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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Historiador Luso-Americano confirma que Cristovão Colombo era Português


[ Um historiador luso-americano apresentou novas provas de que Cristóvão Colombo era Português. Manuel Rosa acaba de publicar um livro a demonstrar que o homem que descobriu a América não podia ser um humilde tecelão italiano. IN RTP ]

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

História de Portugal está cada vez mais renegada dos currículos escolares - afirma a historiadora Ana Rodrigues Oliveira

[ Ana Rodrigues Oliveira, autora do livro «Rainhas medievais portuguesas», defende que a mãe de D. Afonso Henriques, D. Teresa, foi quem ambicionou a independência do Condado Portucalense e deu continuidade aos objectivos do marido, noticia a Lusa. «D. Teresa foi uma mulher entre homens importantes e daí que a sua acção seja mal vista. Filha, irmã, e tia de reis, era uma mulher fora do seu tempo, aliás como a irmã, D. Urraca. D. Teresa tentou levar a independência do Condado Portucalense avante e é no nosso imaginário a primeira Rainha portuguesa», argumentou a historiadora. «Rainha medievais de Portugal», editado pela Esfera dos Livros e já à venda nas livrarias, sintetiza as biografias de 17 mulheres, ao longo de quatro séculos. É precisamente D. Teresa quem abre o volume de 672 páginas, terminando com D. Leonor de Lencastre, e considerando D. Constança Manuel e D. Inês de Castro como rainhas. «Tudo aponta para o facto de D. Inês ter casado com D. Pedro I, um facto que [o cronista] Fernão Lopes quis negar, esconder, camuflar, mas é a única voz dissonante, e esteve ao serviço de uma nova dinastia [de Aviz]», disse à Lusa. A historiadora afirmou que as Rainhas «foram sucessivamente assumindo maior importância política e poder no reino, assim como a nível diplomático», e deu como exemplo a Rainha Santa Isabel. A Península Ibérica foi o cenário da maioria dos casamentos da Casa Real Portuguesa mas, salientou, «fomos mais além, e há casamentos com famílias reais da Dinamarca, Borgonha, Sabóia ou Inglaterra». Os casamentos, referiu a investigadora, «desenham alianças diplomáticas». A autora espera que este estudo leve os portugueses a conhecer melhor a sua História «que está muito maltratada». «A História está cada vez mais renegada dos currículos escolares, e aqui cada vez mais culpo os sucessivos governos que temos tido, que não dão importância à História do país», sentenciou. ]

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Centenário da Morte da Rainha Maria Pia (1847-1911) assinalado numa exposição a ocorrer no Palácio da Ajuda em 2011?




[ No ano do centenário da República, Isabel Silveira Godinho afirmou que a República “vilipendiou e disse muito mal da Família Real, como lhe competia, mas portou-se muito bem ao devolver todos os bens de carácter pessoal”. “A República portou-se muito bem ao devolver os livros, as jóias pessoais, as pratas, os móveis, os tapetes, os fatos, à sua custa, e é uma história que este palácio vai ter de contar um dia”, disse a responsável. Após a proclamação da República, o Paço da Ajuda, residência da Rainha Pia que, depois de enviuvar, “passou apenas a ocupar o piso térreo”, foi selado. “Uma comissão que integrava um representante da soberana fez um exaustivo inventário, desde pentes e móveis às pratas e jóias”, disse. Trata-se de uma listagem curiosa em que a cada sala corresponde uma letra do alfabeto “e quando se esgotou o alfabeto, repetiram-se as letras, sendo cada uma acompanhada de sinais diacríticos, A’; A’’ e por aí fora”, explicou. Dentro de cada sala “cada objecto foi numerado e referenciado” e ainda hoje serve “como um thesaurus”, rematou. No próximo ano cumpre-se o centenário da morte da Rainha Maria Pia (1847-1911), e o PNA prepara várias iniciativas com base em várias linhas de investigação. A responsável afirmou que “o palácio deve muito ao empenho da Rainha que era uma mulher fora da sua época”. As críticas republicanas aos gastos da mulher de D. Luís e mãe de D. Carlos, permitem que hoje o Palácio possua “riquíssimas colecções não só na qualidade e género como na quantidade”. A responsável projecta “fazer um dia” uma exposição em que se mostra as quantidades existentes de objectos de quotidiano que há no PNA. “A riqueza de uma casa afere-se também pela quantidade e é extraordinária. Não há dezenas de marcadores vermeil, há mais de uma centena, por exemplo”, disse. Referindo-se à Rainha, Isabel Silveira Godinho que dirige o PNA há 30 anos, afirmou que esta “sabia o que comprava, e a ela se deve muito da riqueza das actuais colecções”. A responsável afirmou que o assassinato do filho e do neto (D. Carlos e D. Luís Filipe) abalou muito Maria Pia. Referindo-se à citada demência da Rainha que o dramaturgo António Patrício na peça “O Fim” ilustra com a régia personagem a regar as flores do tapete do quarto, a directora do PNA argumentou: “julgo que não, mas é claro todos temos uns dias mais negros que outros”. “É natural que tivesse um desgosto grande. Ninguém pode ficar impávida e serena perante uma desgraça colossal como aquela foi [o assassinato do filho e do neto em Fevereiro de 1908]”, disse. “E a barbaridade como aquilo aconteceu – continuou - ninguém fica na mesma. A Rainha sofreu, tanto que ela que era uma personagem que sempre gostou de estar em público e de aparecer, e tinha uma pose real, nem precisava de usar jóias, nasceu de facto para ser Rainha, desistiu de estar em cena”. (ES). ]

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Alexandre Herculano: Guardar a Memória – Viver a História [ Exposição na Sala do Capítulo do Mosteiro dos Jerónimos]

[ Inaugura amanhã dia 17 de Dezembro, pelas 18h30, na Sala do Capítulo do Mosteiro dos Jerónimos, a Exposição Alexandre Herculano: Guardar a Memória – Viver a História. Com a abertura desta exposição, o IGESPAR, I.P. e a Associação World Monuments Fund – Portugal pretendem homenagear Alexandre Herculano e contribuir para melhor dar a conhecer a vida e a obra deste grande cidadão português ao numeroso público que nos visita. E, ainda, sensibilizar especialmente os jovens para a leitura e estudo das suas obras. A Sala do Capítulo do Mosteiro dos Jerónimos foi especificamente concluída em 1885 para acolher, em 1888, os restos mortais de Alexandre Herculano num grandioso mausoléu, reflectindo o reconhecimento público e a enorme admiração e afecto dos seus contemporâneos. Tendo sido um dos paladinos da defesa do Património construído desde a secularização das Ordens Religiosas, em 1834, o espaço da Sala do Capítulo é, assim, o local para honrar este enorme vulto da cultura Portuguesa e que tanto contribuiu para o início dos estudos científicos da História de Portugal. Interveio sempre pública e civicamente na defesa dos grandes valores da liberdade que sustentam até hoje a sociedade Portuguesa. ]
ALEXANDRE HERCULANO:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandre_Herculano

FONTES &VER+EM:
http://www.igespar.pt/pt/agenda/9/1896/

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

"A Última Missão": Lançamento do livro sobre a guerra da autoria de José de Moura Calheiros [14 Dez |Coimbra]

[ «(…) Não se arrisca nada se se disser que A ÚLTIMA MISSÃO, com a sua boa escrita, amplo desenho, factos fortes e consistência, é a melhor peça memo rialística sobre a nossa última guerra. Assim, com este seu livro inaugural sobre a guerra que levou ao Fechamento, José de Moura Calheiros, rematando um arco de séculos, ajuda a fechar bem o trabalho iniciado pelos cronistas da Expansão. Mas o valor desta obra não se esgota no reforço da nossa debilitada tradição memorialística, reside também no facto de ser uma resposta da realidade real à altura da melhor realidade imaginada – Nó Cego, de Vale Ferraz, A Costa dos Murmúrios, de Lídia, e Jornada de África, de Alegre – sobre a Guerra Colonial, como a Esquerda lhe chama, ou Guerra do Ultramar, como a Direita prefere.» Do Ensaio prefacial, de Rui de Azevedo Teixeira. A sessão de lançamento do Livro "A Última Missão" de José Alberto de Moura Calheiros, publicado pela editora Caminhos Romanos, irá ter lugar no dia 14 de Dezembro, pelas 18 Horas, no auditório da Brigada de Intervenção, na Rua da Infantaria Nº23, em Coimbra. A obra será apresentada pelo professor Doutor António Barbosa de Melo.

"José Alberto de Moura Calheiros, nasceu em 1936 no Peso, Covilhã. Frequentou o Curso de Infantaria da Escola do Exército (1954-1957). Admitido nas Tropas Pára-quedistas em 1959, aí passou toda a sua vida militar. Cumpriu três comissões de serviço no Ultramar – Angola (1963-1965) e Moçambique(1967-1969) como comadante de Companhia de Pára-quedistas e Guiné (1971-1973) como 2º Comandante e Oficial de Operações do BCP12, COP4 e COP5 e Comandante do COP3. Em Tancos, foi Comandante do Batalhão de Instrução, Comandante do Regimento de Caçadores Pára-quedistas e Comandante da Escola de Tropas Pára-quedistas. Nos seus três últimos anos de actividade como militar (1977-1981) desempenhou funções de Chefe do Estado Maior do Corpo de Tropas Pára-quedistas. Passou à situação de Reserva em Fevereiro de 1981. Licenciado em Finanças pelo ISCEF – Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, passou então a desempenhar funções de técnico economista no Ministério da Indústria, IPE – Instituto de Participações do Estado e na Direcção Financeira de empresas. Mais tarde dedicou-se à gestão de empresas. Hoje está reformado e afastado de qualquer actividade profissional."]

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Vila Viçosa 8 Dezembro: Procissão em Honra de Nossa Senhora da Conceição - Rainha de Portugal!


[ Realizou-se ontem em Vila Viçosa a majestosa Procissão em Honra de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal. Foi nesta localidade que, em 1646, D. João IV ofereceu Portugal à Mãe Imaculada de Jesus, depondo a coroa aos pés da Rainha do Céu que, doravante, seria também a Rainha de Portugal. IN JORNAL CORREIO DA MANHÃ 8DEZ]

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Coimbra: Comemorações da Restauração da Independência de Portugal assinalada no "Almoço dos Conjurados" no dia 4 Dez

[ A REAL ASSOCIAÇÃO de COIMBRA vai realizar no próximo dia 4 de Dezembro (SÁBADO) a tradicional REUNIÃO de CONJURADOS nesta cidade de Coimbra, para comemorar a RESTAURAÇÃO da INDEPENDÊNCIA de PORTUGAL, ocorrida no 1º. de Dezembro de 1640!

Neste ano de 2010, a Reunião dos CONJURADOS terá lugar ao Almoço no Hotel Dona Inês e contará com a presença de S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE, DUQUE DE BRAGANÇA, que se deslocará a Coimbra propositadamente para o efeito.

Está-se a tentar que compareça igualmente o Doutor Jaime Nogueira Pinto para que, no final do Almoço, possa apresentar o seu mais recente livro "NOBRE POVO".

A Real Associação de Coimbra assinalará também o seu 19º. Aniversário. O almoço terá lugar no Hotel Dona Inês, em Coimbra, a partir das 13horas. O custo será de 15,00 € por pessoa e as inscrições para o Almoço deverão ser efectuadas pelos telefones 239 829 615 (Dr. Joaquim Forjaz Sampaio) e 239 855 800 (Hotel Dona Inês), impreterivelmente até ao dia 2 de Dezembro.
Convidam-se TODOS os PORTUGUESES a participar neste Almoço Comemorativo da RESTAURAÇÃO da INDEPENDÊNCIA de 1640!

Viva o REI!

O Presidente da Direcção da Real Associação de Coimbra
Joaquim Leandro Costa e Nora

1º Dezembro: Cerimónias Comemorativas da Independência de Portugal [ Lisboa~10]



[ A Direcção Central da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, o Grupo de Reflexão Monárquica Pensar Real~Pensar Portugal, convidam todos os Portugueses para as Cerimónias Comemorativas da Independência de Portugal, que irão realizar-se amanhã, dia 1 de Dezembro, em Lisboa, de acordo com o programa adiante apresentado:

PROGRAMA 2010:
12H00 - MISSA SOLENE DE ACÇÃO DE GRAÇAS Na Igreja Paroquial de Santa Justa, no Largo de São Domingos.

16H00 - HOMENAGEM AOS HERÓIS DA RESTAURAÇÃO Na Praça dos Restauradores.

17H30 - INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO “D. JOÃO IV E A RESTAURAÇÃO” da pintora Gabriela Marques da Costa. No Palácio da Independência, Espaço Fernando Pessoa.

18H00 - ASSINATURA DO LIVRO DE HONRA DA SHIP e APRESENTAÇÃO DA REVISTA “INDEPENDÊNCIA” (nova série) No Palácio da Independência.

Convidam-se todos os Sócios e Família para as Comemorações desta Data Histórica que, este ano, se reveste de um significado muito especial.]
SOCIEDADE HISTÓRICA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL:
http://www.ship.pt/

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Sá Carneiro: Biografia de Miguel Pinheiro


[ A poucos dias de se completarem 30 anos sobre a morte do então primeiro-ministro está publicada a mais recente biografia de Francisco Sá Carneiro. Durante os últimos cinco anos, o jornalista Miguel Pinheiro juntou documentos e ouviu muitos testemunhos, de familiares e amigos do político e do homem que sempre disse que iria morrer cedo. IN RTP ]

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Rede Internacional do Património Mundial de Origem Portuguesa: II Encontro Internacional em Coimbra

[ A criação da rede foi formalizada com a Declaração de Coimbra, documento assinado pelos participantes, à excepção de Macau, na II Reunião Internacional da WHPO, que decorreu entre os dias 23 e 26 de Outubro na Universidade de Coimbra. A não subscrição do documento pelos participantes macaenses na reunião ficou a dever-se apenas ao facto da especificidade do estatuto daquele território exigir procedimentos ainda não totalmente resolvidos, disse à Agência Lusa um elemento da organização do encontro. "Angola, Argentina, Benim, Brasil, Cabo Verde, Espanha, Gana, Gâmbia, Guiné-Bissau, Holanda, Índia, Irão, Malta, Marrocos, México, Moçambique, Paraguai, Quénia, Senegal, Sri Lanka, Tanzânia, Timor Leste, Uruguai e Portugal são os países cujos representantes subscreveram a Declaração de Coimbra." A rede de cooperação WHPO será dirigida, a partir de agora, por "uma comissão instaladora", coordenada pela brasileira Rosina Parchem e composta ainda por Aboulkacem Chebri(Marrocos), Emanuel Caboco (Angola), Hassan Arero (Quénia) e Shivananda Rao (Índia). O mandato desta comissão terá a duração "máxima de três anos", período durante o qual deverá ser realizada a terceira reunião internacional da WHPO, no Brasil. Tendo como principal objetivo a formalização da constituição da WHPO, a II Reunião Internacional sobre o Património Mundial de Origem Portuguesa foi organizado pela Universidade de Coimbra, Comissão Nacional Portuguesa da Unesco, Ministério da Cultura, Icomos Portugal (Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional dos Monumentos e dos Sítios) e Turismo de Portugal.]
FONTES & VER+EM:
http://www.publico.pt/Cultura/rede-internacional-do-patrimonio-mundial-de-origem-portuguesa-nasceu-hoje-em-coimbra_1462915

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

República: Assim Não!...

[ Pensar Real~Pensar Portugal transcreve o conteúdo da carta, que foi enviada ontem ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, pelo advogado Alexandre Lafayette, questionando "o conteudo publicitado" na agenda cultural de Outubro da Câmara de Lisboa, alusivo ao evento: a "Noite das Facas Longas - O Mistério da Camioneta Fantasma".

Exmo. Senhor
DR. ANTÓNIO COSTA
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Praça do Município
1149-014 LISBOA


Assunto: Agenda Cultural de Outubro de 2010 da C.M.L. (pag. 52).
A “NOITE DAS FACAS LONGAS” – O MISTÉRIO DA CAMIONETA FANTASMA

Exmo. Senhor Presidente,

Na agenda em título, a pag. 52, anuncia-se a “peça teatral” da autoria de Hélder Costa, com o título e sub-título supra-indicado.
No texto publicitário refere-se que na tenebrosa noite (o adjectivo é meu) de 19 de Outubro de 1921, a camioneta fantasma, que transportou os homicidas de vários vultos da 1ª República, tinha por base um plano “levado a cabo por forças monárquicas” que pretendia “decapitar a liderança republicana para restaurar a Monarquia”.
Confesso que hoje já não há nada que me consiga”espantar”.
Como consta da História, aquela que foi escrita por gente séria e insuspeita, a carnificina foi obra de republicanos, adversários de outros republicanos (estes mais puros e honestos que os seus algozes), não tendo tido os monárquicos qualquer intervenção no evento (tão pouco foram meros instigadores).
Considero, enquanto cidadão e munícipe de Lisboa (eterno contribuinte pagante de vários dislates), um insulto à inteligência dos Portugueses de bem, o apadrinhamento pela CML, da mentira propalada na Agenda.
Pretendia, por isso, saber o seguinte:

1º Se a CML financiou, de alguma forma, a peça teatral.

2 º - Se o fez, qual o encargo suportado pelos contribuintes.

3º - Quem foram os autores dos pareceres que fundamentaram a concessão do eventual subsídio e quem foi o autor do despacho que o concedeu.
Em função da resposta que, decerto, V. Excia, Senhor Presidente, irá determinar que seja dada, ponderarei a eventual apresentação de denúncia criminal junto do DIAP de Lisboa com fundamento em gestão danosa de dinheiros públicos.


Com os melhores cumprimentos,
Alexandre Lafayette & Associados
Sociedade de Advogados

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Lisboa|Comemorações: 863º Aniversário da Conquista de Lisboa [25 Outubro|SHIP]


[ Com a chancela do "Guião-Centro de Estudos Portugueses" e da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, o Palácio da Independência de Portugal, no dia 25 de Outubro, por ocasião das Comemorações do 863.º ANIVERSÁRIO DA CONQUISTA DE LISBOA, promove o seguinte Programa:
PROGRAMA
10h30 - Santa Missa de Acção de Graças, na Basílica dos Mártires, em memória de todos os Combatentes que morreram movidos pela fé;
- Visita guiada ao Templo pelo Rev. Cónego Armando Duarte;
13h00 - Almoço nas Chaminés do Palácio da Independência;
No Salão Nobre:
14h30 - Trechos d’ Os Lusíadas referentes à tomada de Lisboa, pelo actor José Henrique Neto;
- “O Chão dos Mártires − o voto de D. Afonso Henriques”, pela Dr.ª Margarida Thomaz;
- “Danças Renascentistas”, pela Associação Danças com História.
INSCRIÇÕES:
Custo € 15,00
INFORMAÇÕES:

terça-feira, 5 de outubro de 2010

"Portugal estaria melhor com Monarquia": S.A.R. O Duque de Bragança [Entrevista]


[ Hoje, dia 5 de Outubro, por ocasião das Comemorações do 867º Aniversário da Fundação de Portugal que juntou centenas de monárquicos em Guimaraes numa "Manifestação Patriótica", S.A.R. O Duque de Bragança foi ao Norte do País, para realizar uma "Proclamação de Lealdade". S.A.R. O Duque de Bragança, ao fazer o balanço dos 100 anos da República, diz que o resultado é estarmos hoje na cauda da Europa! Pensar Real ~ Pensar Portugal, edita a entrevista do Jornal Correio da Manhã, realizada a S.A.R. O Duque de Bragança:
"Questionado sobre os resultados obtidos pelas diferentes repúblicas, em termos sociais e económicos e sociais, D. Duarte defendeu que "a situação actual desacredita um bocado os resultados da República". "Depois de 100 anos conseguimos chegar ao último lugar da Europa em termos de desenvolvimento humano e em muitos outros aspectos, com excepção da Albânia, e até mesmo os países da Europa de leste passaram à nossa frente", lamentou. O Duque de Bragança disse ainda "acreditar que se Portugal tivesse continuado com a monarquia estaria certamente muito melhor do que está hoje". "A monarquia pode dar qualquer coisa a mais, uma ajuda, à democracia em que vivemos", referiu, lembrando que "há cerca de por 30 cento dos portugueses acreditam que seria melhor ter um rei, apesar de termos tido excelentes presidentes da república".

O duque de Bragança, D. Duarte Nuno, concordou esta terça-feira, em Guimarães, com o apelo ao consenso político feito pelo Presidente da República, dizendo que "tem toda a razão porque medidas duras têm de ser tomadas por consenso".
"Acho o consenso indispensável porque, se as medidas forem tomadas por um partido só torna-se difícil, porque será penalizado nas eleições", afirmou, frisando que o consenso político partidário deve abranger, "pelos menos, os que têm responsabilidade nas governações passadas". O candidato ao trono de Portugal falava aos jornalistas no Paço dos Duques de Bragança, no final de uma cerimónia monárquica que juntou algumas centenas de apoiantes e que serviu para os partidários da sua causa lhe mostrarem "lealdade". Os monárquicos comemoram o 5 de Outubro, não como a data da implantação da República, mas como o dia em que o Tratado de Zamora, de 1143 foi assinado, dando-se assim "início aos 867 anos que Portugal já leva desde a sua fundação". Questionado a propósito, D. Duarte congratulou-se com as medidas de austeridade decididas pelo Governo, dizendo que são "indispensáveis". "Temos todos de entrar em austeridade, pois quanto mais tarde pior", avisou, lembrando que o País "é como uma família que gasta mais do que o que tem". Em sua opinião, "é melhor corrigir e tentar gastar menos enquanto é tempo senão, qualquer dia, vão ser outros a tomar conta de nós, seja o FMI ou outra instituição qualquer". "Estou muito optimista porque finalmente os governantes decidiram tomar as medidas necessárias", acentuou." ]
FONTES & VER+EM:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/d-duarte-acho-o-consenso-politico-indispensavel

VER IMAGENS:

sábado, 2 de outubro de 2010

Portugal Comemora dia 5 Outubro: O 867º Aniversário da Fundação da Nacionalidade [ Coimbra ~ 11Horas ~ Igreja Santa Cruz]




EM 5 DE OUTUBRO DE 1143 NASCEU PORTUGAL!

[ É em 5 de Outubro de 1143, com o Tratado de Zamora e na presença do Legado Pontifício, Cardeal Guido de Vico, que D. Afonso VII de Leão reconhece a existência de um novo Estado, PORTUGAL. Esta declaração de PORTUGAL como REINO INDEPENDENTE infelizmente não é comemorada oficialmente no próprio País. PORTUGAL deve ser o único País do Mundo que não celebra oficialmente a data da sua INDEPENDÊNCIA. As Autoridades Oficiais Portuguesas têm preferido comemorar as datas de acidentais alterações do regime, que sobretudo simbolizam revoluções fratricidas entre Portugueses.

É o caso do “5 de OUTUBRO”:
Oficialmente é comemorada apenas a revolução de 1910, que opôs Portugueses a Portugueses e que teve como acto preparatório o assassinato do (então) CHEFE de ESTADO (que era o Rei D. Carlos I), ignorando as actuais Autoridades Oficiais a celebração do ANIVERSÁRIO do NASCIMENTO de Portugal, como ESTADO-NAÇÃO. Discordando frontal e veementemente desta valoração das datas históricas por parte das Autoridades Oficiais, a REAL ASSOCIAÇÃO DE COIMBRA tem comemorado em cada “5 de OUTUBRO” o ANIVERSÁRIO da FUNDAÇÃO da NACIONALIDADE, mandando celebrar na Igreja de SANTA CRUZ, em Coimbra, MISSA sufragando a alma do Rei Fundador e dos seus Descendentes.


Neste ano de 2010, a Missa de Sufrágio pela alma do Rei Fundador e dos Seus Descendentes será celebrada na Igreja de Santa Cruz pelas 11,00 horas do dia 5 de Outubro (para permitir a presença de TODOS em Guimarães às 15 horas), após o que será prestada significativa HOMENAGEM junto aos túmulos de D. Afonso Henriques e de D.Sancho I. Esperamos ter connosco S. A. R., O Senhor Dom Duarte de Bragança na Igreja de Santa Cruz, em Coimbra.
Convidam-se todos os Portugueses a participar em Coimbra nas Comemorações do 867º. ANIVERSÁRIO da INDEPENDÊNCIA de PORTUGAL.

FAÇAMOS DO ANIVERSÁRIO DE PORTUGAL uma data que UNA OS PORTUGUESES!

VIVA O REI !

VIVA PORTUGAL!

Joaquim Costa Nora
Presidente da Real Associação de Coimbra

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Apresentação dos Selos e do Carimbo dos 200 Anos da Batalha do Bussaco [ Media ]

[ Inserido no Programa das Comemorações dos 200 Anos da Batalha do Bussaco, hoje decorrerá das 16h às 18Horas, a apresentação pública dos selos e do carimbo comemorativo dos 200 anos da Batalha do Bussaco, no Convento de Santa Cruz do Bussaco. O programa tem vindo a ser elaborado pela Câmara da Mealhada, em colaboração com o Estado-maior do Exército, a Academia Portuguesa de História, a Associação Napoleónica Portuguesa, a Fundação Mata do Buçaco e algumas associações locais.]
FONTES & VER+EM:

http://www.cm-mealhada.pt/200anosbussaco/index.php

Batalha do Bussaco: Recriação Histórica da Batalha de 1710 no Bussaco recriada por Associações Napoleónicas de seis países

[ Mais de centena e meia de elementos de diferentes associações napoleónicas de diversos países recriaram, no Buçaco (Mealhada), a batalha que, há 200 anos, opôs naquela serra tropas francesas e forças luso-britânicas. À recriação histórica, integrada nas comemorações do Bicentenário da Batalha do Buçaco, nas portas de Sula, o local onde em 27 de setembro de 1710 se travaram confrontos decisivos no conflito entre Portugal e França, assistiram alguns milhares de pessoas. "Não fazemos folclore", garantiu à agência Lusa, pouco antes do início da "batalha", Faria e Silva, presidente da Associação Napoleónica Portuguesa (ANP), organizadora do evento, em cooperação e com a participação das suas congéneres de Espanha, França, Reino Unido, Bélgica e Suíça e com o apoio da câmara da Mealhada e do Estado Maior do Exército. Do confronto, há 200 anos, entre as tropas luso-britânicas, lideradas por Wellington, e o exército francês, comandado por Massena, "há gravuras" que permitem a "reprodução fiel de vestuário e armamento" então utilizado, disse Faria e Silva. Essas gravuras e outros dados permitem que seja possível reconstituir protagonistas, materiais, equipamentos e cenários com elevado grau de fiabilidade. In LUSA ]

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Rei D. Carlos: Colecção Oceanográfica "D. Carlos I"- Aquário Vasco da Gama [Museu]


[ Ao longo de doze anos de campanhas, D. Carlos foi reunindo uma colecção zoológica de incalculável valor histórico e científico que inclui animais conservados em meio líquido e naturalizados. Constituindo um valoroso contributo para o inventário faunístico da costa Portuguesa, esta colecção tem vindo a servir de base à realização de diversos estudos científicos, nomeadamente sobre peixes e crustáceos. A Colecção Oceanográfica D. Carlos I inclui ainda instrumentos oceanográficos utilizados durante as campanhas, bem como um extenso conjunto de documentação e bibliografia referentes à actividade científica desenvolvida pelo monarca. Inicialmente foi sendo guardada no Palácio das Necessidades, com vista à criação de um Museu Oceanográfico. Após a morte do monarca, as colecções foram entregues em Fevereiro de 1910 à Liga Naval Portuguesa, que inaugurou a Secção Oceanográfica D.Carlos I do então Museu de Marinha, situado no Palácio dos Duques de Palmela, ao Calhariz. Mais tarde, com a extinção da Liga Naval Portuguesa em 1929, a colecção transita para o Museu Condes de Castro Guimarães, em Cascais, sendo doada por escritura pública notarial e por decreto-lei de 11 de Junho de 1935, ao Aquário Vasco da Gama-Estação de Biologia Marítima. A Biblioteca Científica do Rei, incluindo verdadeiras preciosidades bibliográficas e constituindo um espólio de valor inimaginável, foi também oferecida nessa mesma altura. Desde então, o Aquário Vasco da Gama tem sido responsável pela conservação deste fantástico património, parcialmente em exposição permanente ao público visitante desde 20 de Maio de 1943, por ocasião do 45º aniversário desta instituição, altura em que reabriu ao público o Museu Oceanográfico D. Carlos I. A parte restante da Colecção mantém-se reservada, mas disponível para a consulta a efectuar por especialistas, com vista à realização de estudos científicos. As sucessivas transferências da Colecção, desde o primitivo Museu no Palácio das Necessidades até ao Aquário Vasco da Gama, contribuíram para o desaparecimento de um número significativo de exemplares e a deterioração de muitos outros. A parte da Colecção Oceanográfica D. Carlos I que hoje se encontra depositada nesta instituição, embora seja uma pálida amostra daquilo que deveria ter sido no tempo em que o monarca viveu, constitui um legado de incalculável valor histórico e científico, estreitamente ligado ao nascimento da moderna oceanografia em Portugal.]
S.M.F. EL-REI DOM CARLOS I DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_I_de_Portugal

FONTES & VER+EM:
http://aquariovgama.marinha.pt/PT/museu/Pages/coleccao_rei.aspx

Oceanografia:El-Rei D. Carlos de Portugal- "Um dos Pioneiros Mundiais na História da Oceanografia de mérito Internacional"

[ "D. Carlos nasceu em Lisboa, no Palácio da Ajuda, a 28 de Setembro de 1863. Filho de D. Maria de Sabóia e de D. Luís I, foi educado para ser rei, tendo revelado desde muito cedo uma forte aptidão para as artes, para o desporto e ainda para a observação da natureza. Herda de seu pai a paixão pelo mar que se irá reflectir na sua obra artística e científica. A 22 de Maio de 1886 casa com D. Amélia de Orleães, filha dos Condes de Paris, de quem teve dois filhos: o Príncipe D. Luís Filipe e o infante D. Manuel, que viria a ser o último rei de Portugal. Com a morte do pai, em 19 de Outubro de 1889, é confrontado com grandes dificuldades sociais e políticas que encara com coragem e lucidez. No entanto, apesar do destaque que adquiriu a nível científico, tanto nacional como internacionalmente, não foi capaz de resolver os graves problemas políticos resultantes, por um lado, de uma profunda crise interna, e por outro, pelo ambiente internacional, favorável ao desaparecimento das monarquias na Europa. A 1 de Fevereiro de 1908, quando a Família Real regressava de Vila Viçosa com destino a Lisboa, sofre um atentado em pleno Terreiro do Paço. D. Carlos é vitimado, bem como o seu filho mais velho, o Príncipe herdeiro D. Luís Filipe. D. Manuel, o segundo filho, é aclamado Rei de Portugal. Dois anos mais tarde é implantada a República e a Família Real abandona o país com destino a Inglaterra."
CAMPANHAS OCEANOGRÁFICAS:
D. Carlos de Bragança, Rei de Portugal entre 1889 e 1908, dedicou-se com assinalável sucesso a um conjunto diversificado de actividades de que se destacam a Arte e alguns ramos da Ciência, tal como a Ornitologia e a Oceanografia. Neste campo pode mesmo considerar-se como um dos pioneiros mundiais, tendo deixado uma obra de reconhecido mérito. Influenciado pelo crescente interesse do Homem pelo estudo do mar registado no século passado, D. Carlos decidiu explorar cientificamente o nosso mar. Depois de uma cuidadosa preparação, e auxiliado por um valoroso conjunto de colaboradores, de entre os quais se destaca Albert Girard, D. Carlos deu início, a 1 de Setembro de 1896, à primeira de doze Campanhas Oceanográficas (1896-1907) realizadas na costa portuguesa, com o objectivo principal de estudar a Fauna Marinha. O estudo dos peixes, mereceu desde logo particular atenção, dada a enorme importância económica da indústria piscatória em Portugal. A intensa actividade oceanográfica desenvolvida passa ainda por campos tão diversos como o estudo das correntes ou da topografia dos fundos marítimos, tendo inclusivamente chegado a reconhecer a existência de profundos vales submarinos próximo da costa, na região do Cabo Espichel.
DIVULGAÇÃO CIENTIFICA::
É de salientar o extraordinário papel desempenhado por D. Carlos no domínio da divulgação científica, fazendo chegar ao conhecimento público os resultados das suas campanhas oceanográficas, organizando exposições com o material zoológico recolhido ou ainda com istrumentos de uso corrente em oceanografia e aparelhos de pesca. D. Carlos publicou também diversas obras de reconhecido mérito científico, de entre as quais se destacam "Resultados das Investigações Scientificas feitas a bordo do Yacht "Amélia" . Pescas marítimas. I. - A Pesca do Atum no Algarve em 1898 e II- Esqualos obtidos nas campanhas de 1896 a 1903 efectuadas a bordo do "Yacht Amelia".
O mérito da sua obra foi internacionalmente reconhecido, como o demonstram os numerosos diplomas que lhe foram conferidos pelas mais prestigiadas instituições científicas da época. ]
SITE AQUÁRIO VASCO DA GAMA:
http://aquariovgama.marinha.pt/PT/museu/Pages/rei_carlos.aspx

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Mapa de Portugal datado de 1561 foi adquirido pela Biblioteca Municipal

[ Quando D. Sebastião foi aclamado rei (1557), preparou-se uma embaixada a Roma, para tratar de importantes assuntos de Estado. O embaixador escolhido foi Lourenço Pires de Távora (1510-1573), que chegou a Roma em Junho de 1559. Em Roma residia um dos mais famosos humanistas Portugueses, Aquiles Estaço (1524-1581), notável latinista que redigiu a oração de obediência de D. Sebastião ao Papa e a leu perante Pio IV. Guido Sforza, cardeal protector de Portugal, terá então recebido de Estaço um particular presente: um mapa de Portugal, preparado por Fernando Álvares Seco(fl. 1560), cartógrafo de quem pouco ou nada se sabe. Do mapa manuscrito original não se conhece o paradeiro, mas, a partir dele, Sebastiano di Re gravou e Michele Tramezzino, conhecido editor veneziano, preparou uma versão reduzida, na escala de ca. 1: 1.340.000, impressa em Veneza mas difundida em Roma, com privilégio do Papa e do Senado de Veneza, datada de 20 de Maio de 1561. O exemplar, agora adquirido pela Biblioteca, foi impresso em Veneza a partir do manuscrito original de Fernandes Álvares Seco cujo paradeiro é desconhecido. Do mapa original "Sebastiano di Re gravou e Michele Tramezzino, conhecido editor veneziano, preparou uma versão reduzida (36x66 cm), na escala de cerca 1: 1.340.000, impressa em Veneza mas difundida em Roma, com privilégio do Papa e do Senado de Veneza, datada de 20 de maio de 1561", explica a mesma nota. O mapa original foi uma oferta do humanista português Aquiles Estaço ao cardeal Guido Sforza, em agradecimento pelo "seu empenho nos assuntos lusitanos". A oferta deu-se no reinado de D. Sebastião, quando o jovem Rei nomeou Lourenço Pires de Távora embaixador junto do Papa em 1559, tendo cabido a Estaço redigir e ler a oração de obediência do monarca ao Papa Pio IV. Do cartógrafo Fernando Álvares Seco "pouco ou nada se sabe" e do "mapa manuscrito original não se conhece o paradeiro". "Embora a primeira imagem cartográfica que representa Portugal isoladamente e no seu conjunto seja a de Álvares Seco, pouca atenção tem sido dada ao mapa. Constituem exceção os diversos estudos que Suzanne Daveau tem dedicado à obra", lê-se na mesma nota. Segundo a nota, "o que mais surpreende o leitor do mapa de Portugal de Álvares Seco é a sua orientação, com o oeste no topo. Observada de Leste (Roma), em perspetiva, a fachada ocidental da península, 'perde-se' no horizonte, para oeste. Sendo uma construção erudita, é natural que a sua orientação represente Portugal como 'cabeça' da Europa". A nota sublinha que o mapa "é a figuração de um Portugal apelidado de 'Lusitânia', província da Hispânia romana". Na dedicatória lê-se: "Guido Sforza: dedicamos-te, devido à proteção dispensada à nossa gente, a Lusitânia descrita pela arte de Fernando Alvares Seco...". ]
SITE BNP:
http://www.bnportugal.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=536:aquisicao-do-mais-antigo-mapa-de-portugal&catid=49:aquisicoes&Itemid=581
FONTES & VER+EM:
http://www.sic.sapo.pt/online/noticias/cartaz/Biblioteca+Nacional+adquire+exemplar+do+mapa+mais+antigo+de+Portugal.htm

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Viagem Medieval Santa Maria da Feira 2010: Do Condado ao Reino [29 Jul a 8 Agosto]


[ A Viagem Medieval em Terra de Santa Maria que em 2009 arrecadou o prémio “Melhor Evento Cultural”, na terceira edição da Gala dos Eventos, realizada a 1 de Junho, no Porto Sheraton Hotel, introduz na edição de 2010: a apresentação de novos espectaculos e cerca de 135 horas de animação durante o evento. A produção da Viagem Mediaval em Terra de Santa Maria 2010, conta com a presença de 490 elementos na animação; 36 grupos de animação circulante; 41 associações envolvidas; A criação de 14 novos espectáculos, inspirados no contexto histórico local e nacional; A criação de 8 novas áreas temáticas, com apresentação de novos espectáculos, dinamizados por novos grupos; A criação da figura do ‘narrador" (dois actores feirenses na contextualização dos espectáculos no espaço e no tempo); A criação de imagem cinematográfica para o cartaz de promoção. A frase -"No final do séc. XI, é criada uma nova entidade política: o Condado Portucalense"-, serve de mote à recriação histórica e época da Fundação de Portugal, que envolve cerca de duas centenas de actores e figurantes, que prometem surpreender os visitantes durante 11 dias de programação. O evento começou ontem com a apresentação das personagens e decorrerá até dia 8 de Agosto. Recorde-se que, em 2008, a Viagem Medieval também foi distinguida com uma menção honrosa, na terceira edição dos Prémios Turismo de Portugal (categoria “Animação”), que decorreu na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL).]
SITE OFICIAL & PROGRAMA:
http://www.viagemmedieval.com/index.php