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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Centenário da Morte da Rainha Maria Pia (1847-1911) assinalado numa exposição a ocorrer no Palácio da Ajuda em 2011?




[ No ano do centenário da República, Isabel Silveira Godinho afirmou que a República “vilipendiou e disse muito mal da Família Real, como lhe competia, mas portou-se muito bem ao devolver todos os bens de carácter pessoal”. “A República portou-se muito bem ao devolver os livros, as jóias pessoais, as pratas, os móveis, os tapetes, os fatos, à sua custa, e é uma história que este palácio vai ter de contar um dia”, disse a responsável. Após a proclamação da República, o Paço da Ajuda, residência da Rainha Pia que, depois de enviuvar, “passou apenas a ocupar o piso térreo”, foi selado. “Uma comissão que integrava um representante da soberana fez um exaustivo inventário, desde pentes e móveis às pratas e jóias”, disse. Trata-se de uma listagem curiosa em que a cada sala corresponde uma letra do alfabeto “e quando se esgotou o alfabeto, repetiram-se as letras, sendo cada uma acompanhada de sinais diacríticos, A’; A’’ e por aí fora”, explicou. Dentro de cada sala “cada objecto foi numerado e referenciado” e ainda hoje serve “como um thesaurus”, rematou. No próximo ano cumpre-se o centenário da morte da Rainha Maria Pia (1847-1911), e o PNA prepara várias iniciativas com base em várias linhas de investigação. A responsável afirmou que “o palácio deve muito ao empenho da Rainha que era uma mulher fora da sua época”. As críticas republicanas aos gastos da mulher de D. Luís e mãe de D. Carlos, permitem que hoje o Palácio possua “riquíssimas colecções não só na qualidade e género como na quantidade”. A responsável projecta “fazer um dia” uma exposição em que se mostra as quantidades existentes de objectos de quotidiano que há no PNA. “A riqueza de uma casa afere-se também pela quantidade e é extraordinária. Não há dezenas de marcadores vermeil, há mais de uma centena, por exemplo”, disse. Referindo-se à Rainha, Isabel Silveira Godinho que dirige o PNA há 30 anos, afirmou que esta “sabia o que comprava, e a ela se deve muito da riqueza das actuais colecções”. A responsável afirmou que o assassinato do filho e do neto (D. Carlos e D. Luís Filipe) abalou muito Maria Pia. Referindo-se à citada demência da Rainha que o dramaturgo António Patrício na peça “O Fim” ilustra com a régia personagem a regar as flores do tapete do quarto, a directora do PNA argumentou: “julgo que não, mas é claro todos temos uns dias mais negros que outros”. “É natural que tivesse um desgosto grande. Ninguém pode ficar impávida e serena perante uma desgraça colossal como aquela foi [o assassinato do filho e do neto em Fevereiro de 1908]”, disse. “E a barbaridade como aquilo aconteceu – continuou - ninguém fica na mesma. A Rainha sofreu, tanto que ela que era uma personagem que sempre gostou de estar em público e de aparecer, e tinha uma pose real, nem precisava de usar jóias, nasceu de facto para ser Rainha, desistiu de estar em cena”. (ES). ]

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Évora recebe Festival das Três Culturas


[ A Câmara Municipal de Évora apresenta, entre hoje e domingo, o Festival das Três Culturas, preenchido com espectáculos de Música Antiga, da Renascença e do Barroco de vários países. A iniciativa nasce do projeto Oralidades, do qual faz parte uma rede de cidades europeias de Portugal, Espanha, Itália, Malta e Bulgária. Na quinta-feira, na Igreja de S. Vicente, têm lugar os primeiros espectáculos do festival, com a actuação dos Carmin’Antiqua, de Idanha-a-Nova, e a seguir o Quarteto de Guitarras, de Évora. Na sexta-feira, actua o Grupo “Jackson`s Zaqq u Tanbur Folk”, de Birgu (Malta), e o Grupo “Hadzhi Dimitar”, de Sliven (Bulgária), na Igreja de S. Vicente. No sábado, actua o Duo Coral Elena Sartori e Giovanna Casanova, de Ravenna (Itália), na Igreja de S. Vicente, e o Grupo Ars Anterga de Ourense (Espanha), na Igreja do Convento dos Remédios. A terminar, no domingo, o Ensemble Pax Antiqua, de Mértola, encerra as actuações do festival na Igreja de S. Vicente. No âmbito do Projecto Oralidades, já decorreu este mês em Ourense, na Galiza, a Conferência Internacional da Tradição Oral que reuniu um painel de especialistas e investigadores na área da tradição oral, provenientes de todas as cidades da rede do Projeto Oralidades.]
FONTES & VER+EM:
http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=110622

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

'World Monuments Fund' disponível para colaborar na recuperação do retábulo e tecto da Sé do Funchal [Património]


[ A Sé do Funchal é um monumento património nacional com características únicas no país, caso do retábulo e tecto mudéjar, que chamaram a atenção da World Monuments Fund (WMF), que se disponibilizou para colaborar na sua recuperação. Em declarações à agência Lusa a directora dos serviços de Património Cultural da Madeira, Diva Freitas, diz que a recuperação da Sé da capital madeirense será a "obra do século" na região. A construção, com "vários elementos especiais, casos do retábulo, único da época em Portugal, e o tecto de alfarge ou mudéjar, sendo uma das catedrais com maior dimensão com um tecto desta época e técnica", salienta. "Esta igreja tem duas épocas: é gótica na sua planta mas tem o manuelino e o renascimento, toda a decoração no meio dos frisos do tecto alfarge (feito com madeira da ilha, o que é especial porque nesta época apareciam de pedra), é pintada com motivos renascentistas, elementos mitológicos, figuras", explica.(...) "A expectativa é que as obras comecem no início do próximo ano", estima. Mesmo sem os trabalhos estarem concluídos, garante que "neste momento a Sé do Funchal já é uma referência. É muito bonita, diferente e única no país". ]
FONTES & VER+EM:
http://www.dnoticias.pt/actualidade/5-sentidos/236181-world-monuments-fund-disponivel-para-colaborar-na-recuperacao-do-retab

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Linha do Tua: Património Nacional por Água Abaixo!




[ A centenária linha férrea será parcialmente submersa, numa extensão total de 16 quilómetros, por uma barragem que a EDP pretende construir na foz do Tua, próximo da sua junção com o rio Douro. Uma petição pela classificação da linha tinha sido entregue em Março passado ao Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar). O processo foi formalmente aberto no princípio de Setembro, instituindo, desde então, um perímetro de protecção de 50 metros em torno do eixo da linha férrea, em toda a sua extensão. Passados dois meses, o processo foi agora arquivado, com base num parecer da Secção do Património Arquitectónico e Arqueológico do Conselho Nacional de Cultura, segundo o anúncio do Igespar ontem publicado. A decisão não surpreendeu Daniel Conde, do Movimento Cívico pela Linha do Tua. “Ainda tínhamos esperança de que houvesse alguma voz de razão e alguma decência neste país”, disse ao PÚBLICO. “Mas este país está moralmente falido, não me causou surpresa”, completou. A campanha pela classificação era mais uma tentativa de travar a barragem da EDP, cuja construção a empresa quer adjudicar ainda este ano. Este projecto é um dos dez contemplados no Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico, que tem vindo a ser contestado por várias organizações ambientalistas. A barragem do Baixo Sabor, decidida antes do programa nacional, também está na mira dos ambientalistas. Mas até agora, quase todas as tentativas legais para travar estes projectos têm falhado. O Jornal PÚBLICO não conseguiu obter esclarecimentos do Ministério da Cultura, o qual foi contactado às 19h30. Em declarações anteriores, tanto a ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, como a ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, afirmaram que a eventual classificação da Linha do Tua não inviabilizaria a construção da barragem." Assim vai a República!...]
FONTES & VER+EM:
http://ecosfera.publico.pt/biodiversidade/Details/arquivada-classificacao-da-linha-do-tua-como-patrimonio-nacional_1465673


MOVIMENTO CIVICO PELA LINHA DO TUA:
http://www.linhadotua.net/3w/index.php

Linha do Tua Património por Classificar

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Badajoz|Espanha: “O Rei D. Carlos I, Uma Personalidade Multifacetada No Ocaso Da Monarquia Portuguesa” [Conferência]


[ No dia 12 de Novembro, pelas 15 Horas, irá ter lugar na Biblioteca da Extremadura em Espanha (Badajoz), a conferência “O Rei D. Carlos I, uma personalidade multifacetada no ocaso da Monarquia Portuguesa”, proferida pelo Prof. Doutor Miguel Metelo de Seixas (FCHS), Universidade Lusíada de Lisboa.]
Biblioteca da Extremadura - Badajoz - Espanha
FONTES & VER+EM:
http://www.instituto-camoes.pt/jcalpro/badajoz-o-rei-d-carlos-i-uma-personalidade-multifacetada-no-ocaso-da-monarquia-portuguesa.html

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Instituto Luso-Árabe para a Cooperação: Sessão Comemorativa do 25º Aniversário

[ A encerrar as comemorações do 25º aniversário da fundação do Instituto Luso-Árabe para a Cooperação, realizar-se-á no próximo dia 08 de Novembro, pelas 17 horas, no Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa, uma sessão comerativa. Na sessão usarão da palavra o Prof. Doutor Adriano Moreira, o Prof. Doutor António Dias Farinha e o Dr. António Figueiredo Lopes. Na ocasião será prestada homenagem ao Presidente da Academia das Ciências de Lisboa e Sócio Honorário do ILAC, Prof. Doutor Adriano Moreira e serão entregues os Diplomas e Insígnias de novos Sócios Honorários deste Instituto a Suas Excelências os Embaixadores do Reino da Arábia Saudita, do Reino de Marrocos, da República da Argélia e dos Emirados Árabes Unidos e ao Presidente da Secção de Ciências da Academia das Ciências, Prof. Engº Arantes e Oliveira, ao Magnífico Reitor da Universidade de Lisboa, Prof. Doutor António Sampaio da Nóvoa e ao Presidente da Sociedade de Geografia, Prof. Engº Luis Aires-Barros. ]
INFORMAÇÕES:
Rua da Academia das Ciências, 19A
email: geral@luso-arabe.org
Telefone: 21 797 59 04

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Rede Internacional do Património Mundial de Origem Portuguesa: II Encontro Internacional em Coimbra

[ A criação da rede foi formalizada com a Declaração de Coimbra, documento assinado pelos participantes, à excepção de Macau, na II Reunião Internacional da WHPO, que decorreu entre os dias 23 e 26 de Outubro na Universidade de Coimbra. A não subscrição do documento pelos participantes macaenses na reunião ficou a dever-se apenas ao facto da especificidade do estatuto daquele território exigir procedimentos ainda não totalmente resolvidos, disse à Agência Lusa um elemento da organização do encontro. "Angola, Argentina, Benim, Brasil, Cabo Verde, Espanha, Gana, Gâmbia, Guiné-Bissau, Holanda, Índia, Irão, Malta, Marrocos, México, Moçambique, Paraguai, Quénia, Senegal, Sri Lanka, Tanzânia, Timor Leste, Uruguai e Portugal são os países cujos representantes subscreveram a Declaração de Coimbra." A rede de cooperação WHPO será dirigida, a partir de agora, por "uma comissão instaladora", coordenada pela brasileira Rosina Parchem e composta ainda por Aboulkacem Chebri(Marrocos), Emanuel Caboco (Angola), Hassan Arero (Quénia) e Shivananda Rao (Índia). O mandato desta comissão terá a duração "máxima de três anos", período durante o qual deverá ser realizada a terceira reunião internacional da WHPO, no Brasil. Tendo como principal objetivo a formalização da constituição da WHPO, a II Reunião Internacional sobre o Património Mundial de Origem Portuguesa foi organizado pela Universidade de Coimbra, Comissão Nacional Portuguesa da Unesco, Ministério da Cultura, Icomos Portugal (Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional dos Monumentos e dos Sítios) e Turismo de Portugal.]
FONTES & VER+EM:
http://www.publico.pt/Cultura/rede-internacional-do-patrimonio-mundial-de-origem-portuguesa-nasceu-hoje-em-coimbra_1462915

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Rainhas Portuguesas: Aida Sousa Dias expõe no Hotel Infante Sagres no Porto

[ Rainhas Portuguesas, serve de tema na exposição de Aida Sousa Dias, patente até Novembro no Hotel Infante Sagres, no Porto. Em cortesia com o grupo Pensar Real~Pensar Portugal, a artista revelou-nos que: "A exposição de esculturas, baseia-se numa imaginada figuração de algumas "Mulheres-Rainhas" que me marcaram ao longo da vida, e marcaram a nossa História de Portugal. Escolhi umas pela sua importância mística, outras pelo papel importante que tiveram como Rainhas reinando sós, outras porque ao lado dos seus maridos - reis impuseram valores e comportamentos que as dignificaram. Estes trabalhos agora patentes na exposição, são o ínicio de um conjunto de obras que irão sendo executadas ao longo do próximo ano. O material escolhido para a realização das esculturas, é a pedra mármore da região do Alentejo, sendo que se podem observar outras pedras da zona de Sintra de várias tonalidades". By (FQ) Pensar Real~Pensar Portugal, no Porto]

AIDA SOUSA DIAS: Nasceu em Lisboa. Licenciada em Escultura pela Faculdade de Belas- Artes –Universidade de Lisboa. Mestre em Ciências e Teorias da Arte, defendeu na mesma Faculdade a tese intitulada: “A Figura da Mulher na Escultura dos Anos Cinquenta em Portugal”. Trabalhou na investigação da Cerâmica Portuguesa de 1976 a 1987, ano em que publicou o livro “A Cerâmica de Rafael Bordalo Pinheiro” ( Lello & Irmão Editores ), reeditado em Dezembro de 2009. A partir de 1984, a par da investigação, inicia a actividade de direcção e organização de exposições na Galeria da Junta de Turismo da Costa do Estoril, e no ano seguinte na Galeria Albatroz em Cascais onde dirigiu orientou e programou exposições até 1993. Foi júri de selecção e atribuição de prémios em várias exposições de Arte, e outros concursos nacionais e internacionais, organizados por Câmaras Municipais e entidades particulares. Realizou até data cerca de 40 exposições individuais e participou em inúmeras colectivas em Portugal e no estrangeiro. É autora de vários textos e prefácios em catálogos de Arte. Paralelamente a estas actividades é professora efectiva no Ensino Secundário e Professora Formadora (na área de Expressões no domínio das Didácticas Específicas ) da Formação Científica de Professores (FOCO). É membro efectivo do Conselho Consultivo da Fundação Marquês de Pombal. Como artista plástica está representada em diversas colecções oficiais e particulares em Portugal, Espanha, Alemanha, Inglaterra e França. Recebeu a Medalha de Mérito (Grau Prata) da Câmara Municipal de Oeiras em 7/6/1995. Recebeu alguns prémios em concursos entre eles: o Prémio de Escultura da Central de Cervejas em 1981 e foi eleita pela Revista “Marie Claire” uma das Mulheres do Ano de 1988.]
SITE OFICIAL:

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Lisboa|Comemorações: 863º Aniversário da Conquista de Lisboa [25 Outubro|SHIP]


[ Com a chancela do "Guião-Centro de Estudos Portugueses" e da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, o Palácio da Independência de Portugal, no dia 25 de Outubro, por ocasião das Comemorações do 863.º ANIVERSÁRIO DA CONQUISTA DE LISBOA, promove o seguinte Programa:
PROGRAMA
10h30 - Santa Missa de Acção de Graças, na Basílica dos Mártires, em memória de todos os Combatentes que morreram movidos pela fé;
- Visita guiada ao Templo pelo Rev. Cónego Armando Duarte;
13h00 - Almoço nas Chaminés do Palácio da Independência;
No Salão Nobre:
14h30 - Trechos d’ Os Lusíadas referentes à tomada de Lisboa, pelo actor José Henrique Neto;
- “O Chão dos Mártires − o voto de D. Afonso Henriques”, pela Dr.ª Margarida Thomaz;
- “Danças Renascentistas”, pela Associação Danças com História.
INSCRIÇÕES:
Custo € 15,00
INFORMAÇÕES:

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Guimarães: Elmo do Rei Dom Afonso Henriques inspirou logotipo da Capital Europeia da Cultura 2012

[ O elmo do Rei Dom Afonso Henriques, "cuja visão desenhou o país", serviu de inspiração ao design da marca e dos logótipos oficiais da Capital Europeia da Cultura que decorre em Guimarães em 2012, disse hoje fonte da Fundação Cidade de Guimarães. A presidente do organismo, Cristina Azevedo, adiantou que o designer João Campos, autor do logótipo vencedor, recorreu ao elmo do Primeiro Rei Português, para, "através da abertura da viseira, criar a base da identidade deste evento multicultural". A apresentação do logótipo decorreu no Auditório da Biblioteca Municipal de Guimarães, contou com a presença do autor e do designer Henrique Cayatte, presidente do Centro Português de Design (entidade responsável pelo concurso público nacional organizado para a escolha). Cristina Azevedo sublinhou que o uso do logótipo será condicionado através de um regulamento que definirá as respetivas regras. Sobre o espírito do logótipo considerou que "marcas e corações existem milhares. Porém, esta não é uma marca comum nem um coração vulgar". A gestora do projecto cultural salientou que "a CEC 2012 será uma iniciativa pluridisciplinar, acolhida por uma comunidade orgulhosa de si, da sua cidade e do seu papel na fundação do país." "Guimarães 2012, mais do que um coração, um elmo ou uma muralha, é um desafio à participação individual, pois é o conjunto de todas as visões que desenha a nossa cultura", afirmou. Disse que, no projecto "é essencial a exploração da diversidade cultural, o apelo à participação e envolvimento imperativo e como resultado a apropriação da marca por parte da comunidade um objectivo"."O sistema de identidade proposto no logótipo pretende responder a estes propósitos em todos os sentidos. Valoriza a diversidade cultural ao não impor um estilo fixo, apela à participação", acentuou. In LUSA (LM)]
SITE OFICIAL:

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Pergaminho de Sharrer: As 7 Cantigas de Amor do Rei D. Dinis [Torre do Tombo]

[ O Pergaminho Sharrer é um fragmento de pergaminho medieval que contém partes de sete cantigas de amor de Dom Dinis, rei de Portugal, com poesias em língua galaico-portuguesa e notação musical. O pergaminho foi descoberto em 1990 nos arquivos da Torre do Tombo de Lisboa pelo pesquisador Harvey L. Sharrer, da Universidade da Califórnia. Até então a única outra fonte de música profana galaico-Portuguesa com notação era o Pergaminho Vindel, que traz sete canções do trovador Martim Codax, sendo que as outras fontes possuem a poesia, mas não a música. As composições estão em estado fragmentário devido à deterioração do pergaminho e não trazem autoria, mas são as mesmas encontradas em coletâneas de poesia como o Cancioneiro da Biblioteca Nacional e o Cancioneiro da Vaticana, onde são atribuídas ao Rei.]

As canções são:
- Poys que vos Deus, amigo, quer guisar
- A tal estado me adusse, senhor
- O que vos nunca cuidei a dizer
- Que mui grão prazer que eu hei, senhor
- Senhor fremosa, no posso eu osmar
- Não sei como me salva a minha senhor
- Quis bem amigos, e quero e querrei.
FONTES & VER+EM:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pergaminho_Sharrer

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Rei D. Carlos: Colecção Oceanográfica "D. Carlos I"- Aquário Vasco da Gama [Museu]


[ Ao longo de doze anos de campanhas, D. Carlos foi reunindo uma colecção zoológica de incalculável valor histórico e científico que inclui animais conservados em meio líquido e naturalizados. Constituindo um valoroso contributo para o inventário faunístico da costa Portuguesa, esta colecção tem vindo a servir de base à realização de diversos estudos científicos, nomeadamente sobre peixes e crustáceos. A Colecção Oceanográfica D. Carlos I inclui ainda instrumentos oceanográficos utilizados durante as campanhas, bem como um extenso conjunto de documentação e bibliografia referentes à actividade científica desenvolvida pelo monarca. Inicialmente foi sendo guardada no Palácio das Necessidades, com vista à criação de um Museu Oceanográfico. Após a morte do monarca, as colecções foram entregues em Fevereiro de 1910 à Liga Naval Portuguesa, que inaugurou a Secção Oceanográfica D.Carlos I do então Museu de Marinha, situado no Palácio dos Duques de Palmela, ao Calhariz. Mais tarde, com a extinção da Liga Naval Portuguesa em 1929, a colecção transita para o Museu Condes de Castro Guimarães, em Cascais, sendo doada por escritura pública notarial e por decreto-lei de 11 de Junho de 1935, ao Aquário Vasco da Gama-Estação de Biologia Marítima. A Biblioteca Científica do Rei, incluindo verdadeiras preciosidades bibliográficas e constituindo um espólio de valor inimaginável, foi também oferecida nessa mesma altura. Desde então, o Aquário Vasco da Gama tem sido responsável pela conservação deste fantástico património, parcialmente em exposição permanente ao público visitante desde 20 de Maio de 1943, por ocasião do 45º aniversário desta instituição, altura em que reabriu ao público o Museu Oceanográfico D. Carlos I. A parte restante da Colecção mantém-se reservada, mas disponível para a consulta a efectuar por especialistas, com vista à realização de estudos científicos. As sucessivas transferências da Colecção, desde o primitivo Museu no Palácio das Necessidades até ao Aquário Vasco da Gama, contribuíram para o desaparecimento de um número significativo de exemplares e a deterioração de muitos outros. A parte da Colecção Oceanográfica D. Carlos I que hoje se encontra depositada nesta instituição, embora seja uma pálida amostra daquilo que deveria ter sido no tempo em que o monarca viveu, constitui um legado de incalculável valor histórico e científico, estreitamente ligado ao nascimento da moderna oceanografia em Portugal.]
S.M.F. EL-REI DOM CARLOS I DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_I_de_Portugal

FONTES & VER+EM:
http://aquariovgama.marinha.pt/PT/museu/Pages/coleccao_rei.aspx

Oceanografia:El-Rei D. Carlos de Portugal- "Um dos Pioneiros Mundiais na História da Oceanografia de mérito Internacional"

[ "D. Carlos nasceu em Lisboa, no Palácio da Ajuda, a 28 de Setembro de 1863. Filho de D. Maria de Sabóia e de D. Luís I, foi educado para ser rei, tendo revelado desde muito cedo uma forte aptidão para as artes, para o desporto e ainda para a observação da natureza. Herda de seu pai a paixão pelo mar que se irá reflectir na sua obra artística e científica. A 22 de Maio de 1886 casa com D. Amélia de Orleães, filha dos Condes de Paris, de quem teve dois filhos: o Príncipe D. Luís Filipe e o infante D. Manuel, que viria a ser o último rei de Portugal. Com a morte do pai, em 19 de Outubro de 1889, é confrontado com grandes dificuldades sociais e políticas que encara com coragem e lucidez. No entanto, apesar do destaque que adquiriu a nível científico, tanto nacional como internacionalmente, não foi capaz de resolver os graves problemas políticos resultantes, por um lado, de uma profunda crise interna, e por outro, pelo ambiente internacional, favorável ao desaparecimento das monarquias na Europa. A 1 de Fevereiro de 1908, quando a Família Real regressava de Vila Viçosa com destino a Lisboa, sofre um atentado em pleno Terreiro do Paço. D. Carlos é vitimado, bem como o seu filho mais velho, o Príncipe herdeiro D. Luís Filipe. D. Manuel, o segundo filho, é aclamado Rei de Portugal. Dois anos mais tarde é implantada a República e a Família Real abandona o país com destino a Inglaterra."
CAMPANHAS OCEANOGRÁFICAS:
D. Carlos de Bragança, Rei de Portugal entre 1889 e 1908, dedicou-se com assinalável sucesso a um conjunto diversificado de actividades de que se destacam a Arte e alguns ramos da Ciência, tal como a Ornitologia e a Oceanografia. Neste campo pode mesmo considerar-se como um dos pioneiros mundiais, tendo deixado uma obra de reconhecido mérito. Influenciado pelo crescente interesse do Homem pelo estudo do mar registado no século passado, D. Carlos decidiu explorar cientificamente o nosso mar. Depois de uma cuidadosa preparação, e auxiliado por um valoroso conjunto de colaboradores, de entre os quais se destaca Albert Girard, D. Carlos deu início, a 1 de Setembro de 1896, à primeira de doze Campanhas Oceanográficas (1896-1907) realizadas na costa portuguesa, com o objectivo principal de estudar a Fauna Marinha. O estudo dos peixes, mereceu desde logo particular atenção, dada a enorme importância económica da indústria piscatória em Portugal. A intensa actividade oceanográfica desenvolvida passa ainda por campos tão diversos como o estudo das correntes ou da topografia dos fundos marítimos, tendo inclusivamente chegado a reconhecer a existência de profundos vales submarinos próximo da costa, na região do Cabo Espichel.
DIVULGAÇÃO CIENTIFICA::
É de salientar o extraordinário papel desempenhado por D. Carlos no domínio da divulgação científica, fazendo chegar ao conhecimento público os resultados das suas campanhas oceanográficas, organizando exposições com o material zoológico recolhido ou ainda com istrumentos de uso corrente em oceanografia e aparelhos de pesca. D. Carlos publicou também diversas obras de reconhecido mérito científico, de entre as quais se destacam "Resultados das Investigações Scientificas feitas a bordo do Yacht "Amélia" . Pescas marítimas. I. - A Pesca do Atum no Algarve em 1898 e II- Esqualos obtidos nas campanhas de 1896 a 1903 efectuadas a bordo do "Yacht Amelia".
O mérito da sua obra foi internacionalmente reconhecido, como o demonstram os numerosos diplomas que lhe foram conferidos pelas mais prestigiadas instituições científicas da época. ]
SITE AQUÁRIO VASCO DA GAMA:
http://aquariovgama.marinha.pt/PT/museu/Pages/rei_carlos.aspx

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Mapa de Portugal datado de 1561 foi adquirido pela Biblioteca Municipal

[ Quando D. Sebastião foi aclamado rei (1557), preparou-se uma embaixada a Roma, para tratar de importantes assuntos de Estado. O embaixador escolhido foi Lourenço Pires de Távora (1510-1573), que chegou a Roma em Junho de 1559. Em Roma residia um dos mais famosos humanistas Portugueses, Aquiles Estaço (1524-1581), notável latinista que redigiu a oração de obediência de D. Sebastião ao Papa e a leu perante Pio IV. Guido Sforza, cardeal protector de Portugal, terá então recebido de Estaço um particular presente: um mapa de Portugal, preparado por Fernando Álvares Seco(fl. 1560), cartógrafo de quem pouco ou nada se sabe. Do mapa manuscrito original não se conhece o paradeiro, mas, a partir dele, Sebastiano di Re gravou e Michele Tramezzino, conhecido editor veneziano, preparou uma versão reduzida, na escala de ca. 1: 1.340.000, impressa em Veneza mas difundida em Roma, com privilégio do Papa e do Senado de Veneza, datada de 20 de Maio de 1561. O exemplar, agora adquirido pela Biblioteca, foi impresso em Veneza a partir do manuscrito original de Fernandes Álvares Seco cujo paradeiro é desconhecido. Do mapa original "Sebastiano di Re gravou e Michele Tramezzino, conhecido editor veneziano, preparou uma versão reduzida (36x66 cm), na escala de cerca 1: 1.340.000, impressa em Veneza mas difundida em Roma, com privilégio do Papa e do Senado de Veneza, datada de 20 de maio de 1561", explica a mesma nota. O mapa original foi uma oferta do humanista português Aquiles Estaço ao cardeal Guido Sforza, em agradecimento pelo "seu empenho nos assuntos lusitanos". A oferta deu-se no reinado de D. Sebastião, quando o jovem Rei nomeou Lourenço Pires de Távora embaixador junto do Papa em 1559, tendo cabido a Estaço redigir e ler a oração de obediência do monarca ao Papa Pio IV. Do cartógrafo Fernando Álvares Seco "pouco ou nada se sabe" e do "mapa manuscrito original não se conhece o paradeiro". "Embora a primeira imagem cartográfica que representa Portugal isoladamente e no seu conjunto seja a de Álvares Seco, pouca atenção tem sido dada ao mapa. Constituem exceção os diversos estudos que Suzanne Daveau tem dedicado à obra", lê-se na mesma nota. Segundo a nota, "o que mais surpreende o leitor do mapa de Portugal de Álvares Seco é a sua orientação, com o oeste no topo. Observada de Leste (Roma), em perspetiva, a fachada ocidental da península, 'perde-se' no horizonte, para oeste. Sendo uma construção erudita, é natural que a sua orientação represente Portugal como 'cabeça' da Europa". A nota sublinha que o mapa "é a figuração de um Portugal apelidado de 'Lusitânia', província da Hispânia romana". Na dedicatória lê-se: "Guido Sforza: dedicamos-te, devido à proteção dispensada à nossa gente, a Lusitânia descrita pela arte de Fernando Alvares Seco...". ]
SITE BNP:
http://www.bnportugal.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=536:aquisicao-do-mais-antigo-mapa-de-portugal&catid=49:aquisicoes&Itemid=581
FONTES & VER+EM:
http://www.sic.sapo.pt/online/noticias/cartaz/Biblioteca+Nacional+adquire+exemplar+do+mapa+mais+antigo+de+Portugal.htm

terça-feira, 10 de agosto de 2010

RTP: Placa Evocativa do Regicídio no Roteiro Turistico da Cidade de Lisboa


[ Com o lema "São tesouros que não estão escondidos, mas que muitas vezes passam despercebidos", a RTP foi à procura das preciosidades da cidade de Lisboa, propondo um itinerário turistico. Pensar Real ~ Pensar Portugal congratula-se das referências Históricas e Arquitectónicas registadas à Praça do Terreiro do Paço, na reportagem realizada pela RTP que destaca e inscreve a Placa Evocativa do assassinato de S. M. El-Rei Dom Carlos I e do Príncipe Real Dom Luís Filipe (1 de Fevereiro de 1908), no roteiro turistico de Lisboa. ]
PLACA EVOCATIVA REGICÍDIO & INFORMAÇÕES:
Arte Pública- Lisboa Património Cultural
TRANSCRIÇÃO: "Neste local a 1 de Fevereiro de 1908, morreram pela pátria S. M. El-Rei Dom Carlos I e o Príncipe Real Dom Luís Filipe."
ACESSOS:
Autocarros – 36, 40, 44, 60, 91, 92, 706, 709, 711, 714, 732, 745, 759, 781, 790, 794
Metro: Linha Azul – Estação Praça do Comércio.
Barcos: Transtejo/Soflusa
LOCALIZAÇÂO:
Edifício do Terreiro do Paço, cunhal norte da ala poente, Terreiro do Paço, Freg. de S. Nicolau.
DESCRIÇÃO LISBOA PATRIMÓNIO CULTURAL:
"Esta placa evocativa provém da Real Associação de Lisboa realizada pela Câmara Municipal de Lisboa. Foi inaugurada no dia do Regicídio, data que fez 98 anos que foram assassinados o Rei D. Carlos I e o Príncipe Real D. Luís Filipe. Na cerimónia da sua inauguração estiveram presentes: o herdeiro da Casa Real Portuguesa, o Duque de Bragança D. Duarte Pio e do Presidente da Real Associação de Lisboa. Trata-se de um acontecimento marcante dentro da historiografia portuguesa contemporânea.
"

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Açores: Estreia Mundial do filme "Jogo Duplo", de Alberto Anzani [ 22 Julho]


[ "Jogo Duplo", o filme do realizador italiano Alberto Anzani, rodado parcialmente na Ilha Terceira e com a participação de actores locais, tem estreia mundial dia 22, no Auditório do Ramo Grande, na Praia da Vitória, na ilha açoriana. «Depois de todo o apoio dado para a realização deste filme, os Açores mereciam que a estreia fosse aqui», afirmou Alberto Anzani em declarações à agência Lusa, à margem de uma conferência de imprensa para apresentação do filme na quinta-feira. Gravada nos Açores e em Itália, esta longa-metragem de 101 minutos conta com a participação de actores açorianos como Valter Peres, Duarte Trindade, Raquel Pinheiro e Ricardo Martins. As cenas passadas na Terceira foram gravadas em Junho e Julho de 2009 na Praia da Vitória, Porto Martins e Angra do Heroísmo. As gravações em Itália foram feitas em locais como o Lago Como, o maior casino da Europa, em Campione, e o «Ippodromo», em Milão, onde se encontra o cavalo de bronze de Leonardo da Vinci. A banda sonora é da autoria dos músicos Antero Ávila, Evandro Machado, Márcio Cota e Bráulio Brito, naturais da Terceira. A segunda obra do realizador italiano casado com uma terceirense surgiu «depois de conhecer bem a ilha e ver cenários tão bonito», pois «é uma realidade quase exótica para quem vem de fora» levando-o a «imaginar um filme que pudesse ser gravado» na ilha. Pensar Real~Pensar Portugal, apoia os que defendem, o relaçamento da Portugal Film Commission, que tem como estratégia: a valorização e promoção de Portugal como Destino Audiovisual. "Portugal is a natural studio equipped for film production and able to accommodate the increasing demands of the industry." in Filmcomission. ]
FONTES & VER+EM:
http://www.tvi24.iol.pt/cinema/alberto-anzani-jogo-duplo-acores-terceira-italia/1178088-4059.html

terça-feira, 22 de junho de 2010

TVE: Programa Paraísos Cercanos, dedica documentário a Portugal: "Terra de sábios, aventureiros e de grandes navegantes!"


[Pensar Real~Pensar Portugal, destaca a visualização do documentário realizado pelo Programa da TVE - "Paraisos Cercanos"-, dedicado a Portugal e aos lugares turísticos de maior interesse do nosso País. "Portugal, uma terra de sábios, aventureiros e de grandes Navegantes!...". A não perder. ]

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O Mosteiro das Virtudes construido por S.M.El-Rei D.Duarte, irá reabrir ao público

[ O Mosteiro das Virtudes, construído com elementos da arquitectura Gótica e Manuelina, foi mandado construir por S. M. El- Rei D. Duarte no século XV, ao saber da notícia da aparição de Nossa Senhora a um guardador de vacas, na Azambuja, em Aveiras de Baixo, tornando-se por isso um dos principais locais das Peregrinações Marianas no Portugal quatrocentista. O culto ali prestado teve origem na aparição de uma imagem de Santa Maria, ocorrida em 1403, à qual de seguiram diversos "milagres". Doze anos depois, a devoção do futuro Rei D. Duarte levou-o a fazer a promessa de levantar um mosteiro no local, caso a conquista de Ceuta fosse bem sucedida. A autorização papal para esse efeito foi dada em 1419, tendo o ano de 1434 marcado a tomada de posse do complexo monacal por parte da ordem de S. Francisco. O santuário entrou, todavia, em processo de degradação no século XVII, estado que muito se agravou a partir da extinção das ordens religiosas, em 1834. Subsiste presentemente, a igreja, em situação devoluta, a qual patenteia elementos arquitectónicos Góticos, Manuelinos e Barrocos. O portal principal é gótico primitivo e possui um arco em ogiva com arquivoltas assente em dois pares de colunelos com capitéis decorados com motivos vegetalistas. A importância do Mosteiro de Santa Maria das Virtudes é, igualmente traduzida pela circunstância de ter proporcionado hospedagem a alguns monarcas, nomeadamente D. Duarte, D. Afonso V, e D. João II bem como à esposa do último, a Rainha D. Leonor. Inserido no "programa de recuperação do património da autarquia", afirmou à agência Lusa o presidente da câmara, Joaquim Ramos, que a câmara da Azambuja inaugura no sábado as obras de requalificação do Mosteiro de Santa Maria das Virtudes, orçadas em meio milhão de euros, permitindo reabrir o mosteiro ao público. Além de continuar a ser usado para o culto religioso, a autarquia pretende inserir o espaço no roteiro cultural do concelho, promovendo aí exposições, conferências ou concertos.]

quarta-feira, 26 de maio de 2010

UNESCO: Mafra é candidata a Património Mundial


[ Mafra é candidata a património mundial da UNESCO. O palácio, o convento e a tapada nacional de Mafra já são uma referência do património português.In RTP.]