terça-feira, 20 de janeiro de 2009

TV: " A Ilha de Dom Sebastião"

Portugal Telecom: Inscrições abertas para o Prémio Literatura 2009 [ Brasil~28 Fev ]

[ Pensar Real~Pensar Portugal divulga o comunicado emitido pela organização da edição 2009 do Prémio Portugal Telecom de Literatura, anuciando que estão abertas as inscrições até 28 de Fevereiro. O prémio distinguirá romances, contos, poesias, crónicas, dramaturgias e autobiografias, escritos originalmente em língua portuguesa, com primeira edição no Brasil, entre 01 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2008. Podem participar igualmente obras com primeira edição no estrangeiro, entre 01 de Janeiro de 2005 e 31 de Dezembro de 2008, desde que tenham a primeira edição no Brasil em 2008. A organização do prémio é formada por especialistas em literaturas portuguesa, africana e brasileira, e coordenada pela consultora literária da Portugal Telecom. O prémio será realizado em três etapas, ao longo do ano, com a divulgação dos três vencedores em Outubro de 2009, salientaram os organizadores num comunicado. Os vencedores receberão prémios de 100.000 reais (33.333 euros), 35.000 reais (11.667 euros) e 15.000 reais (5.000 euros), respectivamente, primeiro, segundo e terceiro classificados. No ano passado, o escritor brasileiro Cristóvão Tezza foi o vencedor do Prémio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa, com o romance "O Filho Eterno", entre 396 obras inscritas. Os escritores António Lobo Antunes, com o romance "Eu hei-de amar uma pedra", e Bernardo Carvalho, autor de "O Sol se põe em São Paulo", receberam o segundo e o terceiro prémios, respectivamente. ]
FONTES &VER+EM:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1074359

FIPA: Três documentários Portugueses no Festival Internacional de Biarritz [20,25 Jan]

[ Portugal vai estar presente no FIPA - Festival Internacional de Programas Audiovisuais, que começa na terça-feira em Biarritz, França. com a exibição de três documentários portugueses realizados por Fernando Lopes, Joana Cunha Ferreira e Fernando Lopes. De Fernando Lopes será mostrado no festival, sábado, fora de competição, "O meu amigo Mike, ao trabalho", um documentário em que o realizador acompanha a criação de uma obra de arte pelo amigo e artista plástico Michael Biberstein. Além de "O meu amigo Mike ao trabalho", que se estreou no DocLisboa 2008, no FIPA serão ainda exibidos, no âmbito do mercado de profissionais FIPATEL, os documentários "Coração Independente", de Joana Cunha Ferreira, e "Fernando Lopes, provavelmente", de João Lopes. Em "Coração Independente", Joana Cunha Ferreira mostra como acompanhou o desenvolvimento dos trabalhos da artista plástica Joana Vasconcelos entre Maio e Outubro de 2007, incluindo ainda imagens da exposição antológica que se realizou na New Art Gallery, em Walsall, Inglaterra. Os três filmes seleccionados para Biarritz têm co-produção da Midas Filmes. Pensar Real~Pensar Portugal, atribui à participação dos artistas Portugueses nos festivais internacionais de cinema, a significativa representação de novos valores na cultura portuguesa que chegam ao grande público, através de documentários realizados sobre o trabalho de artistas plásticos. A salientar que o nosso grupo já patrocinou o documentário da exposição "Tiqqun- A Libertação do Pecado" de Maria Sobral Mendonça realizado pelo cineasta Lauro António e, que foi exibido no Festival Internacional de Sarajevo, em 2008.]
FONTES &VER+EM:
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=383343&visual=26&rss=0
http://lauroantonioapresenta.blogspot.com/search/label/festivais
SITE OFICIAL FIPA:
http://www.fipa.tm.fr/en/festival/index.htm

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Prémio Luso-Espanhol:Fundação Hispano-Portuguesa Rei Afonso Henriques [21 Jan]

[ Perfecto Cuadrado Fernández, professor catedrático de Filologia Portuguesa e Galega e doutor em Filologia Hispânica, receberá quarta-feira em Zamora o II Prémio Luso-Espanhol de Arte e Cultura, atribuído pelos Ministérios da Cultura Português e Espanhol. Perfecto Cuadrado (Zamora, 1949) é Professor Catedrático de Filologia Galega e Portuguesa da Universidade das Ilhas Baleares. Investigador, ensaísta, crítico e tradutor, tem organizado diversas antologias de poesia Portuguesa, tendo sido distinguido com o Prémio de Tradução Giovanni Pontiero, em 2004. É Coordenador do Centro de Estudos do Surrealismo da Fundação Cupertino de Miranda. A cerimónia onde Perfecto Cuadrado será galardoado irá realizar-se na Fundação Hispano-Portuguesa Rei Afonso Henriques e incluirá um recital de Fados a cargo de Camané, indicaram hoje fontes ministeriais citadas pela agência Efe. O galardão, no valor de 75 mil euros, foi-lhe atribuído pelo seu contributo para reforçar os laços culturais entre Espanha e Portugal. Perfecto Cuadrado é especialista em Surrealismo e Modernismo Português, em Literatura Portuguesa dos séculos XVIII, XIX e XX e em estudos relacionados com o poeta Fernando Pessoa. Organizou e prefaciou uma antologia da poesia surrealista Portuguesa, intitulada "A Única Real Tradição Viva", publicada pela editora Assírio & Alvim em 1998. O júri do prémio, anunciado em Lisboa a 2 de Dezembro, foi presidido por Clara Janés Nadal e integrado pelos portugueses Clara Ferreira Alves, Manuel Graça Dias e José Adriano Carvalho e pelos espanhóis Carlos Hernández Pezzi e Ángeles González Sinde.]
FONTES &VER+EM:

http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=383175&visual=26&tema=5
Perfecto Cuadrado Fernández:
http://www.uib.es/depart/dfc/litecont/equipperfectocuadrado.html

Rei Afonso Henriques: Imagem de uma Fundação Hispano-Portuguesa [Zamora]

[ A Fundação Hispano-Portuguesa Rei Afonso Henriques é uma instituição privada com participação pública, criada no ano de 1994, que tem como objectivo principal contribuir para o desenvolvimento económico, social e cultural do Vale do Douro, em primeira instância, aprofundando as relações entre Espanha e Portugal e potenciando no fundo a cooperação transfronteiriça e inter-regional entre os dois países ibéricos. Um dos eixos de actuação de especial significado para a Fundação Rei Afonso Henriques é o cultural, onde desenvolve diferentes acções e projectos orientados para o contributo na divulgação da cultura e do património histórico-artístico das regiões fronteiriças e, em geral, de Espanha e Portugal. No âmbito empresarial, a finalidade da Fundação Rei Afonso Henriques é potenciar ao máximo o papel das empresas na sua área geográfica de influência e, neste sentido, a sua vocação é tornar-se um órgão de gestão de projectos empresariais que têm como finalidade promover e desenvolver contactos entre o sector empresarial espanhol e Português. Na área educativa, a Fundação organiza cursos e seminários, elaboração de publicações, realização de reuniões científicas, e outras iniciativas que visam a aproximação da realidade hispano-portuguesa. A sede da Fundação Rei Afonso Henriques, está localizada na cidade de Zamora. Foi nesta secular cidade, banhada pelo Douro e famosa pelo grande número de igrejas românicas que apresenta, que o Rei de Portugal, Afonso Henriques e o Rei Afonso VII de Castela e Leão, a 5 de Outubro de 1143, assinaram o tratado de paz, conhecido como “Tratado de Zamora” que marca a data da independência de Portugal. Também Viriato, “ O Lusitano”, faz parte da história da cidade sendo possível encontrarmos varias referências a este guerreiro nas ruas e praças da cidade, existindo mesmo uma praça com o seu nome. ]
FONTES &VER+EM:

Teatro: "História de Portugal em uma hora" e o Slogan da Juventude Monárquica de Lisboa

[ O Slogan da Juventude Monárquica de Lisboa, integrada na estratégia de comunicação do Grupo de Reflexão Monárquica Pensar Real~Pensar Portugal - "Descobrir Quem Fomos, Valorizar Quem Somos"-, cuja mensagem contempla o sentimento comum de todos os Portugueses sobre as nossas raízes, encontra nas palavras do autor Nuno Miguel Henriques, sobre a peça de teatro: "História de Portugal em uma hora", a sua reafirmação. É que na entrevista publicada no Jornal Público, o autor interroga-se e afirma que "Se nós não conhecermos as raízes do nosso país, as raízes da nossa história, como é que vamos conseguir compreender o presente e interpretar o futuro?" O objectivo destas co-produções dos dois grupos teatrais é "desmistificar a história do país, tornando-a acessível, cativante e interessante", indicam um comunicado dos organizadores da iniciativa.""Se é português, ou gosta de Portugal, tem de conhecer a nossa essência, tem de conhecer a nossa história", sublinha. "História de Portugal em uma Hora" é uma das peças que o Teatro Azul e o Teatro Oeste estão a apresentar pelo país como "uma aula viva", segundo afirma o autor."É uma lição, uma aula viva e uma aula de memória, para todas as idades", disse Nuno Miguel Henriques, de 34 anos. "História de Portugal em uma hora" estará em cena a 21 de Janeiro no Porto, no auditório do Colégio Luso-Francês, a 22 em Viseu, no Teatro Mirita Casimiro, a 26, 27 e 28 novamente no Porto, no Teatro de Paranhos, e a 30 em Gondomar, no âmbito de uma digressão que passará nos meses seguintes também por Lisboa, Coimbra e Faro, entre outras cidades. A peça "História de Portugal em uma hora" abrange "desde o tempo dos visigodos, bascos, suevos e lusitanos até à fundação da nacionalidade, com D. Afonso Henriques, após a Batalha de São Mamede", "as lutas com Castela, a reconquista cristã e o Rei D. Dinis como poeta português", segundo o texto. A morte de Inês de Castro, a Batalha de Aljubarrota, a conquista de Ceuta, a chegada de Vasco da Gama à Índia e o domínio filipino são outros momentos da história portuguesa abordados no espectáculo. Também a restauração da independência, o Marquês de Pombal, o terramoto de 1755, as invasões francesas, as lutas de poder entre os irmãos D. Miguel e D. Pedro, até à assinatura do Tratado de Lisboa e Cimeira Europa-África" ]
FONTES &VER+EM:
SITE OFICIAL:
http://www.teatro-azul.com/

sábado, 17 de janeiro de 2009

Fundação Inês de Castro:Teolinda Gersão recebe prémio literário em Coimbra[Hoje]

[ A escritora Teolinda Gersão é a vencedora do Prémio Literário Fundação Inês de Castro 2008, que é hoje anunciado em Coimbra, pela autoria do livro de contos "A mulher que prendeu a chuva" (Sextante). O presidente do júri e da fundação que instituiu o prémio, Aníbal Pinto de Castro, disse à Agência Lusa que na escolha de Teolinda Gersão pesou "a qualidade" do livro da escritora que, na sua opinião, "escreve muito bem e tem uma maneira de estruturar a narrativa muito nova". "Teolinda Gersão é uma figura que hoje se impõe na ficção romanesca portuguesa", afirmou o ensaísta e catedrático jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Com o valor de 5.000 euros, o "Prémio Literário visa distinguir uma obra sobre a temática do mito inesiano, podendo abarcar "temas tão abrangentes como a paixão, a vingança, a tragédia, a razão de Estado ou outros aspectos da representação histórico-cultural portuguesa". Natural de Coimbra, Teolinda Gersão é autora de vários livros de ficção, traduzidos em oito línguas, tendo sido galardoada com vários prémios. Estudou Germanística e Anglística nas Universidades de Coimbra, Tuebingen e Berlim, e ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada na Universidade Nova de Lisboa até 1995, altura em que passou a dedicar-se exclusivamente à literatura. Na mesma cerimónia que decorre hoje às 17 Horas, na Quinta das Lágrimas em Coimbra, é galardoado com o Tributo de Consagração 2008 o poeta António Osório, pela sua obra no todo, "que o tornou um dos nomes incontornáveis da literatura portuguesa contemporânea", refere uma nota da FIC. Licenciado em Direito, António Osório foi Bastonário da Ordem dos Advogados e iniciou a sua actividade poética em 1972, com a publicação de "A Raiz Afectuosa". Com livros publicados no Brasil, Espanha, França, Itália e Bélgica, António Osório é autor de obras como "Décima Aurora" (1982), "Adão, Eva e o Mais" (1984), a "Casa das Sementes" (2006) e "Vozes Íntimas" (2008). A Fundação Inês de Castro é destinada a perpetuar a História, a Lenda, o Mito e o culto de Inês de Castro, tendo inicialmente começado a reunir tudo o que sobre Inês de Castro se encontrava disponível ou acessível em leilões, alfarrabistas, galerias de arte, etc. Foi esse o primeiro acervo da Colecção Inesiana – propriedade do Advogado José Miguel Alarcão Júdice – que posteriormente tem sido enriquecido com outras doações e aquisições. Actualmente esse espólio, enquanto a Fundação Inês de Castro não possui instalações próprias, está instalado na Galeria Inês de Castro no Hotel Quinta das Lágrimas e pode ser visitado localmente, para além de estar disponível para consulta no site da Fundação.]
FONTES &VER+EM:
http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=382987&visual=26&tema=5
www.portaldaliteratura.com/autores.php?autor=329
D.INÊS DE CASTRO:
http://pt.wikipedia.org/wiki/In%C3%AAs_de_Castro
FUNDAÇÃO INÊS DE CASTRO:
http://www.fundacaoinesdecastro.com/ines.htm

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Romance Histórico: "A Rainha Portuguesa em Inglaterra" de Isabel Stilwell [Entrevista]

[ Pensar Real~Pensar Portugal, na leitura da Imprensa do dia, destaca hoje, a entrevista editada pelo Jornal Correio da Manhã, conduzida por Dina Gusmão, à escritora, jornalista e directora do Jornal Destak, Isabel Stilwell, que se estreou no romance histórico com a única Rainha Inglesa em Portugal (‘Filipa de Lencastre’). Na entrevista publicada pelo jornal diário, Isabel Stilwell deixa transparecer que tomou-lhe o gosto com a única Rainha Portuguesa em Inglaterra (‘Catarina de Bragança’). Entre uma e outra personagem, falou do seu género literário de eleição. "Sempre gostei muito de romance histórico, mas, como sempre acontece quando admiramos muito alguma coisa ou alguém, quanto maior é a admiração maior é a dificuldade. Por isso, tardei em escrever", conta. À admiração pelo género juntou a indignação pela apropriação do passado e, em nome do País, declarou guerra ao Mundo... "Era o que faltava andarem estrangeiros a escrever sobre os nossos heróis e nós, portugueses, nada? Alguém tinha de arregaçar as mangas!", brinca. Sétima de oito irmãos, Isabel Stilwell cresceu com histórias e, aos 17 anos, ainda ouvia do irmão mais velho leitura polifónica de ‘O Senhor dos Anéis’: "Chegava da faculdade, deitava-me na cama dele e ficava a ouvi-lo. Era a sua tese de doutoramento. Numa família grande há sempre um disponível para ler uma história e outro para a ouvir", recorda. Tão natural como foi crescer a ouvir histórias é o humor com que as escreve. "Não consigo escrever grande coisa sem algum ‘nonsense’ mesmo se acabo a rir sozinha. Encontro sempre alguma coisa ou alguém que me faça rir, com ou sem graça, às vezes, com tristeza. Rir é uma forma de readquirir controlo sobre os sentimentos", diz. Jornalista há mais de vinte anos, vê nisso causa e consequência de ser quem é e fazer o que faz. "Como jornalista, o que escrevo reflecte sempre a realidade, mas não necessariamente a minha. Ser jornalista é, assim, condição e condicionante. E, nesse sentido, não acho possível fugir à biografia", conclui. Pensar Real~Pensar Portugal, tem vindo a assistir que há cada vez mais, um número maior de Portugueses interessados na História de Portugal, dando sinais: do dispertar de uma nova tendência para "redescobrir" a nossa história secular. Assim, quer seja através da literatura, artes plásticas, música ou multimedia, esperamos ainda que a indústria cinematográfica Portuguesa, venha a investir no futuro: na produção de filmes sobre a História dos Reis de Portugal! ]
FONTES &VER+EM:
ISABEL STILWELL:

Literatura: Infanta de Portugal e Rainha de Inglaterra, de Isabel Stilwell [Livros]

[ Hoje, em destaque na Literatura Contemporânea Portuguesa do Século XXI, Pensar Real~Pensar Portugal, faz referência ao Livro "Catarina de Bragança", de Isabel Stilwell, editado pela Esfera dos Livros - 2008. D. Catarina Henriqueta de Bragança (Vila Viçosa, 25 de novembro de 1638 — Lisboa, 31 de Dezembro de 1705) foi Princesa de Portugal e Rainha consorte de Inglaterra e Escócia por seu casamento com o rei Carlos II da casa de Stuart. Filha do Rei D. João IV de Portugal e da sua mulher a Rainha D. Luísa de Gusmão. Depois da morte da irmã mais velha, a Princesa D. Joana, assumiu o título de Princesa da Beira. Seus irmãos foram os monarcas D. Afonso VI e D. Pedro II de Portugal. Sinopse: "Com 23 anos a infanta Catarina de Bragança, filha de D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, deixou para trás tudo o que lhe era querido e próximo para navegar rumo a uma vida nova. No coração um misto de tristeza e alegria. Saudades da sua Lisboa, de Vila Viçosa, do cheiro a laranjas, dos seus irmãos que já haviam partido deste mundo e dos que ficavam em Portugal a lutar pelo poder. Mas os seus olhos escuros deixavam perceber o entusiasmo pelo casamento com o homem dos seus sonhos, Charles de Inglaterra, um príncipe encantado que Catarina amava perdidamente ainda antes de o conhecer.Por ele sofreu num país do qual desconhecia a língua, os costumes e onde a sua religião era condenada. Assistiu às infidelidades do marido, ao nascimento dos seus filhos bastardos enquanto o seu ventre permanecia liso e seco, incapaz de gerar o tão desejado herdeiro. Catarina não conseguiu cumprir o único objectivo que como mulher e rainha lhe era exigido. Se ao menos não o amasse tanto!, pensava nas noites mais longas e tristes..."]
D. CATARINA DE BRAGANÇA:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Catarina_de_Bragan%C3%A7a
O LIVRO & VER+EM:
http://www.portaldaliteratura.com/livros.php?livro=4467

Literatura: "Filipa de Lencastre: A Rainha que mudou Portugal",Isabel Stilwell [Livros]

[ Pensar Real~Pensar Portugal, assinala também e da mesma autora Isabel Stilwell, o romance : "Filipa de Lencantre: A Rainha que Mudou Portugal", da Editora Esfera dos Livros - 2007. D. Filipa de Lencastre (Leicester, 1359 - Lisboa, 19 de Julho de 1415) foi uma Princesa inglesa da casa dos Plantagenetas, filha de João de Gant, 1º Duque de Lencastre, pela sua mulher Branca de Lencastre. Tornou-se Rainha consorte de Portugal através do casamento com o Rei D. João I, celebrado em 1387 na cidade do Porto. Este casamento foi acordado no âmbito da Aliança Luso-Inglesa, contra o eixo França-Castela. Foi-lhe atribuída a distinção inglesa da Ordem da Jarreteira. Sinopse do Livro: "Filipa de Portugal morreu de peste negra, tal como a sua mãe, a 15 de Julho de 1415. Com 55 anos. No dia 25 partiam de Lisboa 240 embarcações e um exército de 20 mil homens, entre os quais D. Duarte, o Infante D. Henrique e D. Pedro. A Praça de Ceuta caía cerca de um mês depois. D. Filipa não esperaria outra coisa dos seus filhos… Mulher de uma fé inabalável, conhecida pela sua generosidade, empreendedora e determinada a mudar os usos e costumes de uma corte tão diferente da sua, Filipa de Lencastre deu à luz, aos 29 anos, o primeiro dos seus oito filhos. A chamada Ínclita Geração, que um dia, como ela, partiria em busca de novos mundos e mudaria para sempre os destinos da nação. Frei John, o tutor já tinha previsto o seu destino nas estrelas. Nasceu Phillipa of Lancaster, filha primogénita de John of Gaunt, mas aos 29 anos deixou para trás a sua querida Inglaterra para se casar com D. João I de Portugal. A 11 de Fevereiro de 1387 o povo invadiu as ruas da cidade do Porto para aclamar carinhosamente D. Filipa de Lencastre, Rainha de Portugal. Num romance baseado numa investigação histórica cuidada, Isabel Stilwell conta-nos a vida de uma das mais importantes rainhas de Portugal. Desde a sua infância em Inglaterra, onde conhecemos a corte do século XIV, à sua chegada de barco a Portugal onde somos levados numa vertigem de sentimentos e afectos, aventuras e intrigas. "]
D. FILIPA DE LENCASTRE-RAINHA E PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Filipa_de_Lencastre
O LIVRO & VER+EM:
http://www.portaldaliteratura.com/livros.php?livro=4098