[ Um investigador Português e dois colegas de universidades norte-americanas demonstraram que é impossível destruir buracos negros caso se tente atingi-los com uma pedra ou bala, contrariando uma teoria anterior. A investigação de Vítor Cardoso, do Instituto Superior Técnico (IST), envolveu também Enrico Barausse e Gaurav Khanna, das universidades norte-americanas de Maryland e de Dartmouth, respetivamente, e foi agora divulgada pelo IST. O investigador Português adiantou à agência Lusa que o estudo vai ser publicado, "dentro de uma ou duas semanas", na Physical Review Letters, "a revista mais importante" desta área da Física.
"Vitor Cardoso é investigador no Instituto Superior Técnico (IST), onde trabalha no CENTRA – Centro Multidisciplinar de Astrofísica. É também professor-adjunto na Universidade do Mississippi. Foi investigador de pós-doutoramento nas Universidades de Coimbra, Washington em St. Louis, e Mississippi. Recebeu em 2002 e em 2005 o Prémio de Estímulo à Investigação da Fundação Calouste Gulbenkian pelo seu trabalho sobre buracos negros e em 2008 o Prémio Jovem Investigador UTL/ Caixa Geral de Depósitos, na área de Física. Em 2008-2009 foi cientista Fulbright no Mississippi e é actualmente membro da colaboração científica do LIGO. A sua pesquisa incide principalmente sobre buracos negros, fontes de ondas gravitacionais e a sua detecção, e também sobre efeitos gravitacionais em colisões relativistas." ]
FONTES & VER+EM:
http://aeiou.expresso.pt/ciencia-equipa-com-investigador-portugues-mostra-que-buracos-negros-escapam-a-eventual-bala-mortifera=f622909
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Vitor Cardoso investigador Português mostra que buracos negros escapam a eventual "bala mortífera" [Ciência]
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
História de Portugal está cada vez mais renegada dos currículos escolares - afirma a historiadora Ana Rodrigues Oliveira
[ Ana Rodrigues Oliveira, autora do livro «Rainhas medievais portuguesas», defende que a mãe de D. Afonso Henriques, D. Teresa, foi quem ambicionou a independência do Condado Portucalense e deu continuidade aos objectivos do marido, noticia a Lusa. «D. Teresa foi uma mulher entre homens importantes e daí que a sua acção seja mal vista. Filha, irmã, e tia de reis, era uma mulher fora do seu tempo, aliás como a irmã, D. Urraca. D. Teresa tentou levar a independência do Condado Portucalense avante e é no nosso imaginário a primeira Rainha portuguesa», argumentou a historiadora. «Rainha medievais de Portugal», editado pela Esfera dos Livros e já à venda nas livrarias, sintetiza as biografias de 17 mulheres, ao longo de quatro séculos. É precisamente D. Teresa quem abre o volume de 672 páginas, terminando com D. Leonor de Lencastre, e considerando D. Constança Manuel e D. Inês de Castro como rainhas. «Tudo aponta para o facto de D. Inês ter casado com D. Pedro I, um facto que [o cronista] Fernão Lopes quis negar, esconder, camuflar, mas é a única voz dissonante, e esteve ao serviço de uma nova dinastia [de Aviz]», disse à Lusa. A historiadora afirmou que as Rainhas «foram sucessivamente assumindo maior importância política e poder no reino, assim como a nível diplomático», e deu como exemplo a Rainha Santa Isabel. A Península Ibérica foi o cenário da maioria dos casamentos da Casa Real Portuguesa mas, salientou, «fomos mais além, e há casamentos com famílias reais da Dinamarca, Borgonha, Sabóia ou Inglaterra». Os casamentos, referiu a investigadora, «desenham alianças diplomáticas». A autora espera que este estudo leve os portugueses a conhecer melhor a sua História «que está muito maltratada». «A História está cada vez mais renegada dos currículos escolares, e aqui cada vez mais culpo os sucessivos governos que temos tido, que não dão importância à História do país», sentenciou. ]http://www.esferadoslivros.pt/livros.php?id_li=225
FONTES & VER+EM:
http://diario.iol.pt/sociedade/tvi24-rainhas-dteresa-ana-rodrigues-oliveira-livro-independencia/1219944-4071.html
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Católica e Nova no ranking das melhores escolas de negócios da Europa [Financial Times]
FONTES & VER+EM:
http://economia.publico.pt/Noticia/nova-juntase-a-catolica-no-ranking-das-melhores-escolas-de-negocios-da-europa_1469772
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Investimento em Ciência aumenta em Portugal
[ Aumentou o investimento em Ciência em Portugal. A capacidade científica em Portugal está a aumentar e cresceu 10 por cento entre 2008 e 2009. O dinheiro gasto em investigação passou de 1,55 por cento do PIB, em 2008, para 1,71 por cento no ano passado. As explicações foram dadas na RTPN pelo presidente do INESC do Porto, José Manuel Mendonça. IN RTP ]
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Estufa Real: Jantar Angariação de Fundos - Centro Doutor João dos Santos - "Casa da Praia" [19 Out~Lisboa~Solidariedade]
[ Pensar Real~Pensar Portugal irá estar presente no Jantar de Angariação de Fundos, promovido pela direcção do Centro Doutor João dos Santos - "Casa da Praia", que se realizará no dia 19 de Outubro, pelas 20 horas, no Restaurante "ESTUFA REAL" , situado na Calçada do Galvão, Jardim Botânico – Lisboa. Preço do jantar: 35 euros
INSCRIÇÕES:
Poderá inscrever-se e efectuar o pagamento antecipado, por:
Transferência Bancária - NIB 001800003504445700135 – (enviar o comprovativo da transferência por: CTT: Travessa da Praia, nº. 6, 1300-470 Lisboa, Fax: 21 362 38 80 ou Correio electrónico casadapraia@mail.telepac.pt)
Cheque - à ordem do Centro Doutor João dos Santos – Casa da Praia
Em numerário – na Secretaria da Instituição, entre as 9 e as 16 horas
Para emissão do recibo, é imprescindível a indicação do nome e NIF (n.º de contribuinte).
Inscrição/pagamento até ao dia 15 de Outubro.
SITE CASA DA PRAIA:
http://www.casadapraia.org.pt/instituicao/index.html
Estufa Real do Rei D. Luís I: "A grande inovação do Real Jardim Botânico!"
[ “Jardim do século XVIII, final do barroco, espaço de rigor geométrico, foi o primeiro jardim botânico português, devendo ser considerado como a primeira e a mais importante instituição dedicada à cultura da história natural do País." Após o terramoto de 1 de Novembro de 1755, o Marquês de Pombal mandara construir na Ajuda, nessa época subúrbio da capital, um edifício de madeira, abrigo e residência provisória da Família Real, que ficou conhecido pelo nome de «Paço Velho», e que, no reinado de D. Maria I, desapareceu devido a um incêndio. Para implantação do Real Jardim Botânico, no sítio de Nossa Senhora da Ajuda, D. José I comprou ao conde da Ponte a quinta que este possuía junto ao Paço da Ajuda. Inicialmente esta quinta destinou-se à cultura de frutas e hortaliças necessárias ao Palácio Real. Por influência de Miguel Franzini, professor dos príncipes D. José e D. João, netos do rei e filhos da que viria posteriormente a subir ao trono com o nome de D. Maria I, foi projectado o 15.º Jardim Botânico da Europa. Destinava-se o jardim, tal como o Museu de História Natural e o Gabinete de Física, instalados num edifício próximo, à educação dos príncipes, em particular a D. José, então com 15 anos e destinado a suceder a sua mãe, caso não tivesse falecido. Na Europa, já desde 1543 se vinham a construir jardins botânicos destinados a instruir todos os que quisessem estudar os enigmas do mundo vegetal, podendo citar-se, nomeadamente, os de Pisa, Pádua, Bolonha, Montpellier, Estrasburgo, Paris e Madrid. Inicialmente denominado "Real Jardim Botânico da Ajuda", chegou a receber plantas vivas e sementes dos jardins botânicos de todo o mundo, tendo coleccionado mais de 5000 espécies. Considerado um dos melhores exemplos que podem encontrar-se do que foram os jardins botânicos no século XVI e parte do XVII, o jardim e o museu foram abertos ao público por ordem de D. João VI. Mas a grande inovação do Real Jardim Botânico, ocorre no reinado de D. Luís I, com a edificação da Estufa das Orquideas! "A grande inovação desta estufa residia no facto de estar parcialmente enterrada. O isolamento dado pelo solo evitava as perdas de calor durante os meses mais frios e reduzia o aquecimento excessivo da estufa durante o Verão, conduzindo a baixas amplitudes térmicas ao longo do ano com importante economia de energia. Durante os anos de 1980, este mesmo princípio foi aplicado no desenvolvimento de uma estufa protótipo destinada ao cultivo de plantas ornamentais, em Almeria, Espanha, tendo então sido apresentada como grande inovação. Tinham entretanto passado cem anos desde a construção da Estufa das Orquídeas!" ]ESTUFA DAS ORQUIDEAS:
http://www.jardimbotanicodajuda.com/1ojardim/14visitavirtual/arquitectura/estufa_orq/Estufa_orq.html
http://www.jardimbotanicodajuda.com/1ojardim/14visitavirtual/v2_arquitectura.html
http://www.isa.utl.pt/home/node/906
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
"O Sonho do Rei Dom Carlos": In Histórias d'ouvir e contar - Edição C. M. de Sesimbra

[ Hoje partilhamos o excerto de um conto para os mais pequenos que se centra nas ambições oceanógrafas do Rei Dom Carlos. Assinado pela bióloga marinha, Raquel Gaspar, o conto "O Sonho do Rei Dom Carlos" integra a compilação Histórias d’ouvir e contar…, editada pela Câmara Municipal de Sesimbra.
«Dom Carlos e o príncipe Alberto passaram muitos dias a falar sobre o mar. Ambos queriam descobrir como era o seu fundo. Imaginavam como seriam as fossas abissais. As fossas abissais são os sítios mais profundos do mar, têm uma forma parecida com a de um vale muito cavado. São tão fundas que a luz do sol não consegue lá chegar e também por isso eram sítios desconhecidos. Tinha sido há pouco tempo que os cientistas haviam descoberto existir vida a tais profundidades! Mas o rei sabia que os pescadores de Sesimbra já sabiam disto há muito tempo.
(…)
Se ele conseguisse descobrir que peixes lá viviam, com certeza encontraria criaturas fantásticas, desconhecidas para os cientistas. Se ele conseguisse saber como era o fundo do mar, poderia fazer um mapa com os seus altos e baixos, planícies e vales submarinos profundos.»
Raquel Gaspar, desempenha funções na Promoção das ciências da vida na educação durante a infância, para a Associação Viver a Ciência. É bióloga e contadora de histórias. Realizou um pós-doutoramento na VAC criando materiais pedagógicos para a infância baseados em histórias. É responsável pelo projecto Sair da Concha e autora dos livros pedagógicos "Caracol, caracol põe os pauzinhos ao sol" e "À descoberta das conchas da praia". É a responsável pedagógica do projecto Simbiontes e autora e co-ilustradora do livro "Os Amigos da Menina do Mar". Licenciada em Biologia e doutorada em Dinâmica Populacional e Conservação dos Roazes do Sado. ]
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Jovem Português conquista Prémio Melhor Trabalho de Aluno [SIGGRAPH 2010-USA]
Empires decline – revisited from Pedro M Cruz on Vimeo.
[ Um vídeo do estudante da Universidade de Coimbra Pedro Cruz conquistou o Prémio Melhor Trabalho de Aluno no maior evento mundial de computação gráfica, a conferência SIGGRAPH 2010, nos EUA. O vídeo “Visualizing Empires Decline” é um projecto de visualização de informação que narra o declínio de quatro grandes impérios marítimos dos séculos XIX e XX – Portugal, Espanha, França e Grã-Bretanha. Com cerca de três minutos de duração, a peça é uma animação em 2D, que integra 110 momentos históricos. O vídeo começa por mostrar quatro grandes manchas coloridas, que se vão dividindo à medida que as respectivas colónias ganham índependêndência e se afastam da mancha original para ocupar uma posição correspondente ao seu lugar no mapa-múndi. “O conceito e a execução valeram por si”, observou Pedro Cruz, estudante de mestrado, a propósito do vídeo, que diz ser uma “peça lúdica, que pode funcionar bem na sala de aula”, nomeadamente no ensino da história. O trabalho de Pedro Cruz foi também uma das 30 selecções do júri, escolhido num universo de 750 filmes dos mais diversos géneros, para exibição num festival que decorreu em paralelo à conferência. O premiado contou que, entre as 30 selecções para o festival, figuravam vídeos de profissionais de artes gráficas, videojogos, animação, cinema e efeitos visuais, alguns de grande produtoras de Hollywood, como segmentos dos filmes Avatar, Alice no País das Maravilhas, Príncipe da Pérsia e 2012. O galardão, foi atribuído na quinta-feira, em Los Angeles, entre 72 concorrentes ao prémio.]
FONTES & VER+EM:
http://www.publico.pt/Tecnologia/estudante-portugues-premiado-em-conferencia-mundial-de-computacao-grafica_1449903