Mostrar mensagens com a etiqueta Família Real Portuguesa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Família Real Portuguesa. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

História de Portugal está cada vez mais renegada dos currículos escolares - afirma a historiadora Ana Rodrigues Oliveira

[ Ana Rodrigues Oliveira, autora do livro «Rainhas medievais portuguesas», defende que a mãe de D. Afonso Henriques, D. Teresa, foi quem ambicionou a independência do Condado Portucalense e deu continuidade aos objectivos do marido, noticia a Lusa. «D. Teresa foi uma mulher entre homens importantes e daí que a sua acção seja mal vista. Filha, irmã, e tia de reis, era uma mulher fora do seu tempo, aliás como a irmã, D. Urraca. D. Teresa tentou levar a independência do Condado Portucalense avante e é no nosso imaginário a primeira Rainha portuguesa», argumentou a historiadora. «Rainha medievais de Portugal», editado pela Esfera dos Livros e já à venda nas livrarias, sintetiza as biografias de 17 mulheres, ao longo de quatro séculos. É precisamente D. Teresa quem abre o volume de 672 páginas, terminando com D. Leonor de Lencastre, e considerando D. Constança Manuel e D. Inês de Castro como rainhas. «Tudo aponta para o facto de D. Inês ter casado com D. Pedro I, um facto que [o cronista] Fernão Lopes quis negar, esconder, camuflar, mas é a única voz dissonante, e esteve ao serviço de uma nova dinastia [de Aviz]», disse à Lusa. A historiadora afirmou que as Rainhas «foram sucessivamente assumindo maior importância política e poder no reino, assim como a nível diplomático», e deu como exemplo a Rainha Santa Isabel. A Península Ibérica foi o cenário da maioria dos casamentos da Casa Real Portuguesa mas, salientou, «fomos mais além, e há casamentos com famílias reais da Dinamarca, Borgonha, Sabóia ou Inglaterra». Os casamentos, referiu a investigadora, «desenham alianças diplomáticas». A autora espera que este estudo leve os portugueses a conhecer melhor a sua História «que está muito maltratada». «A História está cada vez mais renegada dos currículos escolares, e aqui cada vez mais culpo os sucessivos governos que temos tido, que não dão importância à História do país», sentenciou. ]

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Centenário da Morte da Rainha Maria Pia (1847-1911) assinalado numa exposição a ocorrer no Palácio da Ajuda em 2011?




[ No ano do centenário da República, Isabel Silveira Godinho afirmou que a República “vilipendiou e disse muito mal da Família Real, como lhe competia, mas portou-se muito bem ao devolver todos os bens de carácter pessoal”. “A República portou-se muito bem ao devolver os livros, as jóias pessoais, as pratas, os móveis, os tapetes, os fatos, à sua custa, e é uma história que este palácio vai ter de contar um dia”, disse a responsável. Após a proclamação da República, o Paço da Ajuda, residência da Rainha Pia que, depois de enviuvar, “passou apenas a ocupar o piso térreo”, foi selado. “Uma comissão que integrava um representante da soberana fez um exaustivo inventário, desde pentes e móveis às pratas e jóias”, disse. Trata-se de uma listagem curiosa em que a cada sala corresponde uma letra do alfabeto “e quando se esgotou o alfabeto, repetiram-se as letras, sendo cada uma acompanhada de sinais diacríticos, A’; A’’ e por aí fora”, explicou. Dentro de cada sala “cada objecto foi numerado e referenciado” e ainda hoje serve “como um thesaurus”, rematou. No próximo ano cumpre-se o centenário da morte da Rainha Maria Pia (1847-1911), e o PNA prepara várias iniciativas com base em várias linhas de investigação. A responsável afirmou que “o palácio deve muito ao empenho da Rainha que era uma mulher fora da sua época”. As críticas republicanas aos gastos da mulher de D. Luís e mãe de D. Carlos, permitem que hoje o Palácio possua “riquíssimas colecções não só na qualidade e género como na quantidade”. A responsável projecta “fazer um dia” uma exposição em que se mostra as quantidades existentes de objectos de quotidiano que há no PNA. “A riqueza de uma casa afere-se também pela quantidade e é extraordinária. Não há dezenas de marcadores vermeil, há mais de uma centena, por exemplo”, disse. Referindo-se à Rainha, Isabel Silveira Godinho que dirige o PNA há 30 anos, afirmou que esta “sabia o que comprava, e a ela se deve muito da riqueza das actuais colecções”. A responsável afirmou que o assassinato do filho e do neto (D. Carlos e D. Luís Filipe) abalou muito Maria Pia. Referindo-se à citada demência da Rainha que o dramaturgo António Patrício na peça “O Fim” ilustra com a régia personagem a regar as flores do tapete do quarto, a directora do PNA argumentou: “julgo que não, mas é claro todos temos uns dias mais negros que outros”. “É natural que tivesse um desgosto grande. Ninguém pode ficar impávida e serena perante uma desgraça colossal como aquela foi [o assassinato do filho e do neto em Fevereiro de 1908]”, disse. “E a barbaridade como aquilo aconteceu – continuou - ninguém fica na mesma. A Rainha sofreu, tanto que ela que era uma personagem que sempre gostou de estar em público e de aparecer, e tinha uma pose real, nem precisava de usar jóias, nasceu de facto para ser Rainha, desistiu de estar em cena”. (ES). ]

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Vila Viçosa 8 Dezembro: Procissão em Honra de Nossa Senhora da Conceição - Rainha de Portugal!


[ Realizou-se ontem em Vila Viçosa a majestosa Procissão em Honra de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal. Foi nesta localidade que, em 1646, D. João IV ofereceu Portugal à Mãe Imaculada de Jesus, depondo a coroa aos pés da Rainha do Céu que, doravante, seria também a Rainha de Portugal. IN JORNAL CORREIO DA MANHÃ 8DEZ]

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A Voz do Rei:"Duarte de Bragança pediu nacionalidade timorense" [Media]

[ O chefe da Casa Real, Duarte de Bragança, pediu a nacionalidade timorense, devido às "relações profundas com Timor-Leste", afirmou numa entrevista à Lusa. Em entrevista por ocasião da Restauração da Independência, que se assinala hoje, Duarte de Bragança explicou que "a Casa Real já encetou os contactos para a obtenção da dupla nacionalidade, portuguesa e timorense, através de um pedido comunicado ao Presidente José Ramos-Horta". O chefe da Casa Real salientou que sempre apoiou a causa da independência timorense e, por outro lado, destacou "as relações profundas, espirituais, do povo timorense com Portugal". Duarte de Bragança sublinhou também que a Casa de Bragança e a bandeira monárquica são símbolos de "grande significado" para a nação timorense, que tem por isso uma relação especial com o herdeiro da última dinastia portuguesa. IN JORNAL DIÁRIO DE NOTICIAS 1 Dez 2010]
FONTES & VER+EM:
http://dn.sapo.pt/inicio/pessoas/interior.aspx?content_id=1724656

A Voz do Rei: "D. Duarte propõe 'união' lusófona" [Media]

[ Na mensagem de 1.º de Dezembro que costuma proferir todos os anos, D. Duarte Pio de Bragança lançou ontem a ideia de uma futura confederação de Estados lusófonos e sublinhou a importância do Congresso Mares da Lusofonia, que promoveu no âmbito da Comissão D. Carlos - 100 Anos e que juntou representantes de todos os países da CPLP. "Hoje", afirmou o pretendente ao trono, "é no mar e na Lusofonia que a nossa atenção deve ser focada como áreas de eleição para realizar um projecto de futuro para o País e para a Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa. Afinal, são estas duas vertentes que, desde o início da expansão marítima portuguesa, com períodos de maior ou menor brilho, maior ou menor envolvimento, têm vindo a constituir o nosso desígnio." Comparando a crise actual "à vivida nos tempos da I República" - "cujo centenário este ano faustosamente se comemorou" -, D. Duarte considera que "a situação humilhante em que a Nação se encontra" obriga "a reflectir sobre novos modelos de de-senvolvimento económico e de vida em sociedade". Além de dizer que nos devemos inspirar na caridade ("conceito mais abrangente do que o de solidariedade"), entende que é fundamental a "reactivação estratégica de uma agricultura sustentável e ecologicamente equilibrada", que "seria desejável dinamizar as antigas tradições de voluntariado", recorrendo também aos beneficiários de subsídios do Estado ("receber subsídios sem dar a sua contribuição para a sociedade equivale a receber esmolas"), e que se deve repensar o sistema educativo, desde o pré-primário ao superior, adaptando os cursos às necessidades profissionais actuais e futuras e criando condições às famílias com menos recursos para escolherem os estabelecimentos onde gostariam de matricular os filhos. E ainda se pronunciou sobre a situação da União Europeia. "Depois da expectativa inicial do projecto europeu, que a generalidade dos membros abraçou e que assumindo-se, na sua origem, como um projecto de cooperação entre Estados - com os mais ricos a ajudarem os mais pobres - passou, rapidamente, de miragem a tragédia, com os mais fortes a ditar regras e a impor sanções aos mais vulneráveis." IN JORNAL NOTICIAS 1 Dez 2010]
FONTES & VER+EM:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1724450

sábado, 13 de novembro de 2010

Golegã: Capital do Cavalo 2010


[ Termina amanhã a FEIRA NACIONAL DO CAVALO LUSITANOXXXV FEIRA NACIONAL DO CAVALOXII FEIRA INTERNACIONAL DO CAVALO LUSITANO, que está a decorrer desde o dia 5 de Novembro na Golegã: A capital do Cavalo! Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda a visita a este grande evento nacional que decorre até Domingo e destaca a reportagem editada em 2008, no ano que a Feira da Golegã contou com as ilustres presenças de SS. AA.RR. Os Duques de Bragança.]
PROGRAMA GOLEGÃ CAPITAL DO CAVALO:
http://www.horsefairlusitano.org/portugues/port.asp

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Rainhas Portuguesas: Aida Sousa Dias expõe no Hotel Infante Sagres no Porto

[ Rainhas Portuguesas, serve de tema na exposição de Aida Sousa Dias, patente até Novembro no Hotel Infante Sagres, no Porto. Em cortesia com o grupo Pensar Real~Pensar Portugal, a artista revelou-nos que: "A exposição de esculturas, baseia-se numa imaginada figuração de algumas "Mulheres-Rainhas" que me marcaram ao longo da vida, e marcaram a nossa História de Portugal. Escolhi umas pela sua importância mística, outras pelo papel importante que tiveram como Rainhas reinando sós, outras porque ao lado dos seus maridos - reis impuseram valores e comportamentos que as dignificaram. Estes trabalhos agora patentes na exposição, são o ínicio de um conjunto de obras que irão sendo executadas ao longo do próximo ano. O material escolhido para a realização das esculturas, é a pedra mármore da região do Alentejo, sendo que se podem observar outras pedras da zona de Sintra de várias tonalidades". By (FQ) Pensar Real~Pensar Portugal, no Porto]

AIDA SOUSA DIAS: Nasceu em Lisboa. Licenciada em Escultura pela Faculdade de Belas- Artes –Universidade de Lisboa. Mestre em Ciências e Teorias da Arte, defendeu na mesma Faculdade a tese intitulada: “A Figura da Mulher na Escultura dos Anos Cinquenta em Portugal”. Trabalhou na investigação da Cerâmica Portuguesa de 1976 a 1987, ano em que publicou o livro “A Cerâmica de Rafael Bordalo Pinheiro” ( Lello & Irmão Editores ), reeditado em Dezembro de 2009. A partir de 1984, a par da investigação, inicia a actividade de direcção e organização de exposições na Galeria da Junta de Turismo da Costa do Estoril, e no ano seguinte na Galeria Albatroz em Cascais onde dirigiu orientou e programou exposições até 1993. Foi júri de selecção e atribuição de prémios em várias exposições de Arte, e outros concursos nacionais e internacionais, organizados por Câmaras Municipais e entidades particulares. Realizou até data cerca de 40 exposições individuais e participou em inúmeras colectivas em Portugal e no estrangeiro. É autora de vários textos e prefácios em catálogos de Arte. Paralelamente a estas actividades é professora efectiva no Ensino Secundário e Professora Formadora (na área de Expressões no domínio das Didácticas Específicas ) da Formação Científica de Professores (FOCO). É membro efectivo do Conselho Consultivo da Fundação Marquês de Pombal. Como artista plástica está representada em diversas colecções oficiais e particulares em Portugal, Espanha, Alemanha, Inglaterra e França. Recebeu a Medalha de Mérito (Grau Prata) da Câmara Municipal de Oeiras em 7/6/1995. Recebeu alguns prémios em concursos entre eles: o Prémio de Escultura da Central de Cervejas em 1981 e foi eleita pela Revista “Marie Claire” uma das Mulheres do Ano de 1988.]
SITE OFICIAL:

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Estufa Real do Rei D. Luís I: "A grande inovação do Real Jardim Botânico!"

[ “Jardim do século XVIII, final do barroco, espaço de rigor geométrico, foi o primeiro jardim botânico português, devendo ser considerado como a primeira e a mais importante instituição dedicada à cultura da história natural do País." Após o terramoto de 1 de Novembro de 1755, o Marquês de Pombal mandara construir na Ajuda, nessa época subúrbio da capital, um edifício de madeira, abrigo e residência provisória da Família Real, que ficou conhecido pelo nome de «Paço Velho», e que, no reinado de D. Maria I, desapareceu devido a um incêndio. Para implantação do Real Jardim Botânico, no sítio de Nossa Senhora da Ajuda, D. José I comprou ao conde da Ponte a quinta que este possuía junto ao Paço da Ajuda. Inicialmente esta quinta destinou-se à cultura de frutas e hortaliças necessárias ao Palácio Real. Por influência de Miguel Franzini, professor dos príncipes D. José e D. João, netos do rei e filhos da que viria posteriormente a subir ao trono com o nome de D. Maria I, foi projectado o 15.º Jardim Botânico da Europa. Destinava-se o jardim, tal como o Museu de História Natural e o Gabinete de Física, instalados num edifício próximo, à educação dos príncipes, em particular a D. José, então com 15 anos e destinado a suceder a sua mãe, caso não tivesse falecido. Na Europa, já desde 1543 se vinham a construir jardins botânicos destinados a instruir todos os que quisessem estudar os enigmas do mundo vegetal, podendo citar-se, nomeadamente, os de Pisa, Pádua, Bolonha, Montpellier, Estrasburgo, Paris e Madrid. Inicialmente denominado "Real Jardim Botânico da Ajuda", chegou a receber plantas vivas e sementes dos jardins botânicos de todo o mundo, tendo coleccionado mais de 5000 espécies. Considerado um dos melhores exemplos que podem encontrar-se do que foram os jardins botânicos no século XVI e parte do XVII, o jardim e o museu foram abertos ao público por ordem de D. João VI. Mas a grande inovação do Real Jardim Botânico, ocorre no reinado de D. Luís I, com a edificação da Estufa das Orquideas! "A grande inovação desta estufa residia no facto de estar parcialmente enterrada. O isolamento dado pelo solo evitava as perdas de calor durante os meses mais frios e reduzia o aquecimento excessivo da estufa durante o Verão, conduzindo a baixas amplitudes térmicas ao longo do ano com importante economia de energia. Durante os anos de 1980, este mesmo princípio foi aplicado no desenvolvimento de uma estufa protótipo destinada ao cultivo de plantas ornamentais, em Almeria, Espanha, tendo então sido apresentada como grande inovação. Tinham entretanto passado cem anos desde a construção da Estufa das Orquídeas!" ]
ESTUFA DAS ORQUIDEAS:
http://www.jardimbotanicodajuda.com/1ojardim/14visitavirtual/
arquitectura/estufa_orq/Estufa_orq.html
JARDIM BOTÂNICO DA AJUDA:
http://www.isa.utl.pt/home/node/906
REI D.LUÍS I DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_I_de_Portugal

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Rei D. Carlos: Colecção Oceanográfica "D. Carlos I"- Aquário Vasco da Gama [Museu]


[ Ao longo de doze anos de campanhas, D. Carlos foi reunindo uma colecção zoológica de incalculável valor histórico e científico que inclui animais conservados em meio líquido e naturalizados. Constituindo um valoroso contributo para o inventário faunístico da costa Portuguesa, esta colecção tem vindo a servir de base à realização de diversos estudos científicos, nomeadamente sobre peixes e crustáceos. A Colecção Oceanográfica D. Carlos I inclui ainda instrumentos oceanográficos utilizados durante as campanhas, bem como um extenso conjunto de documentação e bibliografia referentes à actividade científica desenvolvida pelo monarca. Inicialmente foi sendo guardada no Palácio das Necessidades, com vista à criação de um Museu Oceanográfico. Após a morte do monarca, as colecções foram entregues em Fevereiro de 1910 à Liga Naval Portuguesa, que inaugurou a Secção Oceanográfica D.Carlos I do então Museu de Marinha, situado no Palácio dos Duques de Palmela, ao Calhariz. Mais tarde, com a extinção da Liga Naval Portuguesa em 1929, a colecção transita para o Museu Condes de Castro Guimarães, em Cascais, sendo doada por escritura pública notarial e por decreto-lei de 11 de Junho de 1935, ao Aquário Vasco da Gama-Estação de Biologia Marítima. A Biblioteca Científica do Rei, incluindo verdadeiras preciosidades bibliográficas e constituindo um espólio de valor inimaginável, foi também oferecida nessa mesma altura. Desde então, o Aquário Vasco da Gama tem sido responsável pela conservação deste fantástico património, parcialmente em exposição permanente ao público visitante desde 20 de Maio de 1943, por ocasião do 45º aniversário desta instituição, altura em que reabriu ao público o Museu Oceanográfico D. Carlos I. A parte restante da Colecção mantém-se reservada, mas disponível para a consulta a efectuar por especialistas, com vista à realização de estudos científicos. As sucessivas transferências da Colecção, desde o primitivo Museu no Palácio das Necessidades até ao Aquário Vasco da Gama, contribuíram para o desaparecimento de um número significativo de exemplares e a deterioração de muitos outros. A parte da Colecção Oceanográfica D. Carlos I que hoje se encontra depositada nesta instituição, embora seja uma pálida amostra daquilo que deveria ter sido no tempo em que o monarca viveu, constitui um legado de incalculável valor histórico e científico, estreitamente ligado ao nascimento da moderna oceanografia em Portugal.]
S.M.F. EL-REI DOM CARLOS I DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_I_de_Portugal

FONTES & VER+EM:
http://aquariovgama.marinha.pt/PT/museu/Pages/coleccao_rei.aspx

Oceanografia:El-Rei D. Carlos de Portugal- "Um dos Pioneiros Mundiais na História da Oceanografia de mérito Internacional"

[ "D. Carlos nasceu em Lisboa, no Palácio da Ajuda, a 28 de Setembro de 1863. Filho de D. Maria de Sabóia e de D. Luís I, foi educado para ser rei, tendo revelado desde muito cedo uma forte aptidão para as artes, para o desporto e ainda para a observação da natureza. Herda de seu pai a paixão pelo mar que se irá reflectir na sua obra artística e científica. A 22 de Maio de 1886 casa com D. Amélia de Orleães, filha dos Condes de Paris, de quem teve dois filhos: o Príncipe D. Luís Filipe e o infante D. Manuel, que viria a ser o último rei de Portugal. Com a morte do pai, em 19 de Outubro de 1889, é confrontado com grandes dificuldades sociais e políticas que encara com coragem e lucidez. No entanto, apesar do destaque que adquiriu a nível científico, tanto nacional como internacionalmente, não foi capaz de resolver os graves problemas políticos resultantes, por um lado, de uma profunda crise interna, e por outro, pelo ambiente internacional, favorável ao desaparecimento das monarquias na Europa. A 1 de Fevereiro de 1908, quando a Família Real regressava de Vila Viçosa com destino a Lisboa, sofre um atentado em pleno Terreiro do Paço. D. Carlos é vitimado, bem como o seu filho mais velho, o Príncipe herdeiro D. Luís Filipe. D. Manuel, o segundo filho, é aclamado Rei de Portugal. Dois anos mais tarde é implantada a República e a Família Real abandona o país com destino a Inglaterra."
CAMPANHAS OCEANOGRÁFICAS:
D. Carlos de Bragança, Rei de Portugal entre 1889 e 1908, dedicou-se com assinalável sucesso a um conjunto diversificado de actividades de que se destacam a Arte e alguns ramos da Ciência, tal como a Ornitologia e a Oceanografia. Neste campo pode mesmo considerar-se como um dos pioneiros mundiais, tendo deixado uma obra de reconhecido mérito. Influenciado pelo crescente interesse do Homem pelo estudo do mar registado no século passado, D. Carlos decidiu explorar cientificamente o nosso mar. Depois de uma cuidadosa preparação, e auxiliado por um valoroso conjunto de colaboradores, de entre os quais se destaca Albert Girard, D. Carlos deu início, a 1 de Setembro de 1896, à primeira de doze Campanhas Oceanográficas (1896-1907) realizadas na costa portuguesa, com o objectivo principal de estudar a Fauna Marinha. O estudo dos peixes, mereceu desde logo particular atenção, dada a enorme importância económica da indústria piscatória em Portugal. A intensa actividade oceanográfica desenvolvida passa ainda por campos tão diversos como o estudo das correntes ou da topografia dos fundos marítimos, tendo inclusivamente chegado a reconhecer a existência de profundos vales submarinos próximo da costa, na região do Cabo Espichel.
DIVULGAÇÃO CIENTIFICA::
É de salientar o extraordinário papel desempenhado por D. Carlos no domínio da divulgação científica, fazendo chegar ao conhecimento público os resultados das suas campanhas oceanográficas, organizando exposições com o material zoológico recolhido ou ainda com istrumentos de uso corrente em oceanografia e aparelhos de pesca. D. Carlos publicou também diversas obras de reconhecido mérito científico, de entre as quais se destacam "Resultados das Investigações Scientificas feitas a bordo do Yacht "Amélia" . Pescas marítimas. I. - A Pesca do Atum no Algarve em 1898 e II- Esqualos obtidos nas campanhas de 1896 a 1903 efectuadas a bordo do "Yacht Amelia".
O mérito da sua obra foi internacionalmente reconhecido, como o demonstram os numerosos diplomas que lhe foram conferidos pelas mais prestigiadas instituições científicas da época. ]
SITE AQUÁRIO VASCO DA GAMA:
http://aquariovgama.marinha.pt/PT/museu/Pages/rei_carlos.aspx

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Estoril: A primeira estância de turismo pensada de raiz em Portugal [Livros]

[ "Apesar de ter surgido como estância de veraneio no final do século XIX, o Estoril foi a primeira estância balnear em Portugal pensada e projectada para a actividade turística, com oferta hoteleira e imobiliária, campos de golfe, campos de ténis, termas, casino e, claro, a praia", afirma a historiadora Margarida de Magalhães Ramalho, autora do livro "Estoril, a vanguarda do turismo", recentemente editado pela By the Book. Em português e inglês, o livro é amplamente ilustrado com fotografias actuais e antigas, muitas das quais inéditas. "Durante o trabalho de pesquisa, encontrei mais de mil fotografias no Hotel Palácio que nunca foram publicadas, para além de outros documentos que nem se sabia que existiam, como o primeiro projecto do Hotel do Parque, que nunca chegou a ser construído", contou a investigadora ao DN. A historiadora, que já editou outros trabalhos sobre esta região, conta neste livro a história do turismo no Estoril desde os tempos da Monarquia até aos dias de hoje e dedica ainda o primeiro capítulo do livro aos últimos trinta anos do século XIX, período durante o qual o Rei D. Carlos e a aristocracia faziam longas temporadas em Cascais. A cada capítulo corresponde uma das grandes fases da evolução turística do Estoril: anos dourados, entre 1910 e 1945; de terra de exílio a praia de família, entre 1950 e 1974; à procura de si próprio, de 1974 à actualidade. O título do segundo capítulo, anos dourados, remete para o auge da estância balnear. Apesar de Fausto Figueiredo ter apresentado logo em 1914 o projecto de desenvolvimento do Estoril enquanto destino turístico, foi preciso esperar pelo final da Primeira Grande Guerra e pela visão de futuro de dois homens do Estado Novo - António Ferro e Duarte Pacheco - para que os projectos começassem a ser concretizados. No início dos anos 30, com a chegada do Sud Express e com a inauguração do Palace Hotel e do Casino, o Estoril ganha fama internacional e torna-se cosmopolita, atraindo destacadas figuras de Casas Reais Europeias, banqueiros, actores de cinema e espiões internacionais." ]
By The Book - 'Estoril, a vanguarda do turismo':
http://www.bythebook.pt

FONTES & VER+EM:
http://www.tvi.iol.pt/mediacenter.html?mul_id=13301276&load=3&pos=0
http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1642133&seccao=Livros

sábado, 26 de junho de 2010

D. Afonso Henriques: Criada sociedade em Viseu para preservar a memória do Fundador de Portugal

[ Pensar Real~Pensar Portugal, destaca a notícia sobre a criação da sociedade que defende que D. Afonso Henriques nasceu em Viseu, publicada pela Lusa. "A tese de que D. Afonso Henriques nasceu em Viseu surgiu, curiosamente, depois de, em 1990, ter sido posta em causa a “tradição” de que Guimarães foi o “berço” do fundador da nacionalidade, com o aparecimento da hipótese de Coimbra. Júlio Cruz, um dos sócios fundadores da Sociedade Histórica Afonso Henriques, disse aos jornalistas hoje é raro o historiador que não aceite a tese de Almeida Fernandes e, portanto, Viseu tem de assumir este seu filho dilecto”. “Para isso, foi criada esta associação que é, nem mais nem menos, o motor das actividades que levam a preservar a memória de Afonso Henriques”, justificou. Avançou que todos os anos haverá em Viseu encontros afonsinos (o primeiro a 20 de Novembro), para os quais “vão ser convidados quatro investigadores que tenham feito os últimos trabalhos sobre a vida e obra ou a época do D. Afonso Henriques”. No dia seguinte, haverá sempre uma visita a uma cidade afonsina (este ano Zamora) e será editada uma revista “que vai reproduzir os encontros e tudo o que houver de novo”. “Queremos aprofundar a vida e obra de D. Afonso Henriques. Se amanhã aparecer uma tese a dizer que foi noutro sítio tudo bem”, acrescentou. Júlio Cruz garantiu que o objectivo não é entrar em polémica com Guimarães.“Não queremos nada dos outros, mas não enjeitamos nada do que é de Viseu”, frisou, afirmando que “Guimarães é o berço da nacionalidade, mas o berço de Afonso Henriques é Viseu”. A constituição da Sociedade Histórica Afonso Henriques tinha sido um desafio deixado num congresso realizado no ano passado no âmbito das comemorações dos 900 anos do seu nascimento em Viseu. A cerimónia aconteceu ontem à tarde nos claustros da Sé, onde se encontra a única imagem de D. Afonso Henriques na cidade (retratado nuns azulejos num encontro com S. Teotónio).]

D. Afonso Henriques: História Essencial Portugal: Hermano Saraiva [Serie TV]

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Fragrâncias Reais

[ Pensar Real~Pensar Portugal, destaca as novas fragrâncias lançadas por a Eau de Portugal, produto genuinamente português, associadas às personalidades da Família Real Portuguesa - S.M. El Rei D. Carlos e S.M. a Rainha D. Amélia-, famosos pelo seu bom gosto e carácter. Inspirado na personalidade do Rei D. Carlos I, e no seu ambiente preferido, o Mar, surge uma fragrãncia para homem que alia a brisa marítima, e os odores da floresta que liga o gosto do Monarca pela paixão da natureza. De inspiração dos belos jardins perfumados da Rainha D. Amélia, a fragrância para senhora, de notas florais, evoca a personalidade, o bom gosto e a elegância da Soberana. As novas fragrâncias estão desde já disponíveis no mercado e nas lojas dos Aeroportos.]

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Comemorações dos 500 Anos do Museu do Azulejo: Homenagem à Rainha D. Leonor


[ Fundado pela Rainha Dona Leonor, o Museu Nacional do Azulejo celebra 500 anos, com uma exposição que está patente no antigo convento da Madre de Deus. In RTP ]

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

1 Fevereiro: Missa de Sufrágio por Alma de S.M El Rei Dom Carlos e S.A.R. O Princípe Real, Dom Luís Filipe [ Lisboa - 2010 ]

[ Lembrando, no ano do centenário da República, o assassinato do Rei Dom Carlos e do Princípe Real, precursor da implantação do regime republicano, a Real Associação de Lisboa, manda celebrar a Missa sufragando as suas almas no próximo dia 1 de Fevereiro, pelas 19Horas, na Igreja da Encarnação, largo das Duas Igrejas, ao Chiado.
A alteração do tradicional local da Missa e o facto de não haver romagem à Lápide que assinala na Praça do Terreiro do Paço o local do Regicídio, deve-se às obras que decorrem tanto na Igreja de São Vicente Fora e Panteão Nacional da Casa de Bragança como na Praça do Terreiro do Paço. Pensar Real~Pensar Portugal, convoca todos os Monárquicos e Patriotas para estarem presentes na habitual Missa de Sufrágio por Alma do Rei Dom Carlos I e do Princípe Real Dom Luís Filipe. ]

sábado, 16 de janeiro de 2010

Fragata D. Fernando II e Glória: Baptizada em homenagem ao Casal Real Português - o Museu Navio encontra-se em Exposição

[ A Fragata "D. Fernando II e Glória" que se encontra em Cacilhas, no Largo Alfredo Diniz, junto ao terminal fluvial, está em exposição e os visitantes são recebidos pelo Comandante José António Rocha e Abreu. Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda a visita à Fragata D. Fernando II e Glória, que foi o último navio de guerra inteiramente à vela da Marinha Portuguesa. Construída em Damão, na Índia Portuguesa, sob a supervisão do engenheiro construtor naval Gil José da Conceição, e por uma equipa de operários indianos e portugueses, liderados pelo mouro Yadó Semogi. Na sua construção foi usada madeira de teca de Nagar-Aveli. Depois do lançamento ao mar, em 22 de outubro de 1843, o navio foi rebocado para Goa onde foi aparelhado. O navio foi baptizado em homenagem ao Casal Real Português, o rei-consorte D. Fernando II e a Rainha D. Maria II, cujo nome próprio era Maria da Glória. O "Glória" do seu nome também se referia à sua santa protetora, Nossa Senhora da Glória de especial devoção entre os Goeses. "A Dom Fernando II e Glória foi uma fragata à vela da Marinha Portuguesa, que navegou entre 1845 e 1878. Atualmente é um navio museu, na dependência do Museu da Marinha e classificada como Unidade Auxiliar da Marinha (UAM 203)". ]
Horário de visitas: Das 10.00 às 17.00h todos os dias com excepção da Segunda feira e dias Feriados Nacionais.
Preços: Adultos 3 €; Dos 6 aos 17 anos e Estudantes 1,5 €; Maiores de 65 anos 1,5 €; Grupos escolares ( 25 pessoas ) 25 €; Lisboa Card 2,25 €; Tours turisticos + de 15 pessoas , 2,25 € por pessoa; Menores de 6 anos Grátis.
Contactos: Tlm.: 91 784 11 49 (Fragata)
FONTES & VER+EM:
http://museu.marinha.pt/Museu/Site/PT/Exposicoes/FragataDFernandoII/
Fragata Dom Fernando II e Glória:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fragata_portuguesa_Dom_Fernando_II_e_Gl%C3%B3ria

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

8 Dezembro:Dia da Imaculada Conceição- Dia da Rainha de Portugal [Vila Viçosa em Festa]

[ "A Igreja Católica celebra hoje, dia 8 de Dezembro, o dia da Imaculada Conceição de Maria Santíssima. É uma festa que se situa no início do ano litúrgico, Tempo do Advento, iluminando o caminho da Igreja rumo ao Natal do Senhor. Imaculada Conceição é um dos importantes títulos com que é venerada a Virgem Maria. O dogma Imaculada Conceição de Nossa Senhora foi proclamado pelo Papa Pio IX, em 1854, com a bula Ineffabilis Deus, resultado da devoção popular aliada a intervenções papais e infindáveis debates teológicos. Nos anos 700 esta celebração já existia no oriente. Em 1570, Pio V publicou o novo Ofício e em 1708 Clemente XI estendeu a festa, tornando-a obrigatória a toda a cristandade. Em Portugal, o culto foi oficializado por D. João IV, filho de D. Teodósio e D. Ana Velasco, primeiro rei da dinastia de Bragança. Sendo um dos nossos feriados nacionais, de extrema importância para Vila Viçosa, uma vez que é aqui que se encontra Nª. Sr.ª da Conceição. Foi também em Vila Viçosa que D. João IV, filho dedicado e obediente da Santa Igreja e devotíssimo da Virgem da Conceição, perante a imagem de Nossa Senhora da Conceição ofereceu Portugal à Mãe Imaculada de Jesus, depondo a coroa real aos pés da Rainha do Céu que, doravante, seria também a Rainha de Portugal. A que era somente Padroeira de Vila Viçosa passou a ser Padroeira de Portugal. Para além da coroação de Nossa Senhora da Conceição, D. João IV reconhecendo a protecção eficaz da Padroeira do Reino pela libertação do domínio francês, criou a ordem militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa. Depois desse grande momento, os Reis seus sucessores nunca mais puseram sobre a cabeça a Coroa Real. A grande peregrinação anual ao santuário de Vila Viçosa celebra-se todos anos, no 8 de Dezembro: solenidade da Imaculada Conceição, Padroeira principal de Portugal." A peregrinação conta também com a presença das Ordens da Santa Isabel e de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, e de SS. AA. RR. Os Duques de Bragança. ]
FONTES & VER+EM:

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Rainha D. Leonor - 500 anos da Fundação do Mosteiro da Madre de Deus 1509-2009: Museu do Azulejo, Lisboa [10 Dez 2009/11.06.2010]

[ A partir de 10 de Dezembro, e até o dia 11 de Junho de 2010, o Museu Nacional do Azulejo oferece, ao público a oportunidade de conhecer a história de um dos monumentos mais marcantes da cidade de Lisboa. Fundado em 1509 pela Rainha D. Leonor (1458-1525), mulher de D. João II e irmã de D. Manuel I, o Mosteiro da Madre de Deus cedo se afirmou como um espaço de excepção no contexto português. Por ocasião da comemoração do V Centenário da sua fundação, o Museu Nacional do Azulejo dedica esta exposição ao edifício, às suas obras de arte e à sua fundadora. Imbuída do espírito da Devotio Moderna, ou da procura de uma relação mais directa com Deus, D. Leonor foi uma personagem ímpar do universo intelectual e mecenático da Europa do Renascimento. A sua actividade como mecenas, que permitiu tornar o Mosteiro da Madre Deus num dos mais ricos de Lisboa e do reino, é relembrada nesta exposição que junta peças oriundas de várias partes do continente europeu. São peças de pintura, iluminura, cerâmica, têxteis e escultura, que aliam à qualidade técnica uma riqueza iconográfica e de sentido que importa revelar e analisar no entendimento que se pretende desenvolver da figura da própria Rainha e do lugar a que ficou associada. O objectivo desta exposição centraliza-se na figura central da sua fundadora, a Rainha D. Leonor, que para além do grande apoio mecenático a Portugal, reuniu um acervo de obras de arte extraordinário, que hoje se encontram no Museu Nacional de Arte Antiga, no Paço Ducal de Vila Viçosa, e em vários Museus no Estados Unidos e na Alemanha. Uma exposição a não perder! ]
RAINHA D. LEONOR DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Leonor_de_Avis,_Rainha_de_Portugal
EXPOSIÇÂO~INFORMAÇÕES:
LOCAL: Rua da Madre de Deus, 4 - Lisboa
Horário: 3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
SITE MUSEU DO AZULEJO:
http://mnazulejo.imc-ip.pt/