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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Museu do Papel de Santa Maria da Feira: A Arte de Fazer Papel com mais de 300 Anos de História [ Semana Aberta até 31 Out ]


[ Até ao próximo domingo, 31 de Outubro, o Museu do Papel Terras de Santa Maria, em Paços de Brandão, promove visitas guiadas gratuitas aos diferentes espaços expositivos do Museu, num horário contínuo, das 10h00 às 21h00. "A criação de um museu monográfico dedicado à História do Papel, justifica-se pela importância que, desde 1708, a indústria do papel teve no concelho de Santa Maria da Feira e em vários concelhos vizinhos que integram uma vasta região da antiga Terra de Santa Maria. Inaugurado em 26 de Outubro de 2001, o Museu do Papel Terras de Santa Maria constitui o primeiro espaço museológico dedicado à História do Papel em Portugal. Simultaneamente, esta nova proposta museográfica dedicada à História do Papel veio preencher uma lacuna na Museologia Industrial Portuguesa. O Museu do Papel, sendo propriedade da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, está integrado na Divisão de Acção Cultural e Turismo da sua tutela." Mantendo viva a arte de fazer papel de uma região papeleira com mais de 300 anos de História, o Museu do Papel Terras de Santa Maria, foi visitado, desde a sua abertura em Outubro de 2001, por cerca de 100 mil pessoas.]
MUSEU DO PAPEL SANTA MARIA DA FEIRA:
http://www.museudopapel.org/pagina,1,1.aspx

Semana Aberta
ENTRADA LIVRE das 10h00 às 21h00
INFORMAÇÕES:
tel. 227 442 947
e-mail geral@museudopapel.org

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Estufa Real do Rei D. Luís I: "A grande inovação do Real Jardim Botânico!"

[ “Jardim do século XVIII, final do barroco, espaço de rigor geométrico, foi o primeiro jardim botânico português, devendo ser considerado como a primeira e a mais importante instituição dedicada à cultura da história natural do País." Após o terramoto de 1 de Novembro de 1755, o Marquês de Pombal mandara construir na Ajuda, nessa época subúrbio da capital, um edifício de madeira, abrigo e residência provisória da Família Real, que ficou conhecido pelo nome de «Paço Velho», e que, no reinado de D. Maria I, desapareceu devido a um incêndio. Para implantação do Real Jardim Botânico, no sítio de Nossa Senhora da Ajuda, D. José I comprou ao conde da Ponte a quinta que este possuía junto ao Paço da Ajuda. Inicialmente esta quinta destinou-se à cultura de frutas e hortaliças necessárias ao Palácio Real. Por influência de Miguel Franzini, professor dos príncipes D. José e D. João, netos do rei e filhos da que viria posteriormente a subir ao trono com o nome de D. Maria I, foi projectado o 15.º Jardim Botânico da Europa. Destinava-se o jardim, tal como o Museu de História Natural e o Gabinete de Física, instalados num edifício próximo, à educação dos príncipes, em particular a D. José, então com 15 anos e destinado a suceder a sua mãe, caso não tivesse falecido. Na Europa, já desde 1543 se vinham a construir jardins botânicos destinados a instruir todos os que quisessem estudar os enigmas do mundo vegetal, podendo citar-se, nomeadamente, os de Pisa, Pádua, Bolonha, Montpellier, Estrasburgo, Paris e Madrid. Inicialmente denominado "Real Jardim Botânico da Ajuda", chegou a receber plantas vivas e sementes dos jardins botânicos de todo o mundo, tendo coleccionado mais de 5000 espécies. Considerado um dos melhores exemplos que podem encontrar-se do que foram os jardins botânicos no século XVI e parte do XVII, o jardim e o museu foram abertos ao público por ordem de D. João VI. Mas a grande inovação do Real Jardim Botânico, ocorre no reinado de D. Luís I, com a edificação da Estufa das Orquideas! "A grande inovação desta estufa residia no facto de estar parcialmente enterrada. O isolamento dado pelo solo evitava as perdas de calor durante os meses mais frios e reduzia o aquecimento excessivo da estufa durante o Verão, conduzindo a baixas amplitudes térmicas ao longo do ano com importante economia de energia. Durante os anos de 1980, este mesmo princípio foi aplicado no desenvolvimento de uma estufa protótipo destinada ao cultivo de plantas ornamentais, em Almeria, Espanha, tendo então sido apresentada como grande inovação. Tinham entretanto passado cem anos desde a construção da Estufa das Orquídeas!" ]
ESTUFA DAS ORQUIDEAS:
http://www.jardimbotanicodajuda.com/1ojardim/14visitavirtual/
arquitectura/estufa_orq/Estufa_orq.html
JARDIM BOTÂNICO DA AJUDA:
http://www.isa.utl.pt/home/node/906
REI D.LUÍS I DE PORTUGAL:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_I_de_Portugal

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Jornadas Europeias do Património: Homenagem a Alexandre Herculano - Bicentenário do seu nascimento

[ A Direcção-Geral de Arquivos e o Arquivo Nacional da Torre do Tombo dão a conhecer hoje pelas 16Hoo, trabalhos de salvaguarda e divulgação do património arquivístico, prestando também homenagem ao labor de Alexandre Herculano, no ano do bicentenário do seu nascimento. A iniciativa decorre no âmbito das Jornadas Europeias do Património e em articulação com o Colóquio Internacional “Quando Portugal era Reino de Leão: Cultura e Identidade antes de D. Afonso Henriques”, organizado pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. ]
Programa:
16h00 - Assinatura do contrato de depósito, no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, do Arquivo dos Condes da Ponte, séc. XV – XIX
16h15 - Apresentação da digitalização e disponibilização ao público do Arquivo da Academia Nacional de Belas Artes
16h30 - Apresentação do Liber TestamentorumCoenobii Laurbanensis, cartulário do séc. XII
17h00 - Intervenção do Secretário de Estado da Cultura
17h15 - Inauguração de uma exposição virtual, em que também estarão patentes alguns documentos originais do Mosteiro do Lorvão.

ALEXANDRE HERCULANO:

Torre do Tombo:" O Valor Patrimonial dos Arquivos de Família dos Condes da Ponte"

[ O secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, estará hoje às 16H00 na Torre do Tombo, em Lisboa, na apresentação ao público da edição fac-similada e estudos do “Liber Testamentorum Coenobii Laurbanensis”, um cartulário do século XII. Sumavielle abre também a exposição virtual de algumas obras do Mosteiro do Lorvão, sendo expostos alguns documentos originais. No âmbito desta cerimónia será assinado o contrato de depósito, no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, do Arquivo de Família dos Condes da Ponte (séculos XV-XIX). A nota do Ministério, afirma que esta assinatura sublinha “o valor patrimonial dos Arquivos de Família - detentores de memórias individuais e colectivas, que são parte integrante do nosso património documental”. (Conde da Ponte foi um título criado por carta de 16 de Maio de 1661, do Rei D. Afonso VI de Portugal, a favor de Francisco de Melo e Torres, o 1.º marquês de Sande.) ]
FONTES & VER+EM:
http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=35339

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Oceanografia:El-Rei D. Carlos de Portugal- "Um dos Pioneiros Mundiais na História da Oceanografia de mérito Internacional"

[ "D. Carlos nasceu em Lisboa, no Palácio da Ajuda, a 28 de Setembro de 1863. Filho de D. Maria de Sabóia e de D. Luís I, foi educado para ser rei, tendo revelado desde muito cedo uma forte aptidão para as artes, para o desporto e ainda para a observação da natureza. Herda de seu pai a paixão pelo mar que se irá reflectir na sua obra artística e científica. A 22 de Maio de 1886 casa com D. Amélia de Orleães, filha dos Condes de Paris, de quem teve dois filhos: o Príncipe D. Luís Filipe e o infante D. Manuel, que viria a ser o último rei de Portugal. Com a morte do pai, em 19 de Outubro de 1889, é confrontado com grandes dificuldades sociais e políticas que encara com coragem e lucidez. No entanto, apesar do destaque que adquiriu a nível científico, tanto nacional como internacionalmente, não foi capaz de resolver os graves problemas políticos resultantes, por um lado, de uma profunda crise interna, e por outro, pelo ambiente internacional, favorável ao desaparecimento das monarquias na Europa. A 1 de Fevereiro de 1908, quando a Família Real regressava de Vila Viçosa com destino a Lisboa, sofre um atentado em pleno Terreiro do Paço. D. Carlos é vitimado, bem como o seu filho mais velho, o Príncipe herdeiro D. Luís Filipe. D. Manuel, o segundo filho, é aclamado Rei de Portugal. Dois anos mais tarde é implantada a República e a Família Real abandona o país com destino a Inglaterra."
CAMPANHAS OCEANOGRÁFICAS:
D. Carlos de Bragança, Rei de Portugal entre 1889 e 1908, dedicou-se com assinalável sucesso a um conjunto diversificado de actividades de que se destacam a Arte e alguns ramos da Ciência, tal como a Ornitologia e a Oceanografia. Neste campo pode mesmo considerar-se como um dos pioneiros mundiais, tendo deixado uma obra de reconhecido mérito. Influenciado pelo crescente interesse do Homem pelo estudo do mar registado no século passado, D. Carlos decidiu explorar cientificamente o nosso mar. Depois de uma cuidadosa preparação, e auxiliado por um valoroso conjunto de colaboradores, de entre os quais se destaca Albert Girard, D. Carlos deu início, a 1 de Setembro de 1896, à primeira de doze Campanhas Oceanográficas (1896-1907) realizadas na costa portuguesa, com o objectivo principal de estudar a Fauna Marinha. O estudo dos peixes, mereceu desde logo particular atenção, dada a enorme importância económica da indústria piscatória em Portugal. A intensa actividade oceanográfica desenvolvida passa ainda por campos tão diversos como o estudo das correntes ou da topografia dos fundos marítimos, tendo inclusivamente chegado a reconhecer a existência de profundos vales submarinos próximo da costa, na região do Cabo Espichel.
DIVULGAÇÃO CIENTIFICA::
É de salientar o extraordinário papel desempenhado por D. Carlos no domínio da divulgação científica, fazendo chegar ao conhecimento público os resultados das suas campanhas oceanográficas, organizando exposições com o material zoológico recolhido ou ainda com istrumentos de uso corrente em oceanografia e aparelhos de pesca. D. Carlos publicou também diversas obras de reconhecido mérito científico, de entre as quais se destacam "Resultados das Investigações Scientificas feitas a bordo do Yacht "Amélia" . Pescas marítimas. I. - A Pesca do Atum no Algarve em 1898 e II- Esqualos obtidos nas campanhas de 1896 a 1903 efectuadas a bordo do "Yacht Amelia".
O mérito da sua obra foi internacionalmente reconhecido, como o demonstram os numerosos diplomas que lhe foram conferidos pelas mais prestigiadas instituições científicas da época. ]
SITE AQUÁRIO VASCO DA GAMA:
http://aquariovgama.marinha.pt/PT/museu/Pages/rei_carlos.aspx

quarta-feira, 14 de julho de 2010

450 anos da Confraria da Rainha Santa Isabel:Exposição Sala D.João III [Coimbra]


[ A Sala D. João III do Arquivo da Universidade de Coimbra, irá receber no dia 15 de Julho, pelas 16 horas, a inauguração da exposição documental "450 Anos da Confraria da Rainha Santa Isabel", que estará aberta ao público até dia 29 de Outubro. A exposição documental e bibliográfica dá a conhecer cerca de 60 documentos e obras valiosas da Confraria, do Arquivo da Universidade de Coimbra, da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra e do Museu Nacional de Machado de Castro. "O espólio em exposição, constituído por documentos, em papel e em pergaminho, códices, ícones, medalhas, artefactos, fotografias, obras impressas e cartazes está organizada em seis temáticas: antigo e o novo Mosteiro de Santa Clara, o Culto à Rainha Santa Isabel, a Real Confraria da Rainha Santa Isabel, a Confraria e os Confrades, a Assistência Social da Confraria, a produção editorial sobre a Rainha Santa e a Confraria. Salientamos a descrição da primeira abertura do túmulo da Rainha Santa, onde os médicos presentes narram as suas impressões sobre o excelente estado de conservação em que encontraram o corpo; os primeiros estatutos da Confraria da Rainha Santa Isabel, publicados em 1560; as assinaturas autógrafas dos Reis D. Luís, D. Maria Pia, de D. Carlos, D. Amélia e de D. Manuel II no livro de honra da Confraria; uma carta do escultor Teixeira Lopes a informar, em Janeiro de 1896, que continua a trabalhar na “estátua” da Rainha Santa e um Missal do séc. XVII forrado com parte do veludo que serviu de cobertura ao rosto da Rainha Santa depois da primeira abertura." A Entrada é Livre! ]
FONTES & VER-EM:

http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=80623

terça-feira, 22 de junho de 2010

Rei D.Carlos I:Exposição de Fotografias de autoria de S.M.El Rei D. Carlos de Portugal [Castelo de Vila Viçosa até Setembro 2010]


[ Está patente até Setembro, na sala de exposições temporárias do Castelo de Vila Viçosa, uma exposição de fotografia, designada "D. Carlos I, Fotógrafo amador”, registadas por S. M. El Rei D.Carlos I de Portugal. "O Arquivo Fotográfico do Paço Ducal de Vila Viçosa é constituído por um núcleo de cerca de cinquenta álbuns de família (cerca de 2000 fotos), muitos deles organizados pelo próprio Rei a bordo do Yacht Amélia. Deve mencionar-se ainda um conjunto de maços com fotografias de D. Carlos I, perto de mil, em que muitas são idênticas, com o objectivo de serem oferecidas, pois estão coladas no cartão, identificadas, datadas e assinadas. Além disto, existem os álbuns e os maços das visitas reais, das fotografias oficiais e das cerimónias protocolares (cerca de 7000), oferecidas pelos melhores fotógrafos da época. Nas vitrinas estão expostos alguns jornais e revistas da época, assinados pelo Rei, bem como dois álbuns, um de D. Luís Filipe e outro de D. Carlos I. Do espólio da mostra faz igualmente parte uma lanterna mágica, antecessora do projector de diapositivos; e um estereoscópio que permite ver em simultâneo duas imagens para se obter uma única." ]

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Nau Portuguesa do Século XVIII descoberta no Brasil [ Media ]

[ Foi descoberto por uma equipa de mergulhadores, perto da baia de Guanabara, no Rio de Janeiro, restos de uma embarcação portuguesa do século XVIII. Escreve o jornal “Globo” que a Nau Portuguesa terá naufragado com um tesouro avaliado em 670 milhões de euros. Viajava da China para Lisboa quando, numa escala no Brasil, se afundou carregada com 136 peças de porcelana chinesa da era da terceira Dinastia Qing. Uma era da qual há apenas um vaso num museu imperial chinês. Segundo os especialistas, serão agora necessários cerca de 196 mil euros para desenterrar parte da nau e mais de um milhão de euros para a trazer à superfície. Pensar Real~Pensar Portugal, destaca as descobertas que recordam a Epopeia Marítima Portuguesa e a importãncia que Portugal teve no Mundo de então. ]
FONTES & VER+EM:

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Obras de Ourivesaria da Corte Portuguesa dos Séculos XVIII e XIX [Exposição 18 Out]

[ Pensar Real~Pensar Portugal divulga que no próximo domingo dia 18 de Outubro, pelas 15 Horas, estará aberta ao público a visita expositiva intitulada: HISTÓRIA DE UM CONJUNTO DE PRATA DE APARATO SÉCS. XVIII-XIX. Segundo o texto ilustrativo que consta no Site do Palácio da Ajuda sobre esta iniciativa: "Nesta visita será apresentado um conjunto de obras de ourivesaria composto por 22 salvas de prata dourada lavrada, entre outras peças. Este conjunto, referido em documentação da Casa Real Portuguesa como “prata do Lava Pés” constitui a principal prata de aparato da Coroa, actuando como expressão da magnificência régia nos cenários dos principais cerimoniais da Corte Portuguesa dos séculos XVIII e XIX. ]
Próximo Domingo 18 de Outubro 15h00
Sujeito a marcação prévia 6€

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Leilão de Moedas dos Reinados de: D.João V; D. Jose I; D. Miguel; D.Pedro II e D.Luís

[ O Movimento Pensar Real ~Pensar Portugal destaca o octogésimo leilão que a Numisma promove hoje, no hotel Tiara Park Hotel, em Lisboa, com um lote de moedas de ouro portuguesas e brasileiras dos séculos XVIII e XIX, além de meia macuta, moeda angolana cunhada em 1851. Segundo disse à Agência Lusa o director da Numisma, Javier Salgado, o principal interesse do leilão vai para as moedas de ouro do Brasil e de Portugal, batidas entre os reinados de D. Pedro II e D. Luís, princípios do século XVIII até finais de XIX, que têm sempre muita saída. A Numisma, empresa fundada em 1976 e que a partir de 1989 se lançou na organização de leilões de moedas em Portugal, realiza entre quatro a cinco leilões por ano. Uma moeda de meia macuta de Angola em cobre, do tempo de D. Miguel (1831), vai à praça, com um preço base de 25 000 euros, no leilão da Numisma. A moeda está classificada pelos especialistas como sendo da mais alta raridade. São apenas conhecidos três exemplares. A macuta foi uma unidade monetária introduzida em Angola por D. José I, foi cunhada em prata e cobre circulou até 1928. O catálogo do 80º leilão da Numisma apresenta uma centena de lotes de moedas de ouro batidas nos reinados de D. João V e D. José I, dos quais se destaca o Dobrão de 1724, que tem valor de licitação de 10 000 euros. ]
REIS DE PORTUGAL:
FONTES & VER+EM:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=391982
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=6137B867-99E4-4B5C-86FA-67150C07BC71&channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013
http://www.angonoticias.com/full_headlines.php?id=23849

segunda-feira, 9 de março de 2009

BBC - Brasil: Visita a Biblioteca Joanina em Coimbra [Património Real nos Media]

[ O Movimento Pensar Real ~ Pensar Portugal que hoje dá destaque à reunião magna do Conselho Nacional da Juventude Monárquica, que juntou os jovens em Coimbra no passado mês de Fevereiro, faz questão de editar a peça jornalistica realizada pela BBC-Brasil e que está disponível na Internet, na visita à Biblioteca Joanina em Coimbra, aquela que é reconhecida como uma das mais originais e espectaculares bibliotecas barrocas europeias, erguida na Cidade que foi Panteão do Primeiro Rei de Portugal!
"O professor Carlos Fiolhais, diretor da Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra, convida os internautas a conhecer "um tesouro que guarda riquezas da língua portuguesa". A Biblioteca Joanina, que tem este nome em homenagem ao Rei D. João V, reúne cerca de 60 mil livros, guardando a memória da língua portuguesa. O monarca responsável pela construção da biblioteca ocupa o lugar central do prédio, em uma posição comparável a de um altar em uma igreja. Ao seu redor, prateleiras decoradas com ouro, mesas de madeiras vindas do Brasil e afrescos com referências à sabedoria, às artes e às ciências. ]

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Pintor Francisco Vieira: Cronologia da Faculdade de Belas Artes do Porto [2009]

[ O Movimento Pensar Real ~Pensar Portugal, não quer deixar de publicar neste Blog, esta breve cronologia que está disponível no Site da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, sobre Francisco Vieira, o Primeiro Pintor da Câmara e Corte, e lente da mesma Academia: Por Ordem de Sua Alteza Real.
"1800 - Francisco Vieira Portuense é nomeado para o cargo de Lente da Aula de Desenho.
1802 - Em edital de 10 de Junho, a Junta da Administração da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro anuncia para o dia 14 a abertura da Aula de Desenho. Dirigida pelo Lente Francisco Vieira, é instalada no Hospício dos religiosos de Santo António da província da Soledade, situado na Lameda da cidade do Porto (depois Cordoaria, hoje Campo dos Mártires da Pátria).
1802 - A 14 de Junho, conforme anunciado, Francisco Vieira profere o seu discurso de abertura da Aula de Desenho.
1802 - Em Novembro, Vieira ausenta-se do Porto sendo as aulas asseguradas pelo pai, Domingos Francisco Vieira, na qualidade de Lente Substituto, até Junho de 1803.
1803 - Publicação do “Discurso feito na abertura da Academia de Desenho na Cidade do Porto por Francisco Vieira Junior, Primeiro Pintor da Câmara e Corte, e lente da mesma Academia. Por Ordem de Sua Alteza Real”
1803 - A 1 de Outubro, Vieira é nomeado Director da Aula de Desenho por Carta Régia.
1805 - A 2 de Maio Vieira Portuense morre no Funchal para onde se deslocara no mês anterior por motivo de doença.
1779 - Por iniciativa da Junta da Administração da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro no Porto é criada a Aula Pública de Debuxo e Desenho por decreto de D. Maria I, de 27 de Novembro.
1906 - A Academia empresta obras do seu acervo para a realização da primeira grande exposição dedicada a Vieira Portuense, na comemoração do centenário do pintor."
]

SITE FACULDADE DAS BELAS ARTES DO PORTO:
http://cron.fba.up.pt/cron/personalidades_resultado.asp?personalidade=57&Submit=OK

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

"A21- Arqueologia na Auto-estrada": Mafra expõe descoberta do Neolítico à Idade Moderna

[ Hoje, dia 12 de Fevereiro, pelas 17h00, a Autarquia de Mafra, faz a primeira apresentação dos resultados, correspondentes a uma das maiores concentrações de fornos existentes em território europeu, numa exposição patente no Complexo Cultural Quinta da Raposa. A construção da A21 e das suas ligações permitiu, através do acompanhamento arqueológico das etapas da obra, fazer uma autêntica pesquisa histórica da ocupação humana do Concelho. As escavações arqueológicas efectuadas no âmbito da A21 (Ericeira/ Mafra/ Malveira/ A8) e das suas ligações, num total de 26 sítios intervencionados ao longo do traçado, permitem efectuar uma autêntica “viagem do tempo”, desde o Neolítico (cerca de 5000 a.C.) até à Idade Moderna. "É uma via de comunicação do futuro que permite conhecer o passado!" Esta descoberta serve de tema à exposição "A21 – Arqueologia na Auto-estrada" patente ao público no Complexo Cultural Quinta da Raposa e que será complementada através da realização de um programa de sessões pedagógicas denominado “Arqueologia às escuras”. Nestas actividades, programadas para 14 de Março, 28 de Março e 18 de Abril, os participantes poderão manusear réplicas dos artefactos mais significativos de cada período cronológico, permitindo que o público invisual sinta os objectos, conheça a sua forma, peso, cheiro e os associe ao período respeitante. Este desafio é também lançado ao público em geral. Paralelamente à citada exposição, a Câmara Municipal disponibiliza ao público, no Claustro Sul do Palácio Nacional de Mafra, a partir de hoje até 16 de Março, a mostra Uma via(gem) pelos tempos…, que permite visualizar a evolução das vias de comunicação no território de Mafra: Via Romana, Real Calçada, Macadame, Revestimento Betuminoso e Auto-Estrada. "Este conjunto de 110 fornos do neolítico corresponde a uma das maiores concentrações de fornos existentes em território europeu", afirmou hoje à Lusa, Ana Catarina Sousa, arqueóloga responsável pelas escavações. "Além da quantidade de fornos do neolítico, encontrámos mais um forno romano, outro da Idade Média e da Idade Moderna, o que significa que o Homem ocupou este território e com uma mesma estratégia: a exploração de argila", acrescentou Ana Sousa que também pertence ao gabinete de arqueologia da Câmara de Mafra. "As peças datam de vários períodos desde o neolítico, calcolítico, idade do bronze, período romano, antiguidade tardia, medieval islâmico e idade moderna além de fornos de cal dos séculos XVII e XVIII contemporâneos da construção do Palácio de Mafra". ]
FONTES & VER+MAIS:

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

D. Carlos de Bragança:Pai da Oceanografia Portuguesa e "Rei Sábio" aberto ao Mundo

[ «As numerosas investigações oceanographicas, que as nações estrangeiras têem realizado n’estes últimos annos, com tão profícuos resultados, a importancia que esta ordem de estudos tem para a industria da pesca, uma das principaes do nosso paiz, e a excepcional variedade de condições bathymetricas, que apresenta o mar que banha as nossas costas, sugeriram-nos no anno findo a idéa de explorar scientificamente o nosso mar, e o dar a conhecer, por meio de um estudo regular, não só a fauna do nosso plan’alto continental, mas também a dos abysmos, que, exemplo quasi unico na Europa, se encontram em certos pontos, a poucas milhas da costa.» Com estas palavras o Rei D. Carlos iniciou a publicação (1897) dos resultados preliminares do seu primeiro cruzeiro em Setembro de 1896, a bordo do iate Amélia, assim chamado em honra da sua Rainha.D. Carlos de Bragança reinou entre 1889 e 1908. Era uma pessoa muito inteligente e sensível, bastante interessado em todos os aspectos do humanismo. Era um pintor talentoso e até publicou um catálogo das aves de Portugal, sumptuosamente ilustrado. Como ele próprio escreveu, nutria desde a infância a passion de la mer [paixão pelo mar], era pois natural que um dos seus interesses fosse o mar e tudo o que aí residia. As actividades oceanográficas de D. Carlos foram mostradas ao público em várias exposições nacionais e internacionais. Espécimes, redes, instrumentos e desenhos, tudo foi cuidadosamente preparado por Girard para ser exibido nas exposições de 1897, na Escola Politécnica, 1898 no Aquário Vasco da Gama, 1902 e 1903-1904 no Porto, 1904 na Exposição Oceanográfica Internacional na Sociedade de Geografia de Lisboa e finalmente em 1906 em Milão. Depois da morte do Rei muitas peças foram ainda exibidas no Rio de Janeiro. D. Carlos também enviou algum material dos seus cruzeiros (peixes e invertebrados) para as colecções do Museu Nacional de História Natural de Paris e para o Museu Britânico (História Natural). Estes espécimes ainda existem. A actividade oceanográfica do Rei D. Carlos de Bragança abriu as portas a uma disciplina completamente nova em Portugal.Para um homem sempre preocupado com problemas políticos sérios é notável que tenha encontrado paz de espírito para realizar actividades científicas. Estas foram para ele o «meu repouso e a minha recreação» como escreveu ao Príncipe Alberto. «O monarca sábio» como lhe chamou o Príncipe do Mónaco, foi sem dúvida o pai da oceanografia portuguesa. Foi assassinado nas ruas de Lisboa, pelos seus oponentes políticos, em 1 de Fevereiro de 1908, no seu 45º ano de vida – uma morte trágica para o campo de exploração que tanto o apaixonou.]
in Ciência em Portugal - Personagens e Episódios. Instituto Camões 2008.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Constituição da Vila de Sines: Livro I - "In Chancelaria Régia do Rei Dom Pedro I"

[ Sobre a constituição da Vila de Sines, Pensar Real~Pensar Portugal destaca o seguinte texto da época: "D. Pedro pela graça de Deus, Rei de Portugal e do Algarve A quantos esta carta virem faço saber que os Homens Bons de Sines me enviaram dizer que se fosse minha mercê de os fazer isentos da sujeição de Santiago do Cacém cuja aldeia era e que fosse vila per si que eles se queriam cercar e fazer aquele muro que ora começaram por si E pediram-me por mercê que os quisesse isentos e livres da dita jurisdição e lhes outorgasse que esse lugar de Sines fosse vila per si e houvesse jurisdição de si e juízes para fazerem justiça e direito (...) E eu vendo o que me rogaram e analisando os prós e os contras da situação geográfica desta minha terra porque aquele lugar está em aquela costa de mar E porque estando assim descercado podia por aí a minha terra recear grande dano. E querendo fazer graça e mercê aos ditos lugares de Sines Tenho por bem e mando que o dito lugar de Sines seja isento da sujeição de Santiago do Cacém cuja aldeia era e que seja vila per si." (ortografia actualizada) - (In Chancelaria Régia de Dom Pedro I - Livro I, fólio 50, 2ª coluna. Nota: O foral de Sines foi outorgado por Dom Manuel I, em 1512)". ]
FONTES & VER+EM: