sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Maestro Manuel Ivo Cruz: Missa do 7º Dia
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Portugal e a Cultura Portuguesa ficaram mais pobres com o falecimento do Maestro Manuel Ivo Cruz
[ O maestro Ivo Cruz faleceu no sábado, dia 25 de Dezembro, aos 75 anos, vítima de uma infecção. Compositor, musicólogo e historiador, Ivo cruz foi director musical e chefe da Orquestra Filarmónica de Lisboa, maestro do teatro nacional de São Carlos e presidente do Círculo Portuense de Ópera, no Porto. Nascido em Lisboa, em 1935, Manuel Ivo Soares Cardoso Cruz - filho do maestro Ivo Cruz (1901-1985) - formou-se em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Deu o primeiro concerto, ainda como estudante, em 1954, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, e formou-se com distinção, como maestro, pela Academia de Mozart da Universidade de Salzburgo, na Áustria. Regressou a Lisboa e tornou-se director musical e chefe da Orquestra Filarmónica de Lisboa. Dirigiu programas de música da RTP, colaborou nas temporadas de ópera do Teatro da Trindade, em Lisboa, e nos concertos das orquestras sinfónicas da RDP. Foi maestro-director do Teatro Nacional de São Carlos, fundou e dirigiu os Cursos Internacionais da Costa do Estoril, e foi maestro convidado em diversos concertos e óperas em Espanha, Alemanha, França, Grécia, Itália, Brasil, Estados Unidos da América, Rússia e Venezuela. Foi presidente e director artístico do Círculo Portuense de Ópera, no Porto, e da Ópera de Câmara do Real Teatro de Queluz. Procurou divulgar obras musicais portuguesas menos conhecidas, fazendo, para isso, investigação na área da musicologia histórica portuguesa e apresentando um vasto reportório documentado, publicado pela EMI, Numérica e Tecla, segundo os dados biográficos da Infopédia. Manuel Ivo Cruz recebeu, em 1969, o Prémio Moreira e Sá do Orfeão Portuense e foi distinguido pela França com o título de Oficial de Mérito Cultural e Artístico, e pelo Brasil com a Ordem do Rio Branco. Foi ainda agraciado com a condecoração portuguesa de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique e, em 2004, nas comemorações do 50º aniversário da carreira artística, com a Medalha Municipal de Mérito, grau ouro, entregue pela Câmara Municipal do Porto. Com o desaparecimento de Manuel Ivo Cruz, a cultura Portuguesa ficou mais pobre. Além de um grande Maestro, Músico e Compositor, Manuel Ivo Cruz foi um cidadão exemplar que não nos podemos esquecer que foi também um Monárquico convicto e participativo. Pensar Real~Pensar Portugal deixa aqui à Família e a todos os amigos os seus votos de pesar. ]
MANUEL IVO CRUZ:
http://www.infopedia.pt/$ivo-cruz
FONTES & VER+EM:
http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=134675
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Pensar Real~Pensar Portugal: Mensagem de Boas Festas e Feliz Ano Novo
[ O grupo de Reflexão Monárquica Pensar Real~Pensar Portugal deseja a todos os que nos visitam regularmente, vindos de todos os cantos do Mundo e, acima de tudo à Família Real Portuguesa, os Votos sinceros de Boas Festas e que o próximo Ano seja melhor para todos os que se revêem na Monarquia e que têm como referência: Esta Família Real. ]
Viva Dom Duarte Pio, Duque de Bragança!
Viva a Família Real Portuguesa!
Viva Portugal!
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Rainha Maria Pia: Directora do Palácio da Ajuda quer transladar o corpo da Rainha Maria Pia para Portugal
[ A diretora do Palácio Nacional da Ajuda, Isabel Silveira Godinho, quer que o corpo da Rainha Maria Pia venha para Portugal “e seja sepultado junto da sua família, o marido e os filhos”, afirmou em entrevista à Lusa. “Maria Pia é a única Rainha que está sepultada no estrangeiro. Ela era uma grande patriota, uma grande portuguesa por isso é que a quero trazer para Portugal”, disse a responsável que já em 2005 encetou contactos para a trasladação. A Rainha Maria Pia, falecida 05 de julho de 1911 em Stupinigi (arredores da cidade italiana de Turim), encontra-se sepultada no panteão dos Sabóia na Basílica de Superga, em Itália.IN LUSA Dezembro 2010. A directora do Museu do Palácio da Ajuda, em Dezembro de 2005, torna público pela primeira vez que pretendia reunir todos os meios para que os "Restos mortais da Rainha Maria Pia sejam trasladados para Portugal". "Filha do primeiro rei da Itália unificada, Victor Emanuel, e mãe de D. Carlos, o penúltimo monarca português, Maria Pia morreu em Itália em 1911, com 64 anos. Os seus restos mortais encontram-se no panteão da família de Sabóia na Basílica de Superga (arredores de Turim) e quando vierem para Portugal serão depositados no Panteão Real, na Igreja de São Vicente de Fora, em Lisboa, adiantou a mesma fonte. Maria Pia de Sabóia veio para Portugal aos 14 anos, em 1862, para casar com o Rei D. Luís. "A princesa trouxe grande modernidade à corte portuguesa, fez-se respeitar e a sua personalidade nada condiz com a má fama que lhe deram os republicanos. Quanto mais se estuda a rainha, mais a sua personalidade e acção nos surpreende", afirma Isabel Godinho. A rainha desenvolveu também "vasta actividade de solidariedade social, nomeadamente na protecção da infância". Depois da morte de D. Luís, em 1889, "a rainha recolheu-se mais, tendo sentido profundamente" o assassinato do filho, D. Carlos, e do neto, D. Luís Filipe, em 1908. Após a proclamação da República, em 1910, exilou-se junto da sua família em Itália, não acompanhando o neto, D. Manuel II, que foi viver para Inglaterra. Maria Pia assumiu a regência do Reino por duas vezes, em 1902 e em 1904, por ausência do país do Rei D. Carlos e sua mulher. A trasladação dos seus restos mortais será assinalada com a publicação de uma biografia." ]
FONTES & VER-EM:
http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5j3_YE1tAqyR_o3wfTh7m5YdYV9qQ?docId=11902244
http://tv1.rtp.pt/noticias/?article=22672&visual=3&layout=10
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
A Voz do Rei:"Duarte de Bragança pediu nacionalidade timorense" [Media]
FONTES & VER+EM:
http://dn.sapo.pt/inicio/pessoas/interior.aspx?content_id=1724656
A Voz do Rei: "D. Duarte propõe 'união' lusófona" [Media]
FONTES & VER+EM:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1724450
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Coimbra: Comemorações da Restauração da Independência de Portugal assinalada no "Almoço dos Conjurados" no dia 4 Dez
[ A REAL ASSOCIAÇÃO de COIMBRA vai realizar no próximo dia 4 de Dezembro (SÁBADO) a tradicional REUNIÃO de CONJURADOS nesta cidade de Coimbra, para comemorar a RESTAURAÇÃO da INDEPENDÊNCIA de PORTUGAL, ocorrida no 1º. de Dezembro de 1640!Neste ano de 2010, a Reunião dos CONJURADOS terá lugar ao Almoço no Hotel Dona Inês e contará com a presença de S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE, DUQUE DE BRAGANÇA, que se deslocará a Coimbra propositadamente para o efeito.
Está-se a tentar que compareça igualmente o Doutor Jaime Nogueira Pinto para que, no final do Almoço, possa apresentar o seu mais recente livro "NOBRE POVO".
Joaquim Leandro Costa e Nora
terça-feira, 23 de novembro de 2010
30 de Novembro 2010: Jantar dos Conjurados
VIVA A FAMÍLIA REAL!
VIVA PORTUGAL!
RESERVAS ONLINE:
http://www.causareal.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=51:jantar-dos-conjurados&catid=2:noticias&Itemid=18
INFORMAÇÕES:
As inscrições, podem ser feitas na sede da Real Associação de Lisboa, das 10 às 13h00 e das 15h00 às 18h00, de 2ª a 6ª feira, na Praça Luís de Camões, 46-2º. Dto.
1200-243 Lisboa.
Telf (+ 351) 213 428 115
Telf (+ 351) 213 429 702
Preço por pessoa, adulto: € 40
Os primeiros 150 jovens que se inscreverem têm direito a um preço especial de 15€/pessoa.
sábado, 13 de novembro de 2010
Golegã: Capital do Cavalo 2010
[ Termina amanhã a FEIRA NACIONAL DO CAVALO LUSITANOXXXV FEIRA NACIONAL DO CAVALOXII FEIRA INTERNACIONAL DO CAVALO LUSITANO, que está a decorrer desde o dia 5 de Novembro na Golegã: A capital do Cavalo! Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda a visita a este grande evento nacional que decorre até Domingo e destaca a reportagem editada em 2008, no ano que a Feira da Golegã contou com as ilustres presenças de SS. AA.RR. Os Duques de Bragança.]
PROGRAMA GOLEGÃ CAPITAL DO CAVALO:
http://www.horsefairlusitano.org/portugues/port.asp
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
República: Assim Não!...
[ Pensar Real~Pensar Portugal transcreve o conteúdo da carta, que foi enviada ontem ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, pelo advogado Alexandre Lafayette, questionando "o conteudo publicitado" na agenda cultural de Outubro da Câmara de Lisboa, alusivo ao evento: a "Noite das Facas Longas - O Mistério da Camioneta Fantasma". DR. ANTÓNIO COSTA
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Praça do Município
1149-014 LISBOA
Assunto: Agenda Cultural de Outubro de 2010 da C.M.L. (pag. 52).
A “NOITE DAS FACAS LONGAS” – O MISTÉRIO DA CAMIONETA FANTASMA
Exmo. Senhor Presidente,
Na agenda em título, a pag. 52, anuncia-se a “peça teatral” da autoria de Hélder Costa, com o título e sub-título supra-indicado.
No texto publicitário refere-se que na tenebrosa noite (o adjectivo é meu) de 19 de Outubro de 1921, a camioneta fantasma, que transportou os homicidas de vários vultos da 1ª República, tinha por base um plano “levado a cabo por forças monárquicas” que pretendia “decapitar a liderança republicana para restaurar a Monarquia”.
Confesso que hoje já não há nada que me consiga”espantar”.
Como consta da História, aquela que foi escrita por gente séria e insuspeita, a carnificina foi obra de republicanos, adversários de outros republicanos (estes mais puros e honestos que os seus algozes), não tendo tido os monárquicos qualquer intervenção no evento (tão pouco foram meros instigadores).
Considero, enquanto cidadão e munícipe de Lisboa (eterno contribuinte pagante de vários dislates), um insulto à inteligência dos Portugueses de bem, o apadrinhamento pela CML, da mentira propalada na Agenda.
Pretendia, por isso, saber o seguinte:
1º Se a CML financiou, de alguma forma, a peça teatral.
2 º - Se o fez, qual o encargo suportado pelos contribuintes.
3º - Quem foram os autores dos pareceres que fundamentaram a concessão do eventual subsídio e quem foi o autor do despacho que o concedeu.
Em função da resposta que, decerto, V. Excia, Senhor Presidente, irá determinar que seja dada, ponderarei a eventual apresentação de denúncia criminal junto do DIAP de Lisboa com fundamento em gestão danosa de dinheiros públicos.
Com os melhores cumprimentos,
Alexandre Lafayette & Associados
Sociedade de Advogados
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Recriação Histórica - Séc. XVIII: Sistema de Comunicações no tempo de D.João VI
[ O sistema de comunicações baseado num inovador telégrafo usado há 200 anos pelo exército luso-britânico nas Linhas de Torres Vedras, durante as invasões francesas, foi ontem recriado em Torres Vedras nas comemorações do bicentenário. "Entre o Forte de São Vicente (Torres Vedras) e a Serra de Socorro vamos colocar diversos postes com bandeiras, que permitiam transmitir na época mensagens recorrendo ao código semafórico", afirmou à agência lusa Arlindo Policarpo, do Agrupamento de Escuteiros da Silveira que organiza a atividade em conjunto com a Associação de Radioamadores do Oeste. O sistema de comunicações baseado em bandeiras (telégrafo óptico português) ou ponteiros foi criado no século XVIII para facilitar as comunicações entre Lisboa e o Rei D. João VI, quando estava no Palácio Nacional de Mafra e também pela marinha inglesa. O especialista Henrique Vieira, a fazer investigação para o doutoramento em logística e sistema de comunicações das Linhas de Torres, explicou que o telégrafo acabou por ser o meio adotado pelo general Wellington na altura da construção das Linhas de Torres Vedras. As Linhas de Torres é o nome dado ao conjunto das 152 fortificações construídas sob a orientação do general inglês Wellington, comandante das tropas luso-britânicas no período das invasões francesas, para defender Lisboa das tropas napoleónicas. Assim, foram construídos diversos postos de comunicações em pontos altos das várias linhas defensivas, onde em cada um deles existia um telégrafo óptico de bolas que, em função do número das que eram erguidas tal como as bandeiras e os ponteiros, transmitiam mensagens que eram captadas por via visual, através de monóculos. "As mensagens demoravam no máximo 10 minutos a serem veiculadas do posto mais recuado até Lisboa", explicou. Contudo, "a funcionalidade do sistema de comunicação não era muito grande, devido às condições climatéricas, sobretudo nevoeiro", acrescentou. Tendo em conta que as mesmas condições climatéricas subsistem, na recriação histórica do sistema de comunicações "vão ser usados dois emissores/receptores de televisão" em substituição dos monóculos, para facilitar a visualização das mensagens transmitidas em código, disse Arlindo Policarpo. Na recriação, vão participar mais de 30 soldados figurantes fardados à época". As Comemorações decorrem até Novembro de 2010. ]
FONTES & VER-EM:
www.linhasdetorresvedras.com
sábado, 3 de julho de 2010
Família Real Portuguesa na Homenagem a Amália Rodrigues:XIII Corrida Real-Évora
[ Com o apoio de Pensar Real~Pensar Portugal, Évora irá receber no dia 9 de Julho, pelas 22H, a "XIII Corrida Real - Corrida das Guitarras - Uma Homenagem a Amália Rodrigues", que contará com a presença de SS.AA.RR. Os Duques de Bragança, que este ano se fazem acompanhar por uma comitiva de ilustres convidados, onde se destacam várias Casas Reais da Nobreza Europeia, entre diversas personalidades da sociedade Portuguesa. Pensar Real~Pensar Portugal, lança o convite a todos os aficionados para comparecerem na Corrida Real 2010, que conta com os seguintes nomes em Cartaz :Cavaleiras:
Sónia Matias
Ana Batista
Isabel Ramos
Forcados Amadores:
GFA Évora
GFA Aposento da Moita
Toiros:
6 Castro
INFORMAÇÕES & VENDA DE BILHETES:
http://www.terrabrava.com.pt/index.php
sábado, 19 de junho de 2010
Fernando Ruas: Promove Sessão de Boas-Vindas à Família Real Portuguesa, no Salão Nobre dos Paços do Município em Viseu [Hoje~18H30]
[ Por ocasiãodo XVI Congresso da Causa Real, o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Dr. Fernando Ruas, convidou diversas personalidades a assistirem à Sessão de Boas-Vindas a Sua Alteza Real Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, que irá ter lugar este sábado, pelas 18h30, no Salão Nobre dos Paços do Município.Pelas 21h30, na Av. da Europa, digna-se Sua Alteza Real Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, assistir às Marchas dos Santos Populares.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Gongresso da Causa Real 2010, arranca amanhã na cidade de Viseu [ 19 e 20 Junho ]
[ É já amanhã que arranca o XVI Congresso da Causa Real, que desta feita é organizada pela Real de Viseu. O Congresso que iniciará os trabalhos, dia 19 de Junho pelas 9 Horas, e com um paínel de debate sobre os seguintes temas: “A Imagem de marca de Portugal como produto da economia global"- António Filipe Pimentel; “As vantagens da Monarquia para a Democracia do século XXI” – José Adelino Maltês; “O terrorismo político e o advento da República”, por João Távora e Carlos Bobone; “A dinâmica política e a Monarquia”, por Rui Monteiro. No dia 20 de Junho, na sessão de fecho do paínel de debates, será a vez do tema "Municipios e Monarquia", que contará com as presenças de Fernando Seara, Arq. Ribeiro Telles e José Valle de Figueiredo, entre outros autarcas presentes. A Sessão Solene de Encerramento do Congresso contará com a presença de SS AA RR Os Duques de Bragança, e Entidades Oficiais convidadas. A par da agenda dos trabalhos do Congresso, estão contempladas as seguintes actividades culturais: Desfile Monárquico dos Congressistas do Teatro Viriato ao Rossio para receber SS AA RR Os Duques de Bragança; Torneio de Golf, no Golfe Montebelo, para a atribuição do Prémio-Troféu Real Associação de Viseu; Visita guiada à cidade (para acompanhantes dos congressistas)-Cava de Viriato, funicular, Sé, Museu Grão Vasco; Marchas Populares da cidade de Viseu. Inserida na vertente cultural deste programa, destacamos ainda a visita à exposição "SOBRE AS OBRAS SOCIAIS DA MONARQUIA – ACÇÃO DA RAINHA DONA AMÉLIA EM PROL DA SAÚDE PÚBLICA E NA LUTA CONTRA A TUBERCULOS", e à exposição sobre "A CENSURA , TERRORISMO E LIBERDADE DE IMPRENSA NA I REPÚBLICA", que estarão patentes nas áreas exteriores da sala do Congresso do Teatro Viriato. O Gongresso terminará com um almoço no dia 20 de Junho, após a Missa que irá ser celebrada por Sua Em.ª Reverª o Bispo de Viseu, na Sé Catedral, com a presença de SS AA RR Os Duques de Bragança. ] quarta-feira, 9 de junho de 2010
Viseu recebe o XVI Congresso da Causa Real [Teatro Viriato ~ 18 a 20 Junho ]
[ Pensar Real~Pensar Portugal, divulga o Programa do XVI Congresso da Causa Real, que desta feita é organizada pela Real de Viseu. O Congresso que irá decorrer no Teatro Viriato, em Viseu, iniciará os trabalhos, no dia 19 de Junho pelas 9 Horas, prevendo para o segundo tempo, a realização de um paínel de debates com os seguintes temas: “A Imagem de marca de Portugal como produto da economia global"- António Filipe Pimentel; “As vantagens da Monarquia para a Democracia do século XXI” – José Adelino Maltês; “O terrorismo político e o advento da República”, por João Távora e Carlos Bobone; “A dinâmica política e a Monarquia”, por Rui Monteiro. No dia 20 de Junho, na sessão de fecho do paínel de debates, será a vez do tema "Municipios e Monarquia", que contará com as presenças de Fernando Seara, Arq. Ribeiro Telles e José Valle de Figueiredo, entre outros autarcas presentes. A Sessão Solene de Encerramento do Congresso contará com a presença de SS AA RR Os Duques de Bragança, e Entidades Oficiais convidadas. A par da agenda dos trabalhos do Congresso, estão contempladas as seguintes actividades culturais: Desfile Monárquico dos Congressistas do Teatro Viriato ao Rossio para receber SS AA RR; Torneio de Golf, no Golfe Montebelo, para a atribuição do Prémio-Troféu Real Associação de Viseu; Visita guiada à cidade (para acompanhantes dos congressistas)-Cava de Viriato, funicular, Sé, Museu Grão Vasco; Marchas Populares da cidade de Viseu. Inserido na vertente cultural deste programa, destacamos ainda a visita à exposição "SOBRE AS OBRAS SOCIAIS DA MONARQUIA – ACÇÃO DA RAINHA DONA AMÉLIA EM PROL DA SAÚDE PÚBLICA E NA LUTA CONTRA A TUBERCULOS", e à exposição sobre "A CENSURA , TERRORISMO E LIBERDADE DE IMPRENSA NA I REPÚBLICA", que estarão patentes nas áreas exteriores da sala do Congresso do Teatro Viriato. O Gongresso terminará com um almoço no dia 20 de Junho, após a Missa que irá ser celebrada por Sua Em.ª Reverª o Bispo de Viseu, na Sé Catedral, com a presença de SS AA RR Os Duques de Bragança.]segunda-feira, 26 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
D. Amélia: A rainha exilada que deixou o coração em Portugal - O Novo Romance Histórico de Isabel Stilwell [ Livros ]
[ Pensar Real~Pensar Portugal, irá estar presente na apresentação do romance Histórico "D. Amélia" de Isabel Stilwell, que se realizará hoje pelas 18h30, na livraria Buchholz, em Lisboa. Após a apresentação do seu novo romance histórico, a autora estará disponível para responder às questões dos leitores. Convidamos todos os nossos interessados a estarem presentes.SINOPSE DO LIVRO "D. AMÉLIA":
"Uma rainha não foge, não vira costas ao seu destino, ao seu país. D. Amélia de Orleãs e Bragança era uma mulher marcada pela tragédia quando embarcou, em Outubro de 1910, na Ericeira rumo ao exílio. Essa palavra maldita que tinha marcado a sua família e a sua infância. O povo acolheu-a com vivas, anos antes, quando chegou a Lisboa. Admirou a sua beleza, comentou como era alta e ficou encantado com o casamento de amor a que assistiu na Igreja de São Domingos. A princesa sentia-se uma mulher feliz. Mas cedo começou a sentir o peso da tragédia. O povo que a aclamou agora criticava os seus gestos, mesmo quando eram em prol dos mais desfavorecidos. O marido, aos poucos, afastava-se do seu coração, descobriu-lhe traições e fraquezas e nem o amor dos seus dois filhos conseguiu mitigar a dor. Nos dias mais tristes passava os dedos pelo colar de pérolas que D. Carlos lhe oferecera, 671 pérolas, cada uma símbolo dos momentos felizes que teimava em não esquecer. Isabel Stilwell, autora best-seller de romances históricos, traz-nos a história da última rainha de Portugal. D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados ao pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola. De nada lhe valeu o ramo de rosas que tinha na mão e com o qual tentou afastar o assassino. Outras mortes a perseguiriam... D. Amélia regressou em 1945 a convite de António de Oliveira Salazar com quem mantinha correspondência e por quem tinha uma declarada admiração. Morreu seis anos depois em França, seu país natal, na cama que Columbano havia pintado para ela. Na cabeceira estavam desenhadas as armas dos Bragança."
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Museu da Fundação da Casa de Bragança corre o risco de perder alguns Coches do seu núcleo para o novo Museu em Lisboa
[ A directora do Museu da Fundação da Casa de Bragança, Maria Monge, referiu em entrevista à Lusa, que “não há nenhuma comunicação oficial" emitida à Fundação, quanto à transferência dos Coches que estão no Paço Ducal, em Vila Viçosa. Apesar de não haver uma “informação oficial”, Maria Monge avançou que “alguns dos coches que estão no núcleo de Vila Viçosa correm risco de ser transferidos para o novo Museu dos Coches, em Lisboa”. “A centralização funciona”, disse a responsável, considerando que, no caso de se concretizar esta situação, se traduz “num prejuízo para a visibilidade das viaturas”. “É um património que estava a ser usufruído pelas populações do interior e que vai para o Museu dos Coches em Lisboa”, salientou. Maria Monge realçou que a carruagem que transportava o Rei D. Carlos quando foi assassinado há 102 anos constituía, até há pouco tempo, o principal atrativo da exposição permanente de carruagens de Vila Viçosa, no Paço Ducal. Aquela carruagem, segundo a responsável, foi transferida para Lisboa há dois anos, quando se assinalou o centenário do regicídio e não regressou a Vila Viçosa. A directora do Museu da Fundação da Casa de Bragança referiu ainda que “há pouco tempo” a Fundação renovou um protocolo com a direcção do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), organismo tutelado pelo Ministério da Cultura, para a continuidade, por um prazo de vinte anos, de cerca de 70 viaturas no núcleo de Vila Viçosa. Actualmente, adiantou a responsável, existem 76 viaturas no núcleo de Vila Viçosa, mas cerca de uma dezena ou são propriedade da Fundação da Casa de Bragança ou pertencem a particulares, e estão depositadas na Fundação. A primeira pedra do novo Museu dos Coches, em Lisboa, foi colocada a 01 de fevereiro, na presença do primeiro ministro, José Sócrates, e da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, tendo sido também apresentado o respetivo programa museológico. A cerimónia decorreu nas antigas instalações das Oficinas Gerais de Material de Engenharia do Exército, na Avenida da Índia, em Belém, onde se erguerá o novo edifício da autoria do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha. O museu, que ocupará uma área de 15 177 metros quadrados dos terrenos das antigas oficinas, custará 31,5 milhões de euros provenientes das contrapartidas do Casino de Lisboa. A colecção é composta por 130 viaturas, 54 das quais se encontram no actual Museu dos Coches – o mais visitado de Portugal -, e as restantes 76 no núcleo de Vila Viçosa, instalado desde 1984 nas antigas cocheiras e cavalariças do palácio. ]
FONTES & VER+EM: