[ Em declarações à agência Lusa na inauguração da recuperação do Lagar do Azeite, o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, disse que esta é "mais uma peça" do que virá a ser o Parque Temático do Marquês de Pombal. Com este Parque, que surgia como uma das prioridades eleitorais do autarca, pretende-se criar "um espaço que permitirá fazer uma viagem ao tempo". Da Quinta do Marquês, a autarquia prevê restaurar a azenha de três rodas, o alambique (também do século XVIII), a Casa da Pesca da Estação Agronómica Nacional e a adega, "com capacidade para 900 pipas". De momento, a autarquia "está a tratar de questões quase arqueológicas, de recuperação dos espaços", depois passará para esses "elementos de interpretação do Marquês de Pombal". Isaltino Morais afirmou ainda que "a riqueza que a antiga Quinta do Marquês tinha, com esta intervenção, vai trazer mais pessoas a Oeiras". Depois de ter estado encerrado durante 50 anos, a autarquia comprou o Lagar em 2003. Apesar de "o objectivo ter sido sempre a sua recuperação", o espaço serviu de galeria de exposições até à data. Hoje, após uma recuperação que custou cerca de 140 mil euros, o Lagar vai receber escolas e recriar o processo de produção de azeite, já que "é possível dar (explicando o processo de produção de azeite) todas as aulas de física e química do programa do nono ano letivo", explicou um dos cientistas responsáveis pelo restauro.]
FONTES & VER+EM:
http://www.guiadeportugal.pt/
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Inauguração da recuperação do Lagar do Azeite [Quinta Marquês de Pombal-Oeiras]
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Fundão: I Jornadas de Arte Pré-Histórica do Sudoeste Europeu [ 23 a 24 Abril ]
[O Museu Arqueológico Municipal José Alves Monteiro irá organizar as "I Jornadas de Arte Pré-Histórica do Sudoeste Europeu", nos dias 23 e 24 de Abril, na Casa Grande da Barroca. A recente descoberta de arte paleolítica ao ar livre no Poço do Caldeirão, Barroca, e mais recentemente a criação do seu centro de interpretação vem, indubitavelmente, colocar esta região na grande rota europeia da Arte Pré-histórica. Face a esta realidade, o Museu Arqueológico do Fundão e diversas outras entidades, resolveram criar uma plataforma científica anual com o intuito de debater, divulgar e aprofundar a temática da arte pré-histórica. Assim, nasceram as Jornadas de Arte Pré-histórica do Sudoeste Europeu, que terão a sua primeira edição no presente ano e que contarão com a presença de cerca de 77 investigadores europeus e moderação de Raquel Vilaça e João Mendes Rosa para um debate reflexivo, aberto e actual. ]
FONTES & VER-EM:
http://www.pinhaldigital.com/201004172611/Cultura/fundao-i-jornadas-de-arte-pre-historica-do-sudoeste-europeu.html
quarta-feira, 21 de abril de 2010
"Num instante... o Património": Concurso de Fotografia até 26 Abril
[ O Ministério da Cultura, lançou um convite à expressão da criatividade e da imaginação, propondo aos jovens participantes uma redescoberta do património em Portugal através da reprodução do preciso instante de contacto com a paisagem cultural. O concurso destina-se à criação artística dos jovens na faixa etária dos 14 aos 17 anos. "Um olhar jovem e perspicaz, sem preconceitos ou imposições, poderá permitir obter imagens fotográficas inéditas que exprimam novos olhares sobre os monumentos e sítios, novas paisagens para os mesmos locais simbólicos, novos ângulos para as mesmas perspectivas históricas." As inscrições no passatempo "Num instante... o Património" e respectivo envio dos trabalhos decorrerá até ao dia 26 de Abril. Os autores das duas fotografias vencedoras receberão prémios TMN (2 LG Pop GD510) e representarão Portugal na Experiência Fotográfica Internacional dos Monumentos. Participa! ]REGULAMENTO NO SITE:
http://fotos.blogs.sapo.pt/
FONTES & VER+EM:
http://www.ippar.pt/pt/agenda/9/1697/
quarta-feira, 14 de abril de 2010
D. Amélia: A rainha exilada que deixou o coração em Portugal - O Novo Romance Histórico de Isabel Stilwell [ Livros ]
[ Pensar Real~Pensar Portugal, irá estar presente na apresentação do romance Histórico "D. Amélia" de Isabel Stilwell, que se realizará hoje pelas 18h30, na livraria Buchholz, em Lisboa. Após a apresentação do seu novo romance histórico, a autora estará disponível para responder às questões dos leitores. Convidamos todos os nossos interessados a estarem presentes.SINOPSE DO LIVRO "D. AMÉLIA":
"Uma rainha não foge, não vira costas ao seu destino, ao seu país. D. Amélia de Orleãs e Bragança era uma mulher marcada pela tragédia quando embarcou, em Outubro de 1910, na Ericeira rumo ao exílio. Essa palavra maldita que tinha marcado a sua família e a sua infância. O povo acolheu-a com vivas, anos antes, quando chegou a Lisboa. Admirou a sua beleza, comentou como era alta e ficou encantado com o casamento de amor a que assistiu na Igreja de São Domingos. A princesa sentia-se uma mulher feliz. Mas cedo começou a sentir o peso da tragédia. O povo que a aclamou agora criticava os seus gestos, mesmo quando eram em prol dos mais desfavorecidos. O marido, aos poucos, afastava-se do seu coração, descobriu-lhe traições e fraquezas e nem o amor dos seus dois filhos conseguiu mitigar a dor. Nos dias mais tristes passava os dedos pelo colar de pérolas que D. Carlos lhe oferecera, 671 pérolas, cada uma símbolo dos momentos felizes que teimava em não esquecer. Isabel Stilwell, autora best-seller de romances históricos, traz-nos a história da última rainha de Portugal. D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados ao pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola. De nada lhe valeu o ramo de rosas que tinha na mão e com o qual tentou afastar o assassino. Outras mortes a perseguiriam... D. Amélia regressou em 1945 a convite de António de Oliveira Salazar com quem mantinha correspondência e por quem tinha uma declarada admiração. Morreu seis anos depois em França, seu país natal, na cama que Columbano havia pintado para ela. Na cabeceira estavam desenhadas as armas dos Bragança."
segunda-feira, 15 de março de 2010
Animação em 3D dá a conhecer a cidade de Lisboa antes do Terramoto de 1755
FONTES & VER+EM:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=165851
http://www.museudacidade.pt/investigacao/projectos/Paginas/Projecto1.aspx
quarta-feira, 3 de março de 2010
Marvão: Prémio Vasco Vilalva 09 atribuído às Ruinas Romanas da Cidade Ammaia
[ Um projecto sobre a recuperação e valorização das ruínas romanas da Cidade de Ammaia, em Marvão (Portalegre), foi o vencedor da edição de 2009 do Prémio Vasco Vilalva, que é atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian. O projecto, promovido pela Fundação Cidade de Ammaia, foi escolhido por unanimidade, tendo o júri destacado “a grande relevância histórica, patrimonial e técnico-científica do projecto de recuperação e valorização de um sítio arqueológico ímpar no panorama nacional”. Atribuído anualmente pela Fundação Calouste Gulbenkian para distinguir ações meritórias na área da defesa do património, o Prémio Vasco Vilalva, no valor de 50 mil euros, será entregue a 09 de março, no Auditório do Parque Natural da Serra de São Mamede, em Marvão. Considerada como um dos exemplares mais significativos da civilização romana na região, a cidade romana de Ammaia, situada a curta distância da vila de Marvão, terá sido fundada em finais do século I a.C. e terá sobrevivido enquanto unidade urbana durante seis séculos. ]
FONTES & VER+EM:
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Museu da Fundação da Casa de Bragança corre o risco de perder alguns Coches do seu núcleo para o novo Museu em Lisboa
[ A directora do Museu da Fundação da Casa de Bragança, Maria Monge, referiu em entrevista à Lusa, que “não há nenhuma comunicação oficial" emitida à Fundação, quanto à transferência dos Coches que estão no Paço Ducal, em Vila Viçosa. Apesar de não haver uma “informação oficial”, Maria Monge avançou que “alguns dos coches que estão no núcleo de Vila Viçosa correm risco de ser transferidos para o novo Museu dos Coches, em Lisboa”. “A centralização funciona”, disse a responsável, considerando que, no caso de se concretizar esta situação, se traduz “num prejuízo para a visibilidade das viaturas”. “É um património que estava a ser usufruído pelas populações do interior e que vai para o Museu dos Coches em Lisboa”, salientou. Maria Monge realçou que a carruagem que transportava o Rei D. Carlos quando foi assassinado há 102 anos constituía, até há pouco tempo, o principal atrativo da exposição permanente de carruagens de Vila Viçosa, no Paço Ducal. Aquela carruagem, segundo a responsável, foi transferida para Lisboa há dois anos, quando se assinalou o centenário do regicídio e não regressou a Vila Viçosa. A directora do Museu da Fundação da Casa de Bragança referiu ainda que “há pouco tempo” a Fundação renovou um protocolo com a direcção do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), organismo tutelado pelo Ministério da Cultura, para a continuidade, por um prazo de vinte anos, de cerca de 70 viaturas no núcleo de Vila Viçosa. Actualmente, adiantou a responsável, existem 76 viaturas no núcleo de Vila Viçosa, mas cerca de uma dezena ou são propriedade da Fundação da Casa de Bragança ou pertencem a particulares, e estão depositadas na Fundação. A primeira pedra do novo Museu dos Coches, em Lisboa, foi colocada a 01 de fevereiro, na presença do primeiro ministro, José Sócrates, e da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, tendo sido também apresentado o respetivo programa museológico. A cerimónia decorreu nas antigas instalações das Oficinas Gerais de Material de Engenharia do Exército, na Avenida da Índia, em Belém, onde se erguerá o novo edifício da autoria do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha. O museu, que ocupará uma área de 15 177 metros quadrados dos terrenos das antigas oficinas, custará 31,5 milhões de euros provenientes das contrapartidas do Casino de Lisboa. A colecção é composta por 130 viaturas, 54 das quais se encontram no actual Museu dos Coches – o mais visitado de Portugal -, e as restantes 76 no núcleo de Vila Viçosa, instalado desde 1984 nas antigas cocheiras e cavalariças do palácio. ]
FONTES & VER+EM:
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Comemorações dos 500 Anos do Museu do Azulejo: Homenagem à Rainha D. Leonor
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Lendas Portuguesas que continuam a ser narradas na América do Sul, dão lugar a um Congresso Internacional em Portugal
[ Entre os dias 14 e 16 de Maio, Chaves irá receber especialistas oriundos de Portugal, Espanha, Brasil, Panamá, México, para um congresso internacional, intitulado "Releituras do fenómeno mítico-lendário no espaço ibero-americano", organizado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em conjunto com o Observatório da Literatura Infanto-Juvenil (OBLIJ) e Câmara de Chaves. As Lendas medievais que se extinguiram em Portugal continuam a ser narradas na tradição oral de países da América do Sul, um fenómeno que estará em debate num congresso que juntará, em Chaves, especialistas espanhóis, brasileiros ou mexicanos. O investigador de literatura oral tradicional Alexandre Parafita disse hoje à Agência Lusa que "grande parte das lendas medievais portuguesas e espanholas ajudou a construir, durante séculos, o imaginário mítico-lendário dos países da América Latina". Nas declarações, Alexandre Parafita explicou que muitas tradições, em Portugal estão já desfiguradas em relação às lendas originais, tal como é o caso das festas dos "Caretos", dos "Reinados", da "Bugiada" ou dos "Sécios", que continuam em algumas zonas do Brasil, para onde foram levadas pelos portugueses, recebendo aí, entre outros, os nomes de "Cavalhadas", "Cheganças", "Alardo" e também "Mouramas". ]
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Parlamento: Ministra da Cultura anuncia Fonoteca e Observatório do Património
[ A ministra da cultura, Gabriela Canavilhas, avançou hoje no parlamento as diferentes acções que pretende desenvolver na área do património e da Língua, nomeadamente o apoio à criação de uma biblioteca em Cabo Verde, a um fundo bibligráfico em Moçambique, a um projecto de apoio para a recuperação do património português fora do território nacional, incluindo apoio a obras de valorização da Sé da Cidade Velha, em Cabo Verde. Referiu ainda a digitalização de textos e obras de Língua Portuguesa, a abertura próxima do Museu do Côa, a construção da torre de depósitos da Biblioteca Nacional, a abertura da Casa das Artes do Porto como Cinemateca, a reaberutura do Museu de Arte Popular, o remate do Palácio Nacional da Ajuda, a ampliação do Museu do Chiado, a recuperação da fachada do Palácio de Queluz e da torre norte da Sé de Lisboa. Entre os projectos de recuperação patrimonial, designadamente, as muralhas de Almeida, o Mosteiro de Lorvão, as sés de Évora, Elvas, Portalegre e Beja. No âmbito do património religioso anunciou ainda estar em conversações com a Conferência Episcopal Portuguesa no âmbito da "Rota das catedrais", que envolve várias autarquias próximas de Lisboa, e também para a recuperação da igreja de São Vicente de Fora, na capital. A desejada recuperação do Património Histórico na agenda Política!... ]quinta-feira, 26 de novembro de 2009
"O Espião de D. João II": O Romance Histórico de Deana Barroqueiro
Sinopse/Livros: " O Espião de D. João II - Na demanda dos segredos do Oriente e do misterioso reino do Preste João"
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Nau Portuguesa do Século XVIII descoberta no Brasil [ Media ]
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Encompassing the Globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII [Exposição]
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Família Real Portuguesa: A Corte dos Bragança - Colóquio Internacional [Brasil]
http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&task=view&id=9966&Itemid=1
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
"Desde Vila Giralda: Portugal e a Família Real Espanhola": Inauguração Ágora 09 Cáceres
terça-feira, 13 de outubro de 2009
D. Carlos e D. Afonso no Palácio da Ajuda: Infância dos Príncipes inspiram a Pintura
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Falcoaria Real: Salvaterra de Magos assinala inauguração com a recriação histórica da chegada da Família Real de Portugal ao Cais da Vala [19 Set. 09]
Falcoaria Real: Programa da Inauguração
Programa da Inauguração:
16h00 - Chegada da Família Real ao Cais da Vala
16h30 - Desfile pelas Ruas da Vila até à Falcoaria
17h00 - Sessão Solene da Inauguração das Recuperação da Falcoaria Real
18h00 - Actuação de agrupamento de música barroca e oferta de preciosos falcões à Família Real Portuguesa.]
