terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Museu da Arte Popular: O Passado e o Futuro unidos na Contemporaneidade

[ Andreia Galvão é a nova directora do Museu de Arte Popular (MAP), em Lisboa, e já apresentou à tutela uma proposta de actuação estratégica para a reabertura deste museu no final de 2010, atribuindo-lhe uma imagem de Museu do Séc. XXI, conforme disse ao PÚBLICO. O MAP irá assumir-se como um "museu-documento, mas passível de ter um papel incentivador para a investigação nas diversas áreas disciplinares que o atravessam", explicou a directora, que também quer que este museu se assuma "como uma ponte entre o passado e o futuro através da contemporaneidade". O Museu de Arte Popular vai apoiar a inovação e a criatividade e servir de ponto de partida para a criação contemporânea inspirada na tradição. Andreia Galvão quer ainda que este espaço museológico se constitua como "uma embaixada do País em Lisboa onde as autarquias e as comunidades possam mostrar o melhor que se faz nos seus territórios." Aberto em 1948 tem salas com colecções permanentes e um espaço com exposições temporárias. As peças organizadas por províncias, incluem cerâmicas, alfaias agrícolas, trajes, instrumentos musicais, joalharia e coloridas selas, e dá uma viva indicação da diversidadedas diferentes regiões de Portugal. Cada área tem a sua especialidade, como as cangas e os galos de cerâmica do Minho, as cestarias de Trás-os-Montes, ambos no Norte de Portugal, os badalos e as louças de terracota do Alentejo, ou os equipamentos de pesca do Algarve, no Sul. ]
FONTES &VER+EM:
http://www.publico.pt/Cultura/andreia-galvao-e-a-directora-do-museu-de-arte-popular_1414975

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