[ Maria Cunha Coutinho, tem 20 anos e é estudante de Medicina. O desporto é para si, uma escola motivadora de força interior e renovação de energias. Pratica equitação, tiro, ténis e dança. A sua formação católica sensibilizou-a para o seu ingresso nas Missões Universitárias com a Universidade Católica, abraçando assim a tarefa de animadora no projecto "Vitamina C" que apoia os jovens no Bairro da Apelação. Em Saber Ler e Ouvir, a Literatura Portuguesa tem um papel relevante na sua biblioteca, onde "Camões" ocupa um lugar de destaque na sua selecção pessoal. As artes e o espéctaculo são as actividades culturais que satisfazem a sua paixão. O Cinema, o Teatro e os Concertos de Música Clássica, ocupam a sua agenda dos tempos livres. Das actuais políticas sociais e culturais, lamenta profundamente a falta de incentivos e de apoios em geral, que motivem os jovens para o desenvolvimento e preparação futura na sociedade. "Em Portugal a classe de cientistas está desprovida de apoios estruturais que reafirmem o desenvolvimento nas matérias da Investigação e Ciência. A Medicina exige uma dedicação muito séria de constante estudo, e é preciso ter os meios necessários para corresponder às novas exigências. Da modernização dos equipamentos à formação dos profissionais da Saúde, é possível atingir os desejados níveis de topo em Portugal. Temos pessoas de grande valor e de grande empreendorismo nas carreiras da Investigação e de dedicação ao estudo das Ciências. Há em Portugal uma classe de Cientistas que não são apoiados. E não é só na Ciência! Na Economia é difícil ver jovens a apostar na inovação! Há uma inércia constante para a grande aposta do desenvolvimento Nacional!", afirma Maria Cunha Coutinho sublinhando que é sempre possível fazer-se mais e melhor, em prole da vida humana e do Mundo. O problema de fundo de Portugal, para a Jovem Monárquica da Real de Lisboa, passa pelo urgente combate à inércia instalada na sociedade portuguesa, para a criação de melhores infraestruturas sociais e culturais. Maria Cunha Coutinho revê-se na Família Real Portuguesa e acredita que para cumprir Portugal: Incentivar é preciso! ] quarta-feira, 18 de junho de 2008
Maria Cunha Coutinho:Incentivar é preciso!
[ Maria Cunha Coutinho, tem 20 anos e é estudante de Medicina. O desporto é para si, uma escola motivadora de força interior e renovação de energias. Pratica equitação, tiro, ténis e dança. A sua formação católica sensibilizou-a para o seu ingresso nas Missões Universitárias com a Universidade Católica, abraçando assim a tarefa de animadora no projecto "Vitamina C" que apoia os jovens no Bairro da Apelação. Em Saber Ler e Ouvir, a Literatura Portuguesa tem um papel relevante na sua biblioteca, onde "Camões" ocupa um lugar de destaque na sua selecção pessoal. As artes e o espéctaculo são as actividades culturais que satisfazem a sua paixão. O Cinema, o Teatro e os Concertos de Música Clássica, ocupam a sua agenda dos tempos livres. Das actuais políticas sociais e culturais, lamenta profundamente a falta de incentivos e de apoios em geral, que motivem os jovens para o desenvolvimento e preparação futura na sociedade. "Em Portugal a classe de cientistas está desprovida de apoios estruturais que reafirmem o desenvolvimento nas matérias da Investigação e Ciência. A Medicina exige uma dedicação muito séria de constante estudo, e é preciso ter os meios necessários para corresponder às novas exigências. Da modernização dos equipamentos à formação dos profissionais da Saúde, é possível atingir os desejados níveis de topo em Portugal. Temos pessoas de grande valor e de grande empreendorismo nas carreiras da Investigação e de dedicação ao estudo das Ciências. Há em Portugal uma classe de Cientistas que não são apoiados. E não é só na Ciência! Na Economia é difícil ver jovens a apostar na inovação! Há uma inércia constante para a grande aposta do desenvolvimento Nacional!", afirma Maria Cunha Coutinho sublinhando que é sempre possível fazer-se mais e melhor, em prole da vida humana e do Mundo. O problema de fundo de Portugal, para a Jovem Monárquica da Real de Lisboa, passa pelo urgente combate à inércia instalada na sociedade portuguesa, para a criação de melhores infraestruturas sociais e culturais. Maria Cunha Coutinho revê-se na Família Real Portuguesa e acredita que para cumprir Portugal: Incentivar é preciso! ] Almoço Debate : MGI
[ 21 Junho ] - Escutar o Mar: Música e Poesia.
terça-feira, 17 de junho de 2008
III Viagem ao País Real: Real de Viseu.
[ Dia 21 de Junho, o Presidente da Real de Viseu, Álvaro Menezes, organiza a "III Viagem ao País Real", cuja iniciativa consiste em: "Procurar conhecer e dar a conhecer o País, as suas raízes, a sua História, os seus costumes, o seu património artístico, arquitectónico e natural, a sua gastronomia, o seu Povo. Descobrir as regiões e os seus anseios e preocupações, os seus projectos, os seus pólos de desenvolvimento. Ajudar a criar um sentimento de optimismo no futuro, ao reforçar a auto-estima e o valor da Identidade nacionais." A Direcção da Real de Lisboa, divulga o Programa de mais uma visita de grande interesse público, inserido nas diversas actividades das Reais Associações de Portugal.9H15 - Partida dos autocarros (hora exacta)
10H - S. Pedro do Sul, visita à sede da Associação “Montes de Animação”
10H40 - Serrazes, passagem pelo Solar dos Malafaias; Padrão
11H - Sta Cruz da Trapa, passagem pelo antigo paço acastelado dos Malafaias e igreja próxima
11H35- Miradouro da Gralheira
12H - Manhouce, encontro com Isabel Silvestre e o Grupo de Cantares
12H30 - Passagem pelas aldeias de xisto e espigueiros, cimo da Serra da Arada (altitudes superiores a 1000m)
13H15 - Aldeia de Covas do Monte- Almoço na Associação “Os Amigos de Covas do Monte” (cabrito da Serra de S. Macário)
15H35 - Aldeia da Pena, pausa para um café na Adega Típica da Pena
16H20 - S. Macário, despedida das alturas
16H45 - Visita ao Real Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões
18H - Carvalhais, Escola Profissional de Turismo. Recepção e beberete de despedida.
19H30 - Chegada a Viseu.
Entidades Convidadas: Presidente da Câmara de S. Pedro do Sul; Presidente da Junta de Freguesia Covas do Monte; Presidente da Junta de Freguesia de Aldeia da Pena; Presidente da Junta de Freguesia de Carvalhais; Director da Escola Profissional de Carvalhais; Reitor do Real Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões.
Contactos da Organização: 917262298, 938664303, 919984951]
Livro: Memórias - Paixão de uma Vida.
[ A Direcção da Real de Lisboa vai estar presente na apresentação do livro Memórias - Paixão de uma Vida, a convite do Presidente da Câmara Municipal de Cascais, António d'Orey Capucho, e do Presidente da Academia de Letras e Artes, António Sousa Lara, seguida da inauguração da exposição de Pintura Retrospectiva, de António Cavaco Silva, hoje dia 17 de Junho pelas 18 H, no Auditório do Centro Cultural de Cascais, Avª Rei Humberto II de Itália. A organização e Sponcer's desta iniciativa cultural tem como mentores: A Câmara Municipal de Cascais; Fundação D. Luís I e a Academia de Letras e Artes.]segunda-feira, 16 de junho de 2008
Os Caminhos de Vieira da Silva!
Os Caminhos de Pessoa!
sábado, 14 de junho de 2008
Entrevista De Chefe De Estado:Rádio Clube.
[ No passado dia 9 de Junho às 10 Horas, em antena no Rádio Clube Português, no programa "Minuto a Minuto", conduzido pelo prestigiado Jornalista, João Adelino Faria, e no espaço da grande entrevista, o convidado foi: S. A. R. o Duque de Bragança. Na entrevista e em destaque, foram abordados os temas da actualidade bem como sempre esteve presente a questão: "Se eu fosse Rei, como seria!..."Tratado de Lisboa: Que Futuro?
[ “Este resultado é, obviamente, importante, e nós devemos respeitá-lo – mas não podemos fingir que este resultado em si vai resolver a situação”, disse Barroso. “O processo de ratificação é composto por 27 processos nacionais, 18 países-membros já aprovaram o tratado, e a Comissão Europeia acredita que as ratificações restantes devem continuar.” O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, pediu que todos os países apóiem o tratado, que está previsto para entrar em vigor no dia 1º de janeiro de 2009. Ricardo Abranches, em análise ao actual resultado, acrescenta que uma das primeiras tarefas de Brian Cowen na Chefia da Irlanda, visava assegurar a vitória do «sim» no referendo realizado no dia 12 de Junho na Irlanda, que foi o único país a organizar um referendo sobre o Tratado de Lisboa. A não ratificação do Tratado de Lisboa, pelos Irlandeses, abre um sério precedente na Europa! As muitas razões e argumentos esgrimados por todos os Países que actualmente fazem parte da UE, e a precipitação de alguns políticos, leva a repensar questões muito importantes na Europa que queremos todos construir. Em minha opinião, ainda não foram discutidos alguns assuntos da vital importância para a construção de uma Europa sólida que se possa fazer frente aos tempos difíceis que se advinham. Queremos uma Europa que respeite as Pátrias, as Histórias e os Valores Permanentes de todos os seus membros e que defenda as Bandeiras de todos. Voltamos ao Tratado de Nice? Haja bom senso, assim o espero! ]
