Mostrar mensagens com a etiqueta A Voz do Rei. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta A Voz do Rei. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 8 de junho de 2009

S.A.R.,O Duque de Bragança perde dois Familiares no voo 477: RTP - Entrevista



[ S.A.R, O Duque de Bragança perdeu dois familiares em desastre aéreo. "No voo que desapareceu no Atlântico viajavam dois familiares de D. Duarte de Bragança: D. Pedro Luiz de Orleães e Bragança, de 26 anos, herdeiro do trono brasileiro, e ainda um familiar de origem alemã. in RTP: 2009-06-06 20:52:42 - Mundo." ]

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

D. Duarte de Bragança - Descendente do Santo Condestável: Fundação D. Manuel II promove uma "Peregrinação ao Vaticano" [Media]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal destaca a entrevista publicada pelo Jornal Diário de Notícias a S. A. R. O Duque de Bragança, com comentários à noticia que foi divulgada no sábado pelo Vaticano aos Media, confirmando a decisão do Papa Bento XVI ao anunciar a data da canonização de D. Nuno Álvares Pereira. "Desde a restauração da independência de Portugal que os espanhóis o passaram a ver o condestável com maus olhos", diz D. Duarte de Bragança, seu descendente. Um factor que atrasou o processo, tal como a guerra colonial. D. Nuno passará a santo em cerimónias em Fátima ou Vila Viçosa". A partir da restauração da independência de Portugal os espanhóis passaram a ver D. Nuno Álvares Pereira com maus olhos. E esta foi a grande razão pelas qual o processo de canonização nunca foi para a frente. " Quem o diz é D. Duarte de Bragança, descendente do Condestável e um dos grandes promotores da causa, que de acordo com as suas próprias palavras terá desenvolvido, a partir de 2000, contactos com as igrejas espanhola e portuguesa, para que esta fosse reconhecida e o processo avançasse. Contudo, reconhece, a guerra colonial, nos anos 60 também terá dado um contributo para os atrasos neste processo, que se arrastou durante décadas, porque D. Nuno Álvares Pereira era um militar. Ontem a causa atingiu o seu fim. O Papa Bento XVI anunciou a canonização de dez beatos, entre os quais o português Nuno de Santa Maria Álvares Pereira, de acordo com um comunicado do Vaticano. Nuno Álvares Pereira integra, ao lado de quatro italianos, o primeiro grupo, que será canonizado no dia 26 de Abril próximo. O guerreiro e carmelita Nuno Álvares Pereira, que viveu entre 1360 e 1431, já fora beatificado em 1918 por Bento XV. Mas só nos últimos anos, a Ordem do Carmo (em que ingressou em 1422), em conjunto com o Patriarcado de Lisboa, decidiu retomar a defesa da causa da sua canonização. E o processo foi reaberto a 13 de Julho de 2004, nas ruínas do Convento do Carmo, em Lisboa, em sessão solene presidida por D. José Policarpo. Uma cura milagrosa reconhecida pelo Vaticano, relatada por Guilhermina de Jesus, uma sexagenária natural de Vila Franca de Xira, que sofreu lesões no olho esquerdo, por ter sido atingida com salpicos de óleo a ferver quando estava a fritar peixe, foi o passo final. Apesar dos atrasos, D. Duarte considera que a canonização de D. Nuno Álvares Pereira chegou no momento certo. "Porque os valores que ele defendia, como o amor pelos adversários, a tolerância religiosa e a defesa da pátria, estão nesta altura a precisar de ser realçados". D. Duarte recorda ainda que o processo de canonização esteve para ser concluído por decreto durante a segunda Guerra Mundial, pelo Papa Pio XII, mas o Governo português da altura não aceitou por considerar que não teria o mesmo valor. Agora, a Fundação D. Manuel II está a promover "uma peregrinação ao Vaticano" para assistir à cerimónia da sua canonização, diz o descendente da Família Real Portuguesa. Mas D. Duarte quer também que se realizem no mesmo dia cerimónias em Fátima e em Vila Viçosa. Esta, por ser um local a que o Santo Condestável estava muito ligado, tendo lá mandado construir uma igreja. E em Fátima, por ser um local de culto, mas também porque a vila pertence ao concelho de Ourém e D. Nuno Álvares Pereira era conde de Ourém, salienta D. Duarte. ] (Agência Lusa)
FONTES & VER+EM:

sábado, 31 de janeiro de 2009

Imprensa:Monarquia Portuguesa-"Causa Real assume-se como movimento político"

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal, na resanha de imprensa da semana, destaca a notícia publicada no Jornal Ribatejo, sobre as "Estratégias de Renovação" apresentadas pelo Presidente da Causa Real, Paulo Teixeira Pinto, no encontro do Conselho Monárquico que se realizou no passado sábado, em Santarém . " O presidente da Federação das Reais Associações de Portugal, Paulo Teixeira Pinto, apresentou este sábado, ao Conselho Monárquico, reunido em Santarém, uma proposta de “nova organização e arquitectura institucional” para a Causa Real e também de “estratégia política de actuação” para “um novo ciclo”. Dessa estratégia faz parte a vontade deste movimento monárquico de se assumirem como movimento político - "sem ser um partido político", frisou Paulo Teixeira Pinto - e de incentivar os seus membros a estarem inscritos e filiados em partidos, como hoje já acontece. "Ao invés dos partidos, que têm uma “visão global da sociedade, com programa de acção, programa de governo”, os monárquicos “unem-se em nome da titularidade da chefia do Estado”. A Causa Real alcança assim dimensão nacional e “vai passar a ter maior intervenção pública”, disse Paulo Teixeira Pinto. D. Duarte Pio de Bragança, pretendente ao trono, esteve presente no Almoço do Rei promovido pela Real Associação do Ribatejo, e disse que "não fazia sentido cada Real Associação continuar a trabalhar sozinha, saudando a sua transformação num “movimento para completar a Democracia portuguesa”. D. Duarte frisou ainda que a Causa Real existe apenas com o objectivo de conseguir que o povo português seja consultado sobre “se quer uma Democracia com um Chefe de Estado eleito dentro da classe política ou um Chefe de Estado Real aprovado pelo Parlamento”. ] FONTES & VER+EM:
http://www.oribatejo.pt/?lop=conteudo&op=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&id=d6ca5f6f8734a1eb09ca49e152d1a3ac&drops[drop_edicao]=0

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Mensagem de S.A.R. Dom Duarte de Bragança, de 1 de Dezembro de 2008

Portugueses:
No 1º de Dezembro de 1640, os nossos antepassados devolveram Portugal aos Portugueses. Souberam responder à crise do seu tempo, lutando pela nossa independência. Hoje, olhamos para o nosso país, e vemos que se acentua a dependência externa e a obediência a directivas quantas vezes alheias à nossa própria vontade. Anunciam-se dias difíceis. Parece evidente que 2009 será pior que os já duros anos recentes, particularmente para os mais desfavorecidos. É nos momentos de provação que se testa a alma de um povo. Para enfrentar a crise e manter a coesão social devemos invocar os valores espirituais da nossa cultura e vivermos em coerência com a nossa identidade e tradição. O reforço dos laços familiares, o sentido de comunidade e de povo são atitudes urgentes e decisivas em alturas como esta. Enfrentámos muitos problemas terríveis ao longo da nossa História, que o nosso ânimo conseguiu ultrapassar. E daqui apelo aos instintos de iniciativa e solidariedade, de generosidade e de engenho. É preciso ampliar a visão, ensaiar ousadia, e confiar a nós mesmos a garantia de desenvolvimento sustentado. Vivemos uma ocasião propícia para rever as nossas prioridades. Devemos aprender a viver melhor consumindo menos, poupando os recursos limitados do nosso planeta. Para isso é importante apoiar a acção pedagógica de cientistas e organizações ambientalistas. Somos o país europeu com a menor percentagem de filiados nestes movimentos, que mereciam mais representação parlamentar. A hora é de investir no povo português. As grandes opções para o nosso desenvolvimento têm agora uma oportunidade única para alterarem o rumo. Em vez de se deixar bloquear por falta de critérios técnicos ou por pressões de interesses, o Estado, o sector privado e as associações devem dar as mãos para ultrapassarmos as dificuldades. Queremos medidas mais justas e mais equitativas, e não apenas declarações que chegam tantas vezes tarde demais… Como disse, a hora é de investir no povo português. É o que têm feito as famílias portuguesas que, com muito sacrifício, apostam na educação dos seus filhos. A qualificação dos jovens é indispensável e os movimentos de professores e de pais clamam por melhor Escola, em programas de ensino adequados, e pela dignificação e respeito pela missão dos professores. A hora é de investir na terra portuguesa. É o que têm feito os agricultores que se recusam a abandonar a terra, contrariando as directivas desencontradas e a concorrência desleal por parte de outros países onde são muito mais apoiados. Portugal não precisa apenas de uma política de comércio livre; precisa sobretudo de uma política de comércio inteligente e justo. Os nossos agricultores sabem produzir. Falta que saibam melhor associar-se e cooperar para distribuir os seus produtos directamente aos consumidores. Nos últimos dez anos perdemos 180 mil hectares de boas terras agrícolas comprometendo gravemente a nossa capacidade de produção de alimentos, acentuando a nossa vulnerabilidade. Ainda recentemente experimentamos os perigos que daí podem advir. A hora é de investir no território português apoiando empresas inovadoras que recorram a energias alternativas. Simultaneamente devemos combater os desperdícios energéticos e dar prioridade a transportes ferroviários e marítimos, como alternativas competitivas. A capacidade de auto-sustentação no plano energético é cada vez mais necessária. Por exemplo, modernizando as barragens hidroeléctricas já existentes, aumentaríamos a produção de energia em 20%. O Estado deve promover e praticar uma política de gestão rigorosa dos seus recursos de modo a promover a nossa competitividade; deve ter um orçamento equilibrado para poder baixar os impostos de modo selectivo. O Estado deve desistir das obras faraónicas, aumentar a produtividade da função pública, encorajar os investimentos privados que produzam riqueza, preferindo sempre bens e serviços produzidos em Portugal. Por exemplo, o facto dos fundos da Segurança Social não serem investidos exclusivamente em empresas portuguesas, contribui para a descapitalização nacional e para o desemprego. Apelo aos partidos políticos para que não se deixem tornar em meros mecanismos de conquista do poder; que se lembrem que têm um papel decisivo nos debates sobre as doutrinas e as práticas políticas. Mas para isso, devem ser uma escola da cidadania, dialogando com as organizações não governamentais. Este sentimento geral de que a democracia deve ser melhorada entre nós, levou-me a apoiar o recém-criado Instituto da Democracia Portuguesa, que tem já desenvolvido múltiplas e úteis actividades em várias regiões do país, em colaboração com diversas organizações e com as autarquias locais. Em 1975 recuperámos as liberdades de expressão e de participação política que já existiam antes da revolução de 1910. Mas cada vez mais ouço especialistas e pessoas de bom senso a dizer: Portugal atrasou-se no séc. XX porque prescindiu do poder moderador do seu Rei, ao contrário de Espanha, Inglaterra e Bélgica, e outros países europeus, que prosseguiram na vanguarda do desenvolvimento. Tenho percorrido o país de lés a lés. Sou sempre cordialmente acolhido pelos autarcas e pelas populações às quais agradeço o carinho que me dispensam. Nessas ocasiões, apercebo-me da grandeza do nosso património cultural, erudito e popular. Basta apreciar as nossas tradições culturais para me dar conta de como se formou a gente portuguesa, nas várias regiões em que se expressa a alma nacional. É este “produto interno bruto” que mantém em alta a bolsa de valores humanos em que nós devemos investir. Quero aqui lembrar as numerosas homenagens a D. Carlos promovidas por várias Câmaras Municipais, com destaque para a ocasião em que o Chefe do Estado inaugurou a magnífica estátua erigida em Cascais. Durante todo este ano tiveram lugar inúmeros eventos de carácter cultural em homenagem ao Rei e ao Príncipe Dom Luís Filipe, organizados pela Comissão D. Carlos 100 Anos, integrada na Fundação D. Manuel II. Salientou-se o congresso “Os Mares da Lusofonia” que reuniu representantes de todos os países que falam português. Pelo interesse suscitado, foi lançado o desafio de a realizar cada dois anos, em países diferentes. Continuei este ano a colaborar com vários dos países nossos irmãos, especialmente a Guiné-Bissau, Angola e Timor, mediante programas de desenvolvimento rural e protecção ambiental. Aproveito para saudar o Primeiro Ministro Xanana Gusmão, actualmente de visita a Portugal, como líder que soube conduzir o heróico Povo timorense na luta pela liberdade e agora o serve com seriedade e competência no caminho do progresso material e espiritual. Saúdo o alargamento da CPLP esperando que em breve, Marrocos, o Senegal, as Ilhas Maurícias, a Guiné Equatorial e os nossos irmãos galegos possam fazer parte dessa comunidade. A Galiza procura afirmar a sua identidade cultural através da sua “fala”, que está na origem do português moderno. Tive a alegria de levar a minha Família ao país de minha Mãe, trineta do primeiro Imperador, Dom Pedro, para participar nas celebrações dos 200 anos da transferência do Governo e do Rei para o Brasil. Finalmente foi feita justiça ao tão caluniado D. João VI! A crescente importância económica e política do Brasil no Mundo é um motivo de orgulho e de oportunidade histórica para Portugal. Felicito os nossos governantes por a saberem aproveitar. Deixo para o fim a instituição militar que, desde a fundação de Portugal tem estado intimamente ligada ao nosso percurso colectivo. Hoje, defendendo Portugal “lá fora”, tem contribuído de forma impar para o prestígio e afirmação nacionais e para a paz e a segurança da população portuguesa e das regiões em que tem operado. A canonização, em 2009, de D. Nuno Álvares Pereira, patrono das Forças Armadas, será uma providencial ocasião para aprendermos com os seus exemplos de valentia e caridade, inteligência militar e política, e defesa intransigente da nossa liberdade e independência. Saibamos aproveitar essa oportunidade! Do fundo da história vem uma certeza que os monges de Alcobaça redigiram numa das mais belas frases da monarquia portuguesa: “O rei é livre e nós somos livres!”. Neste convento do Beato, situado na Lisboa Oriental onde se começou a conspirar para o 1º de Dezembro, deixai-me hoje proclamar: “Eu sou livre e vós sois livres!”. “Eu sou livre” e “Vós sois livres” porque ser monárquico é também defender Portugal acima de todos os interesses. Juntos poderemos renovar a democracia portuguesa pela Instituição Real que só poderá vigorar por vontade do povo, com o povo e enquanto o povo o entender.
A minha Mulher, eu, e os nossos filhos Afonso, Maria Francisca e Dinis, a isso nos comprometemos porque Portugal pode, Portugal deve, e Portugal quer continuar democrático e independente! Todos os que pensarem que o sonho dos fundadores e dos restauradores ainda está vivo, venham ter connosco; e se alguém questionar este crescente sentir do poder do povo, a resposta é hoje, como o foi no primeiro 1º de Dezembro:
“O rei é livre e nós somos livres!” ]
Convento do Beato, 30 de Dezembro de 2008

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Duque de Bragança: Apela à participação das Comunidades Portuguesas na vida Política.

[ S. A. R. o Senhor Dom Duarte de Bragança, segundo a notícia publicada no Jornal 24 Horas, e no seguimento da sua entrevista, por ocasião da visita oficial à Comunidade Portuguesa de New Jersey, insirida no Centenário do Regicídio do Rei D. Carlos, referiu-se aos primórdios Imigrantes Portugueses para os Estados Unidos, e todo o caminho percorrido para a afirmação quer a nível social e, finalmente, político. D. Duarte referiu que é necessária uma maior afirmação política dos Portugueses quer no país de origem quer no país de acolhimento. Para isso os políticos locais só irão olhar para a Comunidade Portuguesa, quando sentirem que ela é importante para os eleger, e lembrou a situação ocorrida anos atrás em Rhode Island, quando o Senador Kennedy sentiu que o apoio da Comunidade Portuguesa era fundamental. O mesmo apoiou a causa de Timor levando-a mesmo a planerario o que garantiu a eleição, pois a Comunidade Portuguesa sentiu-se agradecida . Segundo S. A. R. o Duque de Bragança, a Comunidade Portuguesa tem que mostrar a sua força não só a primeira geração, mas também dos Luso-descendentes, para que os assuntos de interesse do país e deles próprios, sejam levados em consideração pelos políticos locais. Sobre a ideia comum que o poder político português, nomeadamente o governo da Nação, não "presta atenção" aos portugueses no estrangeiro. D. Duarte apontou que os imigrantes também têm a sua culpa, levantando a questão de quantos portugueses votaram nas presidenciais. Para D. Duarte é fundamental os Portugueses votarem, para que os dois representantes das Comunidades Imigrantes se possam multiplicar, pois quantos mais imigrantes tivermos no planalto mais activa será a voz dos Imigrantes. Considera fundamental que todos os imigrantes tenham direito ao voto - um dever dos mais fundamentais da constituição -, mas é preciso exêrce-lo. S. A. R. o Duque de Bragança, faz assim um apelo a todas as Comunidades Portuguesas, para que haja maior envolvimento nas actividades sociais, deixando a mensagem que "é necessário uma participação mais activa na vida política", dirigindo-se em especial nesta ocasião, à imprensa e a todos os portugueses que presentes estiveram na recente visita oficial da Família Real Portuguesa a New Jersey. ]
FONTES & VER+EM:

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Os Jovens e a Política: Pelo Rei!

[ Teve lugar nos dias 25 a 27 de Julho de 2008 o "I Master de Verão IDP em Política", onde durante três dias e em múltiplas sessões de trabalho, os alunos tiveram a possibilidade de interagir e receber formação em áreas tão distintas como a Diplomacia e o Marketing Político, a «Nova Ciência da Política» e as Políticas do Território. Para além destas sessões, teve lugar um concerto de José Campos e Sousa, interpretando poemas da “Mensagem” de Fernando Pessoa, por ele musicados, seguido de uma intervenção poética de J.M. Barros Dias. Na noite seguinte, ocorreu uma tertúlia sobre «Os Jovens e a Política» onde se discutiu informalmente a realidade Portuguesa nesta área. O curso terminou com um almoço de homenagem a Gonçalo Ribeiro Telles e onde o Presidente Honorário do IDP, S. A. R. Dom Duarte de Bragança, interveio. No âmbito de "Os Jovens e a Política", foi tema de discusão e análise: A falta da participação da Juventude Portuguesa na Política. À presente preocupação nacional para a criação de novas pontes de diálogo e de como trazer os Jovens para a política Portuguesa, o Presidente da Juventude Monárquica de Lisboa, Joel Moedas-Miguel, abordou algumas das razões fundamentais da falta de interesse dos Jovens pelo sistema político partidário, focando como factores principais: A actual falta de Esperança na Política e a actual falta de Espírito de Comunidade. Pensar Real~Pensar Portugal, orgulha-se de ter nas suas fileiras cada vez mais um maior número de jovens podendo assim: falar de futuro. Neste caso destacamos a figura de um grande jovem com provas dadas ao serviço da Causa do Rei. ]
FONTES & VER+EM:
http://idp.somosportugueses.com/site/?p=2496#more-2496

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Carlos Avilez Traz À Cena: El-Rei D.Carlos I

[ Uma boa notícia para todos os que se revêem como Monárquicos, amantes da Cultura e da História: Começaram os ensaios para a representação da única Peça de Teatro sobre a grandiosa figura de Sua Majestade El Rei D.Carlos I, da autoria do grande Escritor e Poeta - Teixeira de Pascoaes -, escrita em Verso e que relembra personagens notáveis como o Conde Arnoso, o Conde de Sabugosa, a Rainha, entre outras grandes figuras da Época. A Peça tem a Direcção do grande encenador Carlos Avilez, e vai ser posta em Cena ainda este ano, pela prestigiada companhia do Teatro Experimental de Cascais, que foi fundada em 1965 e é hoje, considerada uma das grandes companhias portuguesas de Teatro. É com grande espectativa que o Grupo de Reflexão Monárquica "Pensar Real~Pensar Portugal", aguarda a estreia desta Peça que Honra a figura do Rei no ano em que se evocam os 100 Anos da sua trágica Morte. Lembramos que muitos dos que ajudaram a tombar o Regime, foram membros da "Camarilha" Monárquica e da Deslealdade entre Pares, onde alguns janotas e snobes não foram mais do que: verdadeiros impulsionadores da "Campanha de Ódio"! Deixamos aqui um apontamento da "Scena III" - I ACTO, da Peça de Teixeira de Pascoaes:
N'um café restaurante, ao rez do chão. Os Politicos.
(...) Em quanto o pano cáe lentamente, ouve-se na rua a voz do ALMA que veiu interromper a conversa animada dos politicos:
Lobos de olhos em sangue a deitar lume,
São os ódios, a uivar, a uivar, a uivar
N'esta sagrada terra que ao luar
Exála, á noite, um mistico perfume!

Negras paixões acordam rancorosas,
Afiando o ferro frio dos punhaes,
N'esta sagrada terra de olivaes,
De poentes de oiro e de manhãs de rosas!

O ódio vermelho e verde cresce, cresce
N'esta sagrada terra portugueza,
Onde a Virgem saudosa da tristeza
A' tardinha, murmura etérea prece!
O ódio vermelho e verde cresce... cresce...]
SITE OFICIAL - Teatro Experimental de Cascais:

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Pensar Portugal: Literatura em Destaque!

[ Pensar Real~Pensar Portugal, recomenda para tempo de férias a leitura sobre o assassinato de Sua Majestade o Rei D. Carlos I e a Família Real, época essa que animada por impulsionadores de "Campanhas de Ódio" contra o Rei e a Família Real, teve o trágico desenlace no Regicídio (1908). Este trágico acontecimento da História de Portugal tem inspirado escritores, historiadores e investigadores que em torno das Letras, têm publicado suas Obras, realizado Conferências e Exposições sobre a vida de Sua Majestade o Rei D.Carlos I, trazendo ao conhecimento público, a sua dedicação ao País e posicionamento em prol da defesa da Independência de Portugal no Mundo. A "Comissão D. Carlos 100 Anos", constituída sob o alto patrocínio da Fundação D Manuel II, foi criada como objectivo de evocar a vida e obra do Rei D. Carlos, durante todo o ano de 2008, quando passam 100 anos sobre o seu desaparecimento, pretendendo divulgar outros aspectos da sua personalidade evidenciada tanto na investigação Oceanográfica como nas Artes e no Desporto. A série de iniciativas desenvolvidas por esta Comissão, visa ainda projectar o pensamento do Rei D. Carlos no presente, em áreas como a política, militar, ambiental e cientifica, cultural e desportiva e também no campo da lusofonia, lançando bases para o estudo alargado sobre a dimensão politica e diplomática do Rei no plano nacional e internacional. S.A.R. o Duque de Bragança, prevê desenvolver até 2013, um "Programa de Acções" que permitirá a evocação de um reinado através de uma reflexão aprofundada sobre Portugal e sobre o Projecto da Nação nos nossos dias.
PUBLICAÇÕES EM DESTAQUE:
- O Regicídio - "Um Crime Quase Perfeito" - António Ramalho de Alemeida - Fronteira do Caos ; Edicções.
- Duelos e Atentados - Eduardo Nobre - Quimera; Edicções.
- Regícidio de 1908 - "Uma Certa Agonia" - Anibal Pinto de Faria - Civilização Editora.
- Regicídio - Maria Alice e Rui Tavares - Tinta da China; Edicções.
- O Regicídio - Rocha Martins - Bonecos Rebeldes; Edicções.
- D. Carlos - Direcção Joaquim Vieira - Fotobiografia Séc. XXI - Terra&Debates; Edicções.
- "Dossier Regicídio"- Mendo de Castro de Henriques; Tribuna da História.
- "Regicidio - A Contagem Decrescente" - Jorge Morais; Zéfiro.
- O Drama de Um Rei - Henrique Barrilaro Ruas - Com o Prefácio de S. A. R. o Duque de Bragança - Occidentalis; Editora. Publicação com o Apoio da Real de Lisboa.]

segunda-feira, 28 de julho de 2008

A Preocupação Ambientalista dos Reis de Portugal e o Dia Nacional da Conservação da Natureza.

[ Hoje dia 28 de Julho, é o Dia Nacional da Conservação da Natureza, data consagrada por deliberação do Governo em 1998, por ocasião do quinquagésimo aniversário da Liga para a Protecção da Natureza (LPN): A Associação de Defesa do Ambiente mais antiga da Península Ibérica. Nas Comemorações deste dia, recordamos El-Rey D. Afonso V : O "Africano". No seu Reinado passou-se o Equador, descobriram-se as Ilhas, incrementou-se os Descobrimentos, fizeram-se importantes Reformas e Legislou-se em Benefício da Conservação da Natureza! Amante do Renascimento da Caça e da Música, Melomano e Senhor de uma excelente Voz de Tenor, D. Afonso V foi o 12 Rei de Portugal. Em facetas da História que a História pouco conhece, salientamos hoje, no Dia Nacional da Conservação da Natureza, a importância relevante em que já no seu tempo El-Rey D. Afonso V, destacava na sua agenda política: Matérias relativas às preocupações Ambientalistas e determinantes da Defesa da Natureza. Hoje, o nosso Príncipe e nosso Rei, S.A.R. o Duque de Bragança, defende e dá Voz à Defesa da Natureza para que os Portugueses possam ter uma melhor qualidade de vida. Gonçalo Ribeiro Telles, uma grande referência de todos nós, tem também tido um papel importante, na Defesa Nacional da Conservação da Natureza e nas questões Ambientais, através do seu percurso e desempenho na vida política portuguesa.]
Viva Portugal!
Viva a Defesa do Ambiente!
Ricardo Abranches in:"A Preocupação Ambientalista dos Reis de Portugal e o Dia Nacional da Conservação da Natureza".
Sobre El-Rey D. Afonso V, pode-se ler na Wikipedia o seguinte:
"D. Afonso V, cognominado o Africano pelas conquistas que fez no norte de África, décimo segundo Rei de Portugal (terceiro da dinastia de Avis), nasceu em Sintra a 15 de Janeiro de 1432 e morreu na mesma vila a 28 de Agosto de 1481. Era filho do rei Duarte de Portugal e de sua mulher, a princesa Leonor de Aragão. Afonso V sucedeu a seu pai em 1438, com apenas seis anos. (...) Em 1442, D. Afonso torna-se no homem mais poderoso de Portugal e num dos mais ricos da Europa. D. Afonso V concentrou-se na expansão no Norte de África, iniciada em 1415 com a conquista de Ceuta. O cognome de “Africano” decorre das campanhas no Norte de África, em resposta ao apelo do Papa Calisto III à cruzada, na sequência da queda de Constantinopla em 1453 e consequente avanço turco na Europa; em 1458, conquistou Alcácer Ceguer e, em 1471, Arzila e Tânger, passando então a usar o título de Rei de Portugal e dos Algarves, de aquém e de além-mar em África. O seu reinado fica assinalado pela protecção das artes e das letras, tendo ainda sido publicadas as Ordenações Afonsinas, a primeira compilação de Leis do reino." (...)
FONTES:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_V_de_Portugal
http://dn.sapo.pt/2008/07/28/sociedade/pioneiros_defesa_natureza_homenagead.html
http://www.lpn.pt/site.html#35-PT

quarta-feira, 9 de julho de 2008

"Monarquias Abertas": S.A.R. o Duque de Bragança nas Jornadas no Fundão.

[ S.A.R. o Duque de Bragança encontra-se hoje no Fundão, para participar no debate “Crise alimentar nos centros urbanos”, e proceder ao encerramento da jornada de reflexão sobre os efeitos da crise na alimentação nas cidades e o desenvolvimento do mundo rural, organizada pelo Instituto da Democracia Portuguesa em parceria com a Associação de Beneficiários da Cova da Beira e com o apoio da Câmara Municipal do Fundão, liderada por Manuel Frexes, eleito pelo PSD, presidente dos Autarcas Sociais-Democratas (ASD). Nesta acção denominada "monarquias abertas", como lhes chamam os indefectíveis de Dom Duarte, participa um grupo de especialistas em várias áreas, como: Canaveira Campos (presidente do Instituto Cooperativo António Sérgio), Campos Neves (Instituto Superior de Fafe), general Rodolfo Bacelar Begonha (antigo director da Polícia Judiciária Militar nos governos de Cavaco), Manuel Pereira Barrocas, Gonçalo Ribeiro Telles, Manuel Ferreira dos Santos, Frederico Brotas de Carvalho (um dos autores do "Erro da Ota), Fernando Paulouro, Mendo Henriques e António Gomes. Como fazem os chefes de Estado há também lugar para a assinatura de protocolos com associações de agricultores de Castelo Branco, de beneficiários de regadios da Idanha e da Cova da Beira, UBI, Escola Superior Agrária de Castelo Branco, Universidade de Badajoz e a Direcção Regional de Agricultura. Em matérias da Política Agrícola, Portugal dedica 5% no total da área agrícola nacional à Agricultura Biológica, o país ocupa o nono lugar no ranking mundial. No âmbito da protecção do ambiente, a Agricultura Biológica é um método de produção agrícola que exclui a utilização de produtos químicos sintéticos ou alimentos genericamente modificados e que adere aos princípios de agricultura sustentável. Tem como principais objectivos: obter alimentos de elevada qualidade nutritivos, melhorar a fertilidade dos solos e eliminar todas as formas de poluição agrícola. Os estudos toxicológicos revelaram haver relação entre alguns pesticidas e certas patologias, como cancro, alergias e asma. As agriculturas biológicas são garantias de saúde e Portugal, adere cada vez mais à produção hortícula biológica de produtos cultivados, querendo conquistar novos consumidores e novos nichos de mercado. S.A.R. o Duque de Bragança, tem sido desde sempre: Grande impulsionador da Agricultura Biológica! O grupo de reflexão Monárquica "Pensar Real - Pensar Portugal", felicita o Instituto da Democracia Portuguesa, por esta iniciativa.]