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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Exposição Joalharia inspirada na época do Rei D. João VI: Palácio da Ajuda [16 Outubro]

[O Palácio da Ajuda recebe a exposição "Jóias Reais - Joalharia Contemporânea Luso-Brasileira" a partir de 16 de Outubro, com o trabalho de 48 artistas portugueses e brasileiros inspirado em peças criadas nos séculos XVIII e XIX. Com curadoria a cargo de Lúcia Abdenur (Brasil) e Cristina Filipe (Portugal), a exposição - já mostrada no Rio de Janeiro este ano - foi concebida para integrar as comemorações oficiais dos 200 anos da chegada de D. João VI e da Família Real Portuguesa ao Brasil em 1808. A exposição confronta duas épocas - 1808 e a actualidade - mostrando várias referências históricas e criativas de ambos os países, com o objectivo de criar uma ponte entre as duas culturas e também entre os artistas representados. Os artistas da área da joalharia - 24 portugueses e 24 brasileiros - trabalharam em pares (um brasileiro e um português) a partir de uma jóia ou objecto do século XVIII e início do século XIX, referente à época do reinado de D. João VI. Integrado na exposição, irá decorrer um programa de palestras: "A Transferência da Corte Portuguesa para o Brasil - A Sociedade em Transformação", por Vera Tostes, Directora do Museu Histórico Nacional no Rio de Janeiro, será a primeira, no dia da inauguração da mostra de jóias, no Palácio Nacional da Ajuda, pelas 17 Horas. Exibida no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro entre Março e Maio deste ano, a inauguração da exposição no Palácio da Ajuda está prevista para as 19 Horas de dia 16 de Outubro, e irá permanecer até 30 de Novembro de 2008. Como ponto de partida, o projeto estabeleceu que os artistas participantes - 24 portugueses e 24 brasileiros - um trabalho conjunto de jóias contemporâneas, inspiradas por objetos e adereços da época do reinado de D. João VI. As jóias e objetos de referência foram escolhidos a partir dos acervos de diversas instituições: do Palácio Nacional da Ajuda e do Museu Nacional de Arte Antiga, ambos de Lisboa; do Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro e do Museu Imperial de Petrópolis. Pensar Real~Pensar Portugal que já interveio no Palácio da Ajuda, em acções de ambito cultural e expositivas, irá estar presente nesta exposição que evoca usos e costumes da Corte Portuguesa no Reinado de D. João VI e da Família Real Portuguesa.]
FONTES $ VER+EM:
http://www.pnetliteratura.pt/noticia.asp?id=1007

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Teatro São Carlos:Lança Ópera Online.

[ O Teatro Nacional de São Carlos vai transmitir, em colaboração com a RTP, online e em directo a ópera "Siegfried", de Wagner, no dia 12 de Outubro. É a primeira vez que isso acontece no teatro lírico nacional e o objectivo é "atingir novos segmentos de público na divulgação da programação do São Carlos", disse à Lusa Pedro Moreira, gestor do teatro. "No início do ano, já transmitimos uma ópera em directo para 14 cine-teatros espalhados pelo país (Das Märchen), e agora, com esta iniciativa, procuramos ir mais além, disponibilizando a ópera de Wagner para o espaço global", indicou Pedro Moreira que: "Esta é a forma de chegarmos a mais pessoas". A transmissão online será dia 12 de Outubro às 16:00, através dos sites: www.saocarlos.pt e www.rtp.pt. A ópera tem a duração de quatro horas e meia. O Real Teatro de São Carlos, foi erguido em 1792-1793 em Lisboa segundo projecto do arquitecto José da Costa e Silva que seguiu os modelos do Scala e do São Carlos de Nápoles, cujo nome atribuído, foi em honra de D. Carlota Joaquina de Bourbon, durante a governação de D. João VI, filho de D. Maria I. A inauguração do Real Teatro de São Carlos ocorreu a 30 de Junho de 1793 com a ópera La Ballerina amante de Cimarosa. A ópera italiana foi introduzida em Portugal no reinado de D. João V, devido ao grande interesse do Rei, pelas artes e expressão musical. O Rei D. João V, tomou iniciativas de enorme interesse em prol da cultura Portuguesa, ao que chegou a enviar para Itália jovens músicos portugueses, um dos quais foi Francisco António de Almeida, que viria a ser o autor da primeira ópera portuguesa, colaborando deste modo para a popularização da ópera em Portugal. Pensar Real~Pensar Portugal destaca ainda os Reis D. João IV, D. Afonso VI e D. Pedro II, que na História da Monarquia Portuguesa, se interessaram muito pela música, principalmente o Rei D. João IV, que ficou reconhecido como um bom compositor. O Teatro de São Carlos, ao longo da sua história, tem sido palco de referência e de carreira das melhores vozes da cena mundial.]
FONTES & VER+ EM:

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Bragança avança desenvolver o projecto do 1º Museu da Língua Portuguesa em Portugal.

[ O primeiro museu português da Língua Portuguesa poderá surgir em Bragança, segundo um repto lançado no encerramento do Colóquio anual da Lusofonia que recolheu já apoios individuais e institucionais ligados à temática. A ideia partiu do presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, que recebeu de imediata a disponibilidade do vice-presidente da Academia de Ciências de Lisboa para ajudar a instalar este espaço, que seria único em Portugal. O autarca de Bragança quer aproveitar o balanço dos colóquios anuais da Lusofonia, que há sete anos reúnem na cidade transmontana representantes dos vários países lusófonos, para desenvolver o primeiro museu nacional da Língua Portuguesa. Jorge Nunes gostaria de ter em Bragança, um espaço idêntico ao que já existe em São Paulo, no Brasil, com a história e evolução da língua falada por 320 milhões de pessoas pelo mundo. "Em Portugal não há um espaço museológico relacionado com a Língua Portuguesa e Bragança pode abraçar esse projecto, desde que conte com a colaboração de professores e instituições representativas nesta área", disse à Lusa. Artur Anselmo lembrou que a Academia portuguesa tem "um espólio muito importante relacionado com a defesa da Língua Portuguesa, desde os fins do século XVIII até hoje" que poderia disponibilizar para o novo museu. Para este académico, "Bragança é o lugar ideal para a instalação deste espaço porque está na confluência de dois mundos fundamentais da Língua Portuguesa, Portugal e a Galiza". Considerou ainda que o novo espaço terá que ser "um museu vivo e o aspecto didáctico terá a maior importância para que interesse jovens, instituições de ensino, etc". A ideia mereceu também o aplauso do linguista brasileiro Evanildo Bechara, presente no Colóquio da Lusofonia, que prometeu propor à Academia de Letras Brasileira, da qual é membro, o apoio ao museu português. Outro apoio com que o projecto conta, desde logo, é o da Academia Galega da Língua Portuguesa, que terá hoje, em Santiago de Compostela, o primeiro acto oficial, e que nasceu no seio dos colóquios da Lusofonia em Bragança. Em todo o decurso da Monarquia Portuguesa, a cidade de Bragança é um marco vivo na História de Portugal, tendo sido elevada a cidade, a pedido de D. Fernado I, o 2º Duque de Bragança. Pensar Real~Pensar Portugal, aplaude a ideia que partiu do presidente da autarquia, Jorge Nunes, congratulando-se que tenha sido a cidade de Bragança a avançar com o desenvolvimento do futuro projecto do Museu Nacional da Língua Portuguesa.]
FONTES & VER+EM:

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Biblioteca Joanina Virtual: "Patrocínio régio do Rei D. João V de Portugal às Ciências".

[ A Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra, acabou de lançar a edição de um DVD-ROM através do qual se acede a espaços, património e informações habitualmente inacessíveis ao visitante. O projecto da Biblioteca Joanina Virtual, apresentado ontem publicamente, possui texto em seis línguas e inclui, entre outros aspectos, uma visita guiada pela história, decoração e arquitectura do edifício do período barroco, para além de disponibilizar 21 obras raras em texto integral, oriundas do seu espólio. A edição contempla os pormenores da decoração das salas nobres:" é como se andássemos com os pés assentes no tecto", explicou António Pimentel, coordenador científico do projecto, à Lusa. Do tecto da primeira sala o DVD destaca uma inscrição, devidamente traduzida, que reza: "Lusos, este é o caminho que vos aponta a Sabedoria. Por capitães os livros, por soldados e armas o trabalho". O cordenador do projecto acrescentou ainda que "É o triunfo das Ciências e o patrocínio régio [do rei D. João V] a essas mesmas Ciências", sublinhando que "A ideia [de disponibilizar as obras] foi mostrar os tesouros e com eles a dimensão mundial da cultura portuguesa". A concepção do DVD-ROM, do qual foram editados 5.000 exemplares, obrigou à digitalização de quase 68 mil imagens relacionadas com a Biblioteca Joanina, um projecto desenvolvido por uma empresa privada com o apoio do Programa Operacional da Cultura do Ministério da Cultura. A Biblioteca Joanina é uma das mais importantes bibliotecas nacionais. A sua construção começou no ano de 1717, no exterior do primitivo perímetro islâmico, sobre o antigo cárcere do Paço Real, com o objectivo de albergar a biblioteca universitária de Coimbra, e foi concluída em 1728. Apesar de ter sido construída no seguimento do projecto régio de reforma dos estudos universitários (consequência da difusão das correntes iluministas em Portugal), a Biblioteca Joanina é reconhecida como uma das mais originais e espectaculares bibliotecas barrocas europeias. Toda a sua arquitectura envolve um retrato do Rei D. João V que, colocado na parede do topo do edifício, na última sala, funciona como "ponto fuga" da biblioteca, também chamada, noutros tempos, Casa da Livraria. A nave central da Joanina faz com que a sua estrutura se assemelhe à de uma capela, em que o retrato do Rei D. João V ocupa o lugar do altar. A dourada moldura da tela imita uma cortina, que se abre para exibir, numa "esplendorosa composição alegórica", o Rei. De seu nome completo João Francisco António José Bento Bernardo de Bragança, o Rei D. João V (22 de Outubro de 168931 de Julho de 1750), foi Rei de Portugal desde 1 de Janeiro de 1707 até à sua morte. Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda o presente DVD-Rom, como visita guiada pela história e exemplo vivo do nosso Património Real: Herança dos Reis de Portugal.]

A Biblioteca Joanina: Tesouro Nacional.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Jornadas Europeias do Património:" No Património... Acontece." [26 a 28 Setembro]

[ As Jornadas Europeias do Património são uma iniciativa anual do Conselho da Europa e da União Europeia, que envolve cerca de 50 países, no âmbito da sensibilização dos cidadãos europeus para a importância da salvaguarda do Património. Cabe a cada país elaborar anualmente, um programa de actividades a nível nacional, a realizar em Setembro, acessível gratuitamente ao público. Com a finalidade de oferecer um leque vasto de actividades atractivas para o público, numa estratégia de investimento na identificação das comunidades com o património, convida-se à participação todos os Municípios, entidades culturais e artísticas, públicas e privadas e, sobretudo, todas as instituições que partilham a responsabilidade de protecção e valorização do património. As actividades culturais contemplam: visitas guiadas e temáticas; espectáculos artísticos (música, dança, teatro, circo, teatro de marionetas/fantoches); exposições de artes plásticas e visuais; concertos e apontamentos musicais (música antiga e contemporânea); animação de rua, recriações e encenações históricas; workshops, palestras, conferências, debates e seminários; maratonas fotográficas; sessões de leitura de contos, poesia e lendas; rotas patrimoniais, itinerários culturais, peddy papers e rally papers; ateliers lúdicos e oficinas pedagógicas; jogos tradicionais, de época e jogos de descoberta; feiras e festivais; lançamento de publicações; documentários, filmes. As Jornadas começam já na próxima sexta-feira, dia 26 de Setembro, terminando domingo, dia 28 de Setembro, envolvendo este ano, 170 autarquias em vários espaços monumentais de Norte a Sul do País, incluindo os Açores. Pensar Real~Pensar Portugal, entendendo que o vasto leque de património construído em Portugal, são reais testemunhos da nossa herança Histórica, e sempre que o observamos, pensamos e apreciamos, confirmamos os sentimentos e valores da nossa identidade e dos seus Reais Fundadores.]
FONTES & VER+EM:
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/b008592d092fa97d54d3e5.html

7 Maravilhas de Portugal: Património Real.

7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo: Votação [7 Dezembro 2008]

[ São 22 monumentos de origem Portuguesa classificados como Património da Humanidade pela UNESCO. Em 1972 a UNESCO adoptou a Convenção do Património Mundial, Cultural e Natural, com o objectivo proteger os bens patrimoniais dotados de um valor universal excepcional e em 1979, foram feitas as primeiras inscrições de bens na Lista do Património Mundial. Para constarem desta lista, os bens devem possuir valor excepcional, satisfazer o critério de autenticidade, integrar uma das categorias apontadas na Convenção e satisfazer pelo menos um de dez critérios de selecção. Assim sendo, a protecção permanente deste património é da maior importância para toda a comunidade internacional. No que toca ao legado monumental semeado pelo Mundo classificado como Património da Humanidade apenas Espanha com 24 monumentos se pode comparar com Portugal, ainda que no caso Português a diáspora seja muito mais abrangente, já que a espanhola se centra no eixo da Américado Sul, sendo as Filipinas, na Ásia, a única excepção. Tudo começou com a criação da New 7 Wonders Foundation, com sede no Le Corbusier, em Zurique, pelo filantropo suíço Bernard Weber, que lançou a maior votação à escala planetária jamais realizada para eleger as Novas 7 Maravilhas do Mundo, em 2001. Partindo do conceito original criado por Bizâncio na Grécia Antiga, há mais de 2200 anos, quando foram estabelecidas as 7 Maravilhas, que funcionavam como roteiro turístico, a ideia de Weber consistia em envolver a população mundial numa campanha de divulgação do património construído pelo homem e com isso contribuir para a sua preservação. A eleição das 7 Maravilhas de Portugal, campanha que fez a maior divulgação de sempre do nosso Património Histórico e Cultural, veio a reforçar o interesse das populações pelos belíssimos castelos, palácios, igrejas e mosteiros que marcam a nossa paisagem. Na continuidade deste conceito, será realizada a eleição das 7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo, cuja votação terá início a 7 de Dezembro de 2008 e cujos resultados serão revelados numa cerimónia a 10 de Junho de 2009. Pensar Real~Pensar Portugal, deixa aqui o apelo a todos os Portugueses espalhados pelo Mundo, à sua participação neste grande evento, que tão bem dignifica o nosso Real Património e a História de Portugal.]
FONTES & VER+EM:
http://www.7maravilhas.sapo.pt/List.aspx?contentId=3

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

D. Manuel I e D. João IV: Fortaleza de Santiago de Sesimbra vai ser Museu do Mar!...

[ O presidente da câmara de Sesimbra, Augusto Pólvora, revelou em comunicado à imprensa, o projecto de intervenção e as obras que passarão pela requalificação do núcleo antigo de Sesimbra, a recuperação da Fortaleza de Santiago, na qual irá nascer um Museu do Mar, e ainda pela recuperação da Casa do Bispo e de outros edifícios. A requalificação da marginal de Sesimbra será a principal obra de todo um conjunto de intervenções que terão como objectivo revitalizar a frente marítima daquela vila piscatória e estância turística. O projecto conta com financiamento do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e terá um custo total de 6,5 milhões de euros, tendo 2011 como data-limite de execução. O início da intervenção na marginal deverá ocorrer no final de 2009 ou início de 2010. O Forte de Santiago de Sesimbra, também conhecido como Forte da Marinha, Forte da Praia e Fortaleza de Santiago, localiza-se na vila litorânea de mesmo nome, no Distrito de Setúbal. Localizado sobre a praia em Sesimbra, povoação tradicionalmente dedicada à pesca, tinha a função de proteger a vila e o seu ancoradouro. A primeira estrutura defensiva neste local remonta a um baluarte quinhentista, erguido durante o reinado de D. Manuel I (1495-1521), sob a invocação de São Valentim. Esta fortificação foi atacada à época da Dinastia Filipina por corsários ingleses (1602), tendo sofrido pesados danos. A actual estrutura remonta à época da Restauração da Independência, quando no reinado de D. João IV (1640-1656) se determinou a sua edificação. O seu projecto ficou a cargo de João Cosmander, jesuíta holandês a serviço daquele soberano, estando concluída em 1648. No pátio existiu uma pintura sobre madeira, remontando aos meados do século XVII, figurando Santiago, a cavalo empunhando a espada, investindo sobre um grupo de castelhanos. Pensar Real~Pensar Portugal, defende as actuais políticas de reabilitação do Património erguido pelos Reis de Portugal, cujos edifícios e monumentos representam testemunhos vivos do nosso passado histórico e marcos importantes da identidade nacional.]
FONTES & VER+EM:
http://209.85.135.104/search?q=cache:ZW0sD8tzk9EJ:www.setubalnarede.pt/content/index.php%3Faction%3DarticlesDetailFo%26rec%3D10243+C%C3%A2mara+de+Sesimbra+aposta+em+recupera%C3%A7%C3%A3o&hl=pt-PT&ct=clnk&cd=1&gl=pt
http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_Santiago_de_Sesimbra#O_actual_Forte_de_Santiago

sábado, 20 de setembro de 2008

Espólio de Pessoa: Leilão dia 13 Novembro!

[ Dia 13 de Novembro, pelas 21.00, na galeria P4 Photography, vai ser licitada parte do espólio que pertencia à biblioteca de Fernando Pessoa e do qual os seus herdeiros se decidiram desfazer. O Ministério da Cultura no montante que deu à família, julgou ter comprado a totalidade do espólio de Fernando Pessoa que está na Biblioteca Nacional, e que agora veio a verificar-se não ter acontecido. Neste leilão, cujo catálogo estará prontro dentro de duas semanas, vão à praça livros, cartas, revistas e fotografias que integram um lote que a directora da Casa Fernando Pessoa, Inês Pedrosa defendeu que deveria ser comprado pelo Ministério da Cultura. O objectivo seria o de eliminar o risco de o espólio poder ficar disperso ou ir parar às mãos de compradores estrangeiros. Na altura, o Ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, não descartou a hipótese de comprar um lote tão vasto quanto heterogéneo que inclui ainda o contrato de arrendamento da casa da Rua Coelho da Rocha (actualmente sede da Casa Fernando Pessoa), bem como cartas astrológicas, livros, revistas, entre as quais a Contemporânea, além de uma edição da Orpheu com dedicatória de Almada Negreiros. Pinto Ribeiro declarou então que precisava de ter informações mais detalhadas quanto ao valor e ao interesse do espólio em causa. Jeronimo Pizarro, o catedrático que digitalizou todo o espólio de Fernando Pessoa numa altura em que foi noticiada a data para um leilão há muito anunciado e que esteve no centro de uma polémica em que estiveram envolvidos o Ministério da Cultura e a Casa Fernando Pessoa, afirmou que "Pode ser um leilão histórico", pelo valor que o lote pode atingir, acrescentando que "O valor cultural de Fernando Pessoa é inquestionável a nível internacional." Pensar Real~Pensar Portugal, lamenta que o espólio do grande Escritor e Poeta Português e Monárquico, corra o risco de sair da Pátria que Fernando Pessoa tanto defendeu e cantou na linguagem do seu Sentir!...]
FONTES & VER+EM:

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

IV Colóquio "Relações Luso-Brasileiras: D. João VI e o Oitocentismo". [Brasil]

[ A chegada da Corte Portuguesa ao Brasil é tema do IV Colóquio "Relações luso-brasileiras: D. João VI e o Oitocentismo", que decorre no Real Gabinete Português de Leitura no Rio de Janeiro até sexta-feira. O colóquio está inserido no quadro das Comemorações do Bicentenário da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil e vai reunir mais de 80 investigadores do Brasil e de Portugal para discutir as transformações decorrentes no tempo da chegada do Rei Dom João VI. "O objectivo, para além de inserir nas comemorações joaninas, é abordar o que são os diversos aspectos da história e da cultura, como o surgimento da imprensa neste período", disse António Gomes da Costa à Agência Lusa. "O grande mérito deste evento é fazer uma revisão da própria história e reabilitar a figura de Dom João e do seu reinado, que por muitas vezes foi mal visto", avançou. Segundo o coordenador da Comissão para as Comemorações da Chegada de D. João e da Família Real ao Rio de Janeiro, o embaixador Alberto da Costa e Silva, este é mais um dos inúmeros eventos e colóquios a ser realizado por ocasião das celebrações. O Real Gabinete está localizado na rua Luís de Camões, no centro do Rio, e tem um acervo de 400.000 volumes entre obras raras e manuscritos, mas também exemplares de autores lusos contemporâneos.]
FONTES & VER+EM:
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=363476&visual=26&rss=0
http://www.realgabinete.com.br/htm/rgpl.htm

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Condessa de Almada recebe Juventude Monárquica no Paço de Lanheses!...

[ A Senhora Condessa de Almada, recebeu no passado fim de semana, membros da Juventude Monárquica de Lisboa e da Juventude do Movimento Pensar Real~Pensar Portugal, no Paço de Lanheses, em Viana do Castelo, para a celebração do casamento dos Jovens Monárquicos, Duarte Calheiros e Menezes e Filipa Soares de Oliveira. O Vice Presidente da Juventude Monárquica de Lisboa, Duarte Calheiros e Filipa Soares de Oliveira, que ambos são colaboradores deste Blog, membros da Juventude Monárquica e do movimento Pensar Real~Pensar Portugal, estiveram durante trés dias, rodeados de muitos amigos e familiares em Ponte Lima. O Paço de Lanheses foi o local que acolheu um dos grupos da Juventude Monárquica, que se rendeu a esta mágica casa solarenga, situada no Alto Minho, cujo traçado é um precioso exemplo arquitectónico dos finais do século XVIII, e que conserva nos interiores e exteriores a traça original do seu 1º proprietário. A Senhora Condessa de Almada, foi a anfitriã de um desses grupos de convidados, com os quais conviveu e disponibilizou boa parte do seu tempo, em longas e interessantes conversas de serão, acompanhadas de sabores do Norte, entre estórias, tradições e costumes Minhotos, marcantes da nossa História. Os Jovens Monárquicos renderam-se à simpatia, generosidade e dedicação com que a Senhora Condessa de Almada, recebeu em sua casa, um grupo que promete e muito em breve, regressar de novo ao seu mágico lugar. A este grupo de Jovens Monárquicos, juntaram-se outros jovens no último dia, para um almoço de despedida que a Senhora Condessa de Almada, gentilmente proporcionou. Hoje, o Paço de Lanheses integra o projecto de Turismo de Habitação e é habitado pela Condessa de Almada, viúva do 6º Conde de Almada e 18º Conde de Avranches, representante da família do primeiro proprietário João Martins Ricalde, Fidalgo Basco do sec. XVI. O movimento Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda o Paço de Lanheses como paragem obrigatória, a todos aqueles que integrem no Roteiro de Turismo Cultural: O Alto Minho de Portugal!]
FONTES & VER+EM:
www.pacodelanheses.com
Paço de Lanheses - 4900-185 Lanheses
Viana do Castelo - PORTUGAL
Tel.(+351)258731134 . reservas@pacodelanheses.com

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

"Marquês de Soveral,Homem do Douro e do Mundo": Confraria Queirosiana-Convida!

[ O lançamento da biografia do "Marquês de Soveral, Homem do Douro e do Mundo", de J. A. Gonçalves Guimarães, terá lugar no dia 6 de Setembro, sábado, na Vindouro - Festa do Vinho. Natural de São João da Pesqueira e filho de uma família de proprietários durienses da nobreza regional ligada à Corte e à diplomacia, Luís Maria Pinto de Soveral, (1850 - 1922), foi o diplomata mais famoso de Portugal e, como tal, ainda hoje é lembrado em Inglaterra. Iniciou uma carreira militar na Armada, que depressa abandonou para se dedicar à carreira diplomática. Ocupou postos em diversas capitais europeias e fixou-se em Londres em 1890. Era o ano complicado do Ultimato inglês e Soveral foi um grande obreiro dos futuros entendimentos entre os dois países, desde logo no Tratado de Windsor. Conheceu e conviveu com todos os Reis e imperadores da Europa, incluindo o Papa e o Presidente da República Francesa e, como Ministro dos Negócios Estrangeiros do governo português, teve um importante papel nas relações de Portugal com as potências europeias e com as respectivas colónias africanas. Nos anos oitenta fez parte de “Os Vencidos da Vida”, o grupo jantante de intelectuais que acreditava que Portugal se poderia modernizar e colocar ao nível da Europa de então, do qual faziam parte Eça de Queiroz, Oliveira Martins, Guerra Junqueiro, Ramalho Ortigão, entre outros, os quais consideravam o próprio Rei D. Carlos confrade suplente do grupo. Durante a sua estadia em Inglaterra tornou-se íntimo do Rei Eduardo VII e das mais importantes personalidades da sua corte. A Rainha Victória condecorou-o e a Rainha Alexandra tinha por ele um enorme apreço. Teve influência e cultivou grandes amizades na Corte Britânica, incluindo o futuro Eduardo VII, e foi também íntimo do Rei D. Carlos. Foi ministro dos Negócios Estrangeiros em 1895-1897 e ascendeu ao pariato no ano seguinte. Após o 5 de Outubro de 1910, remeteu-se à vida privada, passando a ser uma espécie de conselheiro de D. Manuel II no exílio, partilhando com ele o seu amor à pátria e a defesa dos interesses de Portugal no mundo. Como homem do Douro, foi proprietário e produtor de vinhos, participou oficialmente na defesa da denominação “Porto” a nível mundial.] Edição conjunta: Município de São João da Pesqueira e Edições Gailivro.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Realeza Portuguesa em Roteiros Turísticos: Património Mundial da Humanidade!

[ O Turismo de Portugal vai lançar o projecto Roteiros Turísticos do Património Mundial, que visa, até 2009, desenvolver e promover os itinerários turísticos em redor dos mosteiros de Alcobaça, Batalha e Tomar, classificados como Património da Humanidade, informou a entidade em comunicado. Das visitas temáticas aos três monumentos, também as localidades próximas, como Fátima, Leiria ou Óbidos vão ser contempladas nos roteiros turísticos, seguindo a História e os valores culturais e naturais da região. Os objectivos do projecto passam por “qualificar a visita turística em cada um dos monumentos classificados como património mundial, contextualizá-los com a envolvente turística, organizar a oferta cultural de forma atractiva e viável, e promover os roteiros, tanto a nível nacional como no estrangeiro”. Esta é uma iniciativa do Turismo de Portugal, em colaboração com o IGESPAR (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico), CNC, municípios e entidades regionais de turismo e APAVT (Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo). A nova proposta de itinerário, permitirá o conhecimento da História de Portugal e do Património Nacional, que fundado pelos Reis de Portugal, coloca o nosso País, no mapa de interesse Turístico Mundial. Pensar Real~Pensar Portugal, realça na presente estratégia de Política Cultural - valores importantes que serão transmitidos às gerações futuras-, na defesa e divulgação do nosso Património Histórico e da Família Real Portuguesa.]

Património Real no Itinerário Turístico.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Infante Dom Henrique: A Expansão Portuguesa.

[ O Infante Dom Henrique, Duque de Viseu, (Porto, 4 de Março de 139413 de Novembro de 1460) foi um Príncipe Português e a mais importante figura do início da era das Descobertas, também conhecido na História como Infante de Sagres ou Navegador. Há unanimidade entre os historiadores em considerar a conquista de Ceuta como o início da Expansão Portuguesa, tipicamente referida como os Descobrimentos. Foi uma praça conquistada com relativa facilidade, por uma expedição organizada por D. João I, em 1415.
A aventura ultramarina ganharia grande impulso através da acção do Infante D. Henrique, reconhecido internacionalmente como o seu grande impulsionador. Terminada a Reconquista, o espírito da Cristianização dos povos muçulmanos subsistia. Portugal dirigia-se agora para o Norte de África outrora cristão, mas de onde tinham vindo os mouros que invadiram a Península Ibérica e aí se estabeleceram. Portugal inicia assim um projecto nacional — o Norte de África que se iria estender às costas de continente africano e iria até ao extremo da Ásia, prolongando-se por vários reinados e séculos, desde o reinado de D. Dinis (1279), passando pelas expedições às Ilhas Canárias do tempo de D. Afonso IV, pelo projecto do caminho até à Índia de D. João II, até ao cume de D. João III (1557), altura em que se estabelecia o Império Português. ]
FONTES & VER+EM:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Descobrimentos_portugueses
http://pt.wikipedia.org/wiki/Infante_D._Henrique

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

29 Agosto de 1481: Início do Reinado de D. João II - Mentor do "Plano Marítimo da Índia".

[ Foi a 29 de Agosto de 1481, que teve lugar na nossa História, o início do reinado daquele que viria a colocar Portugal na "Rota da Índia": El Rei D. João II. Filho do Rei Afonso V de Portugal e de Isabel de Coimbra, Princesa de Portugal, nasceu em Lisboa a 3 de Maio de 1455, no Paço das Alcáçovas, no Castelo de São Jorge, vindo a falecer no Alvor a 25 de Outubro de 1495. Cognominado "O Príncipe Perfeito" pela forma como exerceu o Poder, após a sua subida ao trono, a 31 de Agosto de 1481, D. João II, o décimo-terceiro Rei de Portugal, mandou construir a Fortaleza de São Jorge da Mina, na área do Golfo da Guiné. Apesar do caminho marítimo para a Índia fazer parte dos projectos do Infante D. Henrique, tudo parece indicar que o «plano da Índia» é concebido por D. João II quando, ainda Príncipe, passa a ter a responsabilidade pela orientação prática das navegações. É dele que parte a iniciativa de reconhecer as condições físicas do Atlântico Sul, de que encarrega Duarte Pacheco Pereira, e a decisão de prosseguir cada vez mais para sul as viagens ao longo da costa africana. São também decisão sua as duas viagens de Diogo Cão; a viagem de Bartolomeu Dias, que leva, em 1488, navios portugueses pela primeira vez ao Índico; e, também, a missão desempenhada por Pêro da Covilhã que, no Indostão, no Golfo Pérsico e na costa oriental de África, permite recolher preciosas informações de carácter económico. Há quem acredite ter havido entre a viagem de Bartolomeu Dias e a de Vasco da Gama armadas «secretas». Porém, carecendo essas teorias de prova Histórica, é mais aceitável supor que, para concretização do seu plano da Índia, faltava uma peça essencial: a garantia de que o oceano Atlântico era mar «Português». E só o Tratado de Tordesilhas, em 1494, o garante. D. Manuel, viria a colher os frutos e a glória do descobrimento do caminho marítimo para a Índia que o Príncipe Perfeito preparou. Pensar Real~Pensar Portugal, destaca sempre páginas da História e estórias de Portugal.]
FONTES & VER+EM:

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Os Reis de Portugal na Rota do Algarve: XI Feira Medieval de Castro Marim.

[ A XI Feira Medieval de Castro Marim, abre hoje as suas portas ao público e poderá ser visitada até dia 31 de Agosto, tendo como pano de fundo o Castelo da cidade. O programa remete o visitante para os hábitos e costumes da Idade Média, através de diversas manifestações culturais, gastronómicas e lúdicas, com guerreiros, engolidores de fogo, encantadores de serpentes, bobos, reis e rainhas, jogais, trovadores, malabaristas e mágicos. Na feira e mercado medievais, os mais de 60 artesãos recriam os ofícios e profissões da época, como a tecedeira, o padeiro, o boticário, o barbeiro e o ferreiro, entre outros. A conquista de Castro Marim deu-se, sob o comando do Mestre da Ordem de Santiago, D. Paio Peres Correia (1242). A partir de então, a coroa promoveu o repovoamento do Algarve, a cargo das Ordens Militares. Castro Marim recebeu Carta de Foral passada por D. Afonso III de Portugal desde 8 de Julho de 1277, com a determinação para a reconstrução de sua defesa. Sob o reinado de D. Dinis de Portugal (1279-1325), foi iniciada a reconstrução da porta do castelo, conforme inscrição epigráfica (1 de Julho de 1279). Ainda no reinado deste soberano, diante da extinção da Ordem do Templo, por Bula do Papa João XXII (14 de Março de 1319), Castro Marim foi doada à recém-criada Ordem de Cristo que ali estabeleceu a sua primeira sede, de 1319 a 1356. No reinado de D. Manuel I (1495-1521), a vila recebeu o Foral Novo (20 de Agosto de 1504), momento em que o soberano ordena a reparação das suasas muralhas do castelo. Com a Guerra da Restauração da Independência Portuguesa, a defesa lindeira de Castro Marim foi remodelada, adquirindo modernas linhas abaluartadas. Estas obras só estarão concluídas no reinado de D. Afonso VI de Portugal (1656-1667), complementadas pelo Forte de São Sebastião de Castro Marim e pelo Forte de Santo António de Castro Marim. Dentro deste sistema defensivo mandou o soberano erguer uma nova ermida dedicada a Santo António na qual um altar era consagrado ao mártir São Sebastião. No início do século XX, o Castelo de Castro Marim foi classificado como Monumento Nacional, sendo hoje: Museu Arqueológico. A Feira tem um Site disponível na Internet com o Programa e informações complementares.]
FONTES & VER+EM:
http://www.cm-castromarim.pt/diasmedievais08/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Castro_Marim
http://www.cm-castromarim.pt/site/index.php?module=ContentExpress&func=display&ceid=25

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Linha do Tua: A Chave da Investigação.

[ Segundo o Jornal Público hoje nas bancas, o relatório preliminar do inquérito ao acidente com um comboio da Linha do Tua, afasta a existência de qualquer problema com a automotora e com a linha, adiantanto que o documento já foi entregue ao ministro dos Transportes, Mário Lino. Segundo os dados apresentados pelo mesmo jornal, a equipa de investigação, que integra elementos do Instituto da Mobilidade, do Metro de Mirandela (responsável pela exploração da linha), da CP (a proprietárias das automotoras) e da Refer (responsável pela a manutenção da via), não avança qualquer causa para o acidente. O Público avança ainda que a chave da investigação poderá estar no disco que mede a velocidade da automotora, que foi recolhido pela GNR, apesar dos militares recusaram-se a entrega-lo à equipa de investigação, afirmando que apenas o entregam ao Ministério Público. A investigação pedida pelo Governo não pôde, assim, contar com uma informação relevante neste processo, apesar de o maquinista que dirigia o comboio acidentado garantir que circulava abaixo do limite recomendado para aquele local (35 quilómetros por hora). É ainda adiantado pelo jornal Público, que uma possível explicação para o acidente pode estar na abertura de uma vala que a Refer fez junto à linha para a instalação de um cabo de fibra óptica. Junto ao local onde a automotora descarrilou, eram visíveis os sinais de obras recentes efectuadas mesmo por debaixo da plataforma. Entretanto o Bloco de Esquerda exige que o Ministro, Mário Lino, apresente explicações no Parlamento e o Partido Ecologista "Os Verdes" manifestou, em comunicado, "estranheza" perante a "sucessão de acidentes na Linha do Tua, ora por uma razão ora por outra". Perante um acidente que nada teve de normal, em declarações à «Antena 1», José Pires contou como tudo aconteceu, não escondendo algum nervosismo com a situação. «Fiquei sem bateria e gasóleo», começou por referir o maquinista. Quando a jornalista lhe perguntou se houve alguma explosão, foi taxativo: «Sim, sim, já disse isso a quem de direito para informarem as autoridades judiciais».
FONTES & VER+EM:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1340655
http://www.linhadotua.net/3w/index.php?option=com_content&task=view&id=221&Itemid=37

Linha do Tua: Imagens em Movimento.