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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Comunicado Família Imperial do Brasil: Missa por a alma de Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança [Brasil dia 10 Junho]


[Entrevista:D.Antonio de Orleans e Bragança]


[ Entrevista com D. Antonio de Orleans e Bragança, sobre seu filho, o Príncipe D. Pedro Luiz e que estava entre os passageiros do trágico vôo da Air France 447 que desapareceu no Oceano Atlântico, no dia 1 de junho de 2009. D. Pedro Luiz, até então, era o 4º na linha de sucessão dinástica. in Causa Imperial do Brasil. ]

sábado, 6 de junho de 2009

Voo477 & Tribunal de Paris: Inquérito de investigação por "Homicídio Involuntário"

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal, no seguimento das notas de imprensa sobre o desaparecimento do voo 477AF, que entre as vitímas seguia o membro da Família Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Pedro de Orleans e Bragança, destaca a decisão anunciada pelo Tribunal de Paris na abertura de investigação por "homicídio involuntário" enquanto as famílias das vítimas trocam o Rio pelo Recife para estarem mais perto da área de buscas. Não mais um voo 447. A Air France decidiu que, a partir de amanhã - uma semana após a tragédia - , o voo que faz a ligação entre o Rio e Paris passa a denominar-se AF445. Uma decisão anunciada quando os familiares das vítimas e a companhia aérea têm de interiorizar uma informação desencorajante: os destroços encontrados no Atlântico não são do voo 447 mas apenas lixo. A França, decidida em encontrar as caixas negras do avião - instrumentos importantes para se saber o que de facto aconteceu - enviou para o local um submarino nuclear de ataque. "Graças aos seus sistemas de detecção o submarino poderá ajudar a recuperar as caixa negras", disse o ministro da Defesa francês. Hervé Morin avançou que a investigação em curso tem em conta todas as hipóteses, incluindo a de atentado. Entretanto, o Tribunal de Paris anunciou a abertura de uma investigação por "homicídio involuntário" sobre o desaparecimento do avião. A investigação não é dirigida a um sujeito concreto, esclareceu o tribunal em comunicado, onde informa ainda que a Procuradoria de Paris já notificou, através de carta, as famílias de cada uma das vítimas sobre este procedimento penal. ]
FONTES & VER+EM:

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Homenagem a Sua Alteza Imperial e Real o Príncipe Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança: Igreja da Encarnação [8 Junho]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal informa que a Real Associação de Lisboa e a Juventude Monárquica de Lisboa, irão estar presentes na Missa que será celebrada por a alma de Sua Alteza Imperial e Real o Príncipe Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança, na segunda feira, dia 8 de Junho, às 19 Horas, na Igreja da Encarnação, ao Chiado, em Lisboa, a pedido das Direcções do Instituto da Nobreza Portuguesa e da Sociedade Histórica da Nobreza de Portugal. ]

O Mistério do voo 477: Força Aérea do Brasil revela não obter sinais do Avião [ Media ]

[ O Movimento Pensar Real~Pensar Portugal, destaca a notícia que continua a correr o Mundo sobre o desaparecimento do vôo 477 que entre as vitimas, transportava um membro da Família Real do Brasil: Dom Pedro de Orleans e Bragança. "A Força Aérea Brasileira revelou que os destroços recuperados ontem do Atlântico não pertencem ao avião Airbus A 330 da Air France, voo 447, que desapareceu na noite de domingo para segunda-feira com 228 pessoas a bordo. Os flutuadores, a placa de madeira e a mancha de combustível encontrados não passam de “lixo marítimo”, disseram os responsáveis.“Nenhum material do avião foi recolhido. O que vimos foram materiais pertencentes a uma aeronave que foram deixados por causa da prioridade dada às buscas de corpos”, afirmou ontem à noite o director do Departamento brasileiro de Controlo do Espaço Aéreo, brigadeiro Ramon Borges Cardoso, citado na edição online do diário "Folha de São Paulo". Ao quinto dia de buscas, ainda não foram encontrados quaisquer vestígios das vítimas. A mesma fonte avaliou que a mancha de óleo avistada não proveio igualmente do voo AF447, com origem no Rio de Janeiro e destino a Paris: “Uma tão grande quantidade de óleo não pode ter vindo do avião.” As buscas por sobreviventes vão continuar e, de acordo com Borges Cardoso, serão mesmo reforçadas no fim-de-semana, “com a chegada de novos aviões de busca e embarcações enviadas pela França”. A imprensa adianta ainda que a Força Aérea Americana vai ajudar as autoridades Brasileiras nas buscas desta operação que intriga o mundo pelo seu misterioso desaparecimento.]
FONTES & VER+EM:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1385196

Duquesa de Anjou e a Família Real do Brasil: Entrevista à Revista Caras [ Media ]

[ O Movimento Pensar Real~Pensar Portugal edita a entrevista à Duquesa de Anjou, publicada pela revista Caras, onde em Lisboa, falou sobre a tragédia do voo da Air France que vitimou um membro da Família Real Brasileira. "A notícia do desaparecimento de Pedro Luís de Orléans e Bragança deixou desolada Diana de Cadaval. O marido da duquesa de Anjou, Charles-Philippe d'Orléans, é primo do príncipe que seguia no voo da Air France para Paris, e que continua desaparecido no Oceano Atlântico. "Soubemos logo da notícia porque o marido da irmã do Charles-Philipe trabalha no mesmo banco que o Pedro Luís. Desde então ninguém tem estado descansado. De início ainda havia esperança...", adiantou a duquesa. Diana de Cadaval recordou ainda uma das últimas vezes que esteve com o príncipe brasileiro. "Estivemos com ele há pouco tempo em Lisboa, porque ele veio ao lançamento do livro da princesa Michael de Kent, há alguns meses. Foi terrível quando soubemos da notícia. Ainda por cima depois vim a saber que uma amiga minha espanhola tinha uma prima no voo, que se tinha casado há um mês", revelou, com tristeza. A família de Charles-Philippe tem estado em contacto com os seus congéneres brasileiros e Diana adianta: "A família está ainda em choque, foi muito dramático para eles, estão desfeitos. Perder um filho assim tão novo num acidente como este é muito complicado."]
FONTES & VER+EM REVISTA CARAS:
http://aeiou.caras.pt/diana-de-cadaval-chora-a-morte-de-um-primo-do-marido-no-desastre-aereo-sobre-o-atlantico=f21799

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Dom António de Orleans e Bragança: Por Martha Mendonça - Revista Época [Media]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal e a Juventude Monárquica em memória do Presidente de Honra da Juventude Monárquica do Brasil e descendente da Família Real Portuguesa, o Príncipe Dom Pedro de Orleans e Bragança, publica hoje - a entrevista a Dom Antônio de Orleans e Bragança, pai do Príncipe Pedro Luiz, que estava no voo 447-, à Revista Época, conduzida por Martha Mendonça, onde diz que "a Família Imperial do Brasil busca consolo na oração depois que os destroços do avião foram encontrados." "Pai do príncipe Pedro Luiz de Orleans e Bragança, que estava no voo 447 da Air France, Dom Antônio de Orleans e Bragança disse à Revista ÉPOCA que toda a Família está unida e rezando, o que tem confortado a todos. O filho, de 26 anos, havia passado dez dias visitando pais, irmãos e tios no Brasil e voltava para Luxemburgo, onde trabalhava há dois anos". ÉPOCA – Como está a família diante desta perda? Dom Antônio de Orleans e Bragança "Conformados. Somos católicos de muita fé e respeitamos a vontade de Deus. Estamos rezando muito e isso tem nos ajudado muitíssimo. Muitas pessoas, em horas de sofrimento como esta, questionam erradamente a bondade de Deus. Penso que meu filho era bom demais, e talvez por isso Deus tenha o chamado para perto mais cedo. O problema é a saudade, que é muita." ÉPOCA – Como o senhor soube do acidente? Dom Antônio – "Tenho o costume de ligar a televisão para ver notícias assim que me levanto. Na segunda de manhã não foi diferente. Já trocando de canal, vi uma informação pela metade sobre um problema com avião da Air France. Mas não sabia origem e nem destino. Num outro canal, fiquei sabendo que era Rio-Paris. Preocupei-me duplamente, já que, além de meu filho, que tinha partido no voo das 19h30, minha sobrinha Alice tinha ido no voo anterior, de 16h40. Quando soube que era o de Pedro Luiz, chamei a mãe dele. Pedi que ela se sentasse e contei que o avião estava desaparecido. Ela é uma pessoa extremamente calma, mas, como mãe, era impossível que não se desesperasse. Desde então estamos acompanhando tudo. No começo tínhamos esperança de que ele voltasse. Agora essa esperança se foi." ÉPOCA – O senhor o levou ao aeroporto no domingo? Dom Antônio "Eu, minha esposa e nossos outros três filhos. Havíamos passado o fim de semana em Petrópolis. No domingo de manhã jogamos golfe e, coisa rara, meus filhos quiseram ficar no meu time. Depois almoçamos e descemos a serra, indo direto levá-lo ao aeroporto. Conversamos sobre o trabalho dele, que há dois anos trabalhava em um banco francês, e também, coincidentemente, sobre fé e religião. Ele me disse que estava feliz e Deus era muito importante em sua vida." ÉPOCA – Como era o temperamento de Pedro Luiz? Dom Antônio "Como pai, sou suspeito para falar. Mas quem conviveu com ele também dizia que era um rapaz espetacular. O chefe direto dele me telefonou da Europa para dizer que havia perdido um filho. Os amigos estão inconsoláveis. Ele gostava muito de esportes. Além de golfe e tênis, também jogava futebol muito bem. Torcia pelo Fluminense, como toda nossa família.Também gostava muito de música. Da música moderna, como todo jovem, mas também da clássica, o que era uma fator de união muito grande entre nós. Ele viajava de carro pela Europa ouvindo música clássica e muitas vezes me telefonava e colocava o celular perto da caixa de som para que eu ouvisse o que ele estava ouvindo. Era muito bonito. Vou sentir muita falta disso. "]
REVISTA ÉPOCA- ENTREVISTA:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI75853-15227,00-A+ESPERANCA+SE+FOI.html
ASSOCIAÇÃO CAUSA IMPERIAL:
www.causaimperial.net

terça-feira, 2 de junho de 2009

Entrevista a S.A.R. ,O Duque de Bragança: Diário de Notícias - por Céu Neves [Media]

[ O movimento Pensar Real~Pensar Portugal e a Juventude Monárquica que têm acompanhado as notícias sobre o desaparecimento do Príncipe Dom Pedro de Orleans e Bragança, no trágico acidente do voo 477 da Air France, publica na integra a entrevista a S.A.R. o Duque de Bragança, editada no Jornal Diário de Notícias e conduzida por Céu Neves. "DN- Um dos passageiros que seguia no voo da Air France é Pedro Luís de Orleans e Bragança. É seu familiar directo? S.A.R., O Duque de Bragança- É meu primo, mas não em primeiro grau. O avô dele é primo da minha mãe. Mas dávamo-nos como se fossemos próximos e convivíamos bastante um com o outro. Ainda recentemente estive com ele no Luxemburgo. DN- É apresentado como o herdeiro do trono brasileiro. S.A.R., O Duque de Bragança - Sim, é quem está indicado para suceder ao pai e ser o chefe da família. Embora o pai dele não seja o filho mais velho, foi indicado pela família na linha de sucessão, e o Pedro Luís é o primogénito. O avô dele é o príncipe D. Pedro Henrique da linha de Bragança, neto da princesa D. Isabel, é bisneto de D. Pedro II e trineto de D. Pedro I, imperador do Brasil (D. Pedro IV em Portugal). O pai é o príncipe António de Orleans. DN- E é filho de mãe belga? S.A.R., O Duque de Bragança- A mãe é a princesa Christine de Ligne, descendente, em quinta geração, de D. João VI de Portugal, bisneta de D. Miguel I de Portugal e sobrinha-bisneta de D. Pedro I do Brasil. Está na linha de sucessão ao trono luxemburguês. DN- É muito mais novo? S.A.R.,O Duque de Bragança - Tem 26 anos [nasceu a 12 de Janeiro de 1983]. É solteiro. DN- Qual é o perfil que traça dele? S.A.R., O Duque de Bragança- Formou-se em Economia e estava a trabalhar num banco no Luxemburgo há um ano ou dois anos. É uma pessoa muito inteligente. Tenho as melhores referências dele. DN- O que é que ele foi fazer ao Brasil? S.A.R. ,O Duque de Bragança- Não estou muito seguro do que ele tinha ido fazer, mas penso que terá ido visitar a família e os amigos. DN- Onde é que vive a família? S.A.R., O Duque de Bragança- Os pais dividem-se entre o Brasil e a Bélgica. Quando estão no Brasil, residem em Petrópolis, cidade do [estado do] Rio de Janeiro. E, na Bélgica, habitam o Castelo de Beloeil, em Hainaut. Ele tem mais familiares na Bélgica do que no Brasil. DN- Já falou com os familiares? S.A.R., O Duque de Bragança- Falei com as tias na Bélgica e, naturalmente, ficaram muito consternadas com a notícia. DN- Pensa deslocar-se ao Brasil? S.A.R., O Duque de Bragança - Depende, não sabemos se morreu. Vou aguardar as notícias, mas evidentemente que irei acompanhar a família se se confirmar o pior. E estou a pensar em mandar celebrar a missa do 7.º dia em Portugal, para os amigos. DN- Tinha amigos em Portugal? S.A.R. O Duque de Bragança- Ele vinha a Portugal, mas a missa é sobretudo para os amigos da família Orleans e Bragança. "]