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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Portugal: A 1ª Nação multi cultural & Encompassing the globe.Portugal e o Mundo nos Séculos XVI/XVII [ Exposição-Cultura ]

[ Pensar Real ~ Pensar Portugal convida todos os Portugueses a visitarem a exposição "Encompassing the globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII" que está patente no Museu de Arte Antiga em Lisboa, até 11 de Outubro de 2009. A mostra pretende dar a compreender aos visitantes "como Portugal, a partir do século XV, abriu o Mundo à Europa, estabelecendo contactos e trocas comerciais e, naturalmente, culturais em pioneiras rotas traçadas nos oceanos Atlântico, Indico e Pacífico. As relações de Portugal e a Europa nos séculos XV e XVI é o núcleo que nos conduz para os núcleos dos diferentes territórios que maior expressão cultural tiveram neste momento pioneiro da globalização – África, Brasil, as terras do Índico, China e Japão. Contando com um total de cerca 200 obras - Cartografia, Marfins, Imaginária, Desenho, Gravura, Escultura, Pintura, Plumária e Ourivesaria -provenientes de prestigiadas colecções públicas e privadas. Para além das peças oriundas de colecções particulares, destacam-se, entre muitas outras, as cedências de obras pelo Staatliches Museum für Völkerkunde, Munique, o Staatliche Kunstsammlungen, Dresden, o Kunsthistoriches Museum e o Albertina Museum, Viena, o Musée Royal de l’Afrique Centrale, Bruxelas, o Museu do Louvre, Paris, o Nationalmuseet da Dinamarca, o Património Nacional de Espanha, o Museum Boijmans van Beuningen, Roterdão, a British Library, o Victoria and Albert Museum e o British Museum, Londres, Biblioteca Nazionale Centrale, Florença, Biblioteca Casanatense, de Roma, o Museu do Hermitage, S. Petersburgo, os Museus do Kremlin, Moscovo, o Museu de Arte Sacra de S. Paulo, Brasil, e muitos outros museus e colecções particulares nacionais. Acresce a este elenco alguns dos Tesouros Nacionais de Portugal, cuja cedência para o estrangeiro se desaconselha - os painéis quatrocentistas de S. Vicente, a Custódia de Belém e a rara série de biombos Nambam – que irão cotejar um importante conjunto de objectos inéditos provenientes de outras colecções portuguesas. A exposição Encompassing the globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII em Lisboa, constitui um acontecimento único de grande relevância histórica e civilizacional que, celebrando a(s) Arte(s) e a(s) Ciência(s), homenageia o desenvolvimento das relações internacionais, o advento do diálogo inter cultural, afirmando uma visão inovadora e seminal, emanada de um exterior distante e diferente – o Novo Mundo - que, inevitavelmente, enriquecerá e desafiará as perspectivas de observação de Portugal e da Europa." Salienta-se ainda nesta exposição que é dividida em seis secções organizadas geograficamente: Europa; África; Índia/Ceilão; Japão; Macau/China; e Brasil; às quais foi acrescentada uma sala dedicada à Casa Real Portuguesa, onde estão expostos os painéis de S. Vicente e a Custódia de Belém. ]
MUSEU DE ARTE ANTIGA:
http://www.mnarteantiga-ipmuseus.pt/pt-PT/destaques/ContentDetail.aspx?id=318
FONTES & VER +EM:
http://aeiou.expresso.pt/portugal-a-primeira-nacao-multi-cultural=f527975
VÍDEO PROMOCIONAL DA EXPOSIÇÃO:
http://mnaa.imc-ip.pt/pt-PT/destaques/ContentDetail.aspx?id=318

segunda-feira, 8 de junho de 2009

D. Duarte Pio & o Processo de Impugnação de Nacionalidade: Estado Reconhece Dom Duarte Pio - Hoje nas Bancas [ Correio da Manhã ]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal faz uma chamada de atenção para a noticia que hoje é publicada no Jornal Português o Correio da Manhã, que é o Jornal mais lido em Portugal, com o título - "Monarquia: Processo de impugnação de nacionalidade- Estado Reconhece D. Duarte Pio"! O Conselho Técnico do Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), presidido por António Figueiredo, declarou como válidos os registos de nascimento de D. Duarte Pio e do seu pai, D. Duarte Nuno. Isto é, segundo o documento a que o CM teve acesso, é-lhes reconhecida a nacionalidade portuguesa, depois de um colaborador de Rosário Poidimani – o italiano que se auto-intitula herdeiro da Casa de Bragança – ter tentado durante quase dois anos anular os registos de nascimento de D. Duarte Pio e do pai. José Travassos Valdez, colaborador de Poidimani, alegou, entre outros factos históricos, a falsificação de documentos por parte do pai de D. Duarte à data do registo de nascimento do filho a 29 de Julho de 1947; que nem ele tinha a nacionalidade portuguesa por causa da Lei do Banimento e porque D. Duarte tinha nascido na Suíça. O Registo Civil investigou durante um ano e chegou a pedir documentação a D. Duarte. Só a 17 de Novembro de 2008 a Conservatória se decidiu e indeferiu o pedido de Valdez. Mas o colaborador de Poidimani pediu recurso, que foi parar ao IRN. Ao que o CM apurou, os membros do conselho votaram por unanimidade o novo indeferimento. Ao CM, José Valdez afirmou que vai recorrer e que não aceita o facto de o IRN não lhe reconhecer legitimidade para contestar a nacionalidade. Por sua vez, um porta-voz de D. Duarte afirmou: “O IRN apenas vem reconhecer uma verdade que é por todos reconhecida: D. Duarte é português.” LEI REVOGADA DEVOLVE DIREITOS: A guerra da nacionalidade começou na Conservatória dos Registos Centrais, em Dezembro de 2007, com um processo de justificação administrativa pedido por Valdez. Mas o IRN não reconhece legitimidade a Valdez para impugnar a nacionalidade de D. Duarte, pois considera que não tem um interesse directo e não é herdeiro. Diz que após a revogação da Lei do Banimento de 18 de Dezembro de 1834, que retirou a nacionalidade portuguesa a D. Miguel e descendentes, a Administração fez um novo registo do pai deste. A revogação dessas leis em 1950 “veio permitir a reposição dos seus direitos civis e políticos como se não tivesse ocorrido qualquer interrupção no seu exercício”. Quanto à existência de dois registos de nascimento do pai de D. Duarte Pio, o IRN diz que se resolve com o cancelamento do menos actualizado. A peça Jornalistica de autoria de Sónia Trigueirão, continua com um texto intitulado - TERRA DE PORTUGAL-, esclarecendo que D. Duarte Pio de Bragança nasceu em Berna oito dias depois da rendição da Alemanha. Filho de D. Duarte Nuno de Bragança e de D. Maria Francisca de Orléans e Bragança. Reza a história que foi colocada terra de Portugal debaixo da cama da mãe durante o parto. 1995 - Ano em que D. Duarte Pio se casou, na Igreja do Mosteiro dos Jerónimos, com D. Isabel de Herédia. Foi a 13 de Maio. 1950 - Ano em que a Lei do Banimento foi revogada. A Lei tinha sido criada em 1834 e serviu para retirar a nacionalidade portuguesa a D. Miguel e aos seus descendentes. D.MANUEL II - Último rei de Portugal, destituído do trono a 5 de Outubro de 1910, exilou-se em Inglaterra. O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal recomenda vivamente a leitura do artigo, felicitando o Jornal Correio da Manhã pelo merecido destaque e referência dos factos colocando a referida notícia em destaque na Capa do Jornal e nas páginas da actualidade e da sociedade Portuguesa: Aberta ao Mundo! ]
FONTES & VER+EM CORREIO DA MANHÃ:
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=865E00D8-33AB-449A-B78A-F3B82780316F&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010

S.A.R.,O Duque de Bragança perde dois Familiares no voo 477: RTP - Entrevista



[ S.A.R, O Duque de Bragança perdeu dois familiares em desastre aéreo. "No voo que desapareceu no Atlântico viajavam dois familiares de D. Duarte de Bragança: D. Pedro Luiz de Orleães e Bragança, de 26 anos, herdeiro do trono brasileiro, e ainda um familiar de origem alemã. in RTP: 2009-06-06 20:52:42 - Mundo." ]

sexta-feira, 5 de junho de 2009

O Mistério do voo 477: Força Aérea do Brasil revela não obter sinais do Avião [ Media ]

[ O Movimento Pensar Real~Pensar Portugal, destaca a notícia que continua a correr o Mundo sobre o desaparecimento do vôo 477 que entre as vitimas, transportava um membro da Família Real do Brasil: Dom Pedro de Orleans e Bragança. "A Força Aérea Brasileira revelou que os destroços recuperados ontem do Atlântico não pertencem ao avião Airbus A 330 da Air France, voo 447, que desapareceu na noite de domingo para segunda-feira com 228 pessoas a bordo. Os flutuadores, a placa de madeira e a mancha de combustível encontrados não passam de “lixo marítimo”, disseram os responsáveis.“Nenhum material do avião foi recolhido. O que vimos foram materiais pertencentes a uma aeronave que foram deixados por causa da prioridade dada às buscas de corpos”, afirmou ontem à noite o director do Departamento brasileiro de Controlo do Espaço Aéreo, brigadeiro Ramon Borges Cardoso, citado na edição online do diário "Folha de São Paulo". Ao quinto dia de buscas, ainda não foram encontrados quaisquer vestígios das vítimas. A mesma fonte avaliou que a mancha de óleo avistada não proveio igualmente do voo AF447, com origem no Rio de Janeiro e destino a Paris: “Uma tão grande quantidade de óleo não pode ter vindo do avião.” As buscas por sobreviventes vão continuar e, de acordo com Borges Cardoso, serão mesmo reforçadas no fim-de-semana, “com a chegada de novos aviões de busca e embarcações enviadas pela França”. A imprensa adianta ainda que a Força Aérea Americana vai ajudar as autoridades Brasileiras nas buscas desta operação que intriga o mundo pelo seu misterioso desaparecimento.]
FONTES & VER+EM:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1385196

terça-feira, 2 de junho de 2009

Entrevista a S.A.R. ,O Duque de Bragança: Diário de Notícias - por Céu Neves [Media]

[ O movimento Pensar Real~Pensar Portugal e a Juventude Monárquica que têm acompanhado as notícias sobre o desaparecimento do Príncipe Dom Pedro de Orleans e Bragança, no trágico acidente do voo 477 da Air France, publica na integra a entrevista a S.A.R. o Duque de Bragança, editada no Jornal Diário de Notícias e conduzida por Céu Neves. "DN- Um dos passageiros que seguia no voo da Air France é Pedro Luís de Orleans e Bragança. É seu familiar directo? S.A.R., O Duque de Bragança- É meu primo, mas não em primeiro grau. O avô dele é primo da minha mãe. Mas dávamo-nos como se fossemos próximos e convivíamos bastante um com o outro. Ainda recentemente estive com ele no Luxemburgo. DN- É apresentado como o herdeiro do trono brasileiro. S.A.R., O Duque de Bragança - Sim, é quem está indicado para suceder ao pai e ser o chefe da família. Embora o pai dele não seja o filho mais velho, foi indicado pela família na linha de sucessão, e o Pedro Luís é o primogénito. O avô dele é o príncipe D. Pedro Henrique da linha de Bragança, neto da princesa D. Isabel, é bisneto de D. Pedro II e trineto de D. Pedro I, imperador do Brasil (D. Pedro IV em Portugal). O pai é o príncipe António de Orleans. DN- E é filho de mãe belga? S.A.R., O Duque de Bragança- A mãe é a princesa Christine de Ligne, descendente, em quinta geração, de D. João VI de Portugal, bisneta de D. Miguel I de Portugal e sobrinha-bisneta de D. Pedro I do Brasil. Está na linha de sucessão ao trono luxemburguês. DN- É muito mais novo? S.A.R.,O Duque de Bragança - Tem 26 anos [nasceu a 12 de Janeiro de 1983]. É solteiro. DN- Qual é o perfil que traça dele? S.A.R., O Duque de Bragança- Formou-se em Economia e estava a trabalhar num banco no Luxemburgo há um ano ou dois anos. É uma pessoa muito inteligente. Tenho as melhores referências dele. DN- O que é que ele foi fazer ao Brasil? S.A.R. ,O Duque de Bragança- Não estou muito seguro do que ele tinha ido fazer, mas penso que terá ido visitar a família e os amigos. DN- Onde é que vive a família? S.A.R., O Duque de Bragança- Os pais dividem-se entre o Brasil e a Bélgica. Quando estão no Brasil, residem em Petrópolis, cidade do [estado do] Rio de Janeiro. E, na Bélgica, habitam o Castelo de Beloeil, em Hainaut. Ele tem mais familiares na Bélgica do que no Brasil. DN- Já falou com os familiares? S.A.R., O Duque de Bragança- Falei com as tias na Bélgica e, naturalmente, ficaram muito consternadas com a notícia. DN- Pensa deslocar-se ao Brasil? S.A.R., O Duque de Bragança - Depende, não sabemos se morreu. Vou aguardar as notícias, mas evidentemente que irei acompanhar a família se se confirmar o pior. E estou a pensar em mandar celebrar a missa do 7.º dia em Portugal, para os amigos. DN- Tinha amigos em Portugal? S.A.R. O Duque de Bragança- Ele vinha a Portugal, mas a missa é sobretudo para os amigos da família Orleans e Bragança. "]

terça-feira, 19 de maio de 2009

D. Manuel I: Custódia de Belém com 500 Anos regressa ao Museu de Arte Antiga


http://videos.sapo.pt/83Pkyqj4D9HdCZZIzlZ8

[ A "Custódia de Belém" é um ostensório hoje em exposição no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, datada de 1506, cuja autoria é atribuída a Gil Vicente. Considerada a obra-prima da ourivesaria portuguesa, a Custódia de Belém foi encomendada pelo Rei D. Manuel I de Portugal para o Mosteiro dos Jerónimos. De estilo gótico tardio, na sua manufactura foi utilizado o ouro proveniente de 500 moedas enviadas pelo régulo de Quíloa (actual Kilwa Kisiwani, na Tanzânia), como tributo de vassalagem ao rei de Portugal. As moedas haviam sido trazidas por Vasco da Gama no regresso da sua segunda viagem à Índia (1503). Construída com ouro, esmaltes e cristal, a peça é encimada por uma figura sentada num trono que representa Deus Pai em cujo rosto se destacam traços de envelhecimento, simbolizando a sabedoria e a experiência. No centro, rodeando o recipiente de cristal onde eram colocadas as hóstias consagradas, estão figuras miniaturizadas representando os Doze Apóstolos, todas diferentes nas suas vestes e posição. A parte inferior é decorada com esferas armilares, o símbolo de D. Manuel I, sob as quais se encontram figuras de animais e flores. Da cúpola pende a pomba que simboliza o Divino Espírito Santo. Em torno da sua base está a seguinte inscrição: O. MVITO. ALTO. PRI(N)CIPE. E. PODEROSO. SE(N)HOR. REI. DÕ. MANVEL.I. A . MANDOV.FAZER. DO OVRO. I .DAS.PARIAS. DE. QVILOA. AQVABOV. E.CCCCCVI. A "Custódia de Belém" foi tomada como saque pelas tropas francesas de durante a Guerra Peninsular, sendo levada para França, sendo devolvida após o termo da guerra. Consta que foi enviada para a Casa da Moeda, aparentemente para fusão, destino do qual foi resgatada pela intervenção de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha, Rei consorte de Portugal pelo seu casamento com a Rainha D. Maria II de Portugal." O Movimento Pensar Real ~Pensar Portugal e todos os Monárquicos Portugueses congratulam-se com esta evocação!...]
FONTES & VER+EM:
REI DOM MANUEL I DE PORTUGAL:

sábado, 16 de maio de 2009

Presidente dos Museus: Destaca visita à Expo sobre a Família Real Portuguesa no Palácio da Ajuda no Dia Internacional dos Museus [ 18 Maio ]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal e a Juventude Monárquica destacam hoje com merecido agrado, a entrevista realizada ao Presidente do Instituto dos Museus e Conservação, Manuel Oleiro, transmitida ontem pela Rádio Antena 1, sobre as actuais matérias da Política Cultural e Conservação dos Museus em Portugal inserido nas actividades previstas para o Dia Internacional dos Museus. O Presidente do referido Instituto, Manuel Oleiro, para grande orgulho do nosso Movimento Monárquico, aconselhou e referênciou a visita: à exposição de Fotografia da Família Real Portuguesa no Palácio Nacional da Ajuda. A colecção de desenho do Palácio Nacional da Ajuda é constituída por mais de 400 peças executadas, na sua maioria, pelos membros da Família Real – D. Luís, D. Maria Pia, D. Carlos, D. Afonso e D. Amélia. São particularmente interessantes as que integram os álbuns de apontamentos de D. Maria Pia, compostos durante as viagens que efectuou pelo país. Há ainda alguns exemplares da autoria de outros artistas, como os mestres da Família Real, António Manuel da Fonseca e Enrique Casanova, na sua maior parte estudos para futuras composições a óleo. Obras de autores e manufacturas nacionais e estrangeiras preenchem requintados ambientes oitocentistas, reflectindo a vivência da Família Real Portuguesa neste Paço. Na sua entrevista referiu ainda outros Museus a nível nacional e que se inserem no programa de actividades das Comemorações do Dia Internacional Dos Museus. O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal apela à participação de todos os Portugueses nas actividades que animam todas as regiões de Portugal nestas Comemorações do Dia Internacional dos Museus de modo a contribuir no testemunho Histórico junto das gerações vindoras. Participe! ]

sábado, 2 de maio de 2009

O Rei "D. Carlos" na Marina de Cascais: Entrevista a Carlos Avilez [ SIC - TV]

[ " Manter o ritmo é a única saída para pôr de pé um espectáculo que é para o Teatro Experimental de Cascais um enorme desafio. Primeiro porque o texto "D. Carlos" de Teixeira de Pascoaes nunca foi representado depois porque a companhia decidiu transformar um parque de estacionamento em palco. O encenador Carlos Avillez afirma que, o espaço e o texto trazem inúmeras implicações: “É um espectáculo que tem muita gente, só de finalistas da Escola de Teatro de Cascais são onze e tem o elenco de todo o TEC". A produção é ambiciosa. Para além do elenco de 30 actores, 14 técnicos asseguram a manutenção da estrutura do palco, dos 52 canais de luz, 24 microfones e mesas de som. O equipamento é todo topo de gama, indicado para grandes espectáculos. Um espectáculo de luz e som a não perder, “com uma bela interpretação destes maravilhosos actores, coadjuvados por um som cuidado porque esta sala é muito difícil”, diz-nos Hugo Reis responsável pelo desenho de luz e som. Depois dos obstáculos contornados pela produção da companhia que contraria a ideia de que o texto de Teixeira de Pascoaes é irrepresentável, a peça, obra poética do autor, mostra-nos D. Carlos, como Rei Artista, pintor exímio apaixonado pelo país e pelo Povo. A charrete usada na peça e o guarda-roupa de época, vindo especialmente de Londres, asseguram um retrato fiel do ambiente vivido durante o Reinado de D. Carlos I. Considerado um dos mais belos textos poéticos da literatura portuguesa, D. Carlos, de Teixeira de Pascoaes, fica em cena no parque Marina Terra na Marina de Cascais, até 17 de Maio." ] In SIC -TV.
FONTES & VER+EM:
http://sic.aeiou.pt/online/noticias/cartaz/Teatro+Experimental+de+Cascais.htm

sexta-feira, 17 de abril de 2009

V Mercado Medieval: Almodôvar relembra El-Rei D.Dinis e os 724 Anos de Floral

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal destaca o "Mercado Medieval" que hoje e até dia 19 Abril, vai fazer Almodôvar “regressar”, em festa, ao ano de 1285, quando foi outorgado, por o Rei D. Dinis de Portugal, o foral à vila, explicou à agência Lusa a vereadora da cultura da autarquia, Sílvia Baptista. Com esta “viagem”, a vila vai celebrar os 724 anos da atribuição do foral, voltando à Idade Média, através do contacto com personagens, ambientes e vivências típicas da época. Venda de produtos tradicionais, comeres e beberes de “sabor medieval” nas tabernas do “burgo”, cantigas de amigo, recriações históricas e espectáculos de dança e música são algumas das ofertas dos três dias do mercado, que vai ser animado por bailes, acrobacias e ditos cómicos a cargo de bobos, jograis e saltimbancos, os artistas que divertiam os senhores feudais na Idade Média. Cantigas de amigo, por trovadores galaico-portugueses, bailes e folias, comeres e beberes, bobos e saltimbancos voltam a animar a vila alentejana de Almodôvar durante o quinto Mercado Medieval, que decorre entre hoje e domingo. O "regresso ao passado", promovido pelo município local, é o "ponto alto" da iniciativa "Abril em Almodôvar", que se prolonga até dia 29 deste mês, com espectáculos de música, teatro e actividades desportivas. É nesta prespectiva de evocação à História de Portugal, que as novas estratégias de turismo cultural de cada região tem vindo a apostar promovendo nos seus conteúdos de actividades e agenda, as seculares raízes Portuguesas tendo como bandeira: A História e os Reis de Portugal! ]
REI DOM DINIS DE PORTUGAL:

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Teresa Salgueiro afirma que El-Rei D.Dinis foi: "Um Poeta e um Rei Extraordinário"

[ Matriz é o novo álbum de Teresa Salgueiro onde a cantora dedica-se a fazer uma viagem pela música, língua e cultura portuguesa desde o século XII até à actualidade, recuperando música antiga, popular e tradicional de todo o País. O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal destaca a entrevista publicada editada no Jornal de Notícias, onde a cantora Teresa Salgueiro expressa a relação que sempre teve com a tradição nacional, mas só agora concretizou o sonho de "cantar uma recolha de música portuguesa", que serve de base a um espectáculo "que celebra a antiguidade e riqueza da nossa cultura popular". Depois de dois anos a "cantar em latim e em português com sotaque", o regresso à palavra em português deu sentido a uma viagem até "à matriz". A partir daqui "nasceu a ideia de construir um disco que percorresse espaço e tempo da cultura portuguesa". É nesse contexto que intervém sobre o repertório de D. Dinis - "um poeta e rei extraordinário"- e João Zorro (um jogral português da corte do mesmo rei), ainda que com a ajuda de Pedro Caldeira Cabral, que adaptou duas canções aos "tempos modernos". A viagem percorre séculos da história de Portugal e termina com Fausto e Carlos Paredes, "por serem autores extraordinários que criaram um universo muito próprio". Pelo meio "há fados que representam a canção de Lisboa", ou não fosse Teresa Salgueiro uma filha do Olissipo. "Lisboa sempre foi uma cidade muito cosmopolita em relação a Portugal", defende. E que prova mais clara poderia haver do seu amor por Portugal do que nunca ter sequer pensado em radicar-se noutro ponto do globo? "Sempre gostei muito do meu país. Há muitas coisas que deveriam mudar, mas nunca quis estabelecer-me noutro lugar", confessa. E isto apesar de ser uma das mais importantes vozes da lusofonia. A diáspora de Teresa Salgueiro segue uma lógica semelhante à dos navegadores: "A única forma que havia de comunicarmos era através das viagens." E como assistimos ao início do projecto dos Madredeus, quando a sua Voz foi selecionada para dar corpo ao projecto Madredeus e, porque conhecemos pessoalmente Pedro Aires Magalhães e Teresa Salgueiro, desejamos a ambos e aos seus projectos: a continuação do "sentimento histórico" que impõem na sua Obra expressando sempre a defesa da Tradição Cultural Potuguesa!]
SITE OFICIAL TERESA SALGUEIRO:
REI DOM DINIS DE PORTUGAL:
ENTREVISTA TERESA SALGUEIRO DN:

terça-feira, 10 de março de 2009

Bolsa de Arte: Aguarela assinada por Sua Majestade El-Rei D.Carlos [Leilão-Lisboa]

[ O Movimento Pensar Real Pensar ~ Pensar Portugal informa que o Palácio do Correio Velho leva a leilão entre hoje e quinta-feira, 830 lotes à praça em Lisboa, provenientes de cerca de 100 coleccionadores, com um valor global estimado em um milhão de euros. Barco à Vela, uma aguarela de cerca de 1884 assinada por Sua Majestade El- Rei D. Carlos (três mil a cinco mil euros), Família do Marquês de Borba, um desenho a carvão de Domingos Sequeira (entre 15 mil e 30 mil euros), e Naufrágio na Nazaré, um guache sobre papel do francês Alexandre Jean Noël (20 mil a 30 mil euros) são outros dos lotes que mais despertam a atenção no conjunto de pintura. Agnus Dei do século XVII, uma pintura atribuída a Josefa d'Óbidos, e Interior com Bebedores, um óleo sobre tela do Morgado de Setúbal (1752-1809) são as duas peças mais caras: estão avaliadas entre 40 mil e 60 mil euros cada.) Segundo adiantou ao Jornal Diário de Notícias Benedita de Albuquerque, responsável pela divulgação do evento, até ontem à tarde "ainda não existiam manifestações" de interesse por parte dos museus portugueses, nomeadamente, os tutelados pelo Ministério da Cultura. Todavia, como recordou, "na maioria das vezes isso só acontece no próprio leilão, podendo os museus utilizar o direito de opção para adquirirem as peças". Quanto aos reflexos da crise no mercado, "não se notou até agora qualquer variação. As ofertas por parte dos coleccionadores ou outras pessoas têm surgido pelos mesmos motivos que surgiam até aqui, como heranças ou alterações nas colecções", acrescentou a mesma fonte. Nesta venda destacam-se ainda várias telas das escolas espanhola, holandesa, inglesa, francesa e italiana entre os séculos XVI e XIX; uma colecção de faiança portuguesa que inclui "meninas gordas" e um núcleo de edições especiais numeradas da Vista Alegre; esculturas de animais em bronze da autoria de Pierre-Jules Méne, Angel de los Santos, Delfim Maya e Luís Valadares; um anel da Cartier (entre 25 mil e 40 mil euros); um bule em prata de João Coelho Sampaio (3500 a seis mil euros) ou uma cómoda de estilo Luís XV (de três mil a cinco mil euros). Esculturas em marfim e madeira, mobiliário indo-português e oriental, relógios em bronze, armas antigas, tapeçarias, porcelanas chinesas, faianças das Caldas da Rainha, pratas, jóias e peças brasonadas completam a oferta deste leilão.]
FONTES &VER+EM:
REI DOM CARLOS DE PORTUGAL:
SITE PALÁCIO CORREIO VELHO:

segunda-feira, 9 de março de 2009

BBC - Brasil: Visita a Biblioteca Joanina em Coimbra [Património Real nos Media]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal que hoje dá destaque à reunião magna do Conselho Nacional da Juventude Monárquica, que juntou os jovens em Coimbra no passado mês de Fevereiro, faz questão de editar a peça jornalistica realizada pela BBC-Brasil e que está disponível na Internet, na visita à Biblioteca Joanina em Coimbra, aquela que é reconhecida como uma das mais originais e espectaculares bibliotecas barrocas europeias, erguida na Cidade que foi Panteão do Primeiro Rei de Portugal!
"O professor Carlos Fiolhais, diretor da Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra, convida os internautas a conhecer "um tesouro que guarda riquezas da língua portuguesa". A Biblioteca Joanina, que tem este nome em homenagem ao Rei D. João V, reúne cerca de 60 mil livros, guardando a memória da língua portuguesa. O monarca responsável pela construção da biblioteca ocupa o lugar central do prédio, em uma posição comparável a de um altar em uma igreja. Ao seu redor, prateleiras decoradas com ouro, mesas de madeiras vindas do Brasil e afrescos com referências à sabedoria, às artes e às ciências. ]

quarta-feira, 4 de março de 2009

Rei D. Sebastião de Portugal: Evocado nos Media em achado arqueológico no Algarve

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal, destaca a notícia que hoje é publicada nos Media, revelando a descoberta do antigo Cais da Ribeira do Século XVII, junto à janela manuelina do Palácio dos Governadores, em Lagos. Local que segundo reza a tradição: El-Rei D. Sebastião ouviu missa na noite antes da partida para Alcácer-Quibir. De acordo com a arqueóloga Helena Morán, da Câmara de Lagos, "a estrutura do cais, com a respectiva rampa de acesso, encontrada sob o actual Jardim da Constituição (antigo Jardim das Portas do Mar), tem pelo menos dois momentos de utilização: um mais antigo, do século XVII, e outro que esteve em funcionamento até aos anos 40 do século XX. Quanto às portas (a décima e a de acesso ao cais), sabíamos igualmente que existiam, até porque se encontravam ilustradas na planta elaborada em época moderna por Alexandre Massai (século XVII), esclareceu a investigadora, que destacou a "participação da população local, nomeadamente dos mais idosos, que chegaram a trazer fotografias antigas da zona e que foram muito importantes para a compreensão da área que estávamos a escavar". Os trabalhos reconheceram ainda a muralha existente entre o Palácio dos Governadores e a Messe Militar. Neste momento a equipa está a "estudar a melhor maneira de apresentar os vestígios ao público". Os achados arqueológicos foram efectuados no âmbito do processo de requalificação da frente ribeirinha, uma obra do Polis que, segundo referiu ao Jornal Correio da Manhã a vice-presidente da autarquia, Joaquina Matos, "deverá ficar concluída até ao Verão". A obra está orçada em cerca de 2,2 milhões de euros. As escavações cada vez mais frequentes por especialistas do universo da arqueologia em solo Português, tem posto a descoberto "peças" fundamentais que acrescem e confirmam verdadeiros tesouros do Património Cultural que erguido pelos Reis de Portugal: são testemunhos vivos da História de Portugal. ]
REI DOM SEBASTIÃO DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sebasti%C3%A3o_de_Portugal
FONTES & VER+EM:
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=2961CC51-2B9D-4BD8-B58B-734FAE0CA0F0&channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013

sábado, 7 de fevereiro de 2009

"O Romantismo do Rei D. Fernando II": Encontros com o Património na TSF[Media]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal, tal como tem vindo a fazer todos os sábados, dá destaque ao Programa "Encontros com o Património" da Rádio TSF que hoje faz uma visita realizada por diversos especialistas, ao Palácio da Pena, em Sintra, centralizando todas as atenções para o Rei D. Fernando II de Portugal. Património Real, o Palácio da Pena, além de ser um marco vivo da História dos Reis de Portugal é classificado como Património Mundial. O Programa fala de sítios com história, paisagens e pessoas, o passado e o presente, pelo microfone do repórter Manuel Vilas-Boas, e à conversa com diferentes especialistas, com o objectivo de dar a conhecer Portugal na sua variedade de monumentos, locais, sítios muitas vezes escondidos. O Palácio da Pena constitui uma das expressões máximas do Romantismo aplicado ao património edificado no séc. XIX em Portugal. Este extraordinário Monumento deve-se inteiramente à iniciativa de D. Fernando de Saxe Coburgo-Gotha, que casou com a Rainha D. Maria II, em 1836. Dotado de uma educação muito completa, o futuro D. Fernando II enamorou-se rapidamente de Sintra e, ao subir a Serra pela primeira vez, avistou as ruínas do antigo convento de frades hieronimitas, originalmente construído no reinado de D. João II e substancialmente transformado com D. Manuel I que, ao cumprir uma promessa, o mandou reconstruir, em pedra, em louvor de Nossa Senhora da Pena, doando-o novamente à ordem dos monges de S. Jerónimo. "Encontros com o Património" é uma parceria entre a TSF e o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), com o apoio do departamento de inventário, estudos e divulgação. O Programa passa todos os Sábados, às 12h10, com Manuel Vilas-Boas, sonoplastia de Luís e pode ser ouvido Online no Site da TSF.]
SITE TSF:
http://tsf.sapo.pt/programas/programa.aspx?content_id=918070
REI DOM FERNANDO II DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_II_de_Portugal

sábado, 31 de janeiro de 2009

Imprensa:Monarquia Portuguesa-"Causa Real assume-se como movimento político"

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal, na resanha de imprensa da semana, destaca a notícia publicada no Jornal Ribatejo, sobre as "Estratégias de Renovação" apresentadas pelo Presidente da Causa Real, Paulo Teixeira Pinto, no encontro do Conselho Monárquico que se realizou no passado sábado, em Santarém . " O presidente da Federação das Reais Associações de Portugal, Paulo Teixeira Pinto, apresentou este sábado, ao Conselho Monárquico, reunido em Santarém, uma proposta de “nova organização e arquitectura institucional” para a Causa Real e também de “estratégia política de actuação” para “um novo ciclo”. Dessa estratégia faz parte a vontade deste movimento monárquico de se assumirem como movimento político - "sem ser um partido político", frisou Paulo Teixeira Pinto - e de incentivar os seus membros a estarem inscritos e filiados em partidos, como hoje já acontece. "Ao invés dos partidos, que têm uma “visão global da sociedade, com programa de acção, programa de governo”, os monárquicos “unem-se em nome da titularidade da chefia do Estado”. A Causa Real alcança assim dimensão nacional e “vai passar a ter maior intervenção pública”, disse Paulo Teixeira Pinto. D. Duarte Pio de Bragança, pretendente ao trono, esteve presente no Almoço do Rei promovido pela Real Associação do Ribatejo, e disse que "não fazia sentido cada Real Associação continuar a trabalhar sozinha, saudando a sua transformação num “movimento para completar a Democracia portuguesa”. D. Duarte frisou ainda que a Causa Real existe apenas com o objectivo de conseguir que o povo português seja consultado sobre “se quer uma Democracia com um Chefe de Estado eleito dentro da classe política ou um Chefe de Estado Real aprovado pelo Parlamento”. ] FONTES & VER+EM:
http://www.oribatejo.pt/?lop=conteudo&op=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&id=d6ca5f6f8734a1eb09ca49e152d1a3ac&drops[drop_edicao]=0

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Património: Residência Real no Séc XIV e o Palácio de Alcáçovas [Alentejo~História]

[ Situada na imensa região Alentejana, Alcáçovas, é uma freguesia pertencente ao concelho de Viana do Alentejo e que têm uma importância excepcional no património artístico e histórico de Portugal. Alcaçovas (do árabe «al-caçaba», que significa castelos). Com as invasões árabes a vila foi totalmente arrasada em consequência da tenaz resistência dos seus habitantes. D. Martinho, Bispo de Évora, repovoou-a e deu-lhe foral particular (1258), até que D. Afonso III a incorporou nos bens da Coroa e a elevou a vila (1271). D. Dinis deu-lhe dois forais (1279 e 1283) e mandou reconstruir um dos castelos, e no seu interior um palácio para sua moradia (1290). No reinado de D. Afonso V foi concedido o primeiro senhorio das Alcáçovas a D. Fernando Henriques. Desde então o Palácio foi palco de grandes cerimónias, de que se destacam os casamentos das Infantas netas de D. João I e de Nuno Álvares Pereira, de D. Isabel com o rei de Castela D. João II e de D. Beatriz com o Infante D. Fernando. O rei D. João II doou então a vila à família dos Henriques, depois de ter sido a sua residência preferida e onde no Palácio Real Portugueses e Castelhanos assinaram o «TRATADO DE ALCÁÇOVAS» (1479), antecedente directo do Tratado de Tordesilhas. No início do século IXX a família senhorial dos Henriques vai passar a dividir o seu tempo entre as Alcáçovas e Paço de Arcos, contribuindo para o desenvolvimento de ambas as localidades. Em 1836 é suprimido o concelho das Alcáçovas, sendo integrado no concelho de Viana do Alentejo. O Professor Hermano de Saraiva, no seu programa de telivisão " A Alma e gente", dedicou um programa a "Alcaçovas" e ao Palácio de Alcaçovas, chegando a afirmar que "O Palácio é um dos mais importantes cenários históricos da nossa História". Mandado construir pelo Rei D. Dinis, onde chegou a viver com a Rainha Santa, o Palácio de Alcaçovas foi do Condestável D. Nuno Álvares Pereira; um dos netos que foi Duque de Bragança; do Marquês de Montemor e do Rei D. João II que nessa altura o deu a um fidalgo castelhano, D. Fernando Henriques, que apesar de ser castelhano tinha ajudado os portugueses na guerra contra Castela. Neste programa, muitos outros aspectos da nossa História e do Património Real são abordados nesta belíssima freguesia de Viana do Alentejo. Pensar Peal ~Pensar Portugal, porque hoje está atento ao Programa de Rádio da TSF que pelas 19 Horas, irá abordar a tradição dos chocalhos de Alcáçovas e o actual Museu: quisemos dar destaque à História desta região de Portugal, fazendo uma chamada de atenção para a lamentável situação em que se encontra o Palácio de Alcáçovas ou Paço dos Henriques, que foi: a Residência Real de Portugal no séc. XIV. ]
PROGRAMA "A ALMA E GENTE" - TEXTO ALCÁÇOVAS:
FONTES & VER+EM:
http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=monumentos.ver&artid=17266&distritoid=07

sábado, 10 de janeiro de 2009

Imprensa TSF: "Encontros com o Património" e o Palácio Ducal de Vila Viçosa [Hoje]

[ Hoje, pelas 12h10 a rádio TSF, no Programa "Encontros como Património", dedica um especial de informação sobre Monumentos do Alentejo, intitulado: à procura de Vila Viçosa! A visita debate contempla: O Palácio Ducal de Vila Viçosa, o castelo medieval, os conventos, as igrejas e o santuário de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal. No programa deste sábado, vamos ver de perto um dos mais belos monumentos do património nacional, o Paço Ducal de Vila Viçosa, onde viveu a primeira corte do renascimento português. Nesta visita, os convidados são: a arquitecta paisagista Aurora Carapinha, os historiadores de Arte Vítor Serrão e Miguel Soromenho, a conservadora do Museu da Casa de Bragança, Maria de Jesus Monge, e o jornalista Manuel Vilas-Boas. Encontros com o Património é o espaço na antena da TSF onde se fala de sítios com história, paisagens e pessoas, o passado e o presente. Pelo microfone do repórter Manuel Vilas-Boas, e pela conversa com diferentes especialistas, ficamos a conhecer Portugal na sua variedade de monumentos, locais, sítios muitas vezes escondidos. Encontros com o Património é uma parceria entre a TSF e o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), com o apoio do departamento de inventário, estudos e divulgação. Pensar Real~Pensar Portugal recomenda o programa que vai para o ar hoje, pelas 12h10, sobre o magnífico Património Real e Monumento erguido pela Casa de Bragança: O Paço Ducal de Vila Viçosa!
Nós vamos estar atentos!... Todos poderão participar na página Online enviando comentários ao programa em debate. ]
SITE ONLINE:
http://tsf.sapo.pt/Programas/programa.aspx?content_id=918070

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Património Real:Mosteiro de Santa Clara-a-Velha associado às Rainhas de Portugal

[ Depois de 17 anos de recuperação, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, abre hoje parcialmente ao público. O edifício foi requalificado, num projecto avaliado em 7,5 milhões de euros, e conta agora com um centro interpretativo que acolhe "a história do sítio", revelou à Lusa o coordenador da intervenção Artur Côrte-Real. "Para além do olhar sobre a beleza plástica do monumento, queremos que os visitantes conheçam este universo riquíssimo associado a Isabel de Aragão e a Inês de Castro", acrescentou também o arqueólogo. Este novo centro consiste num edifício de mil metros quadrados, com funções museológicas, dotado de um auditório, salas de exposições, uma loja e uma cafetaria. As causas da edificação da nova infra-estrutura têm sobretudo a ver com os "espólios riquíssimos" classificados por uma equipa de especialistas de antropologia, arqueologia, história de arte, biologia, engenharia e geologia. O problema do alargamento foi resolvido com a construção de uma cortina periférica, estrutura enterrada que permite proteger todo o recinto de reserva arqueológica. O referido espólio encontrado permite contar a história do mosteiro e das freiras que nele viveram, numa perspectiva que se tornou possível graças aos materiais recolhidos durante as escavações. Para Artur Côrte-Real, o projecto "faz parte de um percurso de persistência, exigência e muita paixão" que embora tenha sido "alterado constantemente face às especificidades do sítio" teve como objectivo "não danificar a ruína" e "minimizar os efeitos da empreitada". Pensar Real~Pensar Portugal associa-se às actuais Políticas Culturais que tenham como objectivo: a valorização do Património Real de Portugal.]
FONTES &VER+EM:
http://dn.sapo.pt/2008/12/17/artes/mosteiro_santa_claraavelha_reabre_pa.html