sábado, 12 de julho de 2008

Novo Museu dos Coches: Suspenso no Ar!

[ O novo Museu Nacional dos Coches deverá estar concluído em Outubro do próximo ano e permitirá dar «uma nova centralidade à área» de Belém, disse esta semana o ministro da Economia, Manuel Pinho, ao apresentar o projecto, da autoria do premiado arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha. As obras deverão arrancar em Setembro, e as novas instalações serão erguidas nos terrenos das antigas Oficinas Gerais do Exército, frente à estação de Belém, numa área de 12 mil metros quadrados e serão compostas por uma zona de exposição museológica e oficinas de manutenção e conservação dos coches. O Museu dos Coches que é único no mundo e é a unidade museológica mais visitada em Portugal, possui ainda uma extensão em Vila Viçosa, uma vez que o seu acervo não cabe todo nas actuais instalações. Criado por iniciativa de Sua Majestade a Rainha D. Amélia, e instalado no edifício do Picadeiro Real do Palácio de Belém, o museu possui viaturas de gala e de passeio dos séculos XVII a XIX, na sua maioria provenientes dos Bens da Coroa ou propriedade particular da Casa Real Portuguesa. O anexo em Vila Viçosa, a funcionar desde 1984, está situado nas antigas cocheira e cavalariças do Paço Ducal e alberga um conjunto de 73 viaturas dos séculos XVIII a XX. Entretanto está a correr um abaixo-assinado na Internet para salvar a valiosa Biblioteca do antigo Instituto Português de Arqueologia (IPA), que funcionava neste mesmo espaço e corre o risco de ficar sem tecto. O investimento deste projecto é de 31,5 milhões de euros, disporá de um auditório, de uma área de apoio à manutenção dos coches, restaurantes e apoio ao visitante. «A grande característica do museu é que ele é suspenso no ar», disse o arquitecto Paulo Mendes da Rocha, adiantando que uma das maiores preocupações ao pensar o projecto foi harmonizar o novo museu com a zona de Belém. Em análise ao projecto, o arquitecto Siza Vieira, em entrevista à TSF, salienta o cruzamento da arquitectura Brasileira com a Portuguesa, e do facto de Portugal ter construído muita Obra no Brasil. ]
Ouvir Siza Vieira e Ver Maquete do Novo Museu EM:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=966517

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Dabate-se Mesmo o Estado da Nação?

[ Fala-se de Crise, de Economia, de Desemprego, de Saúde, de Educação, de Justiça, de Falências, de Pobreza, e de Pobreza Envergonhada... debate-se tudo mas pensa-se pouco. A Partidocracia e a Clubite, não ajudam quem governa nem quem é oposição a decidir na realidade, o que é melhor para a Nação, para a Pátria e para Portugal. Ataca-se e destrói-se a Classe Média e sem Classe Média não se pode levantar País algum. Há desigualdades gritantes e não se ajudam os mais desfavorecidos. A Nação também são valores, referências e Patriotismo: Há que Pensar Portugal! Temos que educar o Povo, ensinando-lhes que um Povo sem Memória é um Povo sem Futuro. Temos que devolver a auto-estima aos Portugueses, e que se assuma de uma vez por todas que existe uma Crise de Regime. Os interesses dos Partidos e os interesses Económicos confundem-se e prejudicam a Nação. Como Monárquico, revejo-me e aconselho o Ideário Monárquico. Há quem se ande a Servir em causa própria dando um mau exemplo, sejam Monárquicos ou Repúblicanos, e pergunta-se: O que é que "Portugal Faria" ou devia "Fazer" com esses tantos? Há que dizer: Basta! Há cada vez mais pessoas em Portugal a passar fome: o que é muito grave!
S.A.R. o Duque de Bragança, defendeu também nas Jornadas do Fundão, que o Estado deve-se preocupar em dar formação às famílias sobre a forma de gerir a economia doméstica, no contexto da Crise Alimentar.
Que se evoque a História. Que se corrija as desigualdades do Presente e que se prepare o Futuro.Viva a Nação! Viva Portugal! ]
Ricardo Abranches, in "Debate da Nação".
VER na RTP:

Festa Real: Olá Alentejo!


[A Terra Brava, o Grupo de Reflexão Monárquica "Pensar Real~Pensar Portugal" e a Juventude Monárquica, convidam todos os aficionadas pela Festa Brava, para a Festa Real-"Olá Alentejo", que se realiza na Adega das Flores, em Évora, amanhã dia 12 de Julho, após a realização da XI TOURADA REAL, na Arena D'ÉVORA, às 21h30, com a presença de S.A. o Infante D. Henrique de Bragança, Duque de Coimbra.]

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Clara Esteves: Apostar Nacional é preciso!

[ Da sua aposta no cultivo de produtos biológicos, Clara Esteves, admiradora de S.A.R. o Duque de Bragança, criou a Marca "Culturas da Horta" Biológica de produtos frescos obtidos e certificados respeitando as normas europeias, que se baseiam numa produção sustentável protegendo o ambiente, utilizando práticas de conservação e melhoria da fertilidade do solo e da presevação da biodiversidade, bem como o respeito pelos ciclos naturais. Clara Esteves é membro da AGROBIO e fez toda a sua vida em Lisboa, sem no entanto perder o contacto com as suas raizes. À procura do sabor genuíno dos alimentos do tempo dos seus avós, decide fazer um Curso de Educação Ambiental e embarca na aventura cultivando três hectares na Chamusca, de produtos hortículas de forma como a natureza os previu. A sua persintência é grande e hoje fornece os produtos da sua Marca registada, para Mercados e Lojas-Gourmets, alastrando assim o seu mercado até à grande área de Lisboa. "A mensagem de uma alimentação saudável está a passar e já há clientes a procurar os nossos produtos. É uma pena que as pessoas se afastem dos tradicionais mercados de venda na banca, e se dispersem pelas grandes superfícies. Hoje, a área dos produtos biológicos é um mercado promissor e com futuro". A agricultura biológica consiste em produzir alimentos respeitando o meio ambiente, não usando fertilizantes ou outros produtos artificiais e semeando nas épocas próprias, regulada por normas comunitárias."A agricultura biológica está em grande expansão em diversos países da Europa, que promovem mercados e feiras deste tipo de produtos", afirma Clara Esteves que está mesmo apostada em encontrar outras formas de ajudar a cuidar do ambiente e promover o desenvolvimento rural na Chamusca. A sua missão consiste em aumentar a confiança dos consumidores nos produtos de agricultura biológica e implementar a Marca "Culturas da Horta" no mercado nacional. Clara Esteves, participa em visitas a quintas, degustações, palestras, mercados, feiras, provas de produtos e promoções à agricultura biológica.
Quanto ao Futuro: Conquistar consumidores e apostar em Marcas Nacionais é preciso! ]

quarta-feira, 9 de julho de 2008

"Monarquias Abertas": S.A.R. o Duque de Bragança nas Jornadas no Fundão.

[ S.A.R. o Duque de Bragança encontra-se hoje no Fundão, para participar no debate “Crise alimentar nos centros urbanos”, e proceder ao encerramento da jornada de reflexão sobre os efeitos da crise na alimentação nas cidades e o desenvolvimento do mundo rural, organizada pelo Instituto da Democracia Portuguesa em parceria com a Associação de Beneficiários da Cova da Beira e com o apoio da Câmara Municipal do Fundão, liderada por Manuel Frexes, eleito pelo PSD, presidente dos Autarcas Sociais-Democratas (ASD). Nesta acção denominada "monarquias abertas", como lhes chamam os indefectíveis de Dom Duarte, participa um grupo de especialistas em várias áreas, como: Canaveira Campos (presidente do Instituto Cooperativo António Sérgio), Campos Neves (Instituto Superior de Fafe), general Rodolfo Bacelar Begonha (antigo director da Polícia Judiciária Militar nos governos de Cavaco), Manuel Pereira Barrocas, Gonçalo Ribeiro Telles, Manuel Ferreira dos Santos, Frederico Brotas de Carvalho (um dos autores do "Erro da Ota), Fernando Paulouro, Mendo Henriques e António Gomes. Como fazem os chefes de Estado há também lugar para a assinatura de protocolos com associações de agricultores de Castelo Branco, de beneficiários de regadios da Idanha e da Cova da Beira, UBI, Escola Superior Agrária de Castelo Branco, Universidade de Badajoz e a Direcção Regional de Agricultura. Em matérias da Política Agrícola, Portugal dedica 5% no total da área agrícola nacional à Agricultura Biológica, o país ocupa o nono lugar no ranking mundial. No âmbito da protecção do ambiente, a Agricultura Biológica é um método de produção agrícola que exclui a utilização de produtos químicos sintéticos ou alimentos genericamente modificados e que adere aos princípios de agricultura sustentável. Tem como principais objectivos: obter alimentos de elevada qualidade nutritivos, melhorar a fertilidade dos solos e eliminar todas as formas de poluição agrícola. Os estudos toxicológicos revelaram haver relação entre alguns pesticidas e certas patologias, como cancro, alergias e asma. As agriculturas biológicas são garantias de saúde e Portugal, adere cada vez mais à produção hortícula biológica de produtos cultivados, querendo conquistar novos consumidores e novos nichos de mercado. S.A.R. o Duque de Bragança, tem sido desde sempre: Grande impulsionador da Agricultura Biológica! O grupo de reflexão Monárquica "Pensar Real - Pensar Portugal", felicita o Instituto da Democracia Portuguesa, por esta iniciativa.]

terça-feira, 8 de julho de 2008

XI Tourada Real: Évora 12 de Julho.

[O Grupo de Reflexão Monárquica "Pensar Real - Pensar Portugal", vai estar presente no grande encontro Taurino, organizado pelo empresário Carlos Pegado, conferindo-lhe o nosso Apoio na Divulgação e Promoção à "XI Tourada Real" que se vai realizar no próximo sábado, em Évora. A Festa Brava que faz parte da tradição popular portuguesa, teve um grande incremento no Reinado do Rei D. Miguel, porque o Rei era um grande aficionado e também praticante. Hoje, também em Portugal se mantem a grande "afficion" pela Festa Brava, onde as Touradas Reais representam essa tradição.
Sábado, 12 de Julho, às 21H30, na Catedral do Forcado em Évora, acontece a "XI Tourada Real", que contará com a presença de S. A. o Infante D. Henrique, Duque de Coimbra. ]

Nuno Gaspar:Restaurar Património é Preciso!

[Com 20 anos e no 2º Ano do Curso de Restauro e Conservação, em Tomar, Nuno Gaspar, da Arqueologia à Preservação do Património, dedica-se ainda à Escultura, Fotografia e Pintura. Voltar a pôr o "Velho"-"Novo" é a sua Missão. Foi conceituado, em 2008, com o 1º Prémio no Concurso de Fotografia de Tomar onde ainda obteve uma Menção Honrosa. Na Fotografia a Concurso que iniciou em 2004, obteve duas Menções Honrosas na exposição "Almada e As Gentes", patente no Museu da Cidade. Fascinado pela Psicologia da Cor, da Forma e dos Materiais, Nuno Gaspar, desenvolve trabalhos sobre: Tela; Madeira; Paiais; Mobiliário. "A minha paixão pela fotografia leva-me ao registo do Rosto dos Povos. É através da investigação da História dos Povos e seu Património, que me entrego à captação dum determinado registo pretendido. Fui para Tomar porque é a escola mais conceituada na vertente que escolhi e pela cidade em si. Cada vez que se faz hoje um buraco em Tomar (assente numa cidade Romana), conhecemos técnicos de todo o mundo que se deslocam para cá." Mergulhar no passado, recuperá-lo e trazê-lo à memória colectiva: é o seu objectivo de futuro. "A máquina fotográfica acompanha-me sempre para realizar registos do tecido envolvente, e para captar os Rostos dos seus habitantes. Sou fascinado pela diferença racial dos Povos! " Nuno Gaspar, tem como meta presente a "Especialização em Restauro", em Itália, integrado no "Programa Erasmos". Em LER, VER e OUVIR Destaca: Camões; Fernando Pessoa; Júlio Dinis; Júlio Verne; Eça de Queirós; Vitor Hugo; Ana Moura; Adriano Correia de Oliveira; Mariza; Carlos do Carmo; Paula Rego; Vieira da Silva;Francisco Simões; Manuel de Oliveira. A música levou-o à Tuna Académica Templária de Tomar da qual faz parte. É membro voluntário da CIRE,(Centro de Reabilitação e Integração de Tomar), colaborando em accções de Solidariedade e Campanhas de Sensibilização para a angariação de alimentos, vestuário e com animações culturais. "Portugal precisa do envolvimento de todos nós em causas nobres para o seu desenvolvimento. Perde-se muito tempo a dizer mal do vizinho e nada se faz por ele. É essa mudança de mentalidade que a minha geração quer fazer!" Numa prespectiva de futuro, Nuno Gaspar, está consciente do actual défice das políticas culturais, e na falta de Mecenato para a Preservação do Património Português. "Do muito que há a fazer: é preciso que se invista na criação de Micro Empresas detalhadas nesta área." Da ficção à realidade, Nuno Gaspar, admira a arte de Manuel Oliveira (o cineasta que Dustin Hoffman referiu recentemente com quem gostaria filmar), pela forma como capta o Património. Da História, o Rei que mais o marca é El-Rey D. Afonso Henriques: O Fundador de Portugal. Revê-se na Família Real Portuguesa, e na orientação do Ideário Monárquico transmitida pelo seu amigo Ricardo Abranches. Chegou à Monarquia pela mão do seu Pai e há três aspectos que o definem: História de Portugal; Monarquia e Restauração!...
Quanto ao Futuro: Valorizar o nosso Património é Preciso!]

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Rainha Santa Isabel: Rainha da Paz.

[Filha do rei de Aragão e esposa d' El-Rey D. Dinis, a Rainha Santa Isabel- Rainha da Paz-, deu ao Rei de Portugal dois filhos: Constância, futura Rainha de Castela e Afonso, herdeiro do trono de Portugal. Conta-se que, no ano de 1333, em Portugal, houve uma fome terrível, e para aliviar a situação de fome, a Rainha Santa Isabel empenhou suas jóias e mantinha o costume de distribuir pão aos pobres. Num desses dias de distribuição, apareceu inesperadamente o Rei D. Diniz e a Rainha temendo a censura, escondeu os pães no regaço. O Rei percebendo o gesto, perguntou surpreso: - Que tendes em seu regaço? A rainha, erguendo o pensamento ao Senhor, disse em voz trêmula: - São rosas, senhor. O rei replicou: - Rosas em janeiro? Deixai que as veja e aspire seu perfume. Santa Isabel abriu os braços e no chão caíram rosas. O Rei D.Diniz não se conteve e beijou as mãos da esposa, retirando-se enquanto os pobres gritavam: Milagre, milagre! Após a morte do Rei, a Rainha Santa Isabel, fez-se terciária Franciscana e pede a admissão no Convento das Religiosas de Santa Clara, em Coímbra, onde viveu o resto da vida em pobreza voluntária, dedicada aos exercícios de piedade, peregrinações e de mortificações. A Rainha Santa Isabel morreu em 1336, aos 65 anos.Trezentos anos depois da morte foi-lhe o corpo encontrado sem sinal de corrupção, exalando perfume deliciosíssimo. A Rainha Santa Isabel foi canonizada pelo Papa Urbano VIII, no ano de 1625.
A Ordem Real de Santa Isabel é uma ordem honorífica dinástica portuguesa, cuja Grã-Mestra é a Duquesa de Bragança:
"A Ordem foi instituída em 4 de Novembro de 1801 pelo Príncipe Regente D. João, que atribuiu o grão-mestrado da mesma ordem à sua mulher, D. Carlota Joaquina. Tratando-se de uma obra exclusivamente feminina, o seu objectivo é distinguir senhoras católicas, num número limitado de vinte e seis damas. Durante a Monarquia as rainhas/Grã-Mestras desta Ordem, além das senhoras distinguidas pelos objectivos desta ordem (na sua maioria pertencentes à nobreza), agraciaram também Rainhas católicas estrangeiras. Com a proclamação da república, em 1910, a ordem foi extinta pelo Governo Provisório. D. Augusta Vitória, esposa de D. Manuel II, ainda que no exílio, utilizou a insígnia de Grã-Mestra. Após algumas décadas de inactividade, a ordem foi recentemente reactivada, com o estatuto de ordem dinástica da Família Real Portuguesa, sendo actualmente Grã-Mestra a Duquesa de Bragança (D. Isabel de Herédia), que costuma agraciar novas damas da Ordem, na festa da Rainha Santa Isabel (no dia 4 de Julho dos anos pares), em Coimbra."

Também nós no Séc.XXI, temos a nossa Santa Isabel, S.A.R. a Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança, Nossa Rainha Senhora Nossa. Não é por acaso que neste dia 4 de Julho, a Juventude Monárquica escolheu para o seu encontro em "Festa", dia que é tão significativo e emblemático na dos Monárquicos e dos Portugueses.
Viva a Duquesa de Bragança,
Viva a Rainha,
Viva Portugal!...]
VER FONTES:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_Real_de_Santa_Isabel
http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/3469.pdf
http://alunos.lis.ulusiada.pt/11097198/historia.htmhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Isabel_de_Arag%C3%A3o,_Rainha_de_Portugal

4 de Julho:Juventude Monárquica em Festa!


[Especiais Agradecimentos da Juventude Monárquica à realização da Festa: Ricardo Abranches; Miguel Nora; Carla Costa; José Menezes; Nuno Gaspar; Manuel Figueiredo; João Embaixador.
Agradecimentos Institucionais:
Patrocínio - Vini Portugal
Apoio - Super Bock
Agradecimentos Pessoais:
Sociedade Histórica da Independência de Portugal.]