quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Internacionalizar o Alentejo:Património Histórico e Cultural, no eixo Turístico.

[ O Alentejo, a maior província de Portugal que ocupa aproximadamente 1/3 da Lusitânia, estendendo-se do Tejo até ao Algarve, foi um eixo importante e estratégico na História dos Reais Fundadores de Portugal. Como estratégia de promoção e desenvolvimento, o alentejo, pretende tomar medidas, que visam a internacionalização do seu Património Histórico e Cultural. Inserido no desenvolvimento urbano e no regulamento Política das Cidades, até a próxima sexta feira, decorre no Alentejo, a aprovação das candidaturas, para co-financiamento através do Programa Operacional Regional do Alentejo (INAlentejo). São sete os municípios do Baixo Alentejo que querem projectar a nível nacional e internacional os seus aglomerados urbanos e atrair turistas, através de uma rede que prevê requalificar património e organizar eventos culturais, num investimento de 7,5 milhões de euros. As câmaras municipais de Aljustrel, Almodôvar, Beja, Castro Verde, Mértola, Moura e Serpa, através do Pacto para a Competitividade e Inovação Urbanas, assinado ontem, em Beja, criaram a Rede Urbana para o Património. A rede "resulta da vontade dos municípios trabalharem em conjunto para desenvolver projectos de requalificação e promoção do património para dinamizar o turismo" no território abrangido pelos concelhos parceiros, explicou à agência Lusa João Margalha, coordenador da candidatura do programa estratégico da rede. Através dos projectos da rede, continuou, os municípios querem "projectar os seus aglomerados urbanos a nível nacional e internacional, apostando nas potencialidades turísticas associadas ao património histórico e cultural". No investimento previsto, prevê-se aplicar uma verba cerca de 1,9 milhões de euros, no eixo Rede de Museus e Espaços Museológicos, que irá desenvolver projectos de requalificação e de gestão integrada de património. Entre as "ideias de projecto" deste eixo, que será da responsabilidade da Câmara de Castro Verde, inclui-se a requalificação do Museu Regional de Beja. A criação de um espaço virtual sobre a história de Beja e do Baixo Alentejo, a construção de um centro de joalharia em Moura, diversas acções de promoção do território, com a organização de eventos culturais e exposições itinerantes, são outras das "ideias de projectos" previstas. Pensar Real~Pensar Portugal, destaca a importância do Património Histórico do Alentejo, que desde o Rei D. João II, com o tratado de Alcaçovas, em 1479, dividiu o mundo entre Portugal e Espanha; aos grandes marinheiros que do Alentejo se lançaram com sucesso na epopeia dos Descobrimentos Portugueses; ao Palácio Ducal, residência de caça e de férias dos últimos Reis de Portugal, fazem do Alentejo um Museu vivo: à pretendida dinamização turística e cultural da região.]
FONTES & VER+EM:
http://www.pnetliteratura.pt/noticia.asp?id=1216

Ofertas a Reis: Portugal no Leilão de Paris.

[ Diversos objectos oferecidos aos Reis de França e seus descendentes, nomeadamente por Portugal, e que incluem mobiliário e jóias, foram ontem a leilão, em Paris, juntando monárquicos nostálgicos e curiosos. No leilão, promovido pela casa Christie's, estavam à venda 483 lotes, designadamente peças de mobiliário, quadros, objectos de arte e jóias provenientes do solar e do apartamento habitados por Henrique de França (1908-1999) e a sua mulher, Isabelle de Orleães (1911-2003), condes de Paris. Chantal D'Orleães, filha do casal, explicou que "não foi possível dividir" todos os objectos pelos dez herdeiros da família, acrescentando que "as ofertas devem fazer parte dos museus ou serem para os coleccionadores". Uma toalha bordada com flores de lis, avaliada entre 300 a 500 euros, foi vendida por 12.500 euros, enquanto um serviço de mesa em porcelana com as armas de França, estimado entre 800 e 1.200 euros, foi arrematado por 26.900 euros. Já as lunetas de Luís Filipe, Rei de França, foram compradas por seis mil euros e a pluma com que assinou a sua resignação ao trono, em 1848, por 14.300 euros. Muitos outros artigos foram também licitados - um vaso de porcelana chinesa, um esboço assinado pelo pintor Winterhalter e ofertas do Rei Luís XVI, da Rainha Maria Antonieta e do Delfim, durante o seu cativeiro - oriundos de Portugal, Reino Unido, Japão, Portugal e Médio-Oriente. ]
FONTES & VER+EM:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1029021
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_reis_de_Fran%C3%A7a

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Portugal e Namíbia: Nau Portuguesa do Século XVI reune Imprensa em Lisboa [17 Outubro]

[ Portugal irá receber brevemente a visita do chefe da diplomacia da Namíbia, Marco Hausiku, e um dos temas da sua deslocação será o achado arqueológico subaquático de uma Nau Portuguesa do Século XVI, disse a Lusa no passado dia 10 de Outubro, a Secretária de Estado da Cultura Portuguesa, Paula Fernandes dos Santos. Terminado os trabalhos de resgate dos destroços da Nau Portuguesa naufragada ao largo da Namíbia, as informações recolhidas acerca do espólio e da sua importância histórica irão ser comunicadas em conferência de imprensa, agendada para o Palácio Nacional de Ajuda, no próximo dia 17 Outubro. A Namíbia não ratificou a Convenção Sobre a Protecção do Património Cultural Subaquático, pelo que o espólio encontrado pertence na totalidade àquele país. Questionada se o espólio poderá vir a ser exposto em Portugal, a secretária de Estado da Cultura, na mesma entrevista, preferiu não especular sobre o assunto. "Não vamos especular sobre isso nem dizer coisas que possam não ser oportunas relativamente a isso. Pensamos que provavelmente haverá condições para que isso possa vir a ser feito, mas não discutimos formalmente com as autoridades namibianas", salientou. Os destroços da Nau Portuguesa do século XVI foram descobertos em Abril deste ano, durante uma prospecção de diamantes pelo consórcio NAMDEB, formado pelo governo da Namíbia e pela diamantífera sul-africana De Beers. O espólio encontrado nos destroços da Nau inclui: 2.300 peças de ouro pesando cerca de 21 quilogramas; 1,5 quilogramas de moedas de prata num valor de mais de 100 milhões de dólares; objectos de ouro; prata; cobre; marfim; astrolábios; instrumentos de navegação quinhentistas; canhões e respectivas balas. Na equipa de arqueólogos subaquáticos, integraram as operações de resgate, os portugueses Francisco Alves e Miguel Aleluia, a convite do governo namibiano para a participação do estado português, nos trabalhos de salvamento da Nau Portuguesa.]
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Portugal Monárquico em 2044: "O Último Navegador"- de Virgílio Castelo [16 Outubro]

[ O actor Virgílio Castelo estreia-se como escritor com "O último navegador", um romance que situa Portugal em 2044, vivendo uma Monarquia constitucional, com a capital, Lusitânia, situada entre a Beira Baixa e o Ribatejo. O livro "O último navegador", editado pela Esfera dos Livros, será apresentado dia 16 de Outubro, quinta-feira, ao final da tarde no Palácio da Independência, em Lisboa. Benjamim, o personagem do seu livro que vive apaixonado por um amor não correspondido, parte para uma viagem que não sabe para onde o leva. É alguém que navega para o futuro. Que sonha com um Portugal possível. Um país próspero e Monárquico em 2044, assente numa nova Lusitânia. "A minha convicção é que Portugal está à deriva desde que morreu D. João II [1482]. Isto é o que eu penso politicamente. D. Manuel I foi um grande Rei mas aproveitou aquilo que foi plantado por D. João II e desde essa altura que não temos um desígnio nacional. Temos andado a perder a identidade", disse em declarações à Lusa. O livro tem a seguinte sinopse: Um novo Portugal onde, depois de uma guerra civil sangrenta que vitimou milhares de portugueses, nasce uma monarquia moderna. Um país de prosperidade e crescimento, onde não há atrasos nas consultas médicas, onde a Justiça funciona, uma nação com uma nova e fascinante capital chamada Lusitânia, situada entre a Beira Baixa e o Ribatejo. É este o país de Benjamim, o último navegador. Benjamim é um homem amargurado e sem esperança. Sofreu toda a vida pelo amor de Mariana, assistiu impotente ao suicídio do seu irmão e foi acusado de um crime que não cometeu. É em Rosa, uma jovem psiquiatra, que procura um porto de abrigo para contar a sua terrível história. Rosa, a viver uma crise conjugal, vê o seu mundo virado do avesso. Este homem provoca-lhe sentimentos estranhos, fá-la duvidar da sua ciência e da razão. Leva-a a conhecer novos mundos.]
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Crise Mundial: Presidente da Causa Real vê "Um Bom exemplo no sistema Nacional!"

[ O Presidente da Causa Real e antigo presidente do BCP, Paulo Teixeira Pinto, em entrevista e análise, à actual Crise Financeira Mundial, editadas na imprensa nacional, no passado Domingo, mostrou-se convicto de que a banca portuguesa está imune à crise internacional, considerando mesmo que o sistema financeiro nacional é o segmento da economia com maior grau de sofisticação. No programa «Discurso Directo», uma parceria entre a «TSF» e o «Diário de Notícias», Paulo Teixeira Pinto considerou mesmo que o sistema financeiro nacional é um bom exemplo. «O sistema financeiro português é, certamente, de todos os segmentos da nossa economia, aquele que tem um maior grau de sofisticação e que melhor compara com os seus parceiros europeus ou mundiais em toda a escala», defendeu. O responsável disse ainda que «todos os rácios indicadores dos principais bancos do sistema financeiro português indiciam que não há nenhuma razão para preocupações, para além da conjuntura em si mesmo que envolve os mercados», realçou. O Presidente da Causa Real, Paulo Teixeira Pinto em declarações ao jornal informativo do canal televisivo SIC, defendeu a intervenção do Estado na crise, e fez questão de salientar que a economia tem os seus próprios ciclos. O ex-banqueiro e actual Presidente da Causa Real, Paulo Teixeira Pinto, fez ainda questão de deixar uma mensagem de confiança a todos os portugueses. ]
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Santuário de Fátima e o Papa João Paulo II: O Livro de "O Peregrino de Fátima" [13 Outubro]

[ Hoje, dia 13 de Outubro, data que inúmeros Peregrinos ocorrem ao Santuário de Fátima para a celebração das cerimónias relegiosas, vai ser lançado o livro " O Peregrino de Fátima", do jornalista Paulo Aido, na livraria Bertrand do Picoas Plaza, em Lisboa, pelas 19 Horas, com a apresentação a cargo do comentador Marcelo Rebelo de Sousa. Desde a tentativa de assassinato de que foi alvo em pleno Vaticano, na Praça de S. Pedro, no dia 13 de Maio de 1981, que o Papa João Paulo II ficou definitivamente ligado a Fátima. Visitou o Santuário por três ocasiões, a primeira das quais logo em 1982 para agradecer a Nossa Senhora de Fátima, e deixou profundas marcas nos portugueses. O livro "O Peregrino de Fátima", é um retrato "não oficial" do Papa João Paulo II durante as suas visitas a Portugal em 1982, 1991 e 2000. "É um trabalho jornalístico, mas também o trabalho de um crente. É uma homenagem e um reconhecimento por tudo aquilo que este Papa nos deu porque este é sem dúvida o nosso Papa", disse o autor em entrevista à agência Lusa. Para conseguir este "retrato muito íntimo e próximo" que pretendia, Paulo Aido usou como fontes para o seu livro os jornais da época e cerca de 30 entrevistas a pessoas que, de alguma forma, contactaram com o Papa - falecido em 2005 - durante as suas visitas ao país."O motorista que o conduziu, as hospedeiras que o serviram a bordo dos aviões, a irmã responsável pelo seu acolhimento em Fátima, alguns jornalistas que o acompanharam, padres, jovens, pessoas que estiveram com o Papa em momentos únicos e irrepetíveis", enumerou. Editado pela PrimeBooks, "O Peregrino de Fátima" é o terceiro livro do autor sobre assuntos religiosos, depois de "Em Nome do Pai" e "A Mensagem de Irmã Lúcia" e pretende recordar "passo a passo" cada uma das visitas de João Paulo II a Portugal. No prefácio, o Cardeal Saraiva Martins, até há pouco o Prefeito da Congregação da Causa dos Santos (no Vaticano), indica-o como um verdadeiro livro de cabeceira. ]

Portugal, Galiza e São Tomé e Príncipe: 28ºFestival de Gastronomia de Santarém.

[ O presidente da Câmara Municipal de Santarém, Moita Flores, participa hoje na apresentação da 28ª edição do Festival Nacional de Gastronomia, que decorre de 13 de Outubro a 02 de Novembro em Santarém. Moita Flores quer apostar na internacionalização do Festival Nacional de Gastronomia, o qual, no seu entender, deverá passar a ter a presença de países da União Europeia, num «cruzar de culturas», que é «potenciado com a política das regiões que a União Europeia está a desenvolver», disse em declarações à Lusa. A Casa do Campino, uma das catedrais da gastronomia portuguesa, abre as suas portas de 13 de Outubro a 2 de Novembro para acolher o Festival Nacional de Gastronomia de Santarém, o mais relevante do género a nível nacional e que será precedido do 4.º Congresso Nacional de Gastronomia (nos três primeiros dias do evento, de 13 a 15 de Outubro). O Congresso Nacional dos Profissionais de Cozinha introduz este ano a temática da pastelaria e conta com a presença de prestigiados chefes como: Sergi Arola, João Rodrigues, Franco Luise, Miguel Castro e Silva, Henrique Sá Pessoa, Nuno Mendes, António Nobre, José Júlio Vintém, António Marques, António Melgão, Maria João Almeida, Manuel Gonçalves da Silva, Ljubomkir Stanisic, António Marques, Ana Soeiro e o Projecto Fabrico Próprio, dedicado à pastelaria nacional. Pelos espaços da Casa do Campino vão passar os melhores gastrónomos e iguarias do país mas também de Espanha ou São Tomé. Cada dia é dedicado a uma região, destacando-se os dias temáticos: Ribatejo (dia 17 Outubro), Douro (21), Alentejo (23), Beira Litoral (24), Minho (25), Trás-os-Montes (26), Beira Interior (28), Região do Oeste (29), Serra da Estrela (31) e Açores (1 Novembro). Na gastronomia internacional, as atenções viram-se para a gastronomia da Galiza ou para iguarias de São Tomé e Príncipe. Destaque ainda para o Dia das Tasquinhas, a 20 e 27 de Outubro, sempre um dos eventos mais fortes do festival. O festival dedica um espaço à tradição portuguesa, com a mostra e venda de artesanato e inclui no seu programa: desfiles de campinos e várias actuações de grupos folclóricos. ]
FONTES & VER+EM:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=111360
http://lazer.publico.clix.pt/artigo.asp?id=213082
http://www.cm-santarem.pt/santarem/NoticiasEventos/Eventos/28+Festival+Nacional+de+Gastronomia.htm

sábado, 11 de outubro de 2008

Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota: Inauguração do Centro Histórico.

[ Realiza-se hoje, a inauguração oficial do Novo Centro de Interpretação da Batalha de Aljusbarrota (CIBA), que conta com a presença das instituições e entidades, mais emblemáticas da sociedade civil portuguesa, entre as quais, o grupo de reflexão Monárquica, Pensar Real~Pensar Portugal, foi convidado a integrar as cerimónias. O CIBA é considerado, como o centro expositivo, mais avançado tecnologicamente, em toda a Europa, em termos de descrição de uma relevante Batalha Medieval. O Campo de São Jorge com a construção do presente centro, tem como objectivo, vir a transformar-se num dos principais pontos de turismo cultural existentes em Portugal. A pesquiza histórica, os conteúdos expositivos, a abordagem à época, a apresentação multimedia de extrema qualidade - como é relatado o importante e decisivo momento da História de Portugal -, colocou o Centro nos cadernos dos Itinerários Históricos de interesse cultural: a nível internacional. O facto da Batalha de Aljubarrota se inserir na Guerra dos Cem Anos, e de ter implicado a participação da Inglaterra, da França, de Castela e de Portugal, contexto para o qual, foi preciso um arduo trabalho de recolha e de elevada pesquiza, até à apresentação final dos conteúdos históricos. O CIBA divide-se em quatro áreas principais, sendo a primeira a mais importante, pela sua área expositiva, que é constituída por três núcleos. O primeiro núcleo descreve o campo de batalha de Aljubarrota, nomeadamente através de um fosso construído pelo portugueses durante a Batalha, bem como a descrição da situação política e social existente na Europa no século XIV. O segundo núcleo apresenta um filme sobre a Batalha de Aljubarrota e as suas causas, utilizando as mais modernas técnicas de multimédia. O terceiro núcleo descreve os trabalhos arqueológicos realizados neste Campo, apresenta os ossos dos mortos desta Batalha, explicando o motivo da sua morte e expõe os relatos dos cronistas, apresentando os textos que escreveram para a descrição desta batalha. O Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, abre as portas ao público, no dia 12 de Outubro, no seguinte horário:
Horário de Inverno, de Outubro a Abril: das 10h às 17h30 - Última entrada às 17h. Horário de Verão, de Maio a Setembro: das 10h às 19h - Última entrada às 18h30m.]
INFORMAÇÔES VER+EM:
http://www.fundacao-aljubarrota.pt/aljubarrota.asp?id=54
VEJA A BATALHA NUM MINUTO:
http://www.fundacao-aljubarrota.pt/alj.htm