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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Pensar Real em Entrevista à SIC: "O Caso da Bandeira Monárquica em Lisboa"[P.1]


[ O Movimento Pensar Real~Pensar Portugal que concedeu uma entrevista à SIC, editada a 14, 15 e 16 de Agosto no Jornal da referida estação televisiva, sobre "O caso da Bandeira Monárquica hasteada na Câmara Municipal de Lisboa", lança uma parte das declarações de Ricardo Abranches, representante do nosso grupo Monárquico, que tem e desde sempre, promovido diversas acções Culturais e Históricas nas autarquias em todo o País, com o envolvimento e a colaboração das entidades Públicas, visando a continuação na sua programação de actividades em agenda, alcançar o seguinte objectivo:A Evocação de factos Históricos e Culturais, em prole do Ideário Monárquico. O Municipalismo foi criado em Monarquia!... ]

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Carlos Pegado & a XII Tourada Real 2009: Por Patrícia Sardinha [ Revista ~ Naturales]

[ Pensar Real ~ Pensar Portugal destaca parte da entrevista do empresário da Terra Brava, Carlos Pegado, conduzida por Patrícia Sardinha no Site "Naturales" por ocasião da temporada de 2009 e da XII Tourada Real que se realizará em Évora no próximo dia 10 de Junho. "Naturales – Estamos quase a meio da temporada 2009, qual é o balanço que pode fazer até ao momento da temporada montada pela empresa Terra Brava? Neste momento a empresa Terra Brava apenas levou a efeito 3 corridas de toiros, duas em Évora e uma em Alter do Chão. Quanto ao balanço relativamente a estes espectáculos posso afirmar que é bastante positivo, pois quer na Arena d'Évora, onde se realizaram a II Festa do Forcado e o 50º Concurso de Ganadarias, quer na tradicional corrida do 25 de Abril em Alter, tudo correu bastante bem falando em termos artísticos e em termos de afluência de público. (...) Naturales - Voltando a Évora, a corrida de dia 10 de Julho confirma-se que vai ser transmitida pela RTP? Que podemos esperar dessa corrida? A XII Tourada Real, com a presença da Família Real Portuguesa, será de facto transmitida pela RTP 1 e terá um cartel composto por três jovens cavaleiros, João Moura Caetano, João Moura Jr. e João Telles Jr., que deverão competir com todas as suas forças entre eles, para possam iniciar uma renovação que é tão necessária para que a festa se mantenha bem viva. Será lidado um curro imponente de Passanha e os forcados serão os Amadores de Santarém e de Évora. Naturales – Tem sentido dificuldades enquanto empresário? Algumas. Mas como tenho um espírito positivo, ou pelo menos tento, prefiro encarar as difilculdades como uma forma de aprendizagem permanente e retirar sempre o que de bom possa obter para a minha formação. 9 - Em relação ao facto de ser apoderado de Moura Caetano desde 2006, que sente que trouxe de novo à carreira do jovem cavaleiro? Tento sempre incutir-lhe a máxima responsabilidade e que seja exigente consigo próprio. Mas isso já o João sabe e penso que devagar, como tudo deve ser feito no toureio, irá chegar ao sítio que lhe está destinado. Naturales – Como já deve saber, agora tornou-se moda os cavaleiros irem tirar (uma segunda) alternativa a Espanha, quando já são doutorados em Portugal. Como apoderado de cavaleiro, mas também como aficionado, qual é a sua opinião sobre este assunto? Discordo em absoluto. Não faz qualquer sentido e fico espantado com o facto de tudo isto acontecer. Como aficionado sinto-me revoltado e enganado. Naturales – O Carlos foi um dos fundadores e impulsionadores da Associação Portuguesa dos Empresários Taurinos, recentemente reactivada, assim como defensor de uma espécie de “Federação Portuguesa de Tauromaquia”, que englobasse as várias agremiações, relacionadas com a Festa Brava em Portugal. Crê que o futuro da Festa passar por um associativismo? Sempre defendi o associativismo. Até apresentei no último Congresso de Tauromaquia, que se realizou há alguns anos em Salvaterra, uma tese que defendia aquilo que agora estamos a tentar criar, ou seja, uma Federação que congregue todas as associações do sector. Penso que desta vez vamos conseguir. Naturales - Para terminar, Carlos Pegado - o Forcado, o Empresário, o Apoderado, ou o simples Aficionado? Quem vence? Comecei por ser aficionado e penso que irei acabar aficionado. É esse o motor de uma paixão que alimenta todas as minhas outras actividades dentro da festa. Mas o meu coração está no Forcado, disse". Pensar Real~Pensar Portugal que integra o painel de apoio a este grande evento, recomenda a leitura da entrevista a Carlos Pegado, sugerindo também a visita ao site oficial da empresa Terra Brava que tão bem tem levado na sua missão empresarial: a defesa da Tradição Portuguesa e da "Arte do Toureio"!]
FONTES & VER + EM:
SITE TERRA BRAVA:

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Duquesa de Anjou e a Família Real do Brasil: Entrevista à Revista Caras [ Media ]

[ O Movimento Pensar Real~Pensar Portugal edita a entrevista à Duquesa de Anjou, publicada pela revista Caras, onde em Lisboa, falou sobre a tragédia do voo da Air France que vitimou um membro da Família Real Brasileira. "A notícia do desaparecimento de Pedro Luís de Orléans e Bragança deixou desolada Diana de Cadaval. O marido da duquesa de Anjou, Charles-Philippe d'Orléans, é primo do príncipe que seguia no voo da Air France para Paris, e que continua desaparecido no Oceano Atlântico. "Soubemos logo da notícia porque o marido da irmã do Charles-Philipe trabalha no mesmo banco que o Pedro Luís. Desde então ninguém tem estado descansado. De início ainda havia esperança...", adiantou a duquesa. Diana de Cadaval recordou ainda uma das últimas vezes que esteve com o príncipe brasileiro. "Estivemos com ele há pouco tempo em Lisboa, porque ele veio ao lançamento do livro da princesa Michael de Kent, há alguns meses. Foi terrível quando soubemos da notícia. Ainda por cima depois vim a saber que uma amiga minha espanhola tinha uma prima no voo, que se tinha casado há um mês", revelou, com tristeza. A família de Charles-Philippe tem estado em contacto com os seus congéneres brasileiros e Diana adianta: "A família está ainda em choque, foi muito dramático para eles, estão desfeitos. Perder um filho assim tão novo num acidente como este é muito complicado."]
FONTES & VER+EM REVISTA CARAS:
http://aeiou.caras.pt/diana-de-cadaval-chora-a-morte-de-um-primo-do-marido-no-desastre-aereo-sobre-o-atlantico=f21799

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Dom António de Orleans e Bragança: Por Martha Mendonça - Revista Época [Media]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal e a Juventude Monárquica em memória do Presidente de Honra da Juventude Monárquica do Brasil e descendente da Família Real Portuguesa, o Príncipe Dom Pedro de Orleans e Bragança, publica hoje - a entrevista a Dom Antônio de Orleans e Bragança, pai do Príncipe Pedro Luiz, que estava no voo 447-, à Revista Época, conduzida por Martha Mendonça, onde diz que "a Família Imperial do Brasil busca consolo na oração depois que os destroços do avião foram encontrados." "Pai do príncipe Pedro Luiz de Orleans e Bragança, que estava no voo 447 da Air France, Dom Antônio de Orleans e Bragança disse à Revista ÉPOCA que toda a Família está unida e rezando, o que tem confortado a todos. O filho, de 26 anos, havia passado dez dias visitando pais, irmãos e tios no Brasil e voltava para Luxemburgo, onde trabalhava há dois anos". ÉPOCA – Como está a família diante desta perda? Dom Antônio de Orleans e Bragança "Conformados. Somos católicos de muita fé e respeitamos a vontade de Deus. Estamos rezando muito e isso tem nos ajudado muitíssimo. Muitas pessoas, em horas de sofrimento como esta, questionam erradamente a bondade de Deus. Penso que meu filho era bom demais, e talvez por isso Deus tenha o chamado para perto mais cedo. O problema é a saudade, que é muita." ÉPOCA – Como o senhor soube do acidente? Dom Antônio – "Tenho o costume de ligar a televisão para ver notícias assim que me levanto. Na segunda de manhã não foi diferente. Já trocando de canal, vi uma informação pela metade sobre um problema com avião da Air France. Mas não sabia origem e nem destino. Num outro canal, fiquei sabendo que era Rio-Paris. Preocupei-me duplamente, já que, além de meu filho, que tinha partido no voo das 19h30, minha sobrinha Alice tinha ido no voo anterior, de 16h40. Quando soube que era o de Pedro Luiz, chamei a mãe dele. Pedi que ela se sentasse e contei que o avião estava desaparecido. Ela é uma pessoa extremamente calma, mas, como mãe, era impossível que não se desesperasse. Desde então estamos acompanhando tudo. No começo tínhamos esperança de que ele voltasse. Agora essa esperança se foi." ÉPOCA – O senhor o levou ao aeroporto no domingo? Dom Antônio "Eu, minha esposa e nossos outros três filhos. Havíamos passado o fim de semana em Petrópolis. No domingo de manhã jogamos golfe e, coisa rara, meus filhos quiseram ficar no meu time. Depois almoçamos e descemos a serra, indo direto levá-lo ao aeroporto. Conversamos sobre o trabalho dele, que há dois anos trabalhava em um banco francês, e também, coincidentemente, sobre fé e religião. Ele me disse que estava feliz e Deus era muito importante em sua vida." ÉPOCA – Como era o temperamento de Pedro Luiz? Dom Antônio "Como pai, sou suspeito para falar. Mas quem conviveu com ele também dizia que era um rapaz espetacular. O chefe direto dele me telefonou da Europa para dizer que havia perdido um filho. Os amigos estão inconsoláveis. Ele gostava muito de esportes. Além de golfe e tênis, também jogava futebol muito bem. Torcia pelo Fluminense, como toda nossa família.Também gostava muito de música. Da música moderna, como todo jovem, mas também da clássica, o que era uma fator de união muito grande entre nós. Ele viajava de carro pela Europa ouvindo música clássica e muitas vezes me telefonava e colocava o celular perto da caixa de som para que eu ouvisse o que ele estava ouvindo. Era muito bonito. Vou sentir muita falta disso. "]
REVISTA ÉPOCA- ENTREVISTA:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI75853-15227,00-A+ESPERANCA+SE+FOI.html
ASSOCIAÇÃO CAUSA IMPERIAL:
www.causaimperial.net

terça-feira, 2 de junho de 2009

Entrevista a S.A.R. ,O Duque de Bragança: Diário de Notícias - por Céu Neves [Media]

[ O movimento Pensar Real~Pensar Portugal e a Juventude Monárquica que têm acompanhado as notícias sobre o desaparecimento do Príncipe Dom Pedro de Orleans e Bragança, no trágico acidente do voo 477 da Air France, publica na integra a entrevista a S.A.R. o Duque de Bragança, editada no Jornal Diário de Notícias e conduzida por Céu Neves. "DN- Um dos passageiros que seguia no voo da Air France é Pedro Luís de Orleans e Bragança. É seu familiar directo? S.A.R., O Duque de Bragança- É meu primo, mas não em primeiro grau. O avô dele é primo da minha mãe. Mas dávamo-nos como se fossemos próximos e convivíamos bastante um com o outro. Ainda recentemente estive com ele no Luxemburgo. DN- É apresentado como o herdeiro do trono brasileiro. S.A.R., O Duque de Bragança - Sim, é quem está indicado para suceder ao pai e ser o chefe da família. Embora o pai dele não seja o filho mais velho, foi indicado pela família na linha de sucessão, e o Pedro Luís é o primogénito. O avô dele é o príncipe D. Pedro Henrique da linha de Bragança, neto da princesa D. Isabel, é bisneto de D. Pedro II e trineto de D. Pedro I, imperador do Brasil (D. Pedro IV em Portugal). O pai é o príncipe António de Orleans. DN- E é filho de mãe belga? S.A.R., O Duque de Bragança- A mãe é a princesa Christine de Ligne, descendente, em quinta geração, de D. João VI de Portugal, bisneta de D. Miguel I de Portugal e sobrinha-bisneta de D. Pedro I do Brasil. Está na linha de sucessão ao trono luxemburguês. DN- É muito mais novo? S.A.R.,O Duque de Bragança - Tem 26 anos [nasceu a 12 de Janeiro de 1983]. É solteiro. DN- Qual é o perfil que traça dele? S.A.R., O Duque de Bragança- Formou-se em Economia e estava a trabalhar num banco no Luxemburgo há um ano ou dois anos. É uma pessoa muito inteligente. Tenho as melhores referências dele. DN- O que é que ele foi fazer ao Brasil? S.A.R. ,O Duque de Bragança- Não estou muito seguro do que ele tinha ido fazer, mas penso que terá ido visitar a família e os amigos. DN- Onde é que vive a família? S.A.R., O Duque de Bragança- Os pais dividem-se entre o Brasil e a Bélgica. Quando estão no Brasil, residem em Petrópolis, cidade do [estado do] Rio de Janeiro. E, na Bélgica, habitam o Castelo de Beloeil, em Hainaut. Ele tem mais familiares na Bélgica do que no Brasil. DN- Já falou com os familiares? S.A.R., O Duque de Bragança- Falei com as tias na Bélgica e, naturalmente, ficaram muito consternadas com a notícia. DN- Pensa deslocar-se ao Brasil? S.A.R., O Duque de Bragança - Depende, não sabemos se morreu. Vou aguardar as notícias, mas evidentemente que irei acompanhar a família se se confirmar o pior. E estou a pensar em mandar celebrar a missa do 7.º dia em Portugal, para os amigos. DN- Tinha amigos em Portugal? S.A.R. O Duque de Bragança- Ele vinha a Portugal, mas a missa é sobretudo para os amigos da família Orleans e Bragança. "]