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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Inauguração da recuperação do Lagar do Azeite [Quinta Marquês de Pombal-Oeiras]

[ Em declarações à agência Lusa na inauguração da recuperação do Lagar do Azeite, o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, disse que esta é "mais uma peça" do que virá a ser o Parque Temático do Marquês de Pombal. Com este Parque, que surgia como uma das prioridades eleitorais do autarca, pretende-se criar "um espaço que permitirá fazer uma viagem ao tempo". Da Quinta do Marquês, a autarquia prevê restaurar a azenha de três rodas, o alambique (também do século XVIII), a Casa da Pesca da Estação Agronómica Nacional e a adega, "com capacidade para 900 pipas". De momento, a autarquia "está a tratar de questões quase arqueológicas, de recuperação dos espaços", depois passará para esses "elementos de interpretação do Marquês de Pombal". Isaltino Morais afirmou ainda que "a riqueza que a antiga Quinta do Marquês tinha, com esta intervenção, vai trazer mais pessoas a Oeiras". Depois de ter estado encerrado durante 50 anos, a autarquia comprou o Lagar em 2003. Apesar de "o objectivo ter sido sempre a sua recuperação", o espaço serviu de galeria de exposições até à data. Hoje, após uma recuperação que custou cerca de 140 mil euros, o Lagar vai receber escolas e recriar o processo de produção de azeite, já que "é possível dar (explicando o processo de produção de azeite) todas as aulas de física e química do programa do nono ano letivo", explicou um dos cientistas responsáveis pelo restauro.]
FONTES & VER+EM:
http://www.guiadeportugal.pt/

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Fundão: I Jornadas de Arte Pré-Histórica do Sudoeste Europeu [ 23 a 24 Abril ]

[O Museu Arqueológico Municipal José Alves Monteiro irá organizar as "I Jornadas de Arte Pré-Histórica do Sudoeste Europeu", nos dias 23 e 24 de Abril, na Casa Grande da Barroca. A recente descoberta de arte paleolítica ao ar livre no Poço do Caldeirão, Barroca, e mais recentemente a criação do seu centro de interpretação vem, indubitavelmente, colocar esta região na grande rota europeia da Arte Pré-histórica. Face a esta realidade, o Museu Arqueológico do Fundão e diversas outras entidades, resolveram criar uma plataforma científica anual com o intuito de debater, divulgar e aprofundar a temática da arte pré-histórica. Assim, nasceram as Jornadas de Arte Pré-histórica do Sudoeste Europeu, que terão a sua primeira edição no presente ano e que contarão com a presença de cerca de 77 investigadores europeus e moderação de Raquel Vilaça e João Mendes Rosa para um debate reflexivo, aberto e actual. ]
FONTES & VER-EM:
http://www.pinhaldigital.com/201004172611/Cultura/fundao-i-jornadas-de-arte-pre-historica-do-sudoeste-europeu.html

quarta-feira, 21 de abril de 2010

"Num instante... o Património": Concurso de Fotografia até 26 Abril

[ O Ministério da Cultura, lançou um convite à expressão da criatividade e da imaginação, propondo aos jovens participantes uma redescoberta do património em Portugal através da reprodução do preciso instante de contacto com a paisagem cultural. O concurso destina-se à criação artística dos jovens na faixa etária dos 14 aos 17 anos. "Um olhar jovem e perspicaz, sem preconceitos ou imposições, poderá permitir obter imagens fotográficas inéditas que exprimam novos olhares sobre os monumentos e sítios, novas paisagens para os mesmos locais simbólicos, novos ângulos para as mesmas perspectivas históricas." As inscrições no passatempo "Num instante... o Património" e respectivo envio dos trabalhos decorrerá até ao dia 26 de Abril. Os autores das duas fotografias vencedoras receberão prémios TMN (2 LG Pop GD510) e representarão Portugal na Experiência Fotográfica Internacional dos Monumentos. Participa! ]
REGULAMENTO NO SITE:
http://fotos.blogs.sapo.pt/

FONTES & VER+EM:
http://www.ippar.pt/pt/agenda/9/1697/

quarta-feira, 14 de abril de 2010

D. Amélia: A rainha exilada que deixou o coração em Portugal - O Novo Romance Histórico de Isabel Stilwell [ Livros ]

[ Pensar Real~Pensar Portugal, irá estar presente na apresentação do romance Histórico "D. Amélia" de Isabel Stilwell, que se realizará hoje pelas 18h30, na livraria Buchholz, em Lisboa. Após a apresentação do seu novo romance histórico, a autora estará disponível para responder às questões dos leitores. Convidamos todos os nossos interessados a estarem presentes.
SINOPSE DO LIVRO "D. AMÉLIA":
"Uma rainha não foge, não vira costas ao seu destino, ao seu país. D. Amélia de Orleãs e Bragança era uma mulher marcada pela tragédia quando embarcou, em Outubro de 1910, na Ericeira rumo ao exílio. Essa palavra maldita que tinha marcado a sua família e a sua infância. O povo acolheu-a com vivas, anos antes, quando chegou a Lisboa. Admirou a sua beleza, comentou como era alta e ficou encantado com o casamento de amor a que assistiu na Igreja de São Domingos. A princesa sentia-se uma mulher feliz. Mas cedo começou a sentir o peso da tragédia. O povo que a aclamou agora criticava os seus gestos, mesmo quando eram em prol dos mais desfavorecidos. O marido, aos poucos, afastava-se do seu coração, descobriu-lhe traições e fraquezas e nem o amor dos seus dois filhos conseguiu mitigar a dor. Nos dias mais tristes passava os dedos pelo colar de pérolas que D. Carlos lhe oferecera, 671 pérolas, cada uma símbolo dos momentos felizes que teimava em não esquecer. Isabel Stilwell, autora best-seller de romances históricos, traz-nos a história da última rainha de Portugal. D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados ao pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola. De nada lhe valeu o ramo de rosas que tinha na mão e com o qual tentou afastar o assassino. Outras mortes a perseguiriam... D. Amélia regressou em 1945 a convite de António de Oliveira Salazar com quem mantinha correspondência e por quem tinha uma declarada admiração. Morreu seis anos depois em França, seu país natal, na cama que Columbano havia pintado para ela. Na cabeceira estavam desenhadas as armas dos Bragança."

segunda-feira, 15 de março de 2010

Animação em 3D dá a conhecer a cidade de Lisboa antes do Terramoto de 1755

[ O projecto de 3D baseia-se numa reconstituição virtual rigorosa da maqueta física exposta no Museu da Cidade de Lisboa, feita nos anos 50, por Ticiano Violante para a exposição. O utilizador ou visitante poderá conhecer, circular e visitar os vários Monumentos da época anterior ao Terramoto que abalou a cidade de Lisboa. A representação de Lisboa reconstitui 23 pontos, muitos deles desaparecidos ou alterados na sequência do Terramoto de 1755: Terreiro do Paço, Paço da Ribeira, Alfândega, Terreiro do Trigo, Palácio Corte Real, Rossio, Palácio dos Estáus, Hospital Real de Todos os Santos, Igreja de S.Roque, Casa dos Bicos, Chafariz del Rei, Chafariz de Dentro, Sé, Igreja de Sta Engrácia, Palácio das Necessidades e Rua Nova dos Ferros. Também é possível visitar os conventos de S.Domingos, de S.Francisco da Cidade, de Santo Antão o Novo, do Carmo, de S. Bento da Saúde, da Graça e de S. Vicente. Além da reconstituição 3D da totalidade da maqueta, com criação de panorâmicas, e da criação de circuitos pré-definidos por estes pontos em destaque a animação apresentará ainda em 3D cenas históricas ou momentos do quotidiano do século XVIII. ]
FONTES & VER+EM:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=165851
http://www.museudacidade.pt/investigacao/projectos/Paginas/Projecto1.aspx

quarta-feira, 3 de março de 2010

Marvão: Prémio Vasco Vilalva 09 atribuído às Ruinas Romanas da Cidade Ammaia

[ Um projecto sobre a recuperação e valorização das ruínas romanas da Cidade de Ammaia, em Marvão (Portalegre), foi o vencedor da edição de 2009 do Prémio Vasco Vilalva, que é atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian. O projecto, promovido pela Fundação Cidade de Ammaia, foi escolhido por unanimidade, tendo o júri destacado “a grande relevância histórica, patrimonial e técnico-científica do projecto de recuperação e valorização de um sítio arqueológico ímpar no panorama nacional”. Atribuído anualmente pela Fundação Calouste Gulbenkian para distinguir ações meritórias na área da defesa do património, o Prémio Vasco Vilalva, no valor de 50 mil euros, será entregue a 09 de março, no Auditório do Parque Natural da Serra de São Mamede, em Marvão. Considerada como um dos exemplares mais significativos da civilização romana na região, a cidade romana de Ammaia, situada a curta distância da vila de Marvão, terá sido fundada em finais do século I a.C. e terá sobrevivido enquanto unidade urbana durante seis séculos. ]

FONTES & VER+EM:

http://www.portalalentejano.com/?p=13643

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Museu da Fundação da Casa de Bragança corre o risco de perder alguns Coches do seu núcleo para o novo Museu em Lisboa

[ A directora do Museu da Fundação da Casa de Bragança, Maria Monge, referiu em entrevista à Lusa, que “não há nenhuma comunicação oficial" emitida à Fundação, quanto à transferência dos Coches que estão no Paço Ducal, em Vila Viçosa. Apesar de não haver uma “informação oficial”, Maria Monge avançou que “alguns dos coches que estão no núcleo de Vila Viçosa correm risco de ser transferidos para o novo Museu dos Coches, em Lisboa”. “A centralização funciona”, disse a responsável, considerando que, no caso de se concretizar esta situação, se traduz “num prejuízo para a visibilidade das viaturas”. “É um património que estava a ser usufruído pelas populações do interior e que vai para o Museu dos Coches em Lisboa”, salientou. Maria Monge realçou que a carruagem que transportava o Rei D. Carlos quando foi assassinado há 102 anos constituía, até há pouco tempo, o principal atrativo da exposição permanente de carruagens de Vila Viçosa, no Paço Ducal. Aquela carruagem, segundo a responsável, foi transferida para Lisboa há dois anos, quando se assinalou o centenário do regicídio e não regressou a Vila Viçosa. A directora do Museu da Fundação da Casa de Bragança referiu ainda que “há pouco tempo” a Fundação renovou um protocolo com a direcção do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), organismo tutelado pelo Ministério da Cultura, para a continuidade, por um prazo de vinte anos, de cerca de 70 viaturas no núcleo de Vila Viçosa. Actualmente, adiantou a responsável, existem 76 viaturas no núcleo de Vila Viçosa, mas cerca de uma dezena ou são propriedade da Fundação da Casa de Bragança ou pertencem a particulares, e estão depositadas na Fundação. A primeira pedra do novo Museu dos Coches, em Lisboa, foi colocada a 01 de fevereiro, na presença do primeiro ministro, José Sócrates, e da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, tendo sido também apresentado o respetivo programa museológico. A cerimónia decorreu nas antigas instalações das Oficinas Gerais de Material de Engenharia do Exército, na Avenida da Índia, em Belém, onde se erguerá o novo edifício da autoria do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha. O museu, que ocupará uma área de 15 177 metros quadrados dos terrenos das antigas oficinas, custará 31,5 milhões de euros provenientes das contrapartidas do Casino de Lisboa. A colecção é composta por 130 viaturas, 54 das quais se encontram no actual Museu dos Coches – o mais visitado de Portugal -, e as restantes 76 no núcleo de Vila Viçosa, instalado desde 1984 nas antigas cocheiras e cavalariças do palácio. ]

FONTES & VER+EM:

http://www.portalalentejano.com/?p=13061

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Comemorações dos 500 Anos do Museu do Azulejo: Homenagem à Rainha D. Leonor


[ Fundado pela Rainha Dona Leonor, o Museu Nacional do Azulejo celebra 500 anos, com uma exposição que está patente no antigo convento da Madre de Deus. In RTP ]

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Lendas Portuguesas que continuam a ser narradas na América do Sul, dão lugar a um Congresso Internacional em Portugal



[ Entre os dias 14 e 16 de Maio, Chaves irá receber especialistas oriundos de Portugal, Espanha, Brasil, Panamá, México, para um congresso internacional, intitulado "Releituras do fenómeno mítico-lendário no espaço ibero-americano", organizado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em conjunto com o Observatório da Literatura Infanto-Juvenil (OBLIJ) e Câmara de Chaves. As Lendas medievais que se extinguiram em Portugal continuam a ser narradas na tradição oral de países da América do Sul, um fenómeno que estará em debate num congresso que juntará, em Chaves, especialistas espanhóis, brasileiros ou mexicanos. O investigador de literatura oral tradicional Alexandre Parafita disse hoje à Agência Lusa que "grande parte das lendas medievais portuguesas e espanholas ajudou a construir, durante séculos, o imaginário mítico-lendário dos países da América Latina". Nas declarações, Alexandre Parafita explicou que muitas tradições, em Portugal estão já desfiguradas em relação às lendas originais, tal como é o caso das festas dos "Caretos", dos "Reinados", da "Bugiada" ou dos "Sécios", que continuam em algumas zonas do Brasil, para onde foram levadas pelos portugueses, recebendo aí, entre outros, os nomes de "Cavalhadas", "Cheganças", "Alardo" e também "Mouramas". ]
FONTES & VER+EM:

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Parlamento: Ministra da Cultura anuncia Fonoteca e Observatório do Património

[ A ministra da cultura, Gabriela Canavilhas, avançou hoje no parlamento as diferentes acções que pretende desenvolver na área do património e da Língua, nomeadamente o apoio à criação de uma biblioteca em Cabo Verde, a um fundo bibligráfico em Moçambique, a um projecto de apoio para a recuperação do património português fora do território nacional, incluindo apoio a obras de valorização da Sé da Cidade Velha, em Cabo Verde. Referiu ainda a digitalização de textos e obras de Língua Portuguesa, a abertura próxima do Museu do Côa, a construção da torre de depósitos da Biblioteca Nacional, a abertura da Casa das Artes do Porto como Cinemateca, a reaberutura do Museu de Arte Popular, o remate do Palácio Nacional da Ajuda, a ampliação do Museu do Chiado, a recuperação da fachada do Palácio de Queluz e da torre norte da Sé de Lisboa. Entre os projectos de recuperação patrimonial, designadamente, as muralhas de Almeida, o Mosteiro de Lorvão, as sés de Évora, Elvas, Portalegre e Beja. No âmbito do património religioso anunciou ainda estar em conversações com a Conferência Episcopal Portuguesa no âmbito da "Rota das catedrais", que envolve várias autarquias próximas de Lisboa, e também para a recuperação da igreja de São Vicente de Fora, na capital. A desejada recuperação do Património Histórico na agenda Política!... ]
FONTES & VER+EM:

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

"O Espião de D. João II": O Romance Histórico de Deana Barroqueiro

[ A Ésquilo, Edições e Multimédia e a FNAC do Centro Comercial do Colombo apresentaram ontem, pelas 18H30, a obra «O Espião de D. João II – Na Demanda dos Segredos do Oriente e do Misterioso Reino do Preste João» da autoria de Deana Barroqueiro. A apresentação esteve a cargo da Prof.ª Doutora Helena Barbas, docente da Universidade Nova de Lisboa e crítica literária do jornal semanário Expresso. Neste livro, esta autora de referência na área do romance histórico leva o leitor a «viajar» pelo fascinante périplo de Pêro da Covilhã, um James Bond e Indiana Jones reunidos num só homem do século XV. Seguido às publicações de D. Sebastião e o Vidente e O Navegador da Passagem, a autora apresenta agora a aventura vivida por um navegador português do séc. XV às ordens de D. João II. O Livro está no mercado ao preço de 19,50 € ]

SITE OFICIAL ESQUILO EDITORA:

Sinopse/Livros: " O Espião de D. João II - Na demanda dos segredos do Oriente e do misterioso reino do Preste João"

[ "O formidável Espião de D. João II possuía qualidades e talentos comparáveis aos de um James Bond e Indiana Jones, reunidos num só homem. A memória fotográfica, uma capacidade espantosa para aprender línguas, a arte do disfarce para assumir as mais diversas identidades, a mestria no manejo de todas as armas do seu tempo e, sobretudo, uma imensa coragem e espírito de sacrifício, aliados ao culto cavaleiresco da mulher e do amor que o fascinavam, fazem dele uma personagem histórica única e inspiradora. El-rei D. João II escolhia-o para as missões mais secretas, certo que qualquer outro falharia. Talvez esse secretismo seja a razão do seu nome de família e do seu rosto terem ficado, para sempre, na penumbra. Em 1487, Pêro da Covilhã foi enviado de Portugal, ao mesmo tempo que Bar­to­lomeu Dias, a descobrir por terra, aquilo que o navegador ia demandar por mar: uma rota para as especiarias da Índia e notícias do encoberto Preste João. Ao espião esperava-o uma longa peregrinação de cerca de seis anos pelas regiões do Mar Vermelho e costas do Índico até Calecut e, também, pela Pérsia, África Oriental, Arábia e Etiópia, descobrindo povos e culturas em lugares hostis, cujos costumes lhe eram completamente estranhos. Na pele de um enigmático mercador do Al- -Andalus, o Escudeiro-guerreiro do Príncipe Perfeito realizou proezas admiráveis que causaram espanto no mundo do seu tempo. Neste romance fascinante, Deana Barroqueiro convida-nos a seguir o trilho de Pêro da Covilhã na sua fabulosa odisseia recheada de aventuras, amores, conquistas e descobertas inolvidáveis…" ]

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Nau Portuguesa do Século XVIII descoberta no Brasil [ Media ]

[ Foi descoberto por uma equipa de mergulhadores, perto da baia de Guanabara, no Rio de Janeiro, restos de uma embarcação portuguesa do século XVIII. Escreve o jornal “Globo” que a Nau Portuguesa terá naufragado com um tesouro avaliado em 670 milhões de euros. Viajava da China para Lisboa quando, numa escala no Brasil, se afundou carregada com 136 peças de porcelana chinesa da era da terceira Dinastia Qing. Uma era da qual há apenas um vaso num museu imperial chinês. Segundo os especialistas, serão agora necessários cerca de 196 mil euros para desenterrar parte da nau e mais de um milhão de euros para a trazer à superfície. Pensar Real~Pensar Portugal, destaca as descobertas que recordam a Epopeia Marítima Portuguesa e a importãncia que Portugal teve no Mundo de então. ]
FONTES & VER+EM:

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Encompassing the Globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII [Exposição]

[ Pensar Real~Pensar Portugal, destaca o fecho da exposição "Encompassing the Globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII", que está patente no Museu de Arte Antiga e que encerrará esta mostra ao público já no próximo dia 1 de Novembro. Para todos aqueles que ainda não visitaram esta grande exposição, salientamos que até o próximo Domingo, dia 1 de Novembro, as portas do Museu de Arte Antiga estão abertas no seguinte Horário: Durante a semana das 14h00 às 18h00 e no Domingo das 10h00-18h00. ]
FONTES & VER+EM:
http://mnaa.imc-ip.pt/pt-PT/Encompassing%20The%20Globe/ContentList.aspx

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Família Real Portuguesa: A Corte dos Bragança - Colóquio Internacional [Brasil]

[ Acontece na próxima quinta feira (29) e na sexta-feira, dia 30 de Outubro, um colóquio internacional para tratar da relação luso-brasileira durante o período em que a Família Real Portuguesa e a Corte dos Bragança se instalou em terras brasileiras. O Brasil entre dois Impérios (1808-1822): Balanço e Perspectivas Historiográficas é uma proposta de nova abordagem no período tratado e tem organização conjunta da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL), da Cátedra Jaime Cortesão da USP e dos Programas de Pós-Graduação em História Econômica e em História Social da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. O evento, que tem atividades pela manhã e pela tarde, ocorrerá no prédio da História e Geografia da FFLCH, na Av. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, em São Paulo. ]
PROGRAMA:
FONTES & VER+EM:
http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&task=view&id=9966&Itemid=1

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

"Desde Vila Giralda: Portugal e a Família Real Espanhola": Inauguração Ágora 09 Cáceres

[ Pensar Real~Pensar Portugal esteve na inauguração oficial da Xª edição de Ágora- El Debate Peninsular, que ocorreu no Palácio da Diputación de Cáceres, com o tema da abertura “Desde Vila Giralda-Portugal e a Família Real Espanhola”, na direcção de Alberto Laplaine Guimarãis, Ex- Secretário de Estado de Portugal e Charles Powell, Director da Fundação Transição Espanhola. Dos três cursos monográficos e especializados que fazem parte do programa e das actividades culturais que decorrem até 22 de Novembro, é de salientar a presença de peritos, profissionais, estudantes e da participação de vários oradores de prestígio: Espanhóis e Portugueses. Sobre o tema de abertura, foi referência: a obra “ Les Lieux de mémoire” (os lugares da memória), do conhecido historiador francês Pierre Nora. "Entre 1984 e 1993, Pierre Nora, publicou uma ambiciosa obra colectiva, na qual analisavam os lugares e espaços físicos que tinham dado lgar à conformação da identidade nacional francesa. De certo modo, e salvaguardando, as distancias, Vila Giralda, a residência de Don Juan de Bórbon e a sua Família na calma vila do Estoril a partir de 1946, pode considera-se “um lugar da memória” do convulso Século XX espanhol. Os muros desta modesta vila foram testemunhas silenciosas de muitos dos acontecimentos, tanto públicos como privados, que acabariam por determinar o futuro da Família Real Espanhola, e consequentemente, o rumo histórico do nosso país." (in Ágora 2009 - Academia, com a colaboração da Escola de Administração Pública da Extremadura, organização: Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças- Junta da Extremadura) ]
HISTORIADOR PIERRE NORA:

terça-feira, 13 de outubro de 2009

D. Carlos e D. Afonso no Palácio da Ajuda: Infância dos Príncipes inspiram a Pintura

[ Pensar Real~Pensar Portugal, divulga que o Palácio da Ajuda irá inaugurar no próximo dia 16 de Outubro, o mesmo dia que serve de homenagem à data do aniversário da Rainha Maria Pia, e que por esse motivo é o dia do Palácio - uma exposição de 30 telas de Helena Liz, pintora portuguesa radicada em Espanha desde 1970. A exposição integra-se no ciclo de exposições “Um Olhar Sobre o Palácio” que o Palácio da Ajuda iniciou, há já alguns anos, convidando artistas contemporâneos a produzir obras inspiradas nas suas colecções ou ambientes e, assim, criar uma ligação entre o Palácio e a arte contemporânea, procurando cativar e diversificar públicos. Esta exposição tem como tema a infância e, neste contexto, encontra a sua inspiração nos Príncipes que habitaram o Palácio – D. Carlos e D. Afonso – filhos de D. Luís e D. Maria Pia. Pensar Real~Pensar Portugal que já participou em 2005 num grande evento expositivo no Palácio da Ajuda, aplaude mais uma vez esta iniciativa. A exposição poderá ser visistada até o dia 16 de Dezembro de 2009, na Sala de Exposições Temporárias do Palácio Nacional da Ajuda, todos os dias excepto quartas-feiras.
Horário: das 10h00 às 17h30 (última entrada 17h00).
Ingresso: 5 €
Informações :Tel.: (+351) 213 637 095
pnajuda@@imc-ip.pt
SITE PALÁCIO DA AJUDA:
FAMÍLIA REAL PORTUGUESA:

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Falcoaria Real: Salvaterra de Magos assinala inauguração com a recriação histórica da chegada da Família Real de Portugal ao Cais da Vala [19 Set. 09]

[ Salvaterra de Magos irá assinalar amanhã dia 19 de Setembro, pelas 16horas, a inauguração da Falcoaria Real, onde será realizada uma recriação histórica da chegada da Família Real Portuguesa ao Cais da Vala, com desfile de época, animação teatral e canto lírico. A Falcoaria Real, que durante largos anos esteve ao abandono, desde o período Pombalino, volta a cumprir a função para que fora construída, há vários séculos atrás, tendo a Câmara Municipal investido na sua recuperação virada a uma utilização nos novos tempos. Como era tradição na época, nos períodos de veraneio, a Família Real de Portugal chegava por terra a comitiva, e os restantes elementos da corte, em bergantim real pelo rio Tejo, aportando no Cais da Vala Real. O Rei D. José e a Rainha Mariana Vitória de Bourbon, Sebastião José de Carvalho e Melo, Conde de Oeiras e sua mulher, o arquitecto Carlos Mardel e outros membros da corte eram o motivo natural da curiosidade popular, no desembarque. Após a recepção, os seus elementos dirigiam-se em cortejo até ao Paço Real, instalado numa ampla área definida pelo topo fronteiro à praça onde hoje se situa o edifício da Câmara Municipal. Durante longos períodos, a nobreza e outros elementos da corte real ficavam no Paço Real, rodeada de bons ares, mordomias, e de alguns dos mais afamados cantores líricos estrangeiros da época. Com efeito, o Rei mandara construir, uma sumptuosa Casa de Ópera – próximo da Capela Real, que ainda hoje existe - palco de alguns dos mais famosos espectáculos líricos com eco nas cortes europeias. De assinalar que, em 1752, chegaram 10 falcoeiros holandeses, a Salvaterra de Magos, tendo-se aí fixado, contribuindo para a formação da arte da Falcoaria em Portugal. O Movimento Pensar Real~Pensar Portugal lança o convite a todos os interessados para estarem presentes nesta iniciativa autarquica, que inaltece os valores históricos de Portugal, destando a "Falcoaria"- uma arte antiga e nobre que o Rei D. Carlos tanto apreciava! Vamos Participar!...]

Falcoaria Real: Programa da Inauguração

[ O cortejo de época percorrerá a Rua do Rossio, Largo do Palácio (actual Praça da República), Rua 25 de Abril, Avenida do Calvário (actual Av. Dr. Roberto Ferreira da Fonseca), Rua do Arneiro (actual Avenida José Luís Brito Seabra) até à Falcoaria Real, em Salvaterra de Magos. Com a Família Real instalada na Falcoaria Real, o Grão-Mestre da Ordem de Malta surge para fazer a oferta de preciosos falcões. Com ele está o Falcoeiro Mor e outros Mestres Falcoeiros, a cavalo. A ordem de início é dada e o espectáculo começa. Um agrupamento de música barroca, com cravo, violino e fagote, acompanhará os cantores líricos Ana Luísa Cardoso (soprano) e Nuno Miguel Cardoso (tenor), interpretando modinhas – género musical de origem Portuguesa, da época - da autoria de diversos autores, com destaque para Marcos Portugal. A entrada é livre.
Programa da Inauguração:
16h00 - Chegada da Família Real ao Cais da Vala
16h30 - Desfile pelas Ruas da Vila até à Falcoaria
17h00 - Sessão Solene da Inauguração das Recuperação da Falcoaria Real
18h00 - Actuação de agrupamento de música barroca e oferta de preciosos falcões à Família Real Portuguesa.]
SITE & INFORMAÇÕES:

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Globo celeste vindo do depósito da Família Real Portuguesa:É uma raridade mundial! [Media]

[ Proveniente do depósito da Família Real Portuguesa, um globo celeste do Sec. XVI e que se encontra exposto no Palácio Nacional de Sintra desde a década de 40: é uma raridade mundial! Historiadores de ciência e conservadores de arte , em comunicado à Imprensa, afirmam que a peça pode ter vindo para Portugal com D. Fernando II, o Rei consorte criado na Áustria, pai de D. Pedro V e casado com a Rainha D. Maria II. Na tentativa de conseguir reconstituir a história perdida do globo a partir de Portugal, Samuel Gessner diz que se pode ainda tentar via Augsburgo: "Podemos começar a reconstituição ao contrário, talvez consultando as listas de encomendas feitas à casa Fugger". Para já, Inês Ferro, directora do Palácio Nacional de Sintra, candidatou a peça ao estatuto de tesouro nacional, atribuído pelo Instituto dos Museus e da Conservação: "Candidatámos três peças do Palácio Nacional de Sintra, uma delas foi o globo". Do examee TAC realizado, resultaram imagens onde é evidenciada a estrutura interna do globo, um esqueleto, parecido com uma esfera armilar. O globo de cobre dourado, construído em 1575 por Christoph Schissler é uma raridade pelo seu tamanho, cerca de 22 centímetros de diâmetro, e pelas particularidades que apresenta, todo em cobre e talvez com douradura em amálgama de ouro. D. Fernando II (29 de Outubro de 181915 de Dezembro de 1885), baptizado Fernando Augusto Francisco António de Saxe-Coburgo-Gota-Koháry[1], foi o Príncipe e, posteriormente, Rei Consorte de Portugal pelo seu casamento com a Rainha D. Maria II em 1836. Ficou conhecido na História de Portugal como "O Rei-Artista". ]
FONTES & VER+EM:
REI DOM FERNANDO II DE PORTUGAL: