sábado, 31 de janeiro de 2009

Jornadas do Património da TSF: "Habitar Lisboa no Séc XVIII" [Itinerário Histórico]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal, recomenda hoje o programa de rádio da TSF - "Encontros com o Património" que vai para o ar às 12H10. "Encontros com o Património" é o espaço na antena da TSF onde se fala de sítios com história, paisagens e pessoas, o passado e o presente. Hoje, o programa recua três séculos e irá abordar o Tema "Habitar Lisboa no Século XVIII, antes e depois do Terramoto", com o repórter Manuel Vilas-Boas, e pela conversa com diferentes especialistas, ficamos a conhecer Portugal na sua variedade de monumentos, locais, sítios muitas vezes escondidos. O Programa tem uma parceria entre a TSF e o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), com o apoio do departamento de inventário, estudos e divulgação. Este Programa passa todos os Sábados, às 12h10, com Manuel Vilas-Boas, sonoplastia de Luís Borges. O programa poderá ainda ser ouvido Online no site da TSF.]
SITE TSF:

Turismo Cultural: "Sabores & Saberes" - Gastronomia e Artes Tradicionais em Chaves

[ O "Presunto de Chaves" que chegava às Mesas Reais desde o início do século XVIII, está em destaque até 1 de Fevereiro, em mais uma edição do evento “Sabores e Saberes de Chaves”, promovido pela Câmara Municipal de Chaves e que se realiza no Pavilhão Gimnodesportivo. O certame conta com 61 expositores, mais 20 do que ano passado. O Festival Gastronómico realça uma verdadeira montra regional: os Pasteís de Caves; o Fumeiro; o Presunto; o Fular; o Mel ; a Batata Agro-Biológica; os Produtos Hortículas; o Pão de Centeio; o Vinho, entre outros. O objectivo é levar os produtos locais e regionais a todo o País e lançar a cultura gastronómica a nível internacional. Desde 2004, a autarquia flaviense tem vindo a desenvolver, com base no Plano Municipal de Combate à Desertificação Rural, uma série de políticas que visam a inversão do fenómeno da desertificação humana, no território rural concelhio, assentes na exploração e valorização dos recursos naturais locais e no reconhecido património gastronómico, cultural, paisagístico e arquitectónico. Através da valorização e protecção dos produtos tradicionais agro-alimentares considerados como genuínos e representativos no Concelho e do incentivo à criação de micro-empresas, com particular destaque para as “cozinhas tradicionais”, a Câmara tem paulatinamente lançando os alicerces para a concretização de iniciativas empresariais, em pequena escala. O Certame “Sabores e Saberes de Chaves” representa a etapa fulcral de todo o projecto, que é a promoção dos produtos fabricados. Esta iniciativa é dirigida aos consumidores (locais/regionais, nacionais e espanhóis) que habitualmente compram produtos tradicionais de reconhecida qualidade e que apreciam eventos com bons momentos de animação e lazer. A edição de 2009 vem confirmar que este evento encerra em si não só a promoção e valorização dos produtos locais, como começa a ser, pela crescente agregação de outros sectores de actividade, e pelo incremento de estabelecimentos e indústrias com base nas produções locais a laborar na área do concelho, um importante motor do desenvolvimento económico local. O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal brinda esta iniciativa que pretende demonstrar que é possível produzir nos meios rurais produtos com dimensão económica, e que é através da aposta na imagem de marca certificada dos seus produtos, que a internacionalização da Gastronomia e das Artes Tradicionais dos vários produtos expostos no certame: está ao alcançe de todos! ]
FONTES & VER+EM:

TV: Sabores & Saberes de Chaves

Imprensa:Monarquia Portuguesa-"Causa Real assume-se como movimento político"

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal, na resanha de imprensa da semana, destaca a notícia publicada no Jornal Ribatejo, sobre as "Estratégias de Renovação" apresentadas pelo Presidente da Causa Real, Paulo Teixeira Pinto, no encontro do Conselho Monárquico que se realizou no passado sábado, em Santarém . " O presidente da Federação das Reais Associações de Portugal, Paulo Teixeira Pinto, apresentou este sábado, ao Conselho Monárquico, reunido em Santarém, uma proposta de “nova organização e arquitectura institucional” para a Causa Real e também de “estratégia política de actuação” para “um novo ciclo”. Dessa estratégia faz parte a vontade deste movimento monárquico de se assumirem como movimento político - "sem ser um partido político", frisou Paulo Teixeira Pinto - e de incentivar os seus membros a estarem inscritos e filiados em partidos, como hoje já acontece. "Ao invés dos partidos, que têm uma “visão global da sociedade, com programa de acção, programa de governo”, os monárquicos “unem-se em nome da titularidade da chefia do Estado”. A Causa Real alcança assim dimensão nacional e “vai passar a ter maior intervenção pública”, disse Paulo Teixeira Pinto. D. Duarte Pio de Bragança, pretendente ao trono, esteve presente no Almoço do Rei promovido pela Real Associação do Ribatejo, e disse que "não fazia sentido cada Real Associação continuar a trabalhar sozinha, saudando a sua transformação num “movimento para completar a Democracia portuguesa”. D. Duarte frisou ainda que a Causa Real existe apenas com o objectivo de conseguir que o povo português seja consultado sobre “se quer uma Democracia com um Chefe de Estado eleito dentro da classe política ou um Chefe de Estado Real aprovado pelo Parlamento”. ] FONTES & VER+EM:
http://www.oribatejo.pt/?lop=conteudo&op=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&id=d6ca5f6f8734a1eb09ca49e152d1a3ac&drops[drop_edicao]=0

Imprensa:"O Regresso do Rei" na Actualidade da Política Nacional [ D. Carlos 100 Anos]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal na resanha de imprensa da semana, destaca o artigo publicado no Jornal Expresso, sobre "A Sessão de encerramento do Centenário da Morte do Rei D. Carlos I", que se realizou na Universidade Católica em Lisboa, no dia 27 de Janeiro. "Durante largas décadas, a historiografia nacional tratou o rei D. Carlos como um "pobre diabo" que acabou assassinado no Terreiro do Paço devido à sua política desastrosa. Da sua vida ficavam para a posteridade algum talento para a pintura, os trabalhos de oceanografia e a sua fama como caçador e bon vivant. Só a partir de finais do século XX os historiadores começaram a olhar doutra forma o penúltimo monarca português. É o caso dos trabalhos de Rui Ramos e José Miguel Sardica, entre outros. Durante o ano de 2008, por ocasião do primeiro centenário da morte de D. Carlos, vários livros foram publicados sobre o regicídio. Um pouco por todo o país multiplicaram-se as evocações do malogrado monarca. Também a Universidade Católica, onde são docentes os historiadores acima referidos, quis fazer a evocação do soberano, tendo efectuado, em Janeiro de 2008, uma primeira conferência. Um ano depois, fechou um ciclo de reflexão sobre a vida e obra do monarca com a organização de um colóquio cientifico, que se realizou terça-feira dia 27 de Janeiro, sob o tema "O Rei D. Carlos e a Monarquia Constitucional". Estiveram em foco os vários aspectos do reinado de D. Carlos, bem como alguns dos seus antecedentes familiares, desde D. Pedro IV. Foram avaliados, tanto o papel dos reis constitucionais, como o próprio modelo constitucional monárquico português. Relativamente aos antecessores de D. Carlos ficou-se a saber a que ponto a sua avó, a rainha D. Maria II, herdara um país devastado pela guerra em que a "monarquia tinha deixado de ser uma religião", como realçou Fátima Bonifácio. A braços com um país mergulhado num revolucionarismo endémico, a soberana, que apostara em Costa Cabral como primeiro-ministro, terá tido, até à altura da sua morte, grande dificuldade em aceitar a Regeneração que ditara o fim do cabralismo. Por seu lado, Filomena Mónica, explicou como os dois filhos de D. Maria II, que lhe sucederam, D. Pedro V e D. Luís, não poderiam ter sido mais diferentes, quer como homens, quer como reis. De D. Pedro V, esta socióloga deixou-nos o retrato de um rei atormentado pelo atraso do país. E que teria trocado de boa vontade o seu lugar de soberano pelo de presidente do conselho, de forma a poder levar avante as suas ideias governativas, inspiradas no modelo inglês. De D. Luís, que sobe ao trono após a morte prematura do irmão, dirá que foi um rei gestor. Mais bonacheirão e sem as exigências perfeccionistas do irmão, conseguirá garantir vinte anos de paz ao país, o que, só por isso, o torna num bom rei constitucional. Rui Ramos explicou como D. Carlos tentou seguir o exemplo do pai. Sublinhou que este monarca que afirmava "ser rei liberal, por tradição e por família" teve sempre a preocupação de defender os grandes partidos do regime, o Regenerador e o Progressista e de os tentar reconstituir, mesmo após o desaparecimento dos seus chefes carismáticos. Na sua intervenção José Miguel Sardica falou do papel da imprensa na destruição da imagem do rei, ridicularizado pela sua figura rotunda e apelidado entre muitas outras coisas de "inútil, irresponsável, mulherengo, devasso, lacaio de Inglaterra, ladrão..." A imagem de D. Carlos foi completamente desrespeitada pelos jornais da oposição e, sobretudo, pelas caricaturas de Leal da Câmara e Celso Hermínio. Para além destas intervenções, outras houve, nomeadamente a de António Matos Ferreira sobre a questão religiosa no final da monarquia, a faceta artística de D. Carlos, explorada por Nuno Saldanha e a importância de D. Carlos como diplomata apresentada por Fernando Costa e Pedro Leite de Faria. Em paralelo, a Biblioteca da Universidade Católica organizou uma pequena exposição sobre a figura de D. Carlos com espólio próprio, esculturas de Luís Valadares e algumas peças pertencentes à família de Feliciano José dos Reis, almoxarife da Tapada da Ajuda, na época de D. Carlos. Por último e com a presença de D. Duarte e D. Isabel de Bragança, procedeu-se à cerimónia de encerramento do centenário da morte do rei, organizada pela Comissão D. Carlos - 100 anos sob o alto patrocínio da Fundação D. Manuel II. Durante esta cerimónia foi conferencista o antigo Presidente do Parlamento Europeu, José Maria Gil-Robles que falou das monarquias constitucionais na Europa de hoje."]

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Semana Brasil-Portugal: Fecha Programa dos 200 Anos da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil [Brasilia - 1 Fev. 09]

[ O Movimento Pensar Real ~Pensar Portugal dá destaque ao evento "Semana Brasil-Portugal", que para além de unir numa mesma língua um vasto conjunto de artistas dos dois Países, através das suas várias perfomances culturais, marca também, o fecho da Programação das Comemorações dos 200 Anos da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil. No decorrer da iniciativa, até 1 de Fevereiro, a programação conta com a exposição Lugares de Fernando Pessoa e com os concertos de Madredeus e do pianista Adriano Jordão. Artistas brasileiros e portugueses farão performances cénicas, sessões literárias e gastronómicas. Aproximar a cultura dos dois países é o principal objectivo do evento. "O público brasileiro conhece muito pouco sobre o que está a passar-se nos outros países de língua portuguesa. Este é o primeiro passo para rediscutir toda esta questão do intercâmbio cultural entre as nações que falam a língua portuguesa", disse Marcos Joaquim Gonçalves Alves, um dos idealizadores do projecto ao jornal on-line Portugal Digital. Este conjunto de realizações vai coincidir com a entrada em vigor do acordo ortográfico no Brasil e irá também fechar a programação dos 200 anos da transferência da corte do Rei D. João VI para o Rio de Janeiro. A escritora brasileira Elisa Lucinda e a portuguesa Inês Pedrosa (autora com vários livros publicados no Brasil) vão orientar saraus poéticos. O antigo Presidente José Sarney deve representar a Academia Brasileira de Letras. A maioria dos eventos da semana Brasil-Portugal ocorre no Brasília Alvorada Hotel, a organização espera cerca de mil pessoas por noite. Os espectáculos serão também difundidos on-line para 1500 cidades brasileiras. Portugal é o primeiro país convidado para fazer parceria com o Brasil na programação do Projecto Palco Brasília, seguido de outras semanas em parceria com França, Colômbia, Itália, Japão. ]
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Prémios: Video de Jovens Universitários Portugueses recebe Medalha de Ouro [Brasil]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal e a Juventude Monárquica de Lisboa felicitam os jovens Portugueses que receberam a Medalha de Ouro do Concurso de Talento Universitário, no Brasil, com a realização de um Video que faz o alerta para a defesa do Ambiente e do Planeta Terra. O vídeo que recebeu a medalha de ouro do XIV Concurso de talento Universitário, no Brasil, foi realizado por três alunos Portugueses do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP), cuja mensagem apela para os perigos dos resíduos plásticos no ambiente. O vídeo intitulado "Plasticomania", que foi realizado por Tiago Monteiro, Verónica Carvalho e Cristina Monteiro, recebeu também várias menções honrosas no "Youtube", incluindo a de vídeo mais visto e mais bem avaliado. "A mensagem é de choque e de alerta para os perigos de um simples saco de plástico", refere a nota de imprensa enviada pelo estabelecimento de ensino à Lusa. Segundo a fonte, os autores do vídeo pretendem "alertar" para o facto dos resíduos plásticos demora rem 400 anos a desaparecer da face da Terra. Nesse sentido, sustentam, "o objectivo é sensibilizar para a necessidade de substituir os sacos plásticos por outros reutilizáveis". ]
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Plasticomania: O Uso Excessivo do Plástico

Forum Mundial da Cultura Taurina: Os Novos Estatutos dos Açores em Debate

[ O enviado especial do Jornal Correio da Manhã, José Carlos Marques, ao Forum Mundial da Cultura Taurina que reuniu 11 Países e diversos Políticos nos Açores, refere hoje que "O novo Estatuto dos Açores retira obstáculos legais até agora existentes à produção de legislação própria, pelo que compete ao governo e assembleia regionais legislar sobre as sortes de varas ou os touros de morte." A declaração de Álvaro Monjardino, antigo presidente da Assembleia Regional dos Açores e primeiro orador do Fórum Mundial da Cultura Taurina, arrancou ontem demorados aplausos na sala do Teatro Angrense, em Angra do Heroísmo. Na conferência ‘A Evolução da Tauromaquia nos Açores’, Monjardino lembrou que a mesma lei que permitiu em 2000 os toiros de morte em Barrancos acabou com as corridas picadas nos Açores – as chamadas sortes de varas, em que os animais são toureados a pé. Há muito que os aficionados açorianos reivindicam o regresso das sortes de varas, cuja autorização, segundo Monjardino, cabe agora às autoridades regionais. Quanto aos toiros de morte, Arlindo Teles, presidente da Tertúlia Tauromáquica Terceirense, diz que não são prioritários: "Interessa-nos é repor as sortes de varas. A hipótese de fazer corridas com touros de morte nunca foi colocada, pois conhecemos as resistências a essa prática."Presente no Fórum, Maria da Luz Rosinha, presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, defende que cada município possa decidir as práticas taurinas permitidas, "incluindo os toiros de morte". "Os políticos não dão importância a assuntos que mereciam mais atenção", disse o presidente da Câmara de Santarém, Moita Flores, criticando fundamentalismos contra a festa de toiros. O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal, elogia a organização do Forum Mundial da Cultura Taurina, pelos conteúdos do paínel a debate e das diversas personalidades convidadas em torno de um tema que faz parte da Tradição Portuguesa.]
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Lusofonia: Acordo Ortográfico entrará em vigor a 1 de Janeiro de 2010 em Portugal

[ O ministro da Cultura, quer que o Acordo Ortográfico, "o mais tardar em 1 de Janeiro de 2010", seja aplicado "a nível oficial e em todos os meios de comunicação social". Em entrevista à Lusa, Pinto Ribeiro reafirmou a importância do Acordo Ortográfico para a estratégia que o seu ministério pretende implementar. Reconhecendo a importância da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o ministro quer "assegurar que, concertadamente com os outros países, se avance no processo de ratificação do último adicional do Acordo Ortográfico, para conseguirmos ter uma escrita unitária do português". Ainda segundo o ministro, "há muitos sítios onde as autoridades se recusam a ensinar português porque não sabem se o hão-de fazer na versão escrita brasileira ou europeia. Ora, "tudo isso fica resolvido através do acordo ortográfico", acredita. Assim, uma arma fundamental é a produção de um corrector de texto, aplicável a várias plataformas informáticas, que integra as novas regras da escrita em Português e que, segundo Pinto Ribeiro, deverá estar disponível até ao final deste mês. O ministro pretende ver o português como "língua de trabalho em todas as organizações internacionais". Neste sentido, "estamos, com o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), a reformular o Instituto Camões para que seja desenvolvido este trabalho de expansão da língua" e que passará pela digitalização de conteúdos. "Com o apoio da Comissão Europeia, estamos a trabalhar nesse sentido, como também estamos a traduzir autores portugueses para outras línguas", refere. Quanto aos críticos do Acordo Ortográfico, o ministro entende que "todas as pessoas são livres de escrever como quiserem". Mas pretende que "integrem a nova forma" e, por ele, "quanto mais cedo melhor". Não deixa, no entanto, de deixar uma palavra aos que "trabalham com a língua quotidianamente - os grandes escritores, os poetas". Estes poderão escrever português como entenderem. Apesar do acordo ortográfico ter criado divisões entre artistas e escritores Portugueses, o Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal, congratula-se que o Ministério da Cultura, se empenhe na urgente reunião de esforços com a Comissão Europeia: na tradução de Obras de autores Portugueses em outras línguas.]
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Cerimónias: "1o1 Anos após o Regicídio" - 1 de Fevereiro 2009 [Programa Actualizado]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal e a Juventude Monárquica de Lisboa, apelam à presença de todos os Portugueses e Monárquicos nas Cerimónias dos 101 Anos após o Regicídio que vitimou Sua Majestade Fidelissima El-Rei Dom Carlos I e Sua Alteza Real o Princípe Luís Filipe de Bragança, no trágico dia 1 de Fevereiro de 1908, no Terreiro do Paço, em Lisboa.
Programa Actualizado:
- 16.00h - SS AA RR , Os Duques de Bragança, vão ao Panteão Real (Igreja São Vicente Fora), apresentar as suas homenagens a Sua Majestade Fidelissima El Rei Dom Carlos I e Sua Alteza Real o Princípe Dom Luiz Filipe de Bragança.
- 17.00 h - Encontro no Terreiro do Paço junto à "Placa Evocativa ao Regicídio", seguida da deposição de uma cora de flores.
- 19.00h - Missa na Sé de Lisboa, por alma de Sua Majestade El Rei Dom Carlos I de Portugal e de Sua Alteza Real o Senhor Dom Luiz Filipe, celebrada pelo Reverendissimo Deão do Cabido, Cónego Doutor Manuel Lourenço, seguida de sessão de cumprimentos a SS AA RR , Os Duques de Bragança. ]

FONTES & VER+EM:
http://pdr21.wordpress.com/tag/regicidio/

Desporto: Portugueses no Rally Cross Country Singapura-Macau [7 Fev 8 Mar]

[ O Movimento Pensar Real ~Pensar Portugal deseja as maiores felicidades ao ex Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, hoje actual vereador independente na Câmara de Lisboa, António Carmona Rodrigues, e ao nosso grande amigo Zica Capristano, na participação no Rally de Singapura-Macau, que é um dos maiores eventos de Rally Cross Country e que será realizado no Sudoeste Asiático este ano. A Largada está marcada para dia 7 de Fevereiro de 2009, sendo que a expedição deverá chegar a Macau dia 8 de Março, num total de 9000km percorridos. A equipe constituída por Carmona Rodrigues e Zica Capristano faz parte de um lote de participantes que durante um mês, ao volante de um veículo 4x4, parte de Singapura com destino a Macau e com passagem pela Malásia, Tailândia, Camboja, Laos, Vietnam e Sul da China. Para garantir a participação desta dupla foi necessário a associação de grandes marcas como o Casino Estoril, Ford, Sagres Zero e da Vodafone. A Ford disponibiliza um veículo preparado para o evento, um Ford Ranger 2.5TDCi Limited Cabine Dupla 4x4, que vai demonstrar as características de robustez, conforto e fiabilidade que este modelo proporciona. Por outro lado, a Sagres Zero alia-se a esta aventura e alerta os jovens a adotarem comportamentos responsáveis nas estradas, mesmo aos amantes do Cross Country, em linha do seu compromisso em promover uma condução segura. O operador de telecomunicações Vodafone, que continua o seu posicionamento de patrocinador do desporto automóvel Português e internacional, e, o Casino Estoril, o maior investidor em entretenimento, artes e cultura em Portugal, que se associa a mais uma prestigiada prova desportiva, desta vez na descoberta dos mais inóspitos locais do Oriente. O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal, expressa os votos de muito sucesso à equipe Portuguesa e a Carmona Rodrigues: a quem todos nós devemos um momento de glória a quando da inauguração e do descerramento da "Lápide Evocativa do Regicídio", a 1 de Fevereiro de 2006, no Terreiro do Paço, em Lisboa. ]
FONTES & VER+EM:
http://www.mundorally.com.br/index.php/200812128877/NOTICIA-Carmona-Rodrigues-e-Zica-Capristano-disputarao-o-Rally-de-Singapura-Macau.html

Concurso: Bolsa de Mérito Académico para Estudantes Finalistas e Mestrado [ 31 Jan]

[ A Juventude Monárquica de Lisboa comunica e informa a todos os jovens estudantes que estão a residir em Évora para concluirem o seus estudos, que até ao dia 31 de Janeiro os estudantes finalistas de licenciatura ou mestrado podem candidatar-se a uma Bolsa de Mérito Académico instituída pela Câmara Municipal de Évora. Os candidatos devem satisfazer, cumulativamente as seguintes condições: residirem no concelho de Évora há, pelo menos, cinco anos; terem finalizado a licenciatura ou a dissertação de mestrado no período de 12 meses anteriores à apresentação da candidatura e terem idade não superior a 35 anos. A bolsa abrange todos os cursos de formação graduada do ensino superior e consubstancia um subsídio de natureza pecuniária e igualmente a possibilidade, em caso de excepcional qualidade do trabalho vencedor, o apoio na impressão e divulgação. A candidatura à bolsa deve ser solicitada mediante requerimento próprio cuja minuta será facultada na Divisão de Acção Social, Associativismo e Juventude da Câmara Municipal de Évora, que deverá ser entregue até 30 de Janeiro (inclusive) naquele serviço, acompanhada de um conjunto de documentos informativos sobre o candidato e seu percurso académico. A atribuição será decidida por deliberação da Reunião Pública de Câmara, mediante parecer elaborado por um júri, nomeado pela autarquia, para os devidos efeitos e entregue em cerimónia oficial no dia 29 de Junho, Dia da Cidade.]
INFORMAÇÕES & CANDIDATURA:
Divisão de Acção Social, Associativismo e Juventude - Edifício de S. Pedro/Páteo do Salema. Tel:. 266 777 100; Fax: 266 777 113
SITE OFICIAL:
www2.cm-evora.pt/sitioj
Documentos para download:
http://www.cm-evora.pt/pt/conteudos/noticias/Bolsa+de+Mérito+Académico+a+Estudantes+do+Ensino+Superior.htm

Património Religioso: Diocese de Beja vence Prémio Vasco Vilalva 2008

[ O prémio, atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian para distinguir acções "meritórias na área da defesa do património", será entregue na próxima terça-feira, em Beja. Trata-se de um prémio "muito importante, porque, em primeiro lugar, distingue um trabalho de 25 anos e reconhece o esforço da sociedade civil e de uma equipa enorme", afirmou o director do DPHA, José António Falcão, em declarações à agência Lusa. Em segundo lugar, continuou, o prémio "chama a atenção para a importância que o património religioso tem no universo do património português". Este projecto permitiu, entre outras acções, "formar comissões locais de salvaguarda de igrejas históricas, muitas das quais estavam fechadas e passaram a abrir regularmente ao público", salienta a Gulbenkian, em comunicado enviado à Lusa. "É um projecto de recuperação e salvaguarda de igrejas com problemas graves de degradação e com o objectivo de as abrir ao público. Não só para o culto, mas para lhes dar uma nova vida, integrando-as em rotas turísticas e promovendo actividades culturais", explicou José António Falcão. Através do projecto, o DPHADB, além de ter recuperado várias igrejas rurais, criou a Rede Diocesana de Museus, que integra sete pólos distribuídos pelo distrito de Beja e Litoral Alentejano. O tesouro da Igreja de Nossa Senhora das Salas (Sines), o Tesouro da Colegiada de Santiago do Cacém, o Tesouro da Igreja de São Vicente (Cuba), o Tesouro da Basílica Real (Castro Verde), o Museu de Arte Sacra na antiga igreja-colegiada de São Pedro (Moura), o Museu do Seminário e o Museu Diocesano da Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres (Beja), são os núcleos já abertos. O Prémio Vasco Vilalva 2008 é a quarta distinção atribuída ao DPHA, depois do Prémio Europa Nostra para a Salvaguarda do Património Cultural, atribuído pela União Europeia, em 2005. O DPHA já tinha sido distinguido pelo Ministério da Cultura, com a Medalha de Mérito Cultural, em 2001, e pela Câmara de Beja, com a Medalha de Mérito Municipal, em 2001. O prémio Vasco Vilalva, é para Pensar Real ~ Pensar Portugal, um importante estímulo cultural para a defesa e valorização do Património Histórico Português.]
FONTES & VER+EM:

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Monarquia Constitucional Portuguesa é tema de um Colóquio em Lisboa [Media~Portugal]

[ Pensar Real ~ Pensar Portugal na resenha de imprensa do dia, dá hoje destaque aos recortes publicados nos Media sobre o colóquio "A Sessão de encerramento do Centenário da Morte do Rei D. Carlos I", que irá realizar-se amanhã na Universidade Católica de Lisboa, tal como hoje, temos vindo a anunciar no nosso Blog. O Rei D. Carlos no quadro da Monarquia Constitucional é tema de um colóquio em Lisboa, na Universidade Católica, que reúne terça-feira vários historiadores. "Com este colóquio a Universidade Católica Portuguesa encerrar o ciclo evocativo do centenário da morte do Rei", disse à Lusa José Miguel Sardica, um dos participantes no colóquio. Sardica salientou o carácter eminentemente "científico" do colóquio, após o que será inaugurada uma exposição sobre D. Carlos, a partir do espólio bibliográfico e arquivístico da Biblioteca João Paulo II, da Universidade, e haverá uma sessão solene de encerramento. SS.AA.RR. os Duques de Bragança, participarão na sessão em que falará Gil Robles sobre "As monarquias constitucionais na Europa". "Esta é uma parte civil, D. Duarte Pio abriu o ciclo que agora se encerra, do ponto de vista académico com o colóquio e cívico", sublinhou José Miguel Sardica. O colóquio divide-se em duas partes essenciais, a primeira dedicada aos Reis Constitucionais que precederam D. Carlos - de D. Pedro IV ao seu pai D. Luís - e a segunda à sociedade da época. Rui Ramos, autor de uma biografia do Rei e o reitor da Universidade Católica, Manuel Braga da Cruz abrem o colóquio. O constitucionalista Jorge Miranda será o primeiro a apresentar uma comunicação sobre o quadro constitucional da época, seguindo-se a historiadora Fátima Bonifácio que falará sobre "D. Pedro IV, D. Maria e a criação da Monarquia Constitucional." Deste primeiro grupo de comunicações participam ainda Maria Filomena Mónica e Rui Ramos. A segunda parte do colóquio é aberta por José Miguel Sardica que falará do "Poder visível: D. Carlos, a imprensa e a opinião pública no final da Monarquia", seguindo-se Nuno Saldanha, que abordará o Rei, a arte e o mecenato artístico. Pedro Leite de Faria, Fernando Costa e António Matos Ferreira falarão em seguida sobre temas como a diplomacia, a questão colonial, e ainda a questão religiosa. D. Carlos e o seu filho, o príncipe D. Luís Filipe, foram assassinados na Praça do Comércio, em Lisboa, a 02 de Fevereiro. Para o historiador Rui Ramos, a morte de D. Carlos, pelas costas, sem guarda, "pois um Rei Constitucional apenas tem a guarda do seu povo", é "uma morte política e quem o assassinou estava enquadrado numa conspiração política, mas a documentação não nos permite dizer quem foi o mandante". D. Carlos Fernando Luís Maria Victor Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis José Simão de Bragança Sabóia Bourbon e Saxe-Coburgo-Gotha, nasceu em Lisboa em 1863, casou em 1886 com Amélia de Orleans, filha do Conde de Paris, tendo subido ao trono três anos depois. ]
FONTES & VER+EM:
REI DOM CARLOS I DE PORTUGAL:

Colóquio:Sessão Solene de Encerramento do Centenário da Morte do Rei D.Carlos [27 Jan]

[ Pensar Real ~Pensar Portugal e a Juventude Monárquica de Lisboa, comunicam e convidam a todos os interessados a estarem presentes, amanhã, terça-feira, dia 27 de Janeiro de 2009, na "Sessão Solene de Encerramento do Centenário da Morte do Rei D. Carlos I", que se irá realizar pelas 18H30, na Universidade Católica em Lisboa (Grande Auditorio da Biblioteca João Paulo II). A "Sessão Solene de Encerramento do Centenário da Morte do Rei D. Carlos", é organizada pela Comissão D. Carlos 100 anos, e contará com a presença de SS.AA.RR, Os Duques de Bragança. A sessão terá como conferencista o antigo Presidente do Parlamento Europeu D. José Maria Gil-Robles que falará sobre a «A Monarquia Constitucional na Europa de hoje». Ao longo do dia e associado a este evento, terá lugar, no mesmo local o Colóquio da Universidade Católica Portuguesa, subordinado ao tema "O Rei D. Carlos e a Monarquia Constitucional".
Vamos lá estar! ]
FONTES & VER+EM:
http://www.dcarlos100anos.pt/index.php?id_menu=3&id_evento=56

Programa: Sessão Solene do Encerramento do Centenário da Morte do Rei D. Carlos [27 Jan]


sábado, 24 de janeiro de 2009

Turismo Cultural: Regiões de Portugal no Parque das Nações até 25 Janeiro [FIL]

[ A Cultura é a base do Turismo de qualidade que Portugal tem para oferecer como destino de eleição, a par das questões da segurança, gastronomia, património histórico e da diversidade do clima como pacote de oferta para umas férias diferenciadas. O investimento no turismo cultural é a chave de futuro para o desenvolvimento económico de Portugal. Este fim de semana, recomendamos, uma visita à Bolsa de Turismo de Lisboa, na Fil em Lisboa, para usufruir o melhor que cada região de Portugal tem para oferecer no seu todo. Apostar na defesa dos costumes, na diversidade das tradições Portuguesas e na divulgação do nosso património cultural é para Pensar Real ~ Pensar Portugal: a chave do futuro. Por isso, afirmamos que: Investir no Turismo Cultural é dar a conhecer + Portugal. A Feira está aberta aos visitantes e público em geral, este sábado até 25 de Janeiro das 10H às 20H.]
SITE OFICIAL:
http://www.btl.fil.pt/
LOCALIZAÇÃO & INFORMAÇÕES:
Feira Internacional de Lisboa/AIP-Rua do Bojador,
Parque das Nações - 1998-010-Lisboa
Telf: 218 921 500 - Fax: 218 921 555
e-mail: fil@aip.pt

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Mármores do Alentejo: Consórcio para criar central de compras e vendas [Marcas]

[ Várias empresas do sector dos mármores, no Alentejo, estão interessadas em constituir um consórcio para criar uma central de compras e vendas, com a intenção de aumentar a competitividade e as exportações, segundo comunicou à imprensa, a associação dos industriais. O projecto, da Associação Portuguesa dos Industrias de Mármores (ASSIMAGRA), prevê a constituição de um consórcio com possibilidade de avançar com uma candidatura no âmbito do Programa de Valorização Económica dos Recursos Endógenos (PROVERE) - Zona dos Mármores. Miguel Goulão defende ser preciso que as empresas estejam associadas para terem a capacidade de resposta necessária para poderem marcar presença naqueles mercados. "Este projecto, que queremos desenvolver de uma forma pioneira, pretende que toda a indústria do sector, no Alentejo, se junte para resolver o problema da venda dos mármores", reconhece o vice-presidente executivo da ASSIMAGRA, Miguel Goulão. "A ASSIMAGRA pretende ser, no projecto da central de compras e vendas, uma entidade facilitadora, não queremos criar a dinâmica, nem o consórcio, entendemos que os empresários devem entender-se e ganhar capacidade competitiva no mercado externo", realçou. O responsável indicou que já decorreu uma reunião com um conjunto de empresários que mostraram vontade para avançar com a iniciativa. Entretanto, a ASSIMAGRA vai promover sábado, em Lisboa, uma reunião com os seus associados para discussão das medidas a serem tomadas para fazer face à crise no sector. O sector dos mármores é a principal actividade económica dos concelhos alentejanos de Vila Viçosa, Borba e Estremoz, com exportações para os quatro cantos do mundo. De acordo com o vice-presidente executivo da ASSIMAGRA, os mármores portugueses são exportados para todo o mundo, mas a Arábia Saudita é o principal comprador dos mármores portugueses em obra, surgindo a Espanha em segundo lugar, enquanto a China, Arábia Saudita e Espanha são os principais destinos dos mármores em bloco. Pensar Real Real ~Pensar Portugal aplaude a presente iniciativa, como estratégia para fazer frente à actual crise económica mundial e instalada no sector dos Mármores Portugueses, que são conhecidos há séculos: como uma Marca Internacional de Prestígio! ]
FONTES & VER+EM:

TV: Mármores do Alentejo-Estremoz

Montalegre: XVIII Feira do Fumeiro em Festa Gastronómica [ 22 a 25 Fev]

[ A 18.ª edição do maior cartaz turístico do concelho de Montalegre promete nova romaria de 22 a 25 de Janeiro de 2009, enchendo de festa a Capital do Barroso com mais um "S. João das chouriças", em Montalegre. A organização da XVIII edição da Feira do Fumeiro e Presunto de Barroso, evento de excelência, prevê receber mais de 50 mil pessoas em quatro dias de festa gastronómica. Montalegre é uma vila portuguesa no Distrito de Vila Real, Região Norte e sub-região do Alto Trás-os-Montes. O concelho de Montalegre é, com Boticas, um dos dois concelhos do Barroso. Os primeiros documentos que referem a existência da vila, datam do reinado de D. Afonso III, o Bolonhês. É este Rei, que reconhecendo-lhe importância estratégica para a defesa da fronteira, que concede o primeiro foral, em 9 de Junho de 1273. Em 1289 o Rei D. Dinis, confirmou e renovou o foral. Aconteceu o mesmo com D. Afonso IV, em 1491. Diz-se que o castelo de Montalegre foi mandado construir por D. Afonso IV, em 1331. Contudo há indícios para poder datar a edificação do Castelo de Montalegre, no reinado de D. Dinis, o Rei Lavrador. Sobre a linha de fronteira edificaram se duas torres de vigilância: a atalaia do Portelo e o Castelo de Piconha, com foral de D. Sancho I, de 1187, hoje desfeito, pois foi arrasado pelos espanhóis em 1650 (Guerra da Restauração). D. Nuno Álvares Pereira casou no Concelho de Montalegre, na freguesia de Salto, com D. Leonor Alvim, viúva de um senhor de Barroso, de avantajado património territorial. Foi, segundo a lenda, no Monte da Corneta, que foram treinadas as tropas que haveriam de combater depois em Aljubarrota. Barroso assistiu ainda à passagem do exército napoleónico, em princípios de 1808, sob o comando de Soult, e no seu regresso, dois meses depois, ferozmente perseguido pelo exército luso inglês, tendo se escapado por um triz, pela ponte de Misarela. ]
FONTES & VER+EM:
http://www.cm-montalegre.pt/showNT.php?Id=889
http://www.trasosmontes.com/forum/viewtopic.php?p=1407&sid=7d5d9391d2d9c954023f046c7bc79a81

Política: "Regionalização uma vantagem para Portugal?" [Ciclo de Conferências]

[ Pensar Real ~ Pensar Portugal, na resenha de imprensa do dia, destaca o debate sobre a "Regionalização" que ontem no Porto, juntou políticos de vários quadrantes à mesa para mais um "Tema de Interesse Nacional". O presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, defendeu a prioridade "não de encontrar consenso para o sim ou para o não mas consenso para a necessidade de fazer um referendo" sobre a regionalização. O autarca falava como moderador de mais um debate inserido no ciclo de conferências "Regionalização: uma vantagem para Portugal?", que decorreu na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto, no qual participaram António Costa, Marcelo Rebelo de Sousa e Paulo Rangel. Para Rui Rio, "tentar resolver a questão (da regionalização) sem ser por referendo é quebrar o consenso e matá-la à partida", devendo elevar-se o debate "à escala do interesse nacional". A conferência começou com António Costa a defender ser esta "uma boa oportunidade para retomar o debate da regionalização". Para este autarca é fundamental "que se criem condições políticas para se construir um modelo de regionalização que não seja de confronto político mas de entendimento", num apelo a uma tomada de posição por parte do PSD. No âmbito da regionalização, António Costa destacou a descentralização de competências pelas regiões e freguesias, devendo ser atribuída às primeiras "a coordenação política pública e a dinamização dos processos de desenvolvimento económico e social". Para o autarca, o processo de desenvolvimento deverá estar assente na criação de uma rede de cidades intermédias que preencham a fachada atlântica entre Galiza e Andaluzia. Marcelo Rebelo de Sousa não se mostrou tão optimista quanto António Costa, manifestando que "gostaria que os passos (no sentido da regionalização) fossem dados sem argumentos emotivos facilitados pela crise". "Há um ano estava convencido que era um debate interessante a fazer, agora, em período de crise, haverá outras prioridades que não esta", observou o jurista e analista político. Marcelo começou por recordar todo o trajecto do tema "Regionalização" em Portugal, lembrando ter sido ele quem começou por defendê-la em meados da década de 60. Apesar dos avanços dados nessa matéria, Rebelo de Sousa acredita que "a nova legislatura vai ser muito complicada" tendo em conta o calendário eleitoral "ingrato" que se avizinha. Quanto à divisão das regiões administrativas, Marcelo Rebelo de Sousa salientou ser "importante uma reforma da legislação do poder local" - uma posição que também foi defendida por António Costa. O ex-líder do PSD lembrou ainda várias interrogações de natureza estratégica quanto à própria divisão das regiões, referindo que "para os especialistas vai haver uma região única que vai do litoral da Galiza até ao Algarve e é isso que explica o TGV". O líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel, partilhou da posição do professor quanto à regionalização "em estado de crise", preferindo a criação de "um escalão intermédio" de "desconcentração regional". "Precisamos de um escalão intermédio com competências, autonomia, espaço de manobra e legitimidade. É esse o desafio para a próxima legislatura", destacou. Paulo Rangel recordou ainda ser "admissível que um governo centralista seja justo", embora o actual modelo administrativo tenha "durante 30 anos conduzido, com desequilíbrio, as várias parcelas". Essa situação "levou à ruptura entre o interior e o litoral" e a uma "fractura entre Lisboa e Vale do Tejo e o resto do País", referiu.]
FONTES & VER+EM:

Portugal National Geographic

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Cultura Viva: Curso de Elaboração de Projectos Culturais [ 13 Fev a 27 Março ]

[ Pensar Real~Pensar Portugal e a Juventude Monárquica de Lisboa, comunica a todos os interessados que estão abertas as inscrições para o Curso: Elaboração de Projectos Culturais, que irá ter início dia 13 de Fevereiro 2009. O Objectivo deste Curso visa: Conhecer as fases, as metodologias e os processos necessários à Elaboração de Projectos Culturais. Destinatários: Organizações culturais públicas ou privadas: associações, cooperativas, fundações, estudantes e todas as pessoas interessadas em obter informação sobre a Elaboração de Projectos Culturais. Metodologia do Curso: As sessões serão divididas em períodos expositivos e de debate. Conferindo-se uma fulcral importância à participação e à experiência particular dos participantes e dos seus projectos culturais específicos. Manual e certificado: Será entregue um Manual completo do curso, bem como será fornecida uma declaração de participação no curso. Local: Associação Agostinho da Silva, Junta de Freguesia das Mercês, Príncipe Real, Rua do Jasmim, nº 11, 2º). Início: 13 Fevereiro 2009 Fim: 27 Março 2009. Duração: 14 horas (7 sessões de 2 horas) Horário: Sextas-feiras, das 18 às 20 horas. Preço: 60 euros (sessenta euros) Formador: Rui Matoso.
O curso só se realiza com o minimo de 10 e o máximo de 20 participantes. Só são consideradas as inscrições que forem efectivamente pagas até ao dia 6 de Fevereiro 2009.]
INFORMAÇÕES:
www.culturaviva.com.pt
Mail: rui.matoso@gmail.com
Centro de Estudos Agostinho da Silva:
http://www.agostinhodasilva.pt/

Luís Procuna: "Preparo-me para romper em Espanha” [ Entrevista ]

[ Pensar Real~Pensar Portugal dá hoje destaque à entrevista publicada no Jornal Correio da Manhã, ao jovem matador de toiros, Luís Procuna, conduzida por Joaquim Tapada. "Preparo-me para romper em Espanha”, é a afirmação de Luís ‘Procuna’, Matador de toiros, que é dos mais requisitados para actuar nas praças portuguesas, mas, prestes a completar 26 anos, o jovem da Moita mostra ambição e vontade de triunfar também no país vizinho. Correio da Manhã – Tem sido o matador português, desde 2004, ano da sua alternativa, com mais actuações. Tal deve-se a falta de concorrência ? Luís Procuna Não. Na verdade, em Portugal estamos um pouco limitados quanto a matadores. Uns retiraram-se, outros pensam em sair e os que restam sentem pouco apoio. Apesar de haver novilheiros com valor para seguir em frente, receio o futuro porque o número de escolas de toureio está a diminuir. CM- Na sua ainda curta carreira conquistou vários troféus. Qual o mais significativo ? Luís Procuna - Ainda novilheiro lembro as orelhas que cortei em Sevilha e o prémio Promessa do Toureio. Como matador, destaco os prémios conquistados em Feiras da Moita com as bandarilhas, tendo como concorrentes António Ferrera, Luís Miguel Encabo e Juan José Padilla, que são matadores espanhóis especialistas nesse tércio. E muitos outros troféus em várias praças portuguesas e sul-americanas. CM - Sendo um bandarilheiro com muitos recursos, julga que é pelas bandarilhas que tem almejado os seus êxitos ? Luís Procuna - As bandarilhas ajudam a criar o clima, desde que prepare bem o tércio, cite bem, ‘entre’ bem na córnea e crave o par de alto a baixo. A partir de então, o público sente entusiasmo e aguarda com mais interesse a faena de muleta. CM - Vem aí uma nova temporada. O que espera dela e quais são as suas perspectivas pessoais ? Luís Procuna - Sou novo e preparo-me para romper em Espanha. É importante para qualquer carreira tourear em praças de Espanha. Quanto a Portugal, espero uma temporada normal, quiçá com muitos triunfos.
Luís Filipe Vital da Silva ‘Procuna’ nasceu na Moita, a 2 de Maio de 1983. Recebeu Alternativa em Almendralejo (Espanha), em 2003. Foi padrinho Óscar Higares e testemunha Rafael Rúbio ‘Rafaelillo’.]

FONTES & VER +EM:

Toiros: Luís Procuna - Dominio

Tauromaquia:"A descoberta dos Triunfos"

[ Pensar Real Pensar Portugal que fez questão de anunciar o Forum Mundial da Cultrura Taurina, destaca hoje a noticia do jornalista Maurício do Vale do Correio da Manhã, sobre a Tauromaquia e a tradição Portuguesa, que reune um elevado grupo de seguidores em todo o Mundo. "Quando em Portugal, Espanha e França terminam as temporadas, começam as que se realizam para lá do Atlântico, isto é, México, Colômbia, Venezuela, Peru, Bolívia e Equador. Da Europa partem cavaleiros, matadores e novilheiros para cumprir contratos nas múltiplas feiras naqueles países. Todos os anos, de Portugal, vão artistas para essas paragens. Em 2008, no que toca a cavaleiros, grande destaque para Rui Fernandes. Este ano, belos triunfos do jovem João Moura Filho. Dos matadores, neste defeso, destaque para Luís Procuna, que do Equador trouxe o grande Troféu da Feira de S. José (Valência), e para António J. Ferreira, o nosso mais recente matador, a distinguir-se no México. De entre os jovens novilheiros, Nuno Casquinha, que tem deixado bom ambiente no país Azteca, também ele dando sinais de futuro risonho. O defeso é para alguns eleitos vivido além-mar com actuações merecedoras de elogios, pelos resultados e pelo esforço de subir na carreira. Afinal, do País dos Descobrimentos a descoberta dos triunfos. Entretanto, neste defeso dois destaques: Tertúlia Tauromáquica Terceirense (Terceira – Açores) e o Fórum Mundial de Cultura Taurina; o Grupo de Forcados da Cuba, que prepara alguns eventos de promoção à Festa de Toiros, também descobrindo o futuro." ]
FONTES &VER+EM:

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Juventude Monárquica: O Sebastianismo à escala Mundial e Barack Obama [Política]

[ El-Rei Dom Sebastião nasceu a 20 de Janeiro de 1554 numa das principais cortes da Europa. Recebeu uma extremosa educação tendo como aio um experiente cavaleiro, D. Aleixo de Meneses, professor de matemática Pedro Nunes, e como mestre o Pe. Luís da Camâra, confidente de Santo Inácio de Loyola. Dom Sebastião foi o único neto de oito filhos que Dom João III tem, pois morrem todos jovens. Dom Debastião, jovem Rei, apenas com 14 anos, encerra assim todas as expectativas e anseios ao mesmo tempo que todos os medos e receios. O pior acontece e o destemido Rei desaparece na batalha de Alcácer-Quibir. O Reino é arrebatado para a coroa Espanhola e Portugal perde a independência. Nasce assim o mito de Dom Sebastião, nasce o sebastianismo. Para nós o desaparecimento/morte de Dom Sebastião passa a encarnar o século de ouro perdido, o império por consolidar, o inicio do fim de Portugal. Ao mesmo tempo ele é o Desejado, aquele que há-de vir para restaurar a independência, para restaurar o esplendor dos séculos passados, para dar liberdade e prosperidade à nação. Ele é um Messias. Se ao falarmos de Dom Sebastião falamos assim de uma Esperança encarnada, na actualidade, parece que ao se falar de Barack Obama se fala no mesmo sentido. Uma característica tipicamente, e continuamente, Portuguesa parece ter-se alargado aos habitantes dos E.U.A. e aos deste mundo globalizado. Tal como o desaparecimento do Desejado significou a perda da liberdade e da prosperidade económica para Portugal, o aparecimento de Obama parece trazer uma lufada de ar fresco à América e ao Mundo, numa época em que o Terrorismo restringe os nossos passos e num período de crise mundial, curiosamente “iniciada” neste país… a nossa soberania já não é a mesma e a crise até já estamos habituados… A força de um povo revela-se nos seus lideres mas essa força é independente deles, contudo uma influência a outra e vice-versa. Se o Sebastianismo era visto como uma característica inegavelmente Portuguesa e Monárquica, vemos que afinal já não o é. Se a esperança é uma virtude necessária a qualquer individuo ou povo saudáveis, a vã esperança é castradora. Ou seja, ficarmos à espera que os nossos problemas se resolvam somente pela intervenção externa de “alguém” “num dia”, de nevoeiro ou não, excluindo a atitude da vontade própria de cada um, em acções concretas, com vista a um fim, a luta está perdida. Pensarmos que é a U. E. que nos vem resolver os problemas ou uma possível união ibérica, que está na moda, estamos enganados. Depois de conhecermos e compreendermos bem os nossos 800 anos de Historia monárquica, de certo iremos perceber que algo de essencial falta ao país, ao Povo e aos Portugueses, para enfrentarem os desafios de hoje e de amanhã: falta uma Monarquia e Um Rei! ]
Artigo de Opinião, Joel Moedas-Miguel.
Presidente da Juventude Monárquica de Lisboa

Basílica Real de Castro Verde: V Festival de Música Sacra no Baixo Alentejo [24 Jan]

[ Pensar Real ~ Pensar Portugal, faz questão de divulgar a todos os interessados em música erudita, o convite que recebeu, promovido pelo o Bispo de Beja, o Director da Arte das Musas e o Director do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja, participando a abertura do 5º Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo, "Terras Sem Sombra", que terá lugar na Basílica Real de Nossa Senhora da Conceição, em Castro Verde, no dia 24 de Janeiro de 2009, pelas 21h30. O Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo – «Terras sem Sombra» tem desde 2003, promovido uma programação de qualidade internacional de concertos de música erudita. Sob a temática «Do Velho ao Novo Mundo», esta 5ª edição apresenta um repertório centrado na História de Portugal e do Mundo, numa viagem pelo século XVIII e XIX. O concerto de abertura do festival, «Pedra Irregular: O nascimento do Barroco em Portugal», será interpretado pelo «Sete Lágrimas», um consort de músicos especializados em música antiga e contemporânea, que explora em cada programa a ténue fronteira entre a música erudita e as tradições seculares. Serão interpretados temas de alguns compositores barrocos como Carlos Seixas, Francisco António de Almeida, Diogo Dias Melgaz e António Teixeira. ]
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Basílica Real de Nossa Senhora da Conceição : Castro Verde ~ Alentejo [ História ]

[ Após a Reconquista, Castro Verde foi confiada à Ordem de Santiago, que estabeleceu aqui uma opulenta comenda. A primitiva igreja matriz, de fábrica gótica, situada numa colina suave que domina a peneplanície envolvente, constituiu um dos pólos aglutinadores da vila. Teve ao seu serviço uma colegiada, encabeçada por um prior com as funções de pároco. Em 1573, o Rei D. Sebastião mandou reconstruir esse edifício, em lembrança de um facto decisivo para que Portugal se tornasse uma nação independente: a batalha de Ourique, travada perto de Castro Verde em 1139. O templo actual, que ocupa sensivelmente o mesmo local dos anteriores, ficou a dever-se à iniciativa do Rei D. João V, também ele sensível ao significado patriótico e escatológico do milagre de Ourique. A sua traça corresponde a um modelo derivado da arquitectura chã da época da Restauração e que João Antunes aplicou na concepção de vários imóveis para os freires espatários, como a igreja de Santiago, de Alcácer do Sal, ou, numa versão reduzida, a igreja matriz de Sines. Monumental, embora com volumes despojados, esta tipologia valorizou a planta longitudinal composta, formada por uma nave rectangular em que se inscrevem duas torres sineiras quadradas e a capela-mor, mais estreita, ladeada por dependências. Na frontaria, com três corpos delimitados por pilastras e empena rectilínea, destaca-se o portal, encimado por um frontão curvo quebrado, com a insignia da Ordem. Se a estrutura arquitectónica é tributária da tradição seiscentista, a decoração interior corresponde já à teatralidade do Barroco Pleno, oferecendo uma notável visão integradora das artes da época joanina. A nave é coberta por uma falsa abóbada guarnecida com sumptuosa teoria de grotescosque apresenta no centro a Aparição de Cristo a D. Afonso Henriques. Este conjunto deve-se ao pintor bejense José Pereira Gavião, que também se terá ocupado do revestimento mural de outros sectores. As paredes encontram-se revestidas de painéis azulejares, com destaque para os alusivos à vida do nosso primeiro rei e ao milagre de Ourique, enquadrados por composições características das oficinas lisboetas de ca.1730. O recurso aos artistas da capital revela-se igualmente na talha dos retábulos dos altares e dos púlpitos. Merecem ainda um olbar atento as pinturas murais, de sentido emblemático. O interesse de D. João V pela matriz de Castro Verde levou a conseguir para ela, em Roma, a dignidade de Basílica, depois completada pelo título de Real, Mas o soberano empenhou-se também em dotá-la com um importante conjunto de alfaias, entre as quais a custódia de aparato, realizada em Lisboa, ao redor de 1715. O Tesouro instalado na antiga sacristia em 2003 dá a conhecer este acervo, além de outras obras-primas de igrejas do concelho. A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, conhecida localmente como Basílica Real, foi mandada construir pelo rei D. João V (1706-1750) sobre um antigo templo existente no local. É actualmente a igreja matriz de Castro Verde. Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda a visita, pois o interior, de uma só nave, está totalmente revestido a painéis de azulejo historiados sobre a Batalha de Ourique. ]
REI D. JOÃO V DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_V_de_Portugal
BASILICA REAL DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO:
Morada / Praça do Município 7780-217 Castro Verde
Telefone / +351 286 328 550
E-mail /
dphadb@iol.pt
FONTES & VER+EM:
http://www.agencia.ecclesia.pt/ecclesiaout/snpcultura/vol_devocao_mediterranica_Virgem.html

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

El Rei Dom Sebastião: Sempre o Desejado - Sempre a Esperança [ História ]

[ D. Sebastião I (Lisboa, 20 de Janeiro de 1554Alcácer-Quibir, 4 de Agosto de 1578), décimo sexto rei de Portugal, e sétimo da Dinastia de Avis. neto do rei João III, tornando-se herdeiro do trono depois da morte do seu pai, o Príncipe João de Portugal, duas semanas antes do seu nascimento, e Rei com apenas três anos, em 1557. Em virtude de ser um herdeiro tão esperado para dar continuidade à Dinastia de Avis, ficou conhecido como O Desejado; alternativamente, é também memorado como O Encoberto ou O Adormecido, devido à lenda que se refere ao seu regresso numa manhã de nevoeiro, para salvar a Nação. O jovem Rei cresceu educado por Jesuítas e tornou-se num adolescente de grande fervor religioso, que distribuía o seu tempo entre jejuns e caçadas. Aos 14 anos, D. Sebastião assume a governação. De saúde débil e fraco de espírito, sonhava apenas com batalhas, conquistas e a expansão da Fé, dedicando pouco tempo à governação de tão vasto império, profundamente convicto de que seria o capitão de Cristo numa nova cruzada contra os mouros do Norte de África. Sebastião começou a preparar a expedição contra os marroquinos da cidade de Fez. O exército português desembarcou em Marrocos em 1578 e, ignorando os conselhos dos seus generais, Sebastião rumou imediatamente para o interior. Tinha 24 anos de idade. Na subsequente batalha de Alcácer-Quibir, o campo dos três reis, os Portugueses sofreram uma derrota humilhante às mãos do sultão Ahmed Mohammed de Fez e perderam uma boa parte do seu exército. Quanto a Sebastião, provavelmente morreu na batalha ou foi morto depois desta terminar. Mas para o Povo Português de então o Rei havia apenas desaparecido. Este desastre teria as piores consequências para o país, colocando em perigo a sua independência. O resgate dos sobreviventes ainda mais agravou as dificuldades financeiras do país. Em 1581, Filipe I de Portugal, mandou transladar para o Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa um corpo que alegava ser o do Rei desaparecido, na esperança de acabar com o sebastianismo, o que não resultou, nem se pôde comprovar ser o corpo realmente o de Sebastião I. O Túmulo de Mármore que repousa sobre dois elefantes, pode ainda hoje ser observado em Lisboa. A dúvida que persiste há mais de 425 anos poderia provavelmente hoje ser resolvida com um simples teste de ADN (DNA). Tornou-se então numa lenda do grande patriota português - o "Rei dormente" (ou um Messias) que iria regressar para ajudar Portugal nas suas horas mais sombrias, uma imagem semelhante à que o Rei Artur tem em Inglaterra ou Frederico Barbarossa na Alemanha. Durante o subsequente domínio espanhol (1580-1640) da Coroa Portuguesa, três pretendentes afirmaram ser o Rei D. Sebastião, tendo o último deles - o italiano Marco Tullio Catizone - sido enforcado em 1619. Já em fins do século XIX, no Brasil, lavradores sebastianistas no sertão da Bahia acreditavam que o Rei iria regressar para ajudá-los na luta contra a "república ateia brasileira", durante a chamada Guerra de Canudos. Em conclusão, a dinastia de Avis, popular entre o povo após ter guiado Portugal a sua época de ouro, acabou por submergir na busca de um sonho: a União Peninsular. As mesmas complicações causadas pela procriação consanguínea causou as mortes das crianças de D. João III e de Catarina de Áustria, além da loucura e desespero dos seus netos Sebastião e Carlos, os últimos Príncipes de Avis-Habsburgo. ]
REI DOM SEBASTIÃO DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sebasti%C3%A3o_de_Portugal

José Cid- Lenda D'el Rey D. Sebastião

TV Brasil:"A Ilha de Dom Sebastião"- Documentário TV Câmara e Câmara 4

[ Pensar Real~Pensar Portugal, evoca hoje a data de aniversário do Rei D. Sebastião I (Lisboa, 20 de Janeiro de 1554Alcácer-Quibir, 4 de Agosto de 1578), décimo sexto rei de Portugal, e sétimo da Dinastia de Avis., filho do Príncipe D. João e de D. Joana de Áustria. É nesse contexto que hoje destacamos o documentário "A Ilha de Dom Sebastião", acompanhado pela seguinte notícia: "Albinos da Comunidade de Lençóis, no Maranhão, dizem ser descendentes de Dom Sebastião – Rei de Portugal. Uma visita poética à ilha mágica dos Lençóis". Sobre a "A Ilha de Dom Sebastião": "Uma pequena ilha localizada a 200 km da costa do Maranhão esconde mistérios que remontam às Cruzadas, em que figuras míticas se misturam com vultos a galope pela noite, bichos dourados, seres sobrenaturais, tudo emoldurado por uma lenda Portuguesa de quase 500 anos. Essa ilha existe, se chama Lençóis e é habitada por gente de carne e osso, muitas delas albinas, pessoas que vivem precariamente da pesca, bebem água da chuva e acreditam que lá mora, em um castelo encantado, o Rei de Portugal Dom Sebastião, desaparecido em 1578, aos 24 anos, na batalha de Alcácer Quibir, no Marrocos. Essa história real é mostrada no documentário "A Ilha de Dom Sebastião", uma parceria da TV Câmara com a produtora Câmera 4. O vídeo levou dois importantes prêmios no 29º Festival Guarnicê de Cinema e Vídeo de São Luís (MA), que ocorreu de 13 a 19 de junho de 2006. O júri técnico escolheu o documentário como o melhor da Mostra Refestança, composta por obras audiovisuais (incluindo filmes e vídeos) que abordam aspectos da rica e diversificada cultura popular brasileira e ibero-americana. Os jurados também reconheceram o trabalho da roteirista Marcya Reis, da TV Câmara, que foi contemplada com o "Troféu Guarnicê" de "Melhor Argumento" no concurso oficial de vídeos. As filmagens começaram a ser feitas em 2002 por uma equipe liderada por Ivan Canabrava – que divide a direção do documentário com Marcya Reis. Ivan, Alexandre Riulena (diretor de fotografia) e Eduardo François (assistente de direção) partiram de uma nota de jornal a respeito da comunidade de Lençóis em direção a São Luís (MA) atrás da história, carregando 80 kg em equipamentos, sem contar bagagem e suprimento de água. Acabaram descobrindo a localização da ilha e para lá rumaram, a partir da cidade de Cururupu, em um barco de pesca, viagem que durou 12 horas. Permaneceram duas semanas em Lençóis, onde não há fontes de água, comendo apenas camarão seco e registrando depoimentos de moradores que, provavelmente devido ao isolamento, desenvolveram uma cultura própria. O documentário mostra relatos como o do pescador Manoel Oliveira, o Macieira, que afirma ouvir tropel de cavalos à noite, ruído atribuído por ele ao exército de Dom Sebastião. Detalhe: não existem cavalos na ilha. Ou o de Telma, albina como ele, que sobrevive vendendo água da chuva recolhida em buracos feitos na areia. Os moradores e outros personagens contam histórias mágicas de animais dourados vistos na ilha e objetos de ouro achados na praia. Revelam ainda a lenda segundo a qual Dom Sebastião se transforma em um touro. Qualquer ferimento no animal, pela crendice local, provocaria o "afundamento" de São Luís e a elevação de Lençóis a capital do Maranhão."Quem ferir o touro vai desencantar Dom Sebastião e casar com a filha dele", conta Telma. A história que desafia estudiosos e antropólogos se transformou em um documentário com participações especiais do grupo Casa de Farinha, que interpreta músicas do folclore local, e até do jornalista Português Carlos Fino, o repórter que revelou ao mundo em primeira mão a invasão do Iraque pelos Estados Unidos. Carlos Fino narra um poema de Fernando Pessoa a respeito da lenda de Dom Sebastião, o Rei que virou mito em Portugal!" ]
FONTES & VER+EM:
REI DOM SEBASTIÃO DE PORTUGAL: