lusa, que “não há nenhuma comunicação oficial" emitida à Fundação, quanto à transferência dos Coches que estão no Paço Ducal, em Vila Viçosa. Apesar de não haver uma “informação oficial”, Maria Monge avançou que “alguns dos coches que estão no núcleo de Vila Viçosa correm risco de ser transferidos para o novo Museu dos Coches, em Lisboa”.“A centralização funciona”,disse a responsável, considerando que, no caso de se concretizar esta situação, se traduz “num prejuízo para a visibilidade das viaturas”. “É um património que estava a ser usufruído pelas populações do interior e que vai para o Museu dos Coches em Lisboa”, salientou. Maria Mongerealçou que a carruagem que transportava o Rei D. Carlos quando foi assassinado há 102 anos constituía, até há pouco tempo, o principal atrativo da exposição permanente de carruagens de Vila Viçosa, no Paço Ducal. Aquela carruagem, segundo a responsável, foi transferida para Lisboa há dois anos, quando se assinalou o centenário do regicídio e não regressou a Vila Viçosa. A directora do Museu da Fundação da Casa de Bragança referiu ainda que “há pouco tempo” a Fundação renovou um protocolo com a direcção do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), organismo tutelado pelo Ministério da Cultura, para a continuidade, por um prazo de vinte anos, de cerca de 70 viaturas no núcleo de Vila Viçosa. Actualmente, adiantou a responsável, existem 76 viaturas no núcleo de Vila Viçosa, mas cerca de uma dezena ou são propriedade da Fundação da Casa de Bragança ou pertencem a particulares, e estão depositadas na Fundação. A primeira pedra do novo Museu dos Coches, em Lisboa, foi colocada a 01 de fevereiro, na presença do primeiro ministro, José Sócrates, e da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, tendo sido também apresentado o respetivo programa museológico. A cerimónia decorreu nas antigas instalações das Oficinas Gerais de Material de Engenharia do Exército, na Avenida da Índia, em Belém, onde se erguerá o novo edifício da autoria do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha. O museu, que ocupará uma área de 15 177 metros quadrados dos terrenos das antigas oficinas, custará 31,5 milhões de euros provenientes das contrapartidas do Casino de Lisboa. A colecção é composta por 130 viaturas, 54 das quais se encontram no actual Museu dos Coches – o mais visitado de Portugal -, e as restantes 76 no núcleo de Vila Viçosa,instalado desde 1984 nas antigas cocheiras e cavalariças do palácio. ]
[ Fundado pela Rainha Dona Leonor, o Museu Nacional do Azulejo celebra 500 anos, com uma exposição que está patente no antigo convento da Madre de Deus. In RTP ]
[ A Fragata "D. Fernando II e Glória" que se encontra em Cacilhas, no Largo Alfredo Diniz, junto ao terminal fluvial, está em exposição e os visitantes são recebidos pelo Comandante José António Rocha e Abreu. Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda a visita à Fragata D. Fernando II e Glória, que foi o último navio de guerra inteiramente à vela da Marinha Portuguesa. Construída em Damão, na Índia Portuguesa, sob a supervisão do engenheiro construtor naval Gil José da Conceição, e por uma equipa de operários indianos e portugueses, liderados pelo mouro Yadó Semogi. Na sua construção foi usada madeira de teca de Nagar-Aveli. Depois do lançamento ao mar, em 22 de outubro de 1843, o navio foi rebocado para Goa onde foi aparelhado. O navio foi baptizado em homenagem ao Casal Real Português, o rei-consorteD. Fernando II e a Rainha D. Maria II, cujo nome próprio era Maria da Glória. O "Glória" do seu nome também se referia à sua santa protetora, Nossa Senhora da Glória de especial devoção entre os Goeses. "A Dom Fernando II e Glória foi uma fragata à vela da Marinha Portuguesa, que navegou entre 1845 e 1878. Atualmente é um navio museu, na dependência do Museu da Marinha e classificada como Unidade Auxiliar da Marinha (UAM 203)". ]
Horário de visitas:Das 10.00 às 17.00h todos os dias com excepção da Segunda feira e dias Feriados Nacionais.
[O Museu de Alcains foi distinguido pela Associação Portuguesa de Museologia. Trata-se de uma menção honrosa que distingue a ligação do Museu a instituições de solidariedade social. In RTP ]
[ Até Abril de 2010, 90 painéis de Azulejos Portugueses que traçam a história da arte cerâmica entre o século XVI e a actualidade, podem ser vistos pelo público no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná. Provenientes do acervo do Museu Nacional do Azulejo, os painéis são exemplares da herança da cultura árabe em Portugal e traçam um panorama da história da arte da cerâmica portuguesa, do século XVI até a actualidade. A exposição, intitulada «Figuras e Padrões - A encomenda do azulejo em Portugal do século XVI à actualidade»,apresenta exemplares das encomendas que eram feitas pela Igreja, pela nobreza e pelo público em geral. “As peças refazem um pedaço da história que remonta aos fatos bíblicos”, informam os organizadores. A mostra reúne exemplares que retratam as encomendas feitas pela igreja, pela nobreza, pelo público e por novos clientes, até à actualidade com a produção de artistas contemporâneos. A utilização de revestimentos azulejares em Portugal data do início do século XVI, com a utilização de azulejos de padrão, de matriz islâmica, fabricados em Sevilha, na Espanha. Desde então, o azulejo tem sido utilizado ininterruptamente, em uma renovação permanente de gostos e estéticas, aqui ilustrada por trabalhos de artistas contemporâneos ao longo de toda a mostra. "O Azulejo é uma das expressões mais fortes da Cultura em Portugal e uma das contribuições mais originais do génio dos portugueses para a Cultura Universal. Aqui, o Azulejo ultrapassou largamente a mera função utilitária ou o seu destino de Arte Ornamental e atingiu o estatuto transcendente de Arte, enquanto intervenção poética na criação das arquitecturas e das cidades. "In Canal História-TV. ]
[ A Orquestra de Câmara da Academia de Música de Lisboa e os "Violinhos" juntaram-se no Mosteiro dos Jerónimos no passado dia 20, para um concerto. A igreja do mosteiro foi palco de um espectáculo com música de Natal. Os "Violinos" voltam a tocar, no próximo dia 24 de Janeiro, no Palácio da Ajuda em Lisboa. In RTP ]
[ A partir de hoje há uma exposição sobre o Holocausto Nazi no Museu Judaico de Belmonte. O trabalho resulta de uma série de viagens de dois jornalistas da RTP a locais que a história nunca vai esquecer. In RTP ]
[ Até 3 de Janeiro de 2010, o Museu da Música terá patente uma mostra de maquetes, desenhos, documentos, correspondência, álbuns de recordações, LPs e fotografias do espólio de Tomás Alcaide, proporcionando assim ao público um encontro mais próximo com este embaixador português da arte lírica no mundo. Esta mostra surge na sequência de uma parceria estabelecida entre o Museu da Música e o CESEM/FCSH-UNL, no âmbito do projecto de investigação “O Teatro de S. Carlos: as artes do espectáculo em Portugal”. Nascido em Estremoz em 1901, Tomás Alcaide parte aos 25 anos para Milão, ao encontro da sua ímpar e excelsa carreira artística, na qual foi ovacionado e reconhecido como um dos melhores tenores di grazia, nos mais prestigiados teatros de ópera do mundo, onde cantou sempre os papéis principais. A sua voz de belo timbre, aliada a um domínio absoluto do diafragma, permitiam-lhe passar do forte ao pianíssimo, quase inaudível, num smorzando que movia cascatas de palmas. Primava pela criatividade e perfeição enquanto actor, esforçando-se por ter um guarda-roupa de cena sumptuoso e cuidado ao mais ínfimo pormenor. Estas preocupações estéticas, somadas à sua figura alta, elegante, de pose distinta e sedutora, davam-lhe uma presença carismática, única e inesquecível, em palco.]
[ Pensar Real~Pensar Portugal, destaca o fecho da exposição "Encompassing the Globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII",que está patente no Museu de Arte Antiga e que encerrará esta mostra ao público já no próximo dia 1 de Novembro. Para todos aqueles que ainda não visitaram esta grande exposição, salientamos que até o próximo Domingo, dia 1 de Novembro, as portas do Museu de Arte Antiga estão abertas no seguinte Horário: Durante a semana das 14h00 às 18h00 e no Domingo das 10h00-18h00. ]
[ Pensar Real~Pensar Portugal, divulga que o Palácio da Ajuda irá inaugurar no próximo dia 16 de Outubro, o mesmo dia que serve de homenagem à data do aniversário da Rainha Maria Pia, e que por esse motivo é o dia do Palácio - uma exposição de 30 telas de Helena Liz, pintora portuguesa radicada em Espanha desde 1970. A exposição integra-se no ciclo de exposições “Um Olhar Sobre o Palácio” que o Palácio da Ajuda iniciou, há já alguns anos, convidando artistas contemporâneos a produzir obras inspiradas nas suas colecções ou ambientes e, assim, criar uma ligação entre o Palácio e a arte contemporânea, procurando cativar e diversificar públicos. Esta exposição tem como tema a infância e, neste contexto, encontra a sua inspiração nos Príncipes que habitaram o Palácio – D. Carlos e D. Afonso – filhos de D. Luís e D. Maria Pia. Pensar Real~Pensar Portugal que já participou em 2005 num grande evento expositivo no Palácio da Ajuda, aplaude mais uma vez esta iniciativa. A exposição poderá ser visistada até o dia 16 de Dezembro de 2009, na Sala de Exposições Temporárias do Palácio Nacional da Ajuda, todos os dias excepto quartas-feiras.
Horário: das 10h00 às 17h30 (última entrada 17h00).
[ Pensar Real~Pensar Portugal divulga que no próximo domingo dia 18 de Outubro, pelas 15 Horas, estará aberta ao público a visita expositiva intitulada: HISTÓRIA DE UM CONJUNTO DE PRATA DE APARATO SÉCS. XVIII-XIX. Segundo o texto ilustrativo que consta no Site do Palácio da Ajuda sobre esta iniciativa: "Nesta visita será apresentado um conjunto de obras de ourivesaria composto por 22 salvas de prata dourada lavrada, entre outras peças. Este conjunto, referido em documentação da Casa Real Portuguesa como “prata do Lava Pés” constitui a principal prata de aparato da Coroa, actuando como expressão da magnificência régia nos cenários dos principais cerimoniais da Corte Portuguesa dos séculos XVIII e XIX. ]
A "Expojovem" recebe a Juventude Monárquica do Séc. XXI com uma nova Imagem. O Mestre António Homem Cardoso fez um retrato muito especial que serviu de tela de fundo para o "stand" da Juventude Monárquica. Os jovens - alguns membros da Juventude Monárquica - posaram frente à Torre de Belém, lembrando o universalismo lusíada, fruto das nossas descobertas. A presença da Família Real simboliza a ligação do nosso passado com o futuro.
Juventude Monárquica de Lisboa [2006]
O logotipo que esteve em vigor nos anos 2006 a 2010, é da autoria da Art Director que realizou a 1ª Campanha de Imagem da Juventude Monárquica de Lisboa: Maria Sobral Mendonça
Reflexão Monárquica
Fazemos Monarquia!
LIGAÇÕES
Casa Real Portuguesa
Família Real Portuguesa.
SS.AA.RR. Os Duques de Bragança
Comissão D.Carlos 100Anos
www.dcarlos100anos.pt
Placa Evocativa Regicídio
2006~Terreiro do Paço~Lisboa
Capas de Revista ~ Press
S. A. R. o Duque de Bragança.
Rádio Club [ Hoje, No Ar! ]
S. A. R. o Duque de Bragança, no "Minuto a Minuto": entrevista conduzida por João Adelino Faria. Clike na Imagem e OIÇA!