quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Férias:Património Turístico e D. Sebastião!

[ Uma Pintura a óleo do Século XVI, representando a visita do Rei D. Sebastião ao Mosteiro da Ordem de S. Paulo Eremita, intitulado "A caminho de Alcácer-Quibir", encontra-se no Alentejo, no que é hoje: O Hotel Convento de S. Paulo! Com a maior colecção privada de azulejos, fixa 54 mil exemplares que contam a vida de Cristo e de S. Paulo, e que se estendem desde a entrada do Convento, aos intermináveis corredores deste Património Cultural, situado em terras do Além Tejo - Serra d'Ossa. A família do actual proprietário, o Doutor Henrique Coutinho Leotte Tavares,Visconde de S.Tomé, comprou o edifício em ruínas e a herdade de 600 hectares circundantes em haste pública em 1872, depois da desafectação das Ordens Religiosas decretada pelo Marquês de Pombal. Do Convento à casa agrícola e casa de férias, em 1991, o Visconde de S.Tomé, Henrique Leotte, meteu os ombros ao ciclópico objectivo, e fez renascer o Convento, modernizado nas instalações e com o terceiro tipo de utilização da sua multissecular existência, desta vez, transformando-o em Hotel. Criada a Fundação Henrique Leotte, com o objectivo de associar ao Hotel Convento, a vertente cultural que este complexo exige, o espaço tem recebido além dos turistas visitantes; Artistas, Políticos, Ministros, Chefes de Estado, Chefes de Governo; Cineastas e figuras internacionais de grande referência pública. O Convento de São Paulo que pertencia à Congregação dos Monges da Pobre Vida e que tem sido palco para a rodagem de vários filmes e exposições de arte contemporanêa, como se pode ler no Livro publicado pela Fundação, recebeu noutras Épocas as seguintes visitas mais ilustres da História de Portugal: Rei D. Sebastião (1577); O Rei D.João IV; D. Catarina de Bragança (1699); Frei Manuel do Cenáculo (1798); D. Francisco de S. Luís Cardeal de Saraiva que chegou a residir no Convento (1828-34), e Sua Majestade o Rei D. Carlos I, que acompanhado pela Corte, realizava pequeniques nos seus jardins. "Pensar Real~Pensar Portugal", destaca este lugar ímpar na planície alentejana, que tem como imagem a frase - "Há Séculos que esperamos por si" -, entre o Redondo e Estremoz, bem perto de Vila Viçosa, dando a conhecer onde poderá pernoitar com qualidade, neste período de férias.]

Viaturas Reais: Visita Gratuita em Férias!

[ Hoje e dia 14 de Agosto, vão estar 9 Museus abertos gratuitamente para receber os visitantes até à meia-noite. "Pensar Real~Pensar Portugal" recomenda a visita ao Museu Nacional dos Coches, onde está presente uma exposição sobre a manifestação de religiosidade popular com origem no século XV, o Giro de Nossa Senhora do Cabo Espichel ou Círio Saloio que ganhou grande importância no século XVIII a partir do momento em que a Família Real e a Corte passaram a assistir à romaria e às festas junto ao Santuário. Foi a partir de 1751 que passou a integrar o Giro uma imagem peregrina de Nossa Senhora do Cabo, transportada em berlindas processionais nos percursos festivos de chegada ou partida das freguesias. Este Museu possui duas berlindas processionais do século XVIII, pretexto para uma exposição sobre esta antiga prática religiosa que ainda hoje persiste e que estabelece laços de proximidade entre comunidades por vezes geograficamente muito afastadas entre si. No Museu Nacional dos Coches pode ainda ver uma colecção única de Viaturas Reais do século XVII a finais do século XIX, onde se destaca o Coche dos Oceanos, que fez parte do cortejo da embaixada ao Papa Clemente XII. Inserido no programa de actividades culturais e de entretenimento do Festival dos Oceanos, promovido pelo Turismo de Lisboa, os Museus que vão ficar abertos durante dois dias até à meia-noite, são: Mosteiro dos Jerónimos, Museu Nacional de Arqueologia, Museu Nacional dos Coches, Museu Colecção Berardo, Museu da Electricidade, Museu da Marioneta (Santos), Panteão Nacional (Graça), o Museu de Arte Antiga e o Pavilhão do Conhecimento, espaços que hoje e dia 14 (quintas-feiras) vão funcionar neste regime excepcional.]
FOTO(Convite IPM) - FONTES & VER + EM:

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Portugal Filma: Carlos Rei de Portugal.

[ Miguel Sousa Tavares, bisneto do Médico de D.Carlos I - o Professor Dom Thomaz de Mello Breyner -, e filho da Escritora e Poetisa, Sophya Mello Breyner, participou nas gravações que decorreram na Herdade Barroca D´Alva, em Alcochete, para representar o papel do Conde de Mafra, na recriação de uma Caçada Real para a série televisiva da TVI: "Equador". Para além do elenco da série previsto para a Caçada Real - o actor João Ricardo (Rei D. Carlos), Vítor de Sousa (Charters de Azevedo) e Almeno Gonçalves (Conde de Sabugosa), entre outros - contou com a participação do autor do romance "Equador", publicado em 2003 e que já vendeu mais de 250 mil exemplares. O elenco total da série televisiva "Equador", conta com cerca de 110 actores, entre eles Nicolau Breyner, Alexandra Lencastre, Rui de Carvalho, e Pedro Granger, e uma equipa técnica que ronda as 80 pessoas. A cena mostra o Rei D. Carlos rodeado pelo grupo de amigos caçadores, quando é interrompido por José da Matta (Manuel Moreira) e abandona o grupo devido a "assuntos urgentes de governação". Nesta cena que nos faz recuar a 1905, também podem ver-se os animais mortos na caçada, algumas dezenas de réplicas perfeitas de lebres e perdizes apanhadas pelo Rei D. Carlos e amigos, que na cena se preparam para almoçar à sombra das oliveiras. No livro, o protagonista vai para São Tomé e Príncipe em missão patriótica a pedido do Rei, e a partir daí troca a sua vida despreocupada na sociedade cosmopolita de Lisboa por uma vida de aventuras como governador que toma a defesa dos trabalhadores das roças entrando em conflitos de interesses com a metrópole. Advogado, Jornalista, Comentador e Escritor, Miguel Sousa Tavares é filho de dois grandes Monárquicos e figuras destacáveis da Cultura Portuguesa e da Causa do Rei.]
FOTO (Lusa) e FONTES EM + VER:

Ideias para Ler em Tempo de Férias.

[ Professor Dom Thomáz de Mello Breyner - Conde de Mafra (1866-1933) - foi um notável médico da Coroa e grande amigo do Rei D.Carlos e da Família Real. Homem de grande cultura e senhor de um carácter inabalável, leal ao seu Rei e à sua Pátria, foi sem dúvida nenhuma: Um grande Homem da sua Época! O Livro " Diário de um Monárquico", é um documento Histórico escrito sem preocupações literárias, em estilo de relato e diário, com apreciações registadas dia a dia, através de notas e apontamentos, onde fica expresso o seu sentir, paixões e o jogo dos interesses disputados na época em que viveu. Dos nove cadernos de apontamentos e de "notas de viagens e mais cousas" que escreveu, conta com um diário de trinta e seis anos escrito por quem viveu por dentro de acontecimentos que refletem o ambiente da vida social e política do País. Publicou também vários trabalhos científicos sobre a sua especialidade que após a sua morte foram entregues à Faculdade de Medicina de Lisboa. Esta edicção de 284 Páginas, reune seis anos dos trinta e seis do "Diário de um Monárquico" da autoria do Professor Thomáz de Mello Breyner - Conde de Mafra -, com a transcrição, selecção, anotações e nota prévia de Gustavo de Mello Breyner Andresen, acrescentando ainda que para a imagem de capa deste Livro, selecionou a "Cor verde esperança, com a reprodução dos retratos de Sua Majestade o Rei D. Manuel II de Portugal e da Rainha Augusta Victória". Em Nota Prévia do livro, Gustavo de Mello Breyner Andresen, conclue do seguinte modo:
"...quantos e quantos portugueses, em defesa do seu ideal - Deus, Pátria e Rei - morreram em combate, foram gravemente feridos, foram presos e mal tratados, assassinados, andaram a monte, perderam os seus empregos, tiveram que partir para o exílio e muitos e muitos se arruinaram.
Aqui lhes rendo as minhas homenagens.
Depois......veio o mar e levou tudo."
Praia da Granja, 11 de Agosto de 1994.
"Pensar Real ~ Pensar Portugal", promete que brevemente irá realizar a devida homenagem a este grande servidor da Causa do Rei.]

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Carlos Avilez Traz À Cena: El-Rei D.Carlos I

[ Uma boa notícia para todos os que se revêem como Monárquicos, amantes da Cultura e da História: Começaram os ensaios para a representação da única Peça de Teatro sobre a grandiosa figura de Sua Majestade El Rei D.Carlos I, da autoria do grande Escritor e Poeta - Teixeira de Pascoaes -, escrita em Verso e que relembra personagens notáveis como o Conde Arnoso, o Conde de Sabugosa, a Rainha, entre outras grandes figuras da Época. A Peça tem a Direcção do grande encenador Carlos Avilez, e vai ser posta em Cena ainda este ano, pela prestigiada companhia do Teatro Experimental de Cascais, que foi fundada em 1965 e é hoje, considerada uma das grandes companhias portuguesas de Teatro. É com grande espectativa que o Grupo de Reflexão Monárquica "Pensar Real~Pensar Portugal", aguarda a estreia desta Peça que Honra a figura do Rei no ano em que se evocam os 100 Anos da sua trágica Morte. Lembramos que muitos dos que ajudaram a tombar o Regime, foram membros da "Camarilha" Monárquica e da Deslealdade entre Pares, onde alguns janotas e snobes não foram mais do que: verdadeiros impulsionadores da "Campanha de Ódio"! Deixamos aqui um apontamento da "Scena III" - I ACTO, da Peça de Teixeira de Pascoaes:
N'um café restaurante, ao rez do chão. Os Politicos.
(...) Em quanto o pano cáe lentamente, ouve-se na rua a voz do ALMA que veiu interromper a conversa animada dos politicos:
Lobos de olhos em sangue a deitar lume,
São os ódios, a uivar, a uivar, a uivar
N'esta sagrada terra que ao luar
Exála, á noite, um mistico perfume!

Negras paixões acordam rancorosas,
Afiando o ferro frio dos punhaes,
N'esta sagrada terra de olivaes,
De poentes de oiro e de manhãs de rosas!

O ódio vermelho e verde cresce, cresce
N'esta sagrada terra portugueza,
Onde a Virgem saudosa da tristeza
A' tardinha, murmura etérea prece!
O ódio vermelho e verde cresce... cresce...]
SITE OFICIAL - Teatro Experimental de Cascais:

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Pensar Portugal: Literatura em Destaque!

[ Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda para tempo de férias a leitura sobre o assassinato de Sua Majestade o Rei D. Carlos I e a Família Real, época essa que animada por impulsionadores de "Campanhas de Ódio" contra o Rei e a Família Real, teve o trágico desenlace no Regicídio (1908). Este trágico acontecimento da História de Portugal tem inspirado escritores, historiadores e investigadores que em torno das Letras, têm publicado suas Obras, realizado Conferências e Exposições sobre a vida de Sua Majestade o Rei D.Carlos I, trazendo ao conhecimento público, a sua dedicação ao País e posicionamento em prol da defesa da Independência de Portugal no Mundo. A "Comissão D. Carlos 100 Anos", constituída sob o alto patrocínio da Fundação D Manuel II, foi criada como objectivo de evocar a vida e obra do Rei D. Carlos, durante todo o ano de 2008, quando passam 100 anos sobre o seu desaparecimento, pretendendo divulgar outros aspectos da sua personalidade evidenciada tanto na investigação Oceanográfica como nas Artes e no Desporto. A série de iniciativas desenvolvidas por esta Comissão, visa ainda projectar o pensamento do Rei D. Carlos no presente, em áreas como a política, militar, ambiental e cientifica, cultural e desportiva e também no campo da lusofonia, lançando bases para o estudo alargado sobre a dimensão politica e diplomática do Rei no plano nacional e internacional. S.A.R. o Duque de Bragança, prevê desenvolver até 2013, um "Programa de Acções" que permitirá a evocação de um reinado através de uma reflexão aprofundada sobre Portugal e sobre o Projecto da Nação nos nossos dias.
PUBLICAÇÕES EM DESTAQUE:
- O Regicídio - "Um Crime Quase Perfeito" - António Ramalho de Alemeida - Fronteira do Caos ; Edicções.
- Duelos e Atentados - Eduardo Nobre - Quimera; Edicções.
- Regícidio de 1908 - "Uma Certa Agonia" - Anibal Pinto de Faria - Civilização Editora.
- Regicídio - Maria Alice e Rui Tavares - Tinta da China; Edicções.
- O Regicídio - Rocha Martins - Bonecos Rebeldes; Edicções.
- D. Carlos - Direcção Joaquim Vieira - Fotobiografia Séc. XXI - Terra&Debates; Edicções.
- "Dossier Regicídio"- Mendo de Castro de Henriques; Tribuna da História.
- "Regicidio - A Contagem Decrescente" - Jorge Morais; Zéfiro.
- O Drama de Um Rei - Henrique Barrilaro Ruas - Com o Prefácio de S. A. R. o Duque de Bragança - Occidentalis; Editora. Publicação com o Apoio da Real de Lisboa.]

Obra+Recente da História da Monarquia: Placa Evocativa Regicídio, Lisboa 2006.

sábado, 2 de agosto de 2008

Política Cultural:Aposta no Rei D. Dinis!



[ A "Viagem Medieval", que pode ser visitada até dia 9 de Agosto, com o tema - "O Reinado do Rei D.Dinis"-, envolvendo o Castelo da Feira, num palco privilegiado, abre hoje as suas portas à recriação de uma série de Banquetes Reais e Ceias Medievais, proporcionando a todos os participantes um misto de História, Cultura e Lazer. "Na Idade Média, comer era um acto social, sendo ao mesmo tempo um ideal e uma realidade. O ambiente, em tempo de festa, devia estar ao nível das comidas". Na ementa serão servidos: Fumados e patés de caça / salsichas de veado; Espetada Real de pescados; Viandas do Castelo [miminhos de porco preto / perna de javali]; Fruta da época; Encharcada Queijo curado com Fogaça; Vinho tinto do Condado, Água e Limonada. O Programa de animação conta com: A Recepção de boas vindas; Lutas de Espada; Concerto de música medieval; Canto e Dança Malabarismo; Acrobacias e Espectáculo de fogo. As portas deste grande projecto cultural já premiado e considerado único na Peninsula Ibérica, abrem todos os dias pelas 20h00 às 24h00, com o preço de 65 Eur. [adulto] e 39 Eur. [4-10 anos], sendo gratuito [até aos 3 anos]. O Turismo de qualidade e os projectos de Inovação Cultural, são sem dúvida, fontes determinantes de receita para o desejado desenvolvimento da economia nacional. É através da oferta de novos projectos que dignifiquem a História e a Política Cultural, que o Turismo de Portugal, poderá entrar na rota certa do seu desenvolvimento sustentável. Para isso, o País tem que apostar fortemente no Marketing e na divulgação dos conteúdos Históricos e culturais nacionais. "Viagem Medieval", é um projecto cultural que recorrendo à História de Portugal, consegue juntar o Lazer e o Ensino, descentralizando regionalmente e com êxito: O Turismo Cultural em Portugal. "Pensar Real~Pensar Portugal" deixa aqui este desafio e este convite.]

Reservas através do telefone 256 375 460 (Sociedade de Turismo).

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Navio de exploração marinha está em Lisboa!

[ Está em Lisboa, um navio único pela sua tecnologia avançada, destinado à investigação, conservação e protecção da vida marinha, especialmente cetáceos. O barco encontra-se na Doca de Alcântara até ao dia 21 de Agosto. O "Song of the Whale" é propriedade do Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (International Fund for Animal Welfare – IFAW), com 22 metros de comprimento, cinco metros de largura e três metros de calado, o navio permite que o trabalho de pesquisa seja feito de uma forma não intrusiva, respeitando o habitat natural das baleias, golfinhos e outras espécies. Está equipado com computadores e todos os materiais utilizados nas acções de investigação. O "Song of the Whale" tem como missão gerar apoios políticos e públicos para a conservação das baleias, ao mesmo tempo que é utilizado como plataforma de estudo e pesquisa por cientistas e estudantes. A investigação visa o estudo dos sons produzidos pelas baleias de bico, um cetáceo do qual se conhecem, pelo menos, 20 espécies diferentes. A vinda do "Song of the Whale" a Portugal conta ainda com o apoio da Embaixada dos EUA. Os Monarcas portugueses seguiram o gosto pelo estudo da Oceanografia ficando na história bons exemplos. O Rei D. Luís I era principalmente um homem das ciências, e cultivou a sua paixão pela oceanografia. Investiu grande parte da sua fortuna no financiamento de projectos científicos e de barcos de pesquisa oceanográfica, que viajaram pelos oceanos em busca de espécimes. Hoje, seguindo a Imprensa em notícia, homenageamos os Monarcas pioneiros da Oceanografia Mundial. "O Rei D. Carlos I, que herdou de seu Pai o gosto pela oceanografia, tendo adquirido um iate, o Amélia, especificamente para se dedicar a campanhas oceanográficas, e da profunda amizade com Alberto I, Príncipe do Mónaco, igualmente um apaixonado pela oceanografia e as coisas do mar, cria o Aquário Vasco da Gama, que pretendia em Portugal desempenhar papel semelhante ao Museu Oceanográfico do Mónaco. Alguns trabalhos oceanográficos realizados por D. Carlos I, ou por ele patrocinados, foram pioneiros na oceanografia mundial. Honrando esta faceta do Monarca, a Armada Portuguesa opera actualmente um navio oceanográfico com o nome de D. Carlos I". Este ano em que se evoca os Cem Anos do Regicidio, o Grupo de Reflexão Monárquica, "Pensar Real~Pensar Portugal", deixa aqui este registo de Homenagem ao que foi sem dúvida um grande Rei e grande pioneiro na Oceanografia e Ciência Mundial. ]
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Algarve Inaugura Hoje: "D.Carlos e a Vela"

[ Hoje, dia 1 de Agosto, a Comissão D. Carlos- 100 Anos, inaugura uma exposição fotográfica sobre "D. Carlos e a Vela", com a reprodução de aguarelas e desenhos sobre o tema, da autoria do Rei D.Carlos, no Pavilhão VIP da Copa do Rei, em Vilamoura, Algarve, João Lagos Sports. A Oceanografia Portuguesa, nasceu a 1 de Setembro de 1896, quando o Rei D. Carlos iniciou, uma série de campanhas ao longo da costa atlântica de Portugal que se prolongariam até 1906. Em 1894, o Príncipe Alberto de Mónaco, visitou o Rei D. Carlos I e sua mulher a Rainha D. Amélia no Palácio da Pena em Sintra. Desse encontro nasceu uma grande amizade. Tendo em comum a paixão pelo mar, Carlos I de Portugal e Alberto I de Mónaco fundaram a Oceanografia moderna abrindo a última fronteira do Planeta: Os Oceanos! Desta relação luso-monegasca perdura o nome Açores numa das ruas centrais de Monte Carlo e a Av. Príncipe Alberto do Mónaco, em Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, e o Observatório Príncipe Alberto do Mónaco na Horta , Ilha do Faial. Da empatia entre os dois Monarcas à criação de um grande laço de amizade, unidos na paixão pelo Mar, desporto, fotografia, ciência e tecnologia, resultou uma assídua e reciproca troca de correspondência, sobre os progressos das respectivas investigações nomedamente o Oceano Atlântico. O rigor e a qualidade científica dos estudos do Rei D.Carlos sobre a biodiversidade marinha, as correntes do litoral e as cartas batimétricas do "Mar Português", permitiram-lhe o reconhecimento e a designação de "Monarca Sábio" pelo Príncipe do Mónaco.
O Mar fronteira de Portugal e fronteira do mundo, foi ponto de partida dos Portugueses na Diáspora Portuguesa e na sua Epopeia pelos quatro cantos do Mundo. O Mar Salgado sabor e tradição de Portugal pela Voz de Pessoa: "Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram. Quantos filhos em vão rezaram!..." in Mensagem.]
FONTES & VER MAIS EM:
http://www.dcarlos100anos.pt/index.php?id_menu=3&id_evento=29