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sexta-feira, 19 de março de 2010

Fundação Rei Afonso Henriques: Bragança e Zamora candidatam-se a património da Humanidade [ UNESCO ]


[ A Fundação Rei Afonso Henriques vai patrocinar a candidatura da Cidadela de Bragança e do centro histórico de Zamora a património da Humanidade. As duas cidades vão trabalhar em paralelo para conseguirem o reconhecimento da UNESCO, in RTP.]

sexta-feira, 12 de março de 2010

Língua Portuguesa: "Assim é que é falar!"

[ Perguntas, respostas e regras de pronúncia, vocabulário, léxico, sintaxe, pontuação e morfologia estão contidos no livro "Assim é que é falar!" que será lançado no dia 18 na Casa da Cultura, em Coimbra. Coordenado por Maria Regina Rocha, e da autoria de Sandra Duarte Tavares e Maria João Matos, o livro tem como subtítulo "201 perguntas, respostas e regras sobre o português falado e escrito". Segundo a coautora, em declarações à Lusa, o livro - que é editado pela Planeta Editora - já está disponível no mercado e não está redigido de acordo com o novo Acordo Ortográfico, por opção da editora. Nesta obra, são esclarecidas dúvidas frequentes da língua portuguesa, entre as quais: "A palavra presidente tem feminino? Acordos pronuncia-se com o aberto ou fechado? Arrendam-se apartamentos e alugam-se carros? Porquê?". No livro, que pode ser adotado pelas escolas ou pelo vulgar cidadão, as autoras enunciam regras em linguagem acessível ao leitor não especializado, mantendo o rigor terminológico. A ideia de conceber o livro partiu da Planeta editora que lançou o desafio a José Mário Costa, responsável pelo Ciberdúvidas. A obra é prefaciada pelo catedrático Carlos Reis, que a apresentará por ocasião do lançamento em Coimbra. ]
FONTES & VER+EM:

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Museu da Fundação da Casa de Bragança corre o risco de perder alguns Coches do seu núcleo para o novo Museu em Lisboa

[ A directora do Museu da Fundação da Casa de Bragança, Maria Monge, referiu em entrevista à Lusa, que “não há nenhuma comunicação oficial" emitida à Fundação, quanto à transferência dos Coches que estão no Paço Ducal, em Vila Viçosa. Apesar de não haver uma “informação oficial”, Maria Monge avançou que “alguns dos coches que estão no núcleo de Vila Viçosa correm risco de ser transferidos para o novo Museu dos Coches, em Lisboa”. “A centralização funciona”, disse a responsável, considerando que, no caso de se concretizar esta situação, se traduz “num prejuízo para a visibilidade das viaturas”. “É um património que estava a ser usufruído pelas populações do interior e que vai para o Museu dos Coches em Lisboa”, salientou. Maria Monge realçou que a carruagem que transportava o Rei D. Carlos quando foi assassinado há 102 anos constituía, até há pouco tempo, o principal atrativo da exposição permanente de carruagens de Vila Viçosa, no Paço Ducal. Aquela carruagem, segundo a responsável, foi transferida para Lisboa há dois anos, quando se assinalou o centenário do regicídio e não regressou a Vila Viçosa. A directora do Museu da Fundação da Casa de Bragança referiu ainda que “há pouco tempo” a Fundação renovou um protocolo com a direcção do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), organismo tutelado pelo Ministério da Cultura, para a continuidade, por um prazo de vinte anos, de cerca de 70 viaturas no núcleo de Vila Viçosa. Actualmente, adiantou a responsável, existem 76 viaturas no núcleo de Vila Viçosa, mas cerca de uma dezena ou são propriedade da Fundação da Casa de Bragança ou pertencem a particulares, e estão depositadas na Fundação. A primeira pedra do novo Museu dos Coches, em Lisboa, foi colocada a 01 de fevereiro, na presença do primeiro ministro, José Sócrates, e da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, tendo sido também apresentado o respetivo programa museológico. A cerimónia decorreu nas antigas instalações das Oficinas Gerais de Material de Engenharia do Exército, na Avenida da Índia, em Belém, onde se erguerá o novo edifício da autoria do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha. O museu, que ocupará uma área de 15 177 metros quadrados dos terrenos das antigas oficinas, custará 31,5 milhões de euros provenientes das contrapartidas do Casino de Lisboa. A colecção é composta por 130 viaturas, 54 das quais se encontram no actual Museu dos Coches – o mais visitado de Portugal -, e as restantes 76 no núcleo de Vila Viçosa, instalado desde 1984 nas antigas cocheiras e cavalariças do palácio. ]

FONTES & VER+EM:

http://www.portalalentejano.com/?p=13061

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Fragrâncias Reais

[ Pensar Real~Pensar Portugal, destaca as novas fragrâncias lançadas por a Eau de Portugal, produto genuinamente português, associadas às personalidades da Família Real Portuguesa - S.M. El Rei D. Carlos e S.M. a Rainha D. Amélia-, famosos pelo seu bom gosto e carácter. Inspirado na personalidade do Rei D. Carlos I, e no seu ambiente preferido, o Mar, surge uma fragrãncia para homem que alia a brisa marítima, e os odores da floresta que liga o gosto do Monarca pela paixão da natureza. De inspiração dos belos jardins perfumados da Rainha D. Amélia, a fragrância para senhora, de notas florais, evoca a personalidade, o bom gosto e a elegância da Soberana. As novas fragrâncias estão desde já disponíveis no mercado e nas lojas dos Aeroportos.]

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Comemorações dos 500 Anos do Museu do Azulejo: Homenagem à Rainha D. Leonor


[ Fundado pela Rainha Dona Leonor, o Museu Nacional do Azulejo celebra 500 anos, com uma exposição que está patente no antigo convento da Madre de Deus. In RTP ]

sábado, 16 de janeiro de 2010

Fragata D. Fernando II e Glória: Baptizada em homenagem ao Casal Real Português - o Museu Navio encontra-se em Exposição

[ A Fragata "D. Fernando II e Glória" que se encontra em Cacilhas, no Largo Alfredo Diniz, junto ao terminal fluvial, está em exposição e os visitantes são recebidos pelo Comandante José António Rocha e Abreu. Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda a visita à Fragata D. Fernando II e Glória, que foi o último navio de guerra inteiramente à vela da Marinha Portuguesa. Construída em Damão, na Índia Portuguesa, sob a supervisão do engenheiro construtor naval Gil José da Conceição, e por uma equipa de operários indianos e portugueses, liderados pelo mouro Yadó Semogi. Na sua construção foi usada madeira de teca de Nagar-Aveli. Depois do lançamento ao mar, em 22 de outubro de 1843, o navio foi rebocado para Goa onde foi aparelhado. O navio foi baptizado em homenagem ao Casal Real Português, o rei-consorte D. Fernando II e a Rainha D. Maria II, cujo nome próprio era Maria da Glória. O "Glória" do seu nome também se referia à sua santa protetora, Nossa Senhora da Glória de especial devoção entre os Goeses. "A Dom Fernando II e Glória foi uma fragata à vela da Marinha Portuguesa, que navegou entre 1845 e 1878. Atualmente é um navio museu, na dependência do Museu da Marinha e classificada como Unidade Auxiliar da Marinha (UAM 203)". ]
Horário de visitas: Das 10.00 às 17.00h todos os dias com excepção da Segunda feira e dias Feriados Nacionais.
Preços: Adultos 3 €; Dos 6 aos 17 anos e Estudantes 1,5 €; Maiores de 65 anos 1,5 €; Grupos escolares ( 25 pessoas ) 25 €; Lisboa Card 2,25 €; Tours turisticos + de 15 pessoas , 2,25 € por pessoa; Menores de 6 anos Grátis.
Contactos: Tlm.: 91 784 11 49 (Fragata)
FONTES & VER+EM:
http://museu.marinha.pt/Museu/Site/PT/Exposicoes/FragataDFernandoII/
Fragata Dom Fernando II e Glória:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fragata_portuguesa_Dom_Fernando_II_e_Gl%C3%B3ria

sábado, 9 de janeiro de 2010

Capella Patriarchal: Concerto do Ano Novo do Patriarcado de Lisboa, apresenta obras portuguesas do Séc XVI ao XIX [ Hoje ]

[ Pensar Real~Pensar Portugal, destaca o grande concerto do Ano Novo que se realizará hoje, pelas 21H30, na Sé Patriarcal de Lisboa, a que assistirá o cardeal-patriarca, D. José Policarpo, realizado pela Capella Patriarchal, um agrupamento dirigido pelo organista João Vaz. O organista salientou em entrevista à Lusa, que "a maioria destas obras só muito recentemente foi descoberta", nomeadamente no Arquivo da Sé Patriarcal, como é o caso do hino "Crudelis Herodes", de frei José Marques da Silva, que tem a sua "primeira audição moderna". Além de João Vaz, constituem a Capella Patriarchal Mónica Santos e Marisa Figueira (sopranos), Carolina Figueiredo (contralto), João Moreira (tenor), Manuel Rebelo e Sérgio Silva (baixos) e Marta Vicente (contrabaixo). Os compositores escolhidos são frei Diogo da Conceição, frei António Carreira, Francisco António de Almeida, Carlos Seixas e frei José Marques da Silva. De frei Diogo serão tocadas as suas três obras conhecidas: "5 versos de 8º tom", "Meio registo de 2º tom" e "Batalha de 5º tom". O manuscrito com estas obras é, segundo João Vaz, "um dos mais importantes registos da intensa actividade organística que se desenvolveu no Norte de Portugal no século XVII". Referindo-se à peça "Meio registo", João Vaz afirmou que "explora uma característica típica do órgão ibérico: o teclado partido". O "teclado partido", explicou Vaz, "é dividido entre o Dó e o Dó sustenido centrais". Quanto à "batalha, era um género muito em voga no século XVII, procura descrever um combate verdadeiro, fazendo uso dos recursos do órgão ibérico, nomeadamente da trompetaria horizontal", afirmou. De frei Carreira, será interpretado "Missa", cujo manuscrito é conservado no Arquivo da Sé Patriarcal. Os outros dois compositores, Francisco António de Almeida e Carlos Seixas, revelam "a italianização que se fez sentir na música nacional". De Almeida será interpretado "Responsório Si quaeris miracula para a festa de Santo António" e de Seixas a Sonata para órgão em Sol Maior e o "Responsório Hodie nobis para a festa do Natal". Duas composições de Frei José Marques da Silva encerram o concerto. São elas o hino "Crudelis Herodes" para a festa dos Reis Magos e "Benedictus dominus Deus Israel". A Capella é um projecto musical que visa, explicou João Vaz, "divulgar os tesouros da música sacra portuguesa". Este é o terceiro ano consecutivo que se realiza o Concerto de Ano Novo do Patriarcado. ]
FONTES & VER+EM:

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Azulejos Portugueses: Cinco Séculos da Arte Cerâmica Portuguesa no Museu Oscar Niemeyer, Brasil [ Exposição até Abril 10]

[ Até Abril de 2010, 90 painéis de Azulejos Portugueses que traçam a história da arte cerâmica entre o século XVI e a actualidade, podem ser vistos pelo público no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná. Provenientes do acervo do Museu Nacional do Azulejo, os painéis são exemplares da herança da cultura árabe em Portugal e traçam um panorama da história da arte da cerâmica portuguesa, do século XVI até a actualidade. A exposição, intitulada «Figuras e Padrões - A encomenda do azulejo em Portugal do século XVI à actualidade», apresenta exemplares das encomendas que eram feitas pela Igreja, pela nobreza e pelo público em geral. “As peças refazem um pedaço da história que remonta aos fatos bíblicos”, informam os organizadores. A mostra reúne exemplares que retratam as encomendas feitas pela igreja, pela nobreza, pelo público e por novos clientes, até à actualidade com a produção de artistas contemporâneos. A utilização de revestimentos azulejares em Portugal data do início do século XVI, com a utilização de azulejos de padrão, de matriz islâmica, fabricados em Sevilha, na Espanha. Desde então, o azulejo tem sido utilizado ininterruptamente, em uma renovação permanente de gostos e estéticas, aqui ilustrada por trabalhos de artistas contemporâneos ao longo de toda a mostra. "O Azulejo é uma das expressões mais fortes da Cultura em Portugal e uma das contribuições mais originais do génio dos portugueses para a Cultura Universal. Aqui, o Azulejo ultrapassou largamente a mera função utilitária ou o seu destino de Arte Ornamental e atingiu o estatuto transcendente de Arte, enquanto intervenção poética na criação das arquitecturas e das cidades. " In Canal História-TV. ]

FONTES &VER+EM:

http://www.mundoportugues.org/content/1/6210/brasil-museu-curitiba-expoe-cinco-seculos-azulejaria-portuguesa/

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Parlamento: Ministra da Cultura anuncia Fonoteca e Observatório do Património

[ A ministra da cultura, Gabriela Canavilhas, avançou hoje no parlamento as diferentes acções que pretende desenvolver na área do património e da Língua, nomeadamente o apoio à criação de uma biblioteca em Cabo Verde, a um fundo bibligráfico em Moçambique, a um projecto de apoio para a recuperação do património português fora do território nacional, incluindo apoio a obras de valorização da Sé da Cidade Velha, em Cabo Verde. Referiu ainda a digitalização de textos e obras de Língua Portuguesa, a abertura próxima do Museu do Côa, a construção da torre de depósitos da Biblioteca Nacional, a abertura da Casa das Artes do Porto como Cinemateca, a reaberutura do Museu de Arte Popular, o remate do Palácio Nacional da Ajuda, a ampliação do Museu do Chiado, a recuperação da fachada do Palácio de Queluz e da torre norte da Sé de Lisboa. Entre os projectos de recuperação patrimonial, designadamente, as muralhas de Almeida, o Mosteiro de Lorvão, as sés de Évora, Elvas, Portalegre e Beja. No âmbito do património religioso anunciou ainda estar em conversações com a Conferência Episcopal Portuguesa no âmbito da "Rota das catedrais", que envolve várias autarquias próximas de Lisboa, e também para a recuperação da igreja de São Vicente de Fora, na capital. A desejada recuperação do Património Histórico na agenda Política!... ]
FONTES & VER+EM:

sábado, 12 de dezembro de 2009

Seis Órgãos mandados construir por D. João VI voltam a tocar para um Concerto de Natal na Basílica do Palácio de Mafra [ 19 Dez 09 ]


[ Pensar Real~Pensar Portugal, destaca a notícia publicada hoje no Jornal Público sobre a reparação dos Orgãos do Palácio de Mafra, que foram construídos a pedido de D. João VI, sucessor de D. João V. “Os seis órgãos deixaram de soar ao mesmo tempo desde o século XIX por causa de infiltrações causadas pela água que ainda hoje entra na Basílica e desde há dois séculos que não há registo de terem tocado em conjunto”, afirmou à agência Lusa o mestre Dinarte Machado. No dia 19, os seis órgãos vão tocar de forma experimental durante um concerto de Natal na Basílica do Palácio Nacional de Mafra, para que os técnicos possam perceber aspectos técnicos do som que produzem quando tocam em conjunto. “O público vem ouvir pela primeira vez o conjunto dos seis órgãos cuja reparação está na recta final e consiste em trabalhar o som de cada um deles”, explicou o especialista na Escola de Organaria Portuguesa do século XVIII, após ter concluído o restauro físico dos seis órgãos. “A diferença de ouvir um órgão ou seis órgãos a tocar em conjunto é como ouvir um coro de 20 vozes ou um coro de 120 vozes devidamente afinadas”, exemplificou. Após este concerto, a Basílica vai fechar até Maio para que os técnicos possam concretizar o trabalho e nessa altura reabre com um concerto inaugural dos seis órgãos totalmente reparados. O restauro dos seis órgãos foi iniciado em 1999 pelo mestre Dinarte Machado, envolvendo um investimento de um milhão de euros pagos pelo Ministério da Cultura e por outros mecenas. Os órgãos foram construídos em 1807 pelos organeiros António Xavier Machado e Cerveira e Joaquim António Peres Fontanes, a pedido de D. João VI, sucessor de D. João V que mandou construir o Palácio Nacional de Mafra. Ao longo dos séculos, os seis órgãos foram sofrendo várias reparações devido às infiltrações causadas pela água que ainda hoje entra na Basílica, por isso deixaram de funcionar todos em conjunto. Antes do início deste último restauro, “estavam inactivos”, à excepção de um dos órgãos da Capela-Mor. ]
FONTES & VER+EM:

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Rainha D. Leonor - 500 anos da Fundação do Mosteiro da Madre de Deus 1509-2009: Museu do Azulejo, Lisboa [10 Dez 2009/11.06.2010]

[ A partir de 10 de Dezembro, e até o dia 11 de Junho de 2010, o Museu Nacional do Azulejo oferece, ao público a oportunidade de conhecer a história de um dos monumentos mais marcantes da cidade de Lisboa. Fundado em 1509 pela Rainha D. Leonor (1458-1525), mulher de D. João II e irmã de D. Manuel I, o Mosteiro da Madre de Deus cedo se afirmou como um espaço de excepção no contexto português. Por ocasião da comemoração do V Centenário da sua fundação, o Museu Nacional do Azulejo dedica esta exposição ao edifício, às suas obras de arte e à sua fundadora. Imbuída do espírito da Devotio Moderna, ou da procura de uma relação mais directa com Deus, D. Leonor foi uma personagem ímpar do universo intelectual e mecenático da Europa do Renascimento. A sua actividade como mecenas, que permitiu tornar o Mosteiro da Madre Deus num dos mais ricos de Lisboa e do reino, é relembrada nesta exposição que junta peças oriundas de várias partes do continente europeu. São peças de pintura, iluminura, cerâmica, têxteis e escultura, que aliam à qualidade técnica uma riqueza iconográfica e de sentido que importa revelar e analisar no entendimento que se pretende desenvolver da figura da própria Rainha e do lugar a que ficou associada. O objectivo desta exposição centraliza-se na figura central da sua fundadora, a Rainha D. Leonor, que para além do grande apoio mecenático a Portugal, reuniu um acervo de obras de arte extraordinário, que hoje se encontram no Museu Nacional de Arte Antiga, no Paço Ducal de Vila Viçosa, e em vários Museus no Estados Unidos e na Alemanha. Uma exposição a não perder! ]
RAINHA D. LEONOR DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Leonor_de_Avis,_Rainha_de_Portugal
EXPOSIÇÂO~INFORMAÇÕES:
LOCAL: Rua da Madre de Deus, 4 - Lisboa
Horário: 3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
SITE MUSEU DO AZULEJO:
http://mnazulejo.imc-ip.pt/

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

75 Anos de "Mensagem"-Fernando Pessoa: Programa das Comemorações [ 1 a 9 Dez ]

[ Inserido na programação comemorativa dos 75 anos de "Mensagem" de Fernando Pessoa, organizada pela Biblioteca Nacional de Portugal, Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas e Câmara Municipal de Lisboa, intervirão os escritores Eduardo Lourenço, Vasco Graça Moura e Manuel Alegre e o actor Luís Lucas lerá alguns poemas de Pessoa. Ainda no âmbito do programa comemorativo, decorrerão na FNAC Chiado e na Casa Fernando Pessoa, a 2 e 9 de Dezembro, debates moderados pelo jornalista Carlos Vaz Marques. "’- É a hora! O Sentido da Mensagem’" é o tema do debate de dia 2, em que participam Miguel Real, Paulo Borges e Manuel Gandra, e que começa às 18h30. No dia 9, à mesma hora, na Casa Fernando Pessoa, será a vez de José Blanco, Richard Zenith e José Carlos Seabra Pereira falarem sobre "’Mensagem’, o Poema, o Prémio e o Estado Novo". A edicção especial de "Mensagem" de Fernando Pessoa, estará disponível no mercado no 1º Dezembro, dia em que se comemora a Restauração da Independência de Portugal, e que o autor pretendeu deste modo assinalar a sua publicação. ]
FONTES & VER+EM:

terça-feira, 24 de novembro de 2009

USA: Publicação em Inglês do Sermão aos Peixes do Padre António Vieira e Livro de Poemas de Camões [ Literatura ]


[ Sermão aos Peixes do Padre António Vieira, foi editado nos Estados Unidos. "Um conjunto de obras clássicas da literatura Portuguesa foram agora editadas nos Estados Unidos. Entre elas, o Sermão de Sto António aos Peixes que foi, pela primeira, vez traduzido para inglês, e o Livro de poemas de Camões." A análise do retrocesso da percepção cultural, após a morte D'El Rey D. Sebastião, em Portugal. In RTP. ]

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Nau Portuguesa do Século XVIII descoberta no Brasil [ Media ]

[ Foi descoberto por uma equipa de mergulhadores, perto da baia de Guanabara, no Rio de Janeiro, restos de uma embarcação portuguesa do século XVIII. Escreve o jornal “Globo” que a Nau Portuguesa terá naufragado com um tesouro avaliado em 670 milhões de euros. Viajava da China para Lisboa quando, numa escala no Brasil, se afundou carregada com 136 peças de porcelana chinesa da era da terceira Dinastia Qing. Uma era da qual há apenas um vaso num museu imperial chinês. Segundo os especialistas, serão agora necessários cerca de 196 mil euros para desenterrar parte da nau e mais de um milhão de euros para a trazer à superfície. Pensar Real~Pensar Portugal, destaca as descobertas que recordam a Epopeia Marítima Portuguesa e a importãncia que Portugal teve no Mundo de então. ]
FONTES & VER+EM:

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Encompassing the Globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII [Exposição]

[ Pensar Real~Pensar Portugal, destaca o fecho da exposição "Encompassing the Globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII", que está patente no Museu de Arte Antiga e que encerrará esta mostra ao público já no próximo dia 1 de Novembro. Para todos aqueles que ainda não visitaram esta grande exposição, salientamos que até o próximo Domingo, dia 1 de Novembro, as portas do Museu de Arte Antiga estão abertas no seguinte Horário: Durante a semana das 14h00 às 18h00 e no Domingo das 10h00-18h00. ]
FONTES & VER+EM:
http://mnaa.imc-ip.pt/pt-PT/Encompassing%20The%20Globe/ContentList.aspx

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

"Desde Vila Giralda: Portugal e a Família Real Espanhola": Inauguração Ágora 09 Cáceres

[ Pensar Real~Pensar Portugal esteve na inauguração oficial da Xª edição de Ágora- El Debate Peninsular, que ocorreu no Palácio da Diputación de Cáceres, com o tema da abertura “Desde Vila Giralda-Portugal e a Família Real Espanhola”, na direcção de Alberto Laplaine Guimarãis, Ex- Secretário de Estado de Portugal e Charles Powell, Director da Fundação Transição Espanhola. Dos três cursos monográficos e especializados que fazem parte do programa e das actividades culturais que decorrem até 22 de Novembro, é de salientar a presença de peritos, profissionais, estudantes e da participação de vários oradores de prestígio: Espanhóis e Portugueses. Sobre o tema de abertura, foi referência: a obra “ Les Lieux de mémoire” (os lugares da memória), do conhecido historiador francês Pierre Nora. "Entre 1984 e 1993, Pierre Nora, publicou uma ambiciosa obra colectiva, na qual analisavam os lugares e espaços físicos que tinham dado lgar à conformação da identidade nacional francesa. De certo modo, e salvaguardando, as distancias, Vila Giralda, a residência de Don Juan de Bórbon e a sua Família na calma vila do Estoril a partir de 1946, pode considera-se “um lugar da memória” do convulso Século XX espanhol. Os muros desta modesta vila foram testemunhas silenciosas de muitos dos acontecimentos, tanto públicos como privados, que acabariam por determinar o futuro da Família Real Espanhola, e consequentemente, o rumo histórico do nosso país." (in Ágora 2009 - Academia, com a colaboração da Escola de Administração Pública da Extremadura, organização: Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças- Junta da Extremadura) ]
HISTORIADOR PIERRE NORA:

"Os Lugares da Memória" da Família Real de Espanha: Vila Giralda, Estoril - Portugal

[ "Durante muitos anos, Vila Giralda foi uma referência indiscutível, um lugar frequentado pelas figuras da vida política mais destacadas, económica e cultural espanhola, que acudiam em peregrinação ao Estoril em Portugal, para manifestar o seu afecto e lealdade ao Conde de Barcelona e à instituição que encarnava, quando não em busca de uma possível alternativa ao regime franquista. Mesmo que inevitavelmente doloroso, o longo exílio da Família Real Espanhola teve pelo menos a virtude de permitir a esta enraizar-se com força na vida Portuguesa, facilitando uma aproximação entre ambos Países que alcançaria o seu pleno desenvolvimento após a chegada da democracia e da integração na Europa. Este curso pretendeu oferecer uma aproximação ao mesmo tempo amena e rigorosa a estas questões, contando ainda com a participação de prestigiados especialistas e protagonistas destacados daqueles acontecimentos." (in Catálogo Xª Edição Ágora- Cáceres 2009).
Pensar Real~Pensar Portugal esteve presente! ]

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Família Real Espanhola e as Relações com Portugal: Pensar Real~Pensar Portugal na Ágora-Debate Peninsular,Cáceres/Espanha

[ Pensar Real~Pensar Portugal comunica que estamos em Cáceres, Espanha, no encontro Hispano-Português, inseridos na iniciativa "Ágora- Debate Penisular, na mostra cultural do que melhor se faz em Portugal. Segundo a notícia editada pela Lusa, o director do encontro hispano-português "Ágora", Ignacio Sánchez Amor, defendeu ontem que a "mais intensa" cobertura noticiosa em Espanha das últimas Legislativas portuguesas demonstra uma "maior atenção e interesse" dos espanhóis por Portugal. Um dos principais objectivos do "Ágora - O Debate Peninsular", que assinala uma década de existência com a edição que arrancou segunda-feira em Cáceres (Extremadura espanhola), tem sido sempre contribuir para que Espanha dedique maior atenção a Portugal. "Uma das ideias de partida foi sempre essa, porque há uma grande diferença na atenção que cada país dedica ao outro. Espanha está muito presente nos meios de comunicação social portugueses, mas nunca houve muita informação de Portugal nos grandes 'media' espanhóis", disse. A 10.ª edição da iniciativa Ágora – O Debate Peninsular irá prolongar-se até ao final da semana. As relações de Portugal com a Família Real Espanhola são o tema de abertura do encontro, organizado pelo Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças da Junta da Extremadura com a chancela de Portugal e Espanha. Membros do movimento Pensar Real~Pensar Portugal, irão estar presentes na inauguração da exposição de pintura "Alquimia Del Ser", agendada para amanhã dia 21 de Outubro, pelas 20H30, e que estará aberta ao público até dia 22 de Novembro, no Museu Nacional de Cáceres. Hoje, está agendado um encontro dos embaixadores de Portugal e Espanha, no Palácio Provincial de Cáceres. A nível cultural, a representação portuguesa nos Encontros Ágora vai incluir uma exposição de pintura, uma de azulejos, uma peça teatral, encontros de escritores e projecção de filmes.
Pensar Real~Pensar Portugal: Rompe novas fronteiras! ]
FONTES & VER+EM:
http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5jEMriFXuYuY2Qxyt6n2sgQLZH9iw
MUSEO DE CACERES:
http://museodecaceres.blogspot.com/

terça-feira, 13 de outubro de 2009

D. Carlos e D. Afonso no Palácio da Ajuda: Infância dos Príncipes inspiram a Pintura

[ Pensar Real~Pensar Portugal, divulga que o Palácio da Ajuda irá inaugurar no próximo dia 16 de Outubro, o mesmo dia que serve de homenagem à data do aniversário da Rainha Maria Pia, e que por esse motivo é o dia do Palácio - uma exposição de 30 telas de Helena Liz, pintora portuguesa radicada em Espanha desde 1970. A exposição integra-se no ciclo de exposições “Um Olhar Sobre o Palácio” que o Palácio da Ajuda iniciou, há já alguns anos, convidando artistas contemporâneos a produzir obras inspiradas nas suas colecções ou ambientes e, assim, criar uma ligação entre o Palácio e a arte contemporânea, procurando cativar e diversificar públicos. Esta exposição tem como tema a infância e, neste contexto, encontra a sua inspiração nos Príncipes que habitaram o Palácio – D. Carlos e D. Afonso – filhos de D. Luís e D. Maria Pia. Pensar Real~Pensar Portugal que já participou em 2005 num grande evento expositivo no Palácio da Ajuda, aplaude mais uma vez esta iniciativa. A exposição poderá ser visistada até o dia 16 de Dezembro de 2009, na Sala de Exposições Temporárias do Palácio Nacional da Ajuda, todos os dias excepto quartas-feiras.
Horário: das 10h00 às 17h30 (última entrada 17h00).
Ingresso: 5 €
Informações :Tel.: (+351) 213 637 095
pnajuda@@imc-ip.pt
SITE PALÁCIO DA AJUDA:
FAMÍLIA REAL PORTUGUESA:

Obras de Ourivesaria da Corte Portuguesa dos Séculos XVIII e XIX [Exposição 18 Out]

[ Pensar Real~Pensar Portugal divulga que no próximo domingo dia 18 de Outubro, pelas 15 Horas, estará aberta ao público a visita expositiva intitulada: HISTÓRIA DE UM CONJUNTO DE PRATA DE APARATO SÉCS. XVIII-XIX. Segundo o texto ilustrativo que consta no Site do Palácio da Ajuda sobre esta iniciativa: "Nesta visita será apresentado um conjunto de obras de ourivesaria composto por 22 salvas de prata dourada lavrada, entre outras peças. Este conjunto, referido em documentação da Casa Real Portuguesa como “prata do Lava Pés” constitui a principal prata de aparato da Coroa, actuando como expressão da magnificência régia nos cenários dos principais cerimoniais da Corte Portuguesa dos séculos XVIII e XIX. ]
Próximo Domingo 18 de Outubro 15h00
Sujeito a marcação prévia 6€