segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

USA: Novas medidas de segurança obriga à autorização de visto via Internet [Jan.09]

[ Pensar Real ~Pensar Portugal, divulga e dá destaque à notícia avançada pela imprensa, a todos os portugueses em geral e aos nossos leitores que nos seguem em todo o Mundo, que a partir de hoje, todos os portugueses que pretendam viajar para os Estados Unidos têm de pedir antecipadamente autorização via Internet. A medida foi imposta por Washington como forma de aumentar a segurança do Programa de Isenção de Vistos, do qual Portugal faz parte, com 34 outros países. A autorização, que terá que ser apresentada antes de se desembarcar de um avião ou de um barco em território norte-americano, deve ser solicitada de preferência até 72 horas antes da viagem através da página de Internet https://esta.cbp.dhs.gov. O novo sistema foi anunciado em Junho passado pelo ministro da Segurança Nacional norte-americano, Michael Chertoff, que divulgou então que os cidadãos dos cerca de 30 países que beneficiavam de um sistema de isenção de visto tinham, a partir de Janeiro de 2009, de pedir uma autorização prévia via Internet. A par de Portugal, França, Alemanha, Suíça, Grã-Bretanha, Bélgica, Espanha, Singapura, Nova Zelândia, Japão e Austrália são outros dos países abrangidos pela nova medida, que consta entre as recomendações da comissão do 11 de Setembro e que tem como objectivo tornar mais difícil a entrada nos Estados Unidos de potenciais terroristas.]
Autorização através do SITE:
https.//esta.cbp.dhs.gov
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sábado, 10 de janeiro de 2009

Capela Real: Enobrecida e enriquecida por artistas nacionais e estrangeiros [Imprensa]

[ Fundada pelo duque D. Jaime logo que deu corpo ao seu paço do Reguengo, começou por funcionar nela uma colegiada sob o orago de São Jerónimo, substituída, já no século XIX, com D. João VI, pela invocação de Nossa Senhora da Conceição, altura também em que este monarca instituiria a Ordem de Nossa Senhora da Conceição (6 de Fevereiro de 1818, dia da sua aclamação) que nesta igreja teria a sua sede, como cabeça também já era desde 1815 – e continuou até 1834 – do exemplo “nullius diocesis” um vez que os seus deões usavam o título de bispos (desde 1743) e os seus capelões o de cavaleiros-fidalgos. Foi esta capela restaurada e beneficiada no reinado de D. João V, que muito a enriqueceu e enobreceu. Podem admirar-se quadros dos pintores italianos Matteo Rosselli e Carlo Maratta e de artistas portugueses; na Sala dos Paramentos, além do Tríptico do Calvário, trabalhos de Maratta, de Domingos António de Sequeira e de anónimos oitocentistas. In Vila Viçosa – História, Arte e Tradição.
Pensar Real~Pensar Portugal, hoje dá destaque ao Paço Ducal de Vila Viçosa, considerado a primeira Casa Nobre de Portugal, e a quarta Casa mais Nobre da Peninsula Ibérica: construído pela Casa da Bragança. Este monumento mostra como Portugal nesta época tinha um monopólio de excelentes artistas portugueses, a quem os Reis faziam as suas encomendas e mandavam os artistas a Roma e a Itália para adquirirem uma maior experiência. O ambiente dos interiores do Palácio, representavam à época, uma cultura de vanguarda, transmitindo aos dias de hoje, a personalidade, as estratégias culturais e políticas dos Reis Portugueses e, especialmente neste caso: dos Duques de Bragança. O Rei D. Carlos chegou a dedicar parte do seu tempo à gestão do património do Paço Ducal, deslocando-se regularmente ao Alentejo. A título de exemplo, podemos referir que a última noite do Rei D. Carlos e do Príncipe Real D. Luís Filipe foi ali passada antes de embarcarem no comboio que os levaria a Lisboa no fatídico dia 1 de Fevereiro de 1908 - dia do regicídio-, onde no Terreiro do Paço foram assassinados, marcando para sempre: a História de Portugal.]
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Imprensa TSF: "Encontros com o Património" e o Palácio Ducal de Vila Viçosa [Hoje]

[ Hoje, pelas 12h10 a rádio TSF, no Programa "Encontros como Património", dedica um especial de informação sobre Monumentos do Alentejo, intitulado: à procura de Vila Viçosa! A visita debate contempla: O Palácio Ducal de Vila Viçosa, o castelo medieval, os conventos, as igrejas e o santuário de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal. No programa deste sábado, vamos ver de perto um dos mais belos monumentos do património nacional, o Paço Ducal de Vila Viçosa, onde viveu a primeira corte do renascimento português. Nesta visita, os convidados são: a arquitecta paisagista Aurora Carapinha, os historiadores de Arte Vítor Serrão e Miguel Soromenho, a conservadora do Museu da Casa de Bragança, Maria de Jesus Monge, e o jornalista Manuel Vilas-Boas. Encontros com o Património é o espaço na antena da TSF onde se fala de sítios com história, paisagens e pessoas, o passado e o presente. Pelo microfone do repórter Manuel Vilas-Boas, e pela conversa com diferentes especialistas, ficamos a conhecer Portugal na sua variedade de monumentos, locais, sítios muitas vezes escondidos. Encontros com o Património é uma parceria entre a TSF e o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), com o apoio do departamento de inventário, estudos e divulgação. Pensar Real~Pensar Portugal recomenda o programa que vai para o ar hoje, pelas 12h10, sobre o magnífico Património Real e Monumento erguido pela Casa de Bragança: O Paço Ducal de Vila Viçosa!
Nós vamos estar atentos!... Todos poderão participar na página Online enviando comentários ao programa em debate. ]
SITE ONLINE:
http://tsf.sapo.pt/Programas/programa.aspx?content_id=918070

Paço Ducal de Vila Viçosa: A magnífica Obra da Sereníssima Casa de Bragança

[ O Paço Ducal de Vila Viçosa, situado no Terreiro do Paço da vila alentejana do distrito de Évora, foi durante séculos a sede da sereníssima Casa de Bragança: Família nobre Portuguesa, fundada no século XV, que se tornou na Casa Reinante em Portugal, quando em 1 de Dezembro de 1640 o 8º Duque de Bragança foi aclamado Rei de Portugal (D.João IV). Vila Viçosa tornou-se sede do importante ducado de Bragança quando D.Fernando (1403-1461) sucedeu a seu pai, tornando-se o 2ºDuque de Bragança, em 1461. Foi o 4º Duque, D.Jaime, que mandou construir um palácio novo, no sítio chamado do Reguengo, ao que é hoje: o magnífico Palácio Ducal de Vila Viçosa. As obras, comandadas por D. Jaime, iniciaram-se em 1501, sendo dessa época o claustro e a zona da capela, bem como as actuais salas da Armaria. O Palácio recebe novas alterações através do 5º Duque, D.Teodósio I, nomeado Condestável do Reino, em 1535, que aproveitando a necessidade de ampliar o Palácio para as faustosas festas do matrimónio real, manda construir a imponente fachada do Palácio, revestida a mármore, ao gosto italiano, tal como hoje se pode admirar. O Palácio conheceu ainda várias obras e melhoramentos até 1640, data em que o Duque de Bragança foi feito Rei, levando grande parte do seu notável recheio para o Palácio da Ribeira, em Lisboa. Doravante, o Palácio seria apenas uma residência de caça e recreio para a família dos seus proprietários, agora senhores do trono de Portugal. D.João IV manteve porém a independência da Casa de Bragança relativamente à Coroa, destinando-a para morgadio do herdeiro do trono. No século XVIII, D.João V fez ainda alguns melhoramentos (capela, cozinha e pavilhão dos quartos novos), na sequência das suas visitas a Vila Viçosa, nomeadamente para a chamada troca das princesas (casamento do príncipe D.José com uma Infanta de Espanha e do Príncipe das Astúrias com a Infanta D.Maria Bárbara), ocorrida na fronteira do Caia, em 1729. Também D.Maria I fez ainda alguns melhoramentos, acrescentando o corpo das Salas de Jantar e dos Vidros. Finalmente, no final do século XIX, o velho Paço seria ainda objecto de algumas obras, fruto da predilecção que os Reis D.Carlos e D.Amélia tinham por ele. D.Carlos apreciava muito o Palácio calipolense, aqui passando largas temporadas, quando promovia com os seus amigos (raramente trouxe convidados oficiais a Vila Viçosa) grandes caçadas na extensa Tapada Ducal. Com efeito, foi neste Palácio que o Rei D.Carlos dormiu a sua última noite antes de ser assassinado, em 1 de Fevereiro de 1908 (conservando-se intactos desde então os seus aposentos). No último reinado, o paço de Vila Viçosa acolheu ainda a visita do Rei Afonso XIII de Espanha a D.Manuel II, em Fevereiro de 1909. ]
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Patriarcado de Lisboa Promove: Concerto de Ano Novo na Sé de Lisboa [10 Jan.]

[ O Patriarcado de Lisboa, em parceria com a editora Altus, especializada em música antiga religiosa, promove o Concerto de Ano Novo, no dia 10 de Janeiro, às 21h30, na Sé Patriarcal de Lisboa. A primeira audição moderna do moteto "In dedicatione templi", de Francisco António de Almeida, preenche parte do programa do concerto de Ano Novo do Patriarcado, a realizar sábado na Sé de Lisboa. Além do moteto deste compositor português que viveu durante o reinado de D. João V serão ouvidas peças de Johann Sebastian Bach. O organista João Vaz disse ter escolhido Bach, por o concerto se realizar na Sé e o órgão do templo "corresponder melhor" à música do compositor germânico. Os concertos de Ano Novo realizam-se desde há cinco anos na igreja de S. Vicente de Fora, mas obras em curso nesta obrigaram a transferir o deste ano para a Sé, o que acontece pela primeira vez. Além de João Vaz participa no concerto a Capella Patriarchal, por si dirigida, e que é constituída por Mónica Santos e Susana Duarte (sopranos, Carolina Figueiredo (contralto), João Rodrigues (tenor), Manuel Rebelo e Sérgio Silva (baixos) e a instrumentista Marta Vicente (contrabaixo). João Vaz tocará de Bach: "Prelúdio e fuga em Ré maior", (BWV 532), os prelúdios de coral "Meine Seele erhebt den Herren" (BWV 648), "Nun komm, der Heiden Heiland" (BWV 659), e "Das alte Jahr vergangen ist" (BWV 614), e ainda "Pastoral" (BWV 590) e a fuga "Sopra il Magnificat" (BWV 733). Do compositor português Francisco António de Almeida, "que foi um dos que estudaram em Itália a mando de D. João V, no âmbito de uma política de italianização da música nacional", serão tocados: os motetos "O quam suavis est Domine", e "Justus ut palma". Além destas peças, de Francisco António Almeida será igualmente interpretado "Siquaeris miracula". Depois de ter estudado em Roma (1720/1726), onde estreou, entre outras, a oratória "La Giuditta", Francisco António Almeida apresentou nos Paços da Ribeira, em Lisboa, no Carnaval de 1733, a ópera "La Pazienza di Sócrate", tendo sido a primeira ópera em estilo italiano cantada em Portugal. Compôs inúmeras obras de carácter religioso, algumas das quais se perderam no terramoto de 1755, data em que morreu. Algumas dessas obras, explicou João Vaz, Francisco António de Almeida compô-las especificamente para o espaço da Sé. Assistirá ao concerto o cardeal patriarca de Lisboa, D. José Policarpo. Pensar Real Pensar Portugal, deixa aqui a todos interessados, este excelente programa cultural que a Sé de Lisboa apresenta amanhã, sábado. ]
FONTES & VER+EM:

"La Giuditta": Do Compositor e Músico Português Francisco António de Almeida

Inverno de 1954:Imagens de Lisboa

Lusofonia:Braga recebe o X Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais[4 a 7 Fev]

[ O debate sobre as desigualdades sociais no espaço lusófono vai reunir mais de 1500 investigadores no X Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais, organizado pela Universidade do Minho, que vai se realizar de 4 a 7 de Fevereiro em Braga, no Campus de Gualtar. Segundo o sociólogo Manuel Carlos Silva, o tema suscita "uma questão central sobre as diversas formas de desigualdade e exclusão social". "As diversas formas de desigualdade e de exclusão social têm uma longa tradição na Filosofia, nas várias Ciências Sociais, na Antropologia, História, Sociologia, e outras Ciências Sociais", afirmou em declarações à Lusa. "O Congresso não está exclusivamente centrado nas instituições universitárias ou em centros de investigação. Também apela, de certo modo, à participação dos diversos agentes políticos, religiosos, movimentos sociais, comunidades locais, regionais", acrescentou. Para a X edição do Congresso, que se realiza de dois em dois anos, estão inscritos mais de milhar e meio de investigadores lusófonos, provenientes dos oito Estados de língua oficial portugesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Os debates e as comunicações que serão apresentadas ao longo dos quatro dias de trabalhos "apresentarão diagnósticos e propostas no sentido de diluir o fosso das desigualdades e do desenvolvimento desigual, de forma a minorar os problemas que existem a nível da pobreza, da exclusão social no mundo e em particular, no espaço lusófono", acrescentou. As inscrições podem ser realizadas até dia 15 de Janeiro através da página oficial do Congresso.
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Política Cultural: Ministro da Cultura e o Património Histórico em risco de queda

[ O Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) pediu hoje explicações ao Ministério da Cultura sobre o que vai fazer para resolver o problema das muralhas do Castelo de Abrantes, em risco de queda desde Outubro. A questão baseia-se em saber quais as medidas que vão ser tomadas pelo governo para preservar as muralhas do castelo, um imóvel de interesse público. A Câmara de Abrantes revelou em Dezembro que foi descoberta uma fissura numa das muralhas do castelo e que "está em risco iminente de queda". Segundo a vereadora da Cultura, Isilda Jana (PS), o problema foi detectado pelo arqueólogo municipal "há cerca de dois meses", tendo a autarquia comunicado a situação ao Ministério da Cultura solicitando que fossem tomadas "medidas adequadas com carácter de urgência". "A Direcção Regional de Cultura (DRC) enviou de imediato um técnico que confirmou a gravidade da questão e a necessidade de uma intervenção célere, atendendo que a fissura está a alargar bastante e que estamos em plena época de Inverno", explicou a vereadora. Classificado como monumento nacional, o Castelo de Abrantes "não se encontra sobre a alçada da autarquia nem de nenhum organismo em particular, estando nas mãos do Estado a resolução técnica e financeira do problema", afirmou a vereadora. "O problema é que a muralha vai mesmo cair, se não houver uma intervenção rápida, pelo que a autarquia acordou com a DRC dividir as despesas de investimento inicial, que se cifram em 80 mil euros", referiu a vereadora. O grupo de reflexão Monárquica Pensar Real~Pensar Portugal, lamenta que o Castelo de Abrantes - Património Real- que ao longo da História de Portugal, teve sempre a intervenção sucessiva dos Reis de Portugal na preservação arquitectónica dos monumentos, se encontre hoje: ao sabor do vento! ]
FONTES &VER+EM:

http://www.pnetliteratura.pt/noticia.asp?id=3277

Castelo de Abrantes: Do Rei D. Afonso Henriques ao Séc XXI-Itinerário Histórico

[ O Castelo de Abrantes, também denominado Fortaleza de Abrantes, localiza-se no concelho de Abrantes, distrito de Santarém, em Portugal. À época da Reconquista cristã da península Ibérica, em 1118 ou 1148, a povoação foi conquistada aos mouros pelas forças de D. Afonso Henriques (1112-1185), que lhe determinou a reconstrução das defesas. As necessidades de defesa da chamada Linha do Tejo, valorizaram-lhe o sítio, num período em que os Templários dotavam o médio curso do rio de uma impressionante linha defensiva, na qual se inscreveu. Resistiu, desse modo, ao assédio das forças Almóadas sob o comando de Abem Jacob, as quais tiveram que se retirar sofrendo pesadas baixas. Em recompensa por esse feito heróico, recebeu do soberano a sua Carta de Foral (1179). Sob o reinado de D. Sancho I (1185-1211), um novo cerco Almoáda sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur, repetiu-se em 1191, época em que foram perdidas todas as conquistas cristãs nos territórios ao sul do rio Tejo, à excepção da cidade de Évora. Posteriormente, D. Afonso III (1248-1279) conferiu-lhe importantes melhoramentos na defesa, iniciados em 1250 e concluídos entre 1300 e 1303, já no reinado de D. Dinis (1279-1325), com destaque para a torre de Menagem e a ampliação das muralhas. Este monarca doou a vila a sua esposa, D. Isabel de Aragão, passando, a partir de então, a integrar o Património das Rainhas de Portugal. À época da crise de 1383-1385 alinhou-se ao lado das forças do Mestre de Avis, rezando a tradição que foi neste castelo que se tomou a decisão de dar combate às tropas de Castela em Aljubarrota. Sob o reinado de D. Manuel (1495-1521), a povoação recebeu o Foral Novo (1510). Na segunda metade do século XVI, o Castelo de Abrantes entrou em decadência, particularmente durante a Dinastia Filipina. No contexto da guerra da Restauração da Independência portuguesa, no último quartel do século XVII, D. Pedro II (1667-1706) determinou a sua reedificação, transformando a povoação e seu castelo medieval em uma moderna praça-forte abaluartada (Praça-forte de Abrantes), ao estilo Vauban. Para esse fim as muralhas medievais foram rebaixadas e reforçadas, tendo-lhes sido adossados dois meio-baluartes (1704). À época era reputada como "a chave da Província da Estremadura". No século XVIII, as instalações do castelo foram adaptadas para o uso como quartel, passando a aquartelar um regimento da Cavalaria Real. Posteriormente, entre 1792 e 1799, essas instalações foram ampliadas e ocupadas pela legião comandada pelo marquês de Alorna. No início do século XIX, quando da Guerra Peninsular, a vila suportou, em duas ocasiões, a passagem das tropas napoleônicas. No século XX o conjunto foi classificado como Imóvel de Interesse Público.]
FONTES &VER+EM: