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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Alexandre Herculano: Guardar a Memória – Viver a História [ Exposição na Sala do Capítulo do Mosteiro dos Jerónimos]

[ Inaugura amanhã dia 17 de Dezembro, pelas 18h30, na Sala do Capítulo do Mosteiro dos Jerónimos, a Exposição Alexandre Herculano: Guardar a Memória – Viver a História. Com a abertura desta exposição, o IGESPAR, I.P. e a Associação World Monuments Fund – Portugal pretendem homenagear Alexandre Herculano e contribuir para melhor dar a conhecer a vida e a obra deste grande cidadão português ao numeroso público que nos visita. E, ainda, sensibilizar especialmente os jovens para a leitura e estudo das suas obras. A Sala do Capítulo do Mosteiro dos Jerónimos foi especificamente concluída em 1885 para acolher, em 1888, os restos mortais de Alexandre Herculano num grandioso mausoléu, reflectindo o reconhecimento público e a enorme admiração e afecto dos seus contemporâneos. Tendo sido um dos paladinos da defesa do Património construído desde a secularização das Ordens Religiosas, em 1834, o espaço da Sala do Capítulo é, assim, o local para honrar este enorme vulto da cultura Portuguesa e que tanto contribuiu para o início dos estudos científicos da História de Portugal. Interveio sempre pública e civicamente na defesa dos grandes valores da liberdade que sustentam até hoje a sociedade Portuguesa. ]
ALEXANDRE HERCULANO:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandre_Herculano

FONTES &VER+EM:
http://www.igespar.pt/pt/agenda/9/1896/

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Madeira: Jovens recuperam o Passado Histórico da Região em acção cultural


[ Na Madeira 60 jovens recriaram a história da região. Foi durante mais um arraial no parque temático de Santana. IN RTP ]

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Programa: 10 de Junho - Dia de Portugal

PROGRAMA 10 DE JUNHO
IGREJA DOS JERÓNIMOS
10h15: Missa por intenção de Portugal e de sufrágio pelos que tombaram pela Pátria
MONUMENTO AOS COMBATENTES DO ULTRAMAR
11h30: Concentração junto ao Monumento
12h00: Abertura: Homenagem aos Combatentes
12h04: Palavras de exaltação ao herói Cte. Oliveira e Carmo proferidas pela sua viúva Sra. Dona Maria do Carmo Oliveira e Carmo
12h12: Cerimónia inter-religiosa (católica e muçulmana)
12h20: Homenagem aos mortos e deposição de flores
12h40: Hino Nacional (salvas por navio da Marinha Portuguesa)
12h45: Sobrevoo por aeronaves da Força Aérea Portuguesa
12h50: Passagem final pelas lápides
13h10: Salto de Pára-quedistas
13h25: Almoço-convívio.

sábado, 29 de maio de 2010

"A Vision of Pre-Earthquake Lisbon"



[ O projecto “City and Spectacle: A Vision of Pre-Earthquake Lisbon“, coordenado cientificamente pelo CHAIA (Universidade de Évora), implementado tecnicamente pela Beta Technologies, e com coordenação musical de Octávio dos Santos, esteve a remodelar o projecto da recriação virtual, em ambiente Second Life, da Lisboa desaparecida com o terramoto de 1755.]

terça-feira, 27 de abril de 2010

Assim vai a República nas Palavras de Francisco Moita Flores [Media]

[ "O povo republicano está na praia e o ritual cumpre-se mais por obrigação do que por afeição". Frase de Francisco Moita Flores, em artigo de opinião publicado no Jornal "Correio da Manhã", no dia 25 Abril de 2010.]
FONTES & VER+EM:
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelID=00000093-0000-0000-0000-000000000093&contentID=4751EE24-13C3-4DBC-A18B-6B193A46D28C

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

"Regionalização Sim ou Não?": Jantar- Debate com Miguel de Mattos Chaves [ Hoje ]

[ Pensar Real~Pensar Portugal, destaca o Jantar - Debate proferido por Miguel de Mattos Chaves, intitulado "Regionalização Sim ou Não?", que se realizará hoje pelas 20H30, no Café Mexicana, na Av. de Roma, em Lisboa. ]
SITE MIGUEL DE MATTOS CHAVES:

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Lusitânia Parque: Novo espaço temático em Belmonte evoca a História de Portugal

[ Um casal de empresários pretende criar no concelho de Belmonte, um parque temático sobre a Lusitânia, em que Viriato será um dos heróis em destaque, adiantaram os investidores à Agência Lusa. Cascais Mágico é a empresa de Rui e Vera Chumbinho que saltou da capital para o interior do país. No último ano transformaram um antigo edifício da vila de Caria numa casa de alojamento em espaço rural com o nome Passado de Pedra. Os próximos passos são a construção de um centro hípico, já com obras em curso, e a construção do Lusitânia Parque num terreno com três hectares, a poucos quilómetros de Caria, que vai mostrar a História de Portugal desde os primórdios. " Depois de defender vitoriosamente as suas montanhas, na actual Serra da Estrela, lançou-se decididamente numa guerra ofensiva, ficando na História como o modelo exemplar de guerrilheiro. Descrito como um homem que seguia os princípios da honestidade e trato justo,Viriato, foi reconhecido por ser exacto e fiel à sua palavra nos tratados e alianças que fez. Os Lusitanos homenageavam Viriato com os títulos de Benfeitor e Salvador, os mesmos títulos honoríficos usados pelos reis da dinastia ptolemaica." ]
FONTES & VER+EM:
VIRIATO:

sábado, 21 de novembro de 2009

Casa Fernando Pessoa: "Livres Pensadores"

[ O músico Caetano Veloso e o escritor Antônio Cícero, ambos brasileiros, vão estar juntos na conferência "A Mensagem do Tropicalismo", sobre a influência de Mensagem de Fernando Pessoa no movimento tropicalista, que inaugura o ciclo "Livres Pensadores" na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, no próximo dia 4 de Dezembro, às 18.30. Cícero, poeta, filósofo e colunista da Folha de São Paulo, é também autor de diversas canções de Marina Lima, Adriana Calcanhotto, Lulu Santos, entre outros. Quanto a Caetano Veloso, além do trabalho musical, tem desenvolvido uma reflexão em torno da criação artística. É um apaixonado confesso pela obra de Pessoa, tendo já musicado as suas palavras. A conferência de Caetano Veloso e Antônio Cícero assinala os 75 anos da publicação de Mensagem. A Casa Fernando Pessoa planeia ter conferências com "Livres Pensadores" todos os meses. ]
FONTES & VER+EM:
CASA FERNANDO PESSOA:

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

"República Portuguesa do Séc XXI" & "A Corrupção numa República das Bananas"

[ Pensar Real~Pensar Portugal destaca a Frase do Escritor, Poeta e Político Português, Vasco da Graça Moura, publicada nos Media sobre o actual estado da vida Política Portuguesa e dos seus representantes, que cada vez mais supreendem o nosso Povo, através das sucessivas notícias que envolvem a classe política, em múltiplos escândalos de corrupção, que não só desacreditam a falta de credibilidade no actual sistema político como nos seus agentes. “"Portugal está a caminho de se transformar numa república em que as bananas crescem num lodaçal (...) Mas é muitíssimo bem feito. Elegeram essa gente? Pois têm o que merecem… Assoem-se lá a esse guardanapo. Besuntem-se com o resultado. Amanhã ainda vai ser pior..." Vasco Graça Moura, in Jornal Diário de Notícias - 18.11.09.
Pensar Real~Pensar Portugal questiona-se: Não haverá uma crise de Regime?...
Hoje... Pensamos Realmente todos assim!... ]
VASCO DE GRAÇA MOURA:
FONTES & VER+EM:
http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1423352&seccao=Vasco%20Gra%E7a%20Moura&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco

sábado, 14 de novembro de 2009

Pai da Pátria Portuguesa: 900 Anos do Nascimento do Rei D.Afonso Henriques

[ Pensar Real~Pensar Portugal, divulga a conferência, que vai ter lugar no dia 16 de Novembro, pelas 21.30h, na Fundação Maria Ulrich, sobre o Pai da Pátria Portuguesa - D. Afonso Henriques, no ano em que se comemoram os 900 anos do seu nascimento. A conferência tem como oradores: Profª Drª Maria João Branco e Dr. Pedro Picoito.
FUNDAÇÃO MARIA ULRICH:
Rua Silva Carvalho, 2401250 - 259 LISBOA
Telef.: (+351) 21.3882110; GSM- 966969620
FONTES & VER+EM:

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Carmona Rodrigues lança o Livro: "Uma Experiência de Participação Democrática"

[ Pensar Real~Pensar Portugal esteve presente no lançamento público do livro "Movimento Lisboa com Carmona - Uma Experiência de Participação Democrática" do Professor Carmona Rodrigues, que conta com o prefácio de Eduardo Marçal Grilo e tem a chancela da Deplano Network, Sa. O lançamento do livro ocorreu na Livraria Almedina do Atrium Saldanha, em Lisboa no dia 22 de Setembro, contando com a presença do editor Horácio Piriquito e muitos ilustres convidados. O ex-Presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, num sala cheia de jornalistas e convidados, deixou bem claro, quais as razões que levaram à formação deste Movimento referindo "que nasceu de uma forma independente, sem qualquer apoio ou envolvimento partidário, com o objectivo de concorrer às eleições autárquicas intercalares para a Câmara de Lisboa, na sequência da queda do executivo camarário em Maio de 2007". A razão principal na criação deste movimento segundo Carmona Rodrigues, "foi a de assumir perante os Lisboetas o compromisso, com grande sentido de dignidade e do dever de serviço público, de cumprir um mandato de quatro anos para o que havia sido eleito em Outubro de 2005", sublinhando ainda que "nas eleições de 2007 e com o segundo lugar obtido pelo Movimento Lisboa com Carmona, os vereadores eleitos por este movimento colocaram-se como segunda força política no executivo camarário liderado pelo socialista António Costa." O livro, é um testemunho do balanço deste Movimento durante o seu mandato autárquico de 2007 a 2009, apresentando o perfil profissional dos Vereadores e uma menção honrosa aos elementos da Comissão de Honra deste Movimento, que conta com as participações de: Amílcar Theias, Ana Maria Botelho, Anita Guerreiro, António Pinto Basto, António Sala, Artur Agostinho, Carlos Amaral Dias, Carvalho Rodrigues, Glória de Matos, José Roquette, Maria Sobral Mendonça, Mário Moniz Pereira, Miguel Telles da Gama, Nuno Nazareth Fernandes, Oceano, Octávio de Matos, Pepe Rapazote, Ricardo D'Abranches, Ruy de Carvalho, Ruy Castelar, Simone de Oliveira, Vicky Fernandes, Vitor Espadinha e Zica Capristano, que entre outros, integram a lista de convidados que também estiveram presentes no lançamento do seu Livro. Carmona Rodrigues que não concorre nas eleições autárquicas para a Câmara de Lisboa, no próximo dia 11 de Outubro de 2009, deixou em aberto: o seu regresso à vida Política Portuguesa!]

quinta-feira, 19 de março de 2009

30 Anos do Jornal Correio da Manhã & os 30 Prémios a Personalidades Portuguesas.

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal felicita o Jornal Correio da Manhã pelo seu 30º Aniversário e que hoje à noite irá celebrar um jantar de Gala no Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações, em Lisboa, com a entrega de prémios a várias personalidades. Este prestigiado orgão de informação tem sido sempre correcto e simpatico, na cobertura de agenda de actividades que preenchem as diversas acções e iniciativas culturais dos Monárquicos Portugueses. Assim hoje, a partir das 22h30, todos os cibernautas podem participar na festa de aniversário dos 30 anos deste jornal em www.correiomanha.pt. Marta Leite Castro apresenta os 30 galardoados de dez áreas distintas, do Ambiente à TV e Cinema, passando pela Solidariedade e Saúde. A emissão da gala dos 30 anos do Correio da Manhã termina com a fadista Joana Amendoeira em palco, marcando a presença da Tradição Portuguesa, na festa do jornal preferido dos portugueses e que em 2008 bateu o recorde, com uma média de 115 854 jornais vendidos em banca diariamente. ]
FONTES & VER+EM:
http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000092-0000-0000-0000-000000000092&contentid=10771971-FAE0-42BF-A695-2961E1053ECE

domingo, 1 de fevereiro de 2009

1 de Fevereiro de 1908: Hoje e Sempre Evocamos o que de Horrendo Nesta Data Preencheu de Negro as Páginas da História de Portugal [Imagens~Arquivo]

[ O Movimento Pensar Real ~Pensar Portugal faz hoje uma edicção especial com a publicação do registo de ""reportagens editadas na Imprensa nacional e recortes de algumas imagens disponíveis na internet", que marcam e assinalam o dia 1 de Fevereiro de 1908 : data do assassinato de Sua Majestade El-Rei Dom Carlos I e Sua Alteza o Príncipe Real Dom Luís Filipe. Gostariamos ainda de informar que brevemente irá ser editado no "youtube" um video sobre o dia do descerramento e inauguração da "Placa Evocativa do Regicídio", no Terreiro do Paço, em Lisboa, no ano de 2006, realizado pelo Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal. Em 2006, data do descerramento e inauguração da "Placa Evocativa do Regicídio", fomos notícia de abertura em todos os "Noticiarios Televisivos de Portugal" e estivemos presentes nos cadernos da "Política & Sociedade", na imprensa escrita e na rádio. No centenário do Regicídio, em 2008, destacamos a peça editada pela RTP que marca alguns momentos importantes das acções desenvolvidas pela Fundação D. Manuel II conjuntamente com a Comissão D. Carlos 100 Anos. Abertura da RTP: Regicídio: D. Carlos, o Primeiro Rei Português do século XX, foi assassinado há cem anos. "O Rei D. Carlos e o príncipe Luís Filipe, assassinados a 01 de Fevereiro de 1908, vão ser recordados hoje numa homenagem no Terreiro do Paço, em Lisboa, local do regicídio, sem a participação do Exército. Promovida pela Fundação D. Manuel II, a homenagem decorrerá junto à placa evocativa dos atentados de há cem anos, e contará com a presença do Chefe da Casa Real portuguesa, Duarte Pio de Bragança. Inicialmente tinha sido anunciada a participação de forças militares, nomeadamente os regimentos de Lanceiros e da Artilharia Anti-aérea nº 1, mas tal não foi autorizada pelo ministro da Defesa. Depois da homenagem no Terreiro do Paço, prevista para as 17:00, seguir-se-á uma missa presidida pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa, na Igreja de S.Vicente de Fora, e um tributo nos túmulos do Rei D. Carlos e do príncipe herdeiro, no Panteão Real. D. Carlos e o seu filho primogénito foram assassinados há precisamente cem anos quando regressavam de uma estada em Vila Viçosa. Os atentados foram executados por Manuel Buiça e Alfredo Costa, a quem são atribuídas ligações ao movimento secreto Carbonária. A morte do rei, o primeiro do século XX e o penúltimo da monarquia portuguesa, foi visto como o derradeiro acontecimento para o derrube do regime monárquico, e a instauração da República, que acabou por acontecer dois anos depois, a 05 de Outubro de 1910. Hoje, em Cascais, será inaugurada ainda uma estátua do Rei D. Carlos, da autoria do escultor Luís Valadares, e na qual marcará presença o Presidente da República. Às 21:30, a Cinemateca exibirá um filme mudo, anónimo, que regista os funerais régios a 08 de Fevereiro de 1908, no começo de um ciclo intitulado "Regicídios". (..) A Causa Real queria que hoje fosse declarado Dia de Luto Nacional, chegou a reunir mais de quatro mil assinaturas para que o Parlamento assim o decretasse, mas o acto acabou por ficar no papel. "Não chegámos a tempo para cumprir todos os trâmites necessários para descer a plenário, mas vale pelo acto simbólico", disse à Lusa João Paredes, da Real Associação da Madeira. Para o Chefe da Casa Real Portuguesa, Duarte Pio de Bragança, a evocação do centenário da morte do Rei D. Carlos "é um acto de justiça e de reconciliação do povo português com a sua História". "Temos que encarar a História como um passado de todos nós e evitar que sejam precisas revoluções para evoluir", sublinhou recentemente o Duque de Bragança, referindo que se pretende evocar "um português que entregou a vida pela pátria". in Televisão Portuguesa RTP - 2008.]
No universo do Audiovisual: O REI DOM CARLOS, foi interpretado por Pedro Wallenstein na série "O Dia do Regicídio", produzida pela RTP em 2008, e foi interpretado por João Ricardo na série "Equador", produzida pela TVI em 2008.
REI DOM CARLOS DE PORTUGAL:

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Política: "Regionalização uma vantagem para Portugal?" [Ciclo de Conferências]

[ Pensar Real ~ Pensar Portugal, na resenha de imprensa do dia, destaca o debate sobre a "Regionalização" que ontem no Porto, juntou políticos de vários quadrantes à mesa para mais um "Tema de Interesse Nacional". O presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, defendeu a prioridade "não de encontrar consenso para o sim ou para o não mas consenso para a necessidade de fazer um referendo" sobre a regionalização. O autarca falava como moderador de mais um debate inserido no ciclo de conferências "Regionalização: uma vantagem para Portugal?", que decorreu na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto, no qual participaram António Costa, Marcelo Rebelo de Sousa e Paulo Rangel. Para Rui Rio, "tentar resolver a questão (da regionalização) sem ser por referendo é quebrar o consenso e matá-la à partida", devendo elevar-se o debate "à escala do interesse nacional". A conferência começou com António Costa a defender ser esta "uma boa oportunidade para retomar o debate da regionalização". Para este autarca é fundamental "que se criem condições políticas para se construir um modelo de regionalização que não seja de confronto político mas de entendimento", num apelo a uma tomada de posição por parte do PSD. No âmbito da regionalização, António Costa destacou a descentralização de competências pelas regiões e freguesias, devendo ser atribuída às primeiras "a coordenação política pública e a dinamização dos processos de desenvolvimento económico e social". Para o autarca, o processo de desenvolvimento deverá estar assente na criação de uma rede de cidades intermédias que preencham a fachada atlântica entre Galiza e Andaluzia. Marcelo Rebelo de Sousa não se mostrou tão optimista quanto António Costa, manifestando que "gostaria que os passos (no sentido da regionalização) fossem dados sem argumentos emotivos facilitados pela crise". "Há um ano estava convencido que era um debate interessante a fazer, agora, em período de crise, haverá outras prioridades que não esta", observou o jurista e analista político. Marcelo começou por recordar todo o trajecto do tema "Regionalização" em Portugal, lembrando ter sido ele quem começou por defendê-la em meados da década de 60. Apesar dos avanços dados nessa matéria, Rebelo de Sousa acredita que "a nova legislatura vai ser muito complicada" tendo em conta o calendário eleitoral "ingrato" que se avizinha. Quanto à divisão das regiões administrativas, Marcelo Rebelo de Sousa salientou ser "importante uma reforma da legislação do poder local" - uma posição que também foi defendida por António Costa. O ex-líder do PSD lembrou ainda várias interrogações de natureza estratégica quanto à própria divisão das regiões, referindo que "para os especialistas vai haver uma região única que vai do litoral da Galiza até ao Algarve e é isso que explica o TGV". O líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel, partilhou da posição do professor quanto à regionalização "em estado de crise", preferindo a criação de "um escalão intermédio" de "desconcentração regional". "Precisamos de um escalão intermédio com competências, autonomia, espaço de manobra e legitimidade. É esse o desafio para a próxima legislatura", destacou. Paulo Rangel recordou ainda ser "admissível que um governo centralista seja justo", embora o actual modelo administrativo tenha "durante 30 anos conduzido, com desequilíbrio, as várias parcelas". Essa situação "levou à ruptura entre o interior e o litoral" e a uma "fractura entre Lisboa e Vale do Tejo e o resto do País", referiu.]
FONTES & VER+EM:

sábado, 10 de janeiro de 2009

Capela Real: Enobrecida e enriquecida por artistas nacionais e estrangeiros [Imprensa]

[ Fundada pelo duque D. Jaime logo que deu corpo ao seu paço do Reguengo, começou por funcionar nela uma colegiada sob o orago de São Jerónimo, substituída, já no século XIX, com D. João VI, pela invocação de Nossa Senhora da Conceição, altura também em que este monarca instituiria a Ordem de Nossa Senhora da Conceição (6 de Fevereiro de 1818, dia da sua aclamação) que nesta igreja teria a sua sede, como cabeça também já era desde 1815 – e continuou até 1834 – do exemplo “nullius diocesis” um vez que os seus deões usavam o título de bispos (desde 1743) e os seus capelões o de cavaleiros-fidalgos. Foi esta capela restaurada e beneficiada no reinado de D. João V, que muito a enriqueceu e enobreceu. Podem admirar-se quadros dos pintores italianos Matteo Rosselli e Carlo Maratta e de artistas portugueses; na Sala dos Paramentos, além do Tríptico do Calvário, trabalhos de Maratta, de Domingos António de Sequeira e de anónimos oitocentistas. In Vila Viçosa – História, Arte e Tradição.
Pensar Real~Pensar Portugal, hoje dá destaque ao Paço Ducal de Vila Viçosa, considerado a primeira Casa Nobre de Portugal, e a quarta Casa mais Nobre da Peninsula Ibérica: construído pela Casa da Bragança. Este monumento mostra como Portugal nesta época tinha um monopólio de excelentes artistas portugueses, a quem os Reis faziam as suas encomendas e mandavam os artistas a Roma e a Itália para adquirirem uma maior experiência. O ambiente dos interiores do Palácio, representavam à época, uma cultura de vanguarda, transmitindo aos dias de hoje, a personalidade, as estratégias culturais e políticas dos Reis Portugueses e, especialmente neste caso: dos Duques de Bragança. O Rei D. Carlos chegou a dedicar parte do seu tempo à gestão do património do Paço Ducal, deslocando-se regularmente ao Alentejo. A título de exemplo, podemos referir que a última noite do Rei D. Carlos e do Príncipe Real D. Luís Filipe foi ali passada antes de embarcarem no comboio que os levaria a Lisboa no fatídico dia 1 de Fevereiro de 1908 - dia do regicídio-, onde no Terreiro do Paço foram assassinados, marcando para sempre: a História de Portugal.]
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Castelo de Abrantes: Do Rei D. Afonso Henriques ao Séc XXI-Itinerário Histórico

[ O Castelo de Abrantes, também denominado Fortaleza de Abrantes, localiza-se no concelho de Abrantes, distrito de Santarém, em Portugal. À época da Reconquista cristã da península Ibérica, em 1118 ou 1148, a povoação foi conquistada aos mouros pelas forças de D. Afonso Henriques (1112-1185), que lhe determinou a reconstrução das defesas. As necessidades de defesa da chamada Linha do Tejo, valorizaram-lhe o sítio, num período em que os Templários dotavam o médio curso do rio de uma impressionante linha defensiva, na qual se inscreveu. Resistiu, desse modo, ao assédio das forças Almóadas sob o comando de Abem Jacob, as quais tiveram que se retirar sofrendo pesadas baixas. Em recompensa por esse feito heróico, recebeu do soberano a sua Carta de Foral (1179). Sob o reinado de D. Sancho I (1185-1211), um novo cerco Almoáda sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur, repetiu-se em 1191, época em que foram perdidas todas as conquistas cristãs nos territórios ao sul do rio Tejo, à excepção da cidade de Évora. Posteriormente, D. Afonso III (1248-1279) conferiu-lhe importantes melhoramentos na defesa, iniciados em 1250 e concluídos entre 1300 e 1303, já no reinado de D. Dinis (1279-1325), com destaque para a torre de Menagem e a ampliação das muralhas. Este monarca doou a vila a sua esposa, D. Isabel de Aragão, passando, a partir de então, a integrar o Património das Rainhas de Portugal. À época da crise de 1383-1385 alinhou-se ao lado das forças do Mestre de Avis, rezando a tradição que foi neste castelo que se tomou a decisão de dar combate às tropas de Castela em Aljubarrota. Sob o reinado de D. Manuel (1495-1521), a povoação recebeu o Foral Novo (1510). Na segunda metade do século XVI, o Castelo de Abrantes entrou em decadência, particularmente durante a Dinastia Filipina. No contexto da guerra da Restauração da Independência portuguesa, no último quartel do século XVII, D. Pedro II (1667-1706) determinou a sua reedificação, transformando a povoação e seu castelo medieval em uma moderna praça-forte abaluartada (Praça-forte de Abrantes), ao estilo Vauban. Para esse fim as muralhas medievais foram rebaixadas e reforçadas, tendo-lhes sido adossados dois meio-baluartes (1704). À época era reputada como "a chave da Província da Estremadura". No século XVIII, as instalações do castelo foram adaptadas para o uso como quartel, passando a aquartelar um regimento da Cavalaria Real. Posteriormente, entre 1792 e 1799, essas instalações foram ampliadas e ocupadas pela legião comandada pelo marquês de Alorna. No início do século XIX, quando da Guerra Peninsular, a vila suportou, em duas ocasiões, a passagem das tropas napoleônicas. No século XX o conjunto foi classificado como Imóvel de Interesse Público.]
FONTES &VER+EM:

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Pensar Real~Pensar Portugal: Desejos de Boas Festas!

[ O grupo de Reflexão Monárquica Pensar Real~Pensar Portugal e a Juventude Monárquica de Lisboa, desejam a todos os que nos visitam regularmente, vindos de todos os cantos do Mundo e, acima de tudo à Família Real Portuguesa, os Votos sinceros de Boas Festas e que o próximo Ano seja melhor para todos os que se revêem na Monarquia e que têm como referência: Esta Família Real. ]
Viva Dom Duarte Pio, Duque de Bragança!
Viva a Família Real Portuguesa!
Viva Portugal!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Paço Real da Alcáçova: Da residência Real ao Palácio dos Bispos [Castelo de S. Jorge]

[ Situado numa das colinas mais altas de Lisboa, num local aprazível sobranceiro ao Tejo, o Castelo de São Jorge, domina a paisagem ribeirinha da Baixa Pombalina. Os vestígios mais antigos encontrados no Castelo remontam à Idade do Ferro, ao séc. VI a.C. As escavações arqueológicas a decorrer no local puseram a descoberto um conjunto de estruturas, pavimentos e muros, e de objectos de uso quotidiano, que testemunham a antiguidade da ocupação da zona onde hoje se encontra o Castelo. Estrabão, geógrafo do séc. I a.C., informa que Olisipo foi fortificada no séc. II a.C, durante as campanhas militares romanas na Lusitânia. A existência de um castelo propriamente dito, é documentado nas fontes e na arqueologia a partir de meados do século XI. As descrições dos geógrafos árabes salientam o forte castelo e as muralhas que defendiam a quasabah (alcáçova). Nessa altura, Al Uzbuna, como era designada pelos muçulmanos, mantinha a sua importância enquanto cidade portuária. A cidade propriamente dita, a medina, desenvolvia-se, desde o Castelo até ao rio, pela encosta Sul e Sudoeste. Em 1147, quando D. Afonso Henriques, o primeiro Rei de Portugal, acampa com o seu exército na envolvente da colina do Castelo para o tomar aos mouros, o castelo e parte da cidade encontravam-se defendidos por uma muralha, que abraçava parte da cidade que pela colina do Castelo se desenvolvia até ao rio. A conquista que ficou célebre nos anais da história pela morosidade do cerco devido à dificuldade em tomar o Castelo, que imponente se erguia no topo, contou com a ajuda da Segunda Cruzada que se dirigia para a Terra Santa para mais uma ofensiva contra os árabes. Em 1256, Lisboa, torna-se capital do reino de Portugal. Desde então, para além da residência Real e do palácio dos Bispos, a alcáçova recebe casas dos nobres da Corte. Os vários reis do séc. XIII, XIV e XV, dedicam uma atenção especial ao Castelo promovendo melhorias várias. Em meados do séc. XIII, D. Afonso III faz obras de reparação no palácio do governador. No séc XIV, D. Dinis, transforma a alcáçova mourisca em Paço Real da Alcáçova. D. Fernando, em 1373 - 1375, manda construir a Cerca Nova ou Cerca Fernandina, para que a cidade ficasse mais defendida, pois tinha-se expandido muito. Também, com D. Fernando, é instalada na Torre de Ulisses o tombo do reino, onde se guardava os documentos antigos do Arquivo Real. Depois das guerras com Castela e restabelecida a paz, nos finais do séc. XIV, D. João I, manda atulhar o fosso e coloca o Castelo sobre a protecção de São Jorge, santo protector dos guerreiros e da fé cristã. É no Paço Real da Alcáçova que Vasco da Gama é recebido por D. Manuel depois de regressar da Índia, no limiar do séc XV para XVI. É também, neste paço que é apresentada a primeira peça de teatro português, o Auto do Vaqueiro, de Gil Vicente, por ocasião do nascimento do príncipe D. João, futuro rei D. João III. No dealbar do séc. XVI, a residência Real e a Corte transferem-se para a baixa da cidade (Praça do Comércio) e o antigo Paço Real da Alcáçova, vai perdendo, naturalmente importância. Porém, em meados do séc. XVI, D. Sebastião, manda reedificar o Paço para aí estabelecer a sua residência, ficando para a história como o último Rei a residir no antigo Paço Real. ]
FONTES & VER+EM:

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Casa Vasco da Gama abre no dia que: D. Pedro I concede carta régia a Sines [24.Nov.1362]

[ Hoje, dia 24 de Novembro, dia do município de Sines, às 11h00, procede-se à inauguração da nova Casa de Vasco da Gama e o núcleo sede do Museu de Sines, instalados no Castelo, acabado de restaurar. Local apontado como berço de Vasco da Gama, a Torre de Menagem do Castelo vai receber um centro de evocação da vida e das viagens de Vasco da Gama e dos Descobrimentos Portugueses. A evocação far-se-á através de uma instalação multimédia (onde o Século XX aparece em destaque na abertura do Museu de Sines), desenvolvida pela empresa YDreams, a mais prestigiada do país na realização deste tipo de projectos, fundada e dirigida pelo professor António Câmara, Prémio Pessoa 2006. No espaço da Torre de Menagem será recriada, através das novas tecnologias, a biografia de Vasco da Gama, os espaços onde habitou no Castelo e as suas viagens pioneiras, com enfoque no contributo que tiveram para a criação do mundo moderno. Além do Paço dos Governadores Militares e da Torre de Menagem, onde se localizam as áreas expositivas e a Casa de Vasco da Gama, todos os outros edifícios interiores do Castelo passam a ter funções associadas ao museu, à educação e à cultura. Em 2009, abrirá na Capela da Misericórdia, a 50 metros do Castelo, uma exposição permanente dedicada à pesca e ao mar, com o objectivo de constituir o embrião do futuro Museu do Mar e dos Descobrimentos de Sines. A inauguração da nova Casa de Vasco da Gama e o núcleo sede do Museu de Sines, assinalam o mesmo dia, em que a 24 de Novembro, de 1362, El-Rei Dom Pedro I concederia carta régia a Sines, autonomizando-a de Santiago do Cacém, satisfazendo o desejo de emancipação dos homens-bons de Sines, com a condição - ilustrativa da função militar com que era fundada a nova vila - de terminarem a construção de uma fortaleza (castelo), cujo "muro" já tinha sido iniciado. O foral de Sines foi outorgado por El-Rei Dom Manuel I, em 1512. ]
FONTES & VER+EM:
http://www.alentejopress.com/modulos/mod_periodico/pub/mostrar_noticia.php?id=22269
http://www.sines.pt/PT/Concelho/Historia/elevacao/Paginas/default.aspx
SITE DO MUSEU DE SINES:

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Os anos de Exílio da Rainha D. Amélia: Colecção Rémi Fénerol [Em Exposição]

[ A história da que é hoje a Colecção Rémi Fénérol começou como um acto único de preservação da memória da Rainha D. Amélia por parte daqueles que a serviram ao longo de anos, por vezes mais do que uma geração, quer em Portugal quer nos anos de exílio no Reino Unido e em França. O espólio não reclamado por nenhum dos familiares mais próximos de D. Amélia, após a sua morte, em 1951, em grande parte porque não contemplado em testamento, assim como os muitos objectos que a Rainha generosamente ofereceu aos seus empregados durante anos, foi guardado nos sótãos dos Girard-Souza-Moreau, dos Jouve e de outros para quem as peças provenientes da Rainha eram relíquias a guardar. O actual Coleccionador, Rémi Fénérol, começou por reunir tudo aquilo que dissesse respeito a D. Amélia, que para além de ser bisneta do Rei Luís Filipe de Orléans era Rainha. Começava assim a actual Colecção. Ao longo dos anos foram sendo acrescentadas peças provenientes de espólios de outros antigos servidores, comprados directamente a estes ou aos seus familiares, bem como objectos oriundos de leilões de familiares da Rainha que haviam recebido peças em herança. Os objectos que agora se apresentam são uma pequena selecção de uma colecção maior que reúne os mais variados tipos de obras: vestuário, pequenos objectos de colecção, pintura, fotografia, livros, documentos e parte dos diários da Rainha. Por: José Alberto Ribeiro, Director da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves. ]
FONTES & VER +EM: