Mostrar mensagens com a etiqueta Publicações. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Publicações. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Historiador Luso-Americano confirma que Cristovão Colombo era Português


[ Um historiador luso-americano apresentou novas provas de que Cristóvão Colombo era Português. Manuel Rosa acaba de publicar um livro a demonstrar que o homem que descobriu a América não podia ser um humilde tecelão italiano. IN RTP ]

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

História de Portugal está cada vez mais renegada dos currículos escolares - afirma a historiadora Ana Rodrigues Oliveira

[ Ana Rodrigues Oliveira, autora do livro «Rainhas medievais portuguesas», defende que a mãe de D. Afonso Henriques, D. Teresa, foi quem ambicionou a independência do Condado Portucalense e deu continuidade aos objectivos do marido, noticia a Lusa. «D. Teresa foi uma mulher entre homens importantes e daí que a sua acção seja mal vista. Filha, irmã, e tia de reis, era uma mulher fora do seu tempo, aliás como a irmã, D. Urraca. D. Teresa tentou levar a independência do Condado Portucalense avante e é no nosso imaginário a primeira Rainha portuguesa», argumentou a historiadora. «Rainha medievais de Portugal», editado pela Esfera dos Livros e já à venda nas livrarias, sintetiza as biografias de 17 mulheres, ao longo de quatro séculos. É precisamente D. Teresa quem abre o volume de 672 páginas, terminando com D. Leonor de Lencastre, e considerando D. Constança Manuel e D. Inês de Castro como rainhas. «Tudo aponta para o facto de D. Inês ter casado com D. Pedro I, um facto que [o cronista] Fernão Lopes quis negar, esconder, camuflar, mas é a única voz dissonante, e esteve ao serviço de uma nova dinastia [de Aviz]», disse à Lusa. A historiadora afirmou que as Rainhas «foram sucessivamente assumindo maior importância política e poder no reino, assim como a nível diplomático», e deu como exemplo a Rainha Santa Isabel. A Península Ibérica foi o cenário da maioria dos casamentos da Casa Real Portuguesa mas, salientou, «fomos mais além, e há casamentos com famílias reais da Dinamarca, Borgonha, Sabóia ou Inglaterra». Os casamentos, referiu a investigadora, «desenham alianças diplomáticas». A autora espera que este estudo leve os portugueses a conhecer melhor a sua História «que está muito maltratada». «A História está cada vez mais renegada dos currículos escolares, e aqui cada vez mais culpo os sucessivos governos que temos tido, que não dão importância à História do país», sentenciou. ]

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Centenário da Morte da Rainha Maria Pia (1847-1911) assinalado numa exposição a ocorrer no Palácio da Ajuda em 2011?




[ No ano do centenário da República, Isabel Silveira Godinho afirmou que a República “vilipendiou e disse muito mal da Família Real, como lhe competia, mas portou-se muito bem ao devolver todos os bens de carácter pessoal”. “A República portou-se muito bem ao devolver os livros, as jóias pessoais, as pratas, os móveis, os tapetes, os fatos, à sua custa, e é uma história que este palácio vai ter de contar um dia”, disse a responsável. Após a proclamação da República, o Paço da Ajuda, residência da Rainha Pia que, depois de enviuvar, “passou apenas a ocupar o piso térreo”, foi selado. “Uma comissão que integrava um representante da soberana fez um exaustivo inventário, desde pentes e móveis às pratas e jóias”, disse. Trata-se de uma listagem curiosa em que a cada sala corresponde uma letra do alfabeto “e quando se esgotou o alfabeto, repetiram-se as letras, sendo cada uma acompanhada de sinais diacríticos, A’; A’’ e por aí fora”, explicou. Dentro de cada sala “cada objecto foi numerado e referenciado” e ainda hoje serve “como um thesaurus”, rematou. No próximo ano cumpre-se o centenário da morte da Rainha Maria Pia (1847-1911), e o PNA prepara várias iniciativas com base em várias linhas de investigação. A responsável afirmou que “o palácio deve muito ao empenho da Rainha que era uma mulher fora da sua época”. As críticas republicanas aos gastos da mulher de D. Luís e mãe de D. Carlos, permitem que hoje o Palácio possua “riquíssimas colecções não só na qualidade e género como na quantidade”. A responsável projecta “fazer um dia” uma exposição em que se mostra as quantidades existentes de objectos de quotidiano que há no PNA. “A riqueza de uma casa afere-se também pela quantidade e é extraordinária. Não há dezenas de marcadores vermeil, há mais de uma centena, por exemplo”, disse. Referindo-se à Rainha, Isabel Silveira Godinho que dirige o PNA há 30 anos, afirmou que esta “sabia o que comprava, e a ela se deve muito da riqueza das actuais colecções”. A responsável afirmou que o assassinato do filho e do neto (D. Carlos e D. Luís Filipe) abalou muito Maria Pia. Referindo-se à citada demência da Rainha que o dramaturgo António Patrício na peça “O Fim” ilustra com a régia personagem a regar as flores do tapete do quarto, a directora do PNA argumentou: “julgo que não, mas é claro todos temos uns dias mais negros que outros”. “É natural que tivesse um desgosto grande. Ninguém pode ficar impávida e serena perante uma desgraça colossal como aquela foi [o assassinato do filho e do neto em Fevereiro de 1908]”, disse. “E a barbaridade como aquilo aconteceu – continuou - ninguém fica na mesma. A Rainha sofreu, tanto que ela que era uma personagem que sempre gostou de estar em público e de aparecer, e tinha uma pose real, nem precisava de usar jóias, nasceu de facto para ser Rainha, desistiu de estar em cena”. (ES). ]

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

"A Última Missão": Lançamento do livro sobre a guerra da autoria de José de Moura Calheiros [14 Dez |Coimbra]

[ «(…) Não se arrisca nada se se disser que A ÚLTIMA MISSÃO, com a sua boa escrita, amplo desenho, factos fortes e consistência, é a melhor peça memo rialística sobre a nossa última guerra. Assim, com este seu livro inaugural sobre a guerra que levou ao Fechamento, José de Moura Calheiros, rematando um arco de séculos, ajuda a fechar bem o trabalho iniciado pelos cronistas da Expansão. Mas o valor desta obra não se esgota no reforço da nossa debilitada tradição memorialística, reside também no facto de ser uma resposta da realidade real à altura da melhor realidade imaginada – Nó Cego, de Vale Ferraz, A Costa dos Murmúrios, de Lídia, e Jornada de África, de Alegre – sobre a Guerra Colonial, como a Esquerda lhe chama, ou Guerra do Ultramar, como a Direita prefere.» Do Ensaio prefacial, de Rui de Azevedo Teixeira. A sessão de lançamento do Livro "A Última Missão" de José Alberto de Moura Calheiros, publicado pela editora Caminhos Romanos, irá ter lugar no dia 14 de Dezembro, pelas 18 Horas, no auditório da Brigada de Intervenção, na Rua da Infantaria Nº23, em Coimbra. A obra será apresentada pelo professor Doutor António Barbosa de Melo.

"José Alberto de Moura Calheiros, nasceu em 1936 no Peso, Covilhã. Frequentou o Curso de Infantaria da Escola do Exército (1954-1957). Admitido nas Tropas Pára-quedistas em 1959, aí passou toda a sua vida militar. Cumpriu três comissões de serviço no Ultramar – Angola (1963-1965) e Moçambique(1967-1969) como comadante de Companhia de Pára-quedistas e Guiné (1971-1973) como 2º Comandante e Oficial de Operações do BCP12, COP4 e COP5 e Comandante do COP3. Em Tancos, foi Comandante do Batalhão de Instrução, Comandante do Regimento de Caçadores Pára-quedistas e Comandante da Escola de Tropas Pára-quedistas. Nos seus três últimos anos de actividade como militar (1977-1981) desempenhou funções de Chefe do Estado Maior do Corpo de Tropas Pára-quedistas. Passou à situação de Reserva em Fevereiro de 1981. Licenciado em Finanças pelo ISCEF – Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, passou então a desempenhar funções de técnico economista no Ministério da Indústria, IPE – Instituto de Participações do Estado e na Direcção Financeira de empresas. Mais tarde dedicou-se à gestão de empresas. Hoje está reformado e afastado de qualquer actividade profissional."]

"Fim do Império": Divulgação dos livros da autoria do coronel Rui Marcelino e coronel Manuel Barão da Cunha [ SHIP | 15 Dez ]

[ No dia 15 de Dezembro, 4.ª feira, às 18h00, irá ter lugar no Palácio da Independência em Lisboa, a SESSÃO DE DIVULGAÇÃO DOS 1.º e 2.º LIVROS DA COLECÇÃO FIM DO IMPÉRIO CRÓNICA DOS MEUS ÚLTIMOS DIAS DE TIMOR E OUTRAS HISTÓRIAS DE GUERRA da autoria do coronel dr. Rui Marcelino e TEMPO AFRICANO AQUELAS LONGAS HORAS EM 8 ANDAMENTOS da autoria do coronel dr. Manuel Barão da Cunha editados por DG Edições, com o patrocínio da Liga dos Combatentes, Comissão Portuguesa de História Militar e Câmara Municipal de Oeiras. A sessão contará com a presença dos autores, podendo o livro ser adquirido nessa altura a preço especial e autografado.]
SOCIEDADE HISTÓRICA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL:
WWW.ship.pt

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Sá Carneiro: Biografia de Miguel Pinheiro


[ A poucos dias de se completarem 30 anos sobre a morte do então primeiro-ministro está publicada a mais recente biografia de Francisco Sá Carneiro. Durante os últimos cinco anos, o jornalista Miguel Pinheiro juntou documentos e ouviu muitos testemunhos, de familiares e amigos do político e do homem que sempre disse que iria morrer cedo. IN RTP ]

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Tecnologia Digital: Bubok.pt vai dabater a auto-publicação na era digital [Porto]


[A Fundação da Juventude e a Bubok, vão reunir todos os que se interessam pela auto-publicação, especialmente os autores, num encontro agendado para o dia 28 de Outubro pelas 21H30, no Palácio das Artes, no Porto. A tertúlia intitulada “A auto-publicação na era digital” conta com o seguinte painel de oradores: Alexandre Lemos, Country Manager da Bubok.Pt; Joana Faria, gestora do projecto Feiras Francas/ Fundação da Juventude e estudante de Mestrado em Artes Expressivas; Nassalete Miranda, directora do Jornal “As Artes entre as Letras”; Sofia Nunes, autora do livro “Novos Horizontes da Gerontologia: Promoção da Esperança” e Vladimiro Feliz, Vereador do Pelouro do Turismo, Inovação e Lazer da Câmara Municipal do Porto. Sobre a matriz digital do futuro próximo na edição de livros, Alexandre Lemos da Bubok, adianta que "O número sempre crescente de livros impressos provam que a edição de livros em papel não está ameaçada mas é também evidente que os livros digitais ocuparão um espaço crescente na distribuição de conteúdos. Esta nova realidade aumentada da palavra escrita transformará sobretudo o papel dos seus autores. Perante formas de distribuição mais democratizadas, os escritores estão numa posição muito semelhante à dos músicos seus contemporâneos, capazes de desenvolver comunidades intímas em torno da sua obra.” O encontro pretende envolver oradores e público na discussão sobre o impacto das tecnologias digitais na auto-publicação e consequentemente na relação escritor – leitor. ]
FONTES &VER+EM:
http://www.bubok.pt/blog/bubok-pt-vai-debater-a-auto-publicacao-na-era-digita/

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

"O Sonho do Rei Dom Carlos": In Histórias d'ouvir e contar - Edição C. M. de Sesimbra



[ Hoje partilhamos o excerto de um conto para os mais pequenos que se centra nas ambições oceanógrafas do Rei Dom Carlos. Assinado pela bióloga marinha, Raquel Gaspar, o conto "O Sonho do Rei Dom Carlos" integra a compilação Histórias d’ouvir e contar…, editada pela Câmara Municipal de Sesimbra.

«Dom Carlos e o príncipe Alberto passaram muitos dias a falar sobre o mar. Ambos queriam descobrir como era o seu fundo. Imaginavam como seriam as fossas abissais. As fossas abissais são os sítios mais profundos do mar, têm uma forma parecida com a de um vale muito cavado. São tão fundas que a luz do sol não consegue lá chegar e também por isso eram sítios desconhecidos. Tinha sido há pouco tempo que os cientistas haviam descoberto existir vida a tais profundidades! Mas o rei sabia que os pescadores de Sesimbra já sabiam disto há muito tempo.
(…)
Se ele conseguisse descobrir que peixes lá viviam, com certeza encontraria criaturas fantásticas, desconhecidas para os cientistas. Se ele conseguisse saber como era o fundo do mar, poderia fazer um mapa com os seus altos e baixos, planícies e vales submarinos profundos.»

Raquel Gaspar, O Sonho do Rei Dom Carlos, in Histórias d’ouvir e contar…, Câmara Municipal de Sesimbra (2009) .
Raquel Gaspar, desempenha funções na Promoção das ciências da vida na educação durante a infância, para a Associação Viver a Ciência. É bióloga e contadora de histórias. Realizou um pós-doutoramento na VAC criando materiais pedagógicos para a infância baseados em histórias. É responsável pelo projecto Sair da Concha e autora dos livros pedagógicos "Caracol, caracol põe os pauzinhos ao sol" e "À descoberta das conchas da praia". É a responsável pedagógica do projecto Simbiontes e autora e co-ilustradora do livro "Os Amigos da Menina do Mar". Licenciada em Biologia e doutorada em Dinâmica Populacional e Conservação dos Roazes do Sado. ]

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Estoril: A primeira estância de turismo pensada de raiz em Portugal [Livros]

[ "Apesar de ter surgido como estância de veraneio no final do século XIX, o Estoril foi a primeira estância balnear em Portugal pensada e projectada para a actividade turística, com oferta hoteleira e imobiliária, campos de golfe, campos de ténis, termas, casino e, claro, a praia", afirma a historiadora Margarida de Magalhães Ramalho, autora do livro "Estoril, a vanguarda do turismo", recentemente editado pela By the Book. Em português e inglês, o livro é amplamente ilustrado com fotografias actuais e antigas, muitas das quais inéditas. "Durante o trabalho de pesquisa, encontrei mais de mil fotografias no Hotel Palácio que nunca foram publicadas, para além de outros documentos que nem se sabia que existiam, como o primeiro projecto do Hotel do Parque, que nunca chegou a ser construído", contou a investigadora ao DN. A historiadora, que já editou outros trabalhos sobre esta região, conta neste livro a história do turismo no Estoril desde os tempos da Monarquia até aos dias de hoje e dedica ainda o primeiro capítulo do livro aos últimos trinta anos do século XIX, período durante o qual o Rei D. Carlos e a aristocracia faziam longas temporadas em Cascais. A cada capítulo corresponde uma das grandes fases da evolução turística do Estoril: anos dourados, entre 1910 e 1945; de terra de exílio a praia de família, entre 1950 e 1974; à procura de si próprio, de 1974 à actualidade. O título do segundo capítulo, anos dourados, remete para o auge da estância balnear. Apesar de Fausto Figueiredo ter apresentado logo em 1914 o projecto de desenvolvimento do Estoril enquanto destino turístico, foi preciso esperar pelo final da Primeira Grande Guerra e pela visão de futuro de dois homens do Estado Novo - António Ferro e Duarte Pacheco - para que os projectos começassem a ser concretizados. No início dos anos 30, com a chegada do Sud Express e com a inauguração do Palace Hotel e do Casino, o Estoril ganha fama internacional e torna-se cosmopolita, atraindo destacadas figuras de Casas Reais Europeias, banqueiros, actores de cinema e espiões internacionais." ]
By The Book - 'Estoril, a vanguarda do turismo':
http://www.bythebook.pt

FONTES & VER+EM:
http://www.tvi.iol.pt/mediacenter.html?mul_id=13301276&load=3&pos=0
http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1642133&seccao=Livros

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Feira do Livro de Lisboa [29 Abril a 16 Maio]



[ A 80ª edição da Feira do Livro de Lisboa arranca amanhã com uma perspectiva animadora: o mercado de livros cresceu em 2009 entre 5 a 7 por cento, contrariando a crise económica nacional. O bom momento do mercado é assinalado com o aumento de participações nesta edição, num total de 444. Além das 136 editoras, o certame acolhe 251 representações e 57 pequenos editores em espaços partilhados, que podem ser visitados de segunda a sexta, entre as 12h30 e as 23h30, e aos fins-de-semana, das 11h00 às 23h30, no Parque Eduardo VII, até 16 de Maio. "Esta pode ser a feira mais participada de sempre", foi o desejo manifestado ontem pelo Presidente da Causa Real, e presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, Paulo Teixeira Pinto. A principal novidade é o palco cultural, onde os visitantes desfrutam de espectáculos que variam da mímica ao jazz e à música clássica. O Presidente da Causa Real e da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, Paulo Teixeira Pinto, sustenta a importância de proporcionar "um momento cultural" a partir das 21h15 e ao longo de uma hora. Para conquistar os leitores mais novos, foi desenvolvido o passaporte escolar e criadas duas áreas: uma onde crianças até dois anos ficam com baby-sitters e outra para a promoção de jogos e actividades. A edição deste ano está orçamentada em cerca de 1,5 milhões de euros, com a comparticipação de 150 mil euros da autarquia, sendo a restante verba suportada por livreiros e patrocinadores.]
FONTES & VER+EM:
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=CDEF353D-788C-402B-8F83-1A3D08E50BCF&channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013&h=5

sexta-feira, 12 de março de 2010

Língua Portuguesa: "Assim é que é falar!"

[ Perguntas, respostas e regras de pronúncia, vocabulário, léxico, sintaxe, pontuação e morfologia estão contidos no livro "Assim é que é falar!" que será lançado no dia 18 na Casa da Cultura, em Coimbra. Coordenado por Maria Regina Rocha, e da autoria de Sandra Duarte Tavares e Maria João Matos, o livro tem como subtítulo "201 perguntas, respostas e regras sobre o português falado e escrito". Segundo a coautora, em declarações à Lusa, o livro - que é editado pela Planeta Editora - já está disponível no mercado e não está redigido de acordo com o novo Acordo Ortográfico, por opção da editora. Nesta obra, são esclarecidas dúvidas frequentes da língua portuguesa, entre as quais: "A palavra presidente tem feminino? Acordos pronuncia-se com o aberto ou fechado? Arrendam-se apartamentos e alugam-se carros? Porquê?". No livro, que pode ser adotado pelas escolas ou pelo vulgar cidadão, as autoras enunciam regras em linguagem acessível ao leitor não especializado, mantendo o rigor terminológico. A ideia de conceber o livro partiu da Planeta editora que lançou o desafio a José Mário Costa, responsável pelo Ciberdúvidas. A obra é prefaciada pelo catedrático Carlos Reis, que a apresentará por ocasião do lançamento em Coimbra. ]
FONTES & VER+EM:

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Literatura de Língua Portuguesa:Fernando Pessoa, bate recorde em traduções [Livros]


[ São cada vez mais os nomes em Português nas prateleiras em todo o Mundo. Os escritores de Língua Portuguesa estão a ter cada vez mais sucesso no Estrangeiro. Mas, é o poeta e pensador Português, Fernando Pessoa, que bate todos os recordes, em traduções. In RTP ]

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

"De África - From Africa - D'Afrique" de Zica Capristano: Lançamento do Livro no Mosteiro dos Jerónimos-Lisboa [15 Dez ]

[ Pensar Real~Pensar Portugal, tem a honra de dilvugar e convidar todos os interessados para a sessão de lançamento do livro "De África - From Africa - D'Afrique", do antropólogo e membro do nosso movimento, Zica Capristano, promovido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e pelo IPAD-Instituro Português de Apoio ao Desenvolvimento, que irá ter lugar no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, pelas 18 Horas. A presente obra resultou das diversas viagens de Zica Capristano ao continente Africano e constitui um testemunho de convivência com Povos e Comunidades que, hoje como no passado, celebram tradições, culturas, práticas e saberes representativos de todo um legado milenar. A edicção trilingue (Português; Francês; Inglês), reune mais de 400 Fotos a cores, e tem como co-autores, testemunhos de diversos especialistas tão prestegiados como o Prof. António Carmona Rodrigues; Prof. Augusto Manuel Correia; Prof. Fernando Cardoso Paissana; Engº Gilberto Cardoso de Matos; Prof. Guilherme D'Oliveira Martins; Arq. José Almeida Negreiros; Drª. Leonor Viegas Tavares e Prof. Manuel Viegas Tavares. Uma parte da receita do livro é destinada à Associação SOL, em Portugal, e à Associação Save The Children, entidades que desenvolvem prestegiadas acções de solidariedade. ]
INFORMAÇÕES & CONTACTO:
joseafcapristano@hotmail.com

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

"O Espião de D. João II": O Romance Histórico de Deana Barroqueiro

[ A Ésquilo, Edições e Multimédia e a FNAC do Centro Comercial do Colombo apresentaram ontem, pelas 18H30, a obra «O Espião de D. João II – Na Demanda dos Segredos do Oriente e do Misterioso Reino do Preste João» da autoria de Deana Barroqueiro. A apresentação esteve a cargo da Prof.ª Doutora Helena Barbas, docente da Universidade Nova de Lisboa e crítica literária do jornal semanário Expresso. Neste livro, esta autora de referência na área do romance histórico leva o leitor a «viajar» pelo fascinante périplo de Pêro da Covilhã, um James Bond e Indiana Jones reunidos num só homem do século XV. Seguido às publicações de D. Sebastião e o Vidente e O Navegador da Passagem, a autora apresenta agora a aventura vivida por um navegador português do séc. XV às ordens de D. João II. O Livro está no mercado ao preço de 19,50 € ]

SITE OFICIAL ESQUILO EDITORA:

Sinopse/Livros: " O Espião de D. João II - Na demanda dos segredos do Oriente e do misterioso reino do Preste João"

[ "O formidável Espião de D. João II possuía qualidades e talentos comparáveis aos de um James Bond e Indiana Jones, reunidos num só homem. A memória fotográfica, uma capacidade espantosa para aprender línguas, a arte do disfarce para assumir as mais diversas identidades, a mestria no manejo de todas as armas do seu tempo e, sobretudo, uma imensa coragem e espírito de sacrifício, aliados ao culto cavaleiresco da mulher e do amor que o fascinavam, fazem dele uma personagem histórica única e inspiradora. El-rei D. João II escolhia-o para as missões mais secretas, certo que qualquer outro falharia. Talvez esse secretismo seja a razão do seu nome de família e do seu rosto terem ficado, para sempre, na penumbra. Em 1487, Pêro da Covilhã foi enviado de Portugal, ao mesmo tempo que Bar­to­lomeu Dias, a descobrir por terra, aquilo que o navegador ia demandar por mar: uma rota para as especiarias da Índia e notícias do encoberto Preste João. Ao espião esperava-o uma longa peregrinação de cerca de seis anos pelas regiões do Mar Vermelho e costas do Índico até Calecut e, também, pela Pérsia, África Oriental, Arábia e Etiópia, descobrindo povos e culturas em lugares hostis, cujos costumes lhe eram completamente estranhos. Na pele de um enigmático mercador do Al- -Andalus, o Escudeiro-guerreiro do Príncipe Perfeito realizou proezas admiráveis que causaram espanto no mundo do seu tempo. Neste romance fascinante, Deana Barroqueiro convida-nos a seguir o trilho de Pêro da Covilhã na sua fabulosa odisseia recheada de aventuras, amores, conquistas e descobertas inolvidáveis…" ]

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

1º de Dezembro e a "Mensagem": Poema Nacional de "Restauração Patriota" de Fernado Pessoa [Edição Especial à venda 1 Dez.09]


[ Pensar Real~Pensar Portugal, que se orgulha da vertente Monárquica do Poeta e Pensador, Fernado Pessoa, divulga que a edição especial de "Mensagem", o poema mítico nacional que Fernando Pessoa decidiu publicar exactamente a 1 de Dezembro, por ver nessa edição o sinal de uma “Restauração” espiritual e o emblema da sua preocupação patriótica, será apresentada também nessa data, numa sessão que decorrerá na Biblioteca Nacional, à guarda da qual se encontra esse original do poeta. Numa parceria exclusiva da Guimarães com a FNAC, será pela primeira vez colocado à disposição dos portugueses o original de "Mensagem", dactilografado e anotado por Fernando Pessoa, que este entregou à gráfica para ser editado. O livro estará à venda a partir de dia 1 de Dezembro e custará cerca de 40 euros. ]
FONTES & VER+EM:

75 Anos de "Mensagem"-Fernando Pessoa: Programa das Comemorações [ 1 a 9 Dez ]

[ Inserido na programação comemorativa dos 75 anos de "Mensagem" de Fernando Pessoa, organizada pela Biblioteca Nacional de Portugal, Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas e Câmara Municipal de Lisboa, intervirão os escritores Eduardo Lourenço, Vasco Graça Moura e Manuel Alegre e o actor Luís Lucas lerá alguns poemas de Pessoa. Ainda no âmbito do programa comemorativo, decorrerão na FNAC Chiado e na Casa Fernando Pessoa, a 2 e 9 de Dezembro, debates moderados pelo jornalista Carlos Vaz Marques. "’- É a hora! O Sentido da Mensagem’" é o tema do debate de dia 2, em que participam Miguel Real, Paulo Borges e Manuel Gandra, e que começa às 18h30. No dia 9, à mesma hora, na Casa Fernando Pessoa, será a vez de José Blanco, Richard Zenith e José Carlos Seabra Pereira falarem sobre "’Mensagem’, o Poema, o Prémio e o Estado Novo". A edicção especial de "Mensagem" de Fernando Pessoa, estará disponível no mercado no 1º Dezembro, dia em que se comemora a Restauração da Independência de Portugal, e que o autor pretendeu deste modo assinalar a sua publicação. ]
FONTES & VER+EM:

terça-feira, 24 de novembro de 2009

USA: Publicação em Inglês do Sermão aos Peixes do Padre António Vieira e Livro de Poemas de Camões [ Literatura ]


[ Sermão aos Peixes do Padre António Vieira, foi editado nos Estados Unidos. "Um conjunto de obras clássicas da literatura Portuguesa foram agora editadas nos Estados Unidos. Entre elas, o Sermão de Sto António aos Peixes que foi, pela primeira, vez traduzido para inglês, e o Livro de poemas de Camões." A análise do retrocesso da percepção cultural, após a morte D'El Rey D. Sebastião, em Portugal. In RTP. ]

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

"Dicionário do Canto Lírico" de Leonor Lucena: Conservatório Nacional [19 Nov]

[ Hoje, pelas 18H30, vai ter lugar na Escola de Música do Conservatório Nacional, o lançamento do “Dicionário do Canto Lírico”, da autoria da Professora Leonor de Lucena, no Salão Nobre do Conservatório Nacional, na Rua dos Caetanos, Nº 29, em Lisboa. A apresentação será precedida de um concerto por alunos da classe de canto da EMCN. ]
ESCOLA DE MÚSICA DO CONSERVATÓRIO NACIONAL:

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Carmona Rodrigues lança o Livro: "Uma Experiência de Participação Democrática"

[ Pensar Real~Pensar Portugal esteve presente no lançamento público do livro "Movimento Lisboa com Carmona - Uma Experiência de Participação Democrática" do Professor Carmona Rodrigues, que conta com o prefácio de Eduardo Marçal Grilo e tem a chancela da Deplano Network, Sa. O lançamento do livro ocorreu na Livraria Almedina do Atrium Saldanha, em Lisboa no dia 22 de Setembro, contando com a presença do editor Horácio Piriquito e muitos ilustres convidados. O ex-Presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, num sala cheia de jornalistas e convidados, deixou bem claro, quais as razões que levaram à formação deste Movimento referindo "que nasceu de uma forma independente, sem qualquer apoio ou envolvimento partidário, com o objectivo de concorrer às eleições autárquicas intercalares para a Câmara de Lisboa, na sequência da queda do executivo camarário em Maio de 2007". A razão principal na criação deste movimento segundo Carmona Rodrigues, "foi a de assumir perante os Lisboetas o compromisso, com grande sentido de dignidade e do dever de serviço público, de cumprir um mandato de quatro anos para o que havia sido eleito em Outubro de 2005", sublinhando ainda que "nas eleições de 2007 e com o segundo lugar obtido pelo Movimento Lisboa com Carmona, os vereadores eleitos por este movimento colocaram-se como segunda força política no executivo camarário liderado pelo socialista António Costa." O livro, é um testemunho do balanço deste Movimento durante o seu mandato autárquico de 2007 a 2009, apresentando o perfil profissional dos Vereadores e uma menção honrosa aos elementos da Comissão de Honra deste Movimento, que conta com as participações de: Amílcar Theias, Ana Maria Botelho, Anita Guerreiro, António Pinto Basto, António Sala, Artur Agostinho, Carlos Amaral Dias, Carvalho Rodrigues, Glória de Matos, José Roquette, Maria Sobral Mendonça, Mário Moniz Pereira, Miguel Telles da Gama, Nuno Nazareth Fernandes, Oceano, Octávio de Matos, Pepe Rapazote, Ricardo D'Abranches, Ruy de Carvalho, Ruy Castelar, Simone de Oliveira, Vicky Fernandes, Vitor Espadinha e Zica Capristano, que entre outros, integram a lista de convidados que também estiveram presentes no lançamento do seu Livro. Carmona Rodrigues que não concorre nas eleições autárquicas para a Câmara de Lisboa, no próximo dia 11 de Outubro de 2009, deixou em aberto: o seu regresso à vida Política Portuguesa!]