[ Um historiador luso-americano apresentou novas provas de que Cristóvão Colombo era Português. Manuel Rosa acaba de publicar um livro a demonstrar que o homem que descobriu a América não podia ser um humilde tecelão italiano. IN RTP ]
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Historiador Luso-Americano confirma que Cristovão Colombo era Português
[ Um historiador luso-americano apresentou novas provas de que Cristóvão Colombo era Português. Manuel Rosa acaba de publicar um livro a demonstrar que o homem que descobriu a América não podia ser um humilde tecelão italiano. IN RTP ]
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
História de Portugal está cada vez mais renegada dos currículos escolares - afirma a historiadora Ana Rodrigues Oliveira
[ Ana Rodrigues Oliveira, autora do livro «Rainhas medievais portuguesas», defende que a mãe de D. Afonso Henriques, D. Teresa, foi quem ambicionou a independência do Condado Portucalense e deu continuidade aos objectivos do marido, noticia a Lusa. «D. Teresa foi uma mulher entre homens importantes e daí que a sua acção seja mal vista. Filha, irmã, e tia de reis, era uma mulher fora do seu tempo, aliás como a irmã, D. Urraca. D. Teresa tentou levar a independência do Condado Portucalense avante e é no nosso imaginário a primeira Rainha portuguesa», argumentou a historiadora. «Rainha medievais de Portugal», editado pela Esfera dos Livros e já à venda nas livrarias, sintetiza as biografias de 17 mulheres, ao longo de quatro séculos. É precisamente D. Teresa quem abre o volume de 672 páginas, terminando com D. Leonor de Lencastre, e considerando D. Constança Manuel e D. Inês de Castro como rainhas. «Tudo aponta para o facto de D. Inês ter casado com D. Pedro I, um facto que [o cronista] Fernão Lopes quis negar, esconder, camuflar, mas é a única voz dissonante, e esteve ao serviço de uma nova dinastia [de Aviz]», disse à Lusa. A historiadora afirmou que as Rainhas «foram sucessivamente assumindo maior importância política e poder no reino, assim como a nível diplomático», e deu como exemplo a Rainha Santa Isabel. A Península Ibérica foi o cenário da maioria dos casamentos da Casa Real Portuguesa mas, salientou, «fomos mais além, e há casamentos com famílias reais da Dinamarca, Borgonha, Sabóia ou Inglaterra». Os casamentos, referiu a investigadora, «desenham alianças diplomáticas». A autora espera que este estudo leve os portugueses a conhecer melhor a sua História «que está muito maltratada». «A História está cada vez mais renegada dos currículos escolares, e aqui cada vez mais culpo os sucessivos governos que temos tido, que não dão importância à História do país», sentenciou. ]http://www.esferadoslivros.pt/livros.php?id_li=225
FONTES & VER+EM:
http://diario.iol.pt/sociedade/tvi24-rainhas-dteresa-ana-rodrigues-oliveira-livro-independencia/1219944-4071.html
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Centenário da Morte da Rainha Maria Pia (1847-1911) assinalado numa exposição a ocorrer no Palácio da Ajuda em 2011?
[ No ano do centenário da República, Isabel Silveira Godinho afirmou que a República “vilipendiou e disse muito mal da Família Real, como lhe competia, mas portou-se muito bem ao devolver todos os bens de carácter pessoal”. “A República portou-se muito bem ao devolver os livros, as jóias pessoais, as pratas, os móveis, os tapetes, os fatos, à sua custa, e é uma história que este palácio vai ter de contar um dia”, disse a responsável. Após a proclamação da República, o Paço da Ajuda, residência da Rainha Pia que, depois de enviuvar, “passou apenas a ocupar o piso térreo”, foi selado. “Uma comissão que integrava um representante da soberana fez um exaustivo inventário, desde pentes e móveis às pratas e jóias”, disse. Trata-se de uma listagem curiosa em que a cada sala corresponde uma letra do alfabeto “e quando se esgotou o alfabeto, repetiram-se as letras, sendo cada uma acompanhada de sinais diacríticos, A’; A’’ e por aí fora”, explicou. Dentro de cada sala “cada objecto foi numerado e referenciado” e ainda hoje serve “como um thesaurus”, rematou. No próximo ano cumpre-se o centenário da morte da Rainha Maria Pia (1847-1911), e o PNA prepara várias iniciativas com base em várias linhas de investigação. A responsável afirmou que “o palácio deve muito ao empenho da Rainha que era uma mulher fora da sua época”. As críticas republicanas aos gastos da mulher de D. Luís e mãe de D. Carlos, permitem que hoje o Palácio possua “riquíssimas colecções não só na qualidade e género como na quantidade”. A responsável projecta “fazer um dia” uma exposição em que se mostra as quantidades existentes de objectos de quotidiano que há no PNA. “A riqueza de uma casa afere-se também pela quantidade e é extraordinária. Não há dezenas de marcadores vermeil, há mais de uma centena, por exemplo”, disse. Referindo-se à Rainha, Isabel Silveira Godinho que dirige o PNA há 30 anos, afirmou que esta “sabia o que comprava, e a ela se deve muito da riqueza das actuais colecções”. A responsável afirmou que o assassinato do filho e do neto (D. Carlos e D. Luís Filipe) abalou muito Maria Pia. Referindo-se à citada demência da Rainha que o dramaturgo António Patrício na peça “O Fim” ilustra com a régia personagem a regar as flores do tapete do quarto, a directora do PNA argumentou: “julgo que não, mas é claro todos temos uns dias mais negros que outros”. “É natural que tivesse um desgosto grande. Ninguém pode ficar impávida e serena perante uma desgraça colossal como aquela foi [o assassinato do filho e do neto em Fevereiro de 1908]”, disse. “E a barbaridade como aquilo aconteceu – continuou - ninguém fica na mesma. A Rainha sofreu, tanto que ela que era uma personagem que sempre gostou de estar em público e de aparecer, e tinha uma pose real, nem precisava de usar jóias, nasceu de facto para ser Rainha, desistiu de estar em cena”. (ES). ]
http://hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=7229
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
"A Última Missão": Lançamento do livro sobre a guerra da autoria de José de Moura Calheiros [14 Dez |Coimbra]
[ «(…) Não se arrisca nada se se disser que A ÚLTIMA MISSÃO, com a sua boa escrita, amplo desenho, factos fortes e consistência, é a melhor peça memo rialística sobre a nossa última guerra. Assim, com este seu livro inaugural sobre a guerra que levou ao Fechamento, José de Moura Calheiros, rematando um arco de séculos, ajuda a fechar bem o trabalho iniciado pelos cronistas da Expansão. Mas o valor desta obra não se esgota no reforço da nossa debilitada tradição memorialística, reside também no facto de ser uma resposta da realidade real à altura da melhor realidade imaginada – Nó Cego, de Vale Ferraz, A Costa dos Murmúrios, de Lídia, e Jornada de África, de Alegre – sobre a Guerra Colonial, como a Esquerda lhe chama, ou Guerra do Ultramar, como a Direita prefere.» Do Ensaio prefacial, de Rui de Azevedo Teixeira. A sessão de lançamento do Livro "A Última Missão" de José Alberto de Moura Calheiros, publicado pela editora Caminhos Romanos, irá ter lugar no dia 14 de Dezembro, pelas 18 Horas, no auditório da Brigada de Intervenção, na Rua da Infantaria Nº23, em Coimbra. A obra será apresentada pelo professor Doutor António Barbosa de Melo. "José Alberto de Moura Calheiros, nasceu em 1936 no Peso, Covilhã. Frequentou o Curso de Infantaria da Escola do Exército (1954-1957). Admitido nas Tropas Pára-quedistas em 1959, aí passou toda a sua vida militar. Cumpriu três comissões de serviço no Ultramar – Angola (1963-1965) e Moçambique(1967-1969) como comadante de Companhia de Pára-quedistas e Guiné (1971-1973) como 2º Comandante e Oficial de Operações do BCP12, COP4 e COP5 e Comandante do COP3. Em Tancos, foi Comandante do Batalhão de Instrução, Comandante do Regimento de Caçadores Pára-quedistas e Comandante da Escola de Tropas Pára-quedistas. Nos seus três últimos anos de actividade como militar (1977-1981) desempenhou funções de Chefe do Estado Maior do Corpo de Tropas Pára-quedistas. Passou à situação de Reserva em Fevereiro de 1981. Licenciado em Finanças pelo ISCEF – Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, passou então a desempenhar funções de técnico economista no Ministério da Indústria, IPE – Instituto de Participações do Estado e na Direcção Financeira de empresas. Mais tarde dedicou-se à gestão de empresas. Hoje está reformado e afastado de qualquer actividade profissional."]
"Fim do Império": Divulgação dos livros da autoria do coronel Rui Marcelino e coronel Manuel Barão da Cunha [ SHIP | 15 Dez ]
[ No dia 15 de Dezembro, 4.ª feira, às 18h00, irá ter lugar no Palácio da Independência em Lisboa, a SESSÃO DE DIVULGAÇÃO DOS 1.º e 2.º LIVROS DA COLECÇÃO FIM DO IMPÉRIO CRÓNICA DOS MEUS ÚLTIMOS DIAS DE TIMOR E OUTRAS HISTÓRIAS DE GUERRA da autoria do coronel dr. Rui Marcelino e TEMPO AFRICANO AQUELAS LONGAS HORAS EM 8 ANDAMENTOS da autoria do coronel dr. Manuel Barão da Cunha editados por DG Edições, com o patrocínio da Liga dos Combatentes, Comissão Portuguesa de História Militar e Câmara Municipal de Oeiras. A sessão contará com a presença dos autores, podendo o livro ser adquirido nessa altura a preço especial e autografado.]SOCIEDADE HISTÓRICA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL:
WWW.ship.pt
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Sá Carneiro: Biografia de Miguel Pinheiro
[ A poucos dias de se completarem 30 anos sobre a morte do então primeiro-ministro está publicada a mais recente biografia de Francisco Sá Carneiro. Durante os últimos cinco anos, o jornalista Miguel Pinheiro juntou documentos e ouviu muitos testemunhos, de familiares e amigos do político e do homem que sempre disse que iria morrer cedo. IN RTP ]
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Tecnologia Digital: Bubok.pt vai dabater a auto-publicação na era digital [Porto]
FONTES &VER+EM:
http://www.bubok.pt/blog/bubok-pt-vai-debater-a-auto-publicacao-na-era-digita/
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
"O Sonho do Rei Dom Carlos": In Histórias d'ouvir e contar - Edição C. M. de Sesimbra

[ Hoje partilhamos o excerto de um conto para os mais pequenos que se centra nas ambições oceanógrafas do Rei Dom Carlos. Assinado pela bióloga marinha, Raquel Gaspar, o conto "O Sonho do Rei Dom Carlos" integra a compilação Histórias d’ouvir e contar…, editada pela Câmara Municipal de Sesimbra.
«Dom Carlos e o príncipe Alberto passaram muitos dias a falar sobre o mar. Ambos queriam descobrir como era o seu fundo. Imaginavam como seriam as fossas abissais. As fossas abissais são os sítios mais profundos do mar, têm uma forma parecida com a de um vale muito cavado. São tão fundas que a luz do sol não consegue lá chegar e também por isso eram sítios desconhecidos. Tinha sido há pouco tempo que os cientistas haviam descoberto existir vida a tais profundidades! Mas o rei sabia que os pescadores de Sesimbra já sabiam disto há muito tempo.
(…)
Se ele conseguisse descobrir que peixes lá viviam, com certeza encontraria criaturas fantásticas, desconhecidas para os cientistas. Se ele conseguisse saber como era o fundo do mar, poderia fazer um mapa com os seus altos e baixos, planícies e vales submarinos profundos.»
Raquel Gaspar, desempenha funções na Promoção das ciências da vida na educação durante a infância, para a Associação Viver a Ciência. É bióloga e contadora de histórias. Realizou um pós-doutoramento na VAC criando materiais pedagógicos para a infância baseados em histórias. É responsável pelo projecto Sair da Concha e autora dos livros pedagógicos "Caracol, caracol põe os pauzinhos ao sol" e "À descoberta das conchas da praia". É a responsável pedagógica do projecto Simbiontes e autora e co-ilustradora do livro "Os Amigos da Menina do Mar". Licenciada em Biologia e doutorada em Dinâmica Populacional e Conservação dos Roazes do Sado. ]
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Estoril: A primeira estância de turismo pensada de raiz em Portugal [Livros]
[ "Apesar de ter surgido como estância de veraneio no final do século XIX, o Estoril foi a primeira estância balnear em Portugal pensada e projectada para a actividade turística, com oferta hoteleira e imobiliária, campos de golfe, campos de ténis, termas, casino e, claro, a praia", afirma a historiadora Margarida de Magalhães Ramalho, autora do livro "Estoril, a vanguarda do turismo", recentemente editado pela By the Book. Em português e inglês, o livro é amplamente ilustrado com fotografias actuais e antigas, muitas das quais inéditas. "Durante o trabalho de pesquisa, encontrei mais de mil fotografias no Hotel Palácio que nunca foram publicadas, para além de outros documentos que nem se sabia que existiam, como o primeiro projecto do Hotel do Parque, que nunca chegou a ser construído", contou a investigadora ao DN. A historiadora, que já editou outros trabalhos sobre esta região, conta neste livro a história do turismo no Estoril desde os tempos da Monarquia até aos dias de hoje e dedica ainda o primeiro capítulo do livro aos últimos trinta anos do século XIX, período durante o qual o Rei D. Carlos e a aristocracia faziam longas temporadas em Cascais. A cada capítulo corresponde uma das grandes fases da evolução turística do Estoril: anos dourados, entre 1910 e 1945; de terra de exílio a praia de família, entre 1950 e 1974; à procura de si próprio, de 1974 à actualidade. O título do segundo capítulo, anos dourados, remete para o auge da estância balnear. Apesar de Fausto Figueiredo ter apresentado logo em 1914 o projecto de desenvolvimento do Estoril enquanto destino turístico, foi preciso esperar pelo final da Primeira Grande Guerra e pela visão de futuro de dois homens do Estado Novo - António Ferro e Duarte Pacheco - para que os projectos começassem a ser concretizados. No início dos anos 30, com a chegada do Sud Express e com a inauguração do Palace Hotel e do Casino, o Estoril ganha fama internacional e torna-se cosmopolita, atraindo destacadas figuras de Casas Reais Europeias, banqueiros, actores de cinema e espiões internacionais." ]By The Book - 'Estoril, a vanguarda do turismo':
http://www.bythebook.pt
FONTES & VER+EM:
http://www.tvi.iol.pt/mediacenter.html?mul_id=13301276&load=3&pos=0
http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1642133&seccao=Livros
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Feira do Livro de Lisboa [29 Abril a 16 Maio]
[ A 80ª edição da Feira do Livro de Lisboa arranca amanhã com uma perspectiva animadora: o mercado de livros cresceu em 2009 entre 5 a 7 por cento, contrariando a crise económica nacional. O bom momento do mercado é assinalado com o aumento de participações nesta edição, num total de 444. Além das 136 editoras, o certame acolhe 251 representações e 57 pequenos editores em espaços partilhados, que podem ser visitados de segunda a sexta, entre as 12h30 e as 23h30, e aos fins-de-semana, das 11h00 às 23h30, no Parque Eduardo VII, até 16 de Maio. "Esta pode ser a feira mais participada de sempre", foi o desejo manifestado ontem pelo Presidente da Causa Real, e presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, Paulo Teixeira Pinto. A principal novidade é o palco cultural, onde os visitantes desfrutam de espectáculos que variam da mímica ao jazz e à música clássica. O Presidente da Causa Real e da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, Paulo Teixeira Pinto, sustenta a importância de proporcionar "um momento cultural" a partir das 21h15 e ao longo de uma hora. Para conquistar os leitores mais novos, foi desenvolvido o passaporte escolar e criadas duas áreas: uma onde crianças até dois anos ficam com baby-sitters e outra para a promoção de jogos e actividades. A edição deste ano está orçamentada em cerca de 1,5 milhões de euros, com a comparticipação de 150 mil euros da autarquia, sendo a restante verba suportada por livreiros e patrocinadores.]
FONTES & VER+EM:
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=CDEF353D-788C-402B-8F83-1A3D08E50BCF&channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013&h=5
sexta-feira, 12 de março de 2010
Língua Portuguesa: "Assim é que é falar!"
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Literatura de Língua Portuguesa:Fernando Pessoa, bate recorde em traduções [Livros]
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
"De África - From Africa - D'Afrique" de Zica Capristano: Lançamento do Livro no Mosteiro dos Jerónimos-Lisboa [15 Dez ]
INFORMAÇÕES & CONTACTO:
joseafcapristano@hotmail.com
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
"O Espião de D. João II": O Romance Histórico de Deana Barroqueiro
Sinopse/Livros: " O Espião de D. João II - Na demanda dos segredos do Oriente e do misterioso reino do Preste João"
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
1º de Dezembro e a "Mensagem": Poema Nacional de "Restauração Patriota" de Fernado Pessoa [Edição Especial à venda 1 Dez.09]
75 Anos de "Mensagem"-Fernando Pessoa: Programa das Comemorações [ 1 a 9 Dez ]
terça-feira, 24 de novembro de 2009
USA: Publicação em Inglês do Sermão aos Peixes do Padre António Vieira e Livro de Poemas de Camões [ Literatura ]
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
"Dicionário do Canto Lírico" de Leonor Lucena: Conservatório Nacional [19 Nov]
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Carmona Rodrigues lança o Livro: "Uma Experiência de Participação Democrática"
http://www.lisboacomcarmona.net/index.php
ALMEDINA - LIVRARIA:
http://www.almedina.net/catalog/eventos_info.php?eventos_id=510
