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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Programa Cheque-Obra & o Palácio Real de Queluz:28 Imóveis Históricos-25 Catedrais

[ O Palácio Real de Queluz (também chamado de Palácio Nacional) é um Palácio do século XVIII localizado na cidade de Queluz no concelho de Sintra, distrito de Lisboa. Um dos últimos grandes edifícios em estilo rococó erguidos na Europa, o palácio foi construído como um recanto de verão para D. Pedro de Bragança, que viria a ser mais tarde marido e rei consorte de sua sobrinha, a Rainha D. Maria I de Portugal. A cerimónia da execução do Programa de Recuperação do Património Classificado, também conhecido como Programa Cheque-Obra, vai acontecer hoje pelas 11 horas no Palácio Real de Queluz. Com uma intervenção no valor de cerca de 600 mil euros, resultantes da contribuição de 1 por cento, "em espécie", do valor de empreitadas públicas adjudicadas pelo Estado a duas empresas de construção civil. A cerimónia de lançamento da primeira pedra da recuperação do edifício setecentista em Lisboa, que passará por obras na cantaria e fachadas, será assegurada pelos apoios mecenáticos da Soares da Costa e da Moniz da Maia Serra & Fortunato (MSF). Pinto Ribeiro anunciou que o Programa Cheque-Obra foi elaborado em estreita colaboração do Governo com a Presidência da República e a Igreja Católica, já que, para além de Palácios, Fortes e Castelos, há inúmeros imóveis de raiz e função religiosa a precisar de intervenção. "É o interesse nacional que está aqui em causa", nota o ministro da Cultura, citando também o protocolo que o seu ministério estabeleceu com a Igreja para o restauro de 25 catedrais espalhadas pelo país. Ao anunciar o início das obras em Queluz, o Ministério da Cultura enumerou já também uma lista de 28 outros imóveis que carecem de intervenção, e que inclui o Convento de Cristo em Tomar, os mosteiros de Alcobaça e da Batalha e a Torre de Belém, todos sob a alçada do Igespar. Os restantes monumentos, distribuídos regionalmente, vão do Castelo de Guimarães ao Forte da Meia-Praia, em Lagos, passando pelo Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, o Arco da Rua Augusta, em Lisboa, e a Sé de Évora.]
FONTES & VER+EM:
PALÁCIO REAL DE QUELUZ:
REI D. PEDRO III DE PORTUGAL:

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Princesa Teresa de Orleans e Bragança: Irmã da Mãe de S.A.R. o Duque de Bragança faz hoje 90 anos!

[ Faz hoje 90 anos a Princesa Teresa de Orleans e Bragança, irmã de S.A.R. a Senhora Dona Maria Francisca de Orleans de Bragança - Mãe de S.A.R. ,O Senhor Dom Duarte Duque de Bragança. O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal no prsente dia do seu amiversário: deseja as maiores felicidades a S.A.I.R, a Princesa Teresa de Orleans e Bragança. ]
S.A.R. Dona Maria Francisca de Orléans e Bragança:

segunda-feira, 8 de junho de 2009

D. Duarte Pio & o Processo de Impugnação de Nacionalidade: Estado Reconhece Dom Duarte Pio - Hoje nas Bancas [ Correio da Manhã ]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal faz uma chamada de atenção para a noticia que hoje é publicada no Jornal Português o Correio da Manhã, que é o Jornal mais lido em Portugal, com o título - "Monarquia: Processo de impugnação de nacionalidade- Estado Reconhece D. Duarte Pio"! O Conselho Técnico do Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), presidido por António Figueiredo, declarou como válidos os registos de nascimento de D. Duarte Pio e do seu pai, D. Duarte Nuno. Isto é, segundo o documento a que o CM teve acesso, é-lhes reconhecida a nacionalidade portuguesa, depois de um colaborador de Rosário Poidimani – o italiano que se auto-intitula herdeiro da Casa de Bragança – ter tentado durante quase dois anos anular os registos de nascimento de D. Duarte Pio e do pai. José Travassos Valdez, colaborador de Poidimani, alegou, entre outros factos históricos, a falsificação de documentos por parte do pai de D. Duarte à data do registo de nascimento do filho a 29 de Julho de 1947; que nem ele tinha a nacionalidade portuguesa por causa da Lei do Banimento e porque D. Duarte tinha nascido na Suíça. O Registo Civil investigou durante um ano e chegou a pedir documentação a D. Duarte. Só a 17 de Novembro de 2008 a Conservatória se decidiu e indeferiu o pedido de Valdez. Mas o colaborador de Poidimani pediu recurso, que foi parar ao IRN. Ao que o CM apurou, os membros do conselho votaram por unanimidade o novo indeferimento. Ao CM, José Valdez afirmou que vai recorrer e que não aceita o facto de o IRN não lhe reconhecer legitimidade para contestar a nacionalidade. Por sua vez, um porta-voz de D. Duarte afirmou: “O IRN apenas vem reconhecer uma verdade que é por todos reconhecida: D. Duarte é português.” LEI REVOGADA DEVOLVE DIREITOS: A guerra da nacionalidade começou na Conservatória dos Registos Centrais, em Dezembro de 2007, com um processo de justificação administrativa pedido por Valdez. Mas o IRN não reconhece legitimidade a Valdez para impugnar a nacionalidade de D. Duarte, pois considera que não tem um interesse directo e não é herdeiro. Diz que após a revogação da Lei do Banimento de 18 de Dezembro de 1834, que retirou a nacionalidade portuguesa a D. Miguel e descendentes, a Administração fez um novo registo do pai deste. A revogação dessas leis em 1950 “veio permitir a reposição dos seus direitos civis e políticos como se não tivesse ocorrido qualquer interrupção no seu exercício”. Quanto à existência de dois registos de nascimento do pai de D. Duarte Pio, o IRN diz que se resolve com o cancelamento do menos actualizado. A peça Jornalistica de autoria de Sónia Trigueirão, continua com um texto intitulado - TERRA DE PORTUGAL-, esclarecendo que D. Duarte Pio de Bragança nasceu em Berna oito dias depois da rendição da Alemanha. Filho de D. Duarte Nuno de Bragança e de D. Maria Francisca de Orléans e Bragança. Reza a história que foi colocada terra de Portugal debaixo da cama da mãe durante o parto. 1995 - Ano em que D. Duarte Pio se casou, na Igreja do Mosteiro dos Jerónimos, com D. Isabel de Herédia. Foi a 13 de Maio. 1950 - Ano em que a Lei do Banimento foi revogada. A Lei tinha sido criada em 1834 e serviu para retirar a nacionalidade portuguesa a D. Miguel e aos seus descendentes. D.MANUEL II - Último rei de Portugal, destituído do trono a 5 de Outubro de 1910, exilou-se em Inglaterra. O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal recomenda vivamente a leitura do artigo, felicitando o Jornal Correio da Manhã pelo merecido destaque e referência dos factos colocando a referida notícia em destaque na Capa do Jornal e nas páginas da actualidade e da sociedade Portuguesa: Aberta ao Mundo! ]
FONTES & VER+EM CORREIO DA MANHÃ:
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=865E00D8-33AB-449A-B78A-F3B82780316F&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010

Comunicado Família Imperial do Brasil: Missa por a alma de Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança [Brasil dia 10 Junho]


[Entrevista:D.Antonio de Orleans e Bragança]


[ Entrevista com D. Antonio de Orleans e Bragança, sobre seu filho, o Príncipe D. Pedro Luiz e que estava entre os passageiros do trágico vôo da Air France 447 que desapareceu no Oceano Atlântico, no dia 1 de junho de 2009. D. Pedro Luiz, até então, era o 4º na linha de sucessão dinástica. in Causa Imperial do Brasil. ]

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Homenagem a Sua Alteza Imperial e Real o Príncipe Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança: Igreja da Encarnação [8 Junho]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal informa que a Real Associação de Lisboa e a Juventude Monárquica de Lisboa, irão estar presentes na Missa que será celebrada por a alma de Sua Alteza Imperial e Real o Príncipe Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança, na segunda feira, dia 8 de Junho, às 19 Horas, na Igreja da Encarnação, ao Chiado, em Lisboa, a pedido das Direcções do Instituto da Nobreza Portuguesa e da Sociedade Histórica da Nobreza de Portugal. ]