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[ Maria Amélia Luísa Helena de Orleães (Twickenham, 28 de Setembro de 1865 — Chesnay, 25 de Outubro de 1951) foi a última Rainha de Portugal. Durante a sua vida, D. Amélia perdeu todos os seus familiares diretos: defrontou-se com o assassinato do marido, o Rei D. Carlos I, e do filho mais velho, D. Luís Filipe (episódio conhecido como Regicídio de 1908); vinte e quatro anos mais tarde, recebeu a notícia da morte do segundo e último filho, o futuro D. Manuel II; e também ficou de luto com a morte de sua filha, a infanta D. Maria Ana de Bragança, nascida em um parto prematuro. Foi o único membro da Família Real Portuguesa exilada pela República que visitou Portugal em vida, bem como o último membro a morrer, aos oitenta e seis anos. Amélia de Orleães viveu sofridas décadas de exílio, entre Inglaterra e França, onde aguentou a Segunda Guerra Mundial. Filha primogênita de Luís Filipe, conde de Paris (neto do último Rei da França, Luís Filipe I, e como tal pretendente ao trono francês) e de Maria Isabel de Orleães-Montpensier, filha do duque Antônio de Montpensier. Através de sua irmã Luísa, a princesa é tia-avó do rei Juan Carlos I da Espanha. D. Amélia passou parte da infância na Inglaterra, onde nasceu, devido ao exílio a que a sua família estava sujeita desde que Napoleão III assumira o trono da França. Adorava teatro e ópera, e tinha dons para pintura. Apesar do casamento arranjado, D. Amélia e D. Carlos apaixonaram-se um pelo outro. O casamento foi celebrado no dia 22 de Maio de 1886, na Igreja de São Domingos, e grande parte do povo lisboeta saiu às ruas para acompanhar a cerimônia. O Duque e a Duquesa de Bragança mudaram-se para o Palácio de Belém, onde nasceriam os dois filhos: D. Luís Filipe e o futuro D. Manuel II de Portugal. Em 1889, aos vinte e quatro anos, torna-se Rainha de Portugal. Como Rainha, D. Amélia desempenhou um papel importante fundando dispensários, sanatórios, lactários populares, cozinhas econômicas e creches. Das suas obras destacam-se as fundações: Instituto de Socorros a Náufragos; Museu dos Coches Reais; Instituto Pasteur em Portugal (Instituto Câmara Pestana); e da Assistência Nacional aos Tuberculosos. Como mãe, a Rainha soube dar uma excelente educação aos seus dois filhos, alargando-lhes os horizontes culturais com uma viagem pelo Mediterrâneo, a bordo do iate real Amélia, mostrando-lhes as antigas civilizações romana, grega e egipcía. O regicídio de 1° de Fevereiro de 1908 lançou-a num profundo desgosto, do qual nunca o superou totalmente. Após a proclamação da República Portuguesa, D. Amélia seguiu o caminho do exílio com o resto da Família Real Portuguesa para Londres. Com o fim da 2ª Guerra Mundial,regressou a Portugal, a convite do governo de Salazar,numa emocionante jornada. No dia 25 de outubro de 1951, a Rainha D. Amélia faleceu em sua residência em Versalhes, aos oitenta e seis anos, atingida por um fatal ataque de uremia. O corpo da Rainha foi então transladado pela fragata Bartolomeu Dias para junto do marido e dos filhos, no Panteão Real dos Bragança, na Igreja de São Vicente de Fora. O funeral teve honras de Estado e foi visto por grande parte do povo de Lisboa. ]FONTES & VER+EM:
[ Olhão comemora este ano o 200º aniversário da famosa revolta contra os invasores franceses e a consequente partida do Caique Bom Sucesso para o Brasil com a missão de avisar a Família Real Portuguesa. Esta viagem vai ser vivida novamente por um grupo de pescadores olhanenses, inserida nas comemorações oficiais organizadas pela Câmara Municipal de Olhão. 200 anos depois, a história vai ser revivida intensamente! A autarquia decidiu apostar fortemente nas comerações do 200º aniversário do concelho, que se comemora ao longo de 2008. Foi em 16 de Junho de 1808 que um grupo de olhanenses fez frente às tropas napoleónicas, dando assim inicio à libertação do nosso país do jugo das tropas napoleónicas. Para dar a boa nova ao Rei de Portugal, D. João VI, exilado no Brasil, de que os opressores franceses tinham sido derrotados, um grupo de audazes pescadores de Olhão fizeram-se ao mar numa tipica embarcação de pesca, baptizada com o nome «Bom Sucesso». A viagem será feita por um grupo de pescadores olhanenses, a bordo de uma réplica do Caíque Bom Sucesso. Esta réplica foi mandada construir pela autarquia em 2002 com o objectivo de manter viva a história e a identidade de Olhão. Actualmente, os muitos turistas que visitam a cidade, realizam passeios pelo Parque Natural da Ria Formosa a bordo desta tipica embarcação de pesca. Pensar Real~Pensar Portugal, orgulha-se da iniciativa levada a cabo pela autarquia de Olhão e da ousadia dos pescadores Portugueses no Passado e da evocação Presente: Projectando as estórias da nossa História para o Futuro! ] FONTES & VER+EM:
[ Viagem comemorativa do bicentenário da chegada do primeiro correio marítimo ao Brasil, será realizada pelo Elos Clube de Olhão em percurso turístico pelo Brasil. O Elos Clube de Olhão, em parceria com o Elos Clube do Rio de Janeiro, organiza uma viagem comemorativa cultural ao Rio de Janeiro, de 19 a 26 de Setembro, atendendo ao facto do caíque Bom Sucesso ter aportado ao Brasil no dia 22 de Setembro de 1808. A iniciativa está integrada nas comemorações do bicentenário da expulsão das tropas napoleónicas do País na sequência da 1ª Invasão Francesa que afectou o Algarve. O caíque Bom Sucesso, o primeiro correio marítimo, partiu de Olhão com destino ao Rio de Janeiro para comunicar à Família Real Portuguesa a expulsão do invasor francês. Além do percurso turístico e cultural, a comitiva portuguesa do Elos Clube de Olhão vai ser recebida no Rio de Janeiro pelo Elos Clube do Rio de Janeiro, o Embaixador de Portugal e o Perfeito da cidade, com o apoio de toda a comunidade portuguesa do Brasil. Pensar Real~Pensar Portugal, destaca a actual notícia publicada nos Media, cujo conteúdo evoca a importância dos factos Históricos realizados pelos Portugueses no Passado, projectando para a agenda da actualidade: A divulgação da História de Portugal e da Família Real Portuguesa.]FONTES & VER+EM:
[ Mais de 80 expositores participam este ano na Feira do Artesanato de Moura (Beja) que começa dia 11 de Setembro, para promover: apicultura, doçaria confeccionada com mel e gastronomia. A 28ª edição do certame, organizada pelo município, vai decorrer até domingo, no Parque de Feiras e Exposições de Moura, em simultâneo com a Feira de Setembro, que este ano comemora 706 anos. A feira pretende "promover o artesanato tradicional do concelho de Moura e de outras regiões do país" e "permitir aos artesãos oportunidades de mostrarem os seus trabalhos e de fazerem negócios", explicou hoje à agência Lusa o vereador da Câmara Municipal de Moura, Santiago Macias. Além da promoção do artesanato tradicional, com artesãos a transformar ao vivo o ferro, a madeira e as fibras vegetais e animais em objectos úteis e peças decorativas, a feira aposta também na apicultura.Trata-se de uma actividade que "tem vindo a crescer no concelho nos últimos anos, sobretudo ao nível de novos produtores", frisou o autarca, acrescentando que o mel produzido na região é de "excelente qualidade". Neste sentido, o certame promove, sábado, o XV Concurso de Méis da Região de Moura, durante o qual um júri irá apreciar 54 amostras de mel, 30 da variedade Rosmaninho e 24 de Multi-Floral, de 33 produtores de Moura e dos concelhos vizinhos de Mourão, Portel e Serpa. Um concurso de doçaria confeccionada com mel, no qual vão estar em prova doces conventuais, como os tradicionais pudim e bolo de mel. Para promover a gastronomia típica, além do lançamento de uma brochura promocional dos mais de 20 restaurantes do concelho de Moura, a feira promove ainda, sexta-feira e sábado, um concurso de petiscos. Um júri irá apreciar, em cada uma das tasquinhas, os vários petiscos tradicionais, como a orelha de porco de coentrada, o caldo de cação ou as migas. Os concertos e uma Corrida de Toiros à Antiga Portuguesa, comemorativa do centenário da Praça prometem animar as noites da feira. Pensar Real~Pensar Portugal, salienta a importância da promoção e defesa dos costumes nacionais, como estratégia de vanguarda e de desenvolvimento da imagem de marca de produtos genuínamente Portugueses, tendo como objectivo: o mercado internacional.]Fontes & Ver+EM: http://www.feirasdemoura.pt/Index.htmhttp://tudoben.com/index.html
[ A editora discográfica portuguesa Clean Feed, dedicada ao jazz, realiza este mês em Nova Iorque, Estados Unidos, um festival para divulgar o seu catálogo e "mostrar um pouco da cultura portuguesa e levar um bocadinho de Portugal", disse Pedro Costa, da etiqueta, à agência Lusa. Criada em 2001, a Clean Feed foi eleita em 2007 pela publicação All About Jazz uma das cinco melhores editoras de jazz em todo o mundo. Depois de Nova Iorque, a editora portuguesa irá realizar um evento semelhante, intitulado "Noite Clean Feed", a 25 de Novembro em Barcelona e no dia seguinte em Madrid. Em 2009, segundo Pedro Costa, a editora presende expandir-se com um outro festival em Estocolmo e em Bruxelas. Além dos concertos, a Clean Feed terá à venda discos do seu catálogo e em cada noite haverá mostras de vinho do Porto e de queijos. De 19 e 24 de Setembro, a Clean Feed ocupará o Living Theatre, uma mudança de espaço em relação às duas edições anteriores, em que o Clean Feed Festival decorreu em clubes de jazz, com capacidade reduzida. Actualmente são onze as "Denominações de Origem Protegida" (DOP) e uma "Indicação Geográfica" (IG), sendo: queijo de Azeitão, queijo da Beira Baixa, queijo de Cabra Transmontano, queijo Serra da Estrela, queijo de Évora, queijo de Nisa, queijo do Pico, queijo Rabaçal, queijo Serpa, queijo de S. Jorge e queijo Terrincho. Portugal é um País de bons pastos e a pastorícia sempre esteve presente, quer como modo de subsistência, quer como actividade tradicional importante. É claro que em terras de rebanho, o queijo é rei. Portugal é um país produtor de queijos de excelência, tanto de vaca como de ovelha ou cabra ou até de mistura, uma consequência de ter o território pejado de bons pastos. Pensar Real~Pensar Portugal, confere às novas estratégias de fusão da Cultura Portuguesa, um meio eficaz para a divulgação da Tradição Nacional.]FONTES & VER+EM:
[ O Brasil de D. João (1808-1822) — 200 Anos da Chegada da Família Real Portuguesa, é uma exposição inédita no Brasil, aberta ao público na Ala das Águas do Parque D. Pedro Shopping, que reúne mais de 200 desenhos, pinturas e gravuras reproduzidos de originais de museus do Rio de Janeiro e de São Paulo. As imagens em vinil transparente, formam uma instalação cenográfica com 200 metros quadrados e 5 metros de altura, que lembra um “castelo de cristal”, com colunas e cúpulas. O espectador tem de literalmente entrar no cenário para acompanhar os 13 anos da Corte Portuguesa no Brasil e conhecer como era a paisagem natural e urbana e o povo brasileiro no início do século 19, após 300 anos de colonização. São imagens que retratam o País encontrado pelo Príncipe Regente e futuro Rei D. João VI e sua mulher, Carlota Joaquina, e mais 15 mil pessoas que vieram de Portugal fugidas das invasões napoleônicas na Europa. Foram 53 dias atravessando o Oceano Atlântico rumo a um país que só era conhecido por meio de relatos de viajantes e naturalistas em expedições científicas. Ao desembarcarem no Rio de Janeiro, em Março de 1808, encontraram um país dividido, que ainda não tinha desenvolvida a idéia de nação, e com uma população analfabeta e sem qualquer acesso à alta cultura. A fixação da Família Real Portuguesa na capital fluminense trouxe desenvolvimento para a cultura e o comércio, com a abertura dos portos às nações amigas, a vinda de missões artísticas e científicas, a instalação da biblioteca portuguesa, a fundação da imprensa. Pensar Real~Pensar Portugal, segue atentamente as Comemorações da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, tendo como objectivo destacar os eventos mais significativos.]FONTES & VER+EM:http://www.cosmo.com.br/noticia/6546/2008-09-02/mostra-brasil-de-d-joao-e-aberta-hoje-em-campinas.html
[ O escritor angolano José Eduardo Agualusa é o convidado de honra do eurodeputado José Ribeiro e Castro no debate que este organiza, nesta semana, no Parlamento Europeu, em Bruxelas, sob o título "África, Brasil e a Língua Portuguesa". A sessão, marcada para 11 de Setembro, insere-se no contexto da Semana Africana que o Parlamento Europeu realiza entre 8 e 12 de Setembro, em Bruxelas e conta com o patrocínio do grupo PPE/DE. Ribeiro e Castro que contribuiu para introduzir no debate das instituições europeias sobre o multilinguismo o conceito de Línguas Europeias Globais, de que o português é a terceira em número de falantes a nível mundial, à frente do francês. O deputado democrata-cristão tem defendido persistentemente o conceito "o Português, língua da Europa", procurando salvaguardar e valorizar, no quadro da União Europeia, o estatuto da língua portuguesa enquanto língua de comunicação universal. "A estratégia europeia no multilinguismo", abriram novas portas nessa direcção, decorrendo, nesta altura, um diálogo político com a Comissão Europeia, que procura alcançar o reconhecimento expresso da mais-valia específica das Línguas Europeias Globais, entre as quais o português. O debate visa aprofundar esse conhecimento no quadro das instituições europeias, pondo em evidência as virtualidades próprias da Língua Portuguesa enquanto língua comum partilhada com o Brasil e vários países de África. Participam como oradores convidados: José Agua Lusa, Eddy Stols, professor catedrático da Universidade de Lovaina, e Harrie Lemmens, tradutor profissional. O professor Eddy Stols é um apaixonado da cultura luso-brasileira e um profundo conhecedor dos seus traços, enquanto Harrie Lemmens tem divulgado autores de língua portuguesa nos espaços flamengo e holandês.]FONTES & VER+EM:http://www.expressodasilhas.cv/noticias/detail/id/5289/http://respublicaeuropeia.wordpress.com/2006/11/15/parlamento-europeu-apoia-politica-de-multilinguismo/
[ O presidente da Fundação das Casas de Fronteira e Alorna em Lisboa, Fernando Mascarenhas, defendeu uma maior aproximação entre o Brasil e Portugal e criticou a falta de uma editora comum a ambos os países.“É muito difícil dizer o que falta para a maior aproximação. Acho que falta sem dúvida uma grande editora brasileira ou portuguesa que funcionasse simultaneamente nos dois países. Isso parece-me fundamental”, disse à Agência Lusa. Apesar de admitir que há um movimento de grande interesse de Portugal pelas coisas do Brasil, Fernando Mascarenhas aponta como um problema a edição e considera "inacreditável que os livros brasileiros tenham de ser traduzidos para português de Portugal e os livros portugueses para o português do Brasil". "Isso não se justifica - argumenta - porque a língua é a mesma. Há palavras de autores brasileiros que são difíceis de entender, como há autores portugueses que usam palavras difíceis para um brasileiro entender”. Quanto ao mercado editorial, questiona: “Portugal e o Brasil estranhamente parece que estão quase a viver de costas um para o outro. É um pouco estranho porque estamos a falar a mesma língua”. Do ponto de vista cultural e “livreiro”, observa, “a relação que existe entre a Espanha e os países da América Latina é muito mais forte do que entre Portugal e o Brasil”. Por sua vez, António Gomes da Costa, presidente do Real Gabinete Português de Leitura, localizado no Rio de Janeiro, afirma que os altos custos impostos ao mercado editorial dificultam o intercâmbio de livros de autores lusos e brasileiros. Na sua opinião, uma das formas de aproximar os dois públicos leitores é através de eventos promovidos por instituições luso-brasileiras que objetivam a difusão da lusofonia. ]
FONTES & VER+EM: