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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Inauguração da recuperação do Lagar do Azeite [Quinta Marquês de Pombal-Oeiras]

[ Em declarações à agência Lusa na inauguração da recuperação do Lagar do Azeite, o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, disse que esta é "mais uma peça" do que virá a ser o Parque Temático do Marquês de Pombal. Com este Parque, que surgia como uma das prioridades eleitorais do autarca, pretende-se criar "um espaço que permitirá fazer uma viagem ao tempo". Da Quinta do Marquês, a autarquia prevê restaurar a azenha de três rodas, o alambique (também do século XVIII), a Casa da Pesca da Estação Agronómica Nacional e a adega, "com capacidade para 900 pipas". De momento, a autarquia "está a tratar de questões quase arqueológicas, de recuperação dos espaços", depois passará para esses "elementos de interpretação do Marquês de Pombal". Isaltino Morais afirmou ainda que "a riqueza que a antiga Quinta do Marquês tinha, com esta intervenção, vai trazer mais pessoas a Oeiras". Depois de ter estado encerrado durante 50 anos, a autarquia comprou o Lagar em 2003. Apesar de "o objectivo ter sido sempre a sua recuperação", o espaço serviu de galeria de exposições até à data. Hoje, após uma recuperação que custou cerca de 140 mil euros, o Lagar vai receber escolas e recriar o processo de produção de azeite, já que "é possível dar (explicando o processo de produção de azeite) todas as aulas de física e química do programa do nono ano letivo", explicou um dos cientistas responsáveis pelo restauro.]
FONTES & VER+EM:
http://www.guiadeportugal.pt/

sábado, 15 de agosto de 2009

"Símbolos Nacionais" e as 3 considerações de S.A.R. O Duque de Bragança aos Media

[ Pensar Real ~ Pensar Portugal, destaca a nota editada na imprensa por S.A.R. O Duque de Bragança, no jornal Diário de Noticias, em resposta à polémica da bandeira hasteada na Câmara Municipal de Lisboa e ao artigo publicado pelo escritor José Saramago sobre o mesmo tema que tem preenchido os Media. Na notícia intitulada -"Símbolos Nacionais"-, S.A.R. O Duque de Bragança, esclarece que "O texto publicado pelo Sr. José Saramago, na sua coluna de opinião do dia 12 de Agosto, apenas me merece três considerações: 1- O Sr. José Saramago escreve que (...) a virtude cristã de oferecer ao agressor a outra face é a virtude que não cultivo". A expressão que utilizei, porventura excessiva, não se refere ao "Memorial do Convento", mas ao livro "O Envangelho segundo Jesus Cristo", em que o autor atribui a Cristo a condição de "bastardo" de um soldado romano, o que me chocou profundamente. Para qualquer cristão, um insulto desse teor é bem mais grave que um insulto à própria família. 2- Quanto ao caso da bandeira substituida no passado dia 10 de Agosto na sede da Câmara Municipal de Lisboa, o que pretendi explicar à Comunicação Social foi que todas as bandeiras portuguesas que representam ou representaram Portugal são símbolos nacionais, tendo, por isso, a mesma dignidade. O que se passou foi uma irreverência própria da juventude e assim o interpreto. 3- Quantos os demais considerandos da nota apenas digo que como português me congratulo com o facto de ter sido Prémio Nobel da Literatura em 1988, arrastando uma maior visibilidade para Portugal e para a Cultura Portuguesa. Sei bem que a Política dos escritores e artistas consiste em fazer obras de arte e são essas que devem merecer a nossa atenção". S.A.R. O Duque de Bragança in Jornal Diário de Notícias.]

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Prémios: Museu da Água de Coimbra nomeado para "O Melhor da Europa do Ano 2009"

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal, destaca a notícia avançada no Jornal Diário de Notícias sobre a nomeação do Museu da Água de Coimbra para o prémio de Melhor Museu Europeu do Ano 2009. O Museu da Água de Coimbra é a única instituição portuguesa nomeada para o prémio Melhor Museu Europeu do Ano (European Museum of the Year Award, EMYA), distinção criada pela organização não governamental inglesa European Museum Forum (EMF), e que será anunciada em Maio, em Bursa, na Turquia . O prémio - atribuído em 2008 ao Kumu Art Museum, na Estónia, e que já distinguiu museus como o Olímpico de Lausana (Suíça) ou o Guggennheim de Bilbau (Espanha) - visa reconhecer os novos (até três anos) ou antigos museus (que se apresentem "totalmente renovados"), que se tenham salientado pela capacidade inovadora de se "relacionarem com a comunidade envolvente, de preservarem as memórias e de promoverem uma missão educacional junto dos mais novos". Em funcionamento desde Março de 2007, nas instalações da antiga estação elevatória do Parque Manuel Braga, junto ao Mondego e em pleno centro da cidade, o Museu da Água tem apostado, segundo Jorge Temido, "na educação ambiental, musical, artes plásticas e seminários" para se relacionar com o exterior - estratégia que se tem revelado eficaz. A agenda cultural tem reflectido a "preocupação em chegar a todos os públicos e gerações", recorrendo a autores das diversas áreas, mas dando sempre uma "atenção especial à comunidade escolar, recebendo alunos quase diariamente, em visitas acompanhados por animadores" . No primeiro ano, o Museu da Água de Coimbra recebeu mais de 20 mil visitantes e devolveu vida ao parque da cidade, fazendo do edifício que outrora albergou a Estação de Captação de Água: um espaço museológico de grande sucesso. ]
SITE MUSEU DA ÁGUA COIMBRA:
FONTES & VER+EM:

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Política Cultural: Ministro da Cultura e o Património Histórico em risco de queda

[ O Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) pediu hoje explicações ao Ministério da Cultura sobre o que vai fazer para resolver o problema das muralhas do Castelo de Abrantes, em risco de queda desde Outubro. A questão baseia-se em saber quais as medidas que vão ser tomadas pelo governo para preservar as muralhas do castelo, um imóvel de interesse público. A Câmara de Abrantes revelou em Dezembro que foi descoberta uma fissura numa das muralhas do castelo e que "está em risco iminente de queda". Segundo a vereadora da Cultura, Isilda Jana (PS), o problema foi detectado pelo arqueólogo municipal "há cerca de dois meses", tendo a autarquia comunicado a situação ao Ministério da Cultura solicitando que fossem tomadas "medidas adequadas com carácter de urgência". "A Direcção Regional de Cultura (DRC) enviou de imediato um técnico que confirmou a gravidade da questão e a necessidade de uma intervenção célere, atendendo que a fissura está a alargar bastante e que estamos em plena época de Inverno", explicou a vereadora. Classificado como monumento nacional, o Castelo de Abrantes "não se encontra sobre a alçada da autarquia nem de nenhum organismo em particular, estando nas mãos do Estado a resolução técnica e financeira do problema", afirmou a vereadora. "O problema é que a muralha vai mesmo cair, se não houver uma intervenção rápida, pelo que a autarquia acordou com a DRC dividir as despesas de investimento inicial, que se cifram em 80 mil euros", referiu a vereadora. O grupo de reflexão Monárquica Pensar Real~Pensar Portugal, lamenta que o Castelo de Abrantes - Património Real- que ao longo da História de Portugal, teve sempre a intervenção sucessiva dos Reis de Portugal na preservação arquitectónica dos monumentos, se encontre hoje: ao sabor do vento! ]
FONTES &VER+EM:

http://www.pnetliteratura.pt/noticia.asp?id=3277

sábado, 20 de dezembro de 2008

Museu do Douro e o Barão de Forrester: Título concedido por D. Fernando II [Inauguração]

[ O primeiro-ministro, José Sócrates, inaugura hoje a sede do Museu do Douro (MD), no Peso da Régua, acompanhado por o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro. A festa do MD começa às 15:30 com a inauguração de duas exposições: "Barão de Forrester, Razão e Sentimento: Uma história do Douro" e do pintor Tito Roboredo. O escocês Joseph James Forrester foi um percursor no desenvolvimento de estudos científicos sobre viticultura, fotografia cartografia, tendo sido o autor do primeiro mapa sobre a Região Demarcada do Douro. A exposição revela obras, algumas das quais expostas pela primeira vez, que integram acervos nacionais e estrangeiros, particulares e públicos, e aborda momentos significativos da vida do empresário na comunidade britânica no Porto, bem como a sua participação na vida social e política portuguesa do século XIX. A sede do MD foi instalada no antigo edifício da Real Companhia Velha, adquirido pelo Ministério da Cultura em Junho de 2004, através da Direcção-Geral do Património, por 1,7 milhão de euros. O Barão de Forrester, de nome Joseph James Forrester, nasceu em Hull, na Escócia, a 21 de Maio de 1809. Veio a falecer, vítima de um acidente de barco, no Cachão da Valeira em Maio de 1861. Veio para Portugal em 1830. Tornou-se num homem distinto, de grande cultura, deixando-nos uma extensa obre bibliográfica. Também foi poeta, desenhista e aguarelista. Além dos inúmeros mapas da região demarcada, foi ele o autor do importante mapa «O Douro Português», traçando o curso deste rio desde a fronteira espanhola até à foz. Este excepcional trabalho fez com que o Rei D. Fernando II, em 1855, na condição de regente durante a menoridade de D. Pedro V , lhe atribuisse o título de Barão, honraria pela 1ª vez atribuida a um estrangeiro. Pintou várias aguarelas, e foi autor de O Douro Português e País Adjacente (1848) e de Prize Essay on Portugal and its Capabilities (1859), pela qual recebeu uma medalha de ouro. D. Fernando II foi regente do reino por quatro vezes, durante as gravidezes de D. Maria II, depois da sua morte em 1853 e quando seu segundo filho, o Rei D. Luís I, e a Rainha D. Maria Pia de Sabóia se ausentaram de Portugal para assistirem à Exposição de Paris em 1867. D. Fernando II ficou conhecido na História de Portugal como "O Rei-Artista". ]
FONTES & VER+EM:
http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=378800&visual=26&tema=5
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_II_de_Portugal
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bar%C3%A3o_de_Forrester

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Património Real:Mosteiro de Santa Clara-a-Velha associado às Rainhas de Portugal

[ Depois de 17 anos de recuperação, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, abre hoje parcialmente ao público. O edifício foi requalificado, num projecto avaliado em 7,5 milhões de euros, e conta agora com um centro interpretativo que acolhe "a história do sítio", revelou à Lusa o coordenador da intervenção Artur Côrte-Real. "Para além do olhar sobre a beleza plástica do monumento, queremos que os visitantes conheçam este universo riquíssimo associado a Isabel de Aragão e a Inês de Castro", acrescentou também o arqueólogo. Este novo centro consiste num edifício de mil metros quadrados, com funções museológicas, dotado de um auditório, salas de exposições, uma loja e uma cafetaria. As causas da edificação da nova infra-estrutura têm sobretudo a ver com os "espólios riquíssimos" classificados por uma equipa de especialistas de antropologia, arqueologia, história de arte, biologia, engenharia e geologia. O problema do alargamento foi resolvido com a construção de uma cortina periférica, estrutura enterrada que permite proteger todo o recinto de reserva arqueológica. O referido espólio encontrado permite contar a história do mosteiro e das freiras que nele viveram, numa perspectiva que se tornou possível graças aos materiais recolhidos durante as escavações. Para Artur Côrte-Real, o projecto "faz parte de um percurso de persistência, exigência e muita paixão" que embora tenha sido "alterado constantemente face às especificidades do sítio" teve como objectivo "não danificar a ruína" e "minimizar os efeitos da empreitada". Pensar Real~Pensar Portugal associa-se às actuais Políticas Culturais que tenham como objectivo: a valorização do Património Real de Portugal.]
FONTES &VER+EM:
http://dn.sapo.pt/2008/12/17/artes/mosteiro_santa_claraavelha_reabre_pa.html

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Património Real:Conjunto arquitectónico do Convento de Cristo em agenda política

[ O Ministério da Cultura está a rever a portaria que "desmembrou" o conjunto arquitectónico do Convento de Cristo, em Tomar, estando a "equacionar a possibilidade" de o monumento "voltar a ser tratado de forma integrada, como um único conjunto monumental". Luísa Mesquita, deputada pelo círculo de Santarém, lembrava que, na sequência da publicação da portaria 1130, em 20 de Dezembro de 2007, "inúmeros cidadãos e cidadãs da região de Santarém" assinaram uma petição manifestando "discordância pelo facto de o referido diploma ter desmembrado um Conjunto Arquitectónico classificado como Património da Humanidade, conhecido como Convento de Cristo em Tomar e que integra - o Castelo - o Convento - a Cerca - a Ermida e o Aqueduto". "Consideram os peticionantes que é exactamente a unidade da diversidade arquitectónica deste Conjunto que sustenta o seu reconhecimento e valorização mundiais e que a decisão do Governo representa `um retrocesso cultural e da política de gestão deste património, até à situação anterior a 1875`", escreveu a deputada no requerimento endereçado aos Ministérios da Cultura e das Finanças. Luísa Mesquita acrescentou ainda à agência Lusa que a resposta do Ministério da Cultura veio dar razão às preocupações manifestadas por si e pelos subscritores da petição, reconhecendo implicitamente que a medida adoptada, "exclusivamente de natureza financeira, foi um erro". ]
FONTES &VER+EM:

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Funchal recebe Ton Koopman:Inauguração do Grande Orgão da Igreja do Colégio [23Nov]

[ Já está na fase final a montagem do grande órgão do Colégio do Funchal. O concerto inaugural está agendado para as 21 horas do dia 23 de Novembro e estará a cargo de um dos melhores organistas do mundo, o holandês Ton Koopman. Ontem, o secretário regional de Educação e Cultura, Francisco Fernandes, e o director regional dos Assuntos Culturais, João Henrique Silva, estiveram na igreja do Colégio, numa visita que, segundo Francisco Fernandes esteve integrada no projecto de recuperação dos órgãos históricos que são dezanove da Região e dos quais seis já estão recuperados. Segundo Francisco Fernandes, este novo órgão permitirá apostar numa área de turismo cultural ao nível dos concertos, que os outros órgãos também podem acolher mas com reportórios mais limitados. Aliás, é de referir que, em termos sonoros, este instrumento vai permitir a execução do reportório dos séculos XVII e XVIII. Devido à grande qualidade deste instrumento — e uma vez que a igreja do Colégio possui também um órgão histórico (que se encontra a ser recuperado) — Francisco Fernandes adiantou que a sua utilização será «acautelada através de organistas que tenham uma formação profunda». Neste sentido, o secretário regional lembrou que existem dois jovens madeirenses a fazerem cursos de doze anos nesta área e que existe outro organista que vive na Madeira e que também é especialista nesta órgão. «Temos de limitar os utilizadores porque trata-se de uma peça que exige esses cuidados», frisou. Este grande órgão começou a ser executado em 2005 e foi concluído em 2007. Devido às obras de reforço do coro, a sua montagem só foi feita em Outubro passado. O custo total deste instrumento foi de 226.512 euros, tendo sido comparticipado pelo POPRAM 3 - Programa Operacional Plurifundos para a Região Autónoma da Madeira em 70 por cento. ]
FONTES & VER+EM:

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Política Cultural: Reforço orçamental para os Palácios e Monumentos Portugueses [2009]

[ O ministro da Cultura assegurou ontem, em reunião parlamentar com os deputados, que o reforço de 3,9 milhões de euros para o orçamento do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) em 2009 "vai estabilizar" a situação carenciada dos museus e palácios."Todos os museus e palácios vão receber aumentos dos seus orçamentos, excepto o Museu de Arte Popular, que se encontra encerrado para obras, e o Museu Francisco Tavares Proença Júnior, mas este desce apenas sete por cento", indicou, sobre o universo dos 28 museus e cinco palácios tutelados. As obras do novo Museu dos Coches começarão em breve e quanto ao Mar da Língua e aos atrasos nos museus de Évora e do Côa, o ministro adiantou que estarão concluídos em 31 de Dezembro. Sobre o quadro Súplica de Inês de Castro, do pintor português Vieira Portuense, adquirida pelo Estado através de um particular num leilão em Paris este ano, o governante indicou que a obra "já se encontra no Museu Nacional de Arte Antiga, onde irá permanecer". Pelos números apresentados, o orçamento da Cultura para o próximo ano ascende a um total de 212,7 milhões de euros, sem contar com as indemnizações compensatórias e receitas próprias das entidades públicas empresariais. Membros do grupo de reflexão Monárquica Pensar Real~Pensar Portugal, que exercem a sua actividade na Cultura, conferem às verbas do presente orçamento disponibilizado para 2009, uma medida urgente e essencial, para a perservação do vasto Património Real (Palácios e Monumentos), que são: Herança de Reis e Património Histórico de Portugal. ]
FONTES & VER +EM:

sábado, 15 de novembro de 2008

7 Maravilhas de Portugal no Mundo: Cidade Velha de Galle / Fortificações [Sri Lanka ~ Ásia]

[ Os primeiros europeus a visitarem o Sri Lanka foram os portugueses: Dom Lourenço de Almeida chegou à ilha em 1505, e encontrou-a dividida em sete reinos que guerreavam entre si, incapazes de derrotar um invasor. Os portugueses ocuparam primeiro a cidade de Kotte mas, devido à insegurança do local, fundaram a cidade de Colombo em 1517, e gradualmente estenderam seu controle pelas áreas costeiras. Os portugueses fixaram-se no actual Sri Lanka em 1505 onde criaram importantes feitorias: Colombo (1518-1656), a cidade mais importante do reino de Cota e da Ilha de Ceilão; Galle (Galo), a fortaleza mais importante do extremo sul do Ceilão (1589) ; Jafanapatão (1560); Negumbo (1643); Batecalau (1628-1638); Triquinimale (1622). No século XVII, fragilizados pelo domínio espanhol, os portugueses acabam por ser substituídos pelos holandeses (1658), que acabaram por ser dominados pelos ingleses (1796). A presença portuguesa ainda hoje perdura em muitos vocábulos, mas também no nome de grande número de famílias (Silvas, Pereiras, Fernandos, Sousas, etc). No Ceilão desenvolveu-se inclusivé um crioulo. A Cidade Velha de Galle é uma das 22 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo e Património da Humanidade, selecionado para a votação que se iníciará dia 7 de Dezembro até dia 10 de Junho de 2009. Fundada no século XVI pelos portugueses, Galle alcançou o auge do seu desenvolvimento no século XVIII, antes da chegada dos britânicos. Assume-se como um notável exemplo de cidade fortificada construída por europeus no Sul e Sudeste da Ásia, revelando o intercâmbio da arquitectura europeia e das tradições sul-asiáticas, tendo sido por isso classificada pela UNESCO, em 1988, como Património da Humanidade. Alguns monumentos e locais de referência: Muralha da Fortaleza; Tecido Urbano. Pensar Real~Pensar Portugal, apela a todos os Portugueses a especial atenção à presente iniciativa que não só contribui para avivar a memória do trajecto dos portugueses no Mundo e na sua diáspora, como assinalará uma vez mais: a nossa presença aqui manifestada através do seu voto. ]

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Há muito que fazemos História:Vote nas 7 Maravilhas de Origem Portuguesa [Mundo]

[ A chamada de atenção para o património construído de origem portuguesa pelo Mundo, disperta sentimentos de orgulho em todos nós, e junto das Comunidades Portuguesas espalhadas pelo Mundo, não só pela diáspora portuguesa nos países e continentes onde estes vestígios maiores da nossa presença se encontram, mas porque também são: verdadeiros testemunhos da herança cultural e histórica dos Reis de Portugal. A lista dos Monumentos a Concurso para as 7 Maravilhas de Origem Portuguesa, contém, entre outros, a cidade de Fasil Ghebi, na Etiópia, a ilha de Moçambique, os centros históricos das cidades brasileiras de Salvador, São Luís, Diamantina, Goiás, Olinda e Ouro Preto, o centro histórico de Macau, conventos e igrejas de Goa, na Índia e a cidade velha de Galle e suas fortificações, na ilha de Sri Lanka. A subdiretora do Instituto de Gestão do Patrimônio Arquitetônico e Arqueológico, Andreia Galvão, anunciou a realização de "uma maratona do conhecimento dirigida às escolas portugueses do ensino básico e secundário, com o objetivo de estimular os mais novos sobre estas maravilhas portuguesas no mundo". Concorrentes com dez candidaturas, a América lidera a lista. O brasileiro concorre com os centros históricos de seis cidades e também com o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas (MG). A oitava candidatura brasileira é apresentada em parceria com a Argentina, pois engloba o conjunto das missões jesuítas dos guaranis. Do continente sul-americano constam ainda as missões jesuítas de Trinidad do Paraná e Jesus de Tavaranque, no Paraguai, e, no Uruguai, o bairro histórico da Colônia de Sacramento. África tem sete monumentos, sendo Moçambique a única ex-colônia portuguesa representada, por meio da ilha de Moçambique. Outros países com "maravilhas portuguesas" são Marrocos (a antiga cidade portuguesa de Mazagão), Gâmbia (ilha James), Gana (fortes e castelo em Volta), Senegal (Ilha Goreia), Tanzânia (ruínas de Kilwa e de Songo Mnara), e Etiópia (cidade de Fasil Ghebi). Os quatro monumentos situados na Ásia são, além do Centro Histórico de Macau, das igrejas e conventos de Goa, e da cidade velha de Galle e as suas fortalezas, também o sítio arqueológico de Qal'at al-Bahrain, no Emirado do Bahrain. Pensar Real~Pensar Portugal dedicará importante destaque à votação que decorrerá até dia 10 de Junho de 2009, enaltecendo sempre: o riquíssimo acervo de Matriz Portuguesa que se encontra nos 4 cantos do Mundo.]
VOTAÇÃO ONLINE:
FONTES & VER+EM:

Heróis do Mar e as 7 Maravilhas de Origem Portuguesa:Votação até 10 de Junho 2009

[ A eleição das Sete Maravilhas de origem Portuguesa no Mundo começa a 7 de Dezembro e vai decorrer na Internet. Os 22 monumentos construídos por portugueses e já candidatos, estão todos classificados pela UNESCO como Património da Humanidade e encontram-se localizados em três continentes: África, América do Sul e Ásia. O Brasil é de longe o país com mais monumentos a concurso, dos 22 escolhidos, oito estão situados em território brasileiro. "Um vector de diálogo e de orgulho dos portugueses", foi o mote lançado pela a organização, na apresentação pública do concurso das "Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo" que ontem teve lugar na Torre de Belém. Luís Segadães, Presidente das Sete Maravilhas de Portugal, assinalou que este concurso surge na sequência do êxito alcançado pelos anteriores concursos "Sete Maravilhas do Mundo" e "Sete Maravilhas Portuguesas", que resultaram num aumento de 30 por cento dos visitantes aos monumentos eleitos. Portugal, indicou Segadães, é o país com mais património classificado, logo a seguir a Espanha, que tem 24. Porém o património edificado por portugueses está dispersos pelos três continentes, enquanto "o espanhol está mais concentrado geograficamente", designadamente na América Latina, disse Segadães. Os 22 monumentos a concursos serão votados via telemóvel, por SMS, ou através da Internet, sendo o resultado conhecido no próximo dia 10 de Junho, numa cerimónia que se realizará em Lisboa sob o tema "Heróis do mar". Pensar Real~Pensar Portugal pretende contribuir até Junho de 2009, na divulgação das 7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo, apelando a todos os Portugueses e reunindo esforços para que se divulgue junto das Comunidades Portuguesas a participação de todos, à votação dos monumentos selecionados a concurso e que assinalam a nossa trajectória histórica no Mundo: herança cultural dos Reais Fundadores de Portugal. ]
SITE DE VOTAÇÃO [ 7 DEZEMBRO 2008 A 10 JUNHO 2009]:
http://www.7maravilhas.sapo.pt/
FONTES & VER+EM:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1040178

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Galeota Real D. João VI:Restauro junta Ministros da Cultura de Portugal e do Brasil

[ A Galeota de D. João VI, embarcação original utilizada pela Família Real Portuguesa para transporte e actos reais, é apresentada hoje no Rio de Janeiro após cinco meses de restauro. Considerada uma das mais importantes relíquias históricas que marcam o período da Monarquia no Brasil, a Galeota Real, actualmente parte do acervo do Espaço Cultural da Marinha. A cerimónia de apresentação do restauro conta com a presença do ministro da Cultura de Portugal, José António Pinto Ribeiro, e do seu homólogo brasileiro Juca Ferreira. O pequeno barco foi construído na Bahia e chegou ao Rio de Janeiro em 1818 para ser oferecido ao rei D. João VI. A Galeota Real, também denominada como Galeota de D. João VI, é uma pequena galé, um tipo de embarcação movido a remos. Com casco de madeiras nobres e dourado a folha de ouro, tem 24 metros de comprimento. Na popa, possui um camarote forrado de veludo, ricamente decorado, e, na proa, a carranca de um dragão, símbolo da Casa de Bragança. O trabalho de restauração e redouramento, a cargo da Espírito Santo Cultura entidade ligada ao Grupo Espírito Santo, em Portugal, começou em Junho deste ano. A equipa de restauradores foi composta por técnicos portugueses e brasileiros, reportando a técnicas do século XVIII. A Galeota foi de Salvador rebocado por um navio à vela, para em apenas onze dias, aportar no Rio. Inspirada na Galeota Grande e na Saveira Dourada, que atendiam a Família Real Portuguesa em Lisboa, a Galeota Real foi construída em 1808 por determinação do conde da Ponte, nos estaleiros do Arsenal da Capitania da Bahia em Salvador, para o serviço particular do Príncipe-regente, no contexto da transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821). ]
FONTES & VER+EM:

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Semanário Internacional:Visita técnica a Património Real Português [31Out/1 Nov]

[ O Turismo de Portugal organiza o seminário internacional “Touring e Património”, a ter lugar a 31 de Outubro e 1 de Novembro de 2008, no Convento de Cristo, em Tomar, com o objectivo de debater a promoção do património nacional em benefício do turismo. Esta iniciativa visa uma reflexão sobre as temáticas que interligam turismo e cultura, com base na apresentação de experiências nacionais e internacionais de novas ofertas turísticas que valorizam e promovem o património em benefício das comunidades e da experiência proporcionada aos visitantes. O seminário conta com a presença do secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade e do presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão. Durante o seminário serão apresentados exemplos de sucesso nacionais e internacionais na valorização do património cultural, transformando-o em atracção turística, como “A gestão de uma cidade Património Mundial de Arles” e as “Redes de Património em Castela e Leão”, entre outros. O director do Instituto Europeu dos Itinerários Culturais do Conselho da Europa, Michel Thomas-Penette, o arquitecto responsável pelo projecto do novo Museu Nacional dos Coches, Paulo Mendes da Rocha, o director do Centro Nacional de Cultura, Lourenço de Almeida e o presidente da Comissão Nacional da UNESCO, Fernando Andresen Guimarães, são alguns dos oradores presentes no seminário, que culmina com uma visita técnica aos mosteiros de Tomar, Batalha e Alcobaça, considerados Património Mundial da Humanidade. O Touring Cultural e Paisagístico é um dos dez produtos estratégicos incluídos no Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT), representando 18% do total de viagens de lazer realizadas pelos europeus. Considerados Património Mundial da Humanidade, os Mosteiros da Batalha, de Alcobaça e de Tomar, são testemunhos vivos do Património Real Português: Herança Histórica e Cultural dos Reis Portugal. ]

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Património Real Português:Dois Candidatos Prováveis a Património Mundial [UNESCO]

[A Universidade de Coimbra e o conjunto do Convento e Tapada de Mafra são dois dos potenciais candidatos portugueses a Património Mundial da UNESCO. A Universidade de Coimbra, sedeada na cidade de Coimbra, é a mais antiga universidade portuguesa e uma das maiores do país, remonta ao século seguinte ao da própria Fundação da Nação Portuguesa, dado que foi criada no século XIII, em 1290, a 1 de Março, quando foi assinado em Leiria, pelo Rei D. Dinis, o documento Scientiae thesaurus mirabilis, que criou a própria Universidade e pediu ao Papa a confirmação. Por sua vez, o Palácio Nacional de Mafra foi construído durante o reinado do Rei D. João V, tendo o seu trabalho dado inicio a 17 de Novembro de 1717, em conseqüência de uma promessa que o jovem Rei fizera se a Rainha D. Maria Ana de Áustria lhe desse descendência. O palácio só era popular para os membros da Família Real, que gostavam de caçar na tapada. Durante os últimos reinados da Dinastia de Bragança, o Palácio foi utilizado como residência de caça e dele saiu também em 5 de Outubro de 1910 o último Rei D. Manuel II para a praia da Ericeira, onde o seu iate real o conduziu para o exílio. Os dois monumentos integram uma lista de doze bens identificados por Portugal como passíveis de concorrer à distinção. A integração nesta lista indicativa – de que fazem igualmente parte a Baixa Pombalina de Lisboa, a Serra da Arrábida ou a Mata Nacional do Buçaco, entre outros – é o primeiro passo para a formalização de uma candidatura. Até ao momento, Portugal tem treze locais distinguidos com o prestigiado título: a cidade de Angra do Heroísmo (Açores), o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém (Lisboa), os Mosteiros da Batalha e de Alcobaça, o Convento de Cristo (Tomar) e os centros históricos de Évora, Porto e Guimarães. A paisagem cultural de Sintra – primeira desta categoria a ser classificada em todo o mundo –, os sítios de arte rupestre do Vale do Côa, o bosque de Laurisilva da Madeira e as regiões vinícolas do Alto Douro e da Ilha do Pico completam a lista de bens nacionais classificados pela UNESCO. ]
FONTES & VER+EM:

Ourivesaria Tradicional Portuguesa: Marca de Luxo Cria - Mumadona-Hand Made Jewels.

[ Vinte e cinco fabricantes de ourivesaria juntaram-se para comercializar a marca ‘Mumadona - Hand Made Jewels’, um projecto destinado à exportação e a “clientes de luxo”, disse à Lusa um dos fabricantes.“É uma marca de luxo, destinada à exportação e é a última tentativa para superar a crise por que estão a passar os fabricantes de ourivesaria”, avançou Abel Castro, um dos 25 ourives de Guimarães que criaram a marca. Com o mercado alvo localizado no Brasil, Rússia, Índia e Chile, os fabricantes de jóias associaram-se a empresas privadas nos países para onde vão exportar. O projecto e as primeiras jóias elaboradas pelos fabricantes de ourivesaria reune desenhadores e os “artesãos de jóias”, que criaram peças únicas, manufacturadas para exportação. Apostados na “modernidade”, os fabricantes aliaram-se a desenhadores de jóias para conceber peças únicas. Entre as peças já elaboradas, há uma que sobressai. Um anel, em prata, com 16 quilos de peso, um metro de diâmetro, com 15 safiras incrustadas, confeccionado em duas fábricas de joalharia em Guimarães e que pretende ficar registado no Guiness Book como o “maior anel do mundo”. O interesse em associar a cidade de Guimarães que é património mundial à “modernidade de peças únicas e artesanais”, pesou na escolha do nome da nova marca. A Condessa de Mumadona foi quem mandou construir o Castelo de Guimarães, o local onde terá vivido D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal e o "fundador" do país. "A marca Mumadona - Hand Made Jewels representa o nascimento de ourivesaria de qualidade extraordinária, luxuosa que, infelizmente, apenas tem mercado em alguns países estrangeiros", finalizou Abel Castro. Pensar Real~Pensar Portugal, destaca a importância que esta tradição portuguesa teve para o desenvolvimento de várias cidades do país, nomeadamente o fabrico no universo da arte sacra (prata e ouro), que obteve reconhecido prestígio no Século XV. A modernização da ourivesaria tradicional portuguesa , abre assim novas janelas de oportunidades aos "artesãos tradicionais", jovens criadores e designers portugueses para a sua projecção a nível internacional. ]
FONTES & VER+EM:
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/4ade47b55c6eac659d91dd.html
http://www.museudaourivesaria.com/museu.htm

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

1º Encontro de Museus da Vinha e do Vinho: Museu do Douro na Rede de Museus.

[ O Museu do Douro vai dar início esta quinta-feira à constituição de uma rede de museus ligados ao vinho, e à abertura do 1º Encontro de Museus da Vinha e do Vinho, que começa esta manhã no edifício do Serviço Educativo do Museu do Douro, na Régua, e continua amanhã, em São João da Pesqueira, na Câmara Municipal. É neste concelho que vai ser instalado um Núcleo museológico dedicado ao vinho. O objectivo arranca em duas jornadas de debate, mas a ideia é que a semente lançada germine e produza novas parcerias, por isso reúne vários responsáveis de outros museus nacionais e estrangeiros, como o Museu do Vinho de Paris (França), o Museu Rural e do Vinho do Cartaxo, o Museu do Vinho do Pico (Açores), entre outros. O Museu do Douro terá 11 Nucleos espalhados pela Região Demarcada e, será o primeiro Museu em Portugal a funcionar de forma polinucleada. A Região do Douro é conhecida como uma das mais importantes e antigas regiões demarcadas do mundo. Foi no século XII, a partir da Independência de Portugal, que se iniciou o desenvolvimento da viticultura no Vale do Douro e as primeiras exportações, para França, remontam aos séculos XIII expandindo-se no século XIV. Não obstante, é só no século XVII que surge a primeira referência à denominação “vinho do Porto”, aplicada ao Vinho do Douro. No ano de 1660, as divergências políticas entre França e Inglaterra eram já uma constante. Na querela, o Ministro francês Colbert impôs elevadas taxas à exportação dos vinhos de Bordéus para Inglaterra. Em resposta, o monarca inglês, Carlos II, decide boicotar a importação dos vinhos de Bordéus, episódio que viria a marcar decisivamente a vocação internacional do vinho do Porto. Foi a partir dessa medida do Rei D. Carlos II que os comerciantes de Plymouth, Bristol e Londres descobriram as virtudes dos Vinhos do Vale do Douro, graças às notícias que lhes chegavam da colónia Inglesa de comerciantes que florescia no Porto. Em 1703, é celebrado um acordo Anglo-Português. Em 1756, dando início à demarcação da Região do Douro, o Ministro do Rei D. José I de Portugal, Sebastião José de Carvalho e Melo, mais tarde tornado Marquês de Pombal, criou a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro. ]
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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

D. Manuel I, D. Pedro II e D. Pedro III: Manuscritos a Leilão em Lisboa [25 Outubro]

[ No dia 25 de Outubro no Hotel Fénix em Lisboa, realiza-se o leilão, organizado por Nuno Gonçalves, e à praça vão espécimes de uma colecção particular centrada em documentos do século XIX, mas que inclui, entre outros, manuscritos dos séculos XV, XVI e XVII. Em declarações à Lusa, Nuno Gonçalves sublinhou a originalidade do leilão "porque tem várias coisas, quer livros, quer manuscritos, quer fotografias. Serão também leiloados manuscritos de monarcas portugueses, designadamente D. Manuel I, D. Pedro II e D. Pedro III, além dos Filipes, e um álbum pessoal de fotografias da Expedição a África de Hermenegildo Capelo, que inclui várias fotografias". À praça irão igualmente primeiras edições raras da "Mensagem", de Fernando Pessoa, e do "O Livro de Cesário Verde", bem como de obras de Miguel Torga. Além de fotografias da Família Real Portuguesa e postais do Porto, numa caixa específica, há ainda para leiloar os vidros de revelação. Entre outros lotes, "um muito interessante" é constituído por colecções de fotografias de António Passaporte e Emílio Biel, dois dos mais importantes fotógrafos portugueses, segundo Nuno Gonçalves. "Há também deste fotógrafo, que foi para Espanha após a proclamação da República, fotos do final da guerra civil naquele país", acrescentou. No lote vai à praça: a revista KWY, que tem "uma importância extraordinária na arte portuguesa e de alguma forma na literatura", e a revista a Águia, "a revista onde Fernando Pessoa se deu a conhecer ao público".Outra curiosidade em leilão é um livro-quadro, peça única, da "Cartilha Maternal", de João de Deus, que os regentes escolares usavam para ensinar nas salas de aula.Refere ainda, Nuno Gonçalves que "No caso das fotografais de Passaporte, são na sua maioria ao ar livre e mostram a Família Real Portuguesa de um forma mais informal, em piqueniques ou cenas de caça". Na véspera do leilão, dia 24 de Outubro, todos os lotes estarão em exposição, também no Hotel Fénix. ]
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Ofertas a Reis: Portugal no Leilão de Paris.

[ Diversos objectos oferecidos aos Reis de França e seus descendentes, nomeadamente por Portugal, e que incluem mobiliário e jóias, foram ontem a leilão, em Paris, juntando monárquicos nostálgicos e curiosos. No leilão, promovido pela casa Christie's, estavam à venda 483 lotes, designadamente peças de mobiliário, quadros, objectos de arte e jóias provenientes do solar e do apartamento habitados por Henrique de França (1908-1999) e a sua mulher, Isabelle de Orleães (1911-2003), condes de Paris. Chantal D'Orleães, filha do casal, explicou que "não foi possível dividir" todos os objectos pelos dez herdeiros da família, acrescentando que "as ofertas devem fazer parte dos museus ou serem para os coleccionadores". Uma toalha bordada com flores de lis, avaliada entre 300 a 500 euros, foi vendida por 12.500 euros, enquanto um serviço de mesa em porcelana com as armas de França, estimado entre 800 e 1.200 euros, foi arrematado por 26.900 euros. Já as lunetas de Luís Filipe, Rei de França, foram compradas por seis mil euros e a pluma com que assinou a sua resignação ao trono, em 1848, por 14.300 euros. Muitos outros artigos foram também licitados - um vaso de porcelana chinesa, um esboço assinado pelo pintor Winterhalter e ofertas do Rei Luís XVI, da Rainha Maria Antonieta e do Delfim, durante o seu cativeiro - oriundos de Portugal, Reino Unido, Japão, Portugal e Médio-Oriente. ]
FONTES & VER+EM:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1029021
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_reis_de_Fran%C3%A7a

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Portugal e Namíbia: Nau Portuguesa do Século XVI reune Imprensa em Lisboa [17 Outubro]

[ Portugal irá receber brevemente a visita do chefe da diplomacia da Namíbia, Marco Hausiku, e um dos temas da sua deslocação será o achado arqueológico subaquático de uma Nau Portuguesa do Século XVI, disse a Lusa no passado dia 10 de Outubro, a Secretária de Estado da Cultura Portuguesa, Paula Fernandes dos Santos. Terminado os trabalhos de resgate dos destroços da Nau Portuguesa naufragada ao largo da Namíbia, as informações recolhidas acerca do espólio e da sua importância histórica irão ser comunicadas em conferência de imprensa, agendada para o Palácio Nacional de Ajuda, no próximo dia 17 Outubro. A Namíbia não ratificou a Convenção Sobre a Protecção do Património Cultural Subaquático, pelo que o espólio encontrado pertence na totalidade àquele país. Questionada se o espólio poderá vir a ser exposto em Portugal, a secretária de Estado da Cultura, na mesma entrevista, preferiu não especular sobre o assunto. "Não vamos especular sobre isso nem dizer coisas que possam não ser oportunas relativamente a isso. Pensamos que provavelmente haverá condições para que isso possa vir a ser feito, mas não discutimos formalmente com as autoridades namibianas", salientou. Os destroços da Nau Portuguesa do século XVI foram descobertos em Abril deste ano, durante uma prospecção de diamantes pelo consórcio NAMDEB, formado pelo governo da Namíbia e pela diamantífera sul-africana De Beers. O espólio encontrado nos destroços da Nau inclui: 2.300 peças de ouro pesando cerca de 21 quilogramas; 1,5 quilogramas de moedas de prata num valor de mais de 100 milhões de dólares; objectos de ouro; prata; cobre; marfim; astrolábios; instrumentos de navegação quinhentistas; canhões e respectivas balas. Na equipa de arqueólogos subaquáticos, integraram as operações de resgate, os portugueses Francisco Alves e Miguel Aleluia, a convite do governo namibiano para a participação do estado português, nos trabalhos de salvamento da Nau Portuguesa.]
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