Peça Évora 9 de Julho from Bernardo Costa on Vimeo.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
História de Portugal está cada vez mais renegada dos currículos escolares - afirma a historiadora Ana Rodrigues Oliveira
[ Ana Rodrigues Oliveira, autora do livro «Rainhas medievais portuguesas», defende que a mãe de D. Afonso Henriques, D. Teresa, foi quem ambicionou a independência do Condado Portucalense e deu continuidade aos objectivos do marido, noticia a Lusa. «D. Teresa foi uma mulher entre homens importantes e daí que a sua acção seja mal vista. Filha, irmã, e tia de reis, era uma mulher fora do seu tempo, aliás como a irmã, D. Urraca. D. Teresa tentou levar a independência do Condado Portucalense avante e é no nosso imaginário a primeira Rainha portuguesa», argumentou a historiadora. «Rainha medievais de Portugal», editado pela Esfera dos Livros e já à venda nas livrarias, sintetiza as biografias de 17 mulheres, ao longo de quatro séculos. É precisamente D. Teresa quem abre o volume de 672 páginas, terminando com D. Leonor de Lencastre, e considerando D. Constança Manuel e D. Inês de Castro como rainhas. «Tudo aponta para o facto de D. Inês ter casado com D. Pedro I, um facto que [o cronista] Fernão Lopes quis negar, esconder, camuflar, mas é a única voz dissonante, e esteve ao serviço de uma nova dinastia [de Aviz]», disse à Lusa. A historiadora afirmou que as Rainhas «foram sucessivamente assumindo maior importância política e poder no reino, assim como a nível diplomático», e deu como exemplo a Rainha Santa Isabel. A Península Ibérica foi o cenário da maioria dos casamentos da Casa Real Portuguesa mas, salientou, «fomos mais além, e há casamentos com famílias reais da Dinamarca, Borgonha, Sabóia ou Inglaterra». Os casamentos, referiu a investigadora, «desenham alianças diplomáticas». A autora espera que este estudo leve os portugueses a conhecer melhor a sua História «que está muito maltratada». «A História está cada vez mais renegada dos currículos escolares, e aqui cada vez mais culpo os sucessivos governos que temos tido, que não dão importância à História do país», sentenciou. ]http://www.esferadoslivros.pt/livros.php?id_li=225
FONTES & VER+EM:
http://diario.iol.pt/sociedade/tvi24-rainhas-dteresa-ana-rodrigues-oliveira-livro-independencia/1219944-4071.html
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Centenário da Morte da Rainha Maria Pia (1847-1911) assinalado numa exposição a ocorrer no Palácio da Ajuda em 2011?
[ No ano do centenário da República, Isabel Silveira Godinho afirmou que a República “vilipendiou e disse muito mal da Família Real, como lhe competia, mas portou-se muito bem ao devolver todos os bens de carácter pessoal”. “A República portou-se muito bem ao devolver os livros, as jóias pessoais, as pratas, os móveis, os tapetes, os fatos, à sua custa, e é uma história que este palácio vai ter de contar um dia”, disse a responsável. Após a proclamação da República, o Paço da Ajuda, residência da Rainha Pia que, depois de enviuvar, “passou apenas a ocupar o piso térreo”, foi selado. “Uma comissão que integrava um representante da soberana fez um exaustivo inventário, desde pentes e móveis às pratas e jóias”, disse. Trata-se de uma listagem curiosa em que a cada sala corresponde uma letra do alfabeto “e quando se esgotou o alfabeto, repetiram-se as letras, sendo cada uma acompanhada de sinais diacríticos, A’; A’’ e por aí fora”, explicou. Dentro de cada sala “cada objecto foi numerado e referenciado” e ainda hoje serve “como um thesaurus”, rematou. No próximo ano cumpre-se o centenário da morte da Rainha Maria Pia (1847-1911), e o PNA prepara várias iniciativas com base em várias linhas de investigação. A responsável afirmou que “o palácio deve muito ao empenho da Rainha que era uma mulher fora da sua época”. As críticas republicanas aos gastos da mulher de D. Luís e mãe de D. Carlos, permitem que hoje o Palácio possua “riquíssimas colecções não só na qualidade e género como na quantidade”. A responsável projecta “fazer um dia” uma exposição em que se mostra as quantidades existentes de objectos de quotidiano que há no PNA. “A riqueza de uma casa afere-se também pela quantidade e é extraordinária. Não há dezenas de marcadores vermeil, há mais de uma centena, por exemplo”, disse. Referindo-se à Rainha, Isabel Silveira Godinho que dirige o PNA há 30 anos, afirmou que esta “sabia o que comprava, e a ela se deve muito da riqueza das actuais colecções”. A responsável afirmou que o assassinato do filho e do neto (D. Carlos e D. Luís Filipe) abalou muito Maria Pia. Referindo-se à citada demência da Rainha que o dramaturgo António Patrício na peça “O Fim” ilustra com a régia personagem a regar as flores do tapete do quarto, a directora do PNA argumentou: “julgo que não, mas é claro todos temos uns dias mais negros que outros”. “É natural que tivesse um desgosto grande. Ninguém pode ficar impávida e serena perante uma desgraça colossal como aquela foi [o assassinato do filho e do neto em Fevereiro de 1908]”, disse. “E a barbaridade como aquilo aconteceu – continuou - ninguém fica na mesma. A Rainha sofreu, tanto que ela que era uma personagem que sempre gostou de estar em público e de aparecer, e tinha uma pose real, nem precisava de usar jóias, nasceu de facto para ser Rainha, desistiu de estar em cena”. (ES). ]
http://hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=7229
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Vila Viçosa 8 Dezembro: Procissão em Honra de Nossa Senhora da Conceição - Rainha de Portugal!
[ Realizou-se ontem em Vila Viçosa a majestosa Procissão em Honra de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal. Foi nesta localidade que, em 1646, D. João IV ofereceu Portugal à Mãe Imaculada de Jesus, depondo a coroa aos pés da Rainha do Céu que, doravante, seria também a Rainha de Portugal. IN JORNAL CORREIO DA MANHÃ 8DEZ]
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
A Voz do Rei:"Duarte de Bragança pediu nacionalidade timorense" [Media]
FONTES & VER+EM:
http://dn.sapo.pt/inicio/pessoas/interior.aspx?content_id=1724656
A Voz do Rei: "D. Duarte propõe 'união' lusófona" [Media]
FONTES & VER+EM:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1724450
sábado, 13 de novembro de 2010
Golegã: Capital do Cavalo 2010
[ Termina amanhã a FEIRA NACIONAL DO CAVALO LUSITANOXXXV FEIRA NACIONAL DO CAVALOXII FEIRA INTERNACIONAL DO CAVALO LUSITANO, que está a decorrer desde o dia 5 de Novembro na Golegã: A capital do Cavalo! Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda a visita a este grande evento nacional que decorre até Domingo e destaca a reportagem editada em 2008, no ano que a Feira da Golegã contou com as ilustres presenças de SS. AA.RR. Os Duques de Bragança.]
PROGRAMA GOLEGÃ CAPITAL DO CAVALO:
http://www.horsefairlusitano.org/portugues/port.asp
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Rainhas Portuguesas: Aida Sousa Dias expõe no Hotel Infante Sagres no Porto
[ Rainhas Portuguesas, serve de tema na exposição de Aida Sousa Dias, patente até Novembro no Hotel Infante Sagres, no Porto. Em cortesia com o grupo Pensar Real~Pensar Portugal, a artista revelou-nos que: "A exposição de esculturas, baseia-se numa imaginada figuração de algumas "Mulheres-Rainhas" que me marcaram ao longo da vida, e marcaram a nossa História de Portugal. Escolhi umas pela sua importância mística, outras pelo papel importante que tiveram como Rainhas reinando sós, outras porque ao lado dos seus maridos - reis impuseram valores e comportamentos que as dignificaram. Estes trabalhos agora patentes na exposição, são o ínicio de um conjunto de obras que irão sendo executadas ao longo do próximo ano. O material escolhido para a realização das esculturas, é a pedra mármore da região do Alentejo, sendo que se podem observar outras pedras da zona de Sintra de várias tonalidades". By (FQ) Pensar Real~Pensar Portugal, no Porto]segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Estufa Real do Rei D. Luís I: "A grande inovação do Real Jardim Botânico!"
[ “Jardim do século XVIII, final do barroco, espaço de rigor geométrico, foi o primeiro jardim botânico português, devendo ser considerado como a primeira e a mais importante instituição dedicada à cultura da história natural do País." Após o terramoto de 1 de Novembro de 1755, o Marquês de Pombal mandara construir na Ajuda, nessa época subúrbio da capital, um edifício de madeira, abrigo e residência provisória da Família Real, que ficou conhecido pelo nome de «Paço Velho», e que, no reinado de D. Maria I, desapareceu devido a um incêndio. Para implantação do Real Jardim Botânico, no sítio de Nossa Senhora da Ajuda, D. José I comprou ao conde da Ponte a quinta que este possuía junto ao Paço da Ajuda. Inicialmente esta quinta destinou-se à cultura de frutas e hortaliças necessárias ao Palácio Real. Por influência de Miguel Franzini, professor dos príncipes D. José e D. João, netos do rei e filhos da que viria posteriormente a subir ao trono com o nome de D. Maria I, foi projectado o 15.º Jardim Botânico da Europa. Destinava-se o jardim, tal como o Museu de História Natural e o Gabinete de Física, instalados num edifício próximo, à educação dos príncipes, em particular a D. José, então com 15 anos e destinado a suceder a sua mãe, caso não tivesse falecido. Na Europa, já desde 1543 se vinham a construir jardins botânicos destinados a instruir todos os que quisessem estudar os enigmas do mundo vegetal, podendo citar-se, nomeadamente, os de Pisa, Pádua, Bolonha, Montpellier, Estrasburgo, Paris e Madrid. Inicialmente denominado "Real Jardim Botânico da Ajuda", chegou a receber plantas vivas e sementes dos jardins botânicos de todo o mundo, tendo coleccionado mais de 5000 espécies. Considerado um dos melhores exemplos que podem encontrar-se do que foram os jardins botânicos no século XVI e parte do XVII, o jardim e o museu foram abertos ao público por ordem de D. João VI. Mas a grande inovação do Real Jardim Botânico, ocorre no reinado de D. Luís I, com a edificação da Estufa das Orquideas! "A grande inovação desta estufa residia no facto de estar parcialmente enterrada. O isolamento dado pelo solo evitava as perdas de calor durante os meses mais frios e reduzia o aquecimento excessivo da estufa durante o Verão, conduzindo a baixas amplitudes térmicas ao longo do ano com importante economia de energia. Durante os anos de 1980, este mesmo princípio foi aplicado no desenvolvimento de uma estufa protótipo destinada ao cultivo de plantas ornamentais, em Almeria, Espanha, tendo então sido apresentada como grande inovação. Tinham entretanto passado cem anos desde a construção da Estufa das Orquídeas!" ]ESTUFA DAS ORQUIDEAS:
http://www.jardimbotanicodajuda.com/1ojardim/14visitavirtual/arquitectura/estufa_orq/Estufa_orq.html
http://www.jardimbotanicodajuda.com/1ojardim/14visitavirtual/v2_arquitectura.html
http://www.isa.utl.pt/home/node/906
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Rei D. Carlos: Colecção Oceanográfica "D. Carlos I"- Aquário Vasco da Gama [Museu]
[ Ao longo de doze anos de campanhas, D. Carlos foi reunindo uma colecção zoológica de incalculável valor histórico e científico que inclui animais conservados em meio líquido e naturalizados. Constituindo um valoroso contributo para o inventário faunístico da costa Portuguesa, esta colecção tem vindo a servir de base à realização de diversos estudos científicos, nomeadamente sobre peixes e crustáceos. A Colecção Oceanográfica D. Carlos I inclui ainda instrumentos oceanográficos utilizados durante as campanhas, bem como um extenso conjunto de documentação e bibliografia referentes à actividade científica desenvolvida pelo monarca. Inicialmente foi sendo guardada no Palácio das Necessidades, com vista à criação de um Museu Oceanográfico. Após a morte do monarca, as colecções foram entregues em Fevereiro de 1910 à Liga Naval Portuguesa, que inaugurou a Secção Oceanográfica D.Carlos I do então Museu de Marinha, situado no Palácio dos Duques de Palmela, ao Calhariz. Mais tarde, com a extinção da Liga Naval Portuguesa em 1929, a colecção transita para o Museu Condes de Castro Guimarães, em Cascais, sendo doada por escritura pública notarial e por decreto-lei de 11 de Junho de 1935, ao Aquário Vasco da Gama-Estação de Biologia Marítima. A Biblioteca Científica do Rei, incluindo verdadeiras preciosidades bibliográficas e constituindo um espólio de valor inimaginável, foi também oferecida nessa mesma altura. Desde então, o Aquário Vasco da Gama tem sido responsável pela conservação deste fantástico património, parcialmente em exposição permanente ao público visitante desde 20 de Maio de 1943, por ocasião do 45º aniversário desta instituição, altura em que reabriu ao público o Museu Oceanográfico D. Carlos I. A parte restante da Colecção mantém-se reservada, mas disponível para a consulta a efectuar por especialistas, com vista à realização de estudos científicos. As sucessivas transferências da Colecção, desde o primitivo Museu no Palácio das Necessidades até ao Aquário Vasco da Gama, contribuíram para o desaparecimento de um número significativo de exemplares e a deterioração de muitos outros. A parte da Colecção Oceanográfica D. Carlos I que hoje se encontra depositada nesta instituição, embora seja uma pálida amostra daquilo que deveria ter sido no tempo em que o monarca viveu, constitui um legado de incalculável valor histórico e científico, estreitamente ligado ao nascimento da moderna oceanografia em Portugal.]
S.M.F. EL-REI DOM CARLOS I DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_I_de_Portugal
FONTES & VER+EM:
http://aquariovgama.marinha.pt/PT/museu/Pages/coleccao_rei.aspx
Oceanografia:El-Rei D. Carlos de Portugal- "Um dos Pioneiros Mundiais na História da Oceanografia de mérito Internacional"
CAMPANHAS OCEANOGRÁFICAS:
D. Carlos de Bragança, Rei de Portugal entre 1889 e 1908, dedicou-se com assinalável sucesso a um conjunto diversificado de actividades de que se destacam a Arte e alguns ramos da Ciência, tal como a Ornitologia e a Oceanografia. Neste campo pode mesmo considerar-se como um dos pioneiros mundiais, tendo deixado uma obra de reconhecido mérito. Influenciado pelo crescente interesse do Homem pelo estudo do mar registado no século passado, D. Carlos decidiu explorar cientificamente o nosso mar. Depois de uma cuidadosa preparação, e auxiliado por um valoroso conjunto de colaboradores, de entre os quais se destaca Albert Girard, D. Carlos deu início, a 1 de Setembro de 1896, à primeira de doze Campanhas Oceanográficas (1896-1907) realizadas na costa portuguesa, com o objectivo principal de estudar a Fauna Marinha. O estudo dos peixes, mereceu desde logo particular atenção, dada a enorme importância económica da indústria piscatória em Portugal. A intensa actividade oceanográfica desenvolvida passa ainda por campos tão diversos como o estudo das correntes ou da topografia dos fundos marítimos, tendo inclusivamente chegado a reconhecer a existência de profundos vales submarinos próximo da costa, na região do Cabo Espichel.
DIVULGAÇÃO CIENTIFICA::
É de salientar o extraordinário papel desempenhado por D. Carlos no domínio da divulgação científica, fazendo chegar ao conhecimento público os resultados das suas campanhas oceanográficas, organizando exposições com o material zoológico recolhido ou ainda com istrumentos de uso corrente em oceanografia e aparelhos de pesca. D. Carlos publicou também diversas obras de reconhecido mérito científico, de entre as quais se destacam "Resultados das Investigações Scientificas feitas a bordo do Yacht "Amélia" . Pescas marítimas. I. - A Pesca do Atum no Algarve em 1898 e II- Esqualos obtidos nas campanhas de 1896 a 1903 efectuadas a bordo do "Yacht Amelia".
SITE AQUÁRIO VASCO DA GAMA:
http://aquariovgama.marinha.pt/PT/museu/Pages/rei_carlos.aspx
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Estoril: A primeira estância de turismo pensada de raiz em Portugal [Livros]
[ "Apesar de ter surgido como estância de veraneio no final do século XIX, o Estoril foi a primeira estância balnear em Portugal pensada e projectada para a actividade turística, com oferta hoteleira e imobiliária, campos de golfe, campos de ténis, termas, casino e, claro, a praia", afirma a historiadora Margarida de Magalhães Ramalho, autora do livro "Estoril, a vanguarda do turismo", recentemente editado pela By the Book. Em português e inglês, o livro é amplamente ilustrado com fotografias actuais e antigas, muitas das quais inéditas. "Durante o trabalho de pesquisa, encontrei mais de mil fotografias no Hotel Palácio que nunca foram publicadas, para além de outros documentos que nem se sabia que existiam, como o primeiro projecto do Hotel do Parque, que nunca chegou a ser construído", contou a investigadora ao DN. A historiadora, que já editou outros trabalhos sobre esta região, conta neste livro a história do turismo no Estoril desde os tempos da Monarquia até aos dias de hoje e dedica ainda o primeiro capítulo do livro aos últimos trinta anos do século XIX, período durante o qual o Rei D. Carlos e a aristocracia faziam longas temporadas em Cascais. A cada capítulo corresponde uma das grandes fases da evolução turística do Estoril: anos dourados, entre 1910 e 1945; de terra de exílio a praia de família, entre 1950 e 1974; à procura de si próprio, de 1974 à actualidade. O título do segundo capítulo, anos dourados, remete para o auge da estância balnear. Apesar de Fausto Figueiredo ter apresentado logo em 1914 o projecto de desenvolvimento do Estoril enquanto destino turístico, foi preciso esperar pelo final da Primeira Grande Guerra e pela visão de futuro de dois homens do Estado Novo - António Ferro e Duarte Pacheco - para que os projectos começassem a ser concretizados. No início dos anos 30, com a chegada do Sud Express e com a inauguração do Palace Hotel e do Casino, o Estoril ganha fama internacional e torna-se cosmopolita, atraindo destacadas figuras de Casas Reais Europeias, banqueiros, actores de cinema e espiões internacionais." ]By The Book - 'Estoril, a vanguarda do turismo':
http://www.bythebook.pt
FONTES & VER+EM:
http://www.tvi.iol.pt/mediacenter.html?mul_id=13301276&load=3&pos=0
http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1642133&seccao=Livros
sábado, 26 de junho de 2010
D. Afonso Henriques: Criada sociedade em Viseu para preservar a memória do Fundador de Portugal
http://www.destak.pt/artigo/68166
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Fragrâncias Reais
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Comemorações dos 500 Anos do Museu do Azulejo: Homenagem à Rainha D. Leonor
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
1 Fevereiro: Missa de Sufrágio por Alma de S.M El Rei Dom Carlos e S.A.R. O Princípe Real, Dom Luís Filipe [ Lisboa - 2010 ]
sábado, 16 de janeiro de 2010
Fragata D. Fernando II e Glória: Baptizada em homenagem ao Casal Real Português - o Museu Navio encontra-se em Exposição
Contactos: Tlm.: 91 784 11 49 (Fragata)
FONTES & VER+EM:
http://museu.marinha.pt/Museu/Site/PT/Exposicoes/FragataDFernandoII/
Fragata Dom Fernando II e Glória:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fragata_portuguesa_Dom_Fernando_II_e_Gl%C3%B3ria
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
8 Dezembro:Dia da Imaculada Conceição- Dia da Rainha de Portugal [Vila Viçosa em Festa]
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Rainha D. Leonor - 500 anos da Fundação do Mosteiro da Madre de Deus 1509-2009: Museu do Azulejo, Lisboa [10 Dez 2009/11.06.2010]
RAINHA D. LEONOR DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Leonor_de_Avis,_Rainha_de_Portugal
EXPOSIÇÂO~INFORMAÇÕES:
LOCAL: Rua da Madre de Deus, 4 - Lisboa
Horário: 3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
