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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Art Déco em Leilão: Peças do 2.º Conde de Vizela, Carlos Alberto Cabral (1895-1969) - proprietário da Casa de Serralves


[ Um conjunto de peças de arte decorativa do século XX que pertenceu ao 2.º Conde de Vizela, Carlos Alberto Cabral (1895-1969), proprietário da Casa de Serralves, vai hoje à noite a leilão em Lisboa, na casa Leiria e Nascimento. As obras de Art Déco estão reunidas em 57 lotes e muitas delas são de autoria de alguns dos nomes mais representativos deste estilo decorativo que marcou a Europa nos anos entre as duas guerras mundiais, principalmente a partir da Exposição Internacional das Artes Decorativas e Industriais Modernas realizada em Paris, em 1925. Jules Leleu (1883-1961), René Lalique (1860-1945), Jean Perzel (1892-1986) e Ivan da Silva Bruhns (1880-1980) são alguns dos nomes representados neste espólio, que agora é leiloado por decisão de um dos descendentes e herdeiros do Conde de Vizela. Todos eles estiveram ligados a Jacques Émile Ruhlmann (1879-1933), o mestre francês da Art Déco que Carlos Alberto Cabral conheceu na exposição de Paris, e que depois viria a desempenhar um papel fulcral no desenho da Casa de Serralves, que foi mandada construir pelo segundo Conde de Vizela, Carlos Alberto Cabral. Até à abertura do Museu de Arte Contemporânea, em 1999, a Casa de Serralves acolhia as exposições realizadas pela Fundação. O edifício, cujo projecto final é da autoria do arquitecto português Marques da Silva, e é considerado um exemplo único da arquitectura Art Déco em Portugal. Em 1996, a Casa de Serralves foi classificada como imóvel de interesse público devido ao seu interesse arquitectónico. ]
FONTES & VER+EM:

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Filipa Soares de Oliveira:Comunicar é preciso!

[ Da Psicologia ao Marketing e Comunicação, Filipa Soares de Oliveira, desenvolve os seus conhecimentos académicos em matérias relacionadas com as novas linguagens do "sentir". A análise do "Eu" e os padrões de comunicação, numa determinada "Comunidade", são peças fundamentais para as suas futuras actividades profissionais. O percurso entre estes dois cursos, resulta duma procura acrescida à sua preocupação pelos outros. "Hoje em dia, as pessoas estão muito viradas para elas próprias. Vivemos numa época de individualismo geral e cegos aos problemas sociais que são gritantes em Portugal". Filipa Soares de Oliveira, acrescenta ainda que a presente desunião nacional, é já em si um sinal desfavorável ao desenvolvimento do nosso País. Acredita que os jovens não se revêem nas actuais políticas nem nos políticos que governam, não por desinteresse, mas pelas falhas de comunicação e descrédito dos políticos quando chegam ao poder. "Não há incentivos concretos que motivem as novas gerações! Os tempos mudaram e as exigências são outras: união devia ser a palavra de ordem! O desemprego, a economia, os impostos, a saúde e a educação, são temas actuais que deprimem a sociedade. A cultura portuguesa é ainda o grande estandarte de auto-estima por isso há que a recuperar!"
Inês Pedrosa, Mafalda Veiga, Rui Veloso, João Pedro Pais, Marcelo Rebelo de Sousa e Miguel Sousa Tavares são referências na sua análise de saber ler e ouvir. Vê debates políticos e lamenta profundamente a falta de interesse dos jovens para o conhecimento, a leitura e assuntos de actualidade. Filipa Soares de Oliveira, tem 23 anos e como estudante de comunicação conclue que deviam ser feitas campanhas de valorização a todos aqueles que contibuem para a imagem positiva de Portugal. Quanto ao futuro: Comunicar melhor é preciso!]