[ Até ao próximo domingo, 31 de Outubro, o Museu do Papel Terras de Santa Maria, em Paços de Brandão, promove visitas guiadas gratuitas aos diferentes espaços expositivos do Museu, num horário contínuo, das 10h00 às 21h00. "A criação de um museu monográfico dedicado à História do Papel, justifica-se pela importância que, desde 1708, a indústria do papel teve no concelho de Santa Maria da Feira e em vários concelhos vizinhos que integram uma vasta região da antiga Terra de Santa Maria. Inaugurado em 26 de Outubro de 2001, o Museu do Papel Terras de Santa Maria constitui o primeiro espaço museológico dedicado à História do Papel em Portugal. Simultaneamente, esta nova proposta museográfica dedicada à História do Papel veio preencher uma lacuna na Museologia Industrial Portuguesa. O Museu do Papel, sendo propriedade da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, está integrado na Divisão de Acção Cultural e Turismo da sua tutela." Mantendo viva a arte de fazer papel de uma região papeleira com mais de 300 anos de História, o Museu do Papel Terras de Santa Maria, foi visitado, desde a sua abertura em Outubro de 2001, por cerca de 100 mil pessoas.]
MUSEU DO PAPEL SANTA MARIA DA FEIRA:
http://www.museudopapel.org/pagina,1,1.aspx
Semana Aberta ENTRADA LIVRE das 10h00 às 21h00
INFORMAÇÕES:
tel. 227 442 947
e-mail geral@museudopapel.org
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Museu do Papel de Santa Maria da Feira: A Arte de Fazer Papel com mais de 300 Anos de História [ Semana Aberta até 31 Out ]
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Estufa Real do Rei D. Luís I: "A grande inovação do Real Jardim Botânico!"
[ “Jardim do século XVIII, final do barroco, espaço de rigor geométrico, foi o primeiro jardim botânico português, devendo ser considerado como a primeira e a mais importante instituição dedicada à cultura da história natural do País." Após o terramoto de 1 de Novembro de 1755, o Marquês de Pombal mandara construir na Ajuda, nessa época subúrbio da capital, um edifício de madeira, abrigo e residência provisória da Família Real, que ficou conhecido pelo nome de «Paço Velho», e que, no reinado de D. Maria I, desapareceu devido a um incêndio. Para implantação do Real Jardim Botânico, no sítio de Nossa Senhora da Ajuda, D. José I comprou ao conde da Ponte a quinta que este possuía junto ao Paço da Ajuda. Inicialmente esta quinta destinou-se à cultura de frutas e hortaliças necessárias ao Palácio Real. Por influência de Miguel Franzini, professor dos príncipes D. José e D. João, netos do rei e filhos da que viria posteriormente a subir ao trono com o nome de D. Maria I, foi projectado o 15.º Jardim Botânico da Europa. Destinava-se o jardim, tal como o Museu de História Natural e o Gabinete de Física, instalados num edifício próximo, à educação dos príncipes, em particular a D. José, então com 15 anos e destinado a suceder a sua mãe, caso não tivesse falecido. Na Europa, já desde 1543 se vinham a construir jardins botânicos destinados a instruir todos os que quisessem estudar os enigmas do mundo vegetal, podendo citar-se, nomeadamente, os de Pisa, Pádua, Bolonha, Montpellier, Estrasburgo, Paris e Madrid. Inicialmente denominado "Real Jardim Botânico da Ajuda", chegou a receber plantas vivas e sementes dos jardins botânicos de todo o mundo, tendo coleccionado mais de 5000 espécies. Considerado um dos melhores exemplos que podem encontrar-se do que foram os jardins botânicos no século XVI e parte do XVII, o jardim e o museu foram abertos ao público por ordem de D. João VI. Mas a grande inovação do Real Jardim Botânico, ocorre no reinado de D. Luís I, com a edificação da Estufa das Orquideas! "A grande inovação desta estufa residia no facto de estar parcialmente enterrada. O isolamento dado pelo solo evitava as perdas de calor durante os meses mais frios e reduzia o aquecimento excessivo da estufa durante o Verão, conduzindo a baixas amplitudes térmicas ao longo do ano com importante economia de energia. Durante os anos de 1980, este mesmo princípio foi aplicado no desenvolvimento de uma estufa protótipo destinada ao cultivo de plantas ornamentais, em Almeria, Espanha, tendo então sido apresentada como grande inovação. Tinham entretanto passado cem anos desde a construção da Estufa das Orquídeas!" ]ESTUFA DAS ORQUIDEAS:
http://www.jardimbotanicodajuda.com/1ojardim/14visitavirtual/arquitectura/estufa_orq/Estufa_orq.html
http://www.jardimbotanicodajuda.com/1ojardim/14visitavirtual/v2_arquitectura.html
http://www.isa.utl.pt/home/node/906
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Jornadas Europeias do Património: Homenagem a Alexandre Herculano - Bicentenário do seu nascimento
[ A Direcção-Geral de Arquivos e o Arquivo Nacional da Torre do Tombo dão a conhecer hoje pelas 16Hoo, trabalhos de salvaguarda e divulgação do património arquivístico, prestando também homenagem ao labor de Alexandre Herculano, no ano do bicentenário do seu nascimento. A iniciativa decorre no âmbito das Jornadas Europeias do Património e em articulação com o Colóquio Internacional “Quando Portugal era Reino de Leão: Cultura e Identidade antes de D. Afonso Henriques”, organizado pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. ]Programa:
16h00 - Assinatura do contrato de depósito, no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, do Arquivo dos Condes da Ponte, séc. XV – XIX
16h30 - Apresentação do Liber TestamentorumCoenobii Laurbanensis, cartulário do séc. XII
17h00 - Intervenção do Secretário de Estado da Cultura
17h15 - Inauguração de uma exposição virtual, em que também estarão patentes alguns documentos originais do Mosteiro do Lorvão.
ALEXANDRE HERCULANO:
FONTES & VER+EM:
Torre do Tombo:" O Valor Patrimonial dos Arquivos de Família dos Condes da Ponte"
[ O secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, estará hoje às 16H00 na Torre do Tombo, em Lisboa, na apresentação ao público da edição fac-similada e estudos do “Liber Testamentorum Coenobii Laurbanensis”, um cartulário do século XII. Sumavielle abre também a exposição virtual de algumas obras do Mosteiro do Lorvão, sendo expostos alguns documentos originais. No âmbito desta cerimónia será assinado o contrato de depósito, no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, do Arquivo de Família dos Condes da Ponte (séculos XV-XIX). A nota do Ministério, afirma que esta assinatura sublinha “o valor patrimonial dos Arquivos de Família - detentores de memórias individuais e colectivas, que são parte integrante do nosso património documental”. (Conde da Ponte foi um título criado por carta de 16 de Maio de 1661, do Rei D. Afonso VI de Portugal, a favor de Francisco de Melo e Torres, o 1.º marquês de Sande.) ]FONTES & VER+EM:
http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=35339
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Oceanografia:El-Rei D. Carlos de Portugal- "Um dos Pioneiros Mundiais na História da Oceanografia de mérito Internacional"
CAMPANHAS OCEANOGRÁFICAS:
D. Carlos de Bragança, Rei de Portugal entre 1889 e 1908, dedicou-se com assinalável sucesso a um conjunto diversificado de actividades de que se destacam a Arte e alguns ramos da Ciência, tal como a Ornitologia e a Oceanografia. Neste campo pode mesmo considerar-se como um dos pioneiros mundiais, tendo deixado uma obra de reconhecido mérito. Influenciado pelo crescente interesse do Homem pelo estudo do mar registado no século passado, D. Carlos decidiu explorar cientificamente o nosso mar. Depois de uma cuidadosa preparação, e auxiliado por um valoroso conjunto de colaboradores, de entre os quais se destaca Albert Girard, D. Carlos deu início, a 1 de Setembro de 1896, à primeira de doze Campanhas Oceanográficas (1896-1907) realizadas na costa portuguesa, com o objectivo principal de estudar a Fauna Marinha. O estudo dos peixes, mereceu desde logo particular atenção, dada a enorme importância económica da indústria piscatória em Portugal. A intensa actividade oceanográfica desenvolvida passa ainda por campos tão diversos como o estudo das correntes ou da topografia dos fundos marítimos, tendo inclusivamente chegado a reconhecer a existência de profundos vales submarinos próximo da costa, na região do Cabo Espichel.
DIVULGAÇÃO CIENTIFICA::
É de salientar o extraordinário papel desempenhado por D. Carlos no domínio da divulgação científica, fazendo chegar ao conhecimento público os resultados das suas campanhas oceanográficas, organizando exposições com o material zoológico recolhido ou ainda com istrumentos de uso corrente em oceanografia e aparelhos de pesca. D. Carlos publicou também diversas obras de reconhecido mérito científico, de entre as quais se destacam "Resultados das Investigações Scientificas feitas a bordo do Yacht "Amélia" . Pescas marítimas. I. - A Pesca do Atum no Algarve em 1898 e II- Esqualos obtidos nas campanhas de 1896 a 1903 efectuadas a bordo do "Yacht Amelia".
SITE AQUÁRIO VASCO DA GAMA:
http://aquariovgama.marinha.pt/PT/museu/Pages/rei_carlos.aspx
quarta-feira, 14 de julho de 2010
450 anos da Confraria da Rainha Santa Isabel:Exposição Sala D.João III [Coimbra]
[ A Sala D. João III do Arquivo da Universidade de Coimbra, irá receber no dia 15 de Julho, pelas 16 horas, a inauguração da exposição documental "450 Anos da Confraria da Rainha Santa Isabel", que estará aberta ao público até dia 29 de Outubro. A exposição documental e bibliográfica dá a conhecer cerca de 60 documentos e obras valiosas da Confraria, do Arquivo da Universidade de Coimbra, da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra e do Museu Nacional de Machado de Castro. "O espólio em exposição, constituído por documentos, em papel e em pergaminho, códices, ícones, medalhas, artefactos, fotografias, obras impressas e cartazes está organizada em seis temáticas: antigo e o novo Mosteiro de Santa Clara, o Culto à Rainha Santa Isabel, a Real Confraria da Rainha Santa Isabel, a Confraria e os Confrades, a Assistência Social da Confraria, a produção editorial sobre a Rainha Santa e a Confraria. Salientamos a descrição da primeira abertura do túmulo da Rainha Santa, onde os médicos presentes narram as suas impressões sobre o excelente estado de conservação em que encontraram o corpo; os primeiros estatutos da Confraria da Rainha Santa Isabel, publicados em 1560; as assinaturas autógrafas dos Reis D. Luís, D. Maria Pia, de D. Carlos, D. Amélia e de D. Manuel II no livro de honra da Confraria; uma carta do escultor Teixeira Lopes a informar, em Janeiro de 1896, que continua a trabalhar na “estátua” da Rainha Santa e um Missal do séc. XVII forrado com parte do veludo que serviu de cobertura ao rosto da Rainha Santa depois da primeira abertura." A Entrada é Livre! ]
FONTES & VER-EM:
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=80623
terça-feira, 22 de junho de 2010
Rei D.Carlos I:Exposição de Fotografias de autoria de S.M.El Rei D. Carlos de Portugal [Castelo de Vila Viçosa até Setembro 2010]
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Nau Portuguesa do Século XVIII descoberta no Brasil [ Media ]
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Obras de Ourivesaria da Corte Portuguesa dos Séculos XVIII e XIX [Exposição 18 Out]
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Leilão de Moedas dos Reinados de: D.João V; D. Jose I; D. Miguel; D.Pedro II e D.Luís
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=6137B867-99E4-4B5C-86FA-67150C07BC71&channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013
http://www.angonoticias.com/full_headlines.php?id=23849
segunda-feira, 9 de março de 2009
BBC - Brasil: Visita a Biblioteca Joanina em Coimbra [Património Real nos Media]
"O professor Carlos Fiolhais, diretor da Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra, convida os internautas a conhecer "um tesouro que guarda riquezas da língua portuguesa". A Biblioteca Joanina, que tem este nome em homenagem ao Rei D. João V, reúne cerca de 60 mil livros, guardando a memória da língua portuguesa. O monarca responsável pela construção da biblioteca ocupa o lugar central do prédio, em uma posição comparável a de um altar em uma igreja. Ao seu redor, prateleiras decoradas com ouro, mesas de madeiras vindas do Brasil e afrescos com referências à sabedoria, às artes e às ciências. ]
BIBLIOTECA JOANINA~SITE OFICIAL:
http://bibliotecajoanina.uc.pt/
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Pintor Francisco Vieira: Cronologia da Faculdade de Belas Artes do Porto [2009]
"1800 - Francisco Vieira Portuense é nomeado para o cargo de Lente da Aula de Desenho.
1802 - Em edital de 10 de Junho, a Junta da Administração da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro anuncia para o dia 14 a abertura da Aula de Desenho. Dirigida pelo Lente Francisco Vieira, é instalada no Hospício dos religiosos de Santo António da província da Soledade, situado na Lameda da cidade do Porto (depois Cordoaria, hoje Campo dos Mártires da Pátria).
1802 - A 14 de Junho, conforme anunciado, Francisco Vieira profere o seu discurso de abertura da Aula de Desenho.
1802 - Em Novembro, Vieira ausenta-se do Porto sendo as aulas asseguradas pelo pai, Domingos Francisco Vieira, na qualidade de Lente Substituto, até Junho de 1803.
1803 - Publicação do “Discurso feito na abertura da Academia de Desenho na Cidade do Porto por Francisco Vieira Junior, Primeiro Pintor da Câmara e Corte, e lente da mesma Academia. Por Ordem de Sua Alteza Real”
1803 - A 1 de Outubro, Vieira é nomeado Director da Aula de Desenho por Carta Régia.
1805 - A 2 de Maio Vieira Portuense morre no Funchal para onde se deslocara no mês anterior por motivo de doença.
1779 - Por iniciativa da Junta da Administração da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro no Porto é criada a Aula Pública de Debuxo e Desenho por decreto de D. Maria I, de 27 de Novembro.
1906 - A Academia empresta obras do seu acervo para a realização da primeira grande exposição dedicada a Vieira Portuense, na comemoração do centenário do pintor." ]
SITE FACULDADE DAS BELAS ARTES DO PORTO:
http://cron.fba.up.pt/cron/personalidades_resultado.asp?personalidade=57&Submit=OK

